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Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas – CCAAB

PROJETO PEDAGÓGICO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGROECOLOGIA

COMISSÃO: Profa Franceli da Silva – Presidente Profa. Ana Cristina Fermino Soares Profa. Alicia Ruiz Olalde Prof. Alexandre Américo Almassy Junior

Em atendimento à Portaria 78/08 da Direção do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas

25/07/2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO - PROJETO PEDAGÓGICO -

Processo nº Rubrica:

Fls.

APRESENTAÇÃO

Formulário Nº 01

A finalidade da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia é contribuir no processo de desenvolvimento do Território do Recôncavo, do Estado e do País por meio da formação de quadros científicos e técnicos que atendam as necessidades da sociedade. Acredita-se que uma das principais formas de cumprir com esta finalidade seja o oferecimento à sociedade de uma formação profissional de qualidade. A Lei das Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/96), em seu Artigo 39, conceitua educação profissional como sendo aquela integrada ao trabalho, à ciência e à tecnologia, conduzindo o educando ao permanente desenvolvimento de suas aptidões para a vida produtiva. A educação profissional pode ser compreendida, portanto, como importante estratégia para que os cidadãos tenham efetivo acesso às conquistas científicas e tecnológicas da sociedade. Uma das modalidades de educação profissionalizante que tem sido incentivada nos últimos anos pelo Ministério da Educação é a educação profissional em nível tecnológico. De acordo com o Decreto 2208/97 esta modalidade educacional abrange os cursos de nível superior na área tecnológica, destinados a egressos do ensino médio e técnico. Os cursos superiores tecnológicos, considerados de graduação pela legislação vigente, tem como característica principal a capacitação técnica para atender aos diversos setores da economia e conferirão ao egresso o diploma de TECNÓLOGO. Levando em consideração a necessidade cada vez mais premente de busca por sistemas sustentáveis de produção agropecuária, acredita-se que a Agroecologia deverá se tornar estratégia cada vez mais difundida de desenvolvimento sócio-econômico e tecnológico não somente do Estado da Bahia como em todo o país. Desta forma apresenta-se neste documento o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia como proposta do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

25/07/2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO - PROJETO PEDAGÓGICO -

Processo nº Rubrica:

Fls.

DADOS DE IDENTIFICAÇAO DO CURSO

Formulário Nº 02

CURSO: Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia TITULAÇÃO DO EGRESSO: Tecnólogo em Agroecologia VAGAS OFERECIDAS: 60 TURNO DE FUNCIONAMENTO: Diurno DISTIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA POR COMPONENTES CURRICULARES: Disciplinas: Obrigatórias: 1904 Optativas: 272 Estágio: 170 Atividades Complementares: 80 Trabalho de Conclusão de Curso: 34 Carga Horária total do Curso: 2460

TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO: Tempo Mínimo: 2,5 anos Tempo Médio: 3 anos Tempo Máximo: 5 anos

FORMA DE INGRESSO: vestibular anual REGIME DE MATRÍCULA: semestral PORTARIA DE RECONHECIMENTO:

25/07/2011

por profundas modificações na estrutura fundiária do País. vinculados aos modelos da Revolução Verde. no Brasil. O processo de construção de uma agricultura realmente sustentável. compreendendo especialmente as peculiaridades. por insumos mais ecológicos. em sintonia com o novo paradigma da sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável. um novo interesse pela agricultura familiar. O modelo 25/07/2011 . características e carências do Estado da Bahia e do país. reducionista econômico que predominou na agricultura brasileira no século XX. através do desenvolvimento de habilidades e competências específicas desta área. Essa reação continuada e intensificada ao longo de 30 anos vem promovendo a ruptura do paradigma de desenvolvimento predominante. não se resume a isso. A partir dos anos 90 observa-se. a agricultura de base ecológica tem se convertido em uma via utilizada por agricultores familiares para fazer frente à exclusão econômica e social e à deterioração ambiental. Dentro deste processo. dentre elas a perda da biodiversidade e o êxodo rural. premissa que não condiz com a simples substituição de insumos industriais. devendo passar. a necessidade de redimensionamento das possibilidades produtivas do país. Torna-se imperativo reconhecer que o curso de Tecnologia em Agroecologia justifica-se pela necessidade de formação e qualificação profissional. pelo fortalecimento da agricultura de base familiar. JUSTIFICATIVA Formulário Nº 03 A construção do modelo desenvolvimentista. pautadas em uma visão de futuro estruturada em conhecimentos atualizados. científicos e políticos ecológicos. por políticas públicas consistentes e coerentes com a emancipação de milhões de brasileiros da miséria e pela revisão dos pressupostos epistemológicos e metodológicos que guiam ações de pesquisa e desenvolvimento. embora implique a substituição inicial de insumos. mais respeitosas com o ambiente. provocando a reação de movimentos sociais. O processo de ecologização da agricultura consiste na introdução de novas práticas. Urge então.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . A Agroecologia enquanto ciência compreende que a transformação da agricultura rumo à sustentabilidade está intimamente relacionada aos processos de transformação da sociedade como um todo. não atentou para os limites de resiliência ecológica e reprodução social gerando adversidades. resultando na formulação do conceito de desenvolvimento e agricultura sustentável. sendo esta última uma especificação do primeiro. necessariamente.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. especialmente a partir da Revolução Verde. este estímulo foi dado pelo debate sobre o desenvolvimento sustentável e a multifuncionalidade do espaço rural. que comprometem a qualidade e a existência de vida humana no planeta. utilizandose distintas formas associativas.

A Bahia é o Estado que possui o maior número de agricultores familiares (623. 92. Todas essas funções poderiam ser exercidas de modo mais eficiente pelo modelo familiar do que pelo modelo patronal. à ênfase na diversificação produtiva. 90% têm área inferior a 10 hectares e. centrado na função da agricultura como fornecedora de alimentos e matérias-primas.8% do valor bruto da produção agropecuária estadual. Tomando como exemplo o município de Cruz das Almas.1% dos estabelecimentos agrícolas do Estado. As unidades familiares representam 89. pela produção de alimentos de qualidade e segurança alimentar.4% são unidades familiares. a direção do processo produtivo conduzido pelos proprietários. aptos a valorizar as referências das culturas locais e a contribuir para o desenvolvimento regional e ambiental.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . O modelo familiar tem como característica a relação íntima entre trabalho e gestão. biodiversidade). No Recôncavo os agricultores familiares também constituem a enorme maioria e sua participação na produção é muito expressiva. Além da produção de alimentos e matérias-primas. ligadas ao alto grau de imprevisibilidade do processo produtivo. verifica-se que dos 1. tem cedido lugar à ótica da multifuncionalidade que rompe com o enfoque exclusivamente setorial e amplia as funções atribuídas à agricultura.260 estabelecimentos rurais. ocupando 62% da área e contribuindo com quase 80% do valor bruto da produção. Com base nesta realidade pretende-se que Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia da UFRB venha a contribuir diretamente com a missão de promover a formação de profissionais cidadãos empreendedores. de acordo com o Bando de Dados da Agricultura Familiar. solos. correspondendo a 15% do total nacional. 25/07/2011 . a utilização do trabalho assalariado em caráter complementar e a tomada de decisões imediatas. ocupando 37. o espaço rural seria responsável pela conservação dos recursos naturais (água.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. “produtivista”.9% da área e contribuindo com 39. preservação das tradições culturais. pelo patrimônio natural (paisagens).130). na durabilidade dos recursos e na qualidade de vida. Para este tipo de agricultor a Agroecologia é interessante estratégia de desenvolvimento da produção com responsabilidade ambiental e social.

crítico e criativo. e e) o atendimento às expectativas humanas e sociais. a relação aluno-aluno. do ar e da água. no exercício das atividades profissionais. 25/07/2011 .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . do Estado e do País por meio da formação de quadros científicos e técnicos que atendam as necessidades da sociedade.O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Agroecologia do CCAAB/ UFRB inclui atividades práticas permanentes nos setores de produção existentes no Centro de Ciências Agrárias. a relação professor-aluno e aluno-professor. sob orientação docente. valorizando os saberes acumulados previamente pelos discentes em suas trajetórias de vida. b) conservação ou recuperação da qualidade do solo. As metodologias adotadas contribuirão para a identificação e o desenvolvimento das potencialidades do educando e para a sua formação integral. Uma das finalidades da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia é contribuir para o processo de desenvolvimento do Território do Recôncavo. c) uso tecnológico racional. PRINCIPIOS NORTEADORES Formulário Nº 04 O Curso de Tecnologia em Agroecologia do CCAAB/ UFRB estabelecerá ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e atitudes com responsabilidade técnica e social. será distribuída nos componentes curriculares destacando aulas-teóricas e aulaspráticas. A organização curricular permitirá a aprendizagem a partir da interação entre a busca do conhecimento.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. As atividades de extensão. a carga horária do Curso de Tecnologia em Agroecologia do CCAAB/ UFRB. d) emprego do raciocínio reflexivo. Uma das principais formas de cumprir com esta finalidade é oferecendo à sociedade uma formação profissional de qualidade. O processo de aprendizagem no curso seguirá metodologia onde os professores deverão participar junto aos alunos do processo de construção do conhecimento. A iniciação científica poderá ser desenvolvida pelo aluno durante todo o Curso. a prática reflexiva. Estas atividades que permeiam todo o período de formação dos alunos serão organizadas pelos Professores responsáveis pelos respectivos setores de acordo com a fase de aprendizado do aluno. tendo como princípios: a) respeito à fauna e à flora. de modo a favorecer que este aprenda a fazer fazendo. Ambientais e Biológicas. Para tal. integrado e sustentável do ambiente. também deverão proporcionar práticas em situações reais de trabalho.

Diário Oficial da União de 31 de julho de 2006. PORTARIA Nº 1024 DE MAIO DE 2006 . DE 28 DE JULHO DE 2006 PORTARIA NORMATIVA Nº 12. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos Cursos Superiores de Tecnologia.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. 71. PORTARIA Nº 10. Dispõe sobre a adequação da denominação dos cursos superiores de tecnologia ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. do Decreto 5. 3/2002 .773.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.DOU 23 DE DEZEMBRO DE 2002. nos termos do art. DE 14 DE AGOSTO DE 2006 .773. Seção 1 página 11 25/07/2011 . de 2006. DECRETO Nº 5. DE 9 DE MAIO DE 2006 Dispõe sobre o exercício das funções de regulação.Publicada no DOU de 11/05/2006. §1o e 2o. BASE LEGAL Formulário Nº 05 RESOLUÇÃO CNE/ CP N.

