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CAP15

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PROCESOS

D EC O N T O R M A D O PLASTICOS PARA

D C O N T E N I D O E LC A P í T U L O fr"¡lrdiclos de Propiedades los polínreros Extrusión s 1 5 . 2 . 1P r o c e s oY e q u i P o s de la extrt¡sión 1 5 . 2 . 2A n á l i s i s extrtlirlt¡s y cle 15.2.3Configuraciones los d¿rclosprclclttclos en 15.2.4 Defectos la extrt¡sión y n 1 s . 3 P r o c l u c c i ód e l á m i n a s p e l í c u l a s ( s dn f i l a m e n t o y f i b r a s h i l a t r r l e r i ¡ ) e 15.4 ProcJucció de 1 5 . s Procesos recubrinrietrto Moldeo por inyecciórr 1 5. 6 15.6.1 Procesos equiPo Y 1 5 . 6 . 2E l m o l c l e p d 1 5 . 6 . 3M á q u i n a s e m o l c l e o o r i r r y e c c i ó t t 15 . 6 . 4 C o n t r a c c i ó n 15.1 15.2
15 . 6 . 5 D e f e c t o se n m o l t l e o p o r i n y e c c i o t r 1 5 . 6 . 6 o t r o s f l r o c e s o sc l e n t , r l c l c ol l o r i l l y t x t i t i t t M o l r l e o p o r c o n l p r e s i ó ny t r a n s f e r e r r c l a 1 5 . 7 . 1 M c ¡ l d e oP o r c o m P r e s i ó n 1 5 . 7. 2 M o l d e o p o r t r a n s f e r e l r c i . t M o l c l e o p o r s o p l a c l oy l n o l c l e or c l t a ti t ¡ t l ¡ l

15.7

15 . 8

Molcleopor soPlaclcr 15.U..1 15 . 8 . 2 M o l r l e or o t a c i o t l . l l 1 5 . 9 Termoiornrado (colado) plástic-o de 1 5 . 1 0 Fr-rnclición cle cle y 1 Procesalnientoforrnaclo esl)tlnras ¡ltllíttteros 1s. cle 15.11.1 Proc-esos esPutnado cle .2 15.11 Procesos confornlaclcr cle 15.12 Consideraciones el cliseño ¡rrocltlctos llara ge 15 . 12 . 1 C o n s i c l e r a c i o n e sn e r a l e s extruiclos 15 . 12 . 2 P l á s t i c o s r 15 . 12 . 3 P a r t e sr t o l c l e a c l a s

para de Proceso conformado plásticos

309

partes [-9s plásticgspueden ser conformadosen una amplia variedad de productos,como aislantespara alambres seccionesextruidas, hojas y películas, recubrimientos rnolcleaclas, prinel eléctricosy fibras para textiles.Además,los plásticosson frecuentemente ingrediente con matriz cotno pinturas,barnices,adhesivosy varios compuestos ci¡lal cleetros ntateriales las cle pglínrero.En este capítulo consicleraremos tecnologíasde conformado de estos propara capítulospostey adhesivos los compuestos las posponiendo pinturas,barnices, cluctos, al hule (capítulo l6) y de cle riores.Muchgs procesos confornrado plásticospuedenadaptarse ( c a p í t u l o| 7 ) . c , a conlpucstos n lltatrizpolimérica de y tecnológica comercialde estosprocesos confonnadoderiva del crecienLa ir¡¡ror.tanci¿r de Las aplicaciones los plásticosse han incrementado que se procesan. te valor ¿e les ¡rateriales durantelos últimos 50 años.En realio que ¡ruchg r¡irs riipitlarnelrte paralos nretales los cerámicos de de hechasanteriormente rnetalse hacenahorade plásticoy de compuestos darl, nl¡chas ¡rartes en han sustituido gran partea los plásticos con el viclrio;los recipientes Lo ¡rlástic.s. nrisl¡o sucede y (plásticos hules) excede El de tle vidrir. c¡ el envasaclo productos. volumen total de polílneros de los metales, (el ahgraal cle les nretales tonelajees todavíamucho menor debido a la densidad por identificarvariasrazones las cuales rnayor).Poclemos ar'q¡e el yol¡¡ren es consiclerablernente Soninlportarttes: cle dc Ios proccsos forllraclo plírstico

casi Inilent¡llavnrieclacl ililnitadade formasparalas piezas' los tlo l'alnlente son ltecesarios formadosposteriores. ntenos se el Aurrqtrepara formrarplásticosse requiereusualmente calentamiento, necesita son de porquelas ternperaturas procesamiento mucho másbajas (pre t,rtcr.,q,ítr paralos nletales, los ¡rara plírsticos. el en usaclas el procesatniento, manejodel productose simde A c¿rrsa las bajasternperaturas plásticoson de una sola de procesamiento Muchos nrétoclos la tlur-a¡te protlucción. ¡rlil'ica sustancialmente se de (¡ror nrolcleo) tanto,el nranejo productos reduce .¡rcr.,t.i<irr e.jeinplo, ¡ror
c ( ) n l l ) a t ' i r t l t lc o l ' t l o s l l l e t a l e s .

en excepto circunstanpara o ¡c¿r5¿rclo ¡rintura cle¡rositacirin los plásticos, N. sc r.ct¡uicr-e ¡xr' i c i r r sn u s t l i t l c s . y termofiios' flr'r, sc expusoen el capítulo 10, los clostipos de plásticosson termo¡tlásticos y su clurante calentamiento conformaciónsufrenun procesode ., r.ellcia ,¡i,. los terrlrofijos L,adif'e su estructuramolecular (encadenctmietúo en (¡rc c,r.¿rtlrr. causa un rrarnbioluírnico permanente Por ¿r ftlnclirse travésde recalentalniento' el no vez (lLrcse ha¡rcu¡'aclo, pueclett ¡lr¿r It.rttt.tt.r,t.,r¿¿l). qttínlicapercle el n() ex¡lerirnenl¿ul proceso curadoy sl-lestructura lgs c.rlr-^r.ie. Icr-rrro¡rliisricr)s a cle aufl cuandose t'ransl'orlnen sóllclo en sin ,l¿rlccc b¿isic¿urrcnte canrtrio los recalentatnierttos, más de los dos; colnprenclen rnás comerci¿rles itrtportantes son líq,itlo. l..s tcr.¡re¡rlristicos los ti¡lcls tolal cieplírsticos' de dcl t'i07, I torlelaje procesosde conformado de plásticos con De acuer.clo la fornra del producto resultante,los con constante' continuoscon seccióntransversal en: se ¡ruecle,cl¿rsificar l) productosextruiclos 3) y hojas o lárninascontinuas películas; s; tle excepcirin láminas(hojas),películasy filamento 2) huepartesmoldeadas en sóliclas su nlayoría;5) moldeadas, filanrertosc,'tirr¡os (fibras);4) partes y hechasde láminasprefomrladas pepartesdiscretas 6) delgaclas; relativ¿unente co. ¡rar.ecles c¿ls una exatninal'ácada de Estecapítulo (espumas). ex¡randidos y líctrlas,7)furrclicionesg) protluctus los ternloplásticon estítn¿rsociaclos rnás corncrci¿rlcs importantes cst.s c.tcg.r.íus.l-.s pr.ocesos y el rnoldeopor inyección'una brevehisson la extrusión tle c's: l's pr.()cesos rnayorrelevancia ett se cle rle ct'rnfornr¿rdo plásticos presenta la nota histórical5'l' t.ril ¿e l.s pi.ocesos

310

paraplásticos de Capftulo15 / Proceso conformado

Nota hÍstórlca I5.I
de de Procesos conformado pldsticos

entrelos antiguos del del tecnología procesamiento hule.Es digno de mencionar a r qe e d e s a r r o l l ó ,l r e d e d od e 1 8 3 5 , u u a c o n t r i b u i d o r e sE d w i nC h a f f e e , n e s t a d o u n i d e n s conel hule r c s u n m o l i n od e d o s r o d i l l o s a l e n t a d oc o n v a p o rp a r am e z c l aa d i t i v o s q c l o r f T ( s e c c i ó nó . 1 . 3 ) . a m b i é nu e i n v e n t od e u n d i s p o s i t i vs i m i l a r l a m a d o a l a n d r i a ,u e l 1 r c s e c o n s i s t e n u n a s e r i ed e r o d i l l o s a l e n t a d op a r ar e c u b r i t e l a c o n h u l e ( s e c c i ó n 5 . 3 ) y paraplásticos hules' se Ambasmáqulnas usantodavfa eran máquinas en de alrededor 1845 Inglaterra, inventados extrusores, Los primeros paraextruirel hule y parael por mediode un émboloque se utilizaban accionadas accionados con los extrusores con hule.La dificultad eléctrico de recubrimiento alambre un muy necesario extrusor Era intermitente. de por émboloera que operaban manera y pararecubrimiento alambre cable. de en que pudieraoperarcontinuamente, especial de con variosgradosde éxitoen la creación un trabajaron Aunquevariosindividuos C a l 1 ) t o r n i l l o( s e c c i ó n 5 . 2 . 1 s,e a c r e d i t aa i n v e n c i ó n M a t h e w r a ye n e x t r u s otri p o los al Posteriormente, clesarrollarse termoplásticos, su Inglaterra; patentedata de 1879. d s e d e t o r n i l l oq u e o r i g i n a l m e n te s t a b a n i s e ñ a d o p a r al t u l e . l s e a d a p t a r o no s e x t r u s o r e s c i a e s p e c í f i c a l n e n tles e ñ a dp a r a d u s E n 1 9 3 5 e i n t r o d u j o n am á q u i n a e e x t r u s i ó n termoplásticos. d p f a d L a sm á q u i n a s e m o l d e op o r i n y e c c i ó n a r ap l á s t i c o su e r o n d a p t a c i o n e se l ( 1 n p e e q u i p od i s e ñ a d o a r af u n d i c i ó n n d a d o sm e t á l i c o sv é a s e o t a h i s t ó r i c a 7 . 2 ) . d e 1 A l r e d e d o r d e 8 7 2l,o h n H y a t t ,u n a f i g u r ai m p o r t a n t e n e l d e s a r r o l l o e l o s p l á s t i c o s ta d ( n o t ah i s t ó r i c a0 . t ) , p a t e n t óu n a m á q u i n a e m o l d e oe s p e c í f i c a m e np e r ap l á s t i c o . l d 1 é m b o l o( s e c c i ó n r . 6 . 3 )L a m á q u i n a e m o l d e op o r i n y e c c i ó n d F u eu n a m á q u i n a e t i p o j se s e n s u f o r m am o d e r n a e i n t r o d uo e n l 9 2 l , l o s c o n t r o l e s e m i a u t o m á t i c o s a ñ a d i e r o n q u e s e u t i l i z a r o n o r m a l m e n te n l a n t . e n 1 9 3 7L a sm á q u i n a si p o é m b o l of u e r o nl a s d p d , d i n d u s t r i a e l p l á s t i c o o r m u c h a s é c a d a sh a s t aq u e l a s u p e r i o r i d ad e l a s m á q u i n a s , U , en e, c o n t o r n i l l or e c i p r o c a n td e s a r r o l l a d a s E s t a d o s n i d o s e n 1 9 5 2p o r W i l l i a mW i l l e r t obvio. lo hicieron las examilrando cle de de exposición los procesos confornrado plástico, nuestra Empezaremos de termode propiedades los polímerosfundidos,porquecasi todos los procesos confonnación de det el pasocomún de calentamiento plásticopara hacerque éstefluya. plásticos comparten

ti , equtpoparaconformar desdela significativamente plásticos evolucionó I 1g3¡¡*,e

DE 1 5 . 1 P R O P I E D A D E S L O SP O L I M E R O S FUNDIDOS
lít¡trrcorlsislertciit t¡ttclottteurl¿t ltitsl¡t éste Paraformar un polímerotermoplástico, rlebecalentarse qtte .se el cual exhibe variaspropiedades que se conocecomo un políntero da. Esto es lo .fimdido, en considerarán estasección. con un Viscosidad Debido a su alto pesomolecular, polímerofundido es un fluido espeso definimosel términoen la sección3.1,es una propiedad tal Laviscosidad, como alta viscosidad. duranteel flujo del fluido con la velociexperimentado cortante el del fluido que relaciona esfuerzo de en importante el procesamiento polímeros,debido a que la maes dad de corte. La viscosidad cle yoría de los métodosde conformadoinvolucranel flujo de polírnerosfundidos a tr¿tvés los grandes,e de del dado. Las velocidades flujo son frecuentemente pequeños canaleso aberturas con se incrementalt l¿tvelocicoltantes de implicanaltasvelocidades corte;y como los esfuerzos pararealizar estosprocesos. presiones significativas dad de corte,se requieren

fundidos de Sección15.1/Propiedades los polfmeros

311

g

o o o .9,

(Ú p

1)

Velocidadde corte,i

de FIGU R A15.1 R el aci ones vi scosidad y fluidosnewtonianos un polímero para fundidotípico.

de en la La figurl l5.l nruestra viscosidad función cle la velocidadde corte para dos tipos como el aguay el aceite) fluiclos.para unfluido newtoniano(que incluye a los fluidos más simples dada y no cambia con la velocidad de corte' La es la viscosidacl una constantea una temperatura la consrefació' elrtreel esfuerzoy lacleformacióncortantees proporcional,siendola viscosidad tantede proporcionalidad: t:¡lY o q : =
T

v

(l s . l )

lb-seg/pulg2 doncleI = esfuerzocortante,pulg/pulg (m/m); 4 = coeficientede viscosidadde corte un (Ns/m2o pas);y T= velocidaddL corte, l/seg. Sin embargo,para polímerofundido la viscosia velocidad decrececon la velocidad de corte, lo cual indica que el fluido se hace más delgado con y puedemodelarse se dadesde corte más altas.Este comportamiento llama pseudoplasticidad una razonableaproxinlaciónmediantela expresión: r : k(y)n

(\s.2)

= índice de comporal correspondiente coeficientede viscosidady n donrle A = ulla constante previa (15.1)para un fluido newse tarrielrt, de flujo. para r¡ = I la ecuación reducea la ecuación a de n son menores l. fundido,los valores q. Irrria¡e,y I sc'vuelvc Paraun polírnero la temperatura Ade'rás del efecto cle la velocidad cle corte (velocidad de flujo del fluido), en la mayoría de los fluidos, su valor decrece de la af'ec.ta viscgsidacl un polírnero fundido. Como Esto se muestraen la figura 15,2paravariospolímeroscomunes' la ternperatura. al ilrcrenrentarse a las que se encuentran de ¿lu'a velocitlacl cortede l0l seg-l. Estavelocidadde corte se aproxima extrusióna alta velocidad. de de en las operaciones moldeo por inyecciónu operaciones de que la viscosidad un polímero fundido decrececon valorescrevemos De esta nranera GXG€p' puedeaplicnr*er previa( 1,5,2) ecunción Nuestrn de de cientes veloc:iclacl cortey temperaturs, en la figura 15'2' como se muestra cle to que ft depentle la tentperatura t' la viscoelasticidad,.Qut, Viscoelasticiclad otra propiedadde los polímerosfundidoses los (polímero, iólidos) en la sección13.5.Sin embargo, polos analizaen el contexto.<Je sólicros la dilatación en el dado en es línreroslíqui¿osexhiben también esta propiedad.Un buen ejemplo del cuandosalede la abertura dado'El fenóse expande en la extrusión, la cual.el plásticocaliente contenido que el polímeroestaba notar haciendo 'leno, il,stracloen la figura 15.3,puedeexplicarse En efecto, mucho más anchaantesde entrar al estrechocanal del dado' en una seccióntralrsversal de a ella después dejarel orificio su el materialextruidorecuercla antiguaforma y tiendea retornar al entrara la pequeña que actúaen el material zo el rfcf dad.. Técnic:anrente, esf'uer de compresión sale el Cuanclo materialsubsiguiente del orificio y rlcl abertur.a dado no se relevainnrediatamente. se transversal expanda' que Ia sección hacen restricció', tos esfuerzosno relevados se re'rueve l¿r '-,,,.'..

312

Capftulo

'15 paraplásticos de lProceso conformado

C\I

a
fL
C\¡

(t)
f,


o 10"

ts, o
a
I

o

E
6

-o

10-1

z
E IE

8 102 o
o .9,

o (Ú E ,6 o C) .9, 10-2

de Polietileno baja densidad

500 450 400 "F TemPeratura,
250 0 "C Temperatura,

550

F I C U R A l 5 . 2 V i s c o s i d a d e n f u n c i ó n c l e I a t e m p e r ade r a p a r a p o l í n l e r o s s e | e c c i o n ¿ r c | o s tu recopi l ados [11]' d a u n a v e l o c i d a c le c o rt ede 103seg-r.D atos

--4>

v

Flujo del Polímero

en de |a viscoelasticidad una en 15'3 Dilatación e| dado, manifestación F|GURA del al salir dadode extrusión' aquí comosemuestra fundidos, polímeros circttlarpor para una seccióntransversal La dilataciónen el dado puedemedirsefácilmente mediodelarelacióndedilatación,quesedefinecomo:

r':

D, lt

(15.3)

pulg (rnm)Y D¿= extruida, transversal de la sección dondef s=f&zón de dilatación;Dr=diámetro del tiem(mm). La cantidadde dilataciónen el dado depende diámetro"delorificio del daclo,pulg en el dado se reduce el canal del clado.La dilatación po que el polímero fundido p.r*unece en se logra por medio de ttn canal más largo' el aumentando tiempo en el canal,y esto ampliamente de flujo de la fusión es una meclida índice de flujo de la fusión El índice para general del características polímero.La disposición el que relaciona flujo y la viscosidacl usada en tt¡r cle la operación extrusión.El polímerose calienta un ensayar polímerofunclidoes similar a diámetro parfluir a travésclela aberturadel dado tle tln T cilindro a temperatura y luego se hace

15,2lExtrusión 313 Sección por orgaLos parámetrosdel ensayoestánnormalizados ticular D, bajo una presión especificada. index, MFI) de ta fusión IFF (en inglés meltflow nizacionesralescomo la ASTM . El índice deflujo a través del orificio del dado durante un periodo se define como el peso del material que fluye especificado. compleja que dependede la temperatura El ínclicede flujo de la fusión mide una propiedad diferentes tipos de polímero; sin embary de la velocidad de corte. No debe usarsepara cofnparar dentro de un tipo de polímero dado, por ejemplo go, es apropiado para comparar diferentes grados que distinguediferenciasen el peso molecular de polietileno. para estepropósito,es un medio útil "t p"ro molecular y el grado de polimenzación un polímero. A medida que disminuye el MFI, y no ,l"p"nde solamentede la temperatura de la de aurnenta'. La viscosiclad un polímero fundido de velocidacl corte, sino también de su pesomolecular'

EXTRUSI
La fundamentalpara metales,cerámicosy polímeros' El procesode conformadopor extrusión es del orificio el cual se fuer)aal material a fluir a través ertt.usitites un procesocleconrpresiónen queda transversal y continuo, cuya forma de la sección tle un clatlopara generaru' protlucto largo que se usa un proceso de conformación de polímeros determi'ada por la forma dll orificio. Es (pero rara vez con termofijos) para producir masiy ampliamentecon termoplásticos elastómeros (como molduras de venperfiles estructurales vamenteartículoscomo tubos, ductos, mangueras, continuos,recubrimientosde alambresy cables tanas y puertas),láminas y películas,filamentos se lleva a cabo como un procesocontinuo; la eléctricos.para este tipo de productos,la extrusión En en las longitudesdeseadas' esta sección extrusitin (productoextruidoi ," corta inmediatamente los examinaremos prosiguientes y en varias secciones de cubrimos los procesos extrusiónbásica, en cesosbasados la extrusión'

15. 2 . 1 Procesos equiPos Y
extrusión' alimentaen forma de pelets a un cilindro de E' la extr.usió' de polímerosel material se giratodel orificio de un dado por medio de un tornillo c*'.e se calientay se le hacefluir a través extrusorson el del principales Los dos componentes rio(gusa'r). corno se ilustraen la figura 15.4. que especial sino una herramienta del extrusor, no cilirrlr. y cl t.rnillo. El claclo es un com¡ionente clebefabr.icarseconelperfilparticularaproducir.
y (de d e un extrusor torni l l oúni co)parapl ásti cos y F I G URA15. 4 c o m ¡ro n e n re sc a ra c te rís ti c a s di buj o' del mayorcl ari dad p L La elas t ónr er os . re l a c i ó n /D e s táre d u c i d a a ra Tolva Peletsde Plástico Calefactores Polfmerofundldo

I

Secciónde alimentación

I l*

Secciónde comPresión

t

314

para de 15 CapÍtulo / Procesos conformado plásticos (25 a 150 fluctúa típicamenteentre l'0 y 6'0 pulg El diámetro interno del cilindro extrusor ente I diámetro,con una relación LID usualmente mm). El cilindro es largo con respectoa su mientrasque los valoresI termoplásticos, más grandesse usanpara materiales 30. Las relaciones localiz¿ que contieneeI Áarcrial de alimentación se La bajos de L/Dson para Jlastómeros. tolva por gravedadsobreel tornillo giratorio' Qü€lrlür un extremodel cilindro. Los peletsse alimentan calerJadoreseléctricos para fundir inicialmente el material a lo largo del cilindro. Se utilizan del subsiguiente materialgenerael calor adicic peletssólidos;el mezcladoy el trabajomecánico y la acción cortantegeneranel calor s mezcladá que mantienela fusión. En algunor-.uros, el externo.De hecho,en algunoscasosel cilin calentamiento ciente,de maneraque no se requiere del el.sobrecalentamiento polímero' debp ser enfriado externamentepara prevenir aberturadel dado por la acción del la El material se transport" u ,runésdel cilindro hacia ' a 60 rev/min. El tornillo tiene varias funciones extrusor,que gira aproximadamente tornillo funcionesson: I ) sec't y que coresponden a cadafunción. Las secciones las divide en secciones 2)' desdela puertade la tolva y se precalienta; de alimentación,enla cual el materialse mueve líquida, el aire atrapadoentre consistencia ción de compresión dondeelpolímero adquiereuna y 3) sec'cióndosificadora' en la cua pelets se extrae de la fusión y el material se comprime; presión para bombearlaa través del orificio homogeneiza lafusión y se desanolla suficiente dado. y por su geornetría su velocidadde rotación.[-a La operacióndel tornino estádeterminada en figura 15.5.El tornillo consiste pal en típica de un tornillo extrusorse describe la geometría fundido' El canal tl que conducenel polímero o aspasespirales(roscas)con canalesentre ellas, las paletasempujan el material hacia ¡ un ancho wc y una profundidaddr. Al girar el tornillo, Aunque no se aprecia en el diagramt lante a través del canal desde la tolva hasta el dado. cilind ro D con un pequeñoclaro de aproximi diámetro de la paleta es más pequeñoque el del es limitar la fuga de la fusión haciaatri mente0.002 pulg (0.05 mm). La funcidn de esteclaro tiene un anchol4'ly estáhechade aceroendul travésdel canal conductor.La pared de la paleta el interiordel cilindro. El tornillo tieneun p al do pararesistirel desgaste girar y al Íozarcontra el ángulode la h( ro al cercano diámet D.El ángulode la paletaA es cuyo valor es generalmente mediantela relación: del tornillo y puededeterminarse

paso
tanA:

