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Series de potencias

Series de potencias

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11/27/2013

Ejercicios 8.

5
2 2 2
+

1
+
1
( 1)
3 1
Solución:
( 1) ( )
3 1
0,
3 1
1
(3 1) 3
(3 1) 6 1 3 1
2
0 en , ;
3 1 3
(3 1) 2 (3 1) 2 (3 1)
( ) es dec
3
1
1
x
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
a n
n
x x
x x x x
x
D
x
x x x x x
x
f x
x
~
·
~
·

· > e

+ | `
· · · < ~
÷

. ,
= ·

¿
¿
¥
12.

( )
1
reciente en , ;
3
1
,
3( 1) 1 3 1
Aplicamos la regla de L'Höpital para calcular el lími
2
te,
1
1
2
0;
3 1 3
6

lim lim lim
lim
x n n
n
n n
n
n n
x
x
x
x
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
| `
¹
~
÷
¹ . ,
¹
+
¹
< e
¹
+
¹
· · ·

·
·
¥

+
1
0 ( ),
3 1
entonces, de ( ) y ( ), y de acuerdo con el teorema: Criterio de Leibniz de las series alternantes,
se concluye que, la serie alternante ( 1) es .
3 1
conv
3
erge
3
n
2
te
n
n
n
n
n
n
÷ ~
~
·
·

¿
+
1
1

1
( 1)
( 1) ln( 1)
Solución:
1
0
( 1) ln( 1)
,
1 1

( 2) ln( 2) ( 1) ln( 1)
hipótesis del teorema
y :
1
0
( 1) ln( 1)
lim
n
n
n
n
n n
a
n n
n
n n n n
n n
~
+
·
÷ ~

+ × +
¹ ¹
· >
¹ ¹
+ × +
¹
¹
e
'
¹
¹
<
¹
¹
+ × + + × +
¹
¹
¹
'
¹
¹ ·
+ × +
¹
¹
¹
¹
¹
¿
21.
¥
4 5
de la cota superior para el
error cometido en la aproximación de una serie,
1
: cota superior del error cometido cuando se aproxima la serie
(5 1) ln(5 1)

1
6ln 6

R a = < · ·
+ × +
por sus primeros cuatro términos.
+
1
1
+
1
1

1
( 1)
!
Solución:
1 1 1 1 1 1 1 1
( 1)
! 1! 2! 3! 4! 5! 6! 7!
1
0
!
,
1 1

( 1)! !
hipótesis d
y :
1
0
!
lim
n
n
n
n
n
n
n
n
a
n
n
n n
n
~
+
·
~
+
·
÷ ~

· + + +
¹ ¹
· >
¹ ¹
¹
¹
e
'
¹
¹
<
¹
+ ¹
¹
¹
¹
'
¹
¹ ·
¹
¹
¹
¹
¹
¿
¿
25.
L
¥
6 7
el teorema de la cota superior para el
error cometido en la aproximación de una serie,
1 1
0.0002 : cota superior del error cometido cuando se aproxima la serie
7! 5040

R a = < · · =
6
1
1
por sus primeros seis términos.
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
( 1) 1 0.632
! 1! 2! 3! 4! 5! 6! 2 6 24 120 720
De tal manera que, con una oproximación de tres c
n
n
n
+
·
· + + · + + ·
¿
+
1
1
ifras decimales, la suma de la serie infinit
1

a es:
( 1) 0.632
!
.
n
n
n
~
+
·
·
¿
1
1
1 1
1 2



1
+
1
+
1
+ +
1 1
!
( 1)
2
Solución:
!
( 1) ,
2
! !
( 1)
2 2
! ( 1)!
y
2 2
Aplicando el criterio de la razón, s
n
n
n n
n n n n
n
n
n
n
n
n n
n
n
n n
n n
u u
+
+
+ +
+ + +
~
·
~
·
~ ~
· ·

= ·
+
· ·
¿
¿
¿ ¿
35.
1
2
2
1



+ + +
e tiene que:
( 1)!
2 ( 1)! 1
2

!
2
2 !
2
De tal manera que, de acuerdo con el segundo inciso del criterio de la razón, se concluye que
la se
lim lim lim
n
n
n
n
n n n
n
n n
n
n
+
+
+
+
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
+
+ +
· · · + ~
1
+
1
!
rie dada, ( 1) , es .
2
n
n
n
divergente
n
+
~
·

