P. 1
MODELOS FARMACOCINÈTICOS 2010

MODELOS FARMACOCINÈTICOS 2010

|Views: 1.243|Likes:

More info:

Published by: Jhonatan Gonzáles Avila on Nov 29, 2010
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PPT, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/05/2013

pdf

text

original

MODELOS FARMACOCINÉTICOS

FASE PK

FASE BIOFARMACEUTICA

FASE PD
Dr. Pedro Alva Plasencia

MODELOS FARMACOCINÉTICOS
Estructura hipotética que permite caracterizar el comportamiento y el destino de un medicamento en el sistema biológico con “reproducibilidad”, para describir la evolución temporal de los niveles del fármaco, administrado por una determinada vía y en una forma farmacéutica particular, expresando matemáticamente las velocidades de los procesos de ADME.

OBJETIVOS
Expresar resultados experimentales en términos cuantitativos. Efectuar comparaciones en situaciones diferentes o entre fármacos similares. Efectuar pronósticos o predicciones.

¿Cuán realistas son las suposiciones hechas sobre el modelo? ¿Son verificables? ¿Cuán general es el enfoque seleccionado? ¿Cuán práctico y predictivo es? ¿Cuán exacto y confiable es? ¿Están los objetivos del estudio apropiadamente dirigidos?

en los cuales el fármaco se distribuye después de su entrada al torrente circulatorio.MODELOS COMPARTIMENTALES Supone al organismo dividido en diferentes regiones o sistemas de compartimentos que se comunican reversiblemente entre sí. .

Tejidos .Células .¿Cuántos compartimentos existen? ¡millones! Considerando la concentración del fármaco en: -Organelos .

El organismo animal solamente se tiene acceso a dos fluidos en los cuales es posible investigar la distribución de fármacos: la sangre y la orina. . Un compartimento no es una región fisiológica real o anatómica sino que se considera como un tejido o un grupo de tejidos que tienen similar flujo sanguíneo y afinidad por un fármaco. Puede ser descrito por un volumen definido y una concentración (de fármaco contenido en el volumen).

Los modelos compartimentales están basados en suposiciones lineales empleando ecuaciones diferenciales lineales.min).5 mL/g. . El compartimento central representa el plasma y los tejidos altamente irrigados o perfundidos (0. en el sentido de que el fármaco puede ser eliminado del sistema. Son abiertos.

Mo e co p rtim n d lo m a e tal Ka "c n " ate ario K12 1 2 K23 3 K21 K32 M d co p o elo m artim tal "m ilar" en am A ) Ka B ) K Ka 1 1 Ke K12 2 K21 .

.

.

V. Log de la concentración Administración extravascular. Tiempo .ESQUEMAS QUE PERMITEN VISUALIZAR LA DECISIÓN DE PARA CONSIDERAR UN MODELO COMPARTIMENTAL EN BASE A LA EXTRAPOLACIÓN DED LA PENDIENTE TERMINAL Administración intravascular.V. E. I.

"modelo abierto de un compartimento" .

los pulmones. (desde la sangre hacia el hígado.  Estaría formado principalmente por el volumen sanguíneo y los tejidos altamente irrigados. . así como el proceso inverso).  Es útil para la descripción del curso en el tiempo de fármacos que se distribuyen rápida y homogéneamente en el organismo. serían idénticas. etc. los riñones.  Las velocidades de intercambio entre las diferentes partes del mismo compartimento. tales como el hígado."modelo abierto de un compartimento"  Supone al organismo como un todo homogéneo  El fármaco se distribuye en forma semejante y casi instantánea.

C t K E K = Constante De velocidad de eliminación ( t-1 ) Q = C.Vd Dosis i.VM Kme .v.v.Vd Dosis i.Q = C. Km M = CM.

n l o a is o rg n m ? d X = -K X d t t X=X o e-K Vd = Cantidadde fármaco en el organismo X = Concentrac ión de fármaco en la sangre C C = X Vd C = Co e-Kt ln C = ln Co – Kt Log C = Log C 0 − Kt 2.¿ ó o v ría la c tid d d m d a e to (X e e Cm a an a e e ic m n ).303 .

303 C = Log C = Log . Xa − KX dt X = Ka F Xo Ka − K ( e − K t − e −Ka t ) C = Ka F Xa (e − K t − e − K a t ) V ( Ka − K ) Ka F X a e −K t Vd ( K a − K ) Ka F X a Kt − Vd ( K a − K ) 2.dX = Ka .