(r s . 4 )

nD

FICURA15.5

d d D e t a l l e s e u n t o r n i l l oe x t r t l s o r e n t r od e l c i l i l r d r t i '

de Dirección flujo de l a fusi ón

15.2 Sección lExtrusión 315 del que se aplicaal polímerofundidoen las tressecciones cilindro de El incremento presión del en se determina granpartepor la profundidad canaldr. En la figura 15.4,d, es relativamente de cantidades polímero de parapermitir la admisión grandes en grande la ,...-ión de alimentación así aplicando pregradualmente, de 4 en granular el cilindro.En la sección compresión, sereduce y drespequeño la presión dosificadota, al en sióncreciente el polímero serfundido.En la sección En de el flujo por el empaque la pantallay la placade sostén' la rnáximoal restringirse alcanzaun para en iguales longitud;estoes apropiado del figura 15. ,las tressecciones tornillo se muestran PEBD (en inglés como el polietilenode baja densidad un polímeroque funde gradualmente, Para son de paraoiro, polímeros, longitudes óptimas lassecciones diferentes. polímeros las LDpE). de puntoespecífico fusión, en comoel nylon,la fusiónocuffemásbienabruptamente un cristalinos comoel amorfos Los cortade compresión. polímeros una es en collsecuencia apropiada sección matepara que máslentamente el LDPE,y lazonadecompresión estos clorurode polivinilofunden cada deltomillopara óptimo el del entera tomillo.Aunque diseño casila longitud tomar debe riales Estosdigeneral. comúnusartornillosde propósito es ;iñ;. material diferenti es una práctica de y se evitala necesidad hacer materiales entrelos diferentes un representan compromiso seños con de cambios tornillo,asociados los parosdel equipo' frecuentes del dado' a El avancede los polímeros lo largo del cilindro conducefinalmentea la zona seriede cribasde, el Antesde alcanzar dado,la fusiónpasaa travésde una malla,la cual es una agujerosi pequeños que contiene por alambresoportadas un plato rígido (llamadoplato rompedor) 2) acuhular durosde la fusión, y La axiales. mallafunciona iara t) iittrar contaminantesterrones fundidoy borrarsu memoi flujo del polímero el y dosificadora 3) enderezar en presión la sección con la por el tornillo. Esta última función se relaciona ria del movimientocircular impuesto el polímero hacia no si del viscoelástica polímero; át nu.¡o fueraenderezado la izquierda, propiedacl la a crecery a distorsionar tendiendo extrusión, sus podríarecuperar giros á.ntro de la cámalade extrusión de tornillo de Lo que hemosdescritohastaaquí es una máquinaconvencional extrusión mencionarlos extusores de tornillo doble porqueestosocupanun lugar sinrple.Es necesario dentrodel cilindro'Los los máquinas, tomillos sonparalelos En en importante la industria. estas para adaptados el PVC rígido,un polímero especialmente parecen ¿e extrusores tornillosgemelos mayormezclado' querequieren,un y difícil de extruirnorntalmente,paramateriales

d 15.2.2 Análisis e la extrusión
simpliticada varios En esta sección desarrollamosmodelos matemáticospara describir en forma de aspectos la extrusiónde polímeros. fuerzaalpolímero Flujo fundido en el extrusor Al girar el tomillo dentro del cilindro, se pl Arqufmedes. prinen fundido a ,.roverse dirección al dado; el sistemaoperacomo un tornillo de queresultade la fricción entreel lfquido vises cipal rrecanisrnocletransporte el fluio por arrasti, que se mueven una con respectoa la otra, l) el cilindro estaopuestas coso y las clossuperficies al puedeparecerse flujo de fluido que ocurre ciorrarioy 2) elcanalcleltornillo giratorio. El arreglo *.puruáupor un líquido viscoso,como se ilustraen móvil y entreuna placaestacionaria una-placa promedio la velocidad que la placamóvil tieneuna velocidadv, se infiere que la figura 3.l7.Dado una velocidadde flujo volumétrico clel fluido es yf2, generando Q,t:O.Sudut

(r5.5)

v pulg3/seg1m3/seg); = velocidadde la cloncle = velocidad tle flujo vorumétrico por arrastre, e¿ (m); y w = anchode placas,pulg las placa movible, pulg/seg(rn/s);¿/= distanciaque separa dos com' se (m). Estosparámetros pueden en ras placasperpendicurares dirección a la velocidad,pulg
. 5

316

para de 15 Capftulo / Procesos conformado plásticos parar a aquellosen el canal,definidos por el tornillo dro estacionario. de extrusiónrotatorio y la superficiedel cil

D : rr DN cosA d:d, w : u),:: (r D tanA - tt)f) cosA

( r5.6) ( l s.7) ( r5.8)

(mm); N = velocidadde rotación del tornillo donde D = diámetrode la paletadel tornillo, pulg (mm); t^'r= anchodel canaldel tornillo' pulg del rev/seg;4 = profundidad canardel tornillo, pulg que el pulg (mm)' Si asumimos (mm); A = ángulode la paleta;y wf =ancho det üor¿ede la paleta, la última de estas entonces debido a que es pequeño, anchodel borde ¿e la paletaes'deípreciable se ecuaciones reducea:

: u),. n D ¡anAcosA n DsenA

(15.e)

identidades varias y (15.5) usando en (15.7) (15.9) la ecuación y (15.6), las al sustituir ecuaciones tenemos: trigonométricas ' (ls.r0) cos D2 0¿ : o'5n2 N d,'senA A
que se oponganal movintientohacia adelanteclel fluido, esta Si no hay fuerzaspresentes la velocitladde flujo de la l'usiónclentro ecuaciónpodría suministraruna destripción razonablede a travésclela corrientehaciaadelante' al Sin del extrusor. embargo, comprimii el polímerofundido en de transporte material por arrastre la el dado crea una contrapresión,enel cilindro que reduceel de las a contrapresión,depende ecuación 15.10.Esta reducciónde flujo, a la que llamaremosfTujo y del gradientede presióna lo largo del dimensiones tornillo, de la viscosidaddel polímero fundido ecuaciónIl I ] se del cilindro. Estasdependencias puedenresumiren la

A r Ddl sen2
Q¡:

n,t(#)

(r5.ll)

tlpldl lb-seg/pulgz 1N-s/m2); (m3/s)4 = viscosidad, pulg3/seg dondeQa=flujo a contrapresión, se definieron previamente'El gradienreae presián,gb/pulg2 )b;lgirr¿pul*l; y los otros términos del tornillo a lo largo de su londe gradiente presiónreal en el ciiin¿ro es una función de la forma como una aproximación gitud; en la figura 15.6 se ilustraun perfil típico de presión.Si asumimos de el en la figttra,entonces gradiente que el perfil es una línearecta,indicadapo, iu líneapunteada plL, Y la ecuaciónprevia se redttce¿t fresión se vuelve constante Qo:

(rs.l2)

pttlg (nrnt). = longitucl cilinclro, del en dondep - presiónestática el cilindro lb/pulg2(MPa); y L
1 F I C L J R A 5 . ( r C r ¡ r l i e l l t et í ¡ r i t ' t r de presión en ull extrusor; la líne.r i ptttrteadandica ulla aproxillración l l i n e a l p a r a f a c - i l i t a ro s c á l c u l o s '

Extremode la tolva
a.

lo Extremodel dado

.9 .(u :9
o fL
6


a o c

Aproximación Posiciónen el cilindro

15.2lExtrusión Sección

317

no Nóteseque esteflujo a contrapresión es realmenteun flujo por sí mismo, sino es una reducción podemos calcular la magnitud del flujo de la fusión en un extrusor del flujo de arrastre.Entonces como la tliferenciaentre el flujo de arrastrey el flujo a contrapresión: Q.,:Q¿-Qt 2 - Q . , : 0 . 5 2 D zN d , ' s e n A c o s A

A pn Ddl sen2 l;tL

(15.13)

La ecuación 15.13 do'de e.r=velocidad de flujo resultantedel polírnero fundido en el extrusor. las paletasy el cilindro. Lapérque ¡ay una mínima pér.tlidadeftujo a travésdel claro entre asunre a a contrapresión, dida de flujo d'ela fusión serápequeñacomparadacon el arrastrey con el flujo Inenosque el extrusorestédañado. en dos tipos: l) La ecuación 15.13 contiene muchos parámetrosque pueden dividirse son aquellos que parárnelrosde diseño y 2) parámetrosoperativos. Los parámetrosde diseño del canald, y el ángulo de defirrenla geometríadel tornillo y del cilindro: diámetroD, profundidad operaciónde un extrusor' la hélice A. Estos factoresno se puedencambiar duranteel procesode duranteel procesopara afectarel operativosson aquellosque sí se puedencambiar Los parámetros p, y la viscosidadde la flujo de salida; éstosincluyen la velocidad de rotación N, presión estática en que puedanmanipues fusión n.Laviscosidad de la fusión solamente controlableen la medida En el siguienteejemplo propiedad. y larse la temperatura la velocidad de corte para modificar esta parámetros: sus veremoscómo desempeñan papeleslos

de 1 E j e m p l o 5 . 1 Velocidades fluio en extrusión
gira a N = 60 rev/min' Un cilinclroextrusortiene un diámetroD = 3.0 pulg. El tornillo ' A = 20o La predel La ( I rev/seg). profundidad canald, = 0.25pulg, y el ángulode la paleta = 75 pulg,la visLongituddel cilin droL al siónesrárica final del cilin drop = I 000 lblpulgz. de la Determine velocidad flujo fundidoes de 150 x l0:4 lb-seglpulgz. tlel cosiclatl polírnero en tlel volurttélt'ico plástico el cilindro. a y el calcular flujo de arrastre el flujo oPuesto podemos 15.13 la solución: usanrlo ecuación
e tl c o rttt' :t¡rrc s i írtt e l c i l i n c l ro .

20) 1.0) Qa : 0.5nt(3.t1)t( (0-25)(sen20)(cos : 3.57pulg3/seg (sen20¡2 (0.25)3 (3.0) ( ( rn - rr | 000) , v l2(o.o¡5¡175) - l.2g puig3/seg - l'28 Q , : Q ¿ - Q t ,: 3 ' 5 7 - 2.29 pulg3lseg

s

que es del Características extrusory el dado Si la contrapresión cerode manera el flujo Q¿, el entonces flujo podríaigualaral flujo de arrastre deter' rle la fusiónsealibre en el extrusor, de y el Una vez que seestablecen diseño los patámetros operación 15.10. por la ecuación mi¡acfo comoQntxi Denotémosla del posible extrusor. cle (D, A, N, etc-.), esla capaciclad flujo máxima ést¿r
A D2 Q ,n¡*- 0.5¡r2 N d,'sen cos A

(r5.14)

318

paraplásticos de Capítufo15 lProcesos conformado

el por otra parte,si la contrapresión fueratan grandecomo paraanularel flujo, enlotlces flujtr a contrapresiónigualaría al flujo de arrastre,esto es Q., : Qa - Qt, :0, es decir Q¿ : Qu

cuál es p de Usandolas expresiones Qa y Quen la ecuación15.13,podemosresolver y determinar podría anular el flujo en el extrusor: la máxima presiónestáticapmáxque 6nDNL4cotA
Pmáx:

d?

(ls.ts)

son puntos a lo largo de los ejes del diagramaconocidoscomo Los dos valores Q^ary pmáx en (o carocterísticasdel tornillo o gusano) ilustraclos la figura 15.7. característicasdel extru.sor y Esto define la relaciónentrela presiónestática la velocidadde flujo en una máquinade extrusión los parámetrosoperativos establecidos. con de los de Con un dadoen la máquinay el proceso extrusiónen operación, valoresactuales Q* por está la y p se lócalizarán algúnlugarentrelos valoresextremos, loc¿tlización detenninada las en dado dependedel tamaño y la forma de del características dado. La velocidadde flujo a travésdel la abertura,y de la presión aplicada para forzar la fusión a través de clicho dado. Esto se puede expresarcomo:
Q, : K .rl t

(rs.r6)

= (trrtpa); K, = fac(m3/seg);p presión lb/pulg2 estática, de dondeQ,= velocidad flujo, pulg3/seg Y circularde dadode unalongitud (msA,ls). Paraunaabertura pulgs/b-seg tor de formaparael dado, como: calcular el dadade canal, factorde formasepuede K,:

nDl
L¿ 1284

(rs.r7)

de del dondeD¿= diámetrode la abertura dado,pulg (mm); 4 = viscosidad la fusión lb-seg/pulg2 = longitud de la aberturadel dado putg (m). Para formas no redondas,el factor de (Ns/m2); y La esto sigforma del dado es menor que para la redondacon la misma áreade secciónlransversal, de para lograr la misma velocidacl flujo. nifica que se requieremayor presión del La relaciónentreQ*y p en la ecuación15.16se llama cero('íerístit'ct dado. En la figura Los dos previasdel exfrusor. 15.7 éstase dibuja como una línearecta,añadidaa las características yp se conocencomo punto de operaciórt los trazos se intersecan; valores corespondientesde Q., para el procesode extrusión.

Qm¿x

del Características dado Punto de operación del Características extrusor

o
i :9
o
f

a 1 F I C I L J R A 5 . 7 C a r a c t e r í s t i cc l e l extrusor (tanrllién llarnada carar.terístic'.r r e r l e l t o r n i l k r ) y c . r r J c ' t e r í s t i c 'la l t l ¿ < l t ¡ . El punto de operación del extrusor está d en la intersección e lasdos líneas.

E
f

o o

o

tr
Presiónestática

15.2/ Ext r usión S ecci ón

319

Ejemplo15.2 Características extrusory del dado del
C o n s i d e r e l e x t r u s o r d e e j e r n p l o 5 . 1 ,e n e l c u a l D = 3 . 0 p u l g ,L = 7 5 p u l g , N = I r e v f s e g , d " l 1 0.25 pulg y A =20'.El plásticofundido tiene una viscosidad corte = 150 x lOa lb-seg/pulg2. de Determinea) Q^e*y pmáx, el factor de forma Krparu una aberturade dado circular en la cualD¿ b) = 0.25 pulg y L¿ = 1.0 pulg, y c) los valoresde Q*y p en el punto de operación. Sofución: a) Q^a* estádado por la ecuación15.14 Q^^' : D Q a : A . 5 n 2 z N d . s e n A c o sA

- o.5n'(3.0)'( .0) (sen20)(cos 1 (0.25) 20) : 3.57 pulg3/seg
por la ecuación15.15 pmáx clada está 6nDNLcotA
ll máx
tl

-

o ('

(0,0| 5) cot20 _ 6¡r(3.0)(75)(1,0) Q,2s)2 - 2796.6 tiU/pulg2/s y a características del la entrela ordenada la abscis paralas Estosdosvalores definen intersección extrusor. del una circular dadoconD¿=0.25pulgYLa= 1.0pulgsepuede b) El factorde formapara abertura 15.17 determinar la ecuación con
v ^1-

n (0.25)a

r28(o.ol5xl.o)

- 0.00639l6 del de Estefhctor tle fonna define la pendierrte las características dado. las valoresde Qry p,en las cualesse intersecan caestírdefinido por los c) El punto de operación del del racterísticas tornillo con las características dado. Las características tornillo se pueden del como: de expresar Ia ecuación una línearectaentreQ^e*Y Pmáx, en Qr : Q ^ e ^Q,^e^ P
P máx

( 1 5r.8 )

: 3.57 - 0.00127 ¡t 65
en del Las características dado están correlacionadas la ecuación 15.16,usandoel valor de Kt ert calculado la parteb). Q., :0.00639 |6P tenemos: simultáneas de Con un sistema ecuaciones 6 1 0 . 0 0 6 3 9 6p - 3 . 5 7 - 0 . 0 01 2 7 5P p : 465.5 lib/pulg2/s

iniciales,obtenemos para Q, usandouna de las ecuaciones Si resolvenlos : Q, :0.00639 16(465.5) 2.98 pulg3/seg

,,ffi

320

para de 15 Capítulo / Procesos conformado plásticos éstacon la otra ecuaciónpara verificación, Si comparamos :) - 0.0012765(465.52'98 Qr :3.57 pulg3/seg
ffi

extruidos de 1'5.2.3 Configuraciones losdadosy productos
de transversal la extrusión'Los perLa forma del orificio cleldado determinala forma de la sección son: I ) perfiles sólidos; 2) extrusiones de files comunesdel dado y las formas correspondientes las 4) láminasy películas tubospor ejemplo;3) recutrimientosde cablesy alambres; perfileshuecos, sección.En la sección l5'3 se se y 5) filamentos.Las primrrá, tres categorlas cubrenen la presente 15.4 se describela proy examinanmétodosde producciónde láminasy películas, en la sección veces métodos diferentes de la ducción de filamentos. Estas últimas formas requieren algunas extrusión. redondas, como secciones perfiles sólidos Los perfilessólidosincluyenformasregulares, accesomoldurasparapuertasy ventanas' como los perfilesestructurales, e cuadradas irregulares, de En domésticas. la figura 15.8se ilustrauna vista lateralde la sección y rios automotrices chapas de podel dado, la fusión y un dado para producir estasformas sólidas.Al final del tomillo anfes las placa rompedorapara enderezar líneasde límero pasaa travésde un empaquecemidor y de una diseñadageneraldado, forma flujo. Luego fluye hacia el interior de la entradaconvergentedel que en puntosnruertos las esc¡uinas podríanprementepara mantenerel flujo laminar y evitar los misma del dado' cercadel orificio. La fusión fluye entoncesa travésde la abertura sentarse con alta viscosidadde Cuando el materialdeja el dado todavíaestá suave.Los polímeros para Ia extrusión,ya que duranteel enfriado mantienenmejor la fusión son los mejorescandiáatos o pasandola extrusiónen una forma. El enfriado se realizapor sóplo de aire, por rociado con agua del la abertura dado se hace la cuba o depósitode agua.A fin de compensar dilataciónen el dado, estipararemoveralgo de la memoriadel polímerofundido.Algunasvecesse de un largosuficiente de la ra la extrusiónpara compensar expansión la dilataciónen el clado. para formas no redondas,la aberturaclel dado se diseñaco¡l una sección ligeramenteclif'eprovee la correcciónde la fbrma' así rente del perfil deseaclo, el efecto de la expansiónen el clado La fbrrua de la seccióndel Esta corrección se ilustra en la figura 15.9 para una seccióncuaclracla. exhiben diferentesgradosde dado dependedel material a extruir, ya que los diferentespolímeros

en el daclo es evidente en anlbas redondo; (b) vista frontal del dado con el perfil de la extrr¡sión.La clilatación del dado están simplificaclaso se omiten para mayor claridad' vistas.Algunos detalles de la construcción

comomaterial regulares sólidas para de de lateral la sección un dadode extrusión formas 15.g (a)Vista FIGURA

Placa rompedora

extrusor Cilindro

Entradaconvergentedel dado Dado Arillode sujeción Dado de extrusión Perfil de la extrusión

Tamañode la aberturadel dado (D¿paraforma redonda) Longitudde la aberturadel dado, L¿ fundido Polímero (b)

15.2lExtrusión Sección

321

t FIGU R A 15.9 (a)S ecci ó nr ansver sal el del dado mostrando perfil requerido de paraobtener(b) un perfilcuadrado extrusión. Placa rompedora

de Cilindro extrusión - B
Mafla Direcciónde flujo de la fusión

SecciónA-A

Sección B_B
Patas de araña (3)

3@
v - B
.4>

Patas de araña (3) Canaf de aire _-------""-'

A I
I

Entradade aire

como ductos huecas paraformarsecci ones l FIC URA15. 10 V is t ala te rad e l c o rtec l eu n d a d od e e xtrusi ón el mandrilen su lugar;fa sección cómo se sujeta y tubos;la sección A-Aes una vistafrontafque muestra en tubularpoco antesde salirdef dado; fa dilatación el dado causauna la B-B muestra seccióntransversal (AlgLrnos estánsimplificados.) de detalles construcción mayoren el cliámetro. clime¡rsiírn

clilataciónen el clado.Se requiereconsiderablehabilidad y juicio para diseñar un dado para seccotnplejas. cionestranversales y Perfiles huecos La extrusión de perfiles huecos,como tubos, ductos, mangueras otras hueca.Una conflguraelóntfpleatlel dctltr similares,requiereun mandril para dar la forma seccignes se muesse ilustraen l¿rfigura 15.10.El mandril se mantieneen su lugar usandouna araña,como el que soportan ¡ rra er la secció A-A de la figura. El polímero fundido fluye alrededorde las patas del tubo. El mandril incluye frema'¿ril para volver a reunirse, formando la pared monolítica de la extrusión un cuentelnente canal a través del cual se sopla aire para mantenerla forma hueca usandocubasabiertasde aguao jalando el clurante e¡d¡recirniento. Los tubos y ductos se enfrían que limitan el diámetro llenos de aguacon mangascalibradoras la extrusiónsuavemediantetanques aire en el interior. exterior clel tubo, mientrasse mantienela presiónde es aislados y de Recubrimientos de alambres y cables El recubrimiento alambres cables en Como se muestra la figura l5' l I cle turode los procesos extrusiónde polímerosmás importante. ésta mientras desnudo, para recubrinrie¡toclealambre. Lafusión de polímero se aplica al alambre

322

de Capftulo 15 / Procesos conformadopara plásticos Direcciónde fluio de la fusión

Placa romPedora Tubo central

fundido Polímero -". Secciones del dado Salidadel mbre recubierto -+> v

del Entrada desnudo alambre

+

v

Sello del vacío

del I Sección Parcial vacío Y por eléctrico de recubrimientoalambre de del lateral corte un dadopara 15.11 Vista FICURA están construcción simplificados' de detalles Algunos extrusión. y el polímero para pasaa alta velocidada travésdel dado.Se aplica un ligero vacío entre el alambre durante el enfriapropiciar la adición del recubrimiento.El alambre provee la rigidez necesaria El producto se enredaen grandes miento, al pasarlo ya recubiertoa través de una cuba de agua. carretesa velocidadeshastade 10000 pie/min (50 m/seg).