¿
2
2
2
2 2
+
1
+
1
+ +
1
1

Solución:
1
1
,
1
1

Aplicando el criterio de la raíz, se tiene:
1 1
1 1
lim lim
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n
n n
n
e
n
e
n
u
e
n n
e
e
~
·
~
·
÷ ~ ÷ ~
| `
+
÷
. ,
| `
+
÷
. ,
| `
+
÷
. ,
·
| ` | `
+ +
÷ ÷
. , . ,
· ·
¿
¿
46.
( )
2 2
2
2
+ +
+
1 1 1 1 1
1 1 1 0 ,
1
1
1
1
De tal manera que, de acuerdo con el primer inciso del criterio de la raíz, se concluye que
la serie dad
lim lim
lim
n
n
n
n n
n
e n e n e
n
e
e
÷ ~ ÷ ~
÷ ~
| ` | ` | `
+ · + · +
÷ ÷ ÷
. , . , . ,
| `
+
÷
. ,
= · <
2
+
1
1
1
a, , es .
n
n
n
conve
n
r
e
gente
~
·
| `
+
÷
. ,
¿
Ejercicios 8.7
1
2 1
+
1
1
2 1
+
1
1
2 1 2 1
( 1)
(2 1)!
Solución:
( 1)
(2 1)!
y
(2 1)! (2 1)!
Aplicamos el Criterio de la razón para determinar el radio de con
n n
n
n
n
n
n
n
n n
x
n
x
n
x x
u u
n n
+

~
+
·

~
+
·
+

· ·
+
¿
¿
1 3.
1
1
2 1
2 1 2
2 1 2 1
+ + +
2 2
+ +
vergencia de la serie:
(2 1)! (2 1)!
,
2 (2 1)
(2 1)!
(2 1)!
1
0 0 1:
2 (2 1)
la serie de
lim lim lim lim
lim lim
n
n
n
n
n
n
n n
n n n n
n n
x
u x n x n
u n n
x x n
n
u
x x
u n n
+
+
+
+

÷ ~ ÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
÷ ~ ÷ ~
+
· · ·
+
+

= · · × · <
+
potencias dada es absolutamente convergente para toda ; de
el intervalo de converge
tal
ncia
manera q
es (
ue
. , )
x
~ ~
2
2
2 2
1
1
1
+
2
+
2
1
+
( 1)
(ln )
Solución - :
( 1)
(ln )
y
(ln ) ( 1)(ln( 1))
Aplicamos el Criterio de la razó
Juan
n:

Be

ltr

án
lim
n
n
n n
n
n
n
n
n n
n
x
n n
x
n n
x x
u u
n n n n
+
+
+
~
·
~
·
+
÷

· ·
+ +
¿
¿
2 3.
g
2 2
2
2
2 2
1
1
1
1
1
+
+ + +
+
(ln ) ( 1)(ln( 1))
,
( 1)(ln( 1))
(ln )
ln ln
,
( 1) ln( 1) ( 1) ln( 1)

lim lim
lim lim lim
lim lim
n
n
n
n
n
n
n
n
n n
n n
n n n
n n
x
u x n n n n
u
x x n n
n n
u n n n n
x x
u n n n n
u
x
u
+
+
+
+
+
~ ÷ ~ ÷ ~
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
÷ ~
+ +
· ·
+ +
| ` | `
= · ·
÷ ÷
+ + + +
. , . ,
= ·
( )
2
2
2 2
2
1
+ + +
+ + +
1
1 ln 1
,
1
1 1/ ln( 1) 1 0
1
1 1 1/
1 1 ,
1
entonces, la serie dada es absolutamente convergent
lim lim
lim lim lim
n
n
n n
n n n
n
n
x
n n
n
u n n
x x x x
u n
+
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
| `
÷
| `
·
÷
÷
+ + +
. , ÷
÷
+ . ,
+ +
| ` | `
= · × × · · ·
÷ ÷
. , . ,
2 2 2
1
+ + +
2 2 2
e si:
1 1 1: intervalo de convergencia de la serie.
Ahora, para
1, la serie es
( 1) 1 1
( 1)
(ln ) (ln ) (ln )
aplicamos el cr
n
n
n n n
x x
x
n n n n n n
+
~ ~ ~
· · ·
< = < <
·

