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Trabalho Sobre Maioridade Penal

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UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL - NUCLEO DE GUAPORÉ/RS LEITURA E ESCRITA NA FORMAÇÃO UNIVERSITÁRIA PROF. DR.

DOUGLAS CECCAGNO SEMESTRE: 2012/4

Possibilidade de Mudança da Maioridade Penal

Juciane Pinto Alessi Acadêmica do curso de Direito da Universidade de Caxias do Sul

O Projeto de Emenda Constitucional nº171/93, de autoria do exDeputado Benedito Domingos, tem por finalidade a redução da maioridade penal de 18 (dezoito) para 16 (dezesseis) anos. Desta forma, cria-se uma verdadeira tese de incerteza, pois a grande maioria dos cientistas jurídicos afirma que tal projeto não poderia nem ao menos ter passado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Sob o ponto de vista jurídico, o ordenamento jurídico brasileiro é claro como se pode constatar nos seguintes diplomas legais: -O artigo 27 do Código Penal: “Os menores de 18 (dezoito) anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeito às normas estabelecidas na legislação especial.” - No mesmo sentido relata o artigo 104 da Lei nº 8.069/90: “são penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos às medidas previstas nesta lei.” - Frente a Constituição Federal encontra-se ainda, o artigo 228: “São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos às normas da legislação especial.”

d) direitos políticos. ainda que o compreenda. De fato. não tem condições de determinar-se de acordo com esse entendimento. (KIST e MOLIN.pdf Acesso em: 22 de junho de 2012) Desta forma. Contudo.Com esta norma o legislador consagrou o princípio segundo o qual a pessoa menor de 18 anos não possui desenvolvimento mental completo para compreender o caráter ilícito de seus atos. 2007. Com isso foi adotado um critério puramente biológico. subdivido em cinco capítulos. que considera somente a idade do agente. independentemente da sua capacidade psíquica. ou. e)direitos relacionados a existência. é pacífico o entendimento doutrinário de que mais direitos fundamentais estão dispersos no texto constitucional.br/pdf/vol002_DirA5. Na linguagem do Direito Penal. c)direitos de nacionalidade. quando se trata de desenvolvimento. especificamente no campo da culpabilidade. por esta razão. ainda que plenamente aptos a entender a ilicitude do fato2. situado no . eliminando-se a culpabilidade. quais sejam: a) direitos individuais e coletivos: b)direitos sociais. ademais. Mesmo o legislador tendo incluído a maioridade penal de 18 anos no artigo 228 da Constituição.com. não é passível de sofrer a imposição de sanção criminal. que pressupõe a compreensão do caráter ilícito do fato praticado e. embora não tenha feito no artigo 5º (das garantias fundamentais). de modo que os menores de 18 anos não estão sujeitos a sanção criminal. questões de ordem social e cultural têm um papel determinante no perfil do mesmo. afirma-se que o menor de 18 anos não tem imputabilidade. 210 aduz: Há imputabilidade quando o sujeito é capaz de compreender a ilicitude de sua conduta e de agir de acordo com esse entendimento. a exemplo destes. é sabido que o rol dos direitos fundamentais previstos nestes dispositivos não é taxativo. é pacífico o entendimento de que há direitos e garantias individuais. há uma presunção absoluta de desenvolvimento mental incompleto. é notório que o amadurecimento psíquico é extremamente frágil em um adolescente. os direitos fundamentais estão previstos no Título II. dispersos. os artigos 227 e 228 da CF: Na Constituição Federal brasileira vigente. 2004. Somente é reprovável a conduta se o sujeito tem certo grau de capacidade psíquica que lhe permita compreender a antijuridicidade do fato e também a de adequar essa conduta a sua consciência. p. ou seja.cienciaeconhecimento. embora o legislador tenha utilizado como parâmetro somente o critério biológico. pelo texto constitucional e mesmo infraconstitucional como são os direitos previstos nos artigos 227 e 228 da Constituição Federal. Quem não tem essa capacidade de entendimento e de determinação é inimputável. Disponível em: http://www. organização e participação em partidos políticos. é o que com muita perspicácia Mirabetti.