I

en 15.2.4 Defectos la extrusión
peoreses la ft'actura de Los productosde extrusiónpuedensufrir numerososdefectos.Uno de los antesy duranteel flujo, que actúansobrela fusión inmediatamente fusión,en la cual los esfuerzos altamenteirregular' a travésdel dado, son tan altos que causanrupturasque originan una superficie por una agudareducción ser Como se indica en figura l5.li,la fracturade fusión puecle causada con el flujo la fusión. Esto contrasta en la entradadel dado que causaun flujo turbulentoy rompe de convergente la figtrra 15.8. laminar uniformeen el dado gradualmente la piel cletiburón, en la cual la superficiedel producto Un defectomuy común en extrusiónes cotl la pared la del la anuga al salir del dado.Conformela fusión atraviesa abertura daclo, fricción se

1 FfCURA 5.12 Fractura por de la fusióncausada en flujo turbulento la de fusióna través una a agudareducción la del entrada dado.

Extrusión
Direcciónde flujo de la fusión
-.-{>

v

y de S ecci ón15.3 l P roducci ón l ámi nas pe lí culas

323

de Dirección flujo de la fusión

----.{>

v

(a)

(b)

ef del de al de de 15.13 (a)Perfil velocidacles la fusión fluira través la abertura dado, cualpuede FIGL,RA (b)formación tallode bambú. del y piel llanrado de tiburón al conclucir clefecto (figura 15.13).Esto a un procluce perfil diferencialde velociclades travésde la seccióntransversal esf¡erzostensilesen la superficiedel materialque se estirapara igualar el movimiento ocasiona más rápido ¿el núcleo central. Estos esfuerzoscausanrupturasmenoresque arugan la superficie. de Si el gracliente velocidad se vuelve más grande,se forman marcasprominentesen la superficie que clanla aparienciade un tallo de bambú, de aquí el nombre de estedefecto más severo.

se Las láminas y películastermoplásticas producenpor numerososprocesos,los más importantes * en los basados el procesode extrusión.El término lámina se refiere a los materialescon un son tales entre0.020pulg (0.5 mm) hastacercade 0.5 pulg (12.5mm) y se usan paraproductos espesor pelícu' como cristalespla¡os de ventanay material para termoformado(sección 15.9).El término por /rzse refiere a espesores debajode 0.020 pulg (0.5 mm). Se usanpelículasdelgadasparamatede y rial cleempaque(envolturas,bolsaspara abarrotes bolsasde basura);las aplicaciones pelícupor las rnás gruesasirrcluyencubiertasy revestimientos, ejemplo cubiertasde albercasy revestle pnrac¿lt"tales irrigaciórl. tirnielrtos 'ltltlos de que se exponetren esta secciónson continuos,operaciones alta prolos ¡rrocesos hoy en día se hacende polietileno,en su maproducidas ducción.Más clela nritadde las películas (celofán) regenerada el El y'ría de baja dcnsiclad. polipropileno, cloruro de polivinilo y la celulosa todosellos son polímerostermoplásticos. utilizados, arnpliarnente so¡ otros r¡ater.iales se Extrusión de lámina y película con dado de rendija Las láminasy las películas proun dado cuya aberturatienela clucene¡ varios espesore,nlrdiunte extrusiónconvencional,usando cerforrna ¿e ¡¡a rencliiadelgada.La rendija puedetenerhasta l0 pies (3 m) de largo con un ancho posibledel dado.Éste ilustrauna configuración se cano a 0.015 pulg (0.04 rnm). En la figura 15.14, de Bnteñ que fluya i'cluye un conductodistribuidorque extiendela fusión de polfinero lateralmenfo' Una dificultad del método de extrusiónes la uniformidad a rravéscle la renclija(orificio clclgado). la que experimenta tlel espesora lo ancho del material. Esto se debe al cambio drásticode forma y la temperatura de fusión clepolínrerodurantesu paso a travésdel dado y a las variacionesde que su Generahiente,los bordes de la película deben recortarsedebido a la presión e¡ el claclo. para ayudara compensar los dadosincluyen labiosajustaestasvariaciones .rp.ro, es más grande. permitenalterarel anchode la rendija. en bles (¡o mostraclos el diagrama)que para alcanzar altas velocidacles producción es necesarioincorporar al procesode exde de y de enfriamiento recolección la película;estose lograconduciendo trusión,métodoseficientes como templecon aguao sobrerodillos refrigerados la extrusiónhaciaun baño de inrnecliatar.¡rente pareceserel más importante en se rnuestra la figura 15.15.El métodode los rodillos refrigerados
* Errotras fuentesse cletrotnifra estasdimenSiolres como hofaS' a

. "''

324

paraplásticos de Capftulo15 / Procesos conformado SecciónA-A

del Dirección flujoI de la fusión i
Sacción8-B Conducto distribuidor

F

F

F

y pel íctrl as' de n F lc u R A 1 5 .1 4 C o n fi g u ra c i óp a ral a extrusi ón l ámi nas

Cilindrode extrusión Cilindrode extrusión Rendijadel dado Rendijadel dado ,--> Al enrollado

extruida Película

Al secado y enrollado
-.-.-f>

v Rodillosrefrigerantes

la para (b) rodi l l os refri gerantes sol i cl i fi car rá FIC URA15. 15 ( a)U s o d e b a ñ od e e n fri a m i e n to pi doo de fundidadespués la extrusión' película

y solidide Las bajastemperaturas los rodillos provocanel rápido enfriamiento comercialmente. de cle alinrentación los ficación en la extrusión,de hecho,el extrusorsirve como un clispositivo es notablepor pero éstosson los que realmenteforman la película.El proceso rodillos refrigerantes, estrepuedenlograrse (5 susaltasvelocidad", á. producciónde hasta1000 pie/min rn/s).Además usadoen esteprode en chastolerancias el espesor la película.Debicloal métodode enfriamiento ceso se le conoce como extrusión con rodillos refrigerontes' utilizado antpli¿tnrente proceso de extrusión de película soplada Éste es otro proceso combinala extrusióny Su de delgadas polietilenoparaempaque. complejidad parahacerpelículas al describecon referencia se el sopladopara producii un tubo de películadelgada;a continuación empiezacon la extrusiónde ttn tubo qtle se estirainmediadiagramade la t'igura15.16.El proceso su tamañopor inf'ladode aire a tamentehacia urr]bu,y aún fundido, ,, .*punde simultáneamente más baja ("Jiost de travésdel mandril del dado.Una línea del nivel de penetración una temperatura largo de la burbujaque se del line,,)marcala posicióndondeocurrela solidificación polímeroa lo para Inantener mueve hacia arriba. La presión de aire dentro de la burbuja tiene qtle ser constante otra rodillos de presión,t¡ueaprietan de uniformeel.espesor la películay el diámetrocleltubo. Los guía y los Los rodillos el vez el tubo antesde que haya enfiiado,mantienen aire denfo del tubo.

y de Sección15.3 lProducción láminas películas de Ftodillos presión Rodillosaplanadores

325

de Al carrete enrollado
g R o d i l l o s u ía

Líneade + solidificación Dado del tubo

PelículaplásticasoPlada

Exlrusor

de aire | ,n,,"0" tubul arparaal taproducci ón. p ro c e s o l es opl ado pel ícul a gada del de c

F IC U R A1 5 .t6

los rodillos de rodillos tle cor¡presiónse usantanlbiénparalirnitar el tubo sopladoy dirigirlo hacia enrolladoen un carretefinal. El compresión. tubo plano es entonces mientras El efecto .1uepiocluceel sopladocon aire es estirarla películaen ambasdirecciones isotrópica,esto represende se enf'rín.Cer¡o ,"rulto,lu, la películaadquierepropiedades resistencia el material se estira principalmenteen una sola t¿ru.¿r ve¡taja sobre otros procesosen los cuales y presiónde aire para dirección.La facilidad con que puedecambiarsela velocidadde extrusión la con la controlar el ancho y el calibre áel material, son otras ventajasdel proceso.Comparándolo je rendija, el método de película sopladaproducepelículasmás fuertes(por eso extrusiónen dado para empacarun producto),pero el control del espesory la puedeusarseuna películainás delgacla tubular (por velocidaclde proclucciónson bajas.La película sopladafinal puededejarseen forma eumlnl¡trnrdo¡ polfcular dÉlgBdnr pere los ejenrplopara bolsasde basura)o puedencortarse bordes paralelas. hojas y películasde hule (sección es Calandrado El calandraclo un procesopara producir iniEn como "i pvc plastificado. el procesose pasael material ahulados 16.1.4)orermoplásticos al y reducensu espesor calibredeseacial a travésde una seriede rodillos que trabajanelmaterial pero las velocidades El típica se ilusrraen la figura 15.17. equipoes costoso' clo.una clisposición que se aproximana 500 pie/min (2'5 m/seg)'se son altas;son posiblesvelocidades de producci(rn de los rodillos, presionesy velocidadesde requiere un estrechocontrol sobre las temperaturas al superfici y altaprecisiónde calibraciónen la rotació'. E,lprocesoes notablepor su buen acabado de incluyencubiertas PVC de calandrado película.Los productosplásticoshechospor el proceso inflablesy juguetes' botes de albercas' de parapisos.cortinasparabaños,manteles vinifo, cubiertas

326

paraplásticos de capítulo 15 / Procesos conformado

de I Uateriat alimentación Y

MaterialPlano FIC U R A15.17 U na confi gtrraci ón típicade los rodillosen calandrado.

Y 1 5 . 4 P R O D U C C IN D E F I L A M E N T O SF I B R A S (HILANDERíA)
de La aplicaciónmás importantede las fibras y filamentosson los textiles.Su tlso conlo material conrparada pero todavíapequeña creciente, (compuestos) un aplicación es refuerzoen los plásticos cuya longitudes por con los textiles.Se puededefinir unafibra como una hebralargade material, de longitud lo menos 100 vecesmayor que el ancho de su secciónrecta.lJnfilantento es una fibra continua. constituyenactualmente Las fibras sintéticas Las fibras pueden ser naturaleso sintéticas. seguidapor el nylon, los cercadelT5Vo del mercadode fibras, el poliésteres la más importante, cercadel257o del total producido,el algodón constituyen acrílicosy el rayón.Las fibras naturales menor que la del algoclón). es el más importante(la producciónde lana es significativamente de El término hilandería es un vestigio de los métodos tradicionalesde estirado y torcido el en para convertirlas hitos o hilazas.En la producciónde fibras sintéticas, térmifibras naturales a travésde una de no se refiere a los procesos extrusiónde los polímerosfundidos o sus soluciones estiran y hilera (un dado cón múltiples agujerospequeños)para hacer filamentos, los ctlales se depenfibras sintéticas, en principales el hilado cle enrollanen una bobina. Hay tres variaciones y diendo del polímeroque se procesa:l) hilaclofundido,2) hilado secado 3) hilado húmedo. calentamienmediante puedeprocesar El hitadofundictose usacuandoel polímeroinicial se Una hilera típiconvencional. to, fusión y bombeoa travésde la hilera,a manerade una extrusiótr de 50 y contieneaproximadamente agujeros diámetro0.010 ca tiene0.25 pulg (6.5 mm) clegrueso tiene una relaciónLll) y estánavellanados, la perforaciónresultante pulg (0.25 mm); los agujeros 5/l o menor.Los filamentosque emanandel daclose estirany enfrían sintultáneade solamente en y mente al aire, antesde colectarse devanarse una bobina,eslo se ilttslraelt la figura 15.18. de sigrtificativtl los y el polímeroaún estáfundicloocurreun alargamiento adelgazanlienttl Mientras ser en de filamentos, maneraque el diámetrofinal del filamentodevanado la trobinaptrede ta¡rsolo y el poliéster el nylon' qtle son se fundiclo usa¡rara El extruiclo. hilaclo unadécimapartedel tamaño de El más importantes. hilado fundido es el nrás irnportanfe los tres procesos las fibras sintéticas para fibras sintéticas. por separarse En el hilado secado,el polímero inicial es una solucióncuyo solventepuecle por lo calienteque remueveel solvente, La evaporación. extrusiónse jala a travésde una cámara y de es la demás, secuencia similara la previa.Las fibrasde acetato celulosa de acrílicoseproducen exceptoque el polímerotambiénes una solttción, el En medianteesteproceso. el hilado húmeclo, debepasara travésde un líquidoquímiel no solvente es volátil. Paraseparar polímero,la extrusión los co que coagulao precipitael polímero en la forma de hilos coherentes, cualesse colectanen Estemétodose usa para producirrayón (fibrasde celulosaregeneracla). bobinas.

Sección15.5 lProcesos recubrimiento de Tolva afimentadora Unidad calefactora Polímerofundido

327

Gránulosde polímeros

Hilera

J -t

I Regiónde estiradofundido
I
l

I
<Enfriamiento con aire

Acondicionamiento con vapor (humedad) Rodifloalimentador

Bobina(enrollado)

1 F f C U R A 5 . 1 8 H i l a d ou n d i d o e f i l a m e n t o s n t i n u o s . f d co Los filamentosproducidospor cualquierade los tres procesosse sujetanposteriormente un a para alinear la estructuracristalina en la dirección del eje del filamento. Los estirado en frío irlargamientos 2 a 8 son típicos |l2l. Esto tiene el efecto de un incrementosignificativo en los rle esfuerzosde tensión en las fibras. El estiradose realiza jalandolos hilos entre dos carretes, donde el carreteque enredacorre a una velocidadmás rápida que el carreteque se desenreda.

DE 15.5 PROCESOS RECUBRIMIENTO
de E,lrecubrimiento plásticos(o hule) involucrala aplicaciónde una capade un polímerosobreel material del sustrato.Se distinguen 3 categorías:l) recubrimientode alambresy cables;2) recude de brimiento planar,el cual involucrael recubrimiento una películaplana;y 3) recubrimiento Hemos examinadoque el recubricontorno,el recubrimientode un objeto de tres dimensiones[5]. Las otrasdos (sección15.2.3)es básicamente procesode extrusión. un miento de alambrey cable Además, existe la tecnologíade aplicaciónde categoríasse describenen los párrafos siguientes. similaies(sección33.5). pinturas,barnices, lacasy otros recubrimientos El recubrintientoplanar se usa para recubrir telas, papel, cartón y hojas metálicas;estos principalesde algunosplásticos.Los polímerosimportantes artículosconstituyenlos procluctos al de y incluyenal polietilenoy al polipropileno, con aplicaciones menorimportancia nylon,al PVC

.,*-oi¡fll

328

paraplásticos de Capítulo15 / Procesos conformado Surtidorde Polfmero Surtidorde Polímero v
r '4

-+

v

Alimentación de Larre'te enrollado

Alimentación

base Material

,^"" Materiaf

j

Bisturf (Doctor blade)

Rodillosde presión (a)

de Rodillos presión (b)

(Doctorblade)' (a) clerodillosy (b) métodode bistrrrí p d F I CURAt 5. 19 P ro c e s o e re c u b ri m i e n tol ano: métoclo

cle0.0005a 0'002 pulg (0'01 a 0'05 es el En y al poliéster. muchoscasos, recubrimiento solamente planarse ilustranen la figura de más importantes recubrimiento mm) de grueso.Las dos técnicas clepolímerose comprimecontrael del 15.1g.En el métodode rodillos, el recubrimiento material clelhistttr'í,tllt borde afilado contrtlla la canEn sustratopor medio clerodillos opuestos. el métoclo de el En atnbtlsc¿lsos, nraterial recttbritidad de fusión de polímeroque se aplicasobreel sustrato. o por calandraclo' cladode renclija miento se alimentaya seapor un procesode extrusióncon se tridimensionales puederealizarpor inlttersiórl de El recubrimiento contorno paraobjetos un baño apropiadocle fusión o soltt. o por aspersiónLa inmersiónimplica sumergirel objeto en La uspersiórles ttn método alterción de polímero, aplicando,n ,"guida un enfriamientoo secaclo. sólitlo,como pintura con pistolade de nativo para aplicar un recubrimiento polímero a un objeto o aspersión atomizador.

,

altalnen se calientahastaun estaclo en un El moldeopor inyecciónes proceso el que un polírnero un rnoldedondesolidifica'La par plásticoy se hacefluir bajo attapresióndenrrode la cavidadde procesoproduceconlponent de a llamad ntoldeo.se remueveentonces la cavidad.El moldeada, producci< La que son casi siempreformasnetas. duraciónclelciclo típico de o separados discretos tuntbit El aunqueno son raroslos ciclos de un ntinuto o lnayores. nlolde es de l0 a 30 segundos, t nrúltiplespiezaslltoldeatlas producir tenermás de una cavidad,de maneraque se pueclen pugde, cadaciclo. la y formas intrincaclas cotrtplejas, linritaciónes l¿t proclucir El moldeo por inyecciónpuecle el tengala rnisrnafornraque la pieza;adenríts, ltlok de capacidad fabricarun molde cuya caviclad hasta50 | ol'lz¿ls tle puedenv¿rriar tlnaspoc¿ts debepropiciarlaremoción de lapieza.Los tamaños r y de refrigerador def'eltsas como puertas por el límite superiorestárepresentado componentes la cluedetermitra fbrma y el tamaÍ especial El automóviles. molde dé inyecciónes la herramienta cielttoscle dólares.Para part de la pieza,parapartesgrandesy complejaspuedecostarvarios El es pero caviclacles, tartrbiéll crlsltlso. llloldeo¡rorirlye con puedeconstruirse múrltiple.s pequeñas ción sólo es económicopara produccióna gran escala. usado para los termoplástictls' El moldeo por inyección es el procesomás amplianrente transv€ el encadenatlriento o Algunosmoldespara inyecciónde elastómeros termofijosperlniterl cle operació los paránretros en sal de estos materialescon rnoclificaciones el equipo y en en por inyecciótt la secciónl-5'6'6' del y éstas otrasvariaciones moldeo Analizaremos

Sección15.6 lMoldeo por inyección

329

y 1 5 . 6 . 1 P r o c e s o se q u i p o
El equipo para el moldeo por inyección evolucionó a partir de la fundición de metalesen dados (véasenota histórica 15.I ). En la figura 15.20se muestrauna máquinagrandede moldeo por inyección. Una máquina de moldeo por inyección, como se ilustra en nuestrafigura esquemática15.1, principales:l) la unidadde inyeccióndel plásticoy 2) la unidadsujeen consiste closcomponentes tadoradel molde. La unidad de inyecciónse parecemucho a un extrusor.El sistemaestáformado por un cilindro conectado,en uno de sus extremos,a una tolva de alimentaciónque contieneuna provisión de pelets cleplástico. I)entro del cilindro hay un tornillo cuya operaciónsuperaa la del tornilfo cleextrusiónen el sentidode que ademásde girar para mezclary calentarel polímero, tamel bié¡ actúaconro un érnbolo que mueve rápidamente plástibofundido hacia adelantepara inyectarlo en el nrolde. Una válvula de no retorno,montadacerca de la punta del tornillo, previeneque fluya haciaatrása lo laryo de la roscadel tornillo. Al final del ciclo de moldeo el émbola f'usitirr lo vuelve a su posición original. Debido a esta acción dual se Ie llama tornillo reciprocante,cuyo ica nol¡bre iclentif al tipo de máquina.Las máquinasantiguasde moldeo por inyecciónusabanun del la sirnple(sirrla hélice cleltornillo), pero actualmente superioridad diseñodel tornillo é¡rbolo moldeo. Para resumir, las funreciprocantelra llevacloa extendersu utilización en las plantasde el cio¡es ¿e la ¡nidad de inyecciónson l) fundir y homogeneizar polímeroy 2) inyectarla fusión clel ell la cavidatl ntolde. L,aunidud clesujet'ión tieneque ver con la operacióndel molde. Sus funcionesson: 1) manentre sí,2) mantenercerrado el molde tener las dos rnitadesdel molde alineadascorrectamente la clurante irryecciónaplicandouna fuerzade sujeciónsuficientepara resistir lafuerza de inyecpión y 3) abrir y cerrar el molde en los momentosapropiadosdentro del ciclo de moldeo. La unidad de (cortesía de con por de 15.2O Unamáquina moldeo inyección 3 000ton de capacidad FICURA M C i n c i n a t t ii l a c r o n ) .

