Economía social de mercado

Su valor permanente
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La Empresa es una institución decisiva para el 'j^m desarrollo económico, la fwm dinamización de la socieW dad y la promoción de las c a v ^ libertades personales y públicas. Su vitalidad expresa la .creatividad del entramado social y la capacidad de los ciudadanos para afrontar los desafíos económicos, sociales y culturales del momento presente. Las raíces de la capacidad de emprender se encuentran en la persona humana. Hoy ya sabemos que los problemas más importantes de la empresa no son los tecnológicos, sino los antropológicos y sociológicos. El actual directivo empresarial no es sólo un experto o un estratega; ha de ser, sobre todo, un humanista capaz de conocer con profundidad y rigor a los hombres y a su entorno social. Este convencimiento ha motivado que las mejores Empresas de todo el mundo se acerquen a los saberes humanísticos; en busca de respuestas para los retos de una sociedad cada día más compleja y cambiante. EÍ diálogo continuo entre la Empresa y la Universidad, entre directivos y académicos, es mucho más que una moda: es una exigencia de la hora actual. El Seminario Permanente «Empresa y Humanismo» ofrece un amplio marco para este encuentro entre visiones complementarias que mutuamente se enriquecen. Es una iniciativa lanzada para servir de catalizador intelectual y operativo. Su labor

se plasma en un equipo estable de investigac f^m así como en la organiza* |K ción de encuentros entre , profesionales de la Empresa y cultivadores de las humanidades. Los resultados de estas tareas se difunden por medio de publicaciones y servicios de documentación. Este Seminario Permanente ha surgido de la colaboración entre las Facultades de Filosofía y Letras y de Ciencias Económicas y Empresariales, e IESE de la Universidad de Navarra y las siguientes Empresas: Banco Bilbao Vizcaya, C o m pañía Sevillana de Electricidad, Iberdrola e IBM. Las Empresas asociadas toman parte en las actividades del Seminario Permanente y reciben toda la documentación y publicaciones. Actualmente, las Empresas que se han asociado son las siguientes: Alcatel, S t a n d a r d \ Eléctrica, Arthur Andersen, Asfaltos de Biurrun, S. A., Caja de Ahorros Municipal de Pamplona, Caja Cantabria, Civisa, C o m p o s a n , Desarrollo Organizacional, S. A., El C o r t e I n g l é s , Elecnor, Escuela de la Hacienda Pública, Fundación Formación y T e c n o logía, Grupo Fagor, Hidroeléctrica del C a n t á b r i c o , I b e r c a j a , I d o m , I n t e c C o n s u l t o r e s , S . A., J o s é M a r í a A r i s t r a i n , L a n d i s & Gyr, Lombardía & Lacaci, S. A., Mare Nostrum Seguros, McCann-Erick-

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son, Navasfalt, Nestlé, Nuclenor, Orlisa, Seat, Sener, Systemvial, Torho.

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ECONOMÍA SOCIAL DE MERCADO Su valor permanente .

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S. MADRID .LUDWIG ERHARD ECONOMIA SOCIAL DE MERCADO Su valor permanente EDICIONES RIALP.A.

Stiftung © E B O O I N E S RMJP.Alejandro Llano Diseño de colección y cubierta: Fernando Pagóla (Tte tvM-a p^fTOitad© la reproducción total o parcial de este libro. sin el permiso previo y por escrito áe te Sfwfares á»l Copyright EdfcJKwn y piresentacióo: Ignacio Miralfoell Ti®dtuicdiéffii: Bgnaefoi Miralbel).. 1994 Altea». José García y Andreas Bohmler © Lwidwiig .Impresa en España i Itaipresa ©ra GirafSeas Rogar.3 Q 3 8 . pmregistrou oíros métodos.. mi la Urarasimisién de ninguna forma o por cualquier medio.Colección: EMPRESA Y HUMANISMO Dirección. S. m u z o 1994 ISBN:: M . 2&Í27 Madrid !fltünr«ra «dfeSéiii. ya sea electrónico. Fuenlabrada (Madrid) ..3 2 1 . iflíiredáEPtto©. pm $otoe®pia. 29®.Brfoatd . ni su tratamiento tetestnnáífc©.A.9 D ^ E s i t e tecali: R 5463-11994 IPtoMedl im Spain .

u n a política e c o n ó m i c a orientada a la "integración interna" d e la s o c i e d a d 3. Una c o n c i e n c i a histórica viva q u e asegure la libertad y los v a l o r e s h u m a n o s 21 35 35 40 58 63 71 71 75 79 85 85 91 7 . por Dr. tendencias d e nuestro t i e m p o 2. Constructivismo y r o m a n t i c i s m o social.p r o v i d e n c i a : S e g u n d a d social al p r e c i o de la libertad 3. Horst Friedrich Wünsche Capítulo I: S o b r e la i n t e r d e p e n d e n c i a d e l o s ó r d e nes 1.ÍNDICE P r e s e n t a c i ó n . L o s p e l i g r o s d e la masificación y d e la c o l e c t i v i zación 2. i n s a t i s f a c c i ó n y e n v i d i a social Capítulo III: R e f l e x i o n e s s o b r e la historia c o n t e m p o ránea 1. por Dr. Ignacio Miralbell Introducción: A c l a r a c i o n e s sobre la E c o n o m í a Social de M e r c a d o c o n el transfondo d e los actuales proc e s o s d e t r a n s f o r m a c i ó n e c o n ó m i c a en el e s t e 9 europeo. E c o n o m í a c o m o parte d e la cultura 2. El bienestar: ¿objetivo d e la política e c o n ó m i c a o indicador del sentido d e la vida? 4. S o b r e m a t e r i a l i s m o . E s t a d o . Una " S o c i e d a d F o r m a d a " en la d e m o c r a c i a pluralista Capítulo II: M e r c a d o y moral 1.

responsabilidad y orden: claves para un desarrollo e c o n ó m i c o satisfactorio 2. La nueva Europa d e b e nacer d e un p r o y e c t o c o mún.. La Comunidad Europea no se justifica sólo por una a m p l i a c i ó n d e e s p a c i o s e c o n ó m i c o s . La responsabilidad del Estado y el papel del e m presario 2. Biografía de L. A s p e c t o s e c o n ó m i c o s . La contradicción entre poder y espíritu: una herencia cultural inaceptable Capítulo IV: El empresariado en un orden económico libre 1. Erhard Tabla de correspondencias 95 97 111 111 114 121 139 139 142 147 147 152 154 163 167 8 .3. El orden p o l í t i c o . El empresario y la política 3.e c o n ó m i c o c o m o garantía de la libertad e iniciativa empresarial Capítulo V: Sobre Europa 1. no de una suma de intereses 2. Sobre las estrategias de la política de desarrollo . Libertad. valores y proyectos 4. sino también por un deber moral Capítulo VI: Política de desarrollo 1.. p s i c o l ó g i c o s y sociológic o s de la política de ayuda al desarrollo 3. El anclaje de la política en ideales.

q u e se ha h e c h o realidad en las presentes páginas. A p r o v e c h a m o s . pues. Reden und Schriften. Viena. conferencias y artículos de Ludwig Erhard. refleja sufic i e n t e m e n t e los a s p e c t o s fundamentales del pensamiento p o l í t i c o . a nuestro entender. Econ Verlag. Duseldorf. Esta última ha supervisado el trabajo. Gedanken aus fünf Jahrzehnten. Este es el texto que ha servido de fuente para la presente traducción.PRESENTACIÓN O f r e c e m o s aquí una c o l e c c i ó n de discursos. ministro d e e c o n o m í a de la República Federal d e A l e m a n i a en el gabinete de A d e n a u e r desde 1948 a 1963. no se trata d e una traducción d e un libro ya editado en versión alemana. la ocasión para mostrar nuestro 1 El libro que recoge la "obra completa" de Erhard y en versión original contiene un total de 153 documentos. Nueva York.e c o n ó m i c o de Erhard. y Canciller Federal d e s d e 1963 a 1966. Así pues. y nos ha ofrecido g e n e r o s a m e n t e toda c l a s e d e facilidades para llevar a c a b o este p r o y e c t o conjunto. o al m e n o s aquellos a s p e c tos que pueden resultar de m a y o r interés en la actualidad para público español e h i s p a n o a m e r i c a n o . 1988. Hohmann. S e trata d e una s e l e c c i ó n y edición castellana d e un c o n junto de diecinueve d o c u m e n t o s . sino de una s e l e c c i ó n especial d e textos hecha por nosotros. Hemos introducido ligeras modificaciones en los textos en orden a su adaptación al público hispánico actual. K. Cfr. que no es ni m u c h o m e nos exhaustivo pero que. Esta traducción ha sido posible gracias a la estrecha c o laboración entre el Seminario Permanente " E m p r e s a y Hum a n i s m o " y la Fundación Ludwig Erhard. 1 9 .

Por otra parte. y de m o d o especial a su Director Gerente. y que le g a n ó algunas v e c e s el calificativo d e "visionario". 2 El interés actual d e los discursos y escritos de Erhard se d e b e . q u e s e produjo durante los a ñ o s 50 bajo el arbitraje y el e s t í m u l o d e la p o lítica e c o n ó m i c a d e Erhard. S e a c u ñ ó e n t o n c e s la c é l e bre expresión del " m i l a g r o e c o n ó m i c o a l e m á n " . Gedanken aus fünf Jahrzehnten. y que hizo que el esfuerzo y la entrega de un pueblo volvieran a ser útiles para la prosperidad humana" . por e j e m p l o . Erhard. H. A p e n a s h e m o s r e c o g i d o discursos de p e r í o d o s e l e c t o rales o m í t i n e s p o l í t i c o s . Por e s o estos escritos d e los años 60 y 70 q u e p r e s e n t a m o s resultan de gran actualidad. Su p e n s a m i e n t o se dirigió a p r o b l e m a s y situaciones de hoy.sincero agradecimiento a la Fundación Ludwig Erhard. a la visión p r o y e c t i v a y de futuro que caracterizó s i e m p r e a Erhard. 10 . p. los anuncios y r e c o m e n d a c i o n e s que hizo por adelantado acerca d e la reunificación a l e m a n a . que p e r m i t i ó r e c o b r a r el v a l o r y el s e n t i d o del trabajo humano. entre otros m o t i v o s .. expresión q u e no era del a g r a d o d e Erhard. L o s t e x t o s s e l e c c i o n a d o s son a q u e l l o s en q u e Erhard t o m a cierta distancia. F. o el e m p e ñ o incansable con que impulsó los primeros p a s o s de la C o m u n i d a d E c o n ó m i c a Europea. casi t o d o s e s t o s t e x t o s p e r t e n e c e n a la última etapa de Erhard ( a ñ o s 6 0 y 7 0 ) . cit. El m u n d o e n t e r o q u e d ó s o r p r e n d i d o por el r á p i d o p r o c e s o d e r e c o n s t r u c c i ó n y r e h a b i l i t a c i ó n e c o n ó m i c a del p a í s . Wünsche. 549. La figura de Erhard es recordada en e s tos días con frecuencia en la prensa y en los m e d i o s alem a n e s p o r q u e resultan s o r p r e n d e n t e s . en los q u e ya no está tan centrado en el p r o c e s o d e reforma e c o n ó m i c a q u e está llevan- 2 L. el Dr. y mira hacia el futuro c o n amplitud d e p e r s p e c t i v a . p o r q u e s e g ú n él m i s m o afirmaba: "En A l e m a n i a no s u c e d i ó ningún milagro. El P r o f e s o r Erhard fue m u n d i a l m e n t e c o n o c i d o a partir d e su reforma m o n e t a r i a y e c o n ó m i c a d e 1948 en la zona o c c i d e n t a l d e A l e m a n i a . sino una política e c o n ó m i c a basada en principios liberales.

de apertura comercial internacional. L o s ordo-liberales anteriormente m e n c i o n a d o s fueron para él a l g o así c o m o c o n d i s cípulos y miembros d e una misma generación y movimiento. Valencia. y q u e en el ámbito centro-europeo a d o p t ó la forma del llamado "ordo-liberalismo" de la Escuela d e Friburgo. fundador d e la Escuela d e Nurenberg cuya teoría d e la "formación" s o c i o . 11 .e c o n ó m i c a (Gestaltlehre) está en la b a s e d e la idea d e la " s o c i e d a d f o r m a d a " o "integrada". Erhard perteneció al m o v i m i e n t o d e economistas q u e se ha d e n o m i n a d o "neo-liberalismo". Vershofen. editado en 1957 y traducido y editado en castellano p o c o d e s p u é s por el Prof. 1957). no es m e n o s cierto q u e las raíces intelectuales d e la c o n c e p c i ó n p o l í t i c o . Fundada por Eucken. un libro de Erhard q u e recoge fragmentariamente sus discursos y escritos de e s o s años. en q u e destaca singularmente un maestro: el judío Franz O p p e n h e i m e r . O p p e n h e i m e r . Alexander Rüstow y Franz B ö h m .8 6 4 . por ejemplo. 3 ' Cfr. p p . Otro importante punto d e referencia para Erhard fue el e c o nomista W . tras la II Guerra Mundial hubo un resurgir general del impulso liberal tras el fracaso d e la "era d e los 3 4 Si el lector está interesado en e s e período d e la reconstrucción d e la economía alemana durante los años 50. q u e coincidían c o n él en intentar aprender las lecciones históricas d e las s o c i e d a d e s industrializadas y q u e promovieron. y q u e fue el director d e su tesis doctoral. Sin e m b a r g o . cit. D e manera q u e el maestro principal de Erhard — c o m o él m i s m o r e c o n o c i ó en múltiples o c a s i o n e s — fue F. y d e búsqueda d e un equilibrio en la interdependencia d e los órdenes sociales.. sino q u e adopta un discurso m á s reflexivo y m á s maduro en sus principios c o n c e p c i o n a l e s . puede consultar la obra Bienestar para todos (Wohlstand für alle). contó entre sus filas a Wilhelm R ö p k e . por nombrar sólo a algunos. Enrique Tierno Galván (Editorial Fundación Ignacio Villalonga. en el p e r í o d o d e su formación universitaria.d o a c a b o ( a ñ o s 5 0 ) .. En cualquier caso. Erhard se sintió siempre vinculado a este grupo de economistas de su misma generación. a cuya teoría s o c i o . 8 5 8 . Gedanken aus fünf Jahrzehnten.e c o n ó mica denominaba " s o c i a l i s m o liberal".e c o n ó m i c a d e Erhard hay que situarlas en un p e r í o d o anterior. en los años d e la postguerra. de uno u otro m o d o un nuevo espíritu d e libertad e c o n ó m i ca. Friedrick v o n Hayek. q u e Erhard desarrolló en varias o c a s i o n e s . profesor d e s o c i o l o gía en la Escuela d e Frankfurt.

A esta c o n c e p c i ó n d e la a c c i ó n p o l í t i c o .experimentos intervencionistas". 12 . Pues bien. Tal e l e m e n t o diferenciador consiste en q u e . 5 5 Ibidem. el mantenimiento de la estabilidad monetaria. distinto. p. entonces no sería c o n c e p t u a l m e n t e válido para constituir una base de t o d o un orden s o c i a l " .e c o n ó m i c a la denominaron "Economía Social de M e r c a d o " . auto-crítico respecto al liberalismo clásico. el crecimiento e c o n ó m i c o continuo. c o m o Alfred Müller-Armack y Friedrich Lutz. El propio Erhard señala q u e : " A pesar del parentesco intelectual. producido mediante una libre formación de precios en el m e r c a d o . sino también — y en primer lugar— unos principios intelectuales y m o r a l e s . que Erhard concibió en estrecho diálogo con los ordo-liberales anteriormente citados y otros. un impulso nuevo. Junto a esta forma peculiar d e considerar las tareas y los m é t o d o s de la política e c o n ó m i c a . la E c o n o m í a Social de M e r c a d o de Erhard se caracterizó por un rasgo que va m á s allá d e las puras técnicas p o l í t i c o . en el seno de esa corriente tuvo origen un m o d e l o práctico de acción político-económica. financiera y crediticia — b a jo el régimen de independencia del Banco e m i s o r — que tenga c o m o objetivos el equilibrio de la balanza de p a g o s . que había conducido inevitablemente al convulsivo "problema social" y a otros muchos males endémicos y paralizantes. para e s t e ú l t i m o . y el pleno e m p l e o (los cuatro objetivos principales del así llamado "cuadrado m á g i c o " ) . no s ó l o e s d e t e r m i n a n t e el automatismo t é c n i c o del equilibrio en el m e r c a d o . 1043. hay un e l e m e n t o adicional q u e marca la diferencia entre este espíritu nuevo de la e c o n o m í a de m e r c a d o — e n especial de la E c o n o m í a S o c i a l de M e r c a d o — frente al pensamiento liberal.e c o n ó m i c a s . Erhard utilizó esta expresión en innumerables ocasiones para denominar a esa "nueva" concepción de la política e c o n ó m i c a que él se esforzaba en poner en práctica. Según ella sólo la economía de m e r c a d o puede alcanzar objetivos sociales de "bienestar para t o d o s " gracias a una política monetaria. Si tal orden e c o n ó m i c o consistiera tan s ó l o en el equilibrio entre oferta y d e m a n d a .

Erhard consideró la e c o n o m í a c o m o un ámbito o a s p e c to central d e la vida humana, q u e d e b e ser a d e c u a d a m e n te o r d e n a d o por la autoridad política para q u e las condic i o n e s s o c i a l e s s e d e s a r r o l l e n hasta una s i t u a c i ó n satisfactoria; y para q u e la cultura y la calidad d e vida alc a n c e n una firme raigambre. Este claro r e c o n o c i m i e n t o del trasfondo a n t r o p o l ó g i c o y ético d e la actividad e c o n ó m i c a nos permite hablar de un auténtico "humanismo político-econ ó m i c o " . S e trata d e una peculiaridad d e Erhard q u e quizás se deba s ó l o al h e c h o d e haber estado c o m p r o m e t i d o con la praxis p o l í t i c o - e c o n ó m i c a d e su país a lo largo d e una larga carrera política al frente del ministerio d e e c o n o mía, o quizás s e deba a q u e poseía una c o n c e p c i ó n un tanto distinta e independiente d e la e c o n o m í a política. En cualquier c a s o resulta destacable el talante realista y práctico del discurso d e Erhard. El orden d e libre c o m p e t e n c i a para Erhard n o es un m o d e l o formal d e funcionamiento del " s i s t e m a " e c o n ó m i c o . Erhard n o habla d e sistemas, ni d e estructuras, ni d e puros p r o c e s o s , sino d e situaciones, d e fines, d e principios, v a l o res, y — s o b r e t o d o — d e seres h u m a n o s . La libre formación de precios no e s para él un m e r o m e c a n i s m o o automatism o , sino a l g o m u c h o m á s trascendental y humano: una manifestación d e la libertad d e las personas en sus iniciativas y actividades. A s í e s c o m o se p o n e d e manifiesto el h e c h o de q u e tal e c o n o m í a d e m e r c a d o es por sí misma " s o c i a l " en cuanto a su dinámica. En el m a r c o del o r d e n a m i e n t o político-económico sirve al "bienestar para todos". N o se trata d e q u e el individualismo e c o n ó m i c o conduzca indirectamente al bien c o m ú n , sino d e q u e la e c o n o m í a d e m e r c a do puede perseguir directamente — s i el ordenamiento estatal la preserva d e su propia c o r r u p c i ó n — el bien c o m ú n . M e jor dicho, ella misma " e s " ya parte esencial d e e s e bien c o mún, entre otras c o s a s porque s e o p o n e al " m a l c o m ú n " de la e c o n o m í a planificada y dirigista. Por tanto, la realización y custodia d e un orden e c o n ó m i c o libre y al m i s m o t i e m p o estatalmente regulado, d e b e constituir un "fin" d e la política e c o n ó m i c a . Erhard — c o m o ya lo hiciera E u c k e n en sus Principios de política económica— p a r t e d e la n e c e s a r i a c o m p l e m e n t a r i e d a d entre lo personal y lo estatal, entre la libertad y el o r d e n a m i e n t o , entre m e r c a d o c o m p e t i t i v o y re13

gulación p o l í t i c o - e c o n ó m i c a . Erhard no entiende estos dos a s p e c t o s d e la v i d a e c o n ó m i c a c o m o d i a l é c t i c a m e n t e o p u e s t o s , sino c o m o s i n é r g i c a m e n t e c o n v e r g e n t e s , al m e nos en el plano c o n c e p c i o n a l . Q u e cada persona trabaje, produzca y ofrezca s e r v i c i o s en función d e las d e m a n d a s y n e c e s i d a d e s s o c i a l e s , c o n iniciativa y responsabilidad personal, sin q u e nadie se lo impida, y r e c i b i e n d o las c o n traprestaciones correspondientes a la calidad del propio trabajo; q u e desarrolle sus iniciativas e m p r e s a r i a l e s y ejerza el d e r e c h o d e a s o c i a c i ó n m e d i a n t e sistemas d e c o o p e r a ción; y al m i s m o t i e m p o , q u e el E s t a d o actúe de a c u e r d o con su función imprescindible d e c o m p l e m e n t a c i ó n subsidiaria, de arbitraje, y d e custodia del orden d e c o m p e tencia; t o d o ello no s ó l o e s la forma mejor d e alcanzar "dir e c t a m e n t e " el fin d e la justicia social, sino q u e " e s " parte de esa m i s m a justicia s o c i a l . Erhard redefine el significado de la expresión "orden de c o m p e t e n c i a " en clave ético-antropológica y práctica: simplemente es "la" e c o n o m í a libre; "la" e c o n o m í a que corresponde a la naturaleza humana y al destino recibido de Dios; "la" misma vida e c o n ó m i c a con sus iniciativas, su dinámica de interacciones, sus formas de administración, su e m pleo de recursos, su actividad laboral, etc. Y precisamente porque Erhard traduce el "orden de c o m p e t e n c i a " en clave práctico-antropológica es por lo que es capaz de apreciar también sus aspectos m á s oscuros, e s decir, los f e n ó m e n o s de degeneración a que está permanentemente expuesta cuando en ella germinan la inmoralidad, la irresponsabilidad y los comportamientos delictivos o insolidarios de que es capaz el ser humano. Erhard no tiene una fe ingenua en el carácter benéfico de un m e r c a d o - p r o v i d e n c i a , q u e alcanza el bien c o m ú n aunque los individuos actúen en contra d e él (laissez faire). Su realismo a n t r o p o l ó g i c o le h a c e un h o m b r e s i e m p r e consciente d e los peligros que encierra la libertad huma6

