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SUMARIO APRESENTACAG 7 ‘x. Pasta, 2073 Co \LORES CULTURAIS DO BRANCO 37 tos Katene Manan 3. -| 053. Racism Relates aia cooe0s8 sociocutrt de classe. 38 Cari psielbgco 3 Intropucio Negritude e iclentidadle negra no Brasil idade negra no Brasil de ie se torn mas sem definir no fndo © que ela é ou ste. A identidade objetiva apresentada através das caracteristicas tras descritas pl ude subjetiva, atribuida pelos es fe como categoria de de consciéncia das di © grau dessa consciéncia seja idéntico entre todas os derando extas sociocul nio podemos confirmar tural entre grupos de negros rentes, por exemplo, os que vivern em les de terreiros de candomblé, de evs i¢.em comparago com a comunidade negra mi la sobre a questao do racisma, ou com as com nescentes dos quilombos. Talvez seja necessério para mo considerar alguns fatores tidos co construgio de saber: 0 as. A questiio da busca ou da ‘esse contexto. Nas bases popu- } com as comunidades crise da identidade Jates negras sem 3°) © fatorpsicolégico entre outros, nos leva a nos perguntar se 0 temperamento do negro ¢ diferente do temps encontrar Autor que o liga a seu passado ancestral 0 mais Long consciéneia i ioe dom | cremteiee | soso renin eter gee laredade extents entre cles, vsandoaeonseraris | fs. Mas pode também haver manipula. ma a busca manipulagio py » de origem ou de fu ie mitico-religiosa lade do grupo oprimido le classe e a de raga? Ou da identidade vvezes colocada no atual debate sobre « dade dle definir a identidade c se refere a essa di Como se pereebe, o conceito dei to mais complexa do que se Linguisticos, eu! 988, p. 143-146). No mesmo momento em que tos de identidade e de ne} temporiineo da ‘do movimento negro? Se al iade como um se falasse também jegritude”, “branquitude” ¢ maior das ragas negra, branca ¢ tas negritude e idontidade neg istas como uma divisio da luta de todos os opri juntas, essas dtvidas e essas preocupagies merecem mento, ou melbor, uma discussio, Poderi a questio da negritude e da idemtidade dentro do movimen tando seus lugares de emerg: © seus contextas de des (Se historicamente a negritucle 6, sem diivida, uma reagio racial negra a uma agresséo racial bra entendé-Ia e cei crarquizadas dentro da espécie hu de uma pessoa racista existem ragas cs @racas inferiores. Em nome das chamadas ragas, intmeras dades foram cometid: indios nas Américas, jocidio de milhies hes de judeus bastasse mos de discriminagio na Aftica do Sul durante a Apartheid, nos Estados Unidos, na Europa € em todos os paises da América do Sul encabepados tros cantes do mundo demonstra clarame 10 que confere & tos termos, poder r6prio a todos os negros (pouco jos em que se encontram a de um segmento ida cesa participacto patitica legra ou afredes- Ibreidentiade, Politicas © eeondmicas, importantes na formagae da iderados, A gra brasileira como ido, pelos acontes vidos poresse Segmentoda WC pelas lugares, 40, pelos aconte, do fortes referénciasa do cultural sfficaro ou pat io deer raviza le etd ba °.O sentiment imentos, base quase projetiva, le; passaria pela cor da pele e pelo cor- tura e pela consciéncia do opt le baseando-se somente na o da pele ¢ em outras soviedade em caracteris a tencéncia geral ¢ fugir da cor da pele “negra”, d vecimento sustenta vindicada po de “affodescendéncia” que por sua vez sco politica nos debates sobie Partindo da verdade histrica de quea Artica & 0 bergo da h quer cidadao, pou ‘corda sua pele, poderia ri affodescendéncia, Em segundo lugar, poderiam os negros const ‘sua identidade com base numa cultuta jd expr fazem parte da cultura nacional? (Pretina, ‘Tomar conseiéncia historica da resistencia cultural e tiincia de sua partici e deveria fazer pat arte da elite politizada, Mas basear a busca lentidade coum nivel do idade negra por © 8 construgio de lura negra € problematico, pois ido outros seementos da popiulacfio brasileira pode- da mesma cult 0 do contexto brasil’ brancos vivendo ex branea, 8 8e tocam, ¢ as cereas das ' | | ada democracia racial 1c alguns estudiosos tentaram, com razio, alertar e d religites nest 1982, p. 93-105), 1s por parte da ideologia dominante no Br [Lo] conversio de simbolos étnicos ima siuagSo de domin isa (J.B, 1982, p. 52) mas torna Coloca-se também outro pro patticipagio dos negros na sociedade todos 05 oprimidos brancos e outros? Sente-se um deslocamento pelo ‘menos uma confusio entre raya e classe, Aqui esti um dos di dda questio racial brasileira: 05 oprimidos brancos da soviedade nto -ae econdmica do negro pK tém conscidneia de que a exclusto po imotivos racistas sé ben send impossivel, sua ‘acistas pela educagio e pela socializacto recebidas ena esc dade de exploragio, 1987, p. 151-162). Em nome pensavam ‘com a trans: negros brancos podem igualimente \émico (FeRNaNoes, 1966), Uma certa esse discurso, acreditou que a solugao fis suas mazeles logo viria com a transformagio da sociedade, dai ag de ago ferenga em relagao as Estados Unidos desde os anos 1960, Como talver a explicagao de sua sficmativa em pri ticas racistas impedem ao negro o acesso na participagao ascensdo econdmica, Ao separar 1a soviedade ia, comete-se um erro me e classe nut ficos que s6 ele s a possa cont solidariedade problem; ago do seu corpo, de sua cor, des imferiovizagio” e baixa estima; a falta de conse ce de sua histéria e consequentemente sua ago histérica ide, que funciona como g10 poderé despojar-se se em pé de igualdade com os outros 1 condigo preliminar para uma luta coletiva de comega pela accitagiio dos atributos atingir os atributos Iégicos, pois o corpo constitui a sede identidade. seu comple- imidos, © que ‘A recuperagdio dessa ident egritude antes terial de todos os aspectos Negritule na atualidade diasporana da negritude no mn sobre a pers io na didspora afiicana num mundo Alguns jae a importancia politica desse conceito damental e talvez mais Em primero lugar é importante nha st de, embora mente de order ssce do simples Ho entre brancos isar que a negris 1a cor da pele negra, no é ess ea. De outro n de fato sta todos ade, o que esses grupos humanos ‘mas sim o fato de terem si ores tentativas de desumanizagio e de teren objeto de politicas sisteméticas de de que isso, deter sido ido, negada a existénci da colonizagio, a mo um deserto cultural, ¢ seus habi- eo macaco, cigncia de uma ago e negagio gritude deve ser vista condigito de ser presa do convecagao pei ccondigdo para que se engajem no com de suas civ) 08 valores 8 Culturas negadas. Vista des- mulheres © os homens descendentes dc afticanos 0s paises do lenas revalorizagdo e rocesso do resgate w parte de sua Tuta pac ade e, por isso, um tema ainda irmanago entre mulheres e para fazer desaparecer todos os males que atingem a dignidade humana, a negr de fardo do Homem e da Mulher negros, Enguanto uma ti thar globalizante que a desumaniza o deverd ser o instrumen direito fundamen respeito das culturas do de globalizagzo,