à profissionalização. em que pese tratada em capítulo distinto daquele específico das garantias individuais. estarão sujeitos às normas da legislação especial. elencando-os no artigo 227 da Constituição Federal (AMIN. quando da realização do ato infracional. à educação. Assim. discriminação. à dignidade. tal como a inimputabilidade penal e o direito a convivência familiar e comunitária (VELASQUEZ. além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência. crueldade e opressão”. à cultura. (KIST e MOLIN. “cujos princípios relacionados à menoridade penal são o reconhecimento da condição peculiar de pessoa desenvolvimento aos adolescentes e o princípio do melhor . 2005). tendo em vista que traduz a certeza de que os menores de dezoito anos. Nesse sentido relata Ruth e Frederico Duarte (2002. a doutrina da proteção integral. Também Andréa Rodrigues Amin salienta que o legislador constituinte elegeu. 35). com absoluta prioridade. Disponível em: http://www. Ainda nesse sentido em termos de responsabilidade pelo cometimento de infrações à lei penal.br/pdf/ vol002_DirA5. violência. 2007. é sem dúvida um princípio integrante da proteção da pessoa humana. à saúde. exploração. à liberdade e à convivência familiar e comunitária.pdf Acesso em: 22 de junho de 2012) Miguel Granato Velasquez sustenta que às crianças e adolescentes são conferidos.com. dentre os direitos fundamentais. ainda outros. 2006. o direito à vida. ou seja. igualmente fundamentais. além daqueles direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. Chega-se a conclusão de que além os direitos fundamentais elencados no artigo 5º da CF/88. p. p 02) que: A inimputabilidade etária. à alimentação.capítulo que trata da criança e do adolescente. ao respeito. esta pretensa modificação é incompatível com a doutrina da proteção legal (inteligência do artigo 227 CF/88). ao lazer. da sociedade e do Estado assegurar à criança. a tutela constitucional extensiva à criança e o adolescente abrange também o disposto no artigo 227 da CF: “É dever da família. aqueles que são indispensáveis para o desenvolvimento da pessoa ainda em formação. ao adolescente e ao jovem. tem-se a proteção do Estado e da sociedade para com a criança e o adolescente como o primeiro dos motivos para que não possa ser modificada a maioridade penal.cienciaeconhecimento.

V da Constituição Federal de 1988: Art. corresponde a um conjunto de princípios administrativos. Por tais motivos. mas principalmente a intenção de educar. produz seus efeitos já na definição inicial de adolescente – como a pessoa entre 12 e 18 anos incompletos. não só aplicando-se uma sanção a sua conduta reprovada como também propiciando-lhe condições de superação da vivência. quando da aplicação de qualquer medida privativa da liberdade. 227. Abaixo dos 12 anos. políticos e pedagógicos que orientam o . (SPOSATO – UNICEF.interesse do adolescente quando da imposição de qualquer medida que afete seu desenvolvimento e liberdade” ( resguardada pelo artigo 227 da Constituição. o que equivale a dizer que as medidas não contém apenas caráter punitivo. cujas regras estão disciplinadas na Constituição e no próprio Estatuto da Criança e do Adolescente. das regras do Estatuto da Criança e do Adolescente e das recomendações constantes da normativa internacional.O direito a proteção especial abrangerá os seguintes aspectos: V . Neste contexto. O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo formulado a partir das diretrizes constitucionais. Na faixa etária seguinte que caracteriza o adolescente (12 a 18 anos).pdf Acesso em 22 de junho de 2012) Cabe salientar que por força da mesma proteção integral. Disponível em: http://www. as respostas ou medidas que decorrem da comprovação da prática de um delito têm uma dupla dimensão: a sancionatória que reprova o ato cometido e a pedagógica que visa oferecer condições efetivas para a superação daquela vivência ou vulnerabilidade. tem início um Modelo de Responsabilidade Especial. a criança ainda que tenha atuado infringindo leis penais.obediência aos princípios de brevidade. excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. Este Modelo de Responsabilidade é especial porque se fundamenta em uma lei especial e em um sistema de justiça também especializado. que visa um atendimento ao menor infrator multidisciplinar. o adolescente dos 12 aos 18 anos é submetido a uma atenção de responsabilidade especial. § 3º .mpdft. conforme a avaliação da necessidade. e somente poderá ser inserida em programas de proteção. O direito não tem condições de solucionar isoladamente de forma adequada a questão do envolvimento de adolescentes com a criminalidade. ganha importância o princípio do respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento do adolescente descrito no artigo 227. de forma a concretizar as exigências de um atendimento e tratamento multidisciplinar da questão. de suprir vulnerabilidades.br/portal/pdf/unidades/ promotorias/pdij/Diversos/estudo_idade_penal_completo. não será submetida a nenhum tipo de procedimento de responsabilização. § 3 °. fundamentado em lei específica e especializada. 2007.gov.