En el fondo esta idea es la versión m a c r o e c o n ó m i c a de algo que en el ámbito de la economía de empresa es cada vez m á s manifiesto, a saber, que la actividad empresarial tiene de suyo un rendimiento social. S o b r e este tema hay una abundante bibliografía en las publicaciones del Seminario Permanente " E m p r e s a y H u m a n i s m o " . Por ejemplo, cfr. J o s é María B a s a goiti, El rendimiento social de la empresa, Cuaderno n 18.
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na, c u a n d o se desentiende de sus responsabilidades y de su deber moral. Por eso Erhard denuncia —quizás c o m o ningún liberal lo habría h e c h o — los v i c i o s del orden de c o m petencia c u a n d o atropella la moralidad, y llama a los fen ó m e n o s n e g a t i v o s p o r su d e b i d o n o m b r e : a i s l a m i e n t o individualista, c o n s u m i s m o , masificación, lucha por el reparto d e los recursos del E s t a d o , c o m p e t i t i v i d a d arruinante, afán de p o d e r e c o n ó m i c o , invasión publicitaria, daños a la moralidad pública por intereses c o m e r c i a l e s , insólidaridad, e s p e c u l a c i ó n s u m e r g i d a en el a n o n i m a t o , falta d e realismo, u t o p i s m o r o m á n t i c o e irresponsable, envidia s o cial, etc. P r e c i s a m e n t e por ser c o n s c i e n t e d e estos pelig r o s , Erhard reivindicó s i e m p r e la n e c e s i d a d insustituible y la importancia decisiva d e la autoridad estatal, de la legislación, y de una política e c o n ó m i c a inflexible, que no c e da el bien c o m ú n ni la igualdad fundamental de los ciudad a n o s ante las p r e s i o n e s o intereses particulares; y que arbitre c o n justicia. A mi m o d o de ver, hay un fondo antropológico realista y personalista d e la E c o n o m í a Social de M e r c a d o , que la e m parenta en gran medida c o n los principios de la Doctrina Social de la Iglesia, lo cual ha sido puesto de manifiesto por expertos en la materia d e s d e años atrás . Esta c o n v e r g e n cia vino dada, en parte, por circunstancias históricas, c o m o fue el h e c h o d e q u e Erhard en su etapa d e ministro de e c o nomía tuvo que dialogar y negociar con frecuencia con el ala m á s " s o c i a l " del Partido D e m ó c r a t a Cristiano (C.D.CJ) . Pero no se trata sólo de una coincidencia histórica circunstancial; sino que puede hablarse de una auténtica convergencia conceptual, de una inspiración c o m ú n entre la D o c trina Social d e la Iglesia y la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o , aunque naturalmente, cada una d e s d e su plano — l a primera c o m o una orientación teológica y magisterial sobre los
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' Cfr. los escritos del Cardenal Hóffner, de E. Nawsroth, B. Streithofen, Eberhart Belty, O . V. Nell-Breuning, y otros autores a l e m a n e s de esa é p o ca, expertos en Doctrina Social d e la Iglesia. Otra circunstancia fue el hecho d e q u e en la é p o c a d e Erhard hubo algunos representantes sindicales inspirados por la Doctrina Social Católica, c o m o por ejemplo, Nell-Breuning. T a m b i é n hubo iniciativas de formación para trabajadores y organizaciones de la pastoral obrera de la Iglesia que difundieron su Doctrina Social, c o m o por ejemplo la de Adolf Kolping, que d e s p l e g ó su actividad también en los años d e Erhard.
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En primer lugar interdisciplinariedad entre el punto d e vista e c o n ó m i c o y el político. La Economía Social de Mercado. etc. utiliza la política fiscal y presupuestaria.e c o n ó m i c o de Erhard es su marcada interdisciplinariedad. La impronta dejada por Erhard en la e c o n o m í a alemana 16 . y utilizando el instrumental de la política e c o n ó m i c a . c o m o personas libres y responsables. la ética. éste es un aspecto que d e s e o recalcar: que en Erhard hay humanismo. c o m batiéndola con las mismas armas del m e r c a d o . Este humanismo de fondo. arbitra y custodia un orden e c o n ó m i c o que refleja y sirve a la igualdad fundamental de todos los ciudadanos. lo cual es parte esencial de su m o d e l o conceptual (principio de la interdependencia de los ó r d e n e s ) . sin confundirlos nunca.e c o n ó m i c a muy c o n creta—. y por un humanismo social derivado del personalismo cristiano. frente a toda pretensión igualitarista. la histórica. En una palabra. en la experiencia. se instala en la lucha política contra ella. Y m á s que la política monetaria y en el control de los tipos de interés. d e s d e la perspectiva p o l í t i c o . Pero esta índersisciplinariedad se extiende también a otras muchas perspectivas c o m o la s o c i o l ó g i c a . la antropológica. Naturalmente. con ello se respetan mejor las diferencias inter-personales en las cualidades. en las ocupaciones y en las relaciones e c o n ó m i c a s o de propiedad. y la segunda c o m o una forma de acción p o l í t i c o . la psicológica. entran en j u e g o todas las ciencias humanas. Erhard practica una suerte d e visión sintética de a m b o s . connatural a sus principios c o n c e p c i o n a l e s .principios y directrices éticos fundamentales. es de tipo filosófico y consiste en que ambas están inspiradas por un realismo práctico (pensamiento en órd e n e s ) . Otro rasgo destacable del discurso p o l í t i c o . De este m o d o el Estado configura. Pero hay un humus común entre a m b a s que. un humanismo que tiene mucho en común con el reciente " h u m a n i s m o empresarial". y que se diferencia por que en Erhard está visto d e s d e un o b servatorio distinto. lejos de "instalarse en la desigualdad". c o m o no podía ser de otro m o d o tratándose d e un humanista. desvela en buena medida el secreto de su éxito y la grandeza de su espíritu.e c o n ó m i ca. que brinda un c o m p l e m e n t o imprescindible a la perspectiva empresarial. a mi entender. Pero a la vez. en la formación.

Pero a la larga la política e c o n ó m i c a de Schiller y de los ministros socialdemócratas que le sucedieron. subsidios. Economia furt & Mein. p. inflación y paro. planificación en lo necesario". Fue el s o c i a l d e m ó crata Schiller — q u e había a p o y a d o ya anteriormente la p o lítica e c o n ó m i c a de Erhard en algunos puntos. una introducción. basada en una inspiración keynesiana de "programación global". El p e r í o d o socialista condujo a una tecnificación d e la política e c o n ó m i c a . 9 social de mercado. moral y humanista que había inspi- Cfr. a un aumento d e la deuda pública hasta alcanzar cifras muy considerables y a una inflación que no se conocía en Alemania desde los años 5 0 . CI. F. Frank- 17 . Su slogan era " c o m p e t e n cia en lo posible. seguía "declarándose" fiel. pero también —sin duda— al e n o r m e aumento d e las cargas sociales (tarifas.fue tan fuerte y su éxito político-económico tan claro. en los que se llegó a un millón de parados. 9 P e r o el p e r í o d o socialista no sólo c r e ó déficit público.D. y que llevaron al país a una situación insostenible a comienzos de los años 80. seguridad social. Fack. 58. y en un continuo engrosamiento del control público " d e m o c r á t i c a m e n t e legitim a d o " .) y al e x c e sivo aumento del nivel de salarios. a unas prácticas keynesianas de dirección centralizada q u e acabaron por diluir y desdibujar e s e fondo intelectual.P. a la que el S.P. a partir del C o n g r e s o de Qodesberg de 1959.) — y con él la Internacional Socialista— abandonase definitivamente m o d e los e c o n ó m i c o s colectivistas y adaptase sus programas al marco concepcional de la Economía Social de Mercado. a una mentalidad pragmatista a la hora de la planificación estatal. Esto se debió. en parte. sino que también condujo a una cierta confusión acerca d e qué significaba el término " E c o n o m í a Social de M e r c a d o " . etc. quien en el C o n g r e s o de Godesberg propuso la nueva inspiración político-económica para su partido en la línea d e una interpretación socialista de la Economía Social de Mercado.D. a la recesión g e neral de los años 70 y a la crisis del petróleo. condujo al país a una recesión que c o m e n z ó en los años 1974/75. sobre t o d o en su ley de prohibición d e cárteles—. pensiones. recesión. que hay que considerarlo c o m o una de las causas decisivas de que el Partido Socialdemócrata alemán (S. que eran consecuencias de la política e c o n ó m i c a socialdemócrata. 1987.

Por e s o son tantas las v o c e s de protesta y d e crítica q u e se alzan h o y día en los m e d i o s a l e m a n e s . D . Kohl y su c o a l i c i ó n C . Para terminar señalaré algunas advertencias que pueden ser útiles al lector para valorar el contenido de estos d o c u mentos. c o m o punto d e referencia s e g u r o en quien a p o y a r s e . y que tuvieran relevancia y actualidad. esto ocurre e s p e c i a l m e n t e con dos c o n ferencias: "una política e c o n ó m i c a orientada a la "integración interna" de la s o c i e d a d " (capítulo I. no h e m o s podido evitar algunas repeticiones que son lógicas tratándose de una recopilación. quisiera pedir b e n e v o l e n c i a al lector. al m e n o s en lo q u e se refiere a los p r o c e d i m i e n t o s políticos. páginas 6 3 a 6 9 ) . así c o m o algunos pasajes q u e re18 . A mi m o d o de ver. quisiera hacer notar q u e algunos de los textos editados tienen la característica d e reflejar alg o que Erhard propuso en su m o m e n t o p e r o que l u e g o no se llevó a c a b o . Los " h e c h o s " p a r e c e n llevar la delantera s o b r e las c o n c e p c i o nes y los principios. en las dificultades e c o n ó m i c a s producidas por el p r o c e s o de unificación.C . Las m e d i d a s d e urgencia y las respuestas m á s o m e n o s a c o m o d a d a s a las circunstancias parecen predominar. pues aunque h e m o s procurado que hubiera variedad en los temas. Pero la E c o nomía Social d e M e r c a d o de Erhard — c o m o he intentado poner de manifiesto en esta p r e s e n t a c i ó n — es j u s t a m e n te lo contrario d e un p r a g m a t i s m o puramente t e c n ó c r a t a . . Pero es d u d o s o q u e este intento haya tenido éxito. páginas 4 0 a 5 8 ) y " S o c i e d a d F o r m a d a " : m o d o s de c o o p e r a c i ó n necesarios en una d e m o c r a c i a pluralista" (capítulo 1. y que alzan de n u e v o la mirada hacia Erhard. Basta pensar. por e j e m p l o . a v e c e s . p a r e c e n p r e d o m i n a r frente al "pensamiento en ó r d e n e s " de Erhard. En s e g u n d o lugar. S . Ü . El p r a g m a t i s m o y el oportunismo. debido a los c a m b i o s políticos posteriores. tan t í p i c o s d e la era s o c i a l d e m ó c r a t a . C i e r t a m e n t e H. y se puede decir que aún no ha sido plenamente subsanada. Esta pérdida de m e moria histórica fue la m á s g r a v e de todas las pérdidas.rado la política e c o n ó m i c a de Erhard. sobre los principios y la c o n c e p c i ó n . Ü . de un instrumental e c o n o m é t r i c o m á s o m e n o s m a n e j a b l e a placer d e intereses d e grupos o partidos. En primer lugar. han intentado d e s d e 1 9 8 2 reconducir la política e c o n ó m i c a alemana por c a m i n o s m á s razonables v o l v i e n d o a la inspiración d e Erhard.

al m e n o s c o m o sugerencia. El lector sabrá seleccionar lo q u e considere de p r o v e c h o . d e b i d o a sus referencias a la concreta circunstancia socio-política en q u e se pronunciaron. q u e por sí m i s m o ya tiene un valor perenne. y t o m a r lo d e m á s s i m p l e m e n t e c o m o un testimonio histórico.sultán un tanto fuera de c o n t e x t o . Dr. IGNACIO MIRALBELL Departamento de Investigación Seminario Permanente "Empresa y Humanismo" 19 .

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HORST FRIEDRICH WÜNSCHE. a pesar de q u e antes ya se había declarado insostenible. hay p o c a a c tividad política. Resulta pues evidente q u e las d e c i s i o n e s p o l í t i c o . Director Gerente de la Fundación Ludwig Erhard.INTRODUCCIÓN Aclaraciones sobre la Economía Social de Mercado con el transfondo de los actuales procesos de transformación económica en el este europeo. Las c o n s e c u e n c i a s de sus d e s v e l o s son en la mayoría de los casos d e c e p c i o n a n t e s : m u y raramente s e consiguen m e joras. mientras que los errores resultan a v e c e s p o c o m e n o s q u e definitivamente irreparables. La situación actual de reforma: elevadas expectativas y resultados desilusionantes Tras el hundimiento del sistema e c o n ó m i c o socialista se ha iniciado en el m u n d o una p o d e r o s a ola reformista sin p r e c e d e n t e s . n o r m a l m e n t e . Hay e c o n o m í a s n a c i o n a l e s i n i n t e r r u m p i d a m e n t e florecientes durante d é c a d a s . m i e n t r a s q u e en los d e s a f o r t u n a d o s los políticos diseñan a toda prisa n u e v o s p r o g r a m a s d e reforma y p r o m e t e n q u e elevarán el "bienestar de la n a c i ó n " . y con frecuencia no hacen sino e m p e o r a r la situación. S e han puesto m a n o s a la obra c o n euforia y g r a n d e s e s 21 .e c o n ó m i c a s correctas tienen e f e c t o s favorables durante largos períodos de t i e m p o en la e c o n o m í a de un país. R á p i d a m e n t e s e han b u s c a d o los prototipos a seguir: s e han pretendido c o n s truir e c o n o m í a s de m e r c a d o según el m o d e l o occidental. En los países afortunados. Dr. mientras otras van de crisis en crisis. En m u c h o s países ha sido n e c e s a r i o instituir n u e v o s o r d e n a m i e n t o s e c o n ó m i c o s .

pero son cada vez m e n o s los que están satisfechos con las nuevas circunstancias. Quien quiere construir una e c o n o m í a de m e r c a d o . Los ingresos descienden. ni siquiera en unos p o c o s años. sino q u e también e s n e cesario tener en cuenta los factores p s i c o . Consecuencias del desplazamiento de las cuestiones de ordenamiento A esta elección no c a b e poner ningún reparo. Quizás se necesiten g e n e r a ciones enteras. Ahora sólo p u e d e seguirse la alternativa: la e c o n o m í a d e m e r c a d o . La planificación central d e s d e el Estado ha fracasado. Y a d e m á s . Para ello e s necesario un preciso análisis de la situación dada en el correspondiente país en reforma. ¿ Q u é habría q u e hacer. La deuda pública de los Estados aumenta. La producción y el c o mercio se desmoronan. La situación de quiebra e c o nómica general sitúa cada vez a m á s personas en dificultades existenciales. La población está agitada. esto no se h a c e . Los políticos llaman a la paciencia: una obra tan enorm e . En casi todos los países en reforma la situación resultante es parecida: en vez de un "milagro e c o n ó m i c o " surgen un paro e l e v a d o y nuevas estrecheces en el abastecimiento de la población. Pero una vez m á s los resultados no corresponden a dichas esperanzas. N a d i e añora el viejo sistema. sin e m b a r g o . también d e b e saber q u é m e d i das se deben tomar y en qué orden. El valor del dinero decae. d e b e c o n o c e r con exactitud el plan de construcción de dicho orden e c o n ó m i c o . La n e c e sidad de ayuda de amplias capas de la población c r e c e . si las reformas hacia la e c o n o m í a d e m e r c a d o no beneficiasen a nadie? S ó l o hay dos principios d e ordenamiento e c o n ó m i c o — r e s p o n d e n — . apenas se puede ocultar la falta de orientación y de consejo. Sin e m b a r g o . c o m o es el desmantelamiento de una e c o n o m í a planificada y la construcción de una e c o n o m í a de m e r c a d o no puede llevarse a c a b o en unos cuantos días o s e m a n a s . Y.s o c i o l ó g i c o s y re22 . Y no sólo se requieren ahí datos e c o n ó m i c o s y sociales objetivos.peranzas. pero a la vez deberían tomarse decisiones adecuadas a la situación.

Pero.gistrar las peculiaridades de esa s o c i e d a d . por regla general. D e esta manera los p o líticos abandonan d e m a s i a d o deprisa su papel directivo y pierden la confianza q u e en ellos se había d e p o s i t a d o . sólo p u e d e alcanzarse mediante un gran esfuerzo realizado de una vez. En a m b o s casos. que limitan las decisiones fundamentales. Si se ponen en marcha reformas con una preparación insuficiente. alentarles a m a n t e n e r s e imperturbables en sus d e c i s i o n e s y pedirles constancia. Y así se exhorta a tener v a lor para saltar "al agua fría de la e c o n o m í a de m e r c a d o " . y. porque en r é g i m e n d e m o c r á t i c o no e s posible llevar a c a b o estrategias a largo plazo. Una e c o n o m í a de m e r c a d o s ó l o funciona c o m o un t o d o . en el que cada e l e m e n t o se entrelaza con los otros d e una forma difícilmente abarcable. así c o m o las mentalidades en ella dominantes. Cuando sus medidas no surten efecto o no lo hacen c o m o 23 . los prob l e m a s políticos del día a día irrumpen rápidamente en un primer plano. Estas v a c i l a c i o nes d e la política p r o v o c a n la contestación d e los afectados y la desconfianza de la población. Resulta inevitable que las m e d i d a s d e reforma tengan e f e c t o s secundarios no d e s e a d o s . A l g u n o s lo dicen aún m á s claramente señalando que esto es c o m o atravesar un barranco: con p e q u e ñ o s p a s o s no sería posible. sino consciente e intencionadamente. S e piensa que la e c o n o m í a de m e r c a d o es un f e n ó m e n o c o m p l e j o . Entonces no sirve d e nada r e c o m e n d a r l e s valor. o bien deben corregirse sus efectos. O bien deben anularse las medidas de reforma adoptadas. se renuncia a una preparación tan profunda y. A m b a s metáforas muestran cuan necesaria sería una preparación de base: d e b e saberse q u é adversario se tiene enfrente para p o d e r s e armar a d e c u a d a m e n t e . Entonces las rectificaciones son irrenunciables. y con interv e n c i o n e s precipitadas p u e d e ocurrir incluso q u e e s o s efectos sobrepasen y anulen el efecto principal deseado. Esto es e x a c t a m e n t e lo que caracteriza la actual situación de reforma. las modifican o las contradicen. no por d e s p r e o c u p a c i ó n . en consecuencia. Las reformas c o m i e n z a n c o n decisiones fundamentales de e c o n o m í a d e m e r c a d o y terminan con regulaciones burocráticas. a las decisiones económicas de libre m e r c a d o siguen f o r z o s a m e n t e las intervenciones del Estado.

lo habían previsto, los políticos buscan fortalecer el a p o y o que necesitan, explican sus programas e intentan justificar cada uno de los elementos que los integran. Sin e m b a r g o , esto último les resulta imposible, pues ciertamente tienen una concepción de los elementos que constituyen una e c o n o m í a de m e r c a d o ; saben que una e c o n o m í a de m e r c a d o presupone propiedad privada, que todo sujeto e c o n ó m i c o d e b e concertar sus contratos y responsabilizarse por sí m i s m o de su comportamiento, que no se d e b e impedir ningún m e r c a d o y que se debe dejar que los precios se formen libremente. Pero estos conocimientos responden sólo a un " m o d e l o " ; son abstractos y globales. Con ellos se describe el fin —la e c o nomía d e m e r c a d o c o m o "tipo ideal"—, pero no el camino que conduce a ella. Y así en los actuales intentos de construir e c o n o m í a s de mercado se cometen errores sistemáticos. S e orientan las decisiones según el m o d e l o de la e c o n o m í a d e m e r c a d o . S e privatiza, se da libertad a los precios, se constituyen bolsas, se liberaliza, se levantan bloqueos de los m e r c a d o s , se anulan subvenciones. Pero t o d o esto se hace en un contacto insuficiente con la realidad. Sin una coordinación entre la teoría e c o n ó m i c a de m e r c a d o y la realidad e c o n ó m i c a , puede ocurrir que medidas que teóricamente son correctas resulten e q u i v o c a d a s en la práctica, c o m o es el c a s o en los siguientes e j e m p l o s : — Puede ocurrir que una liberalización d e precios no c o n duzca, por m o t i v o s técnicos, a ninguna reacción de la oferta y que sólo se a p r o v e c h e n de ella ciertos e s p e c u ladores. En este c a s o la liberalización de precios sería prematura, aun cuando es un e l e m e n t o irrenunciable de la e c o n o m í a d e m e r c a d o que habrá que establecer lo m á s pronto que sea posible. A una liberalización d e precios d e b e preceder una política orientada al incremento de la oferta. una liberalización de precios puede no tener los efectos buscados e incluso en ocasiones efectos negativos, también por m u c h o s otros m o t i v o s , u n o de los m á s decisiv o s p u e d e ser que las e m p r e s a s , en e s p e c i a l las e m p r e s a s e s t a t a l e s , c o n f í a n en q u e su e x i s t e n c i a está asegurada y en que si hay pérdidas eventuales, el Estado cargará con ellas. Ellas producen aquello que su

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e q u i p a m i e n t o t é c n i c o les permite, es decir, lo que ya producían antes. Esto se h a c e con pleno sentido de responsabilidad y con gran sentido del c o m p r o m i s o social. Pero falta la orientación hacia las e x i g e n c i a s del mercado y la necesaria atención hacia los aspectos de la rentabilidad, y con ello falta la orientación hacia precios de m e r c a d o . En este c a s o , la liberalización d e precios d e bería prepararse con m e d i d a s que aseguraran una rigurosa dirección e c o n ó m i c a en todas las e m p r e s a s . — M e n c i o n e m o s otro e j e m p l o , aún m á s g r a v e : p u e d e o c u rrir que, en un país en reforma, falte la m á s elemental c o n v i c c i ó n e c o n ó m i c a y no se produzcan éxitos palpables en las e m p r e s a s pioneras que inciten a la imitación. En este c a s o , la reforma e c o n ó m i c a debería prepararse primero con una acción d e ilustración socio-política. T o dos y cada uno deben tener confianza en que las ganancias que han obtenido ciertos individuos son p e q u e ños pasos hacia el "bienestar para t o d o s " y q u e vale la pena esforzarse para conseguir lo q u e otros ya han conseguido. Muchos temían q u e c o n este p r o c e d i m i e n t o de ir p a s o a p a s o , los políticos se extraviaran y perdieran d e vista el fin de sus esfuerzos reformistas: la e c o n o m í a d e m e r c a d o . N o es d e s a c e r t a d o señalar este p e l i g r o . Pero, a pesar de t o d o , no hay ninguna alternativa al m é t o d o d e los p e q u e ñ o s pasos, al m é t o d o de orientarse en cada c a s o a la situación correspondiente. D e lo que sí se p u e d e estar s e g u r o e s de que cuanto m á s d e s f a v o r a b l e sea la situación e c o n ó m i c a y social, m á s rápida y e n é r g i c a m e n t e hay q u e e m p r e n d e r las reformas hacia la e c o n o m í a de m e r c a d o . Por otro lad o , c u a n d o el tránsito a la e c o n o m í a d e m e r c a d o se h a c e paso a p a s o , los e f e c t o s son a p r e c i a b l e s con m a y o r claridad. Si cada uno de los p a s o s p u e d e ser v a l o r a d o positiv a m e n t e , e n t o n c e s el éxito es bastante s e g u r o y c o n ello se consigue la progresiva extensión de la e c o n o m í a d e merc a d o . El éxito fortalece la confianza en los políticos, y la población aprende a c o m p o r t a r s e de a c u e r d o c o n una e c o nomía d e m e r c a d o , sin q u e se deba esperar d e ella grandes sacrificios o e s p e c i a l riesgo. P r e c i s a m e n t e en aquellos países d o n d e la confianza de la p o b l a c i ó n ha sido fuertem e n t e sacudida por m u c h a s p r o m e s a s d e reforma en p e 25

ríodos anteriores, s ó l o este m é t o d o del p a s o a p a s o , q u e avanza d e éxito en éxito, e s capaz d e c o n v e n c e r . A l fin y al c a b o , con esas reformas q u e s e p o n e n en marcha no se trata d e realizar una e c o n o m í a d e m e r c a d o d e m o d o t e ó ricamente perfecto, sino d e mejorar las c o n d i c i o n e s d e vida d e los h o m b r e s .