Para tanto. considerando seus aspectos tecnológicos. sociais. em atendimento às demandas da sociedade. gerenciais. além de promover e conservar o equilíbrio ambiental.  Fornecer conteúdos de formação técnica que permitam ao discente a compreensão e a interferência na realidade organizacional na qual está inserido. OBJETIVOS Formulário Nº 06  Objetivo Geral Formar profissionais capazes de atuar de forma crítica e criativa na identificação e resolução de problemas.  Capacitar os futuros profissionais ao planejamento. propor. pesquisa e utilização de processos e técnicas adequadas à solução de problemas relacionados ao desenvolvimento qualitativo e quantitativo dos produtos agropecuários tanto no contexto regional quanto nacional. as atividades do curso devem resultar de um processo integrado de ensino.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. organizativos e culturais. políticos. capaz de dotar os discentes de discernimento e habilidades para pesquisar.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . com visão ética e humanística. com vistas a racionalizar a produção vegetal e animal. bem como a utilizar racionalmente os recursos disponíveis. orientar e administrar a utilização dos fatores de produção.  Proporcionar condições para o desenvolvimento de profissionais que sejam capazes de buscar novas fronteiras de atuação e contribuir para o avanço econômico e social através da adaptação. econômicos. gerenciar e conduzir tecnicamente mudanças.  Objetivos Específicos  Formar profissionais aptos a promover. pesquisa e extensão de qualidade. criação e/ou desenvolvimento de tecnologias apropriadas e sustentáveis. 25/07/2011 . ambientais. em harmonia com o agroecossistema.  Proporcionar formação técnica e humanista ao corpo discente de modo a promover o desenvolvimento de sua capacidade de compreensão da realidade e de sua habilidade para criar e implementar decisões sustentáveis.

crítico e criativo. relacionadas a sua área de atuação. Deverá ser capaz de se adaptar. Deverá ter condições de reconhecer as especificidades regionais e locais. Deverá articular teoria e prática. tecnológica e de sustentabilidade requeridas nos processos de produção de alimentos.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . mobilizando-as de maneira eficiente e eficaz para atender funções de natureza estratégica.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. econômicos. políticos. tecnológicos. com visão crítica e reflexiva. às novas situações e propor a resolução de problemas. de forma inovadora e pautada nos princípios da ciência agroecológica e da ética profissional. atuando como agente de mudança na gerência de sistemas agroecológicos produtivos. 25/07/2011 . contextualizalas e correlaciona-las a realidade nacional e mundial da produção sustentável de alimentos. de modo flexível. sociais e culturais. PERFIL DO EGRESSO Formulário Nº 07 O(a) Tecnólogo(a) em Agroecologia deverá ser um(a) profissional com formação técnicocientífica. considerando seus aspectos ambientais. ambiental.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Formulário Nº 08 O(a) Tecnólogo(a) em Agroecologia apresentará competências para:  Implementar ou orientar a implantação de sistemas agroecológicos de produção. interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e instituições e na gestão de políticas setoriais.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .  Atuar na organização e gerenciamento de empreendimentos agropecuários de caráter tanto empresarial quanto comunitário ou familiar.  Participar e atuar em diferentes segmentos das cadeias de produção agroecológicas. planejar e avaliar projetos para o bom aproveitamento dos recursos naturais renováveis.  Promover e articular o trabalho em equipes interativas e integrativas junto a organizações sociais ligadas ao setor de produção de alimentos.  Desenvolver.  Atuar no processo de constituição e desenvolvimento de organizações sociais ligadas ao setor de produção de alimentos. conservação e comercialização de produtos agropecuários. bem como os de natureza ecológica.  Prestar assistência. assessoria.  Proceder estudos e analisar projetos relacionados a produção sustentável e ecológica de alimentos.PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. 25/07/2011 . consultoria e orientação técnica à empreendimentos agropecuários ou organizações da sociedade relacionadas a esta área.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Quadro Curricular SEMESTRE I CCA Introdução a Agroecologia 34 h SEMESTRE II CCA Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I 102 h CCA Manejo Agroecológico da Produção Animal I 102h CCA 355 Metodologia para o Desenvolvimento Comunitário 34 h CCA 281 Fundamentos de Solos I 85 h CCA 346 Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados ao Meio Rural 68 h 391 h SEMESTRE III CCA Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal II 102 h CCA Manejo Agroecológico da Produção Animal II 102 h CCA 350 Política e Desenvolvimento Territorial 68 h CCA Manejo Agroecológico de Solos 102 h CCA 017 Economia Rural 68 h Formulário Nº 08 SEMESTRE IV CCA Homeopatia aplicada à Agricultura I 85 h CCA Manejo Agroecológico de Recursos Hídricos I 85 h CCA 006 Extensão Rural 68 h SEMESTRE V CCA Homeopatia aplicada à Agricultura II 85 h CCA Manejo Agroecológico de Doenças 102 h CCA 359 Elaboração e Análise de Projetos 68 h CCA Manejo Agroecológico de Pragas 102 h Optativa 68 h SEMESTRE VI CCA Estágio Supervisionado em Agroecologia 170 h CCA Trabalho de Conclusão de Curso 34 h Optativa 68 h CCA 032 Ecologia Geral 68 h CET 013 Introdução à Ciência da Computação 68h CET 062 Cálculo A 102 h CCA 343 Teoria Cooperativista I 68 h CCA 364 Gestão Tecnológica em Empreendimentos Solidários 68 h CCA 354 Legislação Ambiental e do Trabalho 68 h 374 h Optativa 68 h Optativa 68 h 340 h 442 h Atividades Complementares 80 h 425 h 408 h 25/07/2011 .

PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS OPTATIVAS CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO CARGA HORÁRIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CARGA HORÁRIA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CARGA HORÁRIA TOTAL 1904 272 170 80 34 2460 25/07/2011 .

ELENCO DOS COMPONENTES CURRICULARES Componentes Curriculares Obrigatórios por Centro Formulário Nº 09ª Quadro de Componentes Curriculares .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. Ambientais e Biológicas .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .Centro de Ciências Agrárias.CCAAB Código CCA CCA 032 CCA 343 CCA CCA CCA 355 CCA 281 CCA 346 CCA Nome Introdução a Agroecologia Ecologia Geral Teoria Cooperativista I Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I Manejo Agroecológico da Produção Animal I Metodologia para o Desenvolvimento Comunitário Fundamentos de Solos I Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados ao Meio Rural Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal II Manejo Agroecológico da Produção Animal II Política e Desenvolvimento Territorial Manejo Agroecológico de Solos Função Básica Básica Básica Profissional Profissional Profissional Básica Básica Profissional Profissional Profissional Profissional Módulo 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 Semestre 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 Carga Horária Total/ T P E Total semana 34 34 2 34 34 34 34 34 34 68 34 34 68 34 34 34 68 68 51 68 68 68 68 68 102 102 34 85 68 102 102 68 102 4 4 6 6 2 6 4 6 6 4 6 Pré-Requisitos CCA 032 Ecologia Geral CCA Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I CCA Manejo Agroecológico da Produção Animal I CCA CCA 350 CCA CCA 281 Fundamentos de Solos I 25/07/2011 .

PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. CCA 017 CCA CCA CCA 006 Economia Rural Homeopatia aplicada à Agricultura I Manejo Agroecológico de Recursos Hídricos I Extensão Rural Básica Profissional Profissional Profissional 60 60 60 60 3 4 4 4 68 34 51 34 51 34 34 - 68 85 85 68 4 5 5 4 CCA 346 Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados ao Meio Rural CCA 364 CCA 354 CCA Gestão Tecnológica em Empreendimentos Solidários Legislação Ambiental e do Trabalho Homeopatia aplicada à Agricultura II Profissional Profissional Profissional Profissional Profissional Profissional Profissional 60 60 60 60 60 60 60 4 4 5 5 5 5 6 68 68 34 68 68 68 - 51 34 34 - 170 68 68 85 102 68 102 170 4 4 5 6 4 6 10 CCA Homeopatia aplicada à Agricultura I CCA CCA 359 CCA CCA Manejo Agroecológico de Doenças Elaboração e Análise de Projetos Manejo Agroecológico de Pragas Estágio Supervisionado em Agroecologia Ter cursado no mínimo 50% das disciplinas do curso Elaboração e Análise de Projetos CCA Trabalho de Conclusão de Curso Profissional 60 6 34 - - 34 2 25/07/2011 .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .

Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .CETEC Código Nome Função Módulo Semestre Carga Horária Total/ T P E Total semana CET 013 Introdução à Ciência da Computação Básica 60 1 34 34 68 4 CET 062 Cálculo A Pré-Requisitos - Básica 60 1 102 - - 102 6 25/07/2011 . Quadro de Componentes Curriculares .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO . ELENCO DOS COMPONENTES CURRICULARES Componentes Curriculares Optativos por Centro Formulário Nº 09B Quadro de Componentes Curriculares .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls. Condimentares e Aromáticas Fisiologia Pós Colheita de Frutos e Hortaliças Gestão de Tecnologia da Informação Teoria Cooperativista II Sociologia Rural Constituição e Desenvolvimento de Cooperativas Sustentabilidade Ambiental Análise Agro-Ambientais Solos e Qualidade Ambiental Desenvolvimento de Comunidades Básica Básica Profissional 60 60 60 Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º 68 68 34 34 68 CCA 217 Profissional 60 Entre o 5º e 6º 34 34 68 4 CCA 364 CCA 347 CCA 018 CCA 351 CCA 356 CCA 223 CCA 224 CCA 218 Profissional Profissional Básica Profissional Profissional Profissional Profissional Profissional 60 60 60 60 60 60 60 40 Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º 68 68 68 68 68 68 34 34 34 34 68 68 68 68 68 68 68 68 4 4 4 4 4 4 4 4 Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º Entre o 5º e 6º .Centro de Ciências Agrárias. Ambientais e Biológicas – CCAAB Código Nome Função Módulo Semestre T CCA 283 CCA 235 CCA 215 Carga Horária P E Total/ Pré-Requisitos Total semana 68 68 4 4 4 CCA Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I CCA Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I *** CCA 343 Teoria Cooperativista I CCA Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados 25/07/2011 Metodologia da Pesquisa Fundamentos de Filosofia Plantas Medicinais.

CCA 057 CCA 056 Comercialização Economia dos Recursos Naturais e dos Ecossistemas Profissional Profissional 40 40 Entre o 4º e 6º 68 68 68 68 4 4 Entre o 4º e 6º ao Meio Rural CCA 017 Economia Rural CCA 017 Economia Rural Quadro de Componentes Curriculares .CAHL Código Nome Módulo Semestre Carga Horária Total/ T P E Total semana Pré-Requisitos Quadro de Componentes Curriculares .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .CCS Código Nome Módulo Semestre T Carga Horária Total/ P E Total semana Pré-Requisitos Quadro de Componentes Curriculares .Centro de Ciências da Saúde .Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas – CETEC Código Nome Módulo Semestre Carga Horária Total/ T P E Total semana Pré-Requisitos Quadro de Componentes Curriculares .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.Centro de Formação de Professores – CFP Código Nome Módulo Semestre Carga Horária Total/ T P E Total semana Pré-Requisitos 25/07/2011 .Centro de Artes. Humanidades e Letras .