I I = Log Ka F X a Vd ( K a − K ) L C og. − K 2.303 t I − K 2.303 − Ka 2.303 Log C t .

Modelo bicompartimental .

etc.min). los riñones. como el corazón. agua extracelular. los cartílagos. las grasas. Los tejidos de gran irrigación. hígado. mientras que los tejidos como el óseo. (compartimento periférico) alcanzan ese estado en forma más lenta ( mal irrigados < 0.05 mL/g."modelo abierto bicompartimental" Los fármacos no se distribuyen instantáneamente. . los pulmones. (compartimento central) logran el estado de equilibrio en forma muy rápida. etc.

V2 C2 K21 K10 t .V1 C1 t K12 Q2 = C 2. osis Q1 = C 1.v.D i.

C O N C E N T R A C I Ó N P L A S M Á T I C A 10 0 A B 1 0 −β 2. .303 −α 2.303 1 T MO IE P α= C n ta ted d p s ió rá id o s n e is o ic n p a β =C n ta ted d p s ió le ta o s n e is o ic n n .

√(K10 +K 12 +k 21)2 – 4 K 21 K10] .t A= X o ( α − K 21 ) Vc( α − β ) X o ( K 21 − β ) B= Vc( α − β ) α + β =K 12 +K 21 +K 10 α β =K 21 . e -β.C=A. e -αt + B. K10 α = ½[k 12 + K21 +K 10 + √(K10 +K 12 +k 21)2 – 4K 21 K10] β =½[k 12 +K 21 +K 10 .

β Co K 10 = = K 21 ABC ABC = K12 = α + β . β yC o. . K21>β.K 10 α . . K FDK a  K 21 − K a  K 21 − α K 21 − β − Ka t + e −α t + e −β t   ( α − K )( β − K ) e Vc  ( K a − α )( β − α ) ( K a − β )(α − β )  a a . α > 21. u e e u e e u a ie po e cia Co A/α+B/ β K10 ≈ K13 K 10 = A m istra n e d in ció xtr ava al: s C= α >β. β + Bα α . β = A+ B K 10 A B α.Dosis Vd .K21 . p ed nd d cirs d la c rv b x n n l.K10 K 21 = A .

No permiten obtener estimaciones confiables de las cinéticas de entrada o de disposición debido a que suponen procesos simples a veces. lejos de la realidad.Los métodos modelo dependientes se ajustan a un modelo específico para la absorción. basan en un lineales. Son presentan los . Absorción de orden cero o de primer orden y modelos mono o multicompartimentales. Los modelos independientes: se análisis matemático de sistemas altamente sensibles al error que datos.

METODOS DE CONVOLUCIÓN y DECONVOLUCIÓN FÁ R M A C O E n tra d a :. v e lo c id a d d e e lim in a c ió n o e fe c to fa r m a c o ló g ic o E lim in a ció n .F o rm a F a r m a c é u tic a o p r o c e so m e ta b ólic o R e sp u e sta : C o n c e n tr a c ió n p la s m á tic a .

. operación inversa. permite determinar la función respuesta a partir de una función de entrada ( por ej. La convolución.La deconvolución permite calcular la entrada al sistema (porcentaje de absorción). el porcentaje disuelto “in vitro”).

h ip o v o le m ia o h ip o x ia . t a m a ñ o d e l t e j id o . S u in t e n c ió n e s la d e d e f in ir lo s c a m b io s e n e l t ie m p o d e f á r m a c o s e n c a d a ó r g a n o o t e j id o .MODELOS FISIOLÓGICOS O DE PERFUSIÓN M o d e lo s q u e d e fin e n lo s p ro c e s o s fa rm a c o c in é tic o s e n té rm in o s p a rá m e tro s que tie n e n s ig n ific a d o fis io ló g ic o . y c u a lq u ie r p r o c e s o d e e lim in a c ió n . e l e q u ilib rio d e d is trib u c ió n s e a lc a n m u y le n ta m e n te . u n ió n o p a r t ic ió n d e f á r m a c o e n t r e lo s c o m p o n e n t e s la s a n g r e y d e lo s t e j id o s . p a c i e n te s a n e s te s ia d o s . e n t é r m in o s d e : L a p e r f u s ió n d e lo s ó r g a n o s . a n a tó m ic o b io q u í m ic o . . Ú til e s c ua nd o no e x is te una re la c ió n e n tre la re s p u e s ta y c o n c e n tra c ió n p la s m á tic a . o e n g r u p o s d e t e j id c in é t ic a m e n t e r e la c io n a d o s .