F a s e s d e desarrollo de la Economía Social de M e r c a d o en Alemania Tras el final d e la Segunda Guerra Mundial, A l e m a n i a o c cidental tuvo la suerte d e q u e a los puestos decisivos d e la política e c o n ó m i c a del país llegó un científico, q u e durante quince años d e intensa actividad científica había e l a b o rado un programa global y detallado sobre c ó m o instaurar una e c o n o m í a d e m e r c a d o : Ludwig Erhard. C o m o científico, Erhard había i n v e s t i g a d o en distintos ámbitos de la ciencia e c o n ó m i c a , en especial se había o c u pado d e analizar órdenes monetarios, p r o c e s o s d e formación d e precios, los m é t o d o s d e financiación d e la guerra y los efectos d e las ¿deudas d e guerra? Editó una revista de política e c o n ó m i c a y, a d e m á s del crack e c o n ó m i c o mundial d e 1929, estudió la evolución d e la situación e c o n ó m i c a con que se fortaleció el movimiento nacionalsocialista. A trav é s d e su actividad en el Instituto d e Nuremberg y estudios estadísticos q u e llevó a c a b o por e n c a r g o d e la Industria Alemana durante la guerra, Erhard adquirió un conocimiento preciso d e los recursos humanos y materiales d e q u e disponía A l e m a n i a Occidental. C o n esta base, en 1948 inició su reforma e c o n ó m i c a y alcanzó un éxito sin precedentes — e l "milagro e c o n ó m i c o a l e m á n " — mediante una política consecuente, p e r o a la v e z estrechamente determinada por la realidad e c o n ó m i c a del m o m e n t o . C o n ello Erhard m o s tró c ó m o puede llevarse a c a b o un c a m b i o hacia la e c o n o mía d e m e r c a d o . Bajo el signo d e la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o , el P.I.B. de A l e m a n i a O c c i d e n t a l s e i n c r e m e n t ó en p r o p o r c i o n e s sorprendentemente elevadas. Con este crecimiento, aumentaron los ingresos. L o s p o d e r e s públicos en o c a s i o nes ingresaban incluso m á s d e lo q u e gastaban, y e m p l e a ron sus superávits presupuestarios en la c o n c e s i ó n d e c r é 26

tras su renuncia al c a r g o de canciller. L o s p r e c i o s p e r m a n e c i e r o n e s t a b l e s . norm a l m e n t e sostienen una contradicción. Mediante la reforma e c o n ó m i c a que. se convirtió en un slogan político muy utilizado. y por otro la "igualdad s o c i a l " . se fue c r e a n d o e m p l e o c o n s t a n t e m e n t e hasta a l c a n z a r una situación d e p l e n o e m p l e o . se imprimió una nueva orientación a la política e c o n ó m i c a y se e s c o g i ó c o m o directriz de la política e c o n ó m i c a a l e m a n a el e n t o n c e s recién aparecido m o d e l o d e la dirección global k e y n e s i a n a . él prosiguió su política c o m o ministro federal de e c o n o m í a . los intereses bajos. p e r o p o c o precisado. q u e d e s p u é s se afianzó. A pesar d e ello. P e r o a pesar de ello. que tenía gran a c e p t a c i ó n ante la p o b l a c i ó n . Tras la instauración de la República Federal de Alemania. P o l o n i a .ditos o m e d i a n t e i n v e r s i o n e s para infraestructura y vivienda social. Economía de Mercado con redistribución e igualdad social: una mezcla fatalmente explosiva D e s d e entonces ha transcurrido un cuarto de siglo. pues a p o y a n por un lado la libertad e c o n ó m i c a . C u a n d o Erhard dejó el c a r g o en 1966. La política de Erhard no consistió en un m e r o acto aislado de liberalizar los precios y eliminar los racionamientos. emprendió a partir del 21 d e junio de 1948 no hizo m á s que iniciar su política. N o obstante. su p r o g r a m a no se c a n c e l ó hasta m u c h o m á s tarde. C h e c o s l o v a q u i a . El poder adquisitivo d e amplias c a p a s de población aumentó p r o g r e s i v a m e n t e . y desde 1963 c o m o canciller federal. c o m o director de la administración e c o n ó m i c a en la zona de ocupación americana y británica. Quienes hoy día hablan d e E c o n o m í a Social de M e r c a d o . 27 . L o s s o l d a d o s q u e v o l v í a n del frente d e g u e rra o d e las prisiones y la afluencia d e m i l l o n e s d e inmig r a n t e s q u e huían o eran e x p u l s a d o s d e la parte e s t e de A l e m a n i a o d e los n ú c l e o s d e p o b l a c i ó n a l e m á n situados en la U R S S . Hungría y Rumania a g r a v a b a n el p r o b l e m a del e m p l e o . se seguía recurriendo constantemente al conc e p t o d e E c o n o m í a S o c i a l d e M e r c a d o . La E c o n o m í a Social de M e r c a d o . lo cual fue una fuente de abundantes m a l e n t e n d i d o s .

y en los que la sociedad queda escindida en clases. El también d e sestimaba ciertas formas de libertad económica. L o s abusos d e esas formas d e capitalismo no deben ser corregidos mediante la c o m p e n s a c i ó n social. establecer una E c o n o m í a Social d e M e r c a d o . Para lograrlo. igualmente g r a v e s . D e b e o f r e c e r p r o d u c t o s o 28 . En una e c o n o m í a d e m e r c a d o e s absolutam e n t e i m p r e s c i n d i b l e la d i s p o s i c i ó n d e c a d a u n o a alcanzar resultados eficaces y a asumir riesgos.De este m o d o se defiende la e c o n o m í a d e m e r c a d o . cuyas consecuencias resultan insoportables d e s d e el punto d e vista humanitario—. un equilibrio pendular entre los d o s m a les. en los q u e los h o m b r e s son e x p l o t a d o s por otros h o m b r e s . Estos sistemas capitalistas no tienen nada en común con la e c o n o m í a d e m e r c a d o . el estilo d e Manchester. Erhard rechazó esta actitud contradictoria. pero no la búsqueda de un compromiso ni. m u c h o m e n o s . y sin e m bargo. y al m i s m o t i e m p o s e e s e s c é p t i c o ante ella. d e la libertad e c o n ó m i c a insólidaria y d e la mordaza socialista. Conocía bien los sistemas "liberales" — e l capitalismo del laissez faire. sino q u e deben ser excluidos d e raíz. Ellos deben ser decididamente c o m b a t i d o s .e c o n ó m i c a s . El objetivo d e Erhard fue configurar un ordenamiento e c o n ó m i c o mediante m e d i d a s p o l í t i c o . S e c r e e que el m e r c a d o produce los mejores resultados. pero al m i s m o t i e m p o s e pide q u e las " e x i g e n c i a s s o c i a l e s " sean garantizadas fuera d e la e c o n o m í a d e m e r c a d o . le parecía n e cesario llevar a c a b o una síntesis real entre libertad e c o n ó mica y justicia social. El principio fundamental de la Economía Social de M e r c a d o La libertad e c o n ó m i c a y la redistribución social son inc o n c i l i a b l e s . q u e g a n a s e una c o n fianza incondicional d e t o d o s . Cada participante en el m e r c a d o d e b e estar dispuesto a esforzarse y trabajar para t e r c e r o s . se desean c o r r e c c i o n e s a los e f e c t o s del m e r c a d o mediante la redistribución estatal. Esta síntesis buscada por Erhard queda claramente mostrada en su c o n c e p c i ó n d e la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o . S e e s defensor d e la e c o nomía d e m e r c a d o .

la disposición al riesgo y la capacidad productiva Por esta razón.e c o n ó m i c a s deben ya establecerse a través de cauc e s s o c i a l m e n t e soportables. desaparece la voluntad de rendimiento laboral y la c a p a c i d a d para el m i s m o . Es m á s . El desarrollo d e la e c o n o m í a d e b e tener prioridad absoluta sobre cualquier m e d i d a social. D e b e estar dispuesto a asumir e s o s r i e s g o s . y por otra. una v e z c o m e n z a d a la redistribución. Erhard consiguió llevar a c a b o su política e c o n ó m i c a . se van debilitando p r o g r e s i v a m e n t e la satisfacción en rendimiento laboral. Sin d i s p o s i c i ó n al riesg o no hay quien produzca nada para un m e r c a d o . L a s m i s m a s m e d i d a s p o l í t i c o . porque d o n d e se puede ganar a l g o sin rendimiento alguno. A esto hay que añadir que los p r o c e s o s d e redistribución. se aceleran progresivamente. La opinión hoy defendida con frecuencia — e s p e c i a l m e n t e por quienes e s tán a favor d e la estrategia del "gran s a l t o " — d e q u e se puede y se d e b e " a c o l c h a r " s o c í a l m e n t e las m e d i d a s políticoe c o n ó m i c a s e s una i n g e n u i d a d . Pero con los p r o g r e s i v o s éxitos 29 . una vez c o m e n z a d o s . porque d o n d e lo que se produce d e b e ser entregado. disminuye la m o tivación para producirlo. incluso e x a s p e r a n t e s . a pesar d e la fuerte resistencia d e d e t e r m i n a d o s grupos de interés y a s o c i a c i o n e s . D e este m o d o . ni e c o nomía de m e r c a d o . Sin disp o s i c i ó n al r i e s g o no hay e m p r e s a s . ni m e r c a d o . la redistribución. y a pesar d e las e x i g e n c i a s socializantes d e los sindicatos. Cada redistribución — c a d a servicio público prestado por el Estado y cada s u b v e n c i ó n — representa un p r e c e d e n t e q u e h a c e imposible desestimar una multitud d e reivindicaciones semejantes y p o n e las bases para nuevas y m a y o r e s e x i g e n cias. La c o m p e n s a c i ó n social. Estas resistencias al c o m i e n z o fueron m u y fuertes. m e r m a la disposición al rendimiento eficaz y al riesgo en un d o b l e sentido: por una parte.s e r v i c i o s sin p o d e r tener la s e g u r i d a d d e q u e encontrará clientes y q u e m e r e c e la p e n a la inversión. el 12 d e n o v i e m b r e d e 1948 — a p r o x i m a d a m e n t e m e d i o a ñ o d e s pués del inicio d e la reforma de Erhard— se c o n v o c ó una jornada de huelga general. es políticamente m i o p e la pretensión de " c o m p r a r " el a p o y o d e la población para un determinado programa d e reforma política mediante p r o m e s a s d e política social.

ni ha e n c o n t r a d o a p e n a s p a l a b r a s d e a p o y o d e s d e h a c e ya t i e m p o . las redistribuciones q u e no son c o m patibles con la e c o n o m í a de m e r c a d o deben ser evitadas. Por tanto. T o d o s los ahorros se devalúan en cosa d e un instante. 30 . de m o d o q u e es fruto d e un proceso natural que afecta a t o d o hombre y para el que él m i s m o puede tomar precauciones. disminuyó rápidamente la lucha contra la p o lítica de Erhard. o bien q u e las redistribuciones a c a b a n s i e n d o insostenibles en c u a n t o se p r o d u c e la quiebra d e la política e c o n ó m i c a : — Hay p e r s o n a s q u e están i m p e d i d a s para el rendim i e n t o laboral. La m a y o r í a sienten e s c a l o f r í o s ante tal "frialdad s o c i a l " — c o m o e l l o s d i c e n — . Q u i e n no p u e d e realizar n a d a útil. Pero estas precauciones sólo son posibles cuando el valor del dinero se mantiene estable. Este principio e s c l a r o . Estas p e r s o n a s están e x c l u i d a s . Consecuencias prácticas para la política económica y social Las redistribuciones son m o r t a l e s para una e c o n o m í a de m e r c a d o . N o tienen ningún lugar en la c o n c e p c i ó n d e la E c o n o m í a S o c i a l de M e r c a d o y no d e b e r í a n ser aplic a d a s en la práctica d e la política e c o n ó m i c a y s o c i a l . al mirar los p r o b l e m a s c o n c r e t o s en c a d a c a s o en q u e son n e c e s a rios los a p o y o s . p e r o ni e s fácil d e seguir. Entonces las redistribuciones son el único m e d i o para asegurar la subsistencia. También pueden ser previstas las pérdidas eventuales de capacidad laboral — y a sean pasajeras o definitivas— debidas a accidente o enfermedad. pues la inflación aniquila toda previsión y precaución. y pueden cubrirse mediante seguros.e c o n ó m i c o s . especialmente. resulta imposible a cada individuo hacer esta previsión. n a d a p u e d e o f r e c e r en el mercado. Pero en la mayoría de los casos la incapacidad laboral es una consecuencia de la edad. En el caso extremo de una inflación galopante. Sin e m b a r g o . las que se hacen a largo plazo. por princ i p i o . se p o n e d e m a n i f i e s t o q u e o bien t o d o p u e d e ser resuelto d e un m o d o c o n f o r m e al m e r c a d o sin n e c e s i d a d d e redistribución a l g u n a . d e una p a r t i c i p a c i ó n a c t i v a en el m e r c a d o .

para lo cual es imprescindible la garantía de la estabilidad del valor del dinero. Con otras palabras: una E c o n o m í a S o cial de M e r c a d o no es pensable sin estabilidad monetaria. De m o d o que en una E c o n o m í a Social d e M e r c a d o el a s e guramiento d e la estabilidad monetaria e s una d e las tareas m á s urgentes d e la política e c o n ó m i c a . — S e da t a m b i é n el c a s o d e las p e r s o n a s q u e no p u e den producir nada útil para el m e r c a d o , c o m o , por e j e m plo, los inválidos de n a c i m i e n t o , no p u e d e n ni t o m a r prec a u c i o n e s para su i m p e d i m e n t o ni están en c o n d i c i o n e s d e a s e g u r a r s e . E s t a s p e r s o n a s d e b e n ser a t e n d i d a s fuera d e los p r o c e s o s d e m e r c a d o . P e r o la asistencia pública q u e se les d e b e asignar no debería ser c o n s i d e r a d a c o m o una redistribución d e los r e s u l t a d o s del m e r c a d o . En una s o c i e d a d íntegra la a y u d a a los g r a v e m e n t e d i s m i nuidos física o m e n t a l m e n t e s e c o n s i d e r a una indiscutible tarea del E s t a d o , a la q u e t o d o s los q u e tienen c a p a c i d a d l a b o r a l c o n t r i b u y e n v o l u n t a r i a m e n t e c o n su aportación. Esto m i s m o e s válido para las familias y todos aquellos grupos que, en un Estado, son considerados c o m o necesitados de ayuda social. Si estas ayudas no se consiguen por vía de aportaciones voluntarias, t a m p o c o es posible m a n tener a largo plazo la forzosa aplicación d e recursos públic o s . En c a s o de duda, los responsables políticos deberían tomar y asegurar las m e d i d a s q u e consideren necesarias mediante la sensibilización sociopolítica y mediante apelaciones a las o b l i g a c i o n e s ciudadanas. — M á s g r a v e e s el p r o b l e m a d e las p e r s o n a s c o n c a p a c i d a d l a b o r a l , c u y o s s e r v i c i o s no s o n s o l i c i t a d o s . En una e c o n o m í a d e m e r c a d o las n e c e s i d a d e s s ó l o p u e d e n d e t e c t a r s e m e d i a n t e la d e m a n d a . Por e s o n o r m a l m e n t e t o d a c o b e r t u r a d e una n e c e s i d a d s e b a s a r á en un i n g r e s o , q u e a su v e z se o b t i e n e , en la m a y o r í a d e los c a s o s , m e d i a n t e la p r o p i a a p o r t a c i ó n a la p r o d u c c i ó n . D e aquí resulta q u e a los d e s e m p l e a d o s n o les e s p o s i b l e una a u t é n t i c a p a r t i c i p a c i ó n en el m e r c a d o . L o s d e s e m p l e a d o s no e s t á n i n t e g r a d o s en el s i s t e m a d e e c o n o m í a d e m e r c a d o , sino que son personas que tienen asignada p o c o m á s q u e la función d e a l i m e n t a r s e , y son a g r e g a d o s al s i s t e m a d e e c o n o m í a d e m e r c a d o s ó l o c o m o n e cesitados. 31

Economía Social de M e r c a d o c o m o una e c o n o m í a política para p r o c e s o s de transformación En una e c o n o m í a de m e r c a d o que aún es imperfecta t o dos los problemas sociales pueden afrontarse y, en su caso, solucionarse mediante medidas político-económicas que contribuyan al perfeccionamiento de la e c o n o m í a de merc a d o . Ciertamente, esto no es sencillo, p o r q u e la imperfección de una e c o n o m í a de m e r c a d o siempre resulta de p r o v e c h o para unos p o c o s . Cuanto m á s t i e m p o duren esas imperfecciones, tanto m á s irrenunciables parecerán las m e didas p r o t e c c i o n i s t a s p r o v o c a d a s por ellas y, en c o n s e cuencia, m a y o r será la resistencia a la instauración de la e c o n o m í a de m e r c a d o . una e c o n o m í a de m e r c a d o no se realiza por sí misma ni a partir de sí m i s m a . Su c o n s e c u c i ó n es una importante tarea del Estado, y con ello no se trata sólo de eliminar v i e jas estructuras, de liberalizar, de anular racionamientos y controles de precios, y de suprimir subvenciones. T a m b i é n son necesarias medidas positivas de p r o m o c i ó n ; p o r q u e d o n d e una e c o n o m í a de m e r c a d o d e b e ser aún alcanzada, ahí justamente faltan los agentes y las fuerzas de m e r c a d o en que poder confiar. P e r o incluso e s a s m e d i d a s d e a p o y o y p r o m o c i ó n d e ben llevarse a c a b o d e tal m o d o q u e sea e v i t a d a cualquier forma de redistribución. Las m e d i d a s d e p r o m o c i ó n y f o m e n t o son i m p r e s c i n d i b l e s , p e r o d e b e n realizarse de tal m o d o q u e b e n e f i c i e n d i r e c t a m e n t e a las fuerzas del m e r c a d o . D e b e n o b t e n e r resultados en s e c t o r e s p r o d u c tivos, sin permitir q u e d e s e m b o q u e n en el c o n s u m o s o cial. La i m p o r t a n c i a d e la tan injuriada distinción entre subvenciones-para-la-adaptación y subvenciones-parae l - s o s t e n i m i e n t o en ningún m o m e n t o se muestra c o n tanta claridad c o m o en las fases c o n s t i t u y e n t e s d e una e c o nomía d e m e r c a d o . En una e c o n o m í a de m e r c a d o que funcione a d e c u a d a mente carecen de sentido las m e d i d a s estatales para a s e gurar determinados índices productivos. En e s e c a s o , casi todas las subvenciones son inevitablemente subvencionespara-el-mantenimiento con las que se apoyan procesos productivos y productos que no tienen ninguna posibilidad en el m e r c a d o . Este m é t o d o , a d e m á s de producir distorsiona32

mientos de la c o m p e t e n c i a , c o n d u c e a los m i s m o s efectos que mediante las redistribuciones sociopolíticas. En c a m b i o , para la instauración de una e c o n o m í a de merc a d o las subvenciones son necesarias. En este c a s o , a diferencia del c a s o de una e c o n o m í a d e m e r c a d o ya en pleno funcionamiento, las subvenciones fomentan los procesos de adaptación: posibilitan reconversiones de p r o c e s o s productivos y con ello crean e m p l e o , ingresos y c o m p e t e n c i a . En t o d o s los países en reforma, se d e b e , en primer lugar, constituir una e c o n o m í a de m e r c a d o en cuanto tal. El flujo cíclico d e producción e ingresos, de d e m a n d a y oferta d e be, antes q u e nada, ser puesto en funcionamiento, y para ello son necesarias las ayudas y los a p o y o s a la inversión. O b v i a m e n t e , en esas situaciones es muy necesario t a m bién el buen tino. Las m e d i d a s d e p r o m o c i ó n deben a d a p tarse con exactitud a las débiles fuerzas productivas d e las nuevas estructuras de m e r c a d o : los m e d i o s q u e se destinan al f o m e n t o e c o n ó m i c o d e b e n dilatarse paulatinamente; no deben conducir a ofertas que no hallen la correspondiente d e m a n d a con una c a p a c i d a d adquisitiva suficiente, ni d e ben p r o m o c i o n a r d e m a n d a s q u e no puedan ser satisfechas con la correspondiente producción.

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Ciertamente. la e c o n o m í a . y a su v e z redunda en favor de cada individuo y de toda la s o ciedad. Así. la administración pública. Así se forman a q u e llas fuerzas y personalidades c o n la c a p a c i d a d intelectual y 35 . y jerarquías de valores. c o m o sectores a u t ó n o m o s en la vida social y estatal. c o m o fuerza vital real. con una observación meramente superficial. en una vida estatal ordenada. la familia y la Iglesia no son ámbitos i n c o n e x o s . sino q u e en todas partes se h a c e visible su interdependencia y el enriquecimiento mutuo. sectores vitales y culturales c o m o la e c o n o m í a . la e d u c a c i ó n .Capítulo I SOBRE LA DE LOS INTERDEPENDENCIA ÓRDENES 1. están m á s relacionadas y tienen m á s objetivos afines que lo que podría parecer a simple vista. C o l a b o r a a d e m á s a c t i v a m e n t e e n el c a m p o d e la formación ética. lo cual produce mejores resultados en todos ellos. creando y manteniendo ella m i s m a . l e y e s de orden. Economía como parte de la cultura La e c o n o m í a y la e d u c a c i ó n . Sin e m b a r g o . las funciones y los fines d e dichos sectores se orientan por sus propias ideas directrices. Y v i c e v e r s a : los esfuerzos y el éxito de las escuelas y otros centros educativos abren posibilidades para un m a y o r desarrollo de la e c o n o m í a . la actuación e c o n ó m i c a y los esfuerzos en pro d e la educación se deben a impulsos q u e nacen de raíces diversas. en sus e m p r e s a s y organizaciones. irradia fuertes impulsos para la extensión de los contenidos educativ o s y para los fines de la educación. Igualmente. centros para la s e l e c c i ó n y formación de aquellos trabajadores e s p e cializados y directivos que necesita para su funcionamient o .

en el pensamiento público. d e s e m p e ñ a n d o sus funciones típicas. las fuerzas intelectuales adquiridas en la educación y las virtudes d e la voluntad y del carácter. en el pasado se ha ignorado y desfigurado el v e r d a d e r o sentido y la esencia de la e c o n o m í a . deben realizar ante todo sus correspondientes fines propios e inherentes. pues. erróneo hacer d e p e n d e r el objetivo de la educación de la persona de necesidades e c o nómicas y de exigencias de la e c o n o m í a . tanto por las teorías del pre-capitalismo c o m o del materialismo histórico. Sería. Esto produciría un aplanamiento y un e m p o b r e c i m i e n t o intelectual. técnicas. ignoraran la d e m a n d a de especialistas y personalidades directivas que se h a c e patente en el á m b i to d e la e c o n o m í a . sociales y culturales de una s o c i e d a d que se transforma y progresa continuamente. llevaría al p r a g m a t i s m o . Pero la integración de los problemas que afectan por igual a la e c o n o m í a y a la educación en una visión global tiene 36 . de las escuelas universitarias y de las universidades. m e d i a n t e una c o n junción de fuerzas.el carácter necesario para satisfacer las e x i g e n c i a s e c o n ó micas. así c o m o la existencia de valores educativos p r o c e d e n t e s del sector d e la técnica y de la e c o n o m í a . Igualmente. D e este m o d o se iniciaron. que han tenido c o n s e c u e n c i a s n o c i v a s hasta el presente. a pesar de integrarse orgánicamente entre las m á s altas funciones y objetivos c o m u nes de la dirección del Estado y de la sociedad. Pero igualmente erróneo sería que los esfuerzos educativos y d o c e n tes de las escuelas primarias y secundarias. Forma parte de los fines de una verdadera educación el que el h o m b r e active razonablemente. y vivieran d e espaldas al auténtico valor social y ético d e la e c o n o m í a . una infravaloración y falsa interpretación de la actuación e c o n ó m i c a y de las tareas e c o n ó m i c a s . e incluso al materialismo. y del trabajo que por m e dio de ella se realiza. porque una educación e x t r e m a d a m e n t e teórico-humanística ha impedido hasta ahora en m u c h o s c a s o s la posibilidad d e una educación auténtica del h o m b r e para fines e c o n ó m i c o s . Es n e c e s a r i o hacer especial hincapié en el valor de la e c o n o m í a c o m o ámbito importante de la cultura. para su propia satisfacción y para bien de la s o ciedad en que v i v e . La e c o n o m í a y la educación. y se dedicaran exclusivamente a la "educación por la e d u c a c i ó n " . de las escuelas de formación profesional.