Suas disposições reconhecem o caráter sancionatório das medidas sócioeducativas sem perder de vista suas finalidades de reinserção social e educação. 60 § 4º . por meio de Emenda Constitucional. que tratando-se de um direito e garantia fundamental (que por certo corresponde aos direitos de . o referido artigo. Há que ser considerado de forma irrefutável. qualquer tentativa do legislador infraconst itucional. Portanto. órgãos especializados nos programas sócio educativos direcionados os menores infratores como o CONANDA e ainda o SINASE propicia diretrizes para a articulação de ações que visam a intervenção sócioeducativa. de modo que. por se tratar de direito e garantia individual.funcionamento dos programas de execução de medidas sócioeducativas. IV CF.pdf Acesso em 22 de junho de 2012) Existem. como o próprio nome já denota. o que consiste no terceiro argumento para a impossibilidade da redução da maioridade penal: Nesse sentido Edson Alves da Silva (2008. (artigo 228 CF/88) realmente constitui cláusula pétrea. presente o segundo motivo para a redução da maioridade penal: é inconciliável com o sistema nacional de atendimento socioeducativo –SINASE. qual seja os dos menores de dezoito anos. tal qual sugerem algumas propostas de alteração da Constituição (SPOSATO – UNICEF. 01) dispõe que: “No meu entendimento. não pode ser alterado”. p.com.br/portal/pdf/unidades/promotorias/pdij/Diverso s/estudo_idade_penal_completo. Disponível em: http://www. E. Assim. inscrita no artigo 228 do texto constitucional representa uma das garantias decorrentes dos direitos assegurados aos menores. trata-se de medidas sócio-educativas. sejam elas em meio aberto ou fechado. de reduzir a idade inicial da maioridade penal ser· inconstitucional. o SINASE adota dimensões pedagógicas e políticas inconciliáveis com a execução de qualquer tipo de medida em estabelecimentos destinados a adultos. a maioridade penal. ou mesmo do Poder Constituinte Derivado. Ainda há que se falar da questão da inviolabilidade das cláusulas pétreas. nessa perspectiva.pdf Acesso em 22 junho 2012). e que de acordo com o art. (KIST e MOLIN.br/pdf/vol002_DirA5.mpdft. integra o núcleo imodificável da Constituição das cláusulas pétreas.cienciaeconhecimento.gov. 2007. salientando-se que este conjunto de medidas não se compatibilizam com a imposição de penas criminais. Disponível em: http://www. 2007. Nesta perspectiva.

(SPOSATO – UNICEF. evitando-se. o princípio de respeito ao seu melhor interesse e a finalidade de promoção da dignidade e respeito de sua pessoa e sua integração e desempenhos construtivos na sociedade. corrigi-lo. nos tratados e regras internacionais. pois preferem . semelhante ao adotado para o maior.proteção integral extensivos à criança e ao adolescente).br/portal/pdf/unidades/ promotorias/pdij/Diversos/estudo_idade_penal_completo. não se pode sequer questionar se o dispositivo do artigo 228 da CF corresponde a uma cláusula pétrea. pô-lo em funcionamento e.gov. que é reconhecidamente falido. com esse atual processo de execução. “O fator necessário para podermos ver alguma mudança social em relação à criminalidade juvenil é a criação de uma política de prevenção e não simplesmente de punição” (OLIVEIRA e FUNES. buscando assim a recuperação de jovens que se envolvem em crimes. das Instituições. além disso. como o firmado com a Convenção das Nações Unidas de Direito da Criança: Dentre os fundamentos para a adoção de uma legislação e jurisdição especializadas para pessoas abaixo dos dezoito anos que tenham infringido as leis penais.br/revista/index. que é completamente falho. não é reduzir a maioridade penal. por certo que tem esta natureza. p.unitoledo. a privação de liberdade é uma medida excepcional a ser aplicada como último recurso. corrompêlos ainda mais. portanto. A proposta de redução busca encobrir as falhas dos Poderes. o que é lamentável. que na prática já foi reduzida. 2007.mpdft. Disponível em: http://www. pelo simples fato de que a mudança de uma norma penal não irá fazer com que a violência diminua ou desapareça. da Família e da Sociedade e. mas discutir o processo de execução das medidas aplicadas aos menores. revela a falta de coragem de muitos em enfrentar o problema na sua raiz. de outro lado. Um quarto argumento a ser considerado acerca da irredutibilidade da maioridade penal é que se fosse aprovado estaria afrontando compromissos internacionais firmados pelo Brasil. aperfeiçoá-lo.pdf Acesso em 22 de junho de 2012) São também argumentos contra a redução da maioridade: tratar adolescentes como adultos somente agrava a violência e a prática de crimes hediondos por adolescentes não justifica a alteração da lei. 01) leciona que: A questão.php/ETIC/article/viewFile/1742/1656 Acesso em: 24 junho de 2012) Nesse sentido José Heitor dos Santos (2002. cumprindo ou compelindo os faltosos a cumprir com seus deveres. estão o reconhecimento de necessidades especiais decorrentes da idade. de outro lado. e são recomendados mecanismos de resolução de conflitos fora do sistema judiciário (desjudicialização). Disponível em: http://intertemas. Por isso.