Metodologia para o Desenvolvimento Comunitário CCA 281 .Fundamentos de Solos I CCA 346 .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.Ecologia Geral - 25/07/2011 .Teoria Cooperativista I Total 2º SEMESTRE CCA .Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados ao Meio Rural Total Formulário Nº 09C NATUREZA PRÉ-REQUISITO CARGA Horas/ HORÁRIA semana 34 68 68 102 68 340 2 4 4 6 4 20 Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória - 102 102 34 85 68 391 6 6 2 6 4 18 Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória CCA 032 .Introdução a Agroecologia CCA 032 .Introdução à Ciência da Computação CET 062 .Manejo Agroecológico da Produção Animal I CCA 355 .Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I CCA .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .Ecologia Geral CET 013 . ELENCO DOS COMPONENTES CURRICULARES Integralização por Semestres DISCIPLINA 1º SEMESTRE CCA .Cálculo A CCA 343 .

Manejo Agroecológico de Recursos Hídricos I CCA 006 .Legislação Ambiental e do Trabalho Total 85 85 68 68 68 374 5 5 4 4 4 22 Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória CCA 346Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados ao Meio Rural - 25/07/2011 .Manejo Agroecológico de Solos CCA 017 .Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal II CARGA HORÁRIA 102 102 68 102 68 442 Horas/ semana 6 6 4 6 4 26 NATUREZA PRÉ-REQUISITO Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória CCA . DISCIPLINA 3º SEMESTRE CCA .UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .Extensão Rural CCA 364 .Economia Rural CCA 281 Fundamentos de Solos I - Total 4º SEMESTRE CCA .Política e Desenvolvimento Territorial CCA .Gestão Tecnológica em Empreendimentos Solidários CCA 354 .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.Manejo Agroecológico da Produção Animal II CCA Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I CCA Manejo Agroecológico da Produção Animal I - CCA 350 .Homeopatia aplicada à Agricultura I CCA .

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO E INTEGRAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DIDÁTICO PEDAGÓGICO .Manejo Agroecológico de Doenças CCA 359 .Manejo Agroecológico de Pragas Optativa CARGA HORÁRIA 85 102 68 102 68 425 Horas/ semana 5 6 4 6 4 25 NATUREZA PRÉ-REQUISITO Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Homeopatia aplicada à Agricultura I - Total 6º SEMESTRE .Homeopatia aplicada à Agricultura II CCA .Trabalho de Conclusão de Curso CCA CCA Optativa Optativa Optativa 170 34 68 68 68 408 10 2 4 4 4 20 Obrigatória Obrigatória Ter cursado no mínimo 50% das disciplinas do curso Elaboração e Análise de Projetos - Total CARGA HORÁRIA TOTAL: 2.Elaboração e Análise de Projetos CCA .PROJETO PEDAGÓGICO - Processo nº Rubrica: Fls.Estágio Supervisionado em Agroecologia . DISCIPLINA 5º SEMESTRE CCA .380horas 25/07/2011 .

Recomenda-se que as atividades relacionadas ao trabalho de conclusão do curso devam ser iniciadas na disciplina Elaboração e Análise de Projetos. participação em atividades de pesquisa e extensão.Caberá ao Colegiado designar. Parágrafo Único – No início de cada ano letivo. os professores que ministrarão aulas deverão proceder o planejamento comum das atividades acadêmicas.NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO CURSO Formulário Nº 10 O Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia será regido pelas seguintes Normas : Art.O currículo do curso será integralizado em 2409 horas . apresentação e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. o que deverá ser feito mediante a realização de um Seminário Anual do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia. 1° . O objetivo deste evento será permitir que os calouros tomem conhecimento sobre sua área de atuação profissional e também esclarecer as normas de funcionamento do Curso. § 1° .O Colegiado do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia deverá instituir uma comissão responsável por definir as normas de elaboração. 5° . o Colegiado do Curso deverá proceder a Prématrícula para o semestre seguinte. Art. 2° . compatibilizando períodos para as atividades avaliativas e extra-classes.distribuídas em 6 (seis) semestres letivos.Em período anterior ao início de cada semestre letivo. Art. incluindo-se o Estágio Supervisionado em Agroecologia e Trabalho de Conclusão de Curso. realizadas ao longo do período de formação do aluno tais como: monitorias. § 2° .A disciplina Trabalho de Conclusão do Curso será requisito para a integralização do currículo. A matrícula será efetuada por disciplina. Art.Consideram-se como Atividades Complementares as práticas em áreas relacionadas ao curso. . 3° . os professores que procederão o acompanhamento e a orientação acadêmica para cada estudante ingressante no Curso. 6° . Parágrafo Único .Semestralmente o Colegiado do Curso deverá designar uma comissão de três professores para coordenar a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso e a realização do Seminário Semestral do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia.Ao final de cada período letivo. Os alunos deverão elaborar e apresentar seus Trabalhos de Conclusão a comunidade acadêmica.O oferecimento de disciplinas em cada semestre estará condicionado a demanda de no mínimo 10 (dez) alunos para abertura de uma turma. § 3° . 4° . entre o quadro de docentes do Curso. caberá ao Colegiado designar uma comissão de professores e representantes estudantis para organizar e realizar um Ciclo de Palestras sobre Agroecologia junto aos novos alunos do Curso. Art. Na matrícula dos alunos será exigido os pré-requisitos específicos das disciplinas.

Estas atividades devem privilegiar a interdisciplinaridade e a interação entre a Universidade e a comunidade. caberá aos alunos. acompanhamento e avaliação das atividades de Estágio Supervisionado em Agroecologia. § 4°. 7° .Os casos omissos serão decididos pelo plenário do Colegiado do Curso.Caberá ao Coordenador de Curso designar comissões de representantes do Colegiado para analisar os Relatórios das Atividades Complementares.Para fins de integralização curricular. Art. 9° . Parágrafo Único . 25/07/2011 . proporcionando aos alunos a prática dos conhecimentos adquiridos em sala de aula. no início do último semestre do curso.O Estágio Supervisionado em Agroecologia só poderá ser realizado após a conclusão de no mínimo 50% da carga horária das disciplinas do curso. Art. § 3° .Semestralmente será instituída pelo Colegiado do Curso uma comissão de professores para orientação.§ 1° . § 2° .O cumprimento da carga horária mínima de 80 horas em Atividades Complementares será obrigatório para fins de integralização curricular do aluno. submeter à apreciação do Colegiado o Relatório das Atividades Complementares contendo em anexo cópias dos comprovantes de participação nestas atividades reconhecidos pelos órgãos competentes da UFRB.

R. J. Paulo. 592 p. Princípios de ecologia populacional e demográfica de plantas. Brasília/DF. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. CAPORAL. Subsídios à formulação de diretrizes ambientais para o desenvolvimento agrícola. Sílvio Gomes.EMENTÁRIO DE COMPONENTES CURRICULARES Formulário Nº 11 Nome e código do componente curricular: CCA – Introdução a Agroecologia Modalidade Função: DISCIPLINA BÁSICA Pré-requisito: Centro: CCAAB Carga horária: 34 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Introdução a agroecologia. 2007. Informe Agropecuário . Agroecologia e Extensão Rural – Contribuições para a Promoção do Desenvolvimento Rural Sustentável. Bibliografia ALMEIDA. 167p. n. ALTIERI. 250p. Jalcione e NAVARRO. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Diversidade e estabilidade do agroecossitema. 2000.. Funcionamento dos agroecossistemas. 2001. Recursos genéticos em agroecossistemas. Zander (Org. PETEREN. 220. Nichos ecológicos. 653p. ALTIERI. Agroecologia. Eli Lino de Jesus e Patrícias Vaz. Rio de Janeiro: AS-PTA. EPAMIG. Rio de Janeiro: AS-PTA. 25/07/2011 . C. R. 2000. Interações ecológicas intra e interespecíficas. Ângela. Fatores bióticos e abióticos nos agroecossitemas. 122p.A. Belo Horizonte. Miguel. CORDEIRO. Miguel. 2002. F. 97 p. Conceitos de ecossistemas naturais e agroecossistemas. ALMEIDA. 214p. S. 24. 2003. GLIESSMAN. Trad. NICHOLLS. v. COSTABEBER. Crise sócio ambiental e conversão ecológica da agricultura brasileira. México: PNUMA y Red de formación ambiental para América Latina y el Caribe. 1999.). Porto Alegre: UFRGS. Agroecologia: teoría y práctica para una agricultura sustentable.Porto Alegre: Editora da Universidade – UFRGS. Diversidade e sustentabilidade dos sistemas agroecológicos. A construção social de uma nova agricultura: tecnologia agrícola e movimentos sociais no sul do Brasil.

Porto Alegre.T. Ed. Brasília. TOWNSEND C.M. G. 1995. BEGON M. Poluição ambiental. Sucessão ecológica. Porto Alegre. Biomas terrestres e aquáticos. R. Ed. Componentes estruturais e funcionais dos ecossistemas. Rio de Janeiro. procedimentos e ferramentas. Avaliação do impacto ambiental: agentes sociais.Nome e código do componente curricular: CCA 032 – Ecologia Geral Modalidade DISCIPLINA Pré-requisito: Função: BÁSICA Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Histórico e conceito de ecologia. Princípios de Ecologia. 1988. Atividades degradadoras do ambiente natural. J. FELLENBERG. Artmed. São Paulo. 1985. ROCHA. Ecologia de populações. Artmed. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. Legislação ambiental. 1999.S. 2005. Agricultura ecologicamente sustentável. 520p. 25/07/2011 . 157p. Manejo ecológico do solo. ODUM. 1997.. Fluxo de energia. 1980. 2006. 2 ed. Fitogeografia do Brasil. 514p.. EDUSP. Estudo das comunidades bióticas. J. Nobel. PRIMAVESI. HARPER. Ecologia. Guanabara. Ciclos biogeoquímicos. Bibliografia DAJOZ R. A. E. 592p. Manual de projetos ambientais. Fundamentos da Ecologia. São Paulo. Introdução aos problemas de poluição ambiental. UFSM.L. Avaliação de impactos ambientais. Guaíba: Agropecuária.433p. EHLES. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Ed.

COMER. Rede de computadores. N. G. SANTANA FILHO. 2005. São P au lo: SENAC. I. 921 p. São Paulo: Thomson Pioneira. M. São Paulo: Ciência Moderna. O. 1 998.Nome e código do componente curricular: CET 013 – Introdução à Ciência Computação Modalidade Função: DISCIPLINA BÁSICA Pré-requisito: Centro: da CETEC Carga horária: 68 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Noções básicas sobre microcomputadores. VIE IRA. R. L. São Paulo: Bookman. MCFEDRIES. A. 2004. MANZANO. São Paulo: Terra. Estudo Dirigido de Microsoft Office Word 2007. 2007. Fórmulas e Funções com Microsoft Excel. Internet.4ª Ed. In trodução à informática .. Redes de Computadores e Internet . 2000. MANZANO. E. Introdução aos Fundamentos da Computação . RAMALHO. DINIZ. Bibliografia CAPRON. A. A. Office 97. Introdução À Informática Passo a Passo. 25/07/2011 . N. J. J. N. H. São Paulo: ERICA. V.Linguagens e Máquinas. Ambiente de trabalho com interface gráfica. L. JONHSON.. D. Intro dução à internet . Editores de texto. J. P. São Paulo: Ma krom Books. noções de programação. 2006. Elementos de sistemas operacionais. Planilhas eletrônicas. G. 2007. São Pau lo: Pearson Education. 2001. A.