Si se quiere que la " E c o n o m í a social d e m e r c a d o " tenga éxito en beneficio de todos. En A l e m a n i a . Pues nadie podrá negar que una gran parte. y de una fuerza y efecto importantes para la formación de la personalidad. Si se define el c o n c e p t o d e e d u c a c i ó n tan ampliamente. junto a las escuelas y otras instituciones educativas. entonces la e c o n o m í a representa un ámbito educativo y formativo de considerable extensión. la e c o n o mía presta una contribución cultural de suma importancia. S ó l o una formación y educación cuidadosas y r e s p o n s a b l e m e n t e dirigidas. Grande es el número d e los centros docentes en las e m p r e s a s y en las organizaciones supraempresariales. d e la actual educación de la juventud y de la formación de adultos. se precisa d e una formación profesional. se realizan en el ámbito d e la e c o n o m í a en una extensión y con una intensidad y fuerza educativa cuya importancia nunca se valorará bastante. Instrucción. decisiva para el futuro desarrollo del j o v e n y para hacerse valer en la profesión y en la vida.también una importancia fundamental d e s d e otro punto de vista. formación y educación de hombres y personalidades. instituidos y mantenidos por las organizaciones de la e c o n o m í a . trasmitiendo valores educativos t o m a d o s de este ámbito. creados y mantenidos por la e c o n o m í a . al servicio de la formación continua de especialistas y de cuadros directivos cualificados. también en el c a m p o de la educación. seminarios d e formadores y escuelas técnicas. con sus cursos especializados. y muy efectiva. sino también el efecto educativo y formativo de las situaciones vitales decisivas para la formación de la personalidad. una educación d e los especialistas y d e los e m presarios. que bajo él no sólo se entienda la actuación docente consciente y planificada en las escuelas y centros educativos institucionalizados. en los que pasan una etapa m u y importante de su educación y formación. del c o m e r cio y de la industria. q u e v e n en su trabajo diario y en su actuación profesional en la e c o n o m í a una parte decisiva de su función y d e su realización personal. Así. se lleva a c a b o en el ámbito d e la e c o nomía. e s decir. que una e c o n o m í a expansiva y de buen funcionamiento necesita para subsistir y para desarrollarse. la 37 . en sus e m p r e s a s y en los centros educativos supraempresariales. cientos de miles d e j ó v e n e s se encuentran p e r m a n e n t e m e n t e integrados en una formación sistemática en los ámbitos del artesanado.

intelectual y también del carácter. en buena medida. sino igualmente para sus colaboradores en el taller y en el d e s p a c h o . T a m p o c o son de esperar en un futuro p r ó x i m o c a m b i o s revolucionarios en el 38 . no son p o c o s los que vislumbran los c o m i e n zos de una evolución cuyas c o n s e c u e n c i a s e c o n ó m i c a s y sociopolíticas pueden recordarnos las trágicas dificultades sociales que surgieron en el siglo p a s a d o . para que el p r o g r e so no nos a h o g u e . tanto m á s amplias y profundas deben ser la educación y la formación de las personas. Cuanto más complicados sean los aparatos tecnológicos y la interdependencia de las fuerzas de la e c o n o m í a . en la oficina de ingeniería y en el mostrador de ventas. Pero sería erróneo ver en el d i n a m i s m o e c o n ó m i c o y en el mundo técnico cambiante signos de d e s trucción de los órdenes vitales existentes. y tanto m á s exigirá la e c o n o m í a personalidades que sólo se pueden forjar por m e d i o de una formación integral. El éxito de la e c o n o m í a de c o m p e t e n c i a d e p e n d e . Esto no sólo es válido para el líder e c o n ó m i c o y el empresario.instrucción sistemática de las facultades y c o n o c i m i e n t o s . La situación actual v i e n e definida por la c r e c i e n t e importancia de las ciencias naturales. sólo ellas pueden g a rantizar la maduración de aquellas personalidades éticamente consolidadas que tienen la voluntad de medirse y de valerse en la libre c o m p e t e n c i a de las fuerzas. de la capacidad y de la voluntad de obtener resultados c o m petitivos en el trabajo. En el a p r o v e c h a m i e n t o d e la energía atómica. el despertar los talentos y las fuerzas intelectuales que hacen posible abarcar contextos amplios. tanto más crecerán las exigencias que se plantean al h o m b r e en la c a p a c i d a d manual. y en la automatización de los p r o c e s o s de trabajo y d e administración. d e la cualificación profesional. para bien d e t o dos. Cuanto m á s m o d e r n a s y avanzadas sean la e c o n o m í a y la técnica. al extenderse las máquinas y la industrialización. s ó l o el cuidado de las facultades de la voluntad y del carácter que capacitan al h o m b r e para ser responsable en el cumplimiento de las obligaciones libremente adquiridas. de la formación intelectual y del carácter q u e tengan las personas. si q u e r e m o s afrontar el futuro. y por el rápido p r o g r e so técnico. sino que lo s u p e r e m o s . Ciertamente también en el presente surgirán c a m b i o s d e s u m o alcance.

sino c a b e z a s . en un problema de política educacional. c u y o curso se sustraiga a t o d o c o n trol.m u n d o laboral y e c o n ó m i c o . también. sigue planteada la cuestión de q u é hay q u e hacer para aprovechar las fuerzas que se ofrecen y para realizar la nueva configuración social q u e se perfila para el futuro. Estas no pueden producirse. sino de un p r o c e s o sin plazo que. ingenieros e investigadores. o una desintegración de las estructuras s o ciales y culturales de las c o m u n i d a d e s humanas. E x i g e con una n e c e s i d a d imperativa que t o d o s los esfuerzos e d u c a t i v o s refuercen . necesarios para el ser h u m a n o que v i v e en libertad y con seguridad social. S ó l o p u e d e dominar esa evolución si se prepara con una formación y e d u c a c i ó n orientadas a e s e futuro c a m b i a n t e . también en el futuro. no se trata de una acción revolucionaria. y q u e en el futuro se intensificará aún m á s . y ampliar el e s p a c i o para el t i e m p o libre y el o c i o . este p r o c e s o aporta nuevos e inagotables recursos en favor d e fuerzas sociales positivas. El curso de este desarrollo no tendrá lugar mediante un d i n a m i s m o desenfrenado y un ritmo incontrolado. sobre el d e s tino d e los h o m b r e s y los pueblos no decidirán autómatas y cerebros electrónicos. de las formas de vida personal y social. c o n m o c i o n e s de los órdenes e c o n ó m i c o s . no debería v e r s e c o m o peligro. en un m u n d o s o m e t i d o a un c a m b i o t e c n o l ó g i c o permanente. A d e m á s . El p r o g r e s o t é c n i c o en el ámbito de la e c o nomía se traduce cada vez m á s . La técnica moderna libera al h o m b r e d e la m o notonía. materiales e intelectuales. La d e m a n d a de especialistas cualificados se deja notar cada vez m á s .el con39 . sino sólo formarse mediante una e d u c a c i ó n integral mundial. Sin e m b a r g o . a un t i e m p o que permite elevar el bienestar d e todos. y de la carga del trabajo corporal duro y d e las a c tividades m e c á n i c a s que matan el espíritu. A q u í se ha d e r e c o n o c e r que el p r o b l e m a de la formación de nuestro pueblo tiene una importancia d e cisiva para el curso y las c o n s e c u e n c i a s d e esa evolución técnica y e c o n ó m i c a . es e x p e r i m e n t a d o por el h o m b r e del presente c o n un dinam i s m o m a y o r que nunca. Es un m e d i o para facilitar el trabajo y para reducir la jornada laboral. En m e m o r á n d u m s se h a c e referencia al d é ficit de t é c n i c o s . sino c o m o tarea. en la situación s o ciopolítica en que nos e n c o n t r a m o s . Por t o d o s lados se hace patente que. El c a m b i o continuo de las relaciones vitales.

e c o n ó m i c o que deba servir al desarrollo dinámico de nuestra vida social. trascendiendo así el puro cumplimiento d e su función propia. 2. en la idea de armonizar. del cual ya p o d e m o s decir q u e nos h e m o s liberado? Abordar p r o b l e m a s e l e m e n t a l e s d e a b a s 40 . Dicho con otras palabras. aunque a v e c e s resulte la alternativa m á s obvia y se i m p o n g a por su p r o pio p e s o . sobre la base d e una e c o n o m í a de libre c o m p e t e n c i a . tenga que adaptarse a t o d o capricho. Por supuesto. cuanto mejor consiga dar una respuesta c o m prometida con los asuntos intelectuales o culturales d e una é p o c a . aunque e s to no d e b e confundirse con una tecnificación d e la educación y del hombre. los m o d e l o s p o l í t i c o . con todas sus disposiciones y talentos. Esto es válido t a m bién para las tareas formativas que se consideren n e c e s a rias en el ámbito e c o n ó m i c o . La p o lítica e c o n ó m i c a tendrá tanto m á s e c o en el sentimiento de un pueblo. a corto plazo. que se orientan hacia el enriquecimiento y cultivo de su e s píritu. sino que también son formados y transformados por él.tacto intelectual con la técnica y la e c o n o m í a . ¿Quién recuerda h o y el estado desolador en que se hallaba toda A l e m a n i a . La política d e la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o viene inspirándose. La e d u c a c i ó n d e b e tener siempre presente al h o m b r e . a todas las ideas del m o m e n t o . que permita c o m b i n a r a r m ó n i c a m e n t e el p a s a d o . la libertad personal con un creciente bienestar y seguridad social. a los sentimentalismos románticos y a las e x i g e n c i a s utópicas de los diferentes grupos. de su voluntad y de su carácter. Una política económica orientada a la "integración interna" de la sociedad T o d o programa p o l í t i c o . sin producir fisuras bruscas ni c o n m o c i o nes. reconciliando a los pueblos m e d i a n te una política d e aperturismo mundial. esto no quiere decir q u e tenga que adaptarse. del m i s m o m o d o que las l e y e s de la lógica t a m p o c o pueden e s c a p a r a su necesidad inherente.e c o n ó m i c o s no sólo dejan su impronta en el entorno social. La verdad no es tan c a m biante para que. c o m o ocurre con la m o d a . d e s d e la reforma monetaria del año 4 8 . precisa siempre de una continua revisión crítica. el presente y el futuro.

g o z a n d o a l e g r e m e n t e del bienestar material. Dan al pueblo piedras en lugar de pan. ahora se p u e d e apreciar por numerosos síntomas — p o r e j e m p l o . ahora quiere hacerse creer q u e la c o n c e p c i ó n e c o n ó m i c a liberal s ó l o es a d e c u a d a en las situaciones de déficit.tecimiento y producción. del l l a m a d o " m i l a g r o e c o n ó m i c o " o d e los "hijos del milagro e c o n ó m i c o " . el a u m e n t o del a h o r r o — que los posteriores desarrollos d e la E c o n o m í a S o 41 . quieren analizar y ayudar. t o r m e n t o . intentan conseguir a l g o mejor. Hoy. "La razón se v u e l v e sinrazón. consiguió sentar bases sólidas para la subsistencia e c o n ó m i c a d e nuestro pueblo. si no q u e r í a m o s caer en la escasez. las únicas opiniones que se oían eran que una e c o n o m í a de libre m e r c a d o no estaba en c o n d i c i o n e s de superar los p r o b l e m a s q u e se planteaban en esa situación. eran algunas de las tareas que había q u e cumplir. reconstruir un m e r c a d o d e bienes y capitales que funcione. ni siquiera los e n e m i g o s de la E c o n o m í a Social de M e r c a d o discuten ya que ésta. se c r e e n en c o n d i c i o n e s de p o d e r mofarse. la b e n e v o l e n c i a . por s n o b i s m o o por simple estupidez. crear una nueva confianza en nuestra j o v e n m o n e d a . Pero nosotros t e n d e m o s la m a n o a t o d o s aquellos que. Mientras en los períodos d e la p e o r p e nuria y d e la indigencia m á s dura. superar el paro agravado por el fluj o de refugiados. y sí m e oponía a ello s ó l o c o s e chaba o d i o y d e s p r e c i o . lo que n e c e s i t a m o s e s ser c o n s e c u e n t e s c o n nuestra actitud interior y fieles al ideal. " N o . aunque quizás sean duram e n t e críticos c o n algunos f e n ó m e n o s d e nuestro t i e m p o . g u i a d o s por la seriedad ética. en la República Federal se hallaban en primer plano las cuestiones del abastecimiento y del e m p l e o d e un país industrializado en un á m b i t o estrecho. en la penuria y en la miseria. mientras que el bienestar y la abundancia necesitan otras c o n c e p c i o n e s del o r d e n a m i e n t o . Si d e s d e el año 4 8 hasta ahora. E s p e r o que no m e t o m e n a mal que p o n g a de manifiesto aquí algunas o b s e r v a c i o n e s y juicios extraordinariamente contradictorios. de m o d o casi sorprendente. Del m i s m o m o d o q u e nos a p a r t a m o s d e las ideas d e g e neradas d e aquellos q u e r o m p e n todas las m e d i d a s sociales con su frío e g o í s m o . e i n t e g r a r a la R e p ú b l i c a F e d e r a l en una e c o n o m í a mundial q u e estaba r e p o n i é n d o s e . también nos o p o n e m o s c o n d e c i sión contra t o d o s a q u e l l o s e l e m e n t o s d e s t r u c t i v o s q u e .

se ha i m p u e s t o t a m b i é n intel e c t u a l m e n t e . que lo que h o y aún no se ha podido alcanzar madurará en el futuro. en un 122%. no tranquilic e ni satisfaga a las p e r s o n a s ? La intranquilidad q u e se aprecia por doquier en nuestra s o c i e d a d d e m o c r á t i c a es un hecho abrumador. A p e n a s perceptible en t i e m p o s de indigencia. los ingresos disponibles para c o n s u m o y ahorro de las e c o n o m í a s d o m é s t i c a s privadas aumentaron. un incremento del 142%.cial de M e r c a d o sí conseguirán superar. Quien sea sincero c o n s i g o m i s m o no podrá negar. a saber. de un c o m e r c i o libre en t o d o el mundo. con una renta nacional incesantemente creciente. cuya elaboración se d e b e en gran medida a Afred Müller-Arm a c k y a W i l h e l m R ó p k e . y q u e h o y t i e n e v i g e n c i a el p r i n c i p i o . universalmente a c e p t a d o . que es digno de m e n c i ó n . ahora a p a r e c e d e diversas maneras. En los de los a g e n t e s e c o n ó m i c o s independientes se registra un incremento del 7 1 % y en la media nacional de ingresos. el número de trabajadores por cuenta ajena ( e m p l e a d o s ) aumentó d e 13. d e s pués de las experiencias de los últimos d o c e años. Así. ¿Qué es. pues.1 millones. d e m o d o cada vez más satisfactorio. en esta c o m paración d e b e tenerse en cuenta la formación de capital procedente de beneficios reinvertidos. bajo el signo del pleno e m p l e o y del crecimiento d e la p r o ducción en una coyuntura continuamente a s c e n d e n t e . S e puede decir incluso que este m o d e l o . Ahora bien. entre 1949 y 1959. los p r o b l e m a s que van unidos a la formación de capitales y de patrimonios. Pero para mí es igualmente importante otro éxito de la política e c o n ó m i c a alemana. p a r e c i e n d o ser — c o m o punto débil de la s o c i e d a d l i b r e — m u y difícil d e 42 . en el período de 1950 a 1958. por e j e m p l o . para satisfacer a la sociedad? ¿ A qué se d e b e que el aseguramiento de los puestos d e trabajo. y que t o d o p r o g r e s o técnico-científico redundará precisamente en beneficio de las m á s amplias c a p a s sociales de nuestro pueblo.6 millones a 20. p e s e a todos los éxitos y a esa grandiosa marcha triunfal de la E c o n o m í a S o cial de Mercado. que este orden e c o n ó m i c o y social libre ha llevado a que cada vez m á s países del m u n d o libre mostraran un serio interés por los m é t o d o s d e la e c o n o m í a de m e r c a d o . el éxito parezca no ser suficiente para tranquilizar a las personas. así c o m o la circunstancia de que. lo que falla para que.

y se han e x t e n d i d o a a m p l i a s c a p a s s o c i a l e s las p o s i b i l i d a d e s d e c o n s u m o d e m o d e r n o s b i e n e s c o m o el a u t o m ó v i l . a d e c u a d o a nuestro t i e m p o . S e ha c a r a c t e r i z a d o nuestra forma d e s o c i e d a d . Así p u e s .vencer. y no renunciar a una apelación ética. P r o b a b l e m e n t e . en la vida diaria. N o c r e o q u e se ignore consciente y malintencionadamente lo c o n s e g u i d o . Si el e x c e s o y la falta de dominio producen c o n m o c i o n e s . q u e no se han p e r d i d o d e f i n i t i v a m e n t e . del d e s a r r o l l o del tráfico. u n a reflexión m á s profunda n o s p u e d e e n s e ñ a r q u e la s o c i e d a d d e m o c r á t i c a . P e r o r e c o n o z c a m o s q u e . q u e s i g u e d e s a r r o l l á n d o s e . y c o m o c o n s e c u e n c i a d e la pérdida d e a u t o n o m í a . e x i g e esfuerzos s o c i o p o l í t i c o s e s p e c i a l e s para d e s p e r t a r un n u e v o s e n t i d o d e la vida. d i s p o n g a m o s siempre de la receta adecuada para mitigarlo. c o m o c o n s e c u e n c i a d e la industrialización. en m u c h o s c a s o s s ó l o e s p r e c i s o r e c o r d a r los v í n c u l o s del individuo c o n su e n t o r n o . sino t a m b i é n d e q u e . Cuando surgen comprensibles diferencias de opinión. el t e l e v i s o r y t o d o s los a p a r a t o s q u e facilitan 43 . han d e s a p a r e c i d o las d i v i s i o n e s por c a p i t a l e s y p r o f e s i o n e s . Y o s o y p l e n a m e n t e c o n s c i e n t e de los límites d e la efectividad de dichos llamamientos. se ha p r o d u c i d o un d a ñ o q u e d e b e t o m a r s e s o c i o l ó g i c a m e n t e en s e r i o . d e b e c o n s i d e r a r s e no s ó l o c o m o sínt o m a d e q u e el a s c e n s o del nivel d e vida d e los trabajadores haya c o n d u c i d o a un p r o c e s o d e des-proletarización. c o n su " m u n d o " . es decir. La mejora d e las c o n d i c i o n e s materiales es d e m a s i a d o obvia para q u e se pueda cuestionar. está ciertamente justificad o recordar lo c o n s e g u i d o . chocan unas con otras en un ambiente de hiperexcitación. c o m o " s o c i e d a d sin c l a s e s " . d e la m i t i g a c i ó n de los v í n c u l o s t r a d i c i o n a l e s c o n el terruño o c o n la p r o fesión a p r e n d i d a . q u e r e m o s y p o d e m o s preguntarnos ahora si esa intranquilidad y excitación d e la opinión pública no radican quizás en c a p a s m á s profundas de la conciencia. en s e n t i d o f i g u r a d o . en cuestiones que todavía no se han solucionado satisfactoriamente en una s o c i e d a d libre. E s t e c o n c e p t o . q u e ha sufrido t r a n s f o r m a c i o n e s en la historia. puesta en m o v i m i e n t o y c o n m o vida p r o f u n d a m e n t e por una e x p a n s i ó n industrial sin prec e d e n t e s . p e r o confío en q u e la conciencia humana sea sensible a una reflexión acerca de los verdaderos valores d e la vida. d e hec h o . sin que nosotros.

las t r a n s f o r m a c i o n e s d e las formas d e e x p l o t a c i ó n . el p r o b l e m a ya no son el e s t a m e n t o y la c l a s e . d e s d e el punto d e vista d e la política familiar. son c o m p l e m e n t a d a s por e s e otro tipo de f o r m a c i o n e s s o ciales. el equilibrio psíquico. e s m u y d e s e a b l e . sino el individuo. q u e m a n i f i e s t e n ante la o p i n i ó n pública. A ello hay q u e añadir q u e las c o y u n t u r a s . en los que busca y p u e d e encontrar confianza y seguridad. y e s d e e s p e r a r q u e se reducirán aún m á s en el futuro. d e m o d o a m pliado. es — s i n d u d a — m á s difícil d e s o l u c i o nar aquí q u e en los r e g í m e n e s d e planificación central o dirigistas. ün p r o c e s o c o m o el q u e a c a b o d e describir no s ó l o tiene c o n s e c u e n c i a s q u e conllevan tanto el peligro de la atomización c o m o el de la colectivización de la vida social. la reconciliación de las formas de la vida profesional en la s o c i e d a d de m a s a s . tertulias o asociaciones de vecinos. q u e surgen entre personas q u e c o m p a r t e n las mismas ideas. se refugien en g r u p o s y a s o c i a c i o n e s . El p r o b l e m a d e c ó m o y d ó n d e encuentra é s t e . para salir d e e s e sentimiento de a i s l a m i e n t o . c o m o son los clubs. t o d o lo cual. p a r e c e n sujetar a la persona a m e c a n i s m o s a n ó n i m o s y le quitan la satisfacción. e s el h o m b r e el q u e s e siente inferior e inseguro frente al t o d o . esa intranquilidad interna d e c a d a individuo. y a entrar en armonía con ella formando una unidad. En esta " s o c i e d a d sin c l a s e s " .el trabajo d o m é s t i c o . Cuanto m á s m i e d o vital indefinido produzca esa inseguridad. y g r a c i a s a ello se han r e d u c i d o los v i e j o s p r i v i l e g i o s d e tipo estamental s o b r e el c o n s u m o . c o m o son la familia y la Iglesia. los m o v i m i e n t o s en el m e r c a d o . S e exigiría demasiado de la Economía Social de Mercado si se le impusiera la responsabilidad d e superar las formas de vida del presente conformándolas según un m o d e l o . sí que está obligada a adecuarse a los imperativos de una política social cristiana. p o r q u e no c o n s i g u e c o m p r e n d e r e s a s fuerzas. 44 . Casi m e gustaría decir que la naturaleza humana necesita ese equilibrio interior. sino q u e t a m b i é n r e f u e r z a el d e s e o del h o m b r e d e una integración armónica en vínculos a b a r c a b l e s . fines o aficiones. Las c o munidades m á s profundas. con la exigencia de tranquilidad y seguridad en agrupaciones culturales-espirituales. A h o ra bien. el lugar a d e c u a d o a su forma d e ser. en la vida profesional y s o c i a l . m e n o s habrá d e sorprender q u e los h o m b r e s .

el indi45 . no sólo gracias al ideal que la anima. se precisará la integración de a g e n t e s sociales estabilizadores. el problema debería plantearse de m o d o que se trate de c o n s e guir una humanización del entorno. d e la " s o ciedad sin c l a s e s " que he e s b o z a d o . que tiende al individualismo. no p o d e m o s responder a la cuestión e c o nómica anteriormente planteada. sino s i e m p r e c o m o p r o c e s o s . si no se pudieran encontrar vías y formas concretas para configurar la política d e una s o c i e dad de h o m b r e s libres. hay que traducir esta idea en principios de actuación político-económica y p o lítico-social. los m é todos d e la política e c o n ó m i c a práctica con claros objetiv o s sociales En esta situación. intelectualmente inestable. que expresarán esa integridad en formas sociopolíticas concretas. que no deben entend e r s e c o m o a c c i o n e s . La tarea ética d e la c o n f o r m a c i ó n d e nuestro orden vital sería fallida. Así es c o m o la E c o n o m í a Social de M e r c a d o ha a c a b a d o por imponerse. que puedan dar al h o m b r e de nuestro t i e m p o . la conciencia e incluso la seguridad objetiva d e su existencial pertenencia a un orden social integrado. ni t a m p o c o los desarrollos polít i c o . Si se quiere que esto sea m á s que un tópico. sino también gracias a una c o n c e p c i ó n que supo armonizar.e c o n ó m i c o s y político-sociales. pero t a m p o c o se p u e d e m e nospreciar la dignidad y el p e s o de dichos valores en la vida e c o n ó m i c a . P e r o . de las que a continuación se hablará con m á s detalle. M e refiero a ideas que ha desarrollado conmig o Alfred Müller-Armack. en el futuro podrán suceder c o s a s mejores. h a c i e n d o referencia únic a m e n t e a unos valores éticos. Sin e m b a r g o . La vida no evoluciona a saltos. teniendo en cuenta la capacidad d e rendimiento que ha alc a n z a d o nuestra e c o n o m í a . Ciertamente. y los esperanzadores indicios de una formación de capitales m á s amplía. las m e j o r a s continuas de los ingresos de nuestro pueblo. en un ámbito de libertad económica.D e s d e el punto de vista de la política e c o n ó m i c a . no m e entendería quien quisiera partir de la base de que ahora tendríamos que abjurar de los principios de la E c o n o m í a Social de M e r c a d o . La E c o n o m í a Social de M e r c a d o ha sido entendida por sus fund a d o r e s c o m o una política e c o n ó m i c a integral. Ciertamente esto p u e d e resultar m á s difícil d e c o m p r e n d e r para. en todos los ámbitos vitales y e s p e c i a l m e n t e dentro de la vida e c o n ó m i c a .