para socorrê-los.crianças e adolescentes. seria lavar nossas mãos. baixa ou nenhuma renda mensal. entre outros fatores. o cometimento de infrações. mas é necessário um olhar para tudo o que está envolvido nessas condutas: Referida violência pode ter como base vários fatores: miséria.unitoledo.cerca de 74%. alcoolismo. já que suas condições sócio-econômicas não os levam a acreditar em um futuro melhor para si e para toda sua respectiva família. 50% são casos de furto. que muitas vezes não têm. levando adolescentes a um sistema falido por não se acreditar que. Observando o perfil dos adolescentes em cumprimento de medidas sócio-educativas em nosso país. Estes são. descobre-se que. pois.com.br/templates/colunaMostrar. sequer o auxílio da família. mendicância. violência doméstica. pois suas vidas são completamente sem sentido. os adolescentes desenvolvem mecanismos de defesa. Disponível em: http://www. em sua grande maioria. e com isso não se permite em lembrar que existem mecanismos de prevenção. desemprego. é a melhor resposta à sociedade. p. mesmo que para um futuro próximo” Como bem pontuado pelo autor acima citado.cartamaior. comprovadamente responsáveis por algum distúrbio no comportamento dos adolescentes. falta de moradia. sendo que. 02) assevera que: “Reduzir a idade penal.br/revista/index. a infração cometida se traduz em crimes contra o patrimônio . Disponível em: http://intertemas. Adriano Pereira Zibetti (2007. e estes por sua vez são completamente variados. Desta forma. educação e oportunidades. desse total. a resposta do problema da violência juvenil não consiste somente na análise da idade em que os atos infracionais são cometidos. ao jovem de 16 anos. Esses adolescentes acham que não há mais nada a se perder. sem prejuízo à segregação já prevista para casos mais graves. querendo assim vingar na maioria das vezes da própria sociedade na qual faz parte a fim de se sentir completamente vingado.php/ETIC /article/viewFile/1742/1656 Acesso em: 24 junho de 2012) Além de todos os fatores que podem estar envolvidos na violência. Os . isto é. que a própria sociedade poderia disponibilizar por meio de programas sociais voltados para as crianças e os adolescentes.cfm?coluna_id=3147. A sociedade tende em somente ressaltar os pontos negativos dos adolescentes. Acesso em 24 de junho de 2012) aponta que a Justiça tem se traduzido em uma ânsia desesperadora por punição. ou traduzindo mais claramente: punir o mal com outro mal. (OLIVEIRA e FUNES. uns tendem manifesta-los de forma agressiva. com primazia Marcos Rolin (2005.atingir os mais fracos .