1971 BOLDRINI. LIPSCHUTZ. Integração pelo método da substituição.Nome e código do componente curricular: CCA 062 – Cálculo A Modalidade Função: DISCIPLINA BÁSICA Pré-requisito: Centro: CCAAB Carga horária: 102 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: O limite e a continuidade de funções reais de uma variável. 10a edição.Vetores e Matrizes. 2.Álgebra Linear. G. NATHAN. S. 25/07/2011 . Ed. 2001. 4ª edição. J. ANTON. G. F. L / COSTA.: Cálculo . Editora Pioneira Thomson Learning. A derivada de funções reais de uma variável real. 6ª edição. KOLMAN. 2. S. F / WETZLER. J. H. 2000. B.: Cálculo. Os extremantes de funções reais de uma variável real e o polinômio de Taylor.1988. Noção de integral definida e cálculo de área.A. O cálculo de primitivas de funções reais. 2003. Editora Bookman.Vol. As propriedades da derivada de tais funções./ RIBEIRO. Diferenciais. Um Novo Horizonte . V.Álgebra Linear.Álgebra Linear. .Vol. Livros Técnicos e Científicos . Bibliografia STEWART. Ed.: Cálculo – Vol.1987. Editora Addison Wesley. H. . 2. R .. M. S. L. Guanabara . Teorema Fundamental do Cálculo. THOMAS.Editora S. Propriedades geométricas de uma função e a sua derivada. Problemas de otimização. Harbra 1980. . Editora Mc Graw-Hill . . I.

R. Nova economia institucional e análise do cooperativismo: teoria da agência. G. São Paulo: Atlas. 2002. São Paulo: Atlas. Cooperativa de habitação. Porto Alegre: UFRGS/IEPE. BUZANELO. 2001. 1994. BITTENCOURT. Globalização e evolução do pensamento cooperativo. Cooperativas de terceiro grau. O Cooperativismo no Brasil – da vertente pioneira à vertente solidária. Introdução à economia solidária. desenvolvimento e o futuro do trabalho. Cooperativas agrícolas e capitalismo no Brasil. In: Perspectiva Econômica. teoria dos direitos de propriedade. Petrópolis – RJ: Vozes. político e doutrinário da cooperativa. Fatores associados ao nível de satisfação do cooperativado na organização cooperativa de produção agrícola. de. 1983. IRION. Tendências do cooperativismo contemporâneo.). uniões. B.. Cooperativismo. D. O. S. Cooperativas de segundo grau (federações. Cooperativa agrícola. 2000. PINHO. Cooperativas de crédito solidário: constituição e funcionamento. Cooperativismo e Economia Solidária. 1997. São Paulo: STS. São Paulo: Perseu Abramo. Cooperativas mistas. J. MARTINS. de. São Leopoldo: UNISINOS.F. centrais. J. D. W. Cooperativa de infraestrutura. Cooperativa de saúde. 2004. Rio de Janeiro: DP&A. A. 2001. RECH. 13. Produtores agrícolas e cooperativa: suas relações e contradições. São Paulo: Hucitec. E. Fim sócio-econômico. (org. Cooperativas de primeiro grau (singulares). 2003. D. 2003.). F. E.A. M.Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária: CCA 343 – Teoria Cooperativista I CCAAB 68 Modalidade Função: Natureza: DISCIPLINA BÁSICA OBRIGATÓRIA Pré-requisito: Módulo de alunos: 60 Ementa: O pré-cooperativismo dos socialistas utópicos. etc. Bibliografia ARRUDA. 2001. Salvador: PRORENDA – Bahia. teoria dos custos de transação. SINGER. CARIO. Cooperativas: uma alternativa de organização popular. de P. 25/07/2011 . Cooperativas de produção ou de produtores. Cooperativismo e economia social. A. seus limites e possibilidades: um estudo de experiências e seus impactos locais. Manual das Sociedades Cooperativas. PRESOTTO. Classificações que consideram os fins da sociedade cooperativa. 1981. Teoria institucionalista e cooperativismo. 1982. POLONIO. D. M. Outros ramos do cooperativismo. S. Cooperativa Especial Cooperativa de Turismo e de Transporte. LOUREIRO. Brasília: MDA / Estudos NEAD. nº. O poder do atraso: ensaios de sociologia da história lenta. Teoria econômica da cooperação. O cooperativismo rochdaleano. R. Cooperativa de trabalho. Manual de Gestão das Cooperativas: uma abordagem prática. São Paulo: Cortez. P. São Paulo: Saraiva. Cooperativas de consumo ou de consumidores. OLIVEIRA. Tornar real o possível: a formação do ser humano integral – economia solidária. Cooperativa de educação. OLIVEIRA. I. Cooperativas de crédito.

F. Introdução à fisiologia do desenvolvimento vegetal. 2000. Viçosa: UFV. NICHOLLS. 650p. Desenhos de sistemas agroecológicos produtivos. ALTIERI. UESB. Fisiologia Vegetal. Agroecologia: teoría y práctica para una agricultura sustentable. A. 2000. 592 p. São Paulo.C. São Paulo. 254p. 2007. Fisiologia Vegetal: relações hídricas. ALTIERI. 653p. 1995. M.A. Manual de Fisiologia Vegetal – Teoria e Prática. 2005. Curso Básico de Relações Hídricas de Plantas. 1986. 250p. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. ambientais e agronômicos da Ciência da Agroecologia. 451p. G. KLUGE. Brasília/DF.. CASTRO. México: PNUMA y Red de formación ambiental para América Latina y el Caribe.. R. CAIRO.R. F. EUFC. Livroceres. FERRI. CASTRO. N. LOPES. Rio de Janeiro. R. 2004. SENA. 167p. Interação de fatores envolvidos no processo produtivo. Miguel. Impactos das técnicas agrícolas sobre os recursos produtivos. G. R. P. Bibliografia AWAD. S. Introdução à Fisiologia Vegetal. C. Evolução de práticas agrícolas. R. Maringá: Eduem.. 2 ed. Eli Lino de Jesus e Patrícias Vaz. Edusp. P. 2002.Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária: CCA – Sistema Agroecológicos de Produção CCAAB 102 Vegetal I Modalidade Função: Natureza: DISCIPLINA PROFISSIONAL OBRIGATÓRIA Pré-requisito: Módulo de alunos: CCA 032 Ecologia Geral 60 Ementa: Introdução aos sistemas produtivos. P. de C. B. e.. KLUGE. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. CAPORAL. R. Sustentabilidade ecológica da agricultura. 2005. P. de.A. 1983.A. Agroecologia e Extensão Rural – Contribuições para a Promoção do Desenvolvimento Rural Sustentável. Fisiologia Vegetal. C.R. Volumes I e II . Sistemas de produção em grandes ambientes brasileiros. KERBAUY. Miguel. Estudo de técnicas e processos produtivos poupadores de energia e recursos. MARENCO. GLIESSMAN. Princípios sociais.. Fortaleza. Rio de Janeiro: AS-PTA. FERREIRA. COSTABEBER. 452p.Porto Alegre: Editora da Universidade – UFRGS. CASTRO. 1992. Guanabara Koogan. G. 25/07/2011 . Fisiologia Vegetal. Contexto dos problemas ecológicos da agricultura. R. M. A. Vitória da Conquista. R. Identificação das principais correntes de pensamento agroecológico aplicadas ao desenvolvimento sustentável.O. J. L. PERES. 2002. R. Trad. J. Nobel.

453 p. S. instalações. v. 25/07/2011 . S. 1984. Campinas. n. 430 p. Cyrino. 653p. Bibliografia ALTIERI. Editora Centaurus.A. 2000. Anais do 2o Congresso Brasileiro de Gado Leiteiro. 167p. J. Luiz A. Suinocultura intensiva: produção. 2000. C. S. Paulo R. EPAMIG. SP. Agroecologia: teoría y práctica para una agricultura sustentable. CAVALCANTI. México: PNUMA y Red de formación ambiental para América Latina y el Caribe. Agroecologia. São Paulo. Ivo wentz. GLIESSMAN. J.S.E. CAPORAL. Informe Agropecuário . 2003. Ação do ambiente na produção animal. R. Produção de Suínos.P. FEALQ/ESALQ. R. da Silveira. 1998. Piracicaba. 24. manejo e saúde do rebanho / Editado por Jury Sobestiansky. SP. Desenvolvimento da cadeia de produção orgânica de alimentos de origem animal. 1997. NICHOLLS. SP. e ENGLERT. COSTABEBER. Concórdia _ CNPSa.Conforto e ambiência. S.Porto Alegre: Editora da Universidade – UFRGS. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável.Nome e código do componente curricular: Centro: CCA – Manejo Agroecológico da Produção CCAAB Animal I Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONAL Pré-requisito: Carga horária: 102 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Importância econômica do manejo agroecológico da produção animal. Conceitos Modernos de Exploração Leiteira. Miguel. Brasília/DF. Avicultura. 1995. 250p. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. F. Belo Horizonte. Agroecologia e Extensão Rural – Contribuições para a Promoção do Desenvolvimento Rural Sustentável. 2007.. Sistemas de criação. 97 p. equipamentos e profilaxia ligados a espécies animais. Sesti – Brasília: Embrapa – SPI. 220.

Salvador: UNESCO/ Quarteto. R. (Caderno de Formação 24). 13 p. NUNES. REDE DE INTERCÂMBIO DE TECNOLOGIAS ALTERNATIVAS. 178 p. 6ª ed. CERIOLI. EHLRES. Belo Horizonte. M. Petrópolis: Vozes. Viçosa: Editora UFV. FREIRE. 2002. Organização e mobilização social em comunidades. 1997. O. G. Pedagogia da participação: trabalhando com as comunidades. D. Abordagens participativas para o desenvolvimento local. (Org. 144 p.. P. Rio de Janeiro: AS-PTA/Actionaid-Brasil. F. 2005. Diagnóstico e planejamento participativo do desenvolvimento comunitário. 1996. Bibliografia BERKENBROCK. Dinâmicas de grupo. Balanço de Atividades. São Paulo: Livros da Terra. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. A arte das orientações técnicas no campo: Concepções e métodos. 139 p. Desenvolvimento local sustentável. ROMANO. E.). P. COELHO. 2002. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. 1999. V. J. São Paulo: CONCRAB/ MST. PETERSEN.Nome e código do componente curricular: CCA 355 – Metodologias para Desenvolvimento Comunitário Modalidade Função: DISCIPLINA Pré-requisito: Ementa: PROFISSIONAL Centro: o CCAAB Natureza: Carga horária: 34 OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Análise dos conceitos de comunidades. MG: Rede. Brincadeiras e dinâmicas para grupos. 2006. São Paulo: Paz e Terra. P. J. 25/07/2011 . Método de trabalho popular. 1999.