E s t á c o n s t it u id o p o r la s u m a d e la s e c u a c io n e s d if e q u e d a n c u e n t a d e l o s c a m b io s e n la c o n c e n t r a c ió n o d e f á r m a c o e n c a d a t e j id o . S e d e fin e n m q u e a g ru p a n te j id o s . . E s to s flu j o s e n tre lo s e d ia n te u n a s e rie d e c o m p a r y / o re p re s e n ta n a d ife re n te s ó m o d e lo s e s ta b le c e n u n d ia g r d i fe re n te s ó rg a n o s .

D o s i s i. v . y te jid o s . G a stroi n t e s ti n a l E lim in a ció n Q Q gi C orazón c R iñ o n es Q r E lim in a ció n Q m M ú sc u lo VENAS Q G rasa g ARTERIAS D ia g ra m a d e flu jo s e n tre ó rg a n o s s a n g u ín e o d e c a d a ó rg a n o . Q e Sangre Q e Q Q h h . L o s s ím b o lo s Q re p re s e n ta n e l flu jo .Q gi H íg a d o T .

c t o aa o ( m e t am b o o l yi s / o e x c r e c i ó n ) . s et nu d p i or i m fe ar r lm u g a o :c i n é t i c o m o d e l a d o ef sin s e i oc l eó sg ai cr oi o . á m e t r o s a a d e d e l ia c c a i so ) n. g n z ( ia ml t áe tr í s t i c a s s a n g r e . íe s n t e cs a sd e i e n e s d e s a n g r e .uc ja o s f f r ei sa ic o c l ió o g nl i uc ja o s e f f e s f ei sa ic o c pig o i tn oae lss e ó a c r a cr ia óc nt e : r a s v aa( cr ia ócl nt em: r s o ú (v o lú m s d (a en g r e . g r a d e m á s d e la b s i ao nl ó g g r i ec o u o t r o f lu E g r m nu en se te ra e l . n s d (az eni m r áe t . e n p r i m e r l u g a r : Se l e c c i o n a r l o s c o m p a r t i m i e n t o s o r e g i o n e s d e S n n s ee l e c cd i eo b ae rn l o si n c lo u mi . cl ons é t i c a s i y f is ic o f á r m ca t ce o r sí s t i c a s . a i ee cl nl o dnl saé es t si ct u d i o y c a i o a s f is ic o c a a d in á m ic a s . e m os át rs a s s de el er ce lcga i i oo bns aieao nsnl ó g g rd i ece o l u o r o g t a r n o i s mf lo u e n m a t u e e n s d t i re e n a d b o l e a. p a r á m e t r o s d e i c p s )r . E n n e e a l.nr á m a ietc nea ns d.r e a liz a r P a r a u n e s t u d io f a r m a c o c in é t ic o P z a c r m a o r d a e l a r d e o a el fi sin sae i roc l eó sgu ai ncr oi o e. r p a ar et ine m n idea i ee tl n o dl sa o es o s t ru e d g i oi o n e s d e s e r a c d t ee br eí s n t i c a i sn c ld u i i . c a s A j t ie s j ii od lo ó s g )l i. l os es r a s s e r l aer cce tcg ei i oor nín sae t nsi c a d s e la n oa rt gó am n i ic s a m s o a t c a la a t s e n r d e i ge in o d n oe s a o l a cs o cm a p r a a r c t t i em r i íe s nt ti co as s d a e n l a to ór m a i cn ai s s m g l f a á s r m r mae cg oin o i nf ei e s s t o e c s o u m p e a f r e t c i m o i e no t o ss u f d r ea l o rl g g u a n n a i s m m a a t i e o s u f r a a lg u n a m (f má re mt mm bcao on l yi fs / i e s et x c r s e u c i óe nf ) e .a b la e d . Re -R e - u n i r i n f o d r e m cl A n n a i tr ó i mn fi ocd raem cl s u t ne a i t d ó o m s )i . f á r m a c o s . e s .

li e s t e r e o i s o m e r i s m o ). f s i o l ó g i c sl u ( o f j d ¡Parai ello es muy aimportante! e s a n g r e . . c a r g a n e t a .t e j i d o s ). p a r á m e re a c c i o n e s e n z i m á t i c a s ). f i s i o p a t óog l i c a s (a l t e r a c i o n e s p r e f e r e n t e m e n t e ). te r m o d i n á m i c a s (i s o t e r m a s d e u n p r o t e í n a s ). d e t r a n s p o r t e (p e r m e a b i l i d a d m e m b r a n a s ). fis ic o q u ím ic a s (m a s a m o le c u la io n iz a c ió n .