q u e al ir perdiendo de vista la orilla. puesto que son sectores fácilmente regulables. tanto si éstas tienen su origen en el puro d e s c o n o c i m i e n t o d e las relaciones s o c i o . y de sus c a m b i o s s o c i o l ó g i c o s es tan fuerte y nos arrastra con tal rapidez. y el m u n d o occidental en su totalidad. Por supuesto que s e g u i r e m o s con la política de la E c o nomía Social de M e r c a d o . en lo que se refiere a una política e c o n ó m i c a mejor y m á s c o n s e c u e n t e c o n la idea de que la e c o n o m í a d e b e servir primeramente al h o m b r e . Estaríamos a d o p t a n d o la p e o r solución s o c i o . aunque sólo de m o d o titubeante. enriquecen y e m b e l l e c e n la vida personal de los ciudadanos. c o m o si surgen de una pretensión consciente de colectivización. mediante el libre c o n s u m o c o m o m e dio de selección. de poner a su disposición toda una serie d e bienes que. y de c o m p r e n d e r que una terapia m e r a m e n t e p e dagógico-intelectual ya no es suficiente para solucionar fructíferamente los problemas de nuestra sociedad actual. en último término. y m á s cuando resulta q u e en el m u n d o d o m i n a d o por los soviéticos c o m i e n z a a perfilarse la posibilidad de que g a n e n fuerza ciertas corrientes que. t e n e m o s m o t i v o s para reivindicar el d e r e c h o de primogenitura. le resulta muy difícil orientarse si no sabe hacerse c a r g o c o n s c i e n t e m e n t e d e las c o n d i c i o nes de la corriente. La c o rriente de su expansión. y es éste un prestigio bien fundado al que no p o d e m o s renunciar. puede tener grandes éxitos dentro de los sectores de la industria de materias básicas. conducirían a una m a y o r consciencia y a un m a y o r respeto d e los d e r e c h o s huma46 . si estuviéramos dispuestos a a p o y a r a las tendencias primitivas. Y m e gustaría incluso subrayar que nosotros. D e s de el punto de vista político se trata d e superar las reacc i o n e s d e d e s c o n f i a n z a frente a una e c o n o m í a d e libre m e r c a d o . sólo sirve para la glorificación del Estado y para el a c r e c e n t a m i e n t o de su poder.e c o n ó m i c a s . Pero no m e parece que éste sea un criterio a d e c u a d o de valoración. es decir. p e r o seguirá siendo incapaz d e servir al h o m b r e .e c o n ó m i c a . de su desarrollo t e c n o l ó g i c o .viduo que una simple c o n c e p c i ó n dirigista. justamente ante el endurecimiento de la lucha y la c o m p e t e n c i a con el m u n d o colectivista. que nos ocurre c o m o al n a v e g a n t e . y a las ideas trasnochadas d e una política que tiene c o m o fin el igualitarismo. Puede decirse que un orden e c o n ó m i c o c o l e c tivista-totalitario que.

las del d e r e c h o fiscal o las del d e recho de s o c i e d a d e s — no ofrecen involuntariamente v e n tajas a determinadas formas o m a g n i t u d e s d e e m p r e s a s . Ya d e s d e h a c e años se ha r e c o n o c i d o . c u y o origen es el m i s m o Dios y que han sido por Él queridos. o m á s aún. sólo tienen en cuenta el a s p e c t o del abastecimiento material. pero una reconciliación a m e d i a s . es decir. apropiadas a las m o d e r n a s t e c n o l o g í a s . D e s d e el punto de vista socio-político. supondría una profunda tragedia. una política social q u e quiera desarrollarse c o n s c i e n t e mente m á s allá d e una mera ideología a partir de la situación actual tiene que partir d e la b a s e d e las condiciones reales de nuestro entorno e c o n ó m i c o . es un objetivo preferible al d e la mera c o n servación d e las ya existentes. Por muy importante que sea mantener un equilibrio d e las diferentes formas de explotación. d e s f a v o r e c i e n d o así las oportunidades d e otras. en cualquiera de sus formas. Sin duda los esfuerzos por crear nuevas formas de propiedad deben ser p r o m o c i o n a d o s .nos. la finalidad de la política social debe ser asegurar el m á x i m o de agentes laborales por propia cuenta y riesgo. el ganar autonomía. el hacer posible nuevas formas de autonomía e c o n ó m i c a . la necesidad d e un desarrollo de nuestro orden e c o n ó m i c o en esta dirección. D e t o d o esto se desprende que. en la búsqueda d e una solución satisfactoria d e la estratificación de ingresos y d e capitales. entre las personas que se preocupan por esta cuestión. En la misma dirección se m u e v e el intento de influir sobre los p r o b l e m a s socio-políticos e x c l u s i v a m e n t e en orden a los fines d e las clases m e d i a s — p e q u e ñ a y m e d i a na e m p r e s a — . sólo abordan un plano. es decir. pero siguen siendo limitados en la medida en que. dentro d e la p r o blemática socio-política general. si no se quiere caer en una ideología anticuada. Pero la cuestión d e b e plantearse en su integridad. Esto último sería un acontecimiento muy afortunado. Esto no significa que no d e ba ser abordada la cuestión d e si las disposiciones legales actuales — p o r e j e m p l o . y esto significa d e sarrollar objetivos que también deberán tener en cuenta las grandes organizaciones del sistema e c o n ó m i c o . en la forma de un c a m i n o intermedio. Malgastaríamos nuestras fuer47 . en el desarrollo futuro de la E c o n o m í a Social de M e r c a d o . los p r o b l e m a s socio-políticos tendrán la misma importancia que los e c o n ó m i c o s .

q u e la competencia se agudizará aún m á s . y consigue un efecto social benefactor. Pero cuando una acción g u bernamental influye en el m e r c a d o a través de la reducción de precios. si no estuviéramos dispuestos a aceptar que los logros innegables d e las grandes formas organizativas de nuestra e c o n o m í a han tenido también parte esencial en el aumento de bienestar. cuanto m á s se a m plíe el ámbito e c o n ó m i c o en un orden libre.p o l í t i c a s . es nociva. si e m p r e n d i é r a m o s una lucha m e r a m e n t e programática contra la concentración de poder e c o n ó m i c o . Precisamente en los últimos años se ha intentado en repetidas ocasiones conseguir efectos socio-políticos mediante 48 . c o m o ocurre. estaríamos j u g a n d o p e l i g r o s a m e n t e no s ó lo con nuestro futuro nacional. d e s d e el punto de vista m a c r o e c o n ó m i c o . Ahora bien. e s p e c i a l m e n te al referirnos al p e r f e c c i o n a m i e n t o futuro de nuestra p o lítica social. lo cual implica que tend r e m o s que armonizar mejor nuestros d e s e o s con las posibilidades reales. y d e la política fiscal. nuestro objetivo es obstaculizar e incluso impedir t o d o d o minio restrictívo-monopolista de los m e r c a d o s mediante un perfeccionamiento de la legislación sobre la libre c o m p e tencia. debería r e c o n o c e r s e su carácter indispensable y su neutralidad s o cio-política. q u e no e s t a m o s s o l o s en el m u n d o . N o e s la gran e m p r e sa en sí. Por supuesto que también las grandes e m p r e s a s tienen que asumir r e s p o n s a b i l i d a d e s s o c i o . Por ello. tanto m á s cuanto que pueden contribuir considerablemente a ampliar el á m b i t o d e los a g e n t e s e c o n ó m i c o s a u t ó n o m o s . N o o l v i d e m o s nunca. pero e s o no significa que las m e d i a n a s y p e q u e ñ a s e m p r e sas deban extinguirse.zas. a pesar de nuestra buena voluntad. Ciertamente. d e manera que si e x i g i é r a m o s d e la e c o n o m í a nacional m á s de lo que e s tá en condiciones d e dar para mantener su competitividad a nivel mundial. cuando se renuncia a la integración de funciones y actividades que pueden ser d e s e m p e ñ a d a s por e m p r e s a s independientes. por e j e m p l o . e indeseada d e s d e el punto de vista político-social. tanto en la vida civil c o m o en la estatal s ó l o se p u e d e dar lo que se tiene. sino el hambre incontrolada de poder e c o n ó m i c o el que despierta nuestra resistencia ante una concentración que. sino también c o n nuestra seguridad. tanta m á s importancia alcanzarán las grandes unidades empresariales.

A u n q u e ciertamente la política social y la política e c o n ó m i c a no d e ben entenderse c o m o dos c a m i n o s paralelos. integrar lo ya sabido dentro d e una evaluación integral y . d e los c o n o c i m i e n t o s adquiridos. es justamente la infraestructura e c o n ó m i c a creada por la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o la q u e contiene los fundamentos para un desarrollo a c o r d e con dicho principio. es preciso dar a este postulado general una c o n c r e c i ó n precisa. que no s ó l o involucrará a los o r g a n i s m o s de la F e d e r a c i ó n .c o r r e c c i o n e s parciales de disposiciones fiscales. y conducir a una visión d e conjunto acerca d e los objetivos sociales que las personas de la actual s o c i e d a d d e m a s a s consideran prioritarios. d o n d e se esclaviza a agricultores libres y se sustrae a los técnicos y p r o fesionales independientes la b a s e d e su sustento. El m o d e l o socio-político que d e b e desarrollarse tiene q u e ir m u c h o m á s allá d e una aplicación racionalizada de m e d i d a s particulares. de m o d o que la política social se extenderá a un m a r c o m á s a m plio. Esto no significa que haya q u e apartarse totalmente. En m u c h o s c a s o s sólo se tratará d e reforzar desarrollos ya iniciados. Para apreciar lo que esto significa basta pensar en la triste situación d e la A l e m a n i a del Este. el h o m b r e ocupa el centro de la e c o nomía. sino m á s bien c o m o a s p e c t o s d e un conjunto c o m p l e j o pero unitario. y buscar " n o v e d a d e s " a cualquier precio. tomar conciencia 49 . por principio y c o n violencia. Pues bien. Pero h o y se considera ya c o m o una nueva tarea el definir las nuevas formas de una política social futura que c o m p l e m e n t e y desarrolle las virtualidades d e la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o . o r g a n i z a c i o n e s y e m presas. a s o c i a c i o n e s . m á s allá de las realizaciones concretas. ha sido un m o d e l o ¡ntegrador d e este tipo. en favor de determinados grupos. a los E s t a d o s F e d e r a l e s y a las c o r p o r a c i o n e s municipales. se impondrá un cierto traslado de las cargas financieras. sobre t o d o en la fase del c a m b i o p o l í t i c o .e c o n ó m i c o . no p u e d e adecuarse plenamente a la situación psicológica con la que nos enfrentamos. que a d e m á s tiene una eficacia probada. sino que también llamará a participar a todas las fuerzas privadas. N a d i e negará que la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o . Pero a mí m e p a r e c e q u e una p o lítica social q u e se a g o t a en detalles t é c n i c o s . sobre t o do. Pero por muy acertada que sea esta afirmación. C o m o tantas v e c e s he reiterado.

no se p u e d e negar que el desarrollo e c o n ó m i c o m o d e r n o e x i g e un rendimiento cada vez m á s cualificado del trabajo en todos los ámbitos: en el c a m p o de la técnica. la c o m p e t e n c i a — . no p u e d e institucionalizarse. y posibilitar el a c c e s o a todos los j ó v e n e s que quieren encontrar su puesto en esta sociedad. incentivos que le animen a e m p r e n 50 . sobre todo. nos obliga a invertir cada vez m á s en capital intelectual para facilitar la entrada en la vida profesional a quienes la requieran. Este p r o c e s o de ampliación d e la educación. de la educación. hacer patente esta p o lítica de f o m e n t o de la cualificación. que sólo es apto para falsificar o incluso o b s taculizar un orden d e auténtica c o m p e t e n c i a . N o m e n o s importancia d e b e atribuirse al objetivo de conseguir que haya m á s profesionales a u t ó n o m o s . de la administración. El p r o c e s o mediante el cual personas de diferentes profesiones llegan a establecerse por cuenta propia. de la educación o la formación. o p o s i c i o n e s y c o s a s similares—. de la instrucción empresarial y de la formación en las profesiones liberales. de no e n c o n trar su c a m i n o profesional y humano en esta s o c i e d a d de masas. junto a los buenos resultados materiales es. por e j e m p l o .de que el h o m b r e es el sentido y el fin de t o d o programa socio-político. q u e s i e m p r e d e f e n d e r e m o s . respondiendo así a la preocupación que pueda tener el individuo. Lo que cuenta ahora. desde un punto de vista socio-político. que casi es estructural. en el futuro d e b e r í a m o s intentar proporcionar ayudas e incentivos a quienes se e m p e ñ e n en abrirse p a s o en alguna actividad profesional autónoma. en parte. a d e terminados g r u p o s . así c o m o también las pruebas de carácter público que d e ben superarse para el a c c e s o a la vida profesional — t a l e s c o m o e x á m e n e s . en una s o c i e d a d libre. t a m p o c o sirve el principio d e querer asegurar las posiciones existentes mediante intervencionism o estatal. N o es suficiente pensar en una política de a p o y o a la pequeña y m e diana e m p r e s a . T e n i e n d o en cuenta las numerosas ayudas que se c o n c e d e n para mantener los puestos d e trabaj o ya existentes — l i m i t a n d o . Así. La tarea de fomentar el trabajo a u t ó n o m o en el m á s a m p l i o sentido de la palabra no se puede limitar. del m i s m o m o d o q u e t a m p o c o nos p a r e c e adecuada la pretensión d e garantizar una absoluta igualdad inicial de oportunidades.

y no se o p o n e a nuestra forma básica de e c o n o m í a d e m e r c a d o . que tiene una importancia cada v e z m a y o r d e s d e el punto d e vista s o c i o . se debía a la iniciativa privada. Debería analizarse si las disposiciones legales vigentes la favorecen. En g e n e r a l . debería integrarse. Así se daría la gran oportunidad d e crear. en este c a m p o . T é n g a s e en cuenta que el pleno e m p l e o crea una base material e s p e c i a l m e n t e favorable para la realización d e tales ideas.der dicha aventura. después de una fase de prueba. en un sentido m o derno de la palabra. a g o tando para el futuro todas las posibilidades dentro de las m i s m a s e m p r e s a s . y por m e d i o d e las correspondientes posibilidades de actuación. Pero creo que es urgente dar a los e m p l e a d o s y trabajadores que formalmente d e s e m p e ñ a n un trabajo por cuenta ajena. q u e les permita participar d e cierta autonomía en la s o c i e d a d libre. A l 51 . relativa pero creciente. E s t o implica. ante aquellos m e c a n i s m o s de una e c o n o m í a libre. s o b r e t o d o . o si quizá la perjudican involuntariamente. así c o m o a las profesiones liberales. S i e m p r e y c u a n d o las oportunidades para e s o s agentes autónomos se basen realmente en la c o m p e t e n c i a profesional. la autonomía es un valor s o cio-político que debe mantenerse y extenderse. una nueva y auténtica clase m e d i a . y también para cuadros d e m a n d o — grupos y responsabilidades a través de las cuales el individuo pueda a c c e der a un sentido de autonomía. en el m o d e l o de nuestra política social.p o l í t i c o . una política adecuada a esto a u m e n taría la c o m p e t e n c i a . el aseguramiento de la estabilidad monetaria. justificado o injustificado. frente a los q u e se siente m á s o m e nos d e s a m p a r a d o . una capacidad de actuación en las grandes e m p r e s a s a las que pertenecen. D e manera q u e si para reconciliar a la persona individual con la s o c i e d a d hay q u e dar a aquella la posibilidad d e encontrar su lugar en ésta. mediante una formación a d e c u a da para él. el p r o b l e m a d e las a c t i v i d a d e s l a b o r a l e s autónomas se extenderá al sector d e la pequeña y mediana empresa. L o que hasta ahora. c r e a n d o — m e d i a n t e una subdivisión u organización del trabajo racional para trabajadores e m p l e a dos. una política de dichas características d e b e c o m p l e m e n t a r s e c o n el esfuerzo d e liberar al h o m b r e d e su temor. El Estado dará impulsos intelectuales y también ayudará subsidiariamente. Este p r o c e s o d e b e desarrollarse sobre una amplia base a partir d e planteamientos ya existentes.

Hay que decir con toda claridad que una política monetaria y e c o nómica que se limite a reparar los daños causados por un c o m p o r t a m i e n t o e q u i v o c a d o . Lo cual significa que en esta c u e s tión no puede existir ninguna afirmación absolutamente válida para largos períodos de t i e m p o . El e m p r e 52 . La circunstancia de que una expansión general de la e c o nomía. en d e finitiva. puede considerarse c o m o expresión d e un orden libre. Pero sólo si el pueblo. La c o n secuencia de esto no es que el Estado deba ocuparse por sí m i s m o de dirigir las inversiones o de concertar los salarios. hay que quitarle el t e m o r a perder lo g a nado. la política e c o n ó m i c a tiene la obligación d e o p o nerse m á s e n é r g i c a m e n t e y con m a y o r decisión a este proc e s o de debilitamiento. Indirectamente nos referimos así también al problema de la coyuntura o del m i e d o de las personas activas ante la crisis. sino sólo una acción conjunta y responsable d e todas las fuerzas q u e soportan el orden social. lo h a c e porque parte de una interpretación errónea del c o n c e p t o de libertad. que v i e n e durando ya d o c e años. de acuerdo con las m e t a s que determinan las posibilidades de vida y desarrollo de un pueblo. y p o r q u e ha capitulado ante esta cuestión decisiva. e s m á s q u e una m e r a ecuación matemática. de las e l e c c i o n e s libres en el c o n s u m o . será insatisfactoria. La proporción óptima que d e b e existir entre las inversiones m a c r o e c o n ó m i c a s y el c o n s u m o privado. en todos sus grupos y c a p a s sociales. aunque pueda ser reducida.ciudadano que ha conseguido acumular capital gracias a sus m a y o r e s ingresos. sino que — d e s p e r t a n d o la conciencia d e la s o c i e d a d sobre estos asuntos— d e b e inducir a ésta a un c o m p o r t a miento adecuado. haya ido unida a algunos fenómenos de moderación en ciertos sectores. Aun cuando ni siquiera los países con m o n e d a dura pueden sustraerse c o m p l e t a m e n t e a la tendencia inflacionaria — p u e s . siempre se deja notar—. llega al c o n v e n c i m i e n t o sincero de que el B a n c o emisor y el Gobierno no están en condiciones d e llevar a c a b o esta tarea por sí s o l o s . p o d e m o s estar seguros del éxito. d e la q u e d e p e n d e rá en buena medida nuestro futuro. Quien califique c o m o "irresolubles" las tensiones que se producen. entre los g a s tos del Estado — t e n i e n d o en cuenta las exportaciones net a s — y la a c t i v i d a d a h o r r a d o r a . sino que también es importante su c o m p o r t a m i e n t o disciplinado.

que la s o c i e d a d libre occidental d i s p o ne d e m e d i o s para defenderse frente al a d v e n i m i e n t o cíclic o d e las crisis. Con t o d o . en el que la persona lleve una vida libre y segura. al igual q u e el asalariado d e cualquier categoría tiene q u e estar persuadido de que e s o no significa estar indefenso ante un p r o c e s o a n ó n i m o de m e r c a d o . en las q u e confían t o d o s los comunistas d e s d e Lenin. reforzará y afianzará aún m á s la situación social y humana de los asalariados. la necesidad imperiosa d e las cuestiones materiales se imponía c o m o prioritaria. Por lo d e m á s .sario libre tiene que estar dispuesto a aceptar dichos proc e s o s de c a m b i o y de adaptación c o m o algo que forma parte d e su función. c o m o consecuencia d e la división internacional del trabajo que p r e t e n d e m o s . Importancia decisiva cobra en esto la vida d e los profesionales en las e m p r e s a s . c o n s c i e n t e m e n t e dirigida a la expansión. ha despertado el asentimiento general. Lo que se busca con todo esto es una política social animada por la voluntad d e encontrar una conciencia clara de ordenamiento y configuración del entorno. y hasta tal punto q u e d e b e m o s dedicar nuestros mejores esfuerzos al p r o c e s o de r e m o d e 53 . una política e c o n ó m i c a con las características m e n c i o n a d a s . Sin e m b a r g o . la iniciativa alemana. en el futuro —sin descuidar e s o s a s p e c t o s — se habrá de valorar m á s la configuración humana del entorno. Esto es tanto m e n o s correcto cuanto que dichas transformaciones del m e r c a d o v a n unidas a un a u m e n t o d e la p r o ductividad. dirigida a una política coyuntural d e carácter supranacional. a una tarea casi pública. Mientras en la fase de crecimiento de nuestra e c o n o m í a . Esta tarea requiere una mejor apreciación de todos los ámbitos vitales. en el sentido d e nuestro a m i g o Franz B ó h m . también la política coyuntural debería convertirse en un e l e m e n t o legítimo de nuestra política social. p o r q u e piensan q u e ellas minarán los estados d e m o c r á t i c o s . se necesitará una e s pecial labor d e relaciones públicas para hacer ver a cada persona individual. y a d e m á s serán racionales y tendrán c o n s e c u e n c i a s benéficas. Así c o m o h e m o s e l e v a d o el orden d e c o m p e t e n c i a . el desarrollo e c o n ó m i c o y social de los últimos d o c e años e s una confirmación empírica de que el fantasma del paro puede considerarse definitivamente desterrado. dichos p r o c e s o s de c a m bio serán necesarios. D e s d e este punto de vista.

por mucha importancia q u e se c o n c e d a a ésta. A q u í sólo p o d e m o s hacer una s o m e r a referencia a la creciente importancia que se c o n c e d e a cuestiones c o m o . los científicos q u e a p o y a n y se interesan por estos principios consideran q u e cuanto m e n o s indis54 . m á s severas que las q u e ha habido en é p o c a s anteriores.lación de las relaciones dentro de este c o n c r e t o ámbito vital-profesional. La legislación del futuro tendrá que progresar en la idea d e q u e hay que establecer normas en este sentido humanizador. que sería impensable sin su actividad profesional en el puesto d e trabajo. Estoy cada vez m á s c o n v e n c i d o de que el problema actual del entorno social d e b e abordase en un sentido lo más concreto posible y haciendo referencia a la persona. los servicios d e limpieza y otras. la aireación. lo cual ha perjudicado de m o d o persistente las formas naturales de vida. el servicio sanitario. En el último decenio. Precisamente. y se dirige a la unidad vital del h o m b r e . El h o m b r e de nuestro t i e m p o v i v e necesariamente en un entorno m u c h o m á s amplio. también r e s p e c t o a la forma interna d e la e m p r e s a se da una armonía entre el objetivo de producción y la norma socio-política. una política que va m á s allá de lo e c o n ó m i c o . E s tas exigencias corresponden al d e s e o de una política vital y ambiental c o m o la que propugnaba A l e x a n d e r Rüstow. en el curso de un desarrollo extraordinario de la industria y de los m e d i o s de transporte. Ideales romántic o s c o m o la d e s a g l o m e r a c i ó n de los espacios industriales han contribuido al descrédito de los verdaderos fines del ordenamiento espacial. Pese a los largos esfuerzos científicos y prácticos. Hasta ahora se c o n c e d í a una importancia primordial a las cuestiones legales d e la constitución e m presarial. h e m o s desencadenado estas dos líneas de desarrollo guiados únicamente por la lógica de su propio incremento. la cuestión de la ordenación y la planificación del espacio no ha conseguido — s a l v o honrosas e x c e p c i o n e s — ni siquiera esbozar los contornos de una solución que tenga sentido. la prevención d e accidentes. por e j e m p l o . S e confirmará así una vez m á s lo acertado d e la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o : al igual q u e en muchos de sus principios. en las que se veía la empresa c o m o un lugar de p r o c e s o s m e c á nicos de producción. Y no p o d e m o s considerar g a rantizada esa unidad del entorno humano sólo mediante la vida en la familia.

aún siendo amante de la ciudad. En un interesante análisis s o c i o l ó g i c o de nuestros centros urbanos se ha p r o c l a m a d o r e c i e n t e m e n t e que. P e r o la p l a n i f i c a c i ó n urbana debería c o n c e d e r la m i s m a importancia al m o v i miento natural del h o m b r e c o m o peatón q u e al tráfico de vehículos m o t o r i z a d o . El mejor e j e m p l o de la verdad de esta opinión lo ofrece precisamente el orden e c o n ó m i c o d e c o m p e t e n c i a .pensable sea el Estado en la actuación e c o n ó m i c a activa. si bien las personas que viven en ciudades aprueban las formas de vida de la ciudad. aumenta las prisas y crea una irritabilidad que desdice del aumento general de bienestar. Por supuesto q u e . no se puede considerar la creación de un orden racional del espacio humano c o m o algo estático. sino que precisa de un esfuerzo c o m ú n en el q u e no se podrá prescindir d e m e d i o s financieros estatales. sino a que la población urbana. porque éstos no ofrecen condiciones satisfactorias de vida. prefieren mantenerse alejados de los centros urbanos. A q u í se plantean tareas que no se deberían dejar al azar. la e m i g r a c i ó n a los barrios periféricos y al c a m p o no se d e b e a que las personas busquen las ventajas de la vida rural y c a m p e s t r e . no puede dejarse únicamente en m a n o s d e las instancias políticas locales. La distribución espacial d e las ciudades en centros c o m e r c i a l e s y administrativos. Y e s te f e n ó m e n o produce un e x c e s o de circulación que es irracional. teniendo en cuenta las virtualidades dinámicas d e nuestra t e c n o l o g í a actual. cuestión q u e m e p a r e c e d e no p o c a monta para el equilibrio vital d e las ciudades. en c u a n t o e s un m a r c o reglam e n t a d o por el Estado justamente para garantizar la actividad y la iniciativa e c o n ó m i c a de una sociedad de hombres libres. sin e m b a r g o . Quien evalúe correctamente todos los aspectos de una sociedad libre c o m o la que he esbozado. Hay que conseguir distribuir con amplitud los e s p a c i o s d e nuestras ciudades y d e nuestros paisajes. en centros de formación y de cultura. q u e crispa los nervios. en zonas residenciales y líneas de tráfico. Así. en el sentido d e una planificación espacial m e r a m e n t e restauradora o c o n s e r v a d o ra d e v i e j o s m o d e l o s distributivos. d e a c u e r d o con sus funciones básicas. tanto m á s se centrará en su tarea específica de configurar un orden c o n c r e t o en el entorno. no encuentra en ella la forma d e vida a la q u e aspira. se convencerá de que la política e c o n ó m i c a del futuro no sólo conservará las fun55 .