330

paraplásticos de Capftulo15 / Procesos conformado Tolva alimentadora Calefactores Cilindro TornilloreciProcante Boquilla ---lr--r
I l--1 l l l l l - - l

Cilindro Parael Pisón deltornillo

Placa estaclonarla Placamóvil Barras tensoras (4)

Cilindro de suieción

parala rotación

no retorno

Cilindro hidráulico

|

, r -:r- ) )^

Unidadde inyección

l

a,.i^^iÁn Unidadde sujeción+l

-l

l

' 15. 21 Diagr a m a e u n a má q u i n a e m o | d e o p o r i n y e c c i ó n c | e t o r r r i l | o r e c i p r o c . r n t e , a | g t t t l o s d d FfC URA estánsimplificados' mecánicos detalles Placa móvil Válvulac

<-

--+
v
vrF

# F

Solidificando Polímerofundido fresco para la próxima inyección

Pieza moldeada

+
N

<-

F

(3) (2) l a fusi ónse i nyectaen l a cavi dad' (1 ) F| CURA15. 22 Cic lo t íp i c od e mo l d e o : m o l d ec e r rado, y el tornillose retrae (a) el molde se abrey se retirala Pieza.

paraaccionarla placamóvil' una fija y otra móvil, y un mecanismo en consiste dos placas, sujeción operadapor un pistón hidráulicotl por clisuna es El mecanismo básicamente prensade potencia puedengenerarfuerzasde de articulados varios tipos. Las máquinasgrandes positivosmecánicos sujeciónde varios miles de toneladas' de la procedesegútn secuencia El ciclo de inyecciónpor moldeode polímerostermoplásticos abiertoy la máquina empiezacon el molde La se la figura 15.22,que ilustraa continuación. acción colocael molcley se sujeta'(2) una por(i(tn de lista para iniciar un nuevociclo clemoldeo.(l) se

por 15.6lMoldeo inyección Sección

331

y obtenidapor calentamiento trabajo mecánicoen el correctas, y la frsión a temperarura viscosiclad El plástico se enfría al contactocon la tornillo, se inyecta a alia presión en la cavidad del molde. mantienepara compactar e superfici fríadel molde yempieza a solidificar.La presióndel émbolo se (3) El torniasí y enia caviclad compensar la contracciónduranteel enfriado. la fundición aclicional polímero fresco el llo gira y se retraecon la válvula de no retorno abierta,para permitir que fluya el polímero en el molde se ha solidificado coma la siguienteporción del cilindro, mientrastanto, (4) pletamente. El molde se abre y expulsala partemoldeada'

15 . 6 . 2 E l m o l d e
la medida de especialdel moldeo por inyección,se diseñay fabrica a es El rnolcle la herramienta el molde se reemplaza de la parte, la pieza a producir.cuanclo termina la corrida de producción examinamosvarios tipos de moldes para por otro ,.,revopara la parte siguiente.En esta sección inYecciórt. se ilustra en la figura 15'23, Molde de dos placas El ntoldede dosplacas convencional de sujeciónde la máquina' cuando la corsisree' dos rnitadessujetasa dos placasdo la unidad se abrencomo se muestraen (b)' La unicladclesujeciónse abre,las dos nlitadesdel molde también por generalmente remomás obvia del molde es la cavidad,a la cual se le da forma característica conteneruna sola cavidad o múltiples ción del r'etal clel par tle superficies.Los moldes pueden con dos cavimás de una piezaen cadaciclo. La figura muestraun molde para caviclacles proclucir la seccióndel molde) ('ic'iesclese¡nr.ación(o plano de separaciónen una vista de Las .'r¡re dacles. pieza' son las partesdonde se abre el molde pararemover la del molde tienen funciones indispensables Acler'ás cle Ia cavidad, otras características distribuidor por donde fluye el polímerc duranteel ciclo de moldeo. El molde debe tener un canal en El canaldistribuidorconsiste (l) un fundido, de la boquilladel cilindro a la cavidaddel molde. al mol de; (2) conalesde alimentación' o sut.Íidot. bebederoque conduceel plástico de la boquilla
termoplásticos: pol cle nroklerle rlosplacaspara rr1olcl:o inyecciónde 15.2l Dc,talles r.rn Fl(;LJRA en dos partes formade copa paraprnclucir El (a)r:e.rrado flr) alrierto. nrolrletierredos caviclacles y tratrsvcrsal)' (setntletstta secciírlr la Placa estacionaria Canalesde agua Pernos eYectores

Parte moldeada (cavidad) Alimentador Bo quilla Bebedero

Placa eYectora (tambiénllamadaPlacade golPeo)

Manguito
Placade pernos eyectores de bebedero

Línea de seParación

--- PernoseYeclores (a) (b)

lllilll

1
332 para de 15 Capftulo / Procesos conformado plásticos el y del los cualesconducen surtidora la cavidad(o cavidades) (3) puertasque restringen flujo del plástico a la cavidad.Hay una o más puertaspara cada cavidaden el molde. Se necesitaun sistemade eyección paraexpulsarde la cavidad las partesmoldeadasal final en del ciclo. Los pernos eyectoreso de expulsión, construidosgeneralmente la parte móvil del molde,cumplencon estafunción.La cavidadse divide entrelas dos mitadesdel molde,de manera que la contracciónnatural del molde hagaque la parte se pegue a la mitad móvil. Cuando se abre empujan la parte fuera de,la cavidad. el molde, los pernoseyectores Se requiereun sistemade enf iado parael molde. Esteconsisteen una bornbaexternaconecdel plástico tada a los pasajesde circulación de agua a través del molde para remover el calor polímero.A travésde cslientc.También se debeevacuarel aire de la cavidaddel molde al entrarel los claros de los pequeñospernos eyectoresdel molde pasa una gran cantidad de aire. Con fredel molde, de solacuencia se maquinan delgadasventilas de aire en la superficiede separación mente 0.001 pulg.(0.03 mm) de profundidady de 0.5 a 1.0 pulg (12 a 25 mm) de ancho,estos paraque la fusión vispequeños el permitenque escape aire al exterior,pero son demasiado canales cosadel polímerofluya a ravés de ellos. (lue determinanla ftlntla de la para resumir,un molde consisteen: I ) una o más cavidades de parte,2) canales distribucióna travésde los cualesfluye el polímero fundido hacia las cavidades, de ¡) un sistemade eyecciónpara removerla parte,4) un sistema enfriadoy 5) ventilaspara permitir la evacuacióndel aire de las cavidades. Otros tipos de molde Los moldesde dos placasson los más conlunesen el molcleopor inyección. Una alternativaes el molclede tres plac'as,mostradoen la figura 15.24 para la misnla parte del molde anterior.Este diseño de molde poseealgunasventajas.Primero, el flujo del plástico fundido pasaa travésde una puertalocalizadaen la basede la parteen forma de copa, y no a un de lado. Esto permite una distribución más homogénea la fusión en los lados de la copa. En el diseño de puerta lateral en el molde de dos placasde la figura 15.23,el plástico fluye alrededordel corazóny se junta en el lado opuesto,creandoposiblementeuna debilidad en la línea de soldado. en Segundo,el molde de tres partespermite una operaciónmás automatizada la rnáquinade moldeo. Al abrir, el molde se divide en tres partescon dos aberturasentre ellas. Esto fuerza la sepaen ración de las partesdel canal alimentador,las cualescaen por gravedacl diferentesrecipientes o un brazo de robot). de debajo del molde (con la posible asistencia aire soplado

FfCURA15.24 Molde de tresplacas(a)cerrado(b) abierto. Placa estacionaria Placa estacionaria del molde

eyectores Pernos
Placa móvil del Placaintermedia molde

Caja de eyectores Placade eyectores Casquillo del bebedero

Pernos eyectores del Placa intermedia molde

moldeadas (b)

(a)

15.6 Sección /Moldeoporinyección

333

convencional y El surtitlor (o bebeclero) el canalde alimentación(o alimentador)en un molde desperdiciopuede material de desperdicio.En muchos casoseste de dos o tres placasrepresenta de plástico el molersey volverse a usar; sin embargo,en algunasocasiones producto debe'hacerse la solidificación del El virgen (no usadopreviamente). molde de alimentaciónen calienr¿elimina de alrededorde los canalescorrespondientes alisrrtidor y del canal, emplazandocalentadores molde, el material que aún se mentación. Mientras que el plástico solidifica en la cavidad del fundido, listo para ser inyecencuentraen el surticlory .n 1or canalesde alimentaciónpermanece a taclo la cavidaden el ciclo siguiente.

p s 15 . 6 . 3 M á q u i n a d e m o l d e o o r i n y e c c i ó n
la partes, unidadde inyecen diferencias ambas por de Las mácluinas rnoldeo iny:cciónpresentan de más..importantes máquinas ción y la unicladde sujeción.Esta secciónexaminalos ¡lpos en generalmente sebasa pgr de de hoy disponibles en día.El nombre la máquina moldeg inyección que de el tipo cleunidad inyección seutiliza' La de inyección. dos Unidadesde inyección Se usanampliamente tipos de unidades es y 15.22) la máscomún'El difiguras 15.21 (sección 15.6.1, núquirn de torttillo recíprocante La del fusióny parala inyección plástico. unidadalternativa señousael mismocilindroparala en comosemuestra la el polímero' paraplaitificare inyectar incluyeel usode cilindro, ,.purados etapas' de o de Estetipo r" ilu*u máquinra tornillopreplastificador máquina dos figura 15.25(a). etapay utiliza un tornillo paramover el La tolva alimentalos peletsde plásticoen la primera cilindro,queusaun émboa y haciaadelante fundirlo.Estecilindroalimenta un segundo polímero por un usaban cilindroimpulsado un antiguas la lo parainyectar fusiónen el molde.Las máquinas por de moldeo máquinas son máquinas llamadas Estas el émboloparafundir e inyectar plástico. tipo ínyect'ión énúolo, figura15.25(b)' son tres tipos: [10] o de Unidadesde sujeción Los diseños la sujeción de prensado de uno de incluye varios diseños, La e hidráulicos hidromecánicos. sujeciónarticulada articulados, adelante, hacia transversales los mueve cabezales accionador en se éstos ilusrra la figura 15.26(a).Un Al de la placamóvil haciala posición cerrado' para articulados empujar los extendie'clo eslabones es alta,perocercadel final ás mecánica bajáy la velocidad la principioclelnrovimiento potencia y así, proporcionan altavplocidad articulados Los sujetaclores se tle la corritlala situación invierte. Los son parámetros necesarios. sujetadores dichos del diferentes ciclo cuando en altafuerza puntos La eléctricos' por o hidráulicos tomillosmovidos motores ya se aniculados accionan seapor cilindros
de parael torni l l oreci procante l a fi gura15' 21: s s FIC URA 15. 2s Dos s i s te m aa l te rn a ti v oc l ei n y e c ci ón yr (b )ti p o é mb o l o ' (a )tor nillopr e plas t i fi c a d o Tolva alimentadora Calefactores '

Tolva alimentadora

I

Plásticofundido

Calefactores E t a p a l* {

l'a
I t\/ w
Boquilfa Boquilla

Etapa 2 ---->

fundido Plástico (a) (b)

'-[ _

334

paraplásticos de Capítulo15 / Procesos conformado Placa estacionaria Cabezal de Eslabones cabezal Placa estacionaria

¡ l

| l

l_-l

1 l l L-r I r-L-l---

Cilindro accionador Eslabones Placa móvil

Cilindro

(a)

(b)

hidráulica, (1) y (a) articulada, abierta (2) cerrada;(b)sujeción Y de cliseños sr-rjeción: sujeción 1 F t c u R A 5 . 2 6 Do-s de el que tensoras guían movimiento lasplacas. las ( l ) a b i e r ty ( 2 )cerracla. semuestran barras a No La de unidad clesujeción articuladaparecemás adecuadaparamáquinas tonelajerelativamentebajo. por inyecsujeciónhidráulica, que se muestraen la figura 15.26(b),se usa en máquinasde moldeo son más de ciírn tle alto to¡elaje, típicalnente 150 a I 000 tons (l 300 a 8 9(D kN). Estasunidades posiya flexibles que la de sujeiión articulada, que hacenposible fijar el tonelajeen determinadas para grandestonelajes,usualciones clurantela corrida. Las sujecioneshidromecánicasse diseñan para mover mente más cle I 000 tons ( 8 900 kN), operan mediante: l) uso de cilindros hidráulicos y en posiciónpor medios mecánicos 3) el rápidamente molde hacia la posiciónde cerrado,2) cierre uso de cilindros hidráulicosde alta presiónpara cierre final y acumulaciónde tonelaje.

1 5. 6 . 4 C o n t r a c c i ó n
conde Los polímerostienen altos coeficientes expansióntérmica,y duranteel enfriado ocurre una algunosterde tracciónsig¡ificativa del plásticoen el molde. Después la inyecciónen el molde, de cercsnasal lOToen volumen, La eontrncciÚn lor pl6r" contracciones moplásticosexperimentan polímeros amorfos. La contracción se expresa ticos cristalinos tiende a ser mayor que la de los la tempecomo Ia reducción de las dimensioneslinealesocurrida duranteel enfriamiento,desde ambiente paracadapolímero dado. Las unidadesapropiadas raturade molcleohastala temperatura En que se considere. la tabla l5.l se dan los valorestípisonpulg/pulg(mm/mm) parala dimensión seleccionados. cos parapolírneros en presentes los plásticostienden a reducir la contracción.En la Los rellenoso rellenaclores para moldeo comercial,es necesarioobtenerdel proveedorlos valores de contracción prácticadel cle específicos moldeo antesde hacerel molde. Las dimensionesde la cavidad del los compuestos contracción.Se molde deben ser mayoresa las que se especificanen parte, a fin de compensarla fónnula [14]: puedeusarla siguiente

D,:Dr*DrS+DpSz

(15.1e)

por 15.6lMoldeo inyección Sección de paramoldeado plásticos típicosde contracción TABLA 15.1 Valores selectos Plástico
Te rmo p l á s ti c o s ABS Nylorr-6,6 Policarborlatcr P o l i e ti l e rro
Policstirelltt

335

pulg Contracción, /pulg (mm/mm)
0.006 0.020 0.007 0.025 0.004 0.005 0.010

d Cloruro e ¡rolivinilo Termofijos Fenólicos R e c o p i l a dd e l 1a l . a

= moldeada,pulg en donde D, = dimensiónde la caviclad pulg (mm); Dp dimensiónde la parte (mrn) y S = valores clecontracciónobtenidosde la tabia 15.1. El tercer término del lado derecho corrige la contracciónque ocurre duranteel proceso.

en 15.3 Contracción el moldeopor ¡nyección ETEMPLO
la dimensióncoLa longitud nominal de una parte hechade polietileno es 3.000 pulg. Determine ,r.rpondiente de la cavidad del molde que debe compensarla contracción' = pulg/pulg.Usando la Solución: De la tabla 15.1, la conrraccióndel polietileno es S 0.025 ecuación15.19,el diámetroclela cavidaddel molde debeser

+ D, :3.000 + 3.0(0.025) 3.0(0.025)2 pulg - 3.000 0.075 0.0019 3-0769 + +
que se va a del las Es claro que ¡etre¡ cletenninarse dirnensiones nlolde parael polímeroparticular diferentestamañosde partepara diferentestipos de polímeros', El rnolclear. r¡ispro nlolde proclucirá En una simplificaciónen bruto de la contracción. Los valoresen la tabla l5.l representan la magpor muchosfactoresy cualquierade ellos puedealterar realidad,la contracciónes afectada por un polímero dado. Los factoresmás importantesson la nitud de la contracciónexperimentada de la pieza, de la presiónde inyección,el tiempo de compactación, temperatura moldeo y el espesor rtrolcloy la Al aumenrarla presión cle inyección, re fuerza mds mnterinl dentro de la cnvitled del tiene un efectosimilar, asumlencontracciónse re4uce.E,lincrementodel tiempo de compactación de la presiónfuerza más do que el polírnerono se solidificay sella la cavidad;el mantenimiento Por tanto, la contracciónneta materialclentrode la cavidadmientrasque tiene lugar la contracción. es reducicla. en el cilindro inmediatadel de La temperatura moldeo se refiere a la temperatura polímero de polímero más alta incremente antesde la i¡yección. se podría esperarque una temperatura y la ambientees mayor' sin mentarala contracción,ya que la diferencia entrá dicha temperatura más altas.La explicación de embargo,la conrracciónes realmentemás baja atemperaturas moldeo del polímero fundido, la viscosidad disminuyensignificativamente tenrperaturas es que las alr¿rs el mismo que la inyección que pernritierrclo se compactemás rnaterialdentrodel rnolde;el efectoes una mayor diferenciade temcompensa el Entonces, efecto sobrela viscosidad a altaspresiones. peraturas.

i36

paraplásticos de conformado Capltulo15 / Procesos

solidificadel exteLa pieza mayorcontracción' exhiben que crece másgruesas las formauna cáscara Finalmente, partes ."; i; ,up"rii.i"-.9r1molde aislando contacto en sesolidifica' la rior ar irrerior; er polí'rero solidiiicación' puerta cuandoesto En algúnpunro;;;;";;ia de decomPactación' haciaer cenrro la parre. y de tapresión 0..il;;;ción remanente' ¿J-rirtl*u iontracción en el nrarerial la cavida¿ representt;;;t" ríadela i."rr" de racáscara una altaprofundid" ya el sucede, polímero másgrande' que contiene una experimenta .on,ru..ión másgruesa Ura sección fundido' de Porción material

e e l n l o l d e op o r i n y e c c i ó n 15.6.5 Defectos n

Algunosdefeccosas' fa'ar muchas y pueden un.proceso_::mplicado es por El rnolcleo inyección sonlos siguientes: por moldéadas inyección partes en comunes las tos la puedeconegirseincrementando ri^.uuiaud.Er defácto con por el uso de una máquina do antesde ilenar.o*-pr.tumente ,u*ui¿n puede";ü;;; El efecto másgrande' o unamáquina renrperarura la presión. en cuyocasoó n"""rita insuficiente, cre capáciclad dosiri.u.ion tY:""ión' El urr.¿"¿orde los pf'not 9" 2) pre' tambiénpuedeocurrir en muy grandes el molde' enrrelas parresdel molde; y po, t) ventilas claros de general,n-"n,: 3) es sujeción' temperatura defecto causado ,on comparadas tu fi'terzade artas de siones inyeccióniemasiado excesivo la dosis' de alta 4) tamaño fusióndemasiado o del moldeso."r"¿" ru 'up"'ficie exterior de marcahundidaocure por sedeprima debajo cre gruesas ra pr""i.ü;" que intemocausa la costra el del básico;sin embargo' peroru.ontrucción material por el ,niráo fenómeno ridifica, 1."r, interun comoun hueco nomrnal. huecor" semanifiesta ra superficie su pueden reriene formay la cont;;;;l¿; de nrarerial la superficie u'in run¿ido'Estosdefectos una u ru ,.nJiáná .r porii"'o a la inyección' no debidoal alto esfuerzo i" ,o*puctaciónquesigue d;;;resión secuniformey usando su rener origen.n un incremenr" purutenersecciones espesor con la parte es r'ejor sorución diseñar en y se encuentran la "n tu ,uuidaddel molde ¿"tutt.l-.onvexos tenerprou y pueden dor de un corazón otros ,. 'u*un líneassoldadas altasde ros opresra; lírnite: lrit"rrados del restode la parte'Las temperaturas direcci(rn inferior., a las en la pieza mecánica;ó; son de piedades alternas las puertas r*, rocalizaciones o. iny..lián, fusión,las presion* utru, yunamejorventilaciónsonformasdeevitarestedefecto.

d e n l o l d e op o r i n y e c c i ó n 1 5 . 6 . 6 O t r o sp r o c e s o s

Algunas a involucra los termoplásticos' por inyección de mordeo de La granmayoría apricaciones estasección' en sedescriben rJel variantes proceso unagran tienen plásticas termoprástica Lasespumas esp-uma en la sec' de Mordeo por inyección ,uo'materialesy su p'otttu*iento moldec un uun.uundorevisaremo, de debidou qut setratade variedad aplica.i";;; aquíuno de dichosp'ort'o' qu" po'"en rlna superficit ción l5.l r, es aproproJo'ánutizar il;"plástico moldeode parres al pu"" ii"n" unaaltarelació¡ por inyección.Nos referiremos ¿" p*io ilg;;": Dicha d' moldeo a un coraró";" ;;pu*u ro,lean.ro clensa t't'uttu'uLt' y el término exterr¿r aplicacionri nprupiu,ro-iuru la h¿rce al clerigiclez peso,qr¡e paraesteproceso. veces setrsaalgunas estt.ttt,tttl.rlll n,pui,u

15'6 lMoldeo por inyección SecciÓn

337

un de en introduciendo la unidad inyección estructural, de partes espuma procrucir se pueden iniciales' pelets de productor gascon los un ingrediente o gasen el plásticofunclido mezclanio en a fundidoes forzado entrar la cavide insuficiente material unacantidad la en Durante inyección, de la espuma' conLasceldas (seespuma parallenarel molde. ) que del clacl moldey allí seexpande mientras densa' paraformaruna superficie fría superficie del mold., ,. revientan estructural tactocon la de hechos espuma Los artículos celuiar. su estructura en y el material er ;orazónretiene de componentes muebles tanques de cajasparamáquinas negocios, cajaserectrónicas, incluyen son estructurales las bajasprede moldeado espumas Las u.ntu¡u,crer ravacloras. grandes' paranráquinas componentes de así posibilitando la producción ,1. cleinyecci.' y firerzas .*j..ión, de la parte siores es quela superficie del una desventaja proceso e' de conrose sugiere la ristaprece¿Áte. un necesita buenacabado la supersi huecos. la aplicación lo a serrugosa, cualocasiona de unachapa' tiende o .o*o ii¡uaoy pintura, la adhesión adicionar un ficie serequiere procesamiento con especiales lograrefectos se pueden procesosde moldeadopor ¡nyecciónmúltiple inyectar se polímeros pueden en polímeros un molde.Los esteconcepla inyecciónrnúltiplede diferentes del variascavidades molde'Bajo I p*á* inuorucrar o secuencialmenr", el equipo simurtánea de o másunidades inyección; por todoselloscaracterizados dos to caenvariosprocesos,

para 'ill"1:i;:::,,"l"li,iiÍ,iil::::il,:'J,llllil;e¡ci:1 porímeros uno ras separados; ou'u d,os de de

una es típicamente espuma puru'.ilJrl"::Ti" de en externas ra partey er orro superficies los dospolímeros el de la controla secuencia flujode especial boquillade diseño mateuna por polírnero. completamente el rodeado quede del núcreo para de estácriseñacla que "i porirero de la pieza morde; ñLT::imilar a la estructura e. del en la cavidaá morrl La"rrryJ:"r.r limita-' rial superficiar así lisa,venciendo unade las mayores una superficie la sin espuma. embargo, piezatiene con características distintos' en consistir dos plásticos puede Además anterior. proceso cionesder

dedos secuencial Para ProPias *lilt:, '::l,f"i: el 33r:'HoJoto'o porinvección el moldeen '';#l'#ónposiciónseinyecta la primera
con cle dentro un molde¿" ¿o, posiciones. unaseguny polímeros posición sehace a cambia la segunda o"rpué, el molde por dosplásporírne' en la caviclacr. primer parteformada es El adicional. resultado una de cle plásticos da inyección la fusiónen la .oui¿ud usaparacombinar se po,: Ermordeo iryección.dobte o para ticosc''ectacl.si*tegr-arnrenre. de traseras los automóviles) de (por ejemplo,rosdifusores las luces corores clifer.e'tes cros parte' de secciones la misma en propieilatles diversas r logrardil'ere'tes

terse inyección usacon plásticos de termofiios El moldeopor de Mordeo por inyección y los procedimientos opeen modificaciones el equipó en de (e' i'glés TS),conciertas TF por nrofijos, rnoldeo inyección Las transversal. *aquinu, putu er encacrenamiento con parapernritir de raciones ütilizan unaunidad inyeceión pnrnlor re'nopl6rticon' y a prematuro la ,o,i sirrirares rasusadas el'curado ternrofiio, ¿.t cilindroei máscor;;;;u-*i'ut peroru rongituo en ror'iro reciproc:*re, temperaturas el cilindro TS. polín-rero por la mismarazón,las oc)' dependiendo soriclifica.ió;J; correspo'dierre (50 al25 uruuhente 120 a260"F bu3or, relativam"nt. a niveres una tolva' semantienen al alimenta cilindroa travésde o perets granuros en El plástico formacre la boquilla' hacia crelpolínlero. al giratorio, moverel material der ocurrepor ra acción torniño en el moldecalentaLa prastificación fundiáoen el tornillo' seinyecta ,ufi"i"nte material el que se cuanclo ha acumulado transversal endurece (150 a230oc),dond. o.urr" el encadenamientociclofluctúatípicamente rlo entre300y 450.F del I,a y expursa. duración y s. uür. el morcre raparte," ,"*u.* plástico. de la parte' y J.r tipo de polímero der mmaño la casos' partepuede enrre20 segy 2 min, ,r.p"njiJno" En muchos *u, ,i"*po en el ciclo. er pasoque consu,r,. es unoo dos Er cur¿rc.l final ocufre y endurecimiento quesecompl.l{.r .uru.lo, er cre crel de moldemúltiple retirarsc 'rrrcle¿urtes es una alternativa usarunamáquina ar debicro ,ulor retenido. minur.sdesp.és