Tipos de modelos farmacocinéticos fisiológicos A Modelo de distribución limitada por el flujo sanguíneo B Modelo de distribución limitada por el paso del fármaco a través de membranas. .

eter m i n ad a d i v i d i d a en tr es co m p ar A s í . c o m o s e I l u s tr a e n l a f i g u rg u i e n te si a S a n g r e c a p ila r v e n a S a n g r e c a p ila r v e n a a r t e r i a A g u aA n t u r s t ii ni t e i g e a c al r s t ic i a l E sp a c io in tr a c elu la r E s p a c io in tr a c elu la r . eo a s o m á c l p str l s o m o g én e l .c co m o sse oImu e j o ae en c o a sfi i g u r a u l n d erar d e t e r m i n a d a d i v i d i d a e nr e s c o m p a ritm i e n t o s d t h o m o g é n e o .

a m o lé c e x c e p c ió n s e r la c a p ila r e s P a r a óg a n o n o l i m i n a d o r . a U o m p o r ta m ie n to p u e d e e m a t o e n c e f á lic a e n lo s e re b ro . x r e : o e lim i n a d o r .A: Modelos limitados por el flujo sanguíneo M o d e lo s lim ita d o s p o r e l flu jo s a n g E d c h c s te m o d e lo se a p lic a é b ilm e n t e i o n i z a d a sn . y : .

dye f á r m a c o e n s a n g r e a r t e r i a l. = Q .C − Q x x dt Rx S a n g r e c a p ila r v e n a A g u a i n t e r s t ic i a l E s p a c io in tr a c elu la r V V xy Q xy C a C xy y R xy Cl y dC dt : : : : : v o lu m e n d e l ó r g a n o o te jid o c o n s id e r a d o . x : A sí . yc o n c e n t r a c i ó n c o n c e n t r a c i ó n yd e f á r m a y o ed e l t e j i d o u c n ó r g a n o c o n s id y a c o n s t a n t e d e e q u iy i b r i o e n t r e c o n c e n t r a c i ó n d e f á r m a c o e n e l te jid o y c o n c e n tr a c ió n e n s a n g r e v e n o s a .C . c o m o s e I l u s tr a e n l a f i g u V o e lim i n a d o r .C − Q C R − Cl . e l ca so m á s co m p l e j o e s co d e te r m i n a d a d i v i d i d a e n tr e s c o m p a h o m o g é n e o . y : x x x a dC C = Q . : a c la r a m ie n to d e l ó r g a n o e lim in a d o r . flu jo d e la s a n g r e q u e lo p e r fu n d e .P a ra ó rg a n o n o e l im in a d o r .

ex t r a c e l u l a r de m o lé c u la s d e b aja l ip o Este modelo se aplica a moléculas de a c i o i nlipofilia. E s t e m o d e lo s e a p l ic a a p o la r e s y m u y io n iz a d a s . V e . la d is t r ib u c ió n d e l f á r t e j i d o u ó r g a n o e s t á l i m i t a d a p o r la m e m b d e s a p a r ic ió n d e la c o n c e n t r a c ió n d e f á r m a t e j id o n o e s t á e q u ilib r a d a c o n la s a n g r e c venosa. ye muyi d e r a baja t r a c e l u l a r d e v o polares S c o n s Esp c o n c e n t r a c ió n de fá r m a c o lib e r en e l e s p a c io e x t r a c e lu l v o lu m e n . en e q u ilib r io . V i .B: Modelos limitados por el paso a través de M o d e lo s membranas l im i t a d o s p o r e l p a s o a t r a m e m b ra na s F á r m a c o a c c e d e d e s d e la s a n g r e c a p ila r a l d e la c é lu la a < v e lo c id a d d e la q u e a c c e d e d e s a n g r e c a p ila r . muy l u m e n . E s p a c io c a p ila r .