· ·
¿ ¿ ¿
g
2
2 2
2 2
2
2
2

iterio de la intergral haciendo
1
( ) ,
(ln )
1 1 1 1 1
,
ln ln ln 2
(ln ) (ln )
1 1
: existe; por lo tanto la serie
ln 2
(ln )
lim lim lim
b
b
b b b
f x
x x
dx dx
x x
x x x x
dx
x x
~
~
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
·
| ] | `
= · · · +
÷
]
. ] . ,
= ·
l l
l
es convergente para 1 x ·
1
1
1 2
1
2
1
2
+
0
2
+
0
2 2 2
2
+
4

3
Solución - :
4

3
4 4
y
3 4
Aplicamos el Criterio de la
Juan Bel
razón:
4

trá

n
lim lim
n
n
n n
n n
n
n
n
n
n
n
n
n n
n n
x
n
x
n
x x
u u
n n
x
u
u
+
+
+ +
+
+
+
~
·
~
·
+
÷ ~ ÷ ~
+
+
· ·
+ +
·
¿
¿
26.
2
1 1
1
2
2 2
2
2 2
+ +
2 2 2 2
+ + +
4 ( 3) ( 3)
4
4 ,
( 4)
4 4 ( 4)
3
3 1 3/
4 4 4 1 4
4 1 4/
la serie da será absolutamente convergente si:

lim lim
lim lim lim
n
n n
n
n
n
n
n n
n n
n n n
x n n
n
x
n
x x n
n
u n n
x x x x
u n n
+
+ +
+
+
+
÷ ~ ÷ ~
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
+ +
+
· ·
+
+
+
+ +
= · · · × ·
+ +
2 2
4 1 4 1 0 (2 1)(2 1) 0 x x x x < = < = + <
1 1
1
2
+ + + +
0 0 0 0
1 1
: intervalo de convergencia de la serie.
2 2
Para
1
,
2
la serie es:
1 1 1
4 4
4
4 2 4
4

3 3 3 3
y
4

n
n n
n
n n
n n n n
x
x
n n n n
+ +
+
~ ~ ~ ~
· · · ·
< <
·
| ` | `

÷ ÷
. , . ,
· · ·
+ + + +
¿ ¿ ¿ ¿
+
0
4 2 4
1 : divergente
3 5 3 7
si se compara cada término de esta serie con los de la serie armónica que es divergente, se concluye que,
la serie es divergente (cada término, a partir del segundo
n
n
~
·
· + + + +
+
¿
L
1 1 1
2
+ + + +
0 0 0 0
+
0
, es mayor que el de la serie armónica)
Para
1
,
2
la serie es:
1 1 1
4 4 4
4 2 4
4

3 3 3 3
y
4
1
3
n
n n n
n n
n n n n
n
x
n n n n
n
+ + +
~ ~ ~ ~
· · · ·
~
·
¹ ¹
' '
¹ ¹
·
| ` | `
÷ ÷
. , . ,
· · ·
+ + + +
· +
+
¿ ¿ ¿ ¿
¿
4 2 4
: divergente
5 3 7
De tal modo que el intervalo de convergencia de la serie dada es:
1 1
.
2 2
1 1
,
2 2
x
|
+ + +

`

<
.
< =
÷
,
L
1
0
2
2 3 4
+
0
+
2
0
tan
Solución - :
La serie geométrica, con 1 y ,
1
1 si 1 ( )
1
sustituyendo en ( ), se obtiene
Juan Be
:

ltr
)
1
( 1
á
1
n
n
n
n n
n
x
tdt
a r x
x x x x x x
x
x
x

~
·
~
·
· ·
· + + + + + · <

l
¿
¿
32.
L
2
0
4 6 8
2
2
2
2 1
+
0
1
1 ( 1) si 1 ( )
1
aplicando el teorema , se obtiene:
1
( 1) , si 1
2 1
1

2

n n
n
n
n
x
x x x x x x
x
x
tdt x
n
x
+
~
·
· + + + + + · <
+
· <
+
+
=
¿
l
L L
integración término a término de una serie de potencias
{ ¦
1
1
0
1
0 0
2 1
+

2 2
0
2 1
+


0
tan ( 1) , si 1 efectuando la integral definida del lado izquierdo
( 1)
(2 2)(2 1
( ),
2 1
tan ( 1) ;
2 1

)
3
tan
n
n
n
n
n
n
n
n
n
x
x x
x
x x
n
x
tdt dt
n
n
tdt
x
n

+
~
·
+
~
·
+
·
·
· <
+
= ·
+
+ +
·
¿
¿
l l
l
+
0
.
~
¿
0
3
1
1
1
1
+
0

1/ 2

Solución - :
Sea la serie
( )
!