3B

de Capítulo15 / Procesos conformado [)araplásticos

giratoria servidapor una unidad simple de en la cual dos o más moldes se montan en una cabeza inyección polímeros Los principales termofijos que se moldean por inyección son los fenólicos, los elastómerosse usan taminsaturados,las melaminas,los epóxicos y la urea formaldehído.Los producidas bién en el moldeo por inyección (sección 16.I .4). Cerca del 50Vode las piezasfenólicas lo que representaun desplacorrientementeen Estadosunidos se hacen por este proceso [10], y por comde zamientode los procesostraclicionales moldeo de los termofijos por transferencia prode moldeo contienengrandes termofijos presión(sección15.7).La nrayoríade los materiales fibras de (más delTTVoen peso)como fibras de vidrio, arcilla, de porciorres rellenoo rellenadores por inyección' se maderay negro clecarbón. De hecho,estosmaterialescompuestos moldean reacción, MIR (en Moldeo por inyección con reacción El moldeo por inyección con líquidos altamentereactivos inglés RIM, reactit¡ttin.jectionmolding) consisteen la mezclade dos química generala en que se inyectan innrediatamente la cavidad de un molde donde la reacción en los sistemasactivados solidificación. Los clos ingredientesforman los componentesusados los Los uretanos, epó10.3.1). por termofijosactivaclos mezcla(sección o íticamente sistemas cataf desarrollócon el poliureEt ,on xic's y la urea forrnaltlehíclo .¡.*plos de estossistemas. RIM se y spoilers y parachoques' defensas, tano para proclucirconrponent., uutomotricesgrandes,como poliuretanomolLas partesde estaclaseclepartesconstituyeaún la mayor aplicacióndel proceso. internarodeadapor espumosa una estructura por inyeccióncon reacciónposeentípicamente deadas capaextertra. una clensa líquidos se bombeanen las cantidades Como se muestraen la figura 15.27,losingredientes Allí se mezclanrápidamentey luego al a precisasdesderecipientesseparados un cabez mezclador. baja en la cavidad del molde, donde ocurre la polimese inyectana una presión relativarnente minutos. Paracavidadesrelatirizacióny el curaclo.E,ltiernpo típico del ciclo es alrededorde dos para el moldeo convenvamentegrandes,los nlolclesson mucho menos costososque los moldes

(RlM) en el momento en que se FIGURA 15.27 sistema cje moldeo por inyección con reacción de inyectarlosen la cavidad a ha' lr.mbeaclo los irrgredientes la ialleza mezclacloray antes clel rnolcle(se olniten algunos detalles del equipo de procesamiento)'

A Ingrediente

/--

Recipientes

B Ingrediente

Pistón inyector

Cilindromedidor

Cabezalmezclador

y transferencia 339 por 15.7lMoldeo compresión Sección en requeridas estemétodoy a cional por inyección.Esto es debido a las bajasfuerzasde sujeción de la oporiunidadde usar componentes peso ligero en los moldes' 2) el equipo y el mol' en Las ventajasclel RIM son: l¡ se iequiere baja energía el proceso' qufmicos de varios sistemas *.nt. c¡uelos cle molcleopor inyección, 3) se dispone de cuesta,-, y 4) la producmoldeado que permiten la obiención cle propiedadesespecíficasen el producto químicoses bien coy los sistemas ción de equipo es confiabley la relaciónentre las máquinas nocida l5l. t

TRANSFERENCIA
para polímerostermofiusadas dos técnicasde moldeo ampliamente En estasecciónse estudiarán estastécnicasno puedenigualar la muy especiales, Excepto para aplicaciones jos y elastórneros. por inyecciónpara termoplásticos' eficienciadel molcleo

1 5 . 7 . 1 Moldeo por cofflPresión
utilizado paraplásticostermofijos' se aplipor El rnolcleo compresiónes un procesoantiguoy muy en llantasde hule y varios compuestos matriz de ca también a discosfonográficostermoplástióos, es el siguiente:1) se plástico,termofijo polírnero.El proceso,iluitrado en la figura 15.z},para un cántidad fija de'compuestode moldeo llamada coloca en el fondo de un molde caleniado,una la cargay forzatlaa tomar la forma de la carga;2) se unen las mitadesclel molde para comprimir que polimerice y cure el material,transforcavidacl;3) se calientala cargaa travésdll molde para la parte de la cavidad' en mánclose una piezasóliday 4) se abre el molde y se retira en forma de polvos, pelets,líquido, o de l-a cargainicial clelconrpuesto moldeo puedeestar con toda precisiónpara obteneruna La partesprefornradas. cantidadde polímero debecontrolarse

(3) t e r n r o f i j o s ( 1 ) s e p o n e l a c a r g a ,( 2 ) y : ¡ F I G U R A 1 5 . 2 8 M o l d e g l ) o r c o l n l ) r e s i í r n r a r ap l á s t i c o s d y s e r e t i r a( s eo m i t e n a l g U n o s e t a l l e s ) ' l a c a r g i rs e c g r n ¡ r r i ¡ t ey c ¡ r a , y ( a ) l a ¡ r . r , , ' , r ' * ' * ¡ r t , l s n

t"

Mitadsuperiordel molde Punzón Carga Cavidad * Mitadinferior del molde

<-

Pasadorgolpeador

(z)v (3)

(4)

t"

340

c c C a p í t u l o 1 5 / P r o c e s o s 1 e o t l f o r m a c l op a r a ¡ r l á s t i c o s

común precal ent ar S c o n s i s te n c i u n i fs rn ree n e l p r oductornol deado. e ha vi rel touna prácti ca ¿r del el e l a c a rg aa n te sd e c o to c a rl a n e l mol de;estosuavi za pol ímeroy acortal a duraci ón ci clo i nfrarroj os,cal e ni ncl cl . c l e p ro d u c c i (rnL o s rn é ro d o s e precal entami ento uyen cal entadores cata ¡ri e n l op o r c o n v e c c i íl le n estufay el uso cl etorni l l os gi ratori osdentrode un ci l i ndro paramedi r la se a ti L l e rta c l o . rs ta l ti rn até c n i c a(t onracl cl elmol deopor i nyecci ón) usa tambi én c a n ti d a cc l el a c a rg a . l y verticalmente contienendos estánorientaclas por crornpresión de Las prerrsas nrolcleo ti pos d e p l a c a s a l a s c u ¡l e s s e s u j e tanl as rni tadescl el rnol de. E l procesoi nvol ucra dos de l a pl a ca ci a c trr¿ rc i ri l ) c a rre raa s c e n d ente e l a pl aca cl elfondo o 2) carreradescendente rr: acci onagenrásconrún.U n ci l i ndro l ri drául i co e s tati l ti n rae s l a corrfi guraci ón s u ¡r.r-i .r. r.o ¡re de suj eci ónde hast a fuerzas para surni ni strar cl l ' c r.u l rrc ¡rtcn s ¡rl a c a sc l c u n l puccl e i señarse . t c v l t r i t l s i e t l t o sl c t o t l e l a t l a s . el nrás son generalmente simplesque los de su contraparte, [..,s nrp¡lesparaesteproceso un nroldepor compresión, en de o No rr,lrlc, ¡rgrir.r,r,ecciorr.hay verteclerossislenras alirnentación termofijosposeenuna partescle fonnas rnás sirnplesdebido a que los materiales y se procesan el paracalentar molde'que puede accesorios se cle capaciclad flu¡o másbaja.Sin ernbargo, necesifan Los moldesde comcaliente. de vaporo circulación aceite eléctrica, resistencia ,.,rcdia¡te hacerse sentiautomáticos, paracorridasde ensayo; usados manuol¿s, e clasificars en ntoltles puederr presiórr cargay descarpero el operador le e, l.s .i,ale. a 11etapacleprerrsaclo sigueun ciclo programaclo, cornpletamente prensado de el s¿lrrarualr¡ente la prensa:y crtrtomático, cual opera bajo ciclos automática)' (irrcltlyetlclo cargay la descarga la atttgtllítlico son y uretanos elastómeros epóxicos, urea formaldehído, nrelanrina, fellólicas, I.as resillas plásticotermofijo con Las por cornpresi(rn. piezastípicas moldeadas para rrrolcleo ,rnteri¿rles Son notay de mangos sartenes vajitlasde plástico' portaliirnparas, eléctricos, irrcluye'cuntactos más simple,menos ya aplicaciones que es paraestas ¿el blcs las yerrta.j¿s lnoldeopor conrpresión residuales y poco clesperdicio deja bajosesfuerzos genera rnanteninriento, ba.fo crsr.s. y requiere como los discos y planas se (este e, las partesr¡glrleacl¿rs proceso prefiereparapartesdelgadas de y, por tanto,la velocidad del es [,a lirrr.grírf,icqs). principalclewenta.ia la mayorduración ciclo lrajl que la del lltoldetlpor ittl'ección. cs ¡rr()tluccitilr nr¿is

. 15 . 7 2 M o l c f e op o r t r a l r s f e r e n c i a
inmediata a la cavidad del I j . e s t e p r o c e s ( ) .s e c a r g a u n t e n n o f i . j o ( p r e f o n n a c l o )e n u n a c á n l a r a para forzar al polírnero suavizado a fluir , r u l r l e . t l r r t l c s e c a l i e ¡ i a : s e a p l i c n e l r t r i n c e s¡ r r e s i ó n variantes de este proceso se ilusel rlcrrtr. tlcl rr.ltlc' caliente. cioncle polímero se cura. Las clos en reci¡tientecle transJerenCia, el cual la carga se inyecta tra' err la f igur.¡ 15.29:(a) nroldao cott en la cavidad; y (b) moldeo con émbolo de trans: r f e ' r r r e c i p i e r r t ea t r a v é s r l e r u r c a n a l v e r t i c a l de un émbolo desde l e'l c u a l s e i r r y e c t al a c a l g a e r r l a c a v i c l a cc l e l m o l d e p o r r n e d i o .f,ct.t,trt.itr.c canales laterales.En anlbos casos se produce material (luc sc c¿rlielrt¿r través,1" In, a tlc¡l(rsil() rurr q u e c l ae n l a b a s e d e l d e p ó s i t o y e n q e t l c r l c s p c r . r l i c i p n c u c l ac i c l o ¡ r o r l a p i e z a c l e s e c h a d a L l es e c l l l l ) . A d e t t l í t s ,e l v e r t e c l e r oc l e l r e c i p i e n t e ¡ tt l . s r . ¿ , r r ¿ l ¿ ,l . st t , t . t t l t '(.ts t r c c r i i n g l é s s e d c r r o n r i r r a n p u e c l er e c u p e r a r s ed e b i d o a l t l e l r a r r s l ' e r . c r r ce¿ rt a n t b i é n n r ¿ t t e r i ac l e r l e s e c h o .E s t e c l e s e c h on o is c ¡ u el t t s p o l í t t t c r o s s o l t t e r l l t t l l ' i . i o s ' el lnoldeo por comprec e I l l r n o l r l c o ¡ r o l . t r . a n s l ' e r e n c e s t í rr e l a c i o n a c l 0 s t r e c h a n r e n t e o n ia , ( l u e .u t i l i z L r e l n r i s n ' r r ¡ i ¡ r o c l e p o l f n t e r e i s( t e r n r o f i j o s y e l n n t ó t r t e r o n ) E x i n t e l l t sirirr.tlchirl. u cámara sepap . r i ' y e c c i í r i r . y a q u e l a c a r g a s e ¡ r r e c a l i e ' t ae n u n a s i r r i l i r u r l c sc . r r e l . r . l c l e o p o r t r a n s f e r e n c i as e p u e d e n r n o l d e a r f o r r r ¿ r r l al., l r r e s ( )s c i n Y e c t ¿ e l r e l n r o l c l e .E n e l m o l c l e o pero no tan intrincadascomo q ¡ l ¿ s r l e p a t ' l e s¡ t ¿ i si l t t l ' i t r c a t l a s ¡ e e t l e l l n o l d e o p o r c o n l p r e s i ó n , u r a l r l l r i é ns e p r e s t a p a r ¿ r s ¿ r ri n s e r p I lils tlcl r.rroltlco or irryr-ccirill..,lrtrolclct) or trallsl'el'elrcia P cle la inyecciórr,el plástico anres I . s ¡ r , r l c t . l . t l c c e r í r r n i c ar ¡ u e s c c o l o c a ¡ r e r r l n c a v i d a c l sl c ¿ t t l l t i c t '¿ t li t l s c r t o c l t t l ' a l l l e l r l t t l l t l c t l ' c c¿rlcrrl¿tr o

ltr
I-

y moldeorotacional SecciónI S.g/ Moldeo por soplado

341

r:
I

t_J
(preformada) Cavidades

l.

- Pistón transferencia de

l-'

¡ruru
Desecho I E$<--(cutt)
Bebedero
Parte moldeada

Ytl l t

rr: I

eyector

(a)

<-

Émbolo

l-'
Cavidades

,t
Desecho (Cul/) Parte moldeada

-' Carga(Preformada)

Perrroeyector

(b) de con étnlroltl trarrsferencia' y (lr) rlt,'risit,r*r rr.r.sl't're.rrcia r''lrleo) a l r l a n d a ds e p r e n : l o (2 Fl(ruRA15.,1()(,r)Nl.ltlt,. trrr e r . ' . - o , g o r re r c r e ¡ r ó s i t ' , e l ¡ r ' l í n r e r o es p e E rc i c r o ' a l l r l r , s r ( x r . s ( ) s :{ r ) . " , u l , r , . . n la ( r , , ( l )s r :e r P t r l s a ¡ r a r t e l r l l c l e a c l a ' cl l e ' l a < . a v i ¿ a ce ln l . l c l t , ) , s e r r r .

Y MOLDEO P 1 5 ^ B M O L D E O O RS O P L A D O ROTACIONAL

sln huecas cospartes se rotacional usanparahacer y 'r.rcleo por sopracro rnolcreo r..s ¡rr.ces.scre usar tambiénpara terse puecle rotacieinnl El ter*loptírsíic.s. nrordeo hasta onzas tr*.air ¡rartircre¡r.lírrreros de u"i.ii^r plásticas unascuantas pequeñas 'aría'e, ranlaño.',ü.¿. Aunquelos [,as¡riezirs rrr.ri.i.s. litr:^s]de capacidad' de l0 000 g"l";;liló'o por tle r¿*rbores almacerarnienr. grarrclcs sus propiosnic'tos'El moldeo tienen ge.eralmente mienc.rr¡rite, en ciertosc¿lsos, desechables' tr.s ¡r*rces.s pequeños recipientes e' ra pirr.u pr.crucciór1 'nasacle cs s.¡rrirtr. ,r¿isapropiarr. huecas' formas a lrre.ior grandes se (*reel ltr.lrlc.,.rtr,ci,r,i,,l acla¡rta tf¿ls

/

342

p d Capítulol5 / Procesos e conforrnado araplásticos

1 5 . 8 . 1 M o l d e oP o rs o P l a d o
presiónde aire para hacerformas huecasinflando es El tttr¡l¿¿,o r)ot-so¡tludtt un procesoque usa importantepara hacer plásticosuaveclentrode la cavidadde un molde. Es un procesoindustrial sicomo botellasy envases tales delgadas, de de grartes plásticohuecas una solapiezacon paredes maen consumibles mercados milares.Como la mayoríade estosartículosse usanpara bebiclas estátomadade la industriadel La involucragrandesvolúmenes. tecnología sivrs, la protluc:ción desechables' de en los con la cualcornpiten plásticos el mercado los envases (seccitin14.2.1), vicfrio de un tubo inicial de plástico ckrs se lil rrr.lt¡.()p()rseplado realiz¿ren pasos:l) fabricación del y 2) soplado tubo a la forma final f',nditl', lla'r¿rckr'rrr, ¡rr,,'iro,(igualque en el viário soplado) o extrusión mollos dos procesos: de La cleseada. lor¡ació¡ del parisonse realizapor cualquiera cleopor inyección. el funcionasegún por soplado clel Moldeo por soplado y extrusión Estavariante moldeo procesose diseñacomo una casosel e' ciclo ilusrrackr la iigrro 15.30.E'la mayoríacle los y está automatizada usualmente velocidad.La secuencia a operacióncle glr.ducción muy alta y como el llenadode los envases el etiquetado' posteriores con integracla operaciones entre usual que el recipientesopladosea rígido y la rigidez depende Es urr requerirniento del envase de el relacionar espesor las paredes Poáernos cle otros fact'res ¿el espesor las paredes. final' parael producto una fonna cilíndrica inicial I I I J, asumiendo extruiclo c'r el ¡larisor-r soplatlo 15.31'El diámetromedio en la figura en El efectode la dilatación el dadodel parisonse muestra del por la mediadel diámetro dadoD¿.Ladilataciónen el clelrub. que saledel dadose determina de parisonDp. Al mismo tiempo,el espesor la del a datlocausala expansión un diámetroinedio parisonestádadapor: del a se parecl clilata.le r,7 t,,. Larelaciónde dilataciónde diámetro
,ro:*

(15.20)

(1) c l e lp a r i s o n ;( 2 ) c u a n d o s e c i e r r a nl a s d o s FIGURA15.30 Moldeo por soplarl. y t,xtrtrsi<in: extrusión y se serlaen la parte inferior alrededorde er crer nritacres morcre, parison se oprime en ra ¡rartestrperior (4) se abre el so¡rlay tJrna la fornra cle la cavidad clel molde; y una espigacle soplac¡rl(:l "t turxr ser n r o l c l e r a r ar e t i r a rl a ¡ r a r t es o l i t l i f i c a t l a ' ¡

de Cilindro extrusiÓn

Molde(cerrado)

de .tlttr- EsPiga soPlado flll|t

"t
(2)

de Entrada aire (3)

LJIIIJ
(1)

,IW

li ill ir.-l '.li

Sección 15.S / Moldeo por sopladoy moldeo rotacional

343

Dadode extrusión

Molde de soplado

!,'-l
(1)

(21

s e m o s t r a n d o l p a r i s o nc l e s p u é d e l a d i l a t a c i ó ne n e l c s 1 F l G t - J R A 5 . i l ( 1 ) D i n r e n s i o n e c l e lc l a c l o l e e x t r t ¡ s i ó n firral nloltleaclopor so¡rladoy extrr'tsión' rlatkr y (l) t'ttv.rsc

de parael espesor la paredes de la clonde relacir'¡t clilatación

,'r,:

tp

(rs.2l)

l,

estoes de del diámetro dilatación; al de La dilataci(r.clelespesor la paredes proporcional cuadrado ) (rs.22)
fst : f.í,t

), por tanto l, : r.i,¡Í'¡

(|s.23)

del reducción espesor la correspondiente clel al se cuarrclo irfl¡r el ¡rarison cliánretro nroldeDr,,cotr tenemOS: transversal de tln stt¡loltieltcltl voltlltlellcoltst¿tttte la seCCión Lr'l-,,,,1, rfr'la ¡ral'crl
nDrtr:Tl)ntlnt

(rs.24)

A l re s o l v e rp a t' a7 ,,,.tl b te tte lnos: .t, l)ptr I),,,

ecuaci ón'obtenemos: S u s ti tu l ,c rrrl l ¿ r c u a c i ti l t1 5 . 20y 15.23etr est¿l o c