F.F.T. P. T. Dinâmica de água no solo. M.F. Elementos de pedologia. 1995. mineralogia e petrologia. L. Minerais primários e secundários. TEIXEIRA.Nome e código do componente curricular: CCA 281 – Fundamentos de Solos I Modalidade DISCIPLINA Pré-requisito: Função: BÁSICA Centro: CCAAB Carga horária: 85 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Introdução ao estudo de geologia. SBCS. 1998. SANTOS. Rio de janeiro. 1994. VIEIRA.L. 430p.P. O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado. 2002. MUNIZ. Piracicaba. M...H. W. Oficina de Textos. Viçosa. Fatores e processos de formação dos solos.E. VIEIRA. UFV. TOLEDO..C. Viçosa. I.M. São Paulo: Oficina de Textos.S. Impresa Universitária. FAIRCHILD. Intemperismo..2ª reimpressão. TAIOLI. P . M. Livro técnico Cientifico. 100p. 2000. 178p. 25/07/2011 . classificação e manejo. Pedologia. LIBARDI. Bibliografia ALVAREZ.N. O autor. & FONTES. Decifrando a Terra. Brasília.R. Solos: propriedades. USP. 497p. F. 1996. Propriedades físicas.. L. MEC/ABEAS. químicas e morfológicas dos solos. Formação e conservação dos solos.C.M.F.. .C. 2003. V. FONTES. 568p. RESENDE. A. 459p. 1975. LEPSCH.

A questão agrária. São Paulo: Livros da Terra. Aprender Antropologia. Bibliografia BOURDIEU. 3ª. A abordagem antropológica. V. natureza e indivíduos. Edição. 1978. A interpretação das culturas. GEERTZ. et al. R. A. São Paulo: Ed. Especificidade da prática antropológica. 2000. 1992. Diagnóstico e planejamento participativos: a construção de planos. Histórico da construção social da agricultura. J. Questões contemporâneas sobre agricultura e sociedade. Tendências da antropologia contemporânea. projetos e seus indicadores de acompanhamento. 1995. T. programas. M. 1986. 1992. G. 1994. F. A aventura antropológica – teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra.HAGUETTE. C.Fundamentos Sócio-Antropológicos Aplicados ao Meio Rural Modalidade Função: DISCIPLINA BÁSICA Pré-requisito: Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: O campo das ciências sociais. São Paulo: EDUSP. P. São Paulo: Atlas. São Paulo : Perspectiva. Brasiliense. Métodos em pesquisa social. Editora Vozes. Petrópolis-RJ. A constituição dos sujeitos sociais no campo no processo de desenvolvimento no espaço agrário. F. SOUZA. 25/07/2011 . O antropólogo e sua magia. Cultura: sociedade. Sociedade e natureza. LAPLANTINE. Rio de Janeiro: Zahar. RICHARDSON. A economia das trocas simbólicas. A. R. Metodologias qualitativas na sociologia.Nome e código do componente curricular: CCA 346 . CARDOSO. V. SILVA. Movimentos Sociais. 2000.

R. 4ª ed. J. Agroecologia. orgânica e mineral. Microbiologia do Solo. Disponibilidade.B. et al.. Impacto ambiental do uso de pesticidas sobre a população de organismos do solo. resíduo ligado e suas implicações práticas. M. Conceito. GLIESSMAN. SAITO. 24. S.Nome e código do componente curricular: CCA – Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal II Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONAL Pré-requisito: Centro: CCAAB Carga horária: 102 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: O solo como meio de crescimento para os organismos (micro. Agriculturas Sustentáveis.J. 653p. NEVES..626p. Campinas. R. 2002.UFLA. EMBRAPA-CNPMA. 576p.M. Bibliografia CARDOSO. Belo Horizonte. Plantio.O. v.M. Informe Agropecuário .Permacultura.LavrasMG.N. 97 p. I. Adubação verde. fixação biológica do nitrogênio e associações micorrízicas. ed. n.L. meso e macrofauna). Guia de herbicidas. J.S. 220. S. RODRIGUES.Porto Alegre: Editora da Universidade – UFRGS. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. S. 2003. Rotação de culturas. Microbiologia ambiental. Londrina-PR. MELO.N.N. 1997. ALMEIDA. adequação e incorporação de terras para agricultura. B.S. 1. Preparo do solo. Campinas-SP. 576p. semeadura e tratos culturais. Plantio direto. 1998.Ed. rizosfera. EPAMIG.P. Biodegradação de xenobióticos. Desbravamento e limpeza dos campos. E.C... SBCS 1992. importância e complexidade da agricultura. 25/07/2011 . E. AZEVEDO. aptidão. Microbiologia do Solo. F. Consorciação de culturas.. Práticas vegetativas e mecânicas de controle à erosão. SIQUEIRA. 2000. Erosão. Principais grupos de organismos do solo e suas funções Estudo dos ciclos biogeoquímicos. CARDOSO. Microbiologia e bioquímica do solo. MOREIRA. 1992. 360p. F.

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/jun. p. Pesquisa homeopática na agricultura: premissas básicas In: Revista de Homeopatia. ARMOND. enfoque científico e estratégico Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável. Homeopatia simples: Alternativa para a agricultura familiar Marechal Cândido Rondon: Gráfica Líder.A. BONATO. 436p. v. A reconstrução ecológica da agricultura. Agroecologia. Apostila de aulas. São Paulo: Cultrix.68. J. M.. BONATO. 2003. C.M. Efeito da homeopatia Arnica montana. C. crescimento e bioletrografias de plantas de jambu. p.3. Indicadores químicos. Viçosa. abr. M. LISBOA. Maringá. S.33-36. CAPORAL. Bibliografia ARENALES. Homeopatia em gado de corte . SOUZA. 2006. nas potências centesimais. R. Homeopatia: ciência e cura. 70p. M.. D.7. 2001. BONATO. CASALI. COSTABEBER. Homeopatia aplicada a agropecuária.. P. v. 2007. 32 suplemento. Porto Alegre.13-16 CARVALHO.. 2003 p. W. 348p. VITHOULKAS..02 de setembro à 15 de outubro de 2002 Universidade do Contestado Concórdia – SC e Embrapa Pantanal – Corumbá – MS. R. 79 – 82. n.p. 2005.1-2..A. Botucatu: Agroecológica. . R.Nome e código do componente curricular: CCA – Homeopatia aplicada a Agricultura II Modalidade DISCIPLINA Pré-requisito: Função: PROFISSIONAL Centro: CCAAB Carga horária: 85 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Homeopatia aplicações e usos na agricultura.I Conferência Virtual Global sobre Produção Orgânica de Bovinos de Corte .G. sobre plantas de artemísia. BARBOSA NETO. L.3. 2006. CECON. Campinas: UNICAMP. v. 32p.. Pesquisas em Homeopatia aplicada a agricultura. p. F. 25/07/2011 .2. TEIXEIRA. C. KHATOUNIAN. 1980. C. n.63-73. M. P.161 Tese (Doutorado em Fitotecnia) – Universidade Federal de Viçosa. capim-limão e folha-da-fortuna submetidas a tratamentos homeopáticos. Z. M. 2007. ago 2007. Homeopatia na Fisiologia do Hospedeiro. Bases da Homeopatia. M. M. M. V. C. P.2002. v. n. Fitopatologia Brasileira. Práticas da homeopatia no sistema produtivo. A. Homeopatia vegetal. Maringá. CARNEIRO.. Botucatu. São Paulo. Revista Brasileira de Plantas Medicinais. S. C. TOLEDO. G.

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Estudo de viabilidade econômica. A. Elaborção de projetos: da introdução à conclusão. FERNANDES. B. R. A. Porto Alegre: Tomo. SILVA. 1981. 1. 1991. 25/07/2011 .Vol. Bibliografia ARMANI. R. Estrutura e etapas de construção do projeto. S. R.. M.. D. KISIL. financeira social e ambiental. B. Elaboração de projetos e propostas para organizações da sociedade civil. C. A. São Paulo: Global. R. CONSALTER. Projetos de Empreendimentos Agroindustriais Produtos de Origem Vegetal . Curitiba: IBPEX. 2. A. Identificação do projeto. São Paulo: Atlas. 2004. TENÓRIO. Metodologia de elaboração de projetos. (Coleção gestão e sustentabilidade).Nome e código do componente curricular: CCA 359 – Elaboração e Análise de Projetos Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONAL Pré-requisito Ementa: Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Conceito de projeto. Viçosa: Editora UFV.Vol. 2003. 2006. Viçosa: Editora UFV. Como elaborar projetos? Guia prático para elaboração e gestão de projetos sociais. F. Projetos de Empreendimentos Agroindustriais Produtos de Origem Animal . G. FERNANDES. SILVA. C. Rio de Janeiro: Marques Saraiva. Avaliação social de projetos. C. 2003. Elaboração de Projetos Comunitários: uma abordagem prática. CONTADOR. A. 2004. Análise de projetos. 3ª ed.

NAKANO. 25/07/2011 .. NAKANO..A.L. São Paulo. Piracicaba: FEALQ. E. SILVEIRA-NETO. ALVES..B.R.. S. 1993. D.. VENDRAMIN. FEALQ: Piracicaba.. Ceres.C. R.P. BERTI-FILHO..P. Entomologia Agrícola. Uso de odores em teias alimentares. MARCHINI.... J.. S. SILVEIRA-NETO.. Estratégias do controle biológico. R. de.B. LOPES. ALVES. O. Guia de identificação de pragas agrícolas. Ed.Nome e código do componente curricular: CCA – Manejo Agroecológico de Pragas Modalidade DISCIPLINA Pré-requisito: Função: PROFISSIONAL Centro: CCAAB Carga horária: 102 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Ementa: Bases ecológicas do manejo de pragas em agroecossistemas diversificados. E. 2a ed. Principais agentes de controle biológico de pragas. OMOTO. S. PARRA. ZUCCHI.P... S. ZUCCHI. 139p.L.R. Estudos de caso da hipótese dos inimigos naturais e da hipótese da concentração de recursos. R. S.C. 1988. J. NAKANO. C. Efeitos de pesticidas não seletivos a inimigos naturais no controle biológico. BATISTA. J.. G. Produção e aplicação massal de agentes de controle biológico.S. FEALQ.D. GALLO.) Controle microbiano de insetos. PARRA. Manual de entomologia agrícola. CARVALHO. G. 1998. L. Manipulação da diversidade vegetacional local e da paisagem. 920p. 647p.A.. (ed. R. 1163p. & VENDRAMIN. Piracicaba. ZUCCHI. D. SILVEIRA-NETO. S. Bibliografia GALLO. O. J.D. Importância de interações multitróficas em agroecossistemas para o controle biológico.. ALVES. R.P. BATISTA. O. 2002. CARVALHO.B. de.A. J. Critérios para a seleção e introdução de inimigos naturais no caso do controle biológico clássico.C.. BERTI-FILHO...

ampliando sua formação profissional em uma ou mais áreas de trabalho. dando-lhe oportunidades de vivenciar e construir sistemas produtivos em diferentes agroecossistemas. Bibliografia Não se aplica. colocando-o em contato com a realidade em que irá atuar.Nome e código do componente curricular: CCA – Estágio Supervisionado em Agroecologia Modalidade Função: Centro: CCAAB Natureza: Carga horária: 170 ATIVIDADES PROFISSIONAL Pré-requisito: Ter cursado no mínimo 50% das disciplinas do curso. Ementa: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Esta disciplina visa dar ao aluno uma experiência pré-profissional. 25/07/2011 .

implantação e execução de projeto. elaboração do relatório final e apresentação dos resultados.Nome e código do componente curricular: CCA – Trabalho de Conclusão de Curso Modalidade Função: ATIVIDADES PROFISSIONAL Pré-requisito: Elaboração e Análise de Projetos Ementa: Centro: CCAAB Carga horária: 34 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 60 Elaboração. Bibliografia Não se aplica. 25/07/2011 .