.S a n g r e c a p ila r v e n a En este modelo se considera: Primer caso: A g u a i n t e r s t ic i a l E sp a c io in tr a c elu la r Si acceso del fármaco desde la sangre capilar al fluido intersticial es prácticamente instantáneo. El resto del órgano o tejido es el espacio intracelular con un volumen Vi. entonces ambos fluidos constituyen un compartimento en equilibrio llamado espacio extracelular. con un volumen Ve. Se considera que la concentración de fármaco libre en Ve y la sangre venosa es la misma en todo momento.

p o r u n a p a r t e . c o m o s e I l u s tr a e n l a f i g u r a s i g u i e n te : S a n g r e c a p ila r v e n a A g u a i n t e r s t ic i a l a r t e r i a E s p a c io in tr a c elu la r .C u a n d o la b a r r e r a lim it a n t e e s la m e m b r a n a c a su m e q ue e l i n t e r c a m b io e n tr e el ag u a in t i n t r a c e l u l a r e s i n s t a n t á n e o y t a mb i é n s e c o n s i d v o l ú m e n e s . l a r V e c o n s t i t u i d o p o r e l a g u a i y e l a g a int r l A sí . e l ca so m á s co m p l e j o e s co n si d e r a r u n a r e g i ó n d e te r m i n a d a d i v i d i d a e n tr e s c o m p a r ti m i e n to s d e f l u i d o h o m o g é n e o . e l v o l u m e n c a p i l a rV c y e l v o lu m e n e x t c Segundou caso: a c real u aapr i.

C a −Qi . Para un órgano o tejido no eliminador en el que se considere un espacio extracelular y un espacio intracelular dC e Ve =Qi . c o m o s e I l u s tr a e n l a f i g u r a s i S a n g r e c a p ila r v e n a A g u a i n t e r s t ic i a l a r t e r i a E sp a c io in tr a c elu la r . el c a so m á s co m p l e j o e s co n si d e d e te r m i n a d a d i v i d i d a e n tr e s c o m p a r t i m i h o m o g é n e o .C v − flujo neto dt Vi dC i = flu jo n eto dt A s í . cada órgano o tejido consta de dos compartimentos de fluido homogéneo. se proponen dos ecuaciones de velocidad para cada uno.Como en ambos casos.

Flujo neto. Si el fármaco atraviesa la membrana mediante un mecanismo de DIFUSIÓN SIMPLE: flujo neto =Kp (Ce . concentración extracelular concentración intracelular v e n a A sí . e l c a so m á s co m p l e j o e s co n si d d e te r m i n a d a d i v i d i d a e n tr e s c o m p a r t i m h o m o g é n e o . expresa la velocidad de intercambio a través de la membrana celular.Ci) Kp : Ce : Ci : coeficiente o constante de permeabilidad de la membrana. c o m o s e I l u s tr a e n l a f i g u r a s S a n g r e c a p ila r A g u a i n t e r s t ic i a l a r t e r i a E sp a c io in tr a c elu la r .

C e Vm .C i flujo neto = − K m +Ce K m +Ci . por TRANSPORTE ACTIVO.S a n g r e c a p ila r v e n a A g u a i n t e r s t ic i a l E sp a c io in tr a c elu la r Si el fármaco atraviesa la membrana celular con ayuda de un transportador. el flujo neto. es decir. suponiendo que el transportador sea bidireccional: Vm .

Transportadores distintos para la entrada y la salida del fármaco del espacio intracelular. los vaIores Vm y Km serán también distintos según indiquen entrada o salida de este último: Vm 1 . el caso m ás co m p l ej o es d e te r m i n a d a d i v i d i d a e n tr e s c o m h o m o g é n e o .C i flujo neto = − K m 1 +Ce K m 2 +C i A sí .C e Vm 2 . c o m o s e I l u s tr a e n l a S a n g r e c a p ila r v e n a A g u a i n t e r s t ic i a l E s p a c io in tr a c elu la r .

ANÁLISIS FARMACOCINETICO CON MODELO NO COMPARTIMENTAL MODELO MONOCOMPARTIMENTAL ABIERTO CON CINETICA DE ELIMINACION DE MICHAELIS-MENTEN .

You're Reading a Free Preview

Descarga
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->