D'¡ rl,,,t'¡ '
'ttt ¡),tt (

(15.25)

por de en proceso extrusióninicial, se puedemedir en rle La nragrritud la dilatación el clado, el el detenninar podemos Entonces son conocitJas. del y .bservaciti' clir-ecta, las dirnensiones claclo e s p e s 0 r t | e l a 1 l a r e t l e l t e l e n v a S e n l o l d e a d o p o r s o p | a d o . muna expresión para se nioldeaclo puededesarrollar clel de con el espes()r la ¡rared recipiente soplado el Illl' una durante se ,¡,,. cvir¿,,'i cl ¡rit'istxt revieltte l¿r clc ,llixirr¿r ai¡.c. cr¡irl l. ¡r.csi.rr

de Ca¡rítulol5 / Pror:esrls cottfornladopara plásticcls

con la presióninternap en los relaciona esfuerzos cle tolnatlaclela resistencia materiales ecuación de D un tubo, dado su cliárnetro y el espesor su paredr:

o -

pD n

(rs.26)

parison al que el máximo esfuerzoocurre justamenteantesde que se expandael Su¡roniendo la y rearreglando D del tamañodel cliámetro molcle(estoes, cuanclo seamáximo y , seamínimo) p ( pararesolver obtetlemos: ecuación 15.26) 2o t,,, (ts.27) pD* a (Pa);o = esfuerzo la tensión lb/pulg2 el tle rlonde¡r= ¡)r.esió¡ aire chrrante rnoldeopor soplaclo, de lb/pulg' (Pu),Y t^Y l). son espesor la el clurante soplaclo, en *írxir¡a ¡lerr¡isible el polírnero parausarestafórmulaes la pulg (mm). La dificultad clel respectivanrente rnolcle, paredy diánrctrp y estácaliente en una condiciónaltayfl perrnisibl€, que el polírnero tlel detcrr'irraciti¡ esfuerzo se del los inclustrial parámetros proceso afinanpor pruebay error' En plzistica. ¡na operación nrente inicial se moldeapor inyecel Moldeo por inyección y soplado En esteproceso parison en la figura 15'32' se ción en lugar cle extrusión.Una iecuenciasimplificacla puedeapreciar por inyeccióny sopladotiene una en basado extrusión,el moldeo con Cornparaclo su competiclor usado' másbajalo cual explicapor qué no es tan ampliamente cle velociclad producción y llamadomoldeopor extensión soplaEn ura variantedel moldet por inyec.ion y soplado, por moldeado inyecdel haciaabajodentro parison se el r/o (figura15.33), tubode soplado extiende polímero,que en el molen el ción, el plásticosuavese alargay se creaun esfuerzomásfavorable o que en el moldeopor extrusióny soplado'La estrucy deo por inyecciórr sopladoionurncional, El material al y es másrígida,con mayor transparenciamayorresistencia impacto' tura resultante de polietileno, es el tereftalato y en que se usarrírsampliamente el mokleopor extensión soplado por muy bajay se fortalece el propET), un poliéster unapermeabilidad que tiene TpE,(en inglés lo de propiedades hacenideal para y por ces. tle nroltleaclo extensión soplado.su combinación
cn\'¿tsc tlc bcllitllts carboltalatlas'

El polímero se por Materialesy productos El nroldeo soplado limita a los termoplásticos. y el particular, de alta densidad alto peso en rr¡is c'rnú, paramoldeopor sopladoes el polietileno,
I

d ( 1 ) e l p a r i s o ns e m o l d e a p o r i n y e c c i ó n . a l r e d e d o re u n t u b o d e F f c ; u R A 1 . . ) . 3 2 M o l d e o p o r i n y e c c i t i ny s o p l a c l o : (3) a un molde de soplaclo; el polímero suave se cle soplar¡r;(2) se aSre el n.,,rl.lo inyecciiirry el parison se transfiere el molde y se retira la pieza' @) infla ¡raraclre tonre la forma rlel nrolcfede soplacl<>y se abre

Entrada de aire antes del sopfado por inyección Moldeado
Unidad de inyección

Tubo de soplado

f

I

Parte moldeada por ooplado

,tm
v _+ (4)

+
Válvula de aire de un

V

-r> vrF

solosentido Moldede inyección

Molde de soPlado (1)

(2)

(3)

htñ.b*-"-'

y 15.5 lMoldeo por soplado moldeorotacional Sección Entradade aire

345

Unidadde inyección_v,F

+

Partemoldeada por soplado
Molde de inyección

(1)
FICURA ,¡5.33

(2)

(3)soplado. d p y M o l c l e op ¡ 1 re x t e r r s i ó r r s o ¡ t l a r l o(: . 1 ) m o l c f e o o r i r r y e c c i ó n e l p a r i s o n ,( 2 ) e x t e n d i d oy

Al pEAD y pEApM (en inglés HDPE y HMWPE, respectivamente). compararsus rnolecular, de establecidos los y densidad, además requerimientos con propiedacies las del polietilenode baja --{ue si bien son más cosusarestosmateriales iigi,l., clelproductofinal, resultamáseconómico Se más delgadas. hacenotraspiezaspor puedenhacerse del porquelas paredes recipiente tososde (PP),cloruro de polivinilo (PVC), y tereftalato polietileno(PET). ¿e sopla¿o polipropileno la constituyen mayorpartede los líquidosde consumo para clesechables envasar L6s envases para tambores pero no son los únicos.Tambiénse fabricangrandes lrec¡ospor soplaclo; pro¿uctos de grandes tanques almacelos lír¡uir¡rsy polvos (cuya capacidadalcanza 55 galones), ernbarcar juguetes casy gasolina automóviles, de para tanques para2000 galones), (concapacidacl narniento de En velerosy botespequeños. esteúltimo caso,se hacendos cascos bote en un solo cos p¿lra abiertos. en dos cascos se y de rnolcle soplatlo clespués cortan

15.8.2 Moldeo rotacional
El dentro de un molde giratoriopara hacerformashuecas. El nroldeorgtacio¡al usa la gravedacl parahacerformashuedel alternativo soplado es ta¡rbiénllamadorotomolcleo, un moldeo proceso, paralos las aunque aplicaciones ternroplásticos, para sc cilsgra¡(les, usa¡rrinc:ipahnerrte polínreros mejor a formasexterse El se y terrnofi.ios elastórneros han hechomáscomunes. rotomoldeo adapta más bajasque el moldeopor de y cantidades producción más grancles partes .as l¡ás conr¡llejas, predeterminada una cantidad pasos:l) se introduce en consiste los siguientes s.¡rlar¡r.El ¡lrecesp y gira simultánea2) tle ¡e ¡rolvoclepolír¡eroe¡ la cavidacl un moldehendido; el moldesecalienta de maneraque el polvo chocacontratodaslas superficies perpencliculares, rnentesobreclose.jes está uniforme;3) mientras una y clel internas lnolcle forrnagraclualmente capafundidade espesor se plástico solidifica;y 4) se abreel que la capade el todar,ía. ¡rokle se enfríade manera giranclo son que se usanen el proceso relativamente cle y se retirala parte.Las velocidacles rotación inolde uniformede las la no la fuerzacentrífuga, que provocaun recubrimiento rnas bajas.Es la grave¿acl, del superflicies rnolde. que y son rotacional rnássimples menoscostosos los del moldeo parael nroldeo Los rnolcles es su duración de diez es peroel ciclo de prorJucción muchomáslargo, o por soplat¡r por inyección, el parabalancear en y ventajas desventajas la producción, moldeorotaestas en nrinutos adelante. como la con múltiplescavidades, en cional se realizafrecuentemente una máquinasecuenciadora de estádiseñada manera La en que rle rnáquina trcs estaciones se muestra la figura 15.34. máquina Así los de a en tresmolcles secuencia travésde tresestaciones trabajo. sclecciorrar qre se puedarr silnuItitneanlenle. tritbitiall tresntoIcles

h¡h'*-

346

d C a p í t u l o 1 5 / P r o c e s o s e c o l t f o r m a t l op a r a p l á s t i c o s

---7 y (1) Estación carga descarga de // r-r f
Molde(abieflo) <--_ Parte moldeada del Rotación molde en dos direcciones Contrapeso Unidadsecuenciadora (3) Estación de ---^ enfrianliento Molde(cerrado)

(2) Estaciónde calentamiento

Rociadode agua
d F I C U R A 1 5 . 3 4 C i c l o d e m o l d e o r o t a c i o n a lr e a l i z a d oe n u n a m á q u i n a s e c u e n c i a d o r a e t r e s e s t a c i o n e s : d (2 y ( l ) e s t a c i ó n r l e c . a r g a c l e s c a r g a , ) c a l e n t a m i e n t o r o t a c i ó nd e l m o l d e y ( 3 ) e n f r i a m i e n t o e l m o l d e . y

dondela parteterminada de I-a prinreracstacióncletrabajorealizalos procesos cargay descarga, clel se retir¿r ¡rolcle y se cargadentro de la cavidadel polvo para la siguientepieza.La segunda gira de el dondese calienta moldepor convección aire,mientras en consiste una cámara est¿rció¡ "C)' a los 700 "F (375 cle clentro la cámarason aproximadas Las sinrultánearrre¡te. temperaturas enfríael moldecon aire estación y clelpolírnero clelartículoque semoldea.La tercera clepenrlie¡clo dentrodel molde. rle e fsrz¿rc¡r as¡'rcrsi(rn agua,parasolidificarla partede plástico una fascinantevariedadde artículos.La lista Con el nrolcleorotacional se manufactura y para canoas botes,cajasde pelotasde playa,cascos i¡cluye jugueteshuecoscomo caballitos, de paracarrocería camiones, partes flotantes, boyasy otrostlispositivos pequeñas. arenay albercas y muebles cespiezas equipaje, de de y tanques gasolina, para de tatrlcros instrurnerrtos autonróviles y tanques almacenamiento, de contenedores grancles ban'ilesindustriales, nraniquíes, tos ¿e basura. especialE,l y portátiles fosassépticas. materialmás popularparamoldeoes el polietileno, casas de ABS y poliestireno alto impacto. polipropileno, incluyen menteHDpE. Otrosplásticos

15.9 TERMOFORMADO
planade materialtermoplástico es Í::l tcrmt¡ll¡rtttudr¡ llll proceso en el cual se usauna lánrina y de de en el empaque productos consumo El clarlela forltla tleseacla. proceso se usaampliamente y revestimiengrandesartículos colrlo tinasclebaño,domosgrandesparatragaluces para f'arbricar pararefi'igeradores. tos internos El y calentamiento forrnado. calentamienprincipales: de o¡nacloconsta clospasos L,lter¡rof o ambosladosde la láminade en eléctricos uno racliatlores nlccliante gencr.alrrrente t. sc r.ealiz.a d de c l i s r a l r ca¿ rr o x i r n a d a 5 p u l g ( 1 2 5n l m ) . L a d u r a c i ó n e l c i c l od e c a l e n ip a p l i s r i c . i r r i c i ¿ r l .u n ¿ r y su del dependiendo polímero' espesor su la abland¿rr lirnlina, scr ta'ricrrt.rrccesita sul'icierrle ¡rara para

15.glTermoformado 347 Sección básicas:I ) termoformadoal en tres categorías color. Los méto¿oscleformado puedenclasificarse mecánico.Describimosaquí los métodospara vacío, 2) terr'oformado a presióny 3) termoformado de del empaquela mayoría de las operaciones el formado de material laminar; pero en la industria se tennoformaclo realizancon películasdelgadas. es el termoformadoal vacío (llamado Termoformado al vacío El método más antiguo los años cincuenta)en el cual se usa presión nente sinrplenre lbrmado cil vacío en sus inicios, en en la del dentrola caviclacl molcle'El procesose explica g'riv^ ¡ruru,,ill,.rir la líunira precalenrada parahacerel vacíoen el molde son del ordende Los agujeros figura 15.35en su fonna rnásbásica. en la superficiedel plástico son menores' | 132tlepulg (0.g nrrn) de diámetro,así sus efectos formado al vacío involucra presiónpositiva Termoformado a presión Una alternativadel del molde. Esto se llama termoformadoa al para forzirr plásticocaliente tlentro cle la cavidad se puedendesa-l ventajasobreel formacloal vacío radicaen que ¡tresiórto.f.rnmdo pot. soplado;su teórise anterioresteparámetro limita a un máximo rr.llar presio.esnrásaltas,ya que en el método La atmósferas' secuende formado de tres a cuatro co de una atr'(rsfera.son com*., las presiones

(2)se por de una (1)se suaviza lámi'aplana plástico calentamiento; al 15.3s Termofornadovacío: FTGURA y cavidad @)el plástico la , hacia la (3) cóncavo; el vacíoatrae íá,ninu cle la sobre cavidacl un molcle coloca de la hoja' se se ra fríadermorde, parte retiray luego recorta arc'ntactocon rasuperficie seerrcrurece
CalentadorPor radiación Mordazas(cerradas)

llVtrzN/l\/l\/l\
Cavidad del molde

-_-- Lámina de Plástico Agujerosde vacfo

Molde

Hoja Mordazaa(ablertae)' P¡rtr mold.ldá

l*

t

I

+*
v

(4)

348

(_a¡rítulo / Proces.scle c-'nf'rmaclo para plásticos l5

Entradade aire Caja de presión

+
positiva Presión

I

de Lámina plástico calentada

Mordazas
Molde

(2 )

e f i g u r a 1 5 . 3 5 ; l a d i f e r e n c i a s t áe n ( 2 ) , l a l á m i n a a 1¡ F l ( ; t J R A15 . . ] ( , T e r m < > f . r r r a <a . r r e s i ( r n[., a s e c . u e n c ie s s i m i l a ra l a d e l a la cavidad' rlel ¡rolde y en (3) la presión positiva fuerzaa la lámina dentro de soltre t¡na cavicla¿ se r-r>loca

arribahacia desde presiona es la cs cia clclproceso sirnilara la anterior, cliferencia que la láminase La el aire atrapado. parte er de la cavidaddel rnolde.Los agujeros ventilaciórt €l molde dejansalir 15'36' (pasos2y 3) se ilustraenla figura de cleffirrmado la secuencia Los moldesque se muesy distinguiraquíentremoldesnegativos positivos. Es conveniente Un cóncavas. molde porquetienencavidades negativor molcles y tra' en lasfiguras15.35 15.36son En el casodel moldepo' Ambos tipos se usanen termoformado. forma convexa. un¿r ¡tositi,otiene o negativa positivaparaforzat y la formaconvexa, se usapresión recubre siti|o,laláminacaliente en molde positivose muestra la figura 15'37parael del la crrrtr-¿r superficie molde.El al plírstico al de fbrmacltl vacío. caso ya poco inlportante que las y l)arecer ¡ruede crrlr-c l.¡rrli[cr.crrci¡r ¡rroldes ¡rositivos rrcgalivos si embargo, Sin en como se muestra los diagramas. idénticas, scln fbrr'as tle las partes virtu¿rlmente exteriortendráel contorno la entonces superficie de clentro un rnoldenegativo, la partees ernbuticla del una aproximación contomoy un internaposeerá exactode la cavidadclelrnolde.La superficie un recubre molde si u al corresponclienteclela lárnina hoja inicial.Al contrario, la lámina acabacl.
( 1 ) l a l á m i n a d e p l á s t i c oc a l i e n t es e a c F l c u R A 1 s . 3 7 r . J s o l e u n m o l c l ep o s i t i v oe n t e r m o f o r m a d o l v a c í o , posición, cubriendo el molde con la lámina' ccrlocasoSreel nro¡le pgsitivo y el la morclazadesciendeen d e r n i e n t r a s l v a c í o f t l e r z aa l a l á m i n a c o n t r a l a s u p e r f i c i e e l m o l d e '

Lámina de plático

Moldepositivo

(1)

(2)

15.g Sección lTermoformado 349 extey la superficie la positivo,entonces superficieinterior seráidénticaa la del molde convexo productoestadistinción del de Dependiendo los requerimientos rior la seguiráa¡rroximadamente. puedeser irttPortante. un el cual constituye problema de es otra difer-e'cia el adelgazarniento la láminade plástico, del molde seapoco proque el contorno c, lerr'ofornado t¡uedebetomarseen cuenta.A rnenos en si la láminase estiraparasdrconformada el contornodel significativas fulldo. habrácliferencias en modelosde adelgazamiento una diferentes producen nrolde.Los m'lcles positivosy negativos colocarla láminasobrela forma u,la consicrérese tina.En er mordepositivo,al pieza.por ejenrpro. a (correspondientela basede la superior con ra superficie que hacecontacto ra co'vcx¿I. porci(rfr Esto da como ningún estiramiento. prácticarnente y tina) soliditicarírpiclarnenteno experimenta de en las paredes la tina' Por el pero un ád.rguru*ientosignificativo .,rra r.esurta¿. Sasegruesa, y más parejadel estiramiento adelgazacortraritr, ,' rnokle negativoproduciráun distribución fría con la superficie del molde' cre arrtes que éstaentreen contacto 'riert. de ra riírrirra. en un moldepositivoes estirando del la de ur¿rr'arrcr.a rnejorar cristribución adelgazamiento en como se muestra la figura l5'38' la de ¿urtes recubrirla forma convexa. la gr.eviar.elltc llirnina antes formaesférica de por se caliente estirauniformemente presión vacíoen una de lárnirra pliistico el sobre lttoltle. de ponerla . - ^^ sepuedeutilizar cornoun métodopara El pasoclescrit.en el prinrercuadrode la figura 15.38 En o tragaluces. el procesose aplica producirpartesen fo'na de globo como domostransparentes hasta se La la láminasuave. presión mantiene para controlacla soplar ¡lresiír'de aireestr.eclramente se que la forltlasoplada ltayasolidificado' usa mecánico, un par termoformado Termoformado mecánico El tercermétodo,llamado forzáncaliente, u hoja de plástico contrala lámina que se aprican (positivoy negativo) de nrordes vacíoni presiónde aire' puro no se usa cl'ra a asurnirsu furra. En el méiodode formadomecánico y son un mejor controldimensional la posisus ventajas se E,lproceso ilustraen la figura 15.39. las es La ta pieza. desventaja que se requieren la biliclatlclecletallar superficieen amboslados¿e costosos' otrosdos métodosson menos dos r.itadesder nrolde,por tanto,ros moldespararos

(2)' ( l ) a r r t e s l ec u b r i r e l r n o l d e p o s i t i v oy a p l i c a re l v a c í o e n c f l ( ; L f* 4 r s . . ] { } [ s t i r . r t l , p r e r v i .r l e l a l ¿ i r n i r ¿ r ,

Succión del vacío

Caja de vacío/PresiÓn

Presión positiva

l"
"l

Entrada

I oeaire Y

l"

I"
Succióndel vacío (2)

(1)

350

de Crpítulo 15 / Procesos conformado para plásticos

Moldepositivo

l"
Escapede aire

Lámina de plástico caliente Molde negativo

(1)

\'¿r

o I F I G L J R A 5 . 3 9 T e r m o f o r m a c l m e c á n i c o :( 1 ) l a l á m i n a c a l i e n t ed e p l á s t i c os e c o l o c a s o b r ee l m o l d e el negativgy (2) se cierr¿r molde para conformar la lámina.

el Aplicaciones El termoformadoes un procesosecundario, procesoprimario es el que los termoformar termoplásticos se producela lálni¡a o película(sección15.3).Solamente pueden transverestánencadenados ya que las láminasextruidasde polímerostermofijoso elastómeros comunesson Los plásticostermoformados por y salmente no pue(lenablandarse recalentamiento. ABS, PVC, el acrílico butiratode celulosa, de el el poliestireno. acetato celulosay el acetato y el acrilato). polietileno el polipropileno. (polimetil rneta de operaciones producciónen masade termoformase En la industriadel empaque realizan de a rápidamente travésde cámaras caleninicialesse alinrentan o clos.Las lírnrinas películas las Con frecuencia, operaciones en y luegg se forrrrallnlecánicamente la forma deseada. t¿rrrrierrt1l y que usamoldescon punzones cadagolpede una prensa en setliseña¡paraproducirvariaspartes se la queproduce láminao película de la casos, máquina extrusión En r¡últiples. algunos cavidacles de así eliminando la necesidad precade antes localizai¡mecliatanrente del proceso termoformado, en consumibles el el Paramayor eficiencia, procesode llenadode alimentos lentarel plírstico. del después termoformado. se envAse localizaillmediatanrente por masivamente tennoforque clelgadas se producen en e¡rpacados películas Lss artículgs Ofrecenformasatractivas de y (blisters) empaques película. cle mado incluyener¡paques arnpolla para artículos pequeñas, herramientas como cosméticos, consumo paraexihibir cie;toi pioductosde incluyen partes de los termoformados (uñas,tornillos, etc.). Las aplicaciones 6año y su.jetaclores Algunos ejemplosincluyencubiertas de ser quc pueclen produciclas láminasmás gruesas. grandes difusorespara luz, anuncios ¿e para nráquinas negocios,cascosde bote, casetaspara regadera, contragaluces previamente juguetes.Hemos mencionado tinas y ciertos luminososy señales, É¡tor poddan mnnufnctursfft internospara puertasde refrigeradorcs. y torneaclos revestirnientos es y cOnacrílico(por ,, t,'un.parencia)ABS (porque fácil de fonnary es resistente respectiva¡re¡te en los refrigeradores). que y a los aceites gras¿rs se encuentran

D .C 1 5 J O F U N D I C I Ó I (I O L A D O ) E P L A S T I C O
vaci ar una resi nalí quio rl e L, r re f c e rrl i rr¡rr¿ rr¡r ¡r9 l ín rc ro s,l u/i tndi t' i ti tt col ado del pl ásti co i mpl i ca que el polímero cla er un rusltle. usa¡do la ft¡erza cle gravedad para llenar la cavidad y dejando 'lirrrtg se funden. Ejemplos de los primeros son conlo los terntofi.jos lOs ternlgplírsticgs e.clurez.ca.

de de y formado espumas polímeros 351 15.1 Sección 1 / Procesamiento de (nylon)y los vinilos (PVC).La conversión la resina las el los acrílicos, poliestireno, poliamidas las de puederealizarse variasmaneras, cualesincluyen:l) endurecido líquidaen un termoplástico fluido, de maneraque fluya fácilaltamente a de calentamiento la resinatermoplástica un estado ,renre y llene la cavidaddel rold., dejándolaenfriar y solidificar en el molde; 2) por polimeun tercle ri.aci1l de un prepolímero pesomolecularbajo (o monómero)en el molde paraformar líquidade finas plastisol(una suspensión cle nroplástico pesomolecularalto y 3) por vaciadode un paraque en como PVC en un plastificante) un molde caliente cle pariículas resinatennoplástica, fontte un gel y solidifique. insaturados, poliésteres por formaclos coladoincluyenpoliuretanos, Los 'olír¡eros tennofi.jos que formanel terlíquidos de irnplicael vaciaclo los ingredientes E,l Íerrilicosv e¡r<ixic¡s. proceso Se transversal. requiere y ocurrela polirnerización el elrcadenamiellto dr¡rrrle rrr.l'i.i,c¡ r¡r rnelclc lenta debeserlo suficientemente La cleresina. reacción clel clepenclientlo sistema cakri y/o catírlisis. rápida, de termofijos reacción Los sistemas en se paraf)errrritir-que vacíecornpletanrente el molde. como moldeo de alternativos conformado procesos requieren de sistenras poliuretano, cornociertos (sección 15.6.6). con por inyección reacción como moldeopor inyección,son alternativos, colaclosobreotros procesos Las ve¡tajascJel libre de 2) clue l) el r,olde es más simpley menosbostoso, el artículovaciadoes relativamente canen a se y y resicluales de memoriaviscoelástica 3) el proceso adapta píoducción bajas esfuerzos generalmente Lucite)sevacían de 2) la E'focanclo ventaja las lántinas acrílico(Plexiglass, tidades. procesode vaciadopermite un alto pulimentado.El entre clospiezascle vidrio plano altamente Dicha planiclaras. paralograrláminasplásticas ópticasdeseables y cualidades gradoclepianicidad en algunas no .i¿u¿ y claridacl i. puedenobténerpor extrusiónde láminasplanas.Una desventaja Por ejemla solidificación. es aplicaciones la contiacciónsignificativade la partevaciadadurante al volumétricacercana 20Vocuandose vacían, plo, las láminasde acrílico sufrenuna contracción la paraempacar cavidad dondese usaaltapresión por basta'temayorque en el molcleo inyección, clelrnoldea fin de reducirla contracción. tomadode la tecnolosobreel coladoconvencional, huecoes una alternativa Ltrfuttdit'ió¡t huecase vacíaun plastisollíquidoen la cavidadde En gía rle funtliciti¡ clernetales. la funclición de del una costraen la superficie molde.Después algún formándose caliente, ,n rnoldehencliclo del molde;el se de deseado la costra, vacíael líquidoexcedente clel cleperrdiendo espesor tiernpo, en como vaciado tambiénse le conoce la parte.A esteproceso pararetirar r'olclese abreentonces concha f. [5 en es en del inrportante vaciado electrónica el encapsulaüo, el cual los artícuUrraaplicación en se eléctricos encierran el y conectores otroscomponentes bobinas, I.s cor-rr trarrsfonnaclores. por plírstico vaciado.