M. Resenhas – São Paulo: Atlas. São Paulo: Pearson Prentice Hall. L.. monografia acadêmica. os principais métodos e técnicas da metodologia científica. A. 2005. Bibliografia CERVO. relatório de projetos. 5ª ed. SOUZA. P. BERVIAN. definição da problemática relacionada ao iniciante no estudo das questões científicas. G. abordagens introdutórias no mundo do estudo e da pesquisa. Texto Acadêmico . 1995. Metodologia científica. São Paulo: Atlas. J. Redação Científica . DEMO. J. MEDEIROS.Técnicas de Redação e de Pesquisa Científica. 25/07/2011 . São Paulo: Lumen Júris. técnicas de apresentação de trabalhos científicos. A. 2005.A Prática de Fichamentos . OLIVEIRA. Introdução a metodologia da ciência. Normas da ABNT. resenha crítica. apresentação dos princípios para elaboração de um projeto de pesquisa científica. monografias.da redação científica à apresentação do texto final. B. R. 2002. A.Nome e código do componente curricular: CCA 283 – Metodologia da Pesquisa Modalidade Função: DISCIPLINA Básica Pré-requisito Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 40 Ementa: Introdução ao estudo crítico das ciências. L. Projetos. tipos de trabalhos científicos. Resumos . dissertações e teses . P. 2007. FIGUEIREDO.. Rio de Janeiro: Vozes. como elaborar um projeto de pesquisa. S.

K. .Nome e código do componente curricular: CCA 235 – Fundamentos de Filosofia Modalidade Função: DISCIPLINA Básica Pré-requisito Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 40 Ementa: A filosofia a partir de seus problemas nos âmbitos da filosofia teórica e prática. Determinismo e liberdade. Do cidadão. R. 2002. HOBBES. Breve introdução à filosofia. São Paulo: Abril Cultural. 2006. 1980. APPIAH. São Paulo: martins Fontes. T. 2001. Juízo de gosto e experiência estética. O problema da conciência. I. Introdução à filosofia conteporânea. Realidade e aparência. Meditações. O problema mente-corpo. São Paulo: Martins Fontes. A emergência dos problemas filosóficos nos textos clássicos e sua forma contemporânea na literatura atual. Bibliografia DESCARTES. A. NAGEL. T. Estado e política. Crítica da razão pura. 1973. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Abril Cultural. KANT.

RS: UFSC.. SCHENKEL. Porto Alegre. V. Etnobotânica e etnofarmacologia. Constituintes químicos e sua importância.C.C..ed. Folhas de Chá: Plantas Medicinais na Terapêutica Humana. L. 220p. F. UFC. J.C.Centro: Nome e código do componente curricular: CCA 215 . MG: UFV. G. CASTRO. J.. SCHEFFER. PITMAN. Fortaleza. MING.. CASTELLANI. Condimentares CCAAB e Aromáticas Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito: Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Ementa: Aspectos históricos de plantas medicinais.O. Bibliografia ALMASSY JÚNIOR.. CE. MARTINS. Principais espécies domesticadas e silvestres. Produção e manejo agroecológico.W. C. Viçosa. 80. MATOS. Plantas medicinais. LOPES. 188 p.J. M. SIMÕES. 1996. R.M. P. 1991. Lisboa. R. D. C. D. L. Aspectos legislativos e de comercialização. CORREA JÚNIOR. PETROVICK. V. DIAS.E. CASALI. condimentares e aromáticas.. E. Jaboticabal: SP:FUNEP. P. F.. 821 p.A. p. P. As plantas medicinais e a saúde.D. Importância econômica e social.C.C.R. Viçosa – MG. ARMOND. MENTZ..2005. Portugal: Editora Estampa. C. Impr. A . . 2. 1994. Plantas medicinais e suas atuações no organismo humano.. Cultivo de plantas medicinais. Fitoterapia. GOSMANN. Farmacognosia da planta ao medicamento..Plantas Medicinais. Farmácias vivas. n..SILVA.4. 1999.. 162 p. 1994.. Editora UFV..233p. Uni. condimentares e aromáticas. E. MELLO.M.

R. A. o modelo racional. metodologias e gestão do desenvolvimento. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. 3. Bibliografia CARDOSO. Planejamento estratégico na tecnologia da informação. A. arquivos e bancos de dados. ed. R. A. 2003. REZENDE. 2003. forças de resistência à mudança. 2000. A. Cenários e Tecnologias da Informação. Estratégia Digital: Vantagens Competitivas na Internet. Gerenciameto da Tecnologia: Um Instrumento para a Competitividade Empresarial. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas. Gestão da informação: a informação e seus atores. D. impacto nas organizações. de conhecimento e de informação. ABREU. E. 1992. VASCONCELOS. . aprendizado corporativo. TEIXEIRA FILHO.Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 364 – Gestão de Tecnologia da CCAAB Informação Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONAL Pré-requisito: Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Ementa: Transição da Informação. L.. São Paulo: Senac. São Paulo : Atlas. SOUZA. J. São Paulo: Atlas. 2003.. Gerenciando conhecimento: como a empresa pode usar a memória organizacional e a inteligência competitiva no desenvolvimento dos negócios. 2. Mudança tecnológica: dimensões do conhecimento. Sistemas de Informação: o alinhamento da estratégia de TI com a estratégia corporativa. A. conhecimento tácito e explícito. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. F. conflitos de interesses. GRAEML.

O Cooperativismo Agrícola no Nordeste Brasileiro e Mudança social.). São Paulo: STS.Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 347 – Teoria Cooperativista II CCAAB Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONALIZANTE Pré-requisito: Ementa: Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Antecedentes e evolução do cooperativismo brasileiro. Diversidade de experiências. G. Perspectivas novas da sociedade civil. E.). Münster: Universidade de Münster. RIOS. P.(Org. O cooperativismo no Brasil. Verlag Regensberg. Editora Universitária – UFPB. Brasília: SESCOOP/ UNISINOS. Perfil do quadro social e administrativo. OCB.) Produzir para viver: os caminhos da produção não capitalista. São Paulo: Contexto. (Org. Cooperativas Brasileiras – manual de sobrevivência & crescimento sustentável. Bibliografia JÄGUER. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. Desafios do cooperativismo autogestionário e solidário. SCHNEDIDER. Identidade social e jurídica do cooperativismo brasileiro. 1998. Cooperativismo e Relações de Gênero. As cooperativas existentes no Brasil. Terceiro setor e gênero: trajetórias e perspectivas. Especificidades regionais do movimento cooperativo. Pressupostos da educação cooperativa: a visão de sistematizadores da doutrina do cooperativismo. 2005. 1979. 1998. João Pessoa. O. S. As cooperativas brasileiras sob o enfoque da moderna teoria da cooperação. André Ricardo de (Orgs. de. Fundamentação teórica da educação cooperativista. J. 2000. 1992. J. 2003. de S. SCHNEDIDER. B. SOUZA. SINGER. MATOS. SINGER. OCB. São Paulo: Contexto. 1996 RIOS. M. A economia solidária no Brasil. SANTOS. Paul. L. 2002. Desenvolvimento histórico da teoria e da prática educacional no cooperativismo brasileiro. Brasília. W.13-58p. O. Cooperativismo autogestionário e solidário. In: Educação cooperativa e suas práticas. . São Paulo: Mck Pesquisa e Cultura Acadêmica. I.

Rio de Janeiro: AS-PTA/Actionaid-Brasil.Sociologia Rural Modalidade Função: DISCIPLINA BÁSICA Pré-requisito: Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Ementa: O campo das ciências sociais e suas características metodológicas. Francisco Carlos Teixeira da. Agricultura sustentável: origens e perspectivas de um novo paradigma. 178 p. HAGUETTE. RICHARDSON. Histórico da construção social da agricultura. Questões contemporâneas sobre agricultura e sociedade. Porto Alegre: Tomo. São Paulo: Livros da Terra. 1981. PETERSEN. Petrópolis-RJ. E. São Paulo: Atlas. ROMANO. Editora Vozes. D. M. 1995. Sociedade. LINHARES. 1996. T. P.Nome e código do componente curricular: CCA 018 . natureza e cultura. EHLRES.). Maria Yedda L. . História da agricultura brasileira. 1992. 144 p. A constituição dos sujeitos sociais no campo no processo de desenvolvimento no espaço agrário. 1999. SILVA. 2004. J. Abordagens participativas para o desenvolvimento local.. São Paulo: Brasiliense. Como elaborar projetos? Guia prático para elaboração e gestão de projetos sociais. Combates e controvérsias. (Org. Metodologias qualitativas na sociologia. O. Bibliografia ARMANI. Métodos em pesquisa social.. F. R. A questão agrária. J. Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais.

Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil. Como montar cooperativas populares: passo a passo para a legalização de cooperativas. Etapas para legalização de cooperativas. Planejamento estratégico: conceitos. D. P. treinamento e capacitação. 2003. G. e RECH. Assembléias gerais. Plano de negócios para cooperativas e associações. Formação de conselho administrativo e fiscal. M. BNCC. Organização social de base: reflexões sobre significados e métodos. 2001. Estrutura organizacional de cooperativa. Bibliografia AFINCO. 1984. C. Construção de estatuto social. Livros fiscais. VEIGA. D. D. São Paulo: Petrópolis. OLIVEIRA. práticas. contábil e financeira para organizações nãogovernamentais. jogos cooperativos. H. A. Rio de Janeiro: FASE. A. n. 2002. Participação e estratégia de empreendedorismo social. S. Rio de Janeiro: FASE. Estratégias e metodologias educacionais no cooperativismo: organização do quadro social. Organizações: estruturas e processos. Planejamento e Organização de Cooperativas. 16ª ed. (Org. Gestão democrática. . Rio de Janeiro: DP&A. R. Organização formal do poder. cooperativa. 2001. São Paulo: Makron Books. OSCIP. 2004. 4. Diferenças entre microempresa. Deterioração Organizacional. Participação e controle democrático. MATOS. 1996.) Planejando empreendimentos solidários. 1994. São Paulo: Atlas. de. SALLES. Brasília: NEAD. A. V.Nome e código do componente curricular: CCA 351 – Constituição e Desenvolvimento de Cooperativas Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONAL Pré-requisito Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Ementa: Lógica do desenvolvimento organizacional. 3 ed. Elaboração de planejamento estratégico e plano de negócio. Estudo de casos. Brasília: MA/BNCC. 2001. 3. RECH. Rio de Janeiro: FASE. São Paulo: ADS/CUT. HALL. VEIGA. Manual de administração jurídica. Regimento interno. Cooperativas: uma alternativa de organização popular. MARQUES. R. R. 2000. M. metodologia.H. Associações: como constituir sociedades civis sem fins lucrativos. 2003. fundação e sindicato. S. associação. FAVARETO.

Nome e código do componente curricular: CCA 356 – Sustentabilidade Ambiental Modalidade Função: DISCIPLINA PROFISSIONAL Pré-requisito: Ementa:

Centro: CCAAB

Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60

Conceito de sustentabilidade ambiental: a inter-relação entre o econômico, o social e o ambiental. Conflitos ambientais envolvidos na gestão de recursos sólidos e recursos hídricos. Meio ambiente e poluição. A participação da sociedade na questão da proteção ambiental. A educação para proteção do meio ambiente. Responsabilidade ambiental das organizações e empreendimentos solidários. Bibliografia ALMEIDA, L. T. Política ambiental: uma análise econômica. São Paulo: Papirus, 1998. ABNT. ABNT NBR ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental – Requisitos com orientação para uso. 2004. ABNT. ABNT NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistema de Gestão da qualidade e/ou ambiental. 2002. MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. ABES. 1997. REIS, M. J. L. ISO 14000 Gerenciamento Ambiental. São Paulo: Qualitymark Editora, 1997. TIBOR, T.; FELDMAN, I. ISO 14000: A guide to the new environmental management standards. New York: Mirror Higher Education Group, 1996. VALE, C. E. Qualidade Ambiental. São Paulo: Pioneira Editora. 1995. VIEIRA, P. F., WEBER, J. (orgs.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. São Paulo: Cortez, 1997.

Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 223 – Análises Agro-Ambientais CCAAB Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito Ementa:

Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60

Técnicas volumétricas e instrumentais na determinação e interpretação dos principais parâmetros químicos, físicos e biológicos, indicadores de qualidade ambiental. Metodologias para análise de plantas, fertilizantes, ração animal e biossólidos. Bibliografia CFSEMG (Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais). Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5º aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359p. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Manual de métodos de análise do solo. Rio de Janeiro, 1997. 212p. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA-EMBRAPA. Centro de Pesquisa Agropecuária do Oeste (Dourados, MS). Biomassa microbiana como parâmetro indicador da qualidade do solo sob diferentes sistemas de manejo. Dourados, 2000. 5p. (Embrapa Agropec. Oeste. Comunicado Técnico, 27). JACKSON, M.L. Analisis quimico de suelos. 4. ed. BARCELONA, 1982.

Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 217 - Fisiologia Pós-Colheita de Frutos e CCAAB Hortaliças Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito:
Sistemas Agroecológicos de Produção Vegetal I

Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60

Ementa: Tecnologia e qualidade pós-colheita dos frutos e hortaliças. Fisiologia da respiração. Transpiração em frutos e hortaliças. Fatores pré e pós-colheita que afetam a qualidade dos frutos e hortaliças. Hormônios e reguladores vegetais em pós-colheita. Perdas pós-colheita. Padronização, classificação, embalagem e transporte de frutos e hortaliças. Armazenamento e utilização de atmosfera modificada e controlada. Processamento mínimo de frutas e hortaliças. Pós-colheita das principais fruteiras tropicais e exóticas. Bibliografia BLEINROTH, E. W. Determinação do ponto de colheita, maturação e conservação de frutas.. In: SOLER, M.P. Industrialização de frutas. Campinas: Instituto de Tecnologia de Alimentos, 1991.150 p., p. 1-5 BLEINROTH, E. W. Normas para frigorificação de frutas. Toda Fruta. São Paulo: D.G.N n. 24, p. 30-31, 1988. CASTRO, P.R.C.; VIEIRA, E.L. Aplicações de reguladores vegetais na agricultura tropical. Guaíba: Livraria e Editora Agropecuária, 2001. 132p. CHITARA, M.I.F. Processamento mínimo de frutos e hortalícas. Viçosa: centro de Produções Técnicas, 1998. 88p. CHITARRA, M. I. F.,CHITARRA, A. B., Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: ESAL/FAEPE, 1990. 320p. EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. RIO DE JANEIRO, ATHENEU, 1995. 652 p.

M. Microorganismos e processos microbiológicos como indicadores da qualidade dos solos. 2:195-275.R. 89p. Comunicado Técnico. . Oeste.. Ciclo biogeoquímico dos principais macroelementos e metais traços na qualidade do solo.Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 224 – Solos e Qualidade Ambiental CCAAB Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Ementa: Importância da qualidade do solo na sustentabilidade dos ecossistemas e na saúde dos homens e animais. TÓTOLA. Compostos orgânicos (sintéticos) e qualidade do solo na saúde dos homens e animais. Biomassa microbiana como parâmetro indicador da qualidade do solo sob diferentes sistemas de manejo. Conceito de indicadores ambientais. 2002.M. 5p. In: Tópicos em ciência do solo. G. 2000. Fatores abióticos (físicos e químicos) e bióticos usados como indicadores da qualidade. 27). Viçosa. M. Tese (Mestrado em Microbiologia Agrícola). (Embrapa Agropec. Dourados. CHAER. Centro de Pesquisa Agropecuária do Oeste (Dourados. Bibliografia CHAER. Viçosa: UFV. Modelo para determinação de índice de qualidade do solo baseado em indicadores físicos. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA-EMBRAPA. MS). G. 2001. SBCS. químicos e microbiológicos.

1994. Organização e mobilização social em comunidades rurais. 2002. Brasília: Instituto de Política Millennium. FRANCO. 2005.Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 218 – Desenvolvimento de Comunidades CCAAB Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito: Fundamentos Sócio Antropológicos Aplicados ao Meio Rural Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Ementa: Análise dos conceitos de comunidades. 2001. N. A sociedade dos indivíduos. M. O papel do profissional de ciências agrárias no desenvolvimento sustentável de comunidades rurais. Bibliografia COELHO. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. FREIRE. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Capital Social. M. Viçosa: Editora UFV. Estudo de casos atuais. São Paulo: Paz e Terra. Rio de Janeiro: Cortez. 139 p. F. . SOUZA. Origem e evolução dos programas de desenvolvimento de comunidades no Brasil. ELIAS. Desenvolvimento de Comunidade e Participação. 1999. G. L. A arte das orientações técnicas no campo: Concepções e métodos. A. Metodologias participativas de diagnóstico e planejamento do desenvolvimento comunitário. P.

Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 057 – Comercialização CCAAB Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito: Ementa: Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Introdução à comercialização. Noções de finanças e Marketing aplicados na comercialização. São Paulo: Editora Singular. Gestão agroindustrial. 2001. M. Planejamento da comercialização.S.R. 1993. Conceitos gerais. Concorrência e competitividade no agronegócio..M. ZYLBERSZTAJN. P. Economia e gestão dos negócios agroalimetares. Sistema de transporte e logística. Produtos orgânicos. Economia da comercialização agrícola. Mercados e preços agrícolas. São Paulo: Pioneira.M. Custos da comercialização. FARINA.F. S.F. D. Gestão de tecnologia e inovação em sistemas agroindustriais. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo. P. (Coord. . M.M. evolução e apresentação do sistema agroindustrial. SAES. Intervenção governamental.V. M. 2000. Q.). estado. NEVES. Organização industrial no agronegócio. G. Noções de comércio exterior. MARQUES. BATALHA. A comunicação no agronegócio. e organizações. Gestão ambiental no sistema agroindustrial.O. (Org. D.. Arranjos produtivos locais e a agricultura familiar. C. Comercialização de produtos agrícolas. AGUIAR. v. E.. 1997. AZEVEDO. Competitividade: mercado. Organização e desenvolvimento de mercados. Piracicaba: FEALQ.D. São Paulo: Atlas. 1987. Administração da cadeia de suprimento e sistemas de coordenação.1. Economia das organizações.). Bibliografia BARROS.

H.). B. Introdução à economia do meio ambiente. Brasília: IPEA/PNUD.. inovação e competitividade. Brasília: IBAMA.P. (Org. Padrões de consumo. Manual para a valoração econômica dos recursos ambientais.R. Desenvolvimento sustentável e eco-eficiência. meio ambiente e desenvolvimento. J. Economia da poluição.C.Nome e código do componente curricular: Centro: CCA 056 – Economia dos Recursos Naturais e CCAAB dos Ecossistemas Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito Economia Rural Ementa: Carga horária: 68 Natureza: OPTATIVA Módulo de alunos: 60 Introdução à economia dos recursos naturais e ecossistemas. Industrialização. . O problema ambiental da agricultura. MAY. Economia do meio ambiente: teoria e prática. REYDON. WEBER. Educação ambiental e teorias econômicas. Economia Ecológica.. meio ambiente. Valoração econômica ambiental. 1996. (Org. VIEIRA. In: Meio Ambiente: aspectos técnicos e econômicos.. MARGULIS. A. Bibliografia BÉLIA V. S. o problema global. Introdução à Economia dos Recursos Naturais. ROMEIRO. LEONARDI.A. Instrumentos econômicos na gestão ambiental. 1998. 1990. Comércio agrícola e meio ambiente Água.L. Economia do meio ambiente: teoria.).. 2003. Política e legislação ambiental. 1997. Rio de Janeiro: Elsevier. VINHA V. R. Manejo de recursos naturais. Brasília: IPEA/MMA/PNUD/CNPQ. Teorias da economia ambiental e dos recursos naturais. Contabilidade ambiental. P. F. Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento. Economia do aquecimento global. SEROA DA MOTA. São Paulo: Cortez Editora. P. M. Agricultura e biodiversidade. Energia e meio ambiente. LUSTOSA. M. políticas e a gestão de espaços regionais.