sino que tendrá incluso algunas m á s . así. de un m o d o a d e c u a do a sus condiciones. T a m b i é n la política social continuará teniendo su función actual. Bajo este punto d e vista. el ímpetu de nuestra producción aumentará aún m á s . El rápido progreso t e c n o l ó g i c o de la producción industrial reforzará aún más esta necesidad. S e trata de desarrollar formas y m é t o d o s aptos para elevar la capacidad e c o n ó m i c a de e s o s pueblos. Si no m e engañan los síntomas. y. el problema principal sigue siendo el del abastecimiento.d o n e s que hoy le c o m p e t e n . Con tal desarrollo se pueden afrontar los casos de auténtica n e c e s i d a d con m á s g e n e r o s i d a d y dignidad humana. pues con la creciente expansión e c o n ó mica. C o m o ya he señalado anteriormente. c o m o consecuencia de ello. actualmente e s t a m o s buscando soluciones que aseguren un tratamiento uniform e d e los países e u r o p e o s . dentro del m a r c o d e unas relaciones con el m u n d o libre. la configuración y la e v a l u a c i ó n d e nuestra infraestructura nacional interna d e b e ser siempre c o n s c i e n t e de las consecuencias que en ella tienen las relaciones d e c o mercio exterior. no puede mirar sólo hacia el interior. que cuiden nuevas amistades sin ir en detrimento d e otras. Nuestra realidad e c o n ó mica y social se basa considerablemente en la interdependencia mundial de las e c o n o m í a s . En los países y e s p a c i o s en vías de desarrollo. a una pugna m á s dura entre las ideas tradicionales y las nuevas sobre una configuración armónica del entorno. pero en este c o n t e x t o s ó lo puedo abordarlo s o m e r a m e n t e . se trata d e dar a nuestro país esa forma segura d e entorno e c o n ó m i c o necesaria para excluir daños sociales. cada vez son m á s las personas y las capas sociales que obtienen una base material de vida. La política social moderna del m u n d o libre. lo m á s amplias que sea p o sible. En particular m e p a r e c e fundamen56 . en la que se les puede exigir que se responsabilicen ellos m i s m o s de su seguridad social. C o m o se sabe. La cuestión de la ayuda a los países en desarrollo tiene también una gran trascendencia. pero adaptándose a esa transformación general. dando lugar. El d e s e o y la voluntad de ayudar d o minan cada vez m á s la opinión pública mundial. con t o d o . tiene una importancia decisiva la integración europea en t o d o s sus niveles y en todas sus formas. q u e no discriminen a nadie.

en la República Federal d e A l e m a n i a . que i m p o n g a — d e a c u e r d o c o n unos principios directivos c o n c r e t a m e n t e d e f i n i d o s — n u e v a s prioridades según n u e v o s criterios para consolidar una estructura social equilibrada. las n e c e s i d a d e s de producción e inversión d e nuestra e c o n o mía puedan ser cubiertas por él. debería liberarse al Estado d e aquellas numerosas ayudas para la e c o n o m í a privada. A l igual q u e la E c o n o m í a Social de M e r c a d o s ó l o ha sido posible d e s d e una b a s e fundamental d e valores y c o n v i c c i o n e s c o m u n e s . m á s allá d e nuestro m u n d o privado y profesional. En la medida en que. de acuerdo con el m o d e l o que h e m o s señalado. C o n lo d i c h o h e q u e r i d o h a c e r notar q u e el c o m e t i d o afrontado por la E c o n o m í a Social de M e r c a d o de configurar un estilo de s o c i e d a d libre. sino q u e m á s bien e s necesario un aumento cualitativo en el sentido de la reorientación de objetivos aquí expuesta. las prestaciones de los servicios públicos no han c o n s e g u i d o seguir el ritmo d e crecimiento de la productividad q u e se ha alcanzado en la e c o nomía privada. puede decirse q u e en nuestros días. Este sector determina d e c i s i v a m e n t e la forma del entorno en el que v i v i m o s .tal la coordinación de las aportaciones de los países que prestan ayuda. que permita hacer propuestas bien definidas sobre las 57 . y lo aprueben interiormente c o m o fin d i g n o de alcanzar. t e n i e n d o en c u e n t a el a h o r r o a m p l i o y c r e c i e n t e . el sector d e los servicios públicos. R e s u m i e n d o . así también nuestro presente precisa n u e v a m e n t e d e un realismo idealista. sino q u e t a m b i é n lo perciban c o n el c o r a z ó n . tendría q u e transformarse y ampliarse. tanto cualitativa c o m o cuantitativamente. no se trata sólo de un aumento cuantitativo de los fondos previstos para servicios públicos. Naturalmente. La tarea que ahora habrá q u e a c o m e t e r es la d e hacer c o m p r e n d e r este m o d e l o a las personas d e m o d o claro y gráfico. En la medida en q u e se produzca esta descarga. de m o d o que no vuelva a producirse una división del m u n d o en e s p a c i o s cerrados d e interés y de influencia. de ninguna manera se a g o ta en lo c o n s e g u i d o hasta ahora. d e manera que no s ó l o lo c o m p r e n d a n c o n la cabeza. que todavía suponen una carga financiera considerable para aquél. Llenar el v a c í o que sentimos es la verdadera tarea de la integración interna d e nuestra s o c i e d a d .

parecía haberse perdido t o d o sentimiento en favor de un orden libre. CIna política e c o n ó m i c a y social así entendida. y v o l v e r a una c o n c e p c i ó n a d e c u a d a del orden. Es significativo q u e el m u n d o libre incluso se acostumbrara a calificar d e " o r d e n " al peor c a o s y al e l e mento más destructor de la c o o p e r a c i ó n internacional: el régimen de control de divisas. prestará una contribución importante a un verdadero orden de paz. c o m o si se hubieran paralizado las fuerzas para salir del c a o s político y e c o n ó m i c o . Y. La estrategia del pensamiento colectivista consiste siempre en dividir este valor fundamental y universal. El bienestar: ¿objetivo de la política e c o n ó m i c a o indicador del sentido de la vida? Después del hundimiento del orden internacional que se fundaba en el patrón oro. c o m o expresión de una voluntad espiritual determinada. m e r a s utopías. después de la Segunda Guerra Mundial y sus c o n s e cuencias — l a s m o n e d a s destruidas y la miseria de los ref u g i a d o s — . a la libertad política. para conseguir así irrumpir en el orden libre. religiosa. A n t e todo. y de las tendencias proteccionistas y nacionalistas autárquicas. convirtiéndose en su contrario. parecía c o m o si ya no fuera posible. 3. Los c o n c e p t o s liberales de e c o n o m í a eran. en todos los ámbitos de la vida. y que integre a todos los grupos de la s o c i e d a d en un querer c o m ú n .e c o n ó m i c a en todas sus repercusiones y en sus amplias dimensiones. El c o n c e p t o de orden m i s m o se caricaturizó en las cabezas de las personas de m o d o g r o t e s c o . de fuertes p r o c e s o s inflacionarios. t o d o s los p a í s e s estaban m á s o m e n o s c o n 58 . económica e intelectual debe ir unida la libertad humana originaria. Por ello. T o d o orden libre tiene que partir de la base d e que la libertad es una unidad indivisible. al contrario. asegurarlo e x i g e que h a g a m o s c o m prender al pueblo alemán la vida s o c i o . q u e surgieron c o m o c o n s e cuencia de guerras. en las c a bezas de la mayoría de los hombres. todo sentido del equilibrio interno que es inherente a dicho orden.posibilidades concretas de acción. es decir. y de la destrucción de las d e m o c r a c i a s por principios estatales totalitarios. siendo así capaz de responder al anhelo de los hombres por una integración armónica en su entorno vital.

Cuando. Los pueblos. con 20 millones de a l e m a n e s — . c o m o h o y sabe t o d o el m u n d o . a p r o v e c h é la reforma m o n e taria para echar por la borda todas las ideas e ideologías de un orden b a s a d o en la planificación. en junio de 1948. con profusión de estadísticas. la miseria y la pobreza— un orden de e c o nomía d e m e r c a d o . Pero mi dura e intransigente resistencia ha m e recido la pena. introduciendo — p e se a la indigencia. por ello puede decirse c o n razón q u e esta nueva política e c o n ó m i c a alemana. la confianza en la c a p a c i d a d d e una e c o n o m í a libre d e merc a d o y en la libre formación d e precios se estigmatizaba c o m o una ilusión casi temeraria. casi anormal —sufriendo la hipoteca d e destrucciones de guerra casi inimaginables y la separación d e una amplia parte d e su territorio. por lo que ni siquiera se tenía valor para pensar que podría darse un viraje a este duro destino c o m o realidad política. un orden monetario inicialmente muy dudoso. Con t o d o . Pero m á s beneficiosa q u e los éxitos e c o n ó m i c o s resultó ser la influencia q u e esto tuvo en el c o m p o r t a m i e n t o h u m a n o . Cierto que la República Federal alemana se encontraba en una situación especial. y aún m á s sus gobiernos. Por nuestro país se percibió c o m o un respiro: el tra59 . T a m b i é n las burocracias militares q u e gobernaban entonces intentaron explicar. y por ello no es fácil definir c o r r e c t a m e n t e la situación concreta d e cada país. pienso que al m e n o s he e s b o z a d o la situación de la postguerra en Europa. los socialistas m e expresaron su odio encolerizado. en una m o n e d a que hoy es muy fuerte. el p o c o futuro que tenía dicha empresa. sonreía c o m p a s i v o . y aún ni siquiera esto era t o d o . sino q u e esa confianza en la acción d e un orden libre convirtió. Frente a ello. y en la mentalidad d e t o d o un pueblo. en forma de M a r c o a l e m á n . al m i s m o tiempo.v e n c i d o s de que tales funestas circunstancias externas y toda esa indigencia abrumadora exigían n e c e s a r i a m e n t e una planificación y un dirigismo estatal. frecuentemente. iniciando un p r o c e s o d e fuerte e x p a n sión. bajo el signo d e la " E c o n o m í a Social de Mercad o " . se sentían llenos d e una e s p e c i e de fe misionera en q u e la n e c e s i d a d y la pobreza q u e imperaban por todos lados tenían q u e administrarse justamente. no sólo ha d e s e n c a d e n a d o un d i n a m i s m o e c o n ó m i c o casi inimaginable. mientras que el d e n o m i n a d o sector burgués. La situación variaba de un país a otro.

en cierta medida incluso s a b e m o s dónde se encuentran — y a sea en el c a m p o político o s o c i a l — las resistencias y los e l e m e n t o s perturbadores. P e r o éste s ó l o p u d o encontrar un c a m p o a b o n a d o allí d o n d e había madurez y disposición a liberarse de ideas falaces. y su fuerza radicó exclusivamente en esto: en la confianza en el don de la libertad. sólo está viva allí donde la persona individual la v i v e y la ex60 . lo que debería ser inherente — d e m o d o armónico y o r g á n i c o — a un orden completamente libre. Y también s a b e m o s con toda certeza que las tensiones e c o n ó m i c a s y las n e c e s i d a d e s sociales predominan sobre t o d o allí d o n d e " d e m a s i a d o E s t a d o " i m p o n e c a d e n a s a la libre iniciativa y a la creatividad del h o m b r e . Pero esto no es lo decisivo. mediante construcciones. esto despertó la fe en que no e s t á b a m o s c o n d e nados a la falta de historia. por una visión falsa. En dichas soluciones sustitutivas se esconde incluso un peligro porque.bajo honrado prometía n u e v a m e n t e tener sentido y utilidad. N o es suficiente que los gobiernos y los parlamentos busquen nuevos principios y formas del ser nacional y supranacional. hoy e s t a m o s c o n v e n c i d o s de haber encontrado el camino adecuado. ha q u e d a d o ampliamente documentada. Así c o m o la democracia. En cualquier c a s o . conducen a la conclusión errónea de que el "orden" puede sustituirse por la "organización". en el ámbito nacional. El impulso externo vino d a d o . Pero no d e s e o ahora tomar esto c o m o punto d e partida para intentar un análisis de c ó m o esta idea ha ido e c h a n do raíces cada vez m á s fuertes y c ó m o se pudo llegar así a participar a c t i v a m e n t e en los c o m i e n z o s de una c o o p e ración europea libre. más o menos colectivistas. N o . sino que — c o n honrada y sincera c o n c i e n c i a — p o d í a m o s buscar y encontrar n u e v a s amistades para participar en las bendiciones de la civilización. con t o da certeza. tanto en el c a m p o polític o c o m o en el e c o n ó m i c o y social. que se firmen tratados y se creen instituciones supraestatales para conseguir. Reducido a una fórmula b r e v e se trata de saber que nuestro ser nacional y de pueblo se encuentra en peligro cuando y d o n d e el sentido del valor de la libertad personal y de la autoestima aún se ha desarrollado p o c o o d o n d e se ha vuelto a perder. por el a p o y o material que p r o p o r c i o n ó el d e n o m i n a d o Plan Marshall. La reconstrucción alemana. impidiendo a la e c o n o m í a alcanzar sus resultados ó p t i m o s . A su vez.

en último término. el esfuerzo en pro de un encuentro y una convivencia entre los pueblos sólo puede alimentarse y configurarse con éxito a partir de ámbitos realmente humanos. se puede llegar d e n u e v o hasta la persona c o m o individuo. aun c u a n d o no se pudiera r e c o n o c e r con detalle. especialmente en el contexto de las modernas tecnologías. La organización puede ser necesaria e indispensable. Sería frivolo. al reflexionar sobre esto. a los que nos interesa la seguridad de un orden libre — e s decir.perimenta. A q u í s e p u e d e h a b l a r l i t e r a l m e n t e d e una transmutación d e todos los v a l o r e s . Pero e n t o n c e s se plantea una cuestión c o m p l e t a m e n t e distinta y todos nosotros. se ha ido i m p o n i e n d o un c a m b i o d e mentalidad q u e lleva a una nueva valoración d e la vida. P e r o paulatinamente. si q u e r e m o s hacer un recto uso de nuestra libertad. profesión. no sólo asegurar el poder de los gobiernos y de los p a r l a m e n t o s — nos encontramos ante la cuestión d e c ó m o . de las tensiones q u e diez años después afligen a este m i s m o pueblo y reclaman una nueva reconcil i a c i ó n . La experiencia nos ha c o n firmado en la c o n v i c c i ó n de que. del c o n s u m o en m a s a y de una perniciosa tendencia hacia formas colectivas de la vida exterior. en toda su g r a v e d a d y dificultad. e s t a m o s en mejores c o n d i c i o n e s de c o n s u m o y bienestar. y el anhelo de una seguridad social son p o c o propicios a desarrollar el valor y la responsabilidad personales. ingresos y relevancia social. aun no siendo t o d o esto ni m a l o ni reprochable. de a p o y a r s e en grupos. sino útil y d e s e a b l e . y c ó m o dirigirse a ella. Nunca se subrayará bastante la importancia de esta tarea. P e r o c u a n d o . La necesidad que tienen las personas. y sin e m b a r g o — a u n q u e s ó l o sea en el s u b c o n s c i e n t e — vislumbramos que. no obstante. El c o m p r e n s i b l e p e s o de lo material en t i e m p o s d e gran penuria dejó su impronta en la vida en e s t e p e r í o d o d e t i e m p o . D e s d e el punto de vista a l e m á n d e s e o exponer. según su e s t a d o . en la é p o c a de la d e m o c r a c i a de masas. el m i e d o a la vida. en este c o n t e x t o . patrimonio. pero siempre es el espíritu el que. pasar por alto que este p r o b l e m a se plantea d e m o d o m u y diferente a cada uno. lo infinitamente lejos q u e estaba el pueblo alemán en 1948. los éxitos en este c a m p o no nos hacen sentirnos m á s felices y satisfechos. configura la vida. Pero se trata de despertar precisamente esa mentalidad. hoy en día. se intenta ex61 .

e incluso se nos manifiesta c o m o una e q u i v o c a c i ó n . Sentimos de m o do casi palpable q u e m á s c o n s u m o no h a c e a los h o m b r e s m á s felices. p e r o igualmente cierto es q u e el c o n s u m o no es el sentido d e nuestro actuar ni de nuestra vida. Lo que nos falta es una valoración de la vida. el objetivo de la e c o n o m í a es. La supuesta armonía o equilibrio e c o n ó m i c o inmanente en el que se creía en t i e m p o s del liberalismo. pero. c o n toda seguridad. por lo que podrían solucionarse simplemente con medios de cálculo.m a t e r i a l . c o m o también la necesidad y la convicción. Pues bien. nos han llevado al camino recto. la sensación de un orden universal. que forman nuestra vida exterior. que hoy v e m o s con certeza que estaba equivocada. el esfuerzo de todos nosotros para c o n seguir un nuevo sentido y una nueva valoración de la vida 62 . pero no s o m o s suficientemente c o n s c i e n t e s de que los objetivos no pueden identificarse con "el sentido". no se puede negar — q u i z á incluso con una cierta r e s i g n a c i ó n — que e s o que nosotros s o l e m o s llamar espíritu de los t i e m p o s no ha alcanzado aún su expresión perfecta y madura en nuestro t i e m p o . Pero el q u e sintamos y r e c o n o z c a m o s ésta c o m o una necesidad interna.presar el denominador común. y lo que nos es interiormente "edificante". C o n o c e m o s bien los objetivos. c o m o t a m p o c o lo ha h e c h o la idea m a terialista de la historia propugnada por el socialismo. es ya un logro que nos lleva al c a m i n o a d e c u a d o . T a m p o c o h e m o s logrado encontrar un sentido de la vida que permita una síntesis entre los bienes de la racionalidad e c o n ó m i c o . quizá lo que constituye la peculiaridad de nuestro t i e m p o sea precisamente esto: q u e nosotros h e m o s llegado a dudar de la verdad de esa tesis. unos valores. no nos ha p o dido devolver. Ya he h e c h o referencia a que la c o a c c i ó n exterior. por e j e m p l o . y esta fe condujo a los h o m b r e s de aquel tiempo a creer que los p r o b l e m a s socio-políticos. cargada de contradicciones internas. y que m á s bienestar material no ofrece por sí solo la garantía de una convivencia armónica entre los h o m bres y los pueblos. estuvo dominada por una fe en el progreso. si a e s e c a m b i o no se añade una transformación interior. La era del liberalismo. con validez general. la sensación de un orden universal. el c o n s u m o . son de naturaleza racional. Así. y los problem a s humanos que éstos implican. después de las catástrofes.

c o m o la q u e he intentado aquí. m á s tranquilidad y posibilidad de reflexión. T a n s ó l o quiero expresar mi esperanza en que los signos d e los t i e m p o s nos permitirán encontrar un n u e v o sentido h u m a n o d e la vida y un estilo vital nacional n u e v o . Pues bien. Lo n u e v o q u e surgirá no se puede construir o proclamar en tesis. Por ello. Para creer en tal desplieg u e d e los resortes humanos d e la s o c i e d a d y d e los ó r d e nes políticos. ser sustituido por un huero pragmatismo. p e r o sí buscar una nueva jerarquía d e valores dentro d e una visión d e la cultura y del m u n d o m á s amplia y m á s madura. tampoco en el futuro podrá un orden así. gracias a la creciente eficiencia y al m a yor rendimiento d e nuestro trabajo. que no han sido naturales ni fáciles d e aceptar. Esto no significa renunciar a g o z a r del p r o g r e s o q u e nos traerán la técnica y la civilización. d e m á s d e s c a n s o . g o c e m o s d e m á s tiemp o libre. 4 . T i e n e q u e convertirse en un poder espiritual-moral. La Economía Social d e Mercado liberó a nuestro pueblo de la indigencia e c o n ó m i c a y d e la coacción social. p e r o esa evolución sólo supondrá felicidad si s a b e m o s hacer un recto uso d e e s o s d o n e s . Este espíritu es el q u e podrá impregnar e impregnará la c o n v i v e n c i a p o lítica.no llegará a su término. basándose en ideas. Esta nueva orientación d e nuestra sociedad se realizó d e m o d o absolutamente consciente. y o no t e n g o ninguna receta que proclamar. en un m o m e n t o en q u e d e m a s i a d a s personas están fascinadas por los auspicios d e la automatización. N o basta una "configuración colectivista del t i e m p o libre". nos ayude también a recuperar la orientación natural ante la vida. El programa bienestar para todos se hizo realidad. La s o c i e d a d moderna necesita d e la c o l a b o r a c i ó n d e t o 63 . pero quizá una visión d e s criptiva d e algunas posibilidades futuras. e c o n ó m i c a y social d e los pueblos y naciones. q u e convenza a los h o m b r e s . Una "Sociedad Formada" en la democracia pluralista La sociedad alemana ha experimentado en los últimos años cambios y transformaciones profundas. conscientemente instaurado. este c o n c e p t o m i s m o es ya una aberración. S e g u r a m e n t e e s un p r o g r e s o el h e c h o d e q u e todos. c o n formas y procedimientos q u e garanticen la libertad y la paz. se necesita —sin d u d a — valentía.

e n t e n d e m o s la nación en la perspectiva del desarrollo social. Pero t a m p o c o en esta Sociedad Formada — a c u ñ o este concepto d e m o d o absolutamente consciente— podrán los grupos sustituir a los partidos. T o d o s e s o s grupos se integran h o y en la d e mocracia. H o y m á s q u e nunca nuestra sociedad precisa de personas que detenten voluntad política. lejos d e cualquier ¡dea estamental. d e la explotación imperialista d e pueblos ajenos. c o n o c e su poder. pues. Son cuestiones que afectan a toda la nación. del dominio c o lonial d e materias primas y d e m e r c a d o s . La sociedad d e hoy ya no es una sociedad d e grupos c o m bativos. sino que. y tomen decisiones q u e estén por encima d e los intereses d e grupo o d e partido. La Sociedad Formada — e s t o e s . c o m o en la é p o c a del Imperialismo. es d e cir.dos sus grupos. n o s e forma por 64 . técnico y científico. ¿ Q u é quiere decir. E s ta sociedad. para funcionar. lo contrario a una s o c i e d a d uniformada d e corte socialista o d e espíritu colectivista— no necesita. estará en c o n d i c i o n e s d e dar un fundamento sólido al Estado m o d e r n o en su desarrollo e c o n ó m i c o . pero s a b e también d e sus limitaciones. no se pueden abordar d e acuerdo con los intereses particulares d e los diferentes grupos. Sociedad Formada? Significa que esta s o c i e d a d ya no está c o m p u e s t a d e clases y grupos interesados en imponer objetivos q u e s e e x cluyan los unos a los otros. y d e ningún m o d o rígida en las formas. e s cooperativa por naturaleza. nadie se encuentra ya en o p o s i c i ó n al Estado de derecho y a la Constitución. es decir. q u e sea al m i s m o t i e m p o el fundamento d e la paz entre los pueblos. S ó l o esta Sociedad Formada. y con mucha m á s decisión rechaza el sistema comunista d e la explotación del propio pueblo. e c o n ó m i c o y espiritual. q u e se basa en la interacción d e t o d o s los grupos e intereses. p e r o cuya c a p a c i d a d t a m p o c o d e pende. c u y o s inicios ya se pueden r e c o n o c e r en el sistema d e la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o . c o m o una Sociedad Formada. e n t e n d e m o s " n a c i ó n " no en el sentido de un nacionalismo trasnochado. de formarse. S ó l o una s o c i e dad vinculada por las diversas funciones. Las grandes cuestiones que tenemos que solucionar en el interior del país y en las relaciones exteriores. Está cada vez m á s a punto d e tomar forma. que ya no está sacudida por luchas sociales ni desgarrada por conflictos culturales. En este contexto.