Ju
y
! ( 1)!
! ( 1)!

an Belt

1
( 1
rán
)!
!
1
lim lim lim li
n
n n
n n
n
n
n n
x
n
n n n
e dx
x
n
x x
u u
n n
x
x n x n
x
n
x x n
n
+
+
+
+

~
·
÷ ~ ÷ ~ ÷ ~
· ·
+
+
· · ·
+
+
l
¿
44.
1


1
0,
1
0 1: de acuerdo con el criterio de la razón, la serie ( ) es
absolutamente convergente
De tal modo que si es
1
una f
m
lim
n
n
n
n
x
n
u
u
x
f
+
÷ ~
÷ ~
· ×
+
= · <

1 1
+
0
+ + +
1 1 0
unción definida por
( ) , ( );
!
'( ) '( ) , ( )
! ( 1
2
)! !
igualando ( ) y ( ), se obti
3
2 3 ene:
'( ) ( )
as
n
n n n
n
n n n
x
f x x
n
nx x x
f x f x x
n n n
f x f x

~
·
~ ~ ~
· · ·
· e
= · · = · e

·
¿
¿ ¿ ¿
¡
¡
{ ¦

i que la función satisface la ecuación diferencial
separando variables ,
ln ( ) ( )
de ( ) se tiene que (0) 1 por conven
4
2
x x c
f
dy dy
y dx
dx y
dy
dx y x c y e y f x Ce
y
f
+
· = ·
= · = · + = · = · ·
·
l l
{ ¦
0
3
3 3
3
+
0
+ +
0 0
ción se considera 1 aun cuando 0 ,
( ) ;
, ( )
!
Sustituyendo por en ( ), se obtiene:
( ) ( 1)

5
,
! !
De tal man ra
5
e
x
n
x
n n n
n
n n
x
x x
f x e
x
e x
n
x x
x x
e x
n n

~
·
~ ~
· ·
· ·
= ·
· e

· · e
·
¿
¿ ¿
¡
¡
3
1/ 2
3 3
0 0
0
3
0
0
3
3
3
1
1
1
+ + +
0 0 0
+
0
1/ 2 1/ 2
1/ 2
1/ 2
que:
1
( 1)
( 1) ( 1) 2
,
! (3 1) ! (3 1) !
( 1)
,
(3 1)2 !
1

(3(0) 1)
n
n
n n n n
n
n
x
n n n
x
n
x
x x
e dx dx
n n n n n
e dx
n n
e dx
+
+
+
~ ~ ~

· · ·
~

·

| `

÷
]

. ,
· · ·
]
+ +
]
]

= ·
+
= =
+
¿ ¿ ¿
l l
¿
l
l
0
3 3 3 3
0
3
3
1 2 3
(0) 1 (1) 1 (2) 1 (3) 1
1/ 2
1/ 2
( 1) ( 1) ( 1)
,
2 0! (3(1) 1)2 1! (3(2) 1)2 2! (3(3) 1)2 3!
1 1 1 1
0.4849;
2 64 1792 61440
. 0.485
x
x
e
dx
dx
e
+ + + +

+ + +
× + × + × + ×
= = +
=
=
·
l
l
( )
+
0
Juan Beltr
Obtenga la serie de Taylor para en 2 utilizando la serie de Maclaurin para
Solución - :
La forma general de la serie de Maclaurin es:
(0)
(0) '(0)
!
án
n
n
n
x x
e e
f
x f f x
n
~
·

· + +
¿
8.
2
2
( )
( )
( )
3 4
+
1
0
''(0) (0)
( )
2! !
( ) ,
( ) , ( )
(0) 1
De ( ) y ( ), se deduce que:
1 1 1 1 1
1 ( )
2! 3
1
2
1 2
3
! 4! ! !
n
n
n
n
n n
n
x
x
x
f f
x x
n
f x e
f x e x
f e
e x x x x x x
n n
~
·
+ + +
¹
·
¹
= · e
'
¹
· ·
¹
· + + + + + + ·
¿
L L
g
¡
L L
( ) ( )
( )
+ +
1 1
+
1
( 2) 2 2 2
( 2)
( 2) 2 2
Ahora,
( )
Sustituyendo por ( 2) en ( ), se obtiene:
1 ( 1)
( 2) 2 ,
! !
( 1)
2
4
3
5 ( );
!
n
n
n n
n n
n
n
x x x
x
x
e e e e e e
x x
e x x
n n
e e e x
n
~ ~
· ·
~
·