. Estações meteorológicas e equipamentos. 1988. Introdução à climatologia para os trópicos. P. 332p. 188p SENTELHAS. L. J. . Meteorologia básica e aplicações. Física Geral Ementa: Carga horária: 68 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 40 Estudo da Atmosfera. 1988. F. REIS. A.ed.. Elementos Meteorológicos. MOTA.Meteorologia e Climatologia CCAAB Agrícola Modalidade Função: DISCIPLINA Profissionalizante Pré-requisito: Álgebra Linear e Geometria Analítica. Meteorologia agrícola. 449p. A água no sistema solo-planta-atmosfera. São Paulo: Nobel. 1996. S. Previsão do tempo. 4. (apostila). Piracicaba: DFM-ESALQ. São Paulo: Nobel. K. Zoneamento climatológico. R.Nome e código do componente curricular: Centro: CET 035 . Bibliografia AYOADE. São Paulo: Manole. 1987. R.S. 1998. VIANELLO.. Imprensa Universitária. A. 376p.ed. 7. O. L. 1986. ALVES. PEREIRA. A. Agrometeorologia e climatologia tropicais. Estudo dos climas. ANGELOCCI. M. E. A água em sistemas agrícolas. Viçosa: UFV. 408p. A. KLAR. 131p. 90p.. Brasília: ABEAS. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. R. 1991. VAREJÃO-SILVA. A. S. Meteorologia agrícola. REICHARDT. R.

R. Rio de Janeiro. CALDAS & C. TIPLER. P. Fundamentos de Física. São Paulo.C. SERWAY.L. E. 1991. Princípios de Física. 2004.. D. Thonson. 1981. OKUNO. 516-999. Eletric idade e Magnet ismo . Guanabara Dois. 3v. R. Introdução á Fís ica Atô mica e Nucle ar. 1982. 490 pp. Sarvier. 660p. Bibliografia HALLIDAY.W. vol 2. São Paulo.. R. 2002. Inc. HARPER & Row do Brasil. pp.Nome e código do componente curricular: CET 008 – Física Geral Modalidade Função: DISCIPLINA BÁSICA Pré-requisito: Centro: CCAAB Carga horária: 68 Natureza: OBRIGATÓRIA Módulo de alunos: 40 Ementa: Mecâ nica. Rio de Janeiro. I. CHANG. & RESNICK. 4 v. Macmillon Publishing CO. & JEWETT Jr. Physical Chemistry with Applications to Biological Systems. J.A. E. GARCIA..CHOW.A. 387p. Livros Técnicos e Científicos. Hidráulica. 1981.A. Biofísica. Física. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. . Termodinâm ica .

Determinantes.1994. LEHMANN. produto vetorial. Geometria analítica. Rio de Janeiro:LTC. . REIS. Rio de Janeiro:LTC. equações de uma reta no espaço. Retas e planos: equação geral do plano. distância entre um ponto e uma reta.1990. C. operações com vetores (adição. Rio de Janeiro:LTC. SILVA.Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária: CET 006 .1990. Genésio. Valdir V. Matemática básica: Regra de Três. MURDOCH. Bibliografia LARSON. multiplicação por escalar. Geometria analítica. D. produto escalar. E. C. Genésio. produto misto). propriedades das operações matriciais. Geometria analítica. Rio de Janeiro:LTC. Matrizes: definição. Cálculo com geometria analítica. MURDOCH. multiplicação. 1990. Geometria analítica. Rio de Janeiro:LTC. 1990. operações matriciais (adição. Roland. D. Geometria analítica. Rio de Janeiro:Globo. Potenciação e logaritmo. transposta).1990. Charles H. SILVA. distância entre dois planos e entre duas retas.Álgebra Linear e Geometria CETEC 68 Analítica Modalidade Função: Natureza: DISCIPLINA BÁSICA OBRIGATÓRIA Pré-requisito: Módulo de alunos: 40 Ementa: Álgebra vetorial: conceito de Vetor. REIS. distâncias entre dois pontos. Valdir V. multiplicação por escalar.

J AM ES. ed. 2. 1 980. Métodos para pesq uisa agronômica . inferê nc ia estatí st ica. Robert G. STEEL. Centro de Ciê nc ias Agr ár ia s. . 4. 1 996. ABE U. Bibliografia CAMPOS . Es ta tística ex perimental aplica da a agronomia .Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária: CET 003 . Introduçã o ilustra da á estatística . test es de hipóteses. Piracicaba. 1998. COSTA.Bioestatistica CETEC 68 Modalidade Função: Natureza: DISCIPLINA BÁSICA OBRIGATÓRIA Pré-requisito: Módulo de alunos: 40 Ementa: Estatís tica descrit iva. prob abilidade e d istrib uição d e probab ilidade. Prin ciples and producedures of statistics. FERREIRA. 1998. ed. Fo rtalez a: UF C. ed.1 983. 2. Paulo VAN DERLEY. H . [S. 349 p.1]: EDUFA L. New York: Mc Graw Hill. cu rvas de ajust es d e dados de p esquisa bioló gica. H Estatística ex perim ental não para métrica . D. Raimu ndo de Pontes. UNES . Sergio Franc isco . São Pau lo: Harbra. ed. 3. Torrie. ESALQ.

a contratação de 8 profissionais para permitir a integralização curricular. Administração UFBA. Uruguai. Ana Cristina Fermino Soares. S. S. UFV. Psicologia UFBA. UFV. Engenheiro Agrônomo. Bióloga. Será necessária. Associado. Teoria Econômica UNICAMP. DE com Doutorado Ana Cristina Vello Loyola Dantas . Franceli da Silva – CCAAB – Adjunto. UFLA. UFBA. S. D. Perfil a definir na área de Conhecimento Produção e Tecnologia de Alimentos. Engenheira Agrônoma. UFV. a partir de 2009. Universidad de La República. M. UNICAMP. S. OBS. .RECURSOS HUMANOS Formulário Nº12 Alexandre Américo Almassy Junior – CCAAB – Adjunto. Rita de Cássia Nascimento Leite – CCS – Assistente. S.Adjunto. D. D. Engenheiro Agrônomo. S. Engenheiro Agrônomo. Administração. S. Psicóloga. S. Engenheiro Agrônomo. UFV. M. S. Economia Aplicada. S. USP. M. Economia Aplicada. UFLA. S. USP. Fitotecnia. Geraldo Sampaio Costa – CCAAB – Adjunto. UFBA. DE com Doutorado Carlos Augusto Pereira Filho – CCAAB . UNICAMP. M. Warli Anjos de Souza – CCAAB – Adjunto. Extensão Rural. UFV. D. Alicia Ruiz Olalde – CCAAB – Adjunto. Engenharia Agrícola. S. Fitotecnia (Linha Etnobotânica) UFV. M. D. Extensão Rural.Eng. UFBA.CCAAB . Engenheiro Agrônomo. Engenheira Agrônoma. ESALQ/USP. M. Economia Agrária. UFV. Fábio Botelho . Titular.Adjunto. Política Científica e Tecnológica. M. M. Agrônoma. S.

retroprojetores. Além daqueles prédios. televisão e aparelho de DVD) em número suficiente para atender as necessidades do Curso. com os seguintes setores de interesse do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia: Setor de Desenvolvimento de Projetos (com 8 equipamentos completos de informática). AMBIENTAIS E Laboratório de Pesquisa em Química do Solo. Setor de Capacitação e Extensão com capacidade para eventos de até 30 pessoas. O CCAAB possui equipamentos multimídia (data show. . o CCAAB dispõem das instalações do Núcleo de Agricultura Familiar e Agroecologia. Biblioteca Setorial. Para viabilizar as atividades de pesquisa e extensão.Periódicos: 879 títulos. Ensino e pesquisa de graduação e pós-graduação. LABORATÕRIOS DO CENTRO BIOLÓGICAS – CCAAB DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS. . o campus de Cruz das Almas da UFRB apresenta: dois alojamentos para estudantes e um restaurante universitário.Livros: 26698 exemplares. com estrururas amplas em salas de aula e laboratórios para aulas práticas das disciplinas dos demais cursos do CCAAB. o campus de Cruz das Almas da UFRB apresenta: dois alojamentos para estudantes e um restaurante universitário e a Biblioteca Central com área física de 186 m2 e acervo com as seguintes características: .Multimeios: 92. rações animais.INFRA-ESTRUTURA Formulário Nº13 A UFRB oferece estrutura física e de apoio necessárias para o desenvolvimento de atividades de ensino. Nutrição de Plantas.600 hectares. 25/07/2011 . O campus de Cruz das Almas da UFRB apresenta uma área de aproximadamente 1. Laboratório de Agroecologia e Horto Botânico. Pesquisa: Avaliar a qualidade de insumos agrícolas. Laboratório de Tecnologia de Leite: . pesquisa e extensão do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia.Atividades desenvolvidas: aulas de tecnologia de alimentos e tecnologia de processamento de produtos de origem vegetal e animal. Além daqueles prédios.Atividades desenvolvidas: aulas de Química do Solo e Química Geral. biosólidos industriais e determinação de metais pesados e da qualidade d’água. Química Geral e Nutrição de Plantas: .

Laboratório de Microbiologia . Laboratório de Física do Solo: .Atividades desenvolvidas: aulas de Apicultura. 25/07/2011 . Física do Solo.Atividades desenvolvidas: aulas de Fisiologia Vegetal e Fisiologia da Produção. extensão e visitação pública. Laboratório de Botânica/Biologia: . Pesquisa – Graduação / Pós-Graduação. Ensino de aulas práticas. Pesquisa científica graduação e pósgraduação. Ensino de aulas práticas. Laboratório de Sementes: Atividades desenvolvidas: aulas de tecnologia de sementes.Atividades desenvolvidas: aulas de Química e Fertilidade do Solo. Nutrição de Plantas. Laboratório de Fisiologia Vegetal: .Laboratório de Fitopatologia: . Pesquisa e ensino. Química Analítica e Conservação do Solo.Atividades desenvolvidas: aulas de microbiologia.Atividades desenvolvidas: aulas de Gênese. Laboratório de Entomologia: . Laboratório de Gênese: .Atividades desenvolvidas: aulas de Microbiologia e Fitopatologia. Biologia Geral e Taxonomia Vegetal.Atividades desenvolvidas: aulas – Física do Solo. Ensino e pesquisa. Morfologia e Classificação do Solo. pesquisa. Química Analítica. pesquisa e extensão. Manejo e Conservação do Solo.Atividades desenvolvidas: aulas de Botânica Básica.Atividades desenvolvidas: aulas de Biologia do Solo. Pesquisa e aulas práticas. Laboratório de Estação de Apicultura: . Pesquisa e aula prática. Laboratório de Química e Fertilidade do Solo: . pesquisa e extensão. Ensino.Atividades desenvolvidas: aulas de Entomologia Agrícola e Métodos de Controle de Pragas. Laboratório de Biologia do Solo: .

ao término de cada semestre letivo. 25/07/2011 .ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO Formulário Nº 14 A Coordenação do Curso organizará e aplicará. O Colegiado realizará atividades semestrais de avaliação do curso junto aos docentes. a avaliação das disciplinas ministradas junto aos discentes. uma Comissão designada pelo Coordenador do Curso procederá à sistematização das avaliações do curso no ano anterior e encaminhará relatório circunstanciado ao Colegiado que o apreciará e o remeterão as instâncias superiores. Até a quarta semana do primeiro período letivo de cada ano.

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