nuevos impulsos d e nuestros partidos políticos y del parlamentarismo m i s m o . he h e c h o hincapié en q u e afrontar los problemas c o m u n e s es. nuestra atención s e dirige a aumentar y a a s e gurar la c a p a c i d a d material d e nuestra s o c i e d a d en el m á s amplio sentido. c o m p a r a b l e no al hielo rígido. d e gobierno y d e formación d e voluntad política. m á s m o d e r n a s . intereses d e grupo. el p a s o c o n s c i e n t e a una Sociedad Formada e x i g e una m a y o r autonomía d e nuestro parlamentarismo. la concentración d e energías en un aumento continuo del rendimiento. por r e c o n o c e r y ser cada v e z m á s consciente d e la d e p e n d e n c i a mutua. La Sociedad Formada exige. por su propia voluntad. una cuestión nacional vital. Ya en mi declaración d e gobierno y por último en mi discurso sobre los Presupuestos en el Bundestag. T e n e m o s q u e darnos 65 . La política social en una Sociedad Formada e s . Quizá n e c e s i t a m o s un n u e v o tipo d e e s p e cialistas: especialistas en los intereses c o m u n e s . por su naturaleza sólo p u e d e ser d e m o c r á t i c a . Más aún. así c o m o el f o m e n t o y el a p r o v e c h a m i e n t o del progreso t é c n i c o y e c o n ó m i c o . Es una s o c i e d a d del equilibrio dinámico. cuestiones d e las q u e el Parlamento está o b l i g a d o a responsabilizarse. T o m o c o m o e j e m p l o los trabajos d e las c o m i s i o n e s del Bundestag. Pero para ello necesita otras técnicas. C o n esto fácilmente dejan d e ser a t e n d i d o s los a s p e c t o s p o l í t i c o s g e n e r a l e s . S o b r e ellos descansa gran parte d e la eficacia del Parlamento. para nosotros.c o a c c i ó n autoritaria. d e m o d o inquietante. Sin duda d e b e estimarse el h e c h o d e q u e estas c o m i s i o n e s estén formadas principalmente por e s p e cialistas. por el c o n trario. por ello. sino al mar en m o v i m i e n t o . el aseguramiento d e un desarrollo e x p a n s i v o d e la e c o n o m í a . El resultado d e esta formación d e b e ser una relación v i tal entre la estabilidad social y el d i n a m i s m o e c o n ó m i c o . Pero a ello v a unido el peligro d e q u e en estas c o misiones t o m e n cuerpo. La democracia parlamentaria no d e b e seguir estando m á s t i e m p o sometida a los intereses organizados. p o r q u e allí están "entre e l l o s " . parte integrante d e una política d e infraestructura d e gran envergadura. T e n d r í a m o s q u e tener claro q u e también nuestro orden político está s o m e t i d o a un p r o c e s o natural d e desarrollo. sino por su propia fuerza. Una s o c i e d a d así n o s e gobierna d e m o d o autoritario. pues.

en defensa de intereses egoístas de grupo. El problema de las obras públicas es sobre t o d o la cuestión de su financiación. S e trata. el crecimiento de los presupuestos públicos d e b e limitarse. el p r e c i o de la inflación. en el sentido más verídico de la palabra. T e n e m o s que pensar en amplios espacios de t i e m p o y tomar m á s precauciones públicas en t o d o s aquellos sectores que determinan las c o n d i c i o n e s . de imputar al sector público todas las negligencias. El Gobierno y el Parlamento. Sólo elevándolas claramente se garantiza a largo plazo la creación y la conservación de bases sanas de vida. por muy urgentes q u e sean. mientras que al mism o tiempo el producto social se reparte y c o n s u m e lo más completamente posible. T e n i e n d o en cuenta los ingresos relativamente c r e c i e n tes d e los presupuestos públicos. reales y supuestas. tan insípido c o m o necio. El juego. Con estos fondos se puede financiar un patrimonio e s p e c i a l — q u e p r o p o n g o se d e 66 .000 y 6. Sin e m b a r g o . Más bien q u e r e m o s mostrar c o n c r e t a m e n t e c ó m o realizaremos las e x i g e n c i a s que h e m o s considerado correctas.000 millones d e DM.cuenta de que las inversiones sociales crean la base para un mejor orden de vida. relacionadas con la realización de tareas comunes. por principio. c o m o c o n s e c u e n c i a de la progresión fiscal. de un p r o y e c t o d e profundización en el sentido político y e c o n ó m i c o de "lo c o m ú n " .m a r c o socio-políticas de nuestra vida. de a c u e r d o con la tasa real de crecimiento del producto social bruto. Por ello. cuando se trata del bien común. no nos q u e r e m o s limitar a hacer grandes reivindicaciones. o incluso a l g o m á s . m e p a r e c e justificable q u e el Gobierno Federal y los Estados F e d e r a l e s destinen una parte de sus ingresos fiscales adicionales. hasta una magnitud de a p r o x i m a d a m e n t e el 1% del p r o d u c t o social bruto. pues el m á x i m o p r e c e p t o sigue siendo no pagar nunca. Pero esto significa definitivamente que el aumento de prestaciones sociales puramente consumistas tiene límites. los Estados Federales y las corporaciones municipales tienen que cooperar m á s estrechamente. Esto significa q u e . es un fraude intelectual. a la realización d e obras públicas urgentes. anualmente se puede disponer de cantidades entre 4. d e p e n d i e n d o d e la e v o l u c i ó n e c o nómica. dejándolas en el v a c í o . y han d e tener la suficiente valentía para negar su asentimiento a d e s e o s unilaterales. para dichos objetivos.

objetivo y c r o n o l ó g i c a m e n t e establecido.n o m i n e Obra común alemana— c o n gestión e c o n ó m i c a y contable propia. gastos públicos. el F o n d o s e convertirá. lo cual es una gran ventaja porque así se sustraerá al uso abusivo para fines m e r a m e n t e d e c o n s u m o . Los gastos d e este fondo son. y unos fondos del m e r c a d o d e capitales t o m a d o s en p r é s t a m o por la obra c o m ú n . C o m o fuentes d e financiación entran en consideración también los beneficios p r o c e d e n t e s d e una privatización del patrimonio e c o n ó m i c o público. c o m o s e v i e n e e x i g i e n d o una y otra v e z . d e s d e el punto d e vista d e la política coyuntural. El día d e la reunificación a l e m a na se utilizarán los m e d i o s y las posibilidades del F o n d o e x 67 . n o puedan r e c o g e r s e dentro d e los presupuestos públicos. esta Obra común alemana. tanto m a y o r será la obligación d e que los grupos d e intereses se sometan a este orden. Cuanto m á s claramente se e x p r e s e la voluntad. Las a c c i o n e s prácticas tienen q u e c o m e n z a r tan pronto c o m o s e a posible. Estoy c o n v e n c i d o d e que los ingresos y gastos d e este fondo se podrán dirigir d e m o d o m á s racional. Considerados d e este m o d o . gracias a una previsión a m e d i o plazo y a un orden d e prioridades. por parte d e los o r g a n i s m o s públicos. sustituyen o c o m p l e mentan al m e n o s en parte. y para contrarrestar una política d e g a s t o s nociva.l. d e d o b l e garse a esta férrea n e c e s i d a d . q u e es institucionalmente multiforme. teniendo en cuenta la necesidad de una planificación a m e d i o plazo. C o m o figura parafiscal. q u e p o n e en peligro la estabilidad d e la m o n e d a . q u e el volumen financiero público actual. en un instrumento a d e c u a d o para intentar controlar el v o l u m e n límite. limitados a un año. q u e d e b e ser continuada c o n s e c u e n t e m e n t e . e s e s p e c i a l mente adecuada para asegurar la realización institucional de la exigencia d e adaptar las tasas d e crecimiento d e los presupuestos d e la F e d e r a c i ó n y d e los Estados Federales. a la tasa real d e crecimiento del P. Ese fondo deberá financiar principalmente aquellas obras públicas que tengan importancia para el conjunto del pueblo y que. indiscutiblemente. o no puedan garantizar su continuidad en ellos.B. d e b i e n d o limitarse p r i m e r a m e n t e a un período d e 3 0 a 3 5 años. c o n su objetivo s o c i o p o l í t i c o . Vista así. los gastos q u e han v e n i d o realizando hasta ahora el Gobierno Federal y los Estados F e d e rales.

sino que s a b e también de los valores éticos de la vida. Si nos d e j a m o s fascinar c o m p l e t a m e n t e por ella y p e r s e g u i m o s s ó lo los bienes materiales. El q u e rer ayudarles a ellos — y no siempre sólo a sí m i s m o o al propio g r u p o — debería ser un móvil d e nuestra actuación. Con el uso de grandes fondos para la financiación parcial o c o m p l e t a de obras públicas prestarem o s una extraordinaria contribución al desarrollo de todos los sectores de nuestra s o c i e d a d y a su modernización. c o m o ocurre en el ahorro con vistas al futuro d e nuestros hijos. A l e m a n i a s ó l o tendrá futuro si es capaz d e seguir el ritmo de los grandes países industrializados del mundo. si cada uno sólo piensa en sí m i s m o y sólo unos p o c o s están dispuestos a ver el conjunto.elusivamente para la realización d e la unidad alemana en todos los sectores. c o m o e s . ni el único 68 . Pero en este torbellino se malversarían las mejores cualidades humanas. en la persona que está junto a nosotros. o la sensibilidad por c o s a s que a primera vista no parecen m e r e c e r la pena. mientras se afanen s ó l o en c o n v e n c e r a los d e m á s de que se tienen muy p o c o en cuenta los méritos de su propio grupo. por supuesto. vivan en la sombra. S ó l o si l i m i t a m o s nuestro c o n s u m o p o d e m o s conseguir los m e d i o s para que nuestra juventud g o c e de m á s y mejores posibilidades de formación. ¡Por un p r e c i o tan bajo no p o d e m o s pretender comprar nuestra conciencia! Mientras los diversos grupos de nuestra e c o n o m í a estén d o m i n a d o s por una mentalidad utilitarista. de q u e sus logros son p o c o retribuidos. CJna p r o ducción creciente no tiene sentido por sí m i s m a . seguiremos m o v i é n d o n o s en círculos cerrados y no serem o s c a p a c e s de afrontar tareas c o m u n e s . c a e r e m o s en la c o n o c i d a danza alrededor del becerro de oro. Lo que n e c e s i t a m o s es un n u e v o estilo de vida. no d e b e r í a m o s soportar que haya todavía personas que. por ejemplo. no. sin culpa propia. La E c o n o m í a Social d e M e r c a d o no sólo caracteriza un sistema e c o n ó m i c o . que algunas c a p a s sociales d e nuestro p u e blo no hayan apenas notado el bienestar creciente. T o d o esto. el pensar en el " o t r o " . T o d o s nosotros. no quiere decir que d e b a m o s abandonar el p r o g r e s o e c o n ó m i c o . que h e m o s p o d i d o participar en la expansión e c o n ó m i c a . N o es suficiente apelar al Gobierno. Y nuestro e j e m p l o les hará c o m p r e n d e r q u e las ganancias materiales no son la piedra filosofal.

A d e m á s . Quien no está en condiciones de prometer y dar a nuestro pueblo algo más que "vivir mejor" y "trabajar m e n o s " . Entonces comprobaremos. de la cultura y de la ciencia. los espíritus y los corazones.sentido de la vida. reforzamos al mismo tiempo las bases de nuestra propia vida personal. también t e n e m o s una tarea histórica de fomentar d e c i d i d a m e n t e las obras y los valores del arte. sorprendidos. d e b e m o s esforzarnos por realizar fines superiores. a largo plazo. c o m o pueblo y c o m o nación. que al trabajar por el bien común. Por encima del loable esfuerzo de cada individuo. 69 . Esto significa que tendremos que moderar nuestros propios deseos en esto o en aquello. no conseguirá ganar.

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legítimas y por sufragjo universal. pues. ni m á s ni m e n o s .Capítulo II MORAL MERCADO Y 1. Pero nada sería m á s p e l i g r o s o q u e tal resignación. y p o n e seriamente en peligro el orden estatal al dejarse absorber sin reparos por el c o l e c t i v i s m o . Los peligros de la masificación y de la colectivización Es realmente trágico tener q u e c o m p r o b a r una y otra vez c ó m o va p e r d i e n d o terreno el principio de la primacía del valor y la actividad de la persona individual. frente a las fuerzas q u e c o n d u c e n a la masificación. El Estado d e m o c r á t i c o sólo puede mantenerse mientras esté sostenido por h o m b r e s libres. las reglas del j u e g o d e m o c r á t i c o n e c e s a r i a m e n t e pierden su v a lidez. C o m o no s e p u e d e suponer q u e el ciudadano haya perdido el sentido d e dignidad de la persona y q u e quiera renunciar al d e r e c h o de autodeterminación de su destino. e s tá justificada la pregunta de por q u é s e d o b l e g a c o n tanta facilidad a la o m n i p o t e n c i a del Estado. deja de ser r e c o n o c i d o por grupos de poder con ideo71 . y que d e b e a c e p t a r s e c o m o una c o n s e c u e n c i a necesaria de éste. Considerado superficialmente. P e r o tal Estado d e m o c r á t i c o d e g e n e r a y s u c u m b e c u a n d o el resultado de unas e l e c c i o n e s libres. esto podría conducir a la conclusión d e que este p r o c e s o s e d e b e al desarrollo s o c i o . si la personalidad individual se pierde en el c o l e c t i v i s m o .e c o n ó m i c o . si el p a r l a m e n t o se c o n v i e r t e en p a l e s tra para luchas d e poder y d e intereses colectivistas. d e la continuidad del orden libre y del afianzamiento de la libertad individual. S e trata. E s e fatalismo conduciría en último término al a b a n d o n o del orden d e m o c r á t i c o .

y hay que decidirse: o d e m o cracia o totalitarismo. pues. de los sentimientos. quizá incluso de m i e d o existencial. iguales intereses o la misma posición social. y p u e d e ser falsificado por ellos. sino objeto de un a c o n t e c e r que ya no e s capaz de entender. sino también cualitativo. surgiendo así una nueva estructura con vida propia. h a c e que el individuo esté dispuesto a sacrificar su personalidad y a buscar protección en el anonimato del c o l e c t i v o . 72 . A q u í a p a r e c e una tensión que afecta a los fundamentos de la d e m o c r a c i a . El h e c h o de que exista una alternativa en este sentido. ya no se siente c o m o participante a c t i v o d e una determinada forma de división del trabajo. " p r o c e s o s " sociales. de d e s a m p a r o . ¡Pero este g r a d o de desasimiento de sí m i s m o es mortal para una d e m o c r a c i a ! La necesidad de a p o y o y protección es absolutamente comprensible y debido a ella. Pues no puede armonizarse que h o m b r e s libres reivindiquen para sí el d e r e c h o a la autodeterminación. N o es de extrañar. es decir. es decir q u e con la transferencia de voluntad d e s d e la personalidad individual a la organización no s ó l o se produce un c a m b i o cuantitativo. la persona individual.logias colectivistas. p a r e c e c o m o si lo h u m a n o se perdiera cada vez m á s con la tecnificación. Existe una contradicción entre la voluntad cívica que expresan hombres libres y la influencia política que e x i g e n e s o s grupos o c o l e c t i v o s de poder. que se unan entre sí las personas que tienen las m i s m a s opiniones. Es evidente que aquí se produce un error de "traducción". la e c o n o m í a se ha desarrollado funcional y espacialmente. ün sentimiento de inseguridad. personas q u e saben que necesitan unos d e otros y que se sienten interiormente c o m p e n e t r a dos. y q u e al m i s m o t i e m p o se s o m e t a n sin c o n d i c i o n e s ni voluntad a una unidad de poder que esté autorizada a perseguir objetivos fuera de t o d o control d e m o c r á t i c o . los f e n ó m e n o s e c o n ó m i c o s han perdido evidencia y ya no se experimentan inmediatamente. a erigirse en a l g o absoluto. es ya en sí una prueba c o n v i n c e n t e de que el colectivismo tiene la tendencia inmanente a hacer caso o m i s o de la opinión popular. t e m o r e s . surgen determinados m o v i m i e n t o s de m a s a s . Entonces. Pero tan pronto c o m o " s e organizan". pese a la mejora progresiva de sus condiciones de vida y p e s e a su libertad d e m o v i miento. esperanzas y padecimientos.

artesanos. el Estado tiene que hacer lo propio frente a la reivindicación de poder de los grupos d e interés. Las organizaciones profesionales sólo desarrollan una fuerza viva c o m o representación pública de un e s t a m e n t o si y s ó l o si encarnan la verdadera actitud interior. sin e m b a r g o . ni la m á s alta moral. Lo que se llama democratización d e la e c o n o m í a no es. agricultores. ni la veracidad. En su lugar surge el funcionariado — o mejor dicho. la conciencia d e personas que no han renunciado a su autonomía y que no están dispuestas a desentenderse d e la responsabilidad personal por su propia vida. Pero el p o d e r c o l e c t i v o s ó l o a p a r e c e c u a n d o el individuo c r e e ver en la masificación un c a m i n o a d e c u a d o para defender su propia vida. Hoy parece que de n u e v o el individuo tiene que defenderse contra el peligro de la masificación. significa a l g o m á s q u e el m e r o equilibrio entre coordinación y oposición d e grupos organizados. no sólo frente a los otros. ¡ N o son ya los m e j o res argumentos. sino s o c a v a r la d e m o c r a c i a política.El afán d e organizar. La d e m o c r a c i a no consiste en n e g o c i a r y regatear según los propios intereses. El p o d e r d e la organización nunca d e b e s o m e t e r al h o m b r e hasta el e x t r e m o d e que se lesione la dignidad de la persona: pues en tal c a s o se c a u sarían daños mortales a la democracia y a la libertad humana. La d e m o c r a c i a t a m p o c o es la pugna de a s o c i a c i o n e s p o derosas por alcanzar la dirección del Estado. la manía organizativa. los que ganan! N o es la fuerza d e la c o n v i c c i ó n la que se imp o n e . se quieran imponer mediante "organizaciones p o d e r o s a s " . en realidad. las clases m e d i a s . por su parte. es una de las características de nuestro t i e m p o . d e b e darnos q u e pensar que la evolución política de A l e m a n i a d e s d e 1945 ha alimentado e impulsado el h a m b r e d e p o d e r d e los c o l e c t i v o s . por muy p o d e r o s a s q u e sean. etc. Es d e esperar q u e el a l e m á n sea lo suficientemente despierto para o p o n e r s e eficazmente contra tal nihilismo. son cada vez m á s raras. el p e l i g r o q u e c o n l l e v a el q u e trabajadores. Y. p u e s . que deja su impronta inequívoca en la vida s o c i o . sino la fuerza bruta del número y de la influencia.e c o n ó m i c a . en virtud d e una autoridad natural sobre un grupo de personas. 73 . sino también frente al Estado. N o se p u e d e ignorar. y . el abuso del funcionariado—. Las personas individuales q u e o s a n hablar p o r sí m i s m a s o. dejándola en m a n o s de organizaciones.

sólo entonces. ante la maldición de una política irresponsable y carente de sentido de la realidad. 74 . sin embargo. T o d o d e p e n d e de que el Estado o c u p e el puesto que le corresponde. ¿ D ó n d e están los límites de la libertad de decisión del Estado? Es un abuso de poder. no m e r e c e llamarse d e m o c r á t i c o . los agentes e c o n ó m i c o s particulares se ven abandonados. El Estado que prefiere subditos sumisos con mentalidad de e s c l a v o s a c i u d a d a n o s libres c o n d e r e c h o a la libertad de expresión. deja de reconocer que las instituciones que él m i s m o ha c r e a d o son un e n e m i g o irreconciliable. ayudando a que las personas individuales vuelvan a desarrollarse y a configurar su vida libremente. y al m i s m o t i e m p o e s p e r e del Estado ayudas que den a éste el d e r e c h o moral a exigir impuestos cada vez m a y o r e s . y abdica ante ellas o se deforma a sí m i s m o . de ninguna manera. indefensos. c o m o consecuencia. absolutamente contradictorio que el ciudadano se queje d e que los impuestos son insoportables. cuando el Estado. Y aunque los ciudadanos reaccionen y busquen en la ley y en las corporaciones el a p o y o y la seguridad que necesitan frente a la iniquidad de la vida pública. porque d e e s e m o d o la voluntad política y la c a p a c i d a d e c o n ó m i c a caen en una mutua contradicción insoluble. incumbe a la responsabilidad ciudadana de cada persona el no permitir que la libertad g a n a d a frente a la c o a c ción estatal. por fines e ideas p o líticas. m e n o s p r e c i a los principios d e una e c o n o m í a y unas finanzas ordenadas. c o m o para los créditos estatales y. la solución no puede ser. Pero de igual m o d o . Pero. ¿dónde comienza el abuso de poder? Cuando el Estado se v e obligado a inmiscuirse cada vez más y de m o d o cada vez m e n o s orgánico. Es. se convierte en un subdito o en un anarquista. entonces.¿Dónde hay que buscar las raíces del mal? S ó l o cuando el ciudadano que lucha por afirmarse a sí m i s m o y por d e fender su existencia material se v e enfrentado a fuerzas exteriores frente a las cuales fracasa el d e r e c h o natural. en general. para t o d o tipo de subvenciones estatales. en los fenómenos e c o n ó m i c o s . por e j e m p l o . la oposición frente al Estado. y. Por decirlo claramente: la responsabilidad es de cada persona individual. no se a c a b e perdiendo por el s o m e t i m i e n t o a las asociaciones y organizaciones de m a s a s . Esto es válido tanto para las ayudas estatales a la inversión.

tantas v e c e s se ha calificado c o m o " m i l a g r o e c o n ó m i c o " . tanto al elegir la profesión. La esencia de esta e c o n o m í a d e m e r c a d o radica principalmente en q u e el p r o c e s o e c o n ó m i c o . la permanente ingerencia del Estado en ámbitos d e la vida del pueblo que no le corresponden. la producción y la distribución de bienes y d e ingresos. Si q u e r e m o s conservar de m o d o duradero un orden e c o 75 . no está dirigido por una c o a c c i ó n de la autoridad. fue la condición previa para la extraordinaria expansión e c o n ó m i c a que e x p e r i m e n t a m o s h o y día y que. Estado-providencia: Seguridad social al precio de la libertad La E c o n o m í a Social de M e r c a d o e s el principio d e orden de acuerdo con el cual se ha configurado la vida e c o n ó m i ca en la República Federal d e A l e m a n i a . e r r ó n e a m e n t e . si no a p r e n d e m o s la lección del p a s a d o . la falta de libertad del ciudadano. Pero sería un n u e v o error. sencillamente e s preciso rec o n o c e r al h o m b r e individual las libertades q u e Dios m i s m o le ha d a d o : ¡sólo ellas pueden fundamentar la esencia y la vida d e una verdadera d e m o c r a c i a ! 2. por el sistema de la formación libre de los p r e c i o s . la responsabilidad y la iniciativa privada. pueden olvidarse c o m o errores d e ayer. p e r o no para servir a otro tipo de masificación. tanto al p r o ductor c o m o al consumidor. la posibilidad d e aprovechar las oportunidades e c o n ó m i c a s que se les presentan. es decir. son las fuerzas que impulsan a la e c o n o m í a d e m e r c a d o a conseguir la m á x i m a producción. con culpa propia. c o m o en el e m p l e o o en el c o n s u m o .Los p a d e c i m i e n t o s espirituales del h o m b r e de hoy. Es preciso advertir los d e s c a m i n o s y v o l v e r a orientarnos hacia la reducción del poder del Estado. estos principios abren a t o d o s . y c o n d u c e n a un aumento del bienestar de toda la población. y permiten una distribución d e los ingresos a c o r d e con los rendimientos. la e c o n o m í a d e m e r c a d o es el orden e c o n ó m i c o q u e une la m á x i m a p r o d u c t i v i d a d y el aumento del bienestar con la libertad personal. A d e m á s . y otras m u c h a s tensiones y conflictos. La libertad. D e este m o d o . y por la fuerza impulsora de la libre c o m p e tencia en el rendimiento. sino dentro de un m a r c o impuesto por la política e c o n ó m i c a .