Curso de Direito da Criança e do Adolescente: aspectos teóricos e práticos. Conclusivamente há que se considerar que o encaminhamento de um adolescente aos presídios brasileiros é no mínimo uma ingenuidade ou total demagogia. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. in MACIEL.pdf Acesso em 24 de junho de 2012).crimes praticados contra a vida representam 8. 2001.htm Acesso em: 24 junho 2012) As estatísticas comprovam que em primeiro lugar os crimes mais cometidos pelos adolescentes são os contra o patrimônio. Disponível em: http://www. Andréa Rodrigues.htm Acesso em: 24 junho 2012) Referências Bibliográficas: AMIN. a eventual aprovação da redução da idade penal só logrará aviltar ainda mais as condições de execução penal no Brasil e nos oferecerá o gosto amargo de uma nova impossibilidade: a de recuperar jovens infratores em convívio com presos adultos. 2001.br/pronunc05. Aqueles que sustentam. cabendo a ressalva de que não é reduzindo a maioridade penal que esta espécie de crime deixará de ser cometida e sim “são as políticas sociais que possuem real potencial para diminuir o envolvimento dos adolescentes com a violência” (SPOSATO – UNICEF. Disponível em: http://www. 2006. mais facilmente. os dividendos eleitorais que procuram.rolim. então.gov.com. Editora Lumen Juris.rolim. (10) Segundo dados da própria FEBEM de São Paulo. 91% dos internos não possuem o primeiro grau completo e. um discurso reconhecido como “duro” contra o crime obterão.02. em presídios ou em delegacias de polícia. Rio de Janeiro. BRASIL. (ROLIN. 2007. como corroboram as palavras de Marcos Rolin nas suas conclusões finais acerca do tema: O discurso em favor do endurecimento penal procura estabelecer uma sintonia com as angústias disseminadas socialmente por conta da sensação de insegurança.planalto. apenas 3. reiterando-se o verdadeiro equívoco que vem a ser a redução da maioridade penal.02.gov.br/ccivil_03/constituicao/ constitui%C3 . Disponível em: http://www.br/pronunc05.46% deste universo.9% dos adolescentes sob medida sócio-educativa concluíram o ensino fundamental. em todo o país.com. (ROLIN.br/portal/pdf/unidades/ promotorias/pdij/Diversos/estudo_idade_penal_completo.mpdft. Concretamente. Disponível em: http://www. K·tia et al.

n.asp? id=2495.br/revista/index.planalto.com.mpdft. Marcos. Dos argumentos simbólicos utilizados pela proposta reducionista da maioridade penal. jan. Disponível em: http://www. OLIVEIRA. Frederico.com. Editora Corag. _______Lei 8.unitoledo.org.php/ETIC/article/viewFile/1742/1656 Acesso em 24 junho 2012.amprs. 53. Juliana Nair de. DUARTE. Manual de Direito Penal Parte Geral.br/joomla/index.br/portal/pdf/unidades/promotorias /pdij/Diversos/estudo_idade_penal_completo.br/doutrina/texto.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848. SANTOS.uol.069 de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: http://www. 2002. 2004.gov. ________Decreto-Lei 2.br/images/Reducao_da_Maioridade. Inconstitucionalidade da Redução da Maioridade Penal. Teresina.htm Acesso em 22 junho 2012. 2001. Pronunciamento do Deputado Marcos Rolin – Sobre a redução da idade penal. Relatório Azul 2005: garantias e violações dos direitos humanos. Disponível em: http://www.rolim. Edson Alves da. ZIBETTI. SILVA. SPOSATO. DUARTE. Disponível em: http://www. Miguel Granato. Porto Alegre. .asp?id=3580.br/doutina/texto.02.br/ccivil_03/leis/l8069compilado.htm Acesso em 22 junho 2012.br/pronunc05.%A7ao. Disponível em: http://www.htm Acesso em 24 junho 2012. ROLIN. Existe a Possibilidade de Redução da Maioridade Penal no Nosso Ordenamento Constitucional Vigente? Disponível em: http://www. Acesso em 23 de junho de 2012.planalto. FUNES. 21 ed. Gilmara Pasqueo Fernandes Mohr. 2005. Acesso em 22 de junho de 2012.uol. Acesso em 22 de junho de 2012. José Heitor dos. Ruth. Disponível em: http://intertemas. Disponível em: http://jus2. São Paulo.gov. Jus Navigandi.com. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. MIRABETE. Editora Atlas. Adriano Pereira. Sobre a Redução da Maioridade Penal. ano 6. Porque dizer não à redução da idade penal. Karina Batista – UNICEF. Acesso em 22 de junho de 2012.php? option=com_content&task=view&id=3444.textolivre.gov. Redução da Maioridade Penal. Julio Fabbrini.htm Acesso em 22 junho 2012.848 de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal.pdf Acesso em 22 de junho de 2012 VELASQUEZ. Disponível em: http://jus2.com.pdf.

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