I S . I1

YF PROCESAMIENTO ORMADO
celulnr unaestructura que da al material de es ttttt Una r,.s¡,r da ¡tttlínrcrut una rnezcla polímeroy gas incluyenpollmero celular, ¿. porímeros que se ,san para las espunrui otr.ostérnrinos poros¿r. es el poliestirenb y ¡tolírtteroc.\r(rtdiclo.La espumade polímero más común srt¡tlatl. ¡.trlínrerrt para hacer espumás otros polímerosusados y registraila) poliuretano. (Styrolirarl,u'¿l rn¿lrca y el clorurode polivinilo (PVC)' in.it,y"n el htrlenatural(huleespurrta) alta bajadensidad,2) ¿é caracterísricas los polímero,.rpu*udos incluyen1) Laspropiedacles de calidadde absorción térmicoy 4) buena por unidarlclepeso.3) buen aislamiento resistercia Las la espuma' de propiedad la deterrnina correspondiente base clel e'ergía.[,a elasticirlacl polírnero en l) elustótnerQs' las cualesla rnatrizde clasificar[5] corno se esl),'las tle polírrrero grueclen la las elástica:2)flexíbles,en cuales matriz cle susceptible unagrancleftrrnración cs ¡rolírrrer. ¡ule. el las cuales polímero y cornoel PVC suave; 3) rígidas'en plastificarlo es rf' p.lírncro altanrente

S D EE S P U M AD EP O T í V E R O S

352

de (-a¡ríttrlo15 / Procesos corliortnadopara ¡rlástic<ls

termofijo como un fenólico [5]' o rígido conro er poriestireno un plástico es un ternroprástico los transversal, poliurey del grado de encadenamiento ¿e Depe.crienco ra fonnulaciónquímica entraren las trescategorías' pueden ranos de y la disposición controlarsu de de cafacterísticás las espumas polímero Las propietlades hacea estosmatedel polímerobase, una mecriante buenala selección erásticO, conlportarniento como iecipientespara bebidascalientes' para ciertostipos de aplicaciones riaresmuy adecuados de materiales estructurales, del caror y núcreosde paneres aisrantes estructurares rnateriares para autocamasy tablerosacojinados para muebles, de materi¿rres acolchonamiento empaque, flotabilidad' qtlc y rtttiviles protltrctos reqtriel'en

1 5 . 1 . 1 ['roc-esoscle espLl¡l-lado 1

y son aire,nitrógeno bióxido de carbono' polírnero c()rl.rcs ,s*r.s e¡r rasesprr'as rle L's gascs en el polímeromehastagoEoo más. Er gas se introduce Las prolr.rci.rcs cregas puedenllegar líde que ircluyen: l) rnezcla una resina tre procesos espumado ilarnaclos diarte vari.s rnétodos por mediode calor del yo.rfue, .l endurecimiento polímero ntec'átrica ugitaciótt con quicra aire pr>rcomo el polímero,con gases .,2) un ogrrrr, de sopradofísicocon el o reacciónc¡uímica mezclanclo polímero'de a presiónen la fusión del (N2) . pe.tano (csHrz),que puedendisorverse nitrógerro el y de la solucióny la expanda; 3) mezclando la al qr,re reclucirse presió., el gas salga ,ra'era se descompode os ,químico'que ilarnad ag,entes soplado quírnico.s co. ,ros .,r,r.,p,,.rros ¡rorí.rero n e n a t e t t t p e r a t u r a s e l e v a c l a s y l i b e r a n g a s e s c o m o e l C o 2 potímerodistinguedosó n . o N z d e n t r o d e l a f u s i estrucde la matrizde maneracomo se distribuyeel gas a través La ierrada,en la cual los porosde (a) en ilustradas la figura 15.40: de celda básicas, turasespurnosas g a s s o n a p r o x i t t t a d a n r e n t e e s f é r i c o s y c o m p l e t a m e n t e . s e p aen d o ' ^ T grado't r o p o r l a m a t r i z d e l r a cierto : - d : , o permitiendo abiertaen la cual los poros se interconectan y (b) tlec,elda polírnero sahaceun salvavidas de una estructura celdascerradas el paso¿e nui¿us a travésde la espuma. chupa agua' en una esponjaque de,celdasabiertaspodría convertirse tisfactorio;una estructura y gas (ya la proporciónrelativa de polímero a clre caracteriz-an la estructuiason otros arribrtos la cual se relade (núrnero celdaspor unidadde volumen)' cle y nlencionacla) la clensiclad celtlas individuales' tle lasceldas cott cionainversattre-ltle el tallrañtl

de 1 5 . 1 1 . 2 Procesos conformado

como las dos de para procluctos espumade polímero' pr.ces.s cre conforrnaclo [{ay rrr.,crros revisióna los nuestra limitaremos y el poliuretano, y esprnlasrrrásir'portartess'n el poliestireno es un termoplástico el Ya ,nateriales. que el poliestireno de procesos collÍbrnladoparaestosclos pero es (tambiénpuedeser un termoplástico' un elastómero ser poliureta.o puecle un ternrofijoo son aquíparadichosmateriales represendescritos procesos en menosimportante estaforrna).Los de polímero' qtle se usanparaotrasespumas tativosde aquellos y molse clepoliestireno conformanpor extrusión de Espunras poliestireno Las espumas dal polfmero' qufmicoo frrico cn ln f$rldn de un uguntu sopiado Err cleacro. ra extrusió' se arinrenta
Poros de gas 15.40 D osestructur as FIC U R A (a) de de espuma Polímero: celdas abiertas' (b)celdas cerradas, Y

,/-

tr

de para 15.12 Consideraciones el diseño productos 353 Sección / consiste un en cercadel extremodel dado;por tantola extrusión al final del cililldro de extrusión. los De polínreroexpanclido. estamanerase fabricanláminasy tableros, cualesse cortanal tamaño térmico. cle y parapaneles secciones aislante preHemosahalizado de de de Se clispo¡e variosprocesos moldeoparaespumas poliestireno. proceso (sección Un 15.6.6). y estntctural el moldeoen sandw'ich de el via¡rerrte ntt¡ltlco es¡tuma geen e.rpandible, el cual el materialde moldeo consiste nrás rrtilizadoes el ntoldeode es¡ttuna a se producen partir de pelets Las molduraspreformadas de en lreralmente rnolduras poliestireno. físico.El preespumado de con que han sitlo irnpregnados un agente soplado sóliclo de poliestire¡s los vapor calientepara expandirparcialmente pelets, se realizaen urr tanquegrandeaplicanclo las de en un proceso moldeado, para agirá¡¡olossi¡rt¡ltíurcamente prevenirla fusión.Entonces, y se nuevamente de a se alilnentan la cavidad un ntoldedondese expanden lrroltlur-as ¡1-clirrrrrad¿rs para bebidas de Los vasosde espuma poliestireno productornoldeado. un fusi'¡an para furnl¿lr y se procesos omite el pasode preespumado, las en se calientes prs¿ucen estafonna. En algunos para det molde, dondese calientan en se cuentasinrpregnaclas alimentandirectamente la cavidad primero en una la En y expanclirlas fusionarlas. otras operaciones, espumaexpandiblese forma y película soplada(sección''15.3) luego se conforma lámina planapor el procesode extruiión de parahuevos' cOmocartones de (sección15.9)en recipientes empaque tennoformaclo mediante en un proceso se de de Espumasde poliuretano Los productos espuma poliuretano hacen se mezclany se viertende líquidos(poliol e isocianato) cleu, paso.en el c¡al dos ingredientes dé y el url nloldeu otra forrnaque sintetice polímero, simultáneamente forma de ir'ecliat. clentro se de paraespuma poliuretano puedendividir en dos tipos de a la pieza.[-os procesos conformaclo involucrael usode unapistolaaspero . y básicos l0J: aspersión vaciado La asper"sión atomización I se y éstosse mezclan después rocían con continuamente los dos ingredientes, soraque se alime¡ta ocufrendespués a que Las reacciones conducen la polim erizaciltty al espurnado en ura superficie. rígido en de aplicarespumas aislamiento se Esternétoclo usapara en de la aplicaciórr la superficie. Duranteel vaciado similares. carrosde ferrocarrily artículosgrandes cle los paneles construcción, y una cabezamezcladorase surtendentrode un molde abieren los se hornogeneizan ingredientes con tJn ocurrenlas reacciones. moldeabiertopuedeserun recipiente el contorno clonde to o cerrado un canallargoque pasalentao de parael cojín de un asiento automóvil), (por cjernplo, requericlo es El de y largas continuas espuma. moldecerrado una parahacersecciones r'e.te frenteal surtitlor La en cerracla la cual se surteuna ciertacantidadde la mezcla. expansión cavidadconrplctalnente que la parte. Para poliuretanos la llena cornpletamente cavidadpara conformar cle los reactivr,rs del molde usando en rápidamente la cavidad tlebeinyectarse la rírpidanrente, rnezcla r.eaccioran contransversal, El (sección15.6.6). gradode encadenamiento ntrldett¡tor.i,ret:ciótt cottt'eacción resultante' la detennina rigidezrelativade la espuma iniciales, troladopor los ingreclientes

MSIDERACIONES D EP R O D U C T O S

P A R AE LD I S E N O

de debeestarconsciente sus peroel diseñador de importante diseño, so¡ Los plásticos un rnaterial de diseñoparacomponentes de algunos los lineamientos clescribimos En linriraciones. estasección a con y general después los aplicables extrusión de aplicación con ernpez-anclo aquellos cleplástico, y compresión transferencia). por y moldeo(rnolcleo inyección,

ee 1 5 . 1 2 . 1 C o n s i d e r a c i o nS s n e r a l e s
En de conformado' su del se linear¡ie¡tgsgenerales aplicaninclependientemente proceso E,stos considerar' debe que ptásticos el diseñador cle son nrayoría lirnitaciones los nlateriales

354

para plásticos cle Capítulo 15 / Procesos cotrfornrado

No dey no son tan fuertes rígidoscomo los metales. Resistetu.iu rigidez. Los prásticos ,v a La altosesfuerzos. resistencia la terencontrar dondese pueden en ben usarse apricaciones significativamente de resistencia los plásticosvaría es mofluencia tambiénuna limitación.La es plásticos comparaalgunospolímeros al peso entreunosy otros,la relaciónde resistencia aplicaciones' en petitivacon los metales ciertas los para absorber impactosen genede los plásticos al Resistettt,ictirtqta.to. La capacidad con favorablemente la mayoríade los cerámicos' ral es buena;se comparan con son limitadas de .ri,rn¡teruru,us st,t.vi.i,. Las temperaturas serviciode los plásticos tre los cerámicos' de a rcspecto los nletales ingenieríaya así que los cambiosdimensionales térntica esmásgrandepara ros plásticos; La e_rpu,siótt los metales' son mucho más signilicativosque para de a debiclos variaciones la temperatuü Finalde en atmósferas oxígenoy ozono' Tanlbién,algunosplásticosse degiadan racliación. lado positivo' los plásPor el comunes' solventes en so' r'e'te los plírsticos solubles muchos de corrosiónque afligen a muchos convencionales a ticos sorrresistentes los mecanismos de especlficas los plásticos' las en cuenta debilidades debetomar El rnerales. diseñador

s 1 5. 1 2 . 2 P l á s t i c oe x t r L r i c l o s
vamás utilizado'se presentan de ptásticos de es uno creros procesos conformado La extrusión en (recopilado su mayopara los procero,ionurncionales de rias recornencracionesdiseñoaquí ría de [2]).

uniform: El de Es¡tesortttsparecles' espesor t]::

t:i:1":"::^t"""""":lt:,":ilT#:i:T;

extl lransversales ^ - t ^ a arugar l n e v t n l s i ó n ^ ó ñ r . , 4 r r la extrusión' enfriamiento irregular queiiende frujo prástico no uniforme y de un

satisfay extruidasque no seanhuecas que transversales co. Es c.nvenienteusar secciones funcionales' gnn los requerirnielltos de esfuerzos que duranteel-procesado deja concentraciones que p'ovoca' ,' flujo irregurarr final' en el Proclucto

m 15.12.3 Partes oldeadas

Jilñ'i,;;;ffi; ffiur:iT ;;;;;fere,rci¿r x ::Y::,T::,::ourar)' fuenres). ,r, (recopilnrln* [21.[el y orras
;i;.*;;;"
t'-"

de.plástic"'' cle procesosmolcleo rnuchos Hay compresión por v mordeo (;i';:J:: P":'li:'::::::H::i-::[:it::1ffi::'3t:'"t;
*:td:t*j,"^-q,l:TiT"Tll"-H::tJl parte Cada ecottóntíca' cte Cantidodes ¡;r'odtrcciótt
^t -ntrla^ rrnr invección

\¡w 'in, lnyecclon'Las salrtru..Lrsr vr mínimaes la cantidad ,:.-:;,;;i moldeo piezas;para el ,-^r¿, por compresl( *^l'lo^ de rnentealrecledor 10 000 r:l ñ^r trnncferenportransreren-

il;fi " J ¿f lil:l:: #l':il:¿:: ;;láy"lii:T'l^:::*"I"' ffi,Hx t^ x::,:il i; I
sOn uSUal-

Xi:H,,::::'?ffi;X;ffi;

E'l der más ardiseno simpre rnolde. moldeo

cia se ubicaentrelasotrasdos' un diseñar moldecomplejosi puedeser más económico nranera de r.írscostosos, cualquier del una inclivicluales' ventaja moldeo r'uchos compo.entes e¡rsarrrtrrar inrprica la artcrrr^tiva en funcionales unaparte' características c.rrtrinar rnúrtipres .,s rrt,¡rrírstic()s qre per.'lite

bibliográficas 355 Referencias reindeseable; es transversal generalmente de Espes'r.de las¡taredes. El espesor la sección y de desperdicio material,probabilidadde causararugas debido a la contracción presenta la de refuerzopara lograr incrementar Se más tiempo para endurecer. pu.drn usar costillas que las más delgadas de excesivos pared.Las costillasdebenhacerse rigidez sin espesores en que refuerzan paraminimizar las marcashundidas el exteriorde la pared. parerles como internas,son tanto externas agudas, y cle Rarlios las esquinas bordes. Las esquinas laminarde la fusión, tiendena el interrumpen flujo .n inconvenientes lur partesmoldeadas; en de concentraciones esfuerzo las partesacabadas' y causan superficiales crearclef'ectos pero complicanel diseño plásticos, son posiblesen los moldeados Agu.jertts.Los agujeros en intemrpciones el flujo de la fusión' del rr'lcle y la remociónde la parte.Tambiéncausan con debetliseñarse un ángulode salidaen sus lados Ártgtrl,,t¡, saliclo. La partenroldeada interioen importante lasparedes especialmente Estoes del 'ara f.c:ilitars¡ renroción rnolcle. se contraecontrael molde de r.es u'a partee' forma crecopa,porqueel plásticomoldeado pára termofijosestáentre0.5 y 1o,y para termoplásticos positivg. El álgulo reconrendado parael moldeode plástide entre t/8 y ll2'. Los proveedores compuestos varía usualmente para susproductos' de los cos proporcionan valoresrecomendados ángulos de en permisibles la manufactura las especifican variaciones Titlerattcius. Las tolerancias controladas, estrechamente bajo condiciones es una parte.Aunque la contracción predecible de .t moldeopor inyección;debidoa las variaciones los .n ampliastolerancias sondeseables de y la diversidad formasque por que seven afectados la contracción del parámetros proceso típicaspara las dimenLa las partes. tabla 15.2enlistalas tolerancias en suelenencor¡trarse seleccionados' de moldeadas plásticos de siones las partes seleccionados de moldeadas plásticos en típicas partes TABLA15.2 Torerancias Tolerancias Para: 3/B ( 5 0 n r r n ) Agujeros Pulg(1o rn!! 2 D i n r e l r s i o n e s. 0 p t r l g [ ' l ¿ i s t ittr
I t ' t t t t o ¡ r l , i sois l < ABS Polietilenrr Poliestirencr Terrnofijos os E¡rtixit Felrtilitos t 0.007 pulg. (t 0.2 mm) t 0 . 0 1 0 p u l g .( + 0 . 3 m m ) t 0 . 0 0 6 p u l g .( t 0 . 1 5 m m ) t 0 . 0 0 6 p u l g .( t 0 . 1 5 r r r r n ) t 0 . 0 O 8¡ r u l g .( t 0 . 2 m m )

+ 0.003pul g.(t 0.08mm) ( t 0.005p u l g . + 0 . 0 1 3m m ) + 0.004pul g.(+ 0.01mm) * 0.002pul g.(t 0.05mm) t 0.003pul g.(t 0.08mm)

cle Valorcs representativos la prácticatípica de moldeo comercial de Reco¡rilarla [2], [6], [1al y 117ll. i fraral¡'rañ.s nrás ¡rec¡ueños ¡rueclen reclucirlas toleranciasy para los más grandes,ampliar' se

N T T T N E N C IB IB L I O C R A F I C A S AS
t ll 3rcl B i l l r n e y e r ,F . . W . . J r . . ' I ' t , . r l l u t trtl|'AP t ¡ l t v r c r . s c i c r r c s . e d . , J o h r l W i l e l ' & S o t r s .N e u ' \ i t r k ' 1 9 8 4 ' Desig,rt fttr Matw' l2f Bralla, J. ci.. llundlnnk rl I'r'\tltrt't Co" New York' 1986' l . f t r ( t r t t ' i t t gN ' l c G l ' a r ' r ' - l l i lB o o k . S e c t i o r t6 . e c l ' ,L o n g n l a n G r o t t p I 3 l B r i s t o t r ,J . l l . . P l o s t i t 'I : i l m s , - l l c l L t t l . , E s s e x . E r r g l a r r c ll.9 t i g ' UK s. K .. Plu,rtics 7'cchrtttlrtgr l.1l chancl¿r. M.. arrcl Ro1'. ll¡¡¡¡¿!lvroMarcel t)ekkcr. lrlc" New York' l9ti7' k

Processin'g' t 5 l Clrarrier,J.-M., Polymeric Materials and

New York, 1990' Oxford UniversityPress, Engineer'írrg t6l ErtgineeringMateria|s Handbook,Yol' 2, MetalsPark' Ohio' 1988' International, Pla.stic's,ASM & Hall, C., Polymer Matet'ials, Znd ed', John Wiley 17) Sons,New York, 1989. t 8 l Hensen. F. (eclitor), Plastir: E'ttrusictn Tec'hnologv' in Munich, FRG, 1988(distributed Publishers, ll¿rnser New York)' Press, U.S. by Oxfor<lUniversity

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I

356

de (,a¡ríttrlo / Procesos cotrfornratlo plásticos ¡rara 15 and Practice' t l4l Rubin, l. 1., Injection Molding: Theory

JohnWiley & Sons,New York,1972' Machinery t 1 5 l Sweeney,F. M., ReactíonIniection Molding Inc', New York, 1987' Marcel Dekker, ond Proce.sses, ll0fMoclernPlastit:sEnc'.tclopedio,ModernPlastics' Tadmor, 2., and Costas,G. G., Principles of Polymer tl6l , M c G r aw- llill,I nc .,H i g h ts to w nN ' J ' ' l 9 9 l ' John Wiley & Sons,New York, 1979' Processing, Chapman I). ll., Polvtner Proce'ssin3' tl ll Morton-Jones, R' F ' Tool and Ít7l Wick, C., Benedict,J. T., and Veilleux, a n dF lall.London , 1 9 8 9 ' 4th ed" Vol' II' Manufactttring Engineers Handbook, o.f Polvnter Processin,g, J. Il2l Pearson. R. A.. Mechottit's Fctrm-ing, Society of Manufacturing Engineers' L'ondon'1985' Ptrblishers' Sciettce ElsevierAp¡rliecl Mich., 1984,ChaPterl8' ,1,Ite Dearbont, and t¡|' [:.lctttenIs |,oll,tttcr St'it,nt,e t l3 | Rtrc|in.4., Fl.. ['rcss.lnc., ()l'lallclo. 1982' Aciltlcrttic Ert.tiirrt,t,t.irr.g.

a n d Bu c k n a l l 'C ' B ' ' tg l M c Cr um , N. G . , Bu c k l e y ,C ' P ' ' Oxford University Princi¡tlesof Pol¡'merEngineerirt'g' Oxftrrd,U'K., 1988' Press.