· ·

· ·

= ·
·
¿ ¿
¿
( ) { ¦
+
1
2
( 1)
2 4 5 ( ) en ( ) .
!
n
n
n
x
e e x
n
~
·


·
¿
3
1/ 3
3
2 / 3
5/ 3
2
8/ 3
3
11/ 3
4
14 / 3
5
(4)
(5)
( ) ; 8
Solución - :
( ) ,
1
'( ) ,
3
2
''( ) ,
3
2 5
'''( ) ,
3
2 5 8
( ) ,
3
2 5 8 11
( ) ,
3

Juan Beltrán
f x x a
f x x x
f x x
f x x
f x x
f x x
f x x

· ·
· ·
= ·
= ·
×
= ·
× ×
= ·
× × ×
= ·
=
11.
M
( ) 1 (1 3 ) / 3
2 5 8 (3 4)
( ) ( 1) .
3
n
n n n
n
f x x

× × × ×
·
L
1/ 3
2 / 3
2
5/ 3
2 2 5 2
8 / 3
3 3 8 3
11/ 3
4
(4)
Para 8, se tiene:
(8) 8 2,
1 1 2
'(8) 8 ,
3 24
3 2
2 2 4
''(8) 8 ,
3 3 2 24
2 5 2 5 4 5
'''( ) 8 ,
3 3 2 24
2 5 8 2 5 8
( ) 8
3
a
f
f
f
f x
f x

·
· ·
· · ·
×
· · ·
×
× × ×
· · ·
×
× × × ×
· ·
4 11 4
14 / 3
5 5 14 5
(5)
( ) 1
4 5 8
,
3 2 24
2 5 8 11 2 5 8 11 4 5 8 11
( ) 8 ,
3 3 2 24
4 5 8 (3 4)
( ) ( 1)
24
n n
n
f x
n
f x

× ×
·
×
× × × × × × × × ×
· · ·
×
× × × ×
·
M
L
2 3 4
3
2 3 4
3
1
2( 8) 4( 8) 4 5( 8) 4 5 8( 8) 4 5 8 (3 4)( 8)
2 ( 1)
24
2!(2
De tal manera que la s
4 ) 3!(24 ) 4!(
erie de Taylor para en 8
24 ) !(24
, es:
)
.
n
n
n
x
x x x x n x
x
n

× × × × × × ×
· + + + +
L
L
1
1

El radio de convergencia , se calcula mediante.
4 5 8 (3 4)
1
24( 1) !(24 )
1
,
4 5 8 (3 4)(3 1) 3 1
3 1
( 1)(24)
( 1)!(24 )
24
lim lim lim lim
lim
n
n
n
n
n n n n
n
R
n
c n n
R
n n n
c n
n
n
R
+
+
÷ +~ ÷ +~ ÷ +~ ÷ +~
× × × ×
+
· · · ·
× × × ×

+
+
= ·
L
L

1 1/ 1
2 8 4 .
3 1/ 3
R
n
n ÷ +~
+ | `
· =

. ,
·
÷

1/ 2
2
0
1/ 2
2
0
3 5 7
2
6
2 2
sen
Solución - :
sen ( )
La serie para sen es:
sen ( )
3! 5! 7!
Sustituyendo por en ( ), se obtiene:
sen
3
Juan Beltr
1
2
!
á
2
n
x dx
x dx
x
x x x
x x
x x
x
x x
· + +
· +
l
l
31.
L
10 14
6 10 14
1/ 2 1/ 2
2 2
0 0
1/ 2
7 11 15
1/ 2
2 3
0
0
3
1/ 2
2
0
( )
5! 7!
De tal manera que:
sen ,
3! 5! 7!
1
sen ,
3 7 3! 11 5! 15 7!
1
1 1 2

3
sen
3 2
x x
x x x
x dx x dx
x x x
x dx x
x dx
+
| `
· + +
÷
÷
. ,
| ]
= · + +
]

× × ×
. ]
|

| ` .
= =
÷
. ,
l l
l
l
L
L
L
7 11
1/ 2
2
1/
0
2
2
0
1
2
,
7 3! 11 5!
1 1 1
sen 0.04167 0.00019 0.00000037;
3 8 7 6 128 11 120 2048
. sen 0.041 x
x dx
dx
` | `
÷ ÷
, . ,
+
× ×
= = + · +
× ×
=
× × ×
·
l
l

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