DE P R E C N T A S REPASO U

de plásde los por rasque son importantes procesos conformado tre sorr 15.r. ¿,cuáres argunas ras razones ticos'? a de plásticos,atendiendo la de de principares los procesos conformación 15.2. Identifit¡ueras categorías resultantes' de geornetría los productos de de conformado de importante un polímerofundido en los procesos es r 5 . 3 . La viscosiclacl una propiedad la depende viscosidad? plírsticos. ,,Dequé parámetros

newtonianos? de de fundido la mavoría losfluidos porirn".o t5.4. i[i*"'J,ii;il;ili;;;;;n ---t--^2A^ .l^ ^^límor^ enrl rnnnrtnnle en soniimportantes el cle de propiedadesunafusión polímero ;,.olffi:;;;."o,iu, 1 5 . . 5l:ffirTT . identificadas.
cadauna de las propiedades de procesarriento prásticosiDefinabrevemente Dcl'inala diluruciónen el dado en extrusión' l-5.6.
t ! l ' - rl-f-^^)^^

1 5 . 7 .¿ , Q u é e s e l i r r ¿ / i t ' e d e J t r t i o c t e l a f u n t t i c i ó n d e u n p o l í m e r o f u n d i d o ? de plástico' "er t)lsvsrrterrte el Pr\/wvo" de -:';i"'., lJescrlll¿l brevemente proceso extrusión t 5 . 8 . Describa nes' ttt"'"1en generalmente tressecclol identifique las secciones' Dl utllllLrl(, y t\rrrrr¡ r 5 . 9 .El cilinrlLg tornillo de un extrusorsedividen J el extremo al pracarompedora final del cilindro extrusoren de so' r5 .1 0 . ¿,cuírres rasfunciones ra mana y ra
. r .. -r -'^l ^:t:-l-^ ^vfñro^r cn pl eylfem(]

del claclo? correspondientes? dados y soll l5.ll. ¿,cuáles las formasde extrusiones sus y de plástico películas? u enrrelírnrinas hojas cs l-5.12. ¿,Cu:íl la diferencia producirmaterialde película? para cle es f .5.13. ¿,Cuál el ¡tntc:estt películasoplada de el ¡troceso calandrado' 15.14. Describa más ¿cuáles la aplicación se usanen variasaplicaciones, y 15.15. Las fibrasclepolímeros los filanrentos irnportante? entre unafibra y unfilamento? Técnicanrente, ¿cuáles la cliferencia r5.16. de ¿cuáles el más importante? r5 . 7 . Entrelos nrateriales fibra sintética, 1 o el brevetnente proces clemoldeopor inyección' Describa 15.18. identifíquelos' principales, por inyecciónse divide en dos componentes crenrordeo 1 5 . 1 9una nráq'ina . sujetadoras? de su,l 15.20.¿,Cuáles los dostiposbásicos unidades '..^:

menciénelas. funciones; varias rienen lt.ts . L,as pucnas ell i.. ."icresde inyección 1 5 . 2 l ffiil;'-" - -t ^tló la l n a placas on mordeopor lnyoe" sobreel -morderde rdos n l n r pracas <rer srn 1 5 . 2 2 ¿,cuírres rasventajas molde cretres ,
ción'l Describa argunos de ros crefectosque 1.5.23. t5.24. Descriha el ntoldeo tle espunns eslntcturales' entre deoperación moldeo y procedimientos enerequipolos t . s . 2 5:fi:[:|l ""i"i,J'í|irií.i]ffi;iloi,uo, . - .¡^ r^.*nfii^c? de por y ;.r.oplásticos moldeo inyección termofijos? l;"r'i"i,;;;m. con j,Qu¿es el ntoldeo por in¡'ecc'ión reaccíótt' 15.26. en se cleartículos producen el moldeopor soplado? t5.21.),q"u clase es la fotrna del material inicial en termofonnado? r 5 . 2 8 .¿.iu,il en negativo termoformado? y positivo un molde un nr.l<le 1.5.29. l,ii,ri .: ;;;.;Jn.iu entre que los de termofor. terrnoformado mecánico los moldesde ro¡rnnfnrrnqrln rnecánico oue c.stosos t . s . 3 0l.u,rr,,,,u'; ;;;talmente tttíts . o a rn¿tdo glresititt al vacítl'l de plásticos' pueden ocurrir en el moldeo por inyección

,

.

Cuestionario opciónmúltiple de

357

las 15.3l. ¿,Cuáles los procesos de son nrediante cuales producen espumas polímero? los se generales loi diseñadores productos que debentomaren cuen15.32. ¿,Cuáles algunas son consideracione-s de la cr¡ando diseñan de colnponentes plástico?

C U E S T I O N A I <DO O P C I O NM U L T I P L E I E
de cuestionario. calificaciónporcentual la La llay urr total de 33 respuestas correctas el siguiente en cft'tre basarse dicho total. en ¡lrueba ( Puede por de haber está I 5. | . I-a v iscosirlatl coltede u¡rafusióntle ¡lolírnero afectada ¿cuál los siguientes? dc c) de gradoclepolinrerización, tipo de polínrero, velocidad flujo, d) temb) rle a) In¿ís una respuesta.) o c) éstos. l)cr¿llrrr¿r. toclos se en de 15.2. Al nlovinlicllto haciaadelante la fusiónde polírnero un cilindrode extrusión oponeel flujo de (luees causado la resistencia flujo a travésdel orificio del dado:a) verdadero, b) falso. o por al arrastre. para termoplástiextrusorconvencional de son secciones un cilindro 15.3. ¿,Cuál las siguientQs de opciones d) de del b) de tres.)a) sección compresión, sección dado,c) sección alimentación, seccos?(Mencione y de dosificadora 0 sección formado. e) ciírn de calentamiento, sección (Puede y plásticas películas? de con Ia producción láminas procesos seasocia no cle 15.4. ¿,Cuál los siguientes c) b) a) habermás cleuna respuesta.) procesode extrusiónde películasoplada, calandrado, extrusión del por rodillo refrigerante, rnétodo bisturí,o e) extrusióncon dadode rendija. d) a) de el se 15.5. ¿,A curíltle lassiguientes opciones refiere híladoen la producción fibrassintéticas?: extrusión y de aberturas dado,b) estirado hilos paraalargarlos del cle a tle la fusi(rrr polínrero travésde pequeñas de o adelgazarlos, a los dos anteriores, d) ninguno éstos. c) 15.6. Los principales componentes una máquinade moldeopor inyecciónson: a) unidadde sujeción, de de d) b) tolva.c) unidadde inyección, molde y e) unidadde eyección partes. a) eslallnea de separación?: las líneas opciones por inyección, de las siguientes 15.7. En el nroldeo ¿cuál de del después fluir alrededor corazónen el molde, el fornradas clonde polírnerofundido se encuentra c) del las de estrecha la puertacloncle partesson separadas canalde alimentación, donde b) la seccirin de la uniclad sujeciónsejunta con la unidacl inyecciónen la máquinade moldeo,d) dondelas dos de de rnitades rnoldesejuntan,e) ninguna éstas. del del en es: 15.8. La funciíll tlel sisterna eyección a) moverla fusiónde polímero la cavidad molde,b) abrir de del c) de nloldedespués que la cavidadse ha llenado, removerlaspiezasmoldeadas sislasrnitades del del la d) clespués moldeado, separar partede la cavidaddespués moldeado, del tenra alinrenfación cle a e ) n i rrg u n c l eé s ta s . con un moldede dos cuandosecompara ventajas ofreceun moldede tresplacas 15.9. ¿,Cuírl las siguientes cle automática las partesdel canalde alide (Puecle separación a) placas'l tenermás de una respuesta.) c) elt está tr) rncnlacitin. ln se¡raraci(rn usualnreltte la basede la parteparareducirlas líneassoldadas, el de del molde,e) ninguna éstas. másfuertes d) no orificiode vaciado solidifica, partes (Puede haber con asociados el moldeopor inyección? son defectos problenras de 15.10. ¿,Curil los siguientes e) d) en el dado,c) flujo de amastre, rebaba, fracb) a) nrás unarespuesta.) tallode banlbú, dilatación {c hundidas. o f) cleficiente, g) nrarcas tura funclicla. llenado se rotacional, fuerzacentrífuga usa paraforzarla fusión de polímerocontralas superla f 5. I f . Errel lllolcleo o a) del ficiesde la cavidad moldedondeocurrela solidificación: verdadero, b) falso. a) plásticeis asocia uso de un parison? se el procesos confonnado de de 15.12. ¿,Colr cu¿íl los siguientes de a d) c) por b) nrolcleo soplado, rnoldeopor compreslón, termoformado predclble, r¡p¡le¡ por irryección
sititt, o e) nloldco ctl saltclwiclt.

(Puedehabermás de una cuya forma es convexa? lecibeel lnolde de ternroformaclo 15.13. i,eué ngrnhre o c) b) un nloldenegativo, un moldepositivo, d) un moldede tresplacas. a) respuesta.) un daclo, se de procesos conformaclo plásticos refiereel términode encapsulado? tle 15.14. ¿,A curildc krs siguientes en d) de c) por compresión, extrusión formashuecas, moldeopor inyección el b) a) vaciado. molcleo un al o en la partemoldeada, e) termoformado vacfousando moldepositivo. un cual seenca.iona inserto de plásticas? agentes soplaa) de | 5. I 5 ¿,Cuál los siguientestérmillosse aplicaal procesamiento espumas cle de c) abierta, moldeopor inyección polvos,d) moldeoen sandwich, de clqquír¡ico.5) estructura celda éstos. f-) estructur¿tl,tclclos de e) nrolcleo espuma c) b) a) máscontunes? pol i acetal , pol i eti l eno, pol i est ir eno, dc s o nl ¿ rs l o s s ¡ru rn as pol írncro c e 1. 5. 1 6¿ ,C rl i l ts . p o l i u re ta ny e ) c l o ru roc l epol i vi ni l o. o d)
i r

,!

358

plásticos prara cle cotrfotnra<lo Ca¡rítulo15 / f'rocesos

7. r5.1
8 15 . 1 .

tre cuár siguientes.i.s"ll,11.f::l'"1':::-:il?ffT;iltr,fi":::|ifffftI.$,Tff ¿,En ras ilf iH1l,i1{fJJ[i]:'tüi'flXJ:"Xfi temperatura 1',:1""*;;fiacionu* ara

e)mordeopor [if m;*,:::ffi:i*', reacción, ::eiJl-l11J*?i,'.'"i:'J;':.?Jl'ffi"T';'il:1"i::ffi ffiil';"" i"'fi d)termorormado' ;;:*,.:.":T;lt'ilniJ;::;";:ffi:;:: invecmordeo c) compresión,por p"; ,s,e ;l*:n:;$:i::Xilüti;ti[:ü'..#,;:T'J:ftL:1':ai:i#: ;n*;i:J:::il':JffiffiT:,'JÍJf#:i:ü#:ó;;,d";
t;^i¡^A^c o nnlfrfleros termoplásticos?

#i:$lli,S,llil'ff

;:r::.i,lJil;i:i:n,ffi".;";:il;J" ,

peso' ar á,i,,.ncia of)resistencia moldeo a)

de alambre' ir.nrf.r.n.io, o f) recubrimiento
-.^l

:illj;;'ñ;

'l rqnfñ al rvacío' o lntu'lonul' e)termorormado

PNOBLEMAS
Extrusiótt

del ' la a 60 rev/min; profundidad del un riene diárnetrodeZ.Spulg;-El^,o:"rtlT^trr en el extremo dado exrrusor r5.1. un cirincrro .5o.Lapresiá1stática o de paleta lrq: 17 del de fusión polímero = canal 0.20pulgy su írngulo 50 pulg.Laviscosidad i, "irn"d der,iln¿- es en v esg00rb/purgz delplástico el cilindro' derciri.<rro de ravelocidal flujo-volumétrico iiual al diámetro tornidel D;;;ñ es rzzx rüa rb_seg/purgr. d"r '*iir't sea detal *un.ru'!ueel paso el avance A dela hélice que el el ángulo suministra 15.2. Deternrine ángulo d! extru'sión plásticos, cuacrradoen seilamael ángulo ilo D. Éste

3 ,5 xii;l'Jfi;i*ii*íru*u!ili':;[';p:*':Y La viscosidadde la ;.g pulg. cir, , oo rev/min. es 0.25 pulg y." p;;:

canar Laprorundidad Dde2s fusióndel der polímero

4 Is

clerornillo 'xesl00*rollb-seg/pulg''¿ü;p'"'iOn"Jtá'i'userequierepu'uoui"nt'unuvelocidadvolumétricade pulg y diámetro = flujo = 150pulg3/min? . ¿ ,.^)..^¡t,rlrncoñrinuocon un diámetroexterior 2'0

Bajo estas elimina efecto la queliin'inu el efecrode lo-a tb-seg/pulst. l:-1"::,::";;;; t unu velocidad que la extrusiónseestira que el perfil del dado)' suponien.o nrirruto?, "xterior y diámetrointerior rev/min'La ,i";;;i nrismo¿ie*.tro er (es = r.7; ;' El torniliogira a 55 er rracro rrecir, rubo en estática el exrrrsores 65 *r ;';io"gi*á = l8o' La presión cle cilin<rro 1.5.5.E,rcliárnetro un y "Lnng;ro de fa paleta aer rorniro = 5.0 rn,. estádadacomo 100 ciurar crer de po. t-u uirJosidacl fusiónde polímero 'r.flu^tlirrarr i.o * t,o aer cxrrerrr.trel clado cirindr"'.-

nigu:ff;fl:::ffiTnfiffiiü:?fh;v l;ilffJ: rieneunuprorundidatr canal= ,.z'pulg y u"?"g'r"ie paleta der giraa 50 rev/mi'; uuroí'J'?*;;;::::ly,*1f*,"rfrT"';ffii:,i1","J,:il:1 un riene condic.ionet: presión.,re,i.u en dilatación

1ó;;''rt La 'ongi'ud: = 'ornitto o aspa 16o'

canarder c'e' p'or'rnc'idad 6 ,s ü:i.l;ffi:J,:';,:JJ';:;lT,i',il,l,:;i*"'J;u*:i"lxliffiil'.]1;t'lltu paralograruna veloclrequiere
t c l r l r i l l o = 8 . 0 m m ' y , u p o , o = g s , , - , ' . L a v i s c o s i ¿ u ¿iel. l tornillo se f u n d i d o " , i s P a s , y | a p r e s i ó n e s t á t i . ,"r".i"rr ¿ p o l í m e r o rr,fru.¿qui verocidad es ca e, er cirinclro 4.0

longitud B0mmy una unavtstieneun fundidotieneuna$s cxtrttsor El :rl-"^l','*'. y gira l rev/seg' l-5.7. Urrcilincho 1'UT":lthélice= lgl, "'"t.r. a i rev/seg. plástico después y "l á";i;;e ra = 5 mnr 'D.tennitre *l.,lun¿o Q^e^! Pmáú! ¿.1 ¡rr.r.urrcricrad |ascaracte,r*ti.u, "^,,u,í, = 150Po.' t|e ctlsit|¿tc| corte
exrr.sorgira a 60 = r25 x tola'ru-rrllp"lgz' = 0.75 unu u.to.i¿u¿ ¿";;;r; .,iui Dl = 0.312pulg y L¿ Er 'rírstilo fundirlotiene .i,.utu, del dado"" .l cleforma r,.pu,u una abertu,u b) l),,.'.i*. el factor

cre cracr n,fo uotuTl::::j:Jl*l;:{

con un tiene canal - z.om.su tornillo

Er pies tomi'o =4s v ci,indro pursr.,nsi::lrt la paleta=20o' T en ,58 .':*::::j l}:ll;::,tJ:1ffi'Tffi:5i':':1 canal= 0.3ípuig' y un anguto ,i.". ""a profundiil;; Determinea) Q^e^! rev/rnirr,

50 = roo " lü í;-;tglpitg'' rntuentre i;;;'tt es daclo 0* = 0'00150p' . rieneurraviscosi,l^d cliclo dondetu.uru",.rísticadel gtra y ¡r e'er puntocleoperación, tornillodel extrusor de = 1,rr) los valores 0 tongiruJ s'o pies'El ='¿.0prrg y funcrel El polímero u. ,liárnctr.o cili'crro ia | 5.r(). r Irrcxrrus.rtiere = ó.ri ó'rg v angulocle hélic:=20"' proceso' del .,,,., de operación Tie¡re,,n..,.,ni prur,,ndiclacl ir fr(frt:v/.ri¡r. x tól *-"ü lrí'L'u il "'optratura = visc.sirlati']. ;,r'i" 60 una rlittorienerr

a ex'rusor 'orn'ro gira fune ffil€r ir¿tic ,,, üii?Jl#iJ'*"J':#;i;ii'ffil?i:{iil'ü1*:'^tli;f= l7 '7o' El plástico = ó.;0 ;"1g y el á:g;; ¿e ta de del extrusor profunái¿u¿ canal a) las características rev/mi.; rieneunu

Problemas

359

del extrusof' la clel específica polírneroes L2. a) Encuentre ecuaciónpara la característica [_agravedacl b) a una velocidadde 0.13 lb/seg,determine el Si una seqcióntra'sversalen forma de T se extruye dadoque se indicapor el puntodebperación" dei ón purro cleoperaci (e y D y c) la caracrerística El m, respectivamente' tornicle tieneun cliámetro cilindro y una longitudde 100mm y 2.8 extrusor 15.I | . Un =7.5 mffi, Y ángulode lahélice= l7o' El plástico canai = espesordel llo gira a velocidad 50 rev/nrin, b) del extrusor, el factor a) de una viscosidad corte= 175Pas.Determine la característica fundidotiene = 3.0 mm y longitud= l2'0 mm y c) el circulardel dadocon diámetro rle fomra K, parauna abertura de \Q ¡runto oPeración Y P).

Mcllcleo lx)l"i trYecciotr

ell clado la tahla l5' l ' valorclecontracción se por inyecciónhechade policarbonato cle 15.13. I-a ¿inrensiírn la parte para una cierta piezamoldeada la que tlebemaquinarse cavidad a correspondiente la co'lo 3.75 pulg. calcule la clirnensión es¡rccilica dadoen la tabla l5'l' valorde contracción el tlel mokle,usando una cierta parte moldeadapor inyecciónhechade una 15.14. se especifrica dimensión= 100.00mm para del moldeusanla a correspondiantela cual debemaquinarse cavidad 'ylon- 6,6. calcule la clinrensión en indicaclo ta tabla l5.l paradichomaterial' rlo el valortle contracción en diceque unapartede polietileno unade las por inyección de clel 15.15. El e'cargado clepartanrento rnoldeo que la dimensiónimportante Se mayor que la calculada. especifica tiene una contr¿lcción 0pe:.uciones mide 4.480pulg, a) como primer real moldeada la clela partees tle 4.5t0.01 pulg. sin embargo, parte \ molde.calcule el valor correcto en cavidad'del la pasodebeveriñcarse dimensióncorrespondiente la para el polietileno,indicadoen la tabla l5'l' es cle la tlimensiónclelrnolde.El varor clecontracción de para reducirla cantidad del en podríanhacerse los parámetros proceso ajustes 0.025 pulg: b¡ ¿,qué contracción'l

en el en vtllttntélricade utta parte rnoldeada polietilenobasado tlc 1.5.12. ('illcr¡lc cl ¡rOl'ccrrlil.ic contr¿rccitilt

de operaciones moldeoy termoformado Otras

tieneun diámetro por que se usaen molcleo soplado de cle 15.16. Un datloparaextrusión un parison polietileno que el = 0.062 pulg. se observa del dado en cle = pronredio l).625 pulg. El rarnaño la abertura anillo del salirde la abertura dado' de pulg después del tliárrctrorneclio parisonsedirataa un tamañode 0.820 corespona) por sopladodebeser 4.0 pulg, determine el espesor moldeado del si el diánretro envase del parison' de y tlienteclela pareddel envase b) el espesor la pared de una b<ltella 6.25 pulg de diámetroa partir de un paripor soplado cle ¡rrocluce 15.17. [J'a .¡rcraci(rn ¡1¡ql1l6:o = exterior= 1.25pulg y diámetrointerior l'00 pulg' La cuyo diánretro son que se extruyeen un ciaclo de aire máximaque puede es es v en observada er diírnretro = 1.24. ¿cuál la presión rlc relacirín dilatación es parael polírnero de | 000 lb/pulg2? a la rcnsión ¡r¿ixinro si usarsc cl csluerzs = 7'5 con un diámetroexteriorde I 1.5 mm y diámetrointerior I 5. I g. un parisonque se extruyede un clado un por soplado envase en observada el dadoes 1.25.El parisonse usaparamoldear niln. La clilatación de estándar 2l)' exterior = ll2 nrm (botella de refrescocon un tamaño cuyo diámetro para bebicla botellavacíade refresco b) del envase?, obtengauna de a) ¿,cuáles el espesor paredcorrespondiente pared usando del transversal diámetro.Mida el espesorde la una y corre cuicladosamente sección de con su respuesta la partea)' paracolnparar un nricrónletro medio=27 mm' Los diámecuyodiámetro un proclucir parison para cte l5.lg. se usau¡riloperoc:iírn extrusión si y 2? rnm, fpñft$stlvñnrpn¡p' éf pnrlaon¡nlr ifl nrttt tros i¡rreriory exteriortlel cladoque pioduceel ser 0'40 mm' ¿cuáles el diámetro po. rnoldeaoo sopladodebe clel r.ínirro crela parecl errvase espesor parasoplado? clel nláximo¡rosible rncllcle a de unapelota playahueca partirde poparafabricar dc ura 15.20. se va a us¿lr oper.ación rnolde.rotacio'al la pareddebeser de l/16 pulg' ¿Qué cle de un tenclrá diárnetro 1.5pies.Et espesor La lierileno. pelora La especificaciones? gravedad en debecargarse el moldeparacumplirestas 'es. rle¡.r.lv. rle polietileno
a , L^., ....,n'¡nc c en las es cle terrnofclrmado que hay muchosaclelgazamientos er) 15.21.El problerlr¿l una cierta Operacirin a presiónconvencioes operación un termoformado pare¡esrle rrr. pilrte[rrardeerrf"rra clecopa.La i ni ci alde 0' 125pulg' cl L, y er pl ásti c., uuul árni na eA tsScon un grosor .a r q u e ,s Ír,, r.o rtl ep o s i tivo en hacerse la podrán cambios b) tle cn l¡rsparcdes In copa?, ¿,qué el qrró u) ¿,p.r. rrct¡rrc *dclgaz..,,,¡.,,',i,, el pilr¡l operaciírrr c()rregir protrlcrrla'l específica del polietilello es 0'95'

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