e s d e c i s i v o sobre t o d o q u e entre los e l e mentos básicos d e la iniciativa. que e s p e r a m o s que no se repita en un m o mento en que precisamente h e m o s recuperado la seguridad y el bienestar e c o n ó m i c o s y en el que e s p e r a m o s alcanzar nuevos progresos. R e s p e c t o a la seguridad social de los que trabajan por cuenta propia. también entre los agentes e c o n ó m i c o s autónomos. que se c o n ceda la m a y o r prioridad posible a la autosuficiencia y responsabilidad propia. con responsabilidad personal. si se integrara en la seguridad obligatoria estatal a aquellos ciudadanos que.n ó m i c o y social libre. se contrapone al orden de la e c o n o m í a de m e r c a d o . y que ocupan una posición de responsabilidad en el sistema e c o n ó m i c o . significaría una evolución peligrosa hacia el Estado-providencia para nuestra vida social y e c o n ó m i c a . que deja al libre albedrío de cada persona la decisión sobre producción y c o n s u m o .l a b o r a l o en la administración pública. aun c u a n d o la persona individual esté en condiciones y tenga la voluntad d e asumir responsablemente esos riesgos. c o m o uno de los m á s importantes principios ordenadores de la seguridad social. es una exigencia básica el impulsar —junto a la política e c o n ó m i c a . se encuentre la disposición a afrontar los ries76 . Pero sería erróneo y realmente funesto a c o m o d a r la seguridad futura contra los riesgos de la vida a las c o n d i c i o n e s que nos impuso e s e derrumbamiento histórico. en virtud de su posición en la e c o n o m í a y en la sociedad. al m e n o s a aquellos que perciben un sueldo e l e v a d o . con sus profundas c o n s e c u e n c i a s . en un orden e c o n ó m i c o y social libre. hayan despertado. A d e m á s . La protección obligatoria estatal d e b e detenerse d o n d e la persona individual y su familia estén en condiciones de asumir su seguro de prevención. En cierto m o d o es comprensible que la guerra y la reforma monetaria. el d e s e o de una seguridad colectiva. q u e ha ayudado al h o m b r e a recuperar su libertad p e r s o n a l — una política social igualmente libre. El eliminar la iniciativa privada en los seguros de prevención y de e m e r g e n c i a s . Libertad e c o n ó m i c a y c o a c c i ó n total en los seguros no son compatibles. tendrían que estar en condiciones de asumir su seguro de prevención con sus propios recursos. Esto también puede aplicarse a los que trabajan por cuenta ajena. Por ello es necesario que se reconozca el principio de subsidiariedad.

q u e consoliden. los agentes e c o n ó m i c o s por cuenta propia gozan d e manera especial de las oportunidades que alberga la e c o n o m í a .g o s vitales d e m o d o libre y responsable. también e x i g e que corran con los riesgos e c o n ó m i c o s que ello conlleva. c o n los m e d i o s d e la correspondiente política e c o n ó m i c a . la responsabilidad r e s p e c t o a riesgos e c o n ó m i c o s y sociales. una buena posibilidad de e m p l e o y de vida para las personas mayores. no se da la circunstancia del trabajo por cuenta ajena. una actividad independiente. y por la voluntad de configurar la propia vida de m o d o responsable e individual. Por ello. de un lado. La consecuencia d e ello es que. 77 . y a la configuración p e r s o nal d e su vida. por el Estado. mientras que. por sus propias fuerzas y c o n responsabilidad propia. c o n s e r v e n y desarrollen su autonomía. La libre iniciativa. por otro lado. La exigencia de un seguro responsable d e la existencia se justifica también porque. desarrollando así la creatividad empresarial o intelectual. se les sustrae. Pero una posición destacada en la vida e c o n ó m i c a no p u e d e e s tar garantizada. entre los que pertenecen a la clase media comercial y agrícola. significa ejercer. lo que. Sería una verdadera contradicción el c o n c e d e r . a t o d o ciudadano la oportunidad de iniciar una actividad independiente y el hacer posible. en el c a s o de los agentes e c o n ó m i c o s autónomos. por otro lado. A ello hay que añadir que. disponen por regla general de una propiedad — e n la mayoría de los casos en forma de patrimonio empresarial— que supone un respaldo importante. sino que — s i quiere responder a su auténtico s e n t i d o — tiene que conquistarse día a día mediante el rendimiento e c o n ó m i c o . los familiares u otras personas ajenas continúan la explotación. en c a s o de una pérdida temporal del propio trabajo. en nuestro orden e c o n ó m i c o y social. también a los que trabajan por cuenta propia d e b e poder exigirse una prevención independiente y responsable contra los riesgos de la vida. y de otro lado. y que la convivencia en la comunidad familiar supone. también después de transferir la empresa o la explotación agrícola. m e diante la c o a c c i ó n estatal. por un lado. en la e c o n o m í a de m e r c a d o . decisiva para la necesidad de protección. y en contraposición a los asalariados. por la disposición al riesgo. en una e c o n o m í a de m e r c a d o .

por lo que precisan de un seguro d e prevención individualizado. si s e exigiera q u e . CIna previsión obligatoria. la iniciativa privada y la responsabilidad. 78 . y en la garantía paternalista d e la s e g u r i d a d material por parte d e un e s t a d o o m n i p o t e n t e . y hacer referencia a que la libertad personal. parecen ser aún fantasmas. que d e s e m b o c a r í a en el "subdito s o c i a l " . no debe perderse de vista que las actividades comerciales independientes y las profesiones liberales son grupos muy heterogéneos y diferenciados entre sí. se garantiza un m á x i m o de libertad. también en el sector s o cial.e c o n ó m i c a s y s o c i o . p a r e c e necesario ahogar el mal en sus raíces. la atrofia de un m e r c a d o d e capitales libre y funcional — q u e e s c o n d i c i ó n previa para la expansión y la e s t a b i l i d a d d e la e c o n o m í a d e m e r c a d o — serían algunas d e las c o n s e c u e n c i a s d e e s t e p e l i g r o s o camino. la d i s p o s i c i ó n al a h o r r o . una c o l e c t i v i z a c i ó n e x p a n s i v a d e la planificación d e la vida. es indivisible. el esfuerzo. la c r e c i e n t e d e p e n d e n c i a del c o l e c t i v o o del E s t a d o . sin los cuales no p u e de existir un o r d e n e c o n ó m i c o y social libre. adecuado a las necesidades de cada caso. El s e g u r o o b l i g a t o r i o total y el E s t a d o . además. en último término. E s t o sería funesto. en muchos casos produciría una carga tributaria innecesaria. necesariamente esquemática. para la e c o n o m í a a l e m a n a y t a m b i é n para nuestro o r d e n p o lítico y s o c i a l . no estaría en condiciones de adecuarse a esta circunstancia. ü n orden e c o n ó m i c o libre s ó l o p u e d e mantenerse de m o d o duradero si. por naturaleza. en vista d e ciertas tendencias hacia el Estado-providencia que también existen en nuestro país. así c o m o en la p a r a l i z a c i ó n del p r o g r e s o e c o n ó m i c o en libertad. entrasen en el s e g u r o oblig a t o r i o . al m e n o s a l a r g o p l a z o . u n a s o c i a lización c r e c i e n t e d e la a p l i c a c i ó n d e los i n g r e s o s . En definitiva. y en p a r t i c u l a r l o s trabajadores por cuenta propia. a paralizar m á s y m á s la a u d a c i a .p r o v i d e n c i a y c o l e c t i v i s t a . t o d a la p o b l a c i ó n a c t i v a .Por último. la tutela del individuo. Aún cuando estas c o n s e c u e n c i a s .p r o videncia c o n d u c e n . a d e m á s d e los e m p l e a d o s n e c e s i t a d o s d e prot e c c i ó n . c o n t o d a s sus c o n s e c u e n c i a s p o l í t i c o . no podría d e t e n e r s e el i m p u l s o hacia el E s t a d o . en su forma absoluta. frecuentemente difícil de afrontar por la persona individual.p o l í t i c a s . de iniciativa privada y d e autosuficiencia.

que conduce a atribuir la máxima importancia a los valores del placer primitivo-material y q u e lleva a la superficialidad. A esta última pregunta. pues. pues una afirmación tal no sólo supondría la sentencia de muerte para los principios y fines del mundo occidental libre. Sobre materialismo. así planteada.3. produciendo un n u e v o florecimiento. habrá q u e cuestionarse si existe una relación de causalidad entre el creciente bienestar y el m a yor materialismo. la c u l p a — d e haber s a c a d o del c a o s a la e c o n o m í a alemana. c o m o c o n s e c u e n c i a d e la d e m o c r a t i z a 79 . bajo la brutal d o m i n a c i ó n d e un dirigismo e c o n ó m i c o e s tatal. d e que se o y e hablar. que no disponía ni de las m á s primitivas posibilidades d e vida y que. habrá que responder a la pregunta de si dicho aplanamiento de la vida. Creo. sino que tal lógica llevaría a la conclusión de que la visión materialista de la historia — p r o p i a del c o m u n i s m o — que en su aplicación no ha supuesto para los h o m b r e s sino pobreza. que ha llevado a un aumento amplio y rápido del nivel general de la vida. N a d a m á s fácil q u e imputar este f e n ó m e n o a la E c o n o m í a Social de M e r c a d o . pues a ella se le r e c o n o c e el mérito — o . en primer lugar. y de haber llevado al pueblo desde la pobreza a un nuevo bienestar. no es posible responder afirmativamente. al sentir d e n u e v o la plenitud d e las e n e r g í a s vitales? Si a ello se a ñ a d e q u e . bajo e s e punto de vista. real o supuesto. si es así. se está produciendo en el pueblo alemán un cambio de mentalidad. e s t u v o privado d e toda libertad individual r e s p e c t o a la configuración d e la propia vida. Pero. sería adecuada para vivir según valores elevados de la vida. que el desarrollo iniciado en Alemania en 1948. d e b e considerarse c o m o un f e n ó m e n o histórico q u e no justifica conclusiones más amplias. sobre t o d o . c o n el creciente bienestar. ¿ N o e s a l g o muy h u m a n o querer consumir y gozar. c o r r e s p o n d e a la situación real o no. y menos aún conclusiones que puedan ser trágicas para nuestro pueblo. e s e m i s m o p u e b l o ha r e c u p e r a d o su vida y su libertad en un p e r í o d o d e t i e m p o relativamente corto y g r a c i a s . insatisfacción y envidia social Es cada vez m á s frecuente oír la opinión de que. a su propio e s fuerzo. Pues ¿ q u é e s lo que ha s u c e d i d o en estos años en nuestro país? Q u e un pueblo hambriento e indigente. en s e gundo lugar.

una m a y o r reflexión. etc. intelectuales. se están verificando c a m b i o s sociales que e l e v a n las c o n d i c i o n e s de vida sobre t o d o de los trabajadores asalariados no sorprende. por primera vez. y toda contribución al fortalecimiento d e la personalidad y a despertar un s e n t i d o auténtico d e la vida d e s d e los á m b i t o s de la familia. ¿ N o produce una impresión de fariseísmo c u a n d o las c a p a s c o n m a y o r p o d e r adquisitivo. Confieso que he d e s e a d o c o n s c i e n t e m e n t e dicha evolución y q u e e s t o y satisfecho del éxito obtenido. o incluso ricas. que estén en c o n d i c i o n e s d e adquirir cada v e z m á s bienes d e c o n s u m o y d e c o n s u m o duradero. de una prueba d e materialismo? C o n esta actitud no s e r e m o s cap a c e s d e cumplir el auténtico objetivo d e evitar a nuestro pueblo la superficialidad materialista. en suma. e s b u e n o . N o hay q u e reprender a las personas q u e ahora llegan a gozar de un m a yor c o n s u m o por el h e c h o d e q u e los bienes c o n s e g u i d o s supongan. culturales y materiales. en esa fase del desarrollo. en la primera. T o d o lo q u e se está h a c i e n d o en e s t e sentido en el á m b i t o d e la e d u c a c i ó n y d e la f o r m a c i ó n p r o fesional. c o n é x i t o . no estén todavía en c o n d i c i o n e s de establecer una recta jerarquía entre los valores espirituales. d e la e s c u e l a . el refrigerador.ción de las m a s a s . entre lo q u e tiene v a l o r y lo q u e no lo tiene. y m e n o s a una política e c o n ó m i c a q u e ha c r e a d o . es d e cir. N o se p u e d e tomar el importe de los ingresos c o m o m e d i d a o indicador del límite ético del c o n s u m o para cada c a s o . el cumplimiento d e sus d e s e o s . de nuestro pueblo se irritan ante la avidez y el afán de c o n s u m o d e aquellos q u e . 80 .. las c o n d i c i o n e s para liberar a los h o m b r e s d e una g r a v e situación d e nec e s i d a d material. ¿tienen a c a s o un signific a d o distinto en la casa de una persona adinerada y en la vivienda d e un trabajador? ¿ A c a s o se trata. y nunca se valorará bastante. sin duda. Tras el aseguramiento de la subsistencia social se producirá. la aspiradora. y en la segunda. o p o r q u e . q u e permitirá diferenciar m e jor entre lo b u e n o y lo m a l o . sino que m á s bien es casi o b v i o . de la Iglesia y d e la vida profesional. no persiguen otro fin q u e imitarles a ellos? El aparato d e radio. de una expresión de civilización. P e r o no se d e b e h a c e r r e s p o n s a b l e a la política e c o n ó m i c a d e los errores h u m a n o s . que en el curso de dicho p r o c e s o cada vez m á s personas encuentren un estándar d e vida e l e v a d o .

Por ello. que se desarrolle el p r o c e s o de crecimiento y extensión del bienestar. no están contentas c o n su situación y quieren m á s . los individuos están integrados en organizaciones.P e s e a las quejas expuestas. e n t o n c e s ciertamente se ha lleg a d o a una situación d e auténtica e m e r g e n c i a moral que. e n t o n c e s sí e s n e c e s a rio poner las c o s a s en su sitio. e n t o n c e s sí que hay un e l e m e n t o d e d e s o r d e n .e c o n ó m i c a . en este sentido. de la posesión d e estos u otros bienes. Quizá la rapidez de la reconstrucción haya o c a s i o n a d o . En una democracia de m a s a s . q u e d á n d o s e todas sus aspiraciones cada vez m á s en lo m e ramente material. c u a n d o la actuación d e cada individuo no se caracteriza por el sentido real d e lo posible y a d e c u a d o . por la mentalidad falsa que denota. con paciencia y esperanza. Quizá los g e n i o s puedan s o b r e p o n e r s e a esas tribulaciones. no manifiestan su propia voluntad ni la -expresan 81 . pues lo que hoy se considera c o m o una enfermedad. Pero cuando la propiedad — s e a cual sea su v o l u m e n — h a c e a los h o m b r e s m á s c o d i c i o s o s . estoy c o n v e n c i d o d e que p o d e m o s dejar. sino por ilusiones irrealizables. N a d a m á s lejos d e mí q u e pretender erigirme en juez. El mal que caracteriza nuestro m o m e n t o histórico es que la mayoría d e las personas p a r e c e n haber perdido la m e dida d e lo factible. tanto m e n o s p o r q u e e s t o y persuadido d e q u e no son las personas individuales el origen d e esta sinrazón. Si s o l a m e n t e gozaran del placer d e lo c o n s e g u i d o . y cada uno mira c o n una envidia c i e g a a cualquier otro q u e haya logrado acumular m á s bienes. nada habría que oponer. A lo cual hay q u e sumar los c o m p l e j o s d e envidia q u e forman parte d e los m a l e s hereditarios a l e m a n e s . una cierta confusión de ideas sobre la realidad s o c i o . cuando incluso cada uno intenta enriquecerse a sí m i s m o o a su c a p a social a costa de otros. Si aquellas m i s m a s personas q u e en 1948 hubieran tildado d e imposible lo q u e se ha c o n s e g u i d o hoy. o c u a n d o t o d o s se o b c e c a n p e n s a n d o q u e p u e den ganar o gastar m á s d e lo q u e la e c o n o m í a nacional e s tá en c o n d i c i o n e s d e dar. pero por regla general los h o m b r e s con las p r e o c u p a c i o n e s materiales pierden cada vez m á s libertad. lleva c o n s i g o simultáneamente el g e r m e n de la curación. pienso que la pobreza e s el m e d i o m á s seguro para que el h o m b r e se afierre a lo m a terial. a m e n a z a convertirse en un p e l i g r o .

también del poder del Estado. dejando que otros hablen por ellos. S e trata de un auténtico y serio problema. o bien se ocultan por influencias p o líticas. El peligro. pero e s o no quiere decir que este m é t o d o funcione satisfactoriamente. por lo tanto. siempre y cuando se refuerce el poder de la organización. con cuya solución d e b e encontrarse al m i s m o tiemp o también un n u e v o estilo de c o l a b o r a c i ó n entre el g o bierno y el parlamento. presentándolo c o m o la opinión o los intereses d e sus m i e m bros. N o es razonable suponer que las personas que aspiran a ingresos cada vez m a y o r e s . o bien esas ideas no tienen raíces m u y profundas. que se o p o n e a las reglas del j u e g o d e m o c r á t i c o . m á s c o n s u m o y m á s patrim o n i o . C o m o ya se dijo. por tanto. quieran realizar este objetivo p e n s a n d o exclusivamente en un enriquecimiento unilateral a toda costa.por sí m i s m o s . por e j e m p l o . sino que se hacen representar por estructuras asociativas. sino el ilusionismo. la alternancia que se observa entre los aumentos de salarios y de precios es prueba d e que. o incluso se o p o n e a ellas. El peor de los c a s o s es cuando los funcionarios de dichas organizaciones se sienten obligados a justificar su existencia s e m b r a n d o discordia. y las organizaciones. ya sea en la forma. ahorrar e invertir. C o n esta transferencia de responsabilidad se produce un error de traducción. de un lado.e c o n ó m i c o . despertando la c o dicia y haciendo creer q u e se pueden conseguir fines p o c o realistas. sólo en un sentido muy a m p l i o coincide con las verdaderas opiniones y objetivos p e r s o n a l e s de los "afectad o s " . es posible que esto sea necesario c o m o c o n s e cuencia del desarrollo s o c i o . no es el materialismo. Así se puede c o m p r o b a r una y otra vez. que lo que las organizaciones expresan en n o m b r e de sus m i e m b r o s . ya en el contenido. por esta razón. 82 . Diría incluso que m á s bien ocurre t o d o lo contrario. las reivindicaciones extremas en una u otra dirección desencadenan siempre tensiones sociales g r a v e s . que sólo en contadas o c a s i o n e s se r e c o n o c e a c e r t a d a m e n t e la inter-relación q u e existe entre c o n sumir. por lo que hay que concluir que esos d e s e o s y reivindicaciones s ó lo se deben a una c o n c e p c i ó n no realista de la esencia y la función de una e c o n o m í a nacional y. de otro. Si bien no se p u e d e negar seriam e n t e la relación existente entre salarios y precios.

sino que casi s i e m p r e es la falta de sobriedad. otros se excitan por la amplitud de la formación de capitales q u e se ha c o n s e g u i d o . Lo que n e c e s i t a m o s para el futuro es el sentido c o m ú n de nuestro pueblo alemán. en los años p a s a d o s . se pierden casi c o m p l e t a m e n t e las bases sanas y seguras del orden social. por lo q u e no p o d e m o s dividirnos en grupos de interés q u e se c o m b a t e n unos a otros. sólo así se podrán ir solucionando los pro83 . rindiendo cada uno cuentas de su a c t u a c i o n e s y o m i s i o n e s . y d e lo q u e p u e d e l o grarse para t o d o s . Por otra parte. al m i s m o t i e m p o . sin tener en cuenta q u e s ó l o así se han p o d i d o crear puestos de trabajo y conseguir un producto social creciente. sin e m b a r g o esta actitud. a partir de puntos d e vista individuales y de o b s e r v a c i o n e s aisladas. c o n firmada c o m o correcta en el curso de los a c o n t e c i m i e n t o s . Sin e m b a r g o . entiendo que no siempre es la insatisfacción la causa real d e que se p o n g a n de manifiesto determinadas e x i g e n c i a s según los c a s o s . t o d a v í a no h e m o s l l e g a d o a la m e t a . no se identifica d e ningún m o d o c o n el ilusionismo y la falta d e m e d i d a . C o n s e r v e m o s una actitud intelectual y m e n tal disciplinada. sino que m á s bien lo excluyen. pues no p o n g o mi c o n fianza en nebulosas — l o cual lleva a la charlatanería—.Por aducir un e j e m p l o m á s : si bien se r e c o n o c e q u e la reconstrucción alemana se ha realizado rápidamente y con é x i t o . N o es mi propósito aquí c o m e n t a r las e x i g e n c i a s d e e s e tipo. Si a ello se añade la c e g u e r a para evaluar los resultados propios en relación c o n los de los o t r o s . pese al desarrollo de las fuerzas de nuestro pueblo. lo cual sería c a p c i o s o y fraudulento. se c o n s i d e r a insuficiente la f o r m a c i ó n d e capital. lo cual se refleja en dic h o s d e s p r o p ó s i t o s o pretensiones ilusorias. ni en los m i l a g r o s e c o n ó m i c o s . q u e r e m o s reflexionar y reconocer que. y o m e c o n s i d e r o bastante libre d e estas debilidades. se forman intereses q u e no e s tán de a c u e r d o con un orden e c o n ó m i c o estricto. queriendo reforzar el capital propio de las e m p r e s a s . Q u e y o quisiera dar al p u e b l o a l e m á n . la falta de realismo o también la falta d e m e d i d a . optim i s m o y fe en su actuación. S i n c e r a m e n t e hablando. N e c e s i t a m o s esa sinceridad que s a b e d e la medida y d e las limitaciones d e la propia voluntad y de la propia c a p a c i d a d . por último. sino que utilizo dichos e j e m p l o s únicamente para poner de manifiesto c ó m o .

pues. no s e a m o s tan crueles que c r e a m o s que la virtud sólo nace de la necesidad. se podrán ver las cuestiones sociales bajo una luz nueva.blemas e c o n ó m i c o s y. 84 . en el error de querer superar el materialismo con la p o b r e za. a través de ellos. antes bien h a g á m o n o s dignos de la felicidad y d e la suerte que proviene d e un trabajo pacífico y exitoso. N o c a i g a m o s .

1 9 6 0 ) . N o s e trata d e hablar d e m é ritos o culpas. P e r o sí p a r e c e útil recordar algunos hitos d e e s e p e r í o d o para ilustrar las profundas m o d i f i c a c i o n e s q u e ha sufrido la política e c o n ó m i c a y coyuntural en los treinta años siguientes ( 1 9 3 0 . el m u n d o entero q u e d ó c o n m o c i o n a d o por el hundimiento d e la Bolsa d e N u e v a York. tendencias de nuestro tiempo En octubre d e 1929. con la atomización i n m e d i a t a m e n t e consiguiente de"la e c o 85 . un p r o c e s o de desintegración internacional. produciéndose. Constructivismo y romanticismo social. Así se l l e g ó a una situación en q u e los países ya n o estaban en c o n d i c i o n e s de cumplir sus obligaciones internacionales de p a g o . h e cho q u e ha p a s a d o a la historia c o n el n o m b r e de " v i e r n e s n e g r o " . N o es posible aquí intentar un análisis de c ó m o se produjo esa fatal r e a c c i ó n en c a d e n a . sino s ó l o d e continuar y garantizar una p o lítica d e estabilidad. Es suficientemente c o n o c i d o q u e el m o t i v o especial q u e d e s e n c a d e n ó la crisis en A l e m a n i a . y en m u c h o s otros países e u r o p e o s . mientras que los fondos recibidos servían casi e x c l u s i v a m e n t e a inversiones a largo plazo. sobre una amplia b a s e . al q u e siguió el torbellino de una crisis e c o n ó m i c a de d r a m á t i c a s m a g n i t u d e s q u e a f e c t ó a t o d o el m u n d o . y sólo en una p e q u e ñ a parte a inversiones productivas. q u e paralizó las e c o n o m í a s nacionales y destruyó la c o o p e r a c i ó n internacional d e los pueblos. p r e c i s a m e n t e c o n los Estados Unidos. fue el alto e n d e u d a m i e n t o exterior a c o r t o plazo.Capítulo III REFLEXIONES SOBRE LA CONTEMPORÁNEA HISTORIA 1.

un orden que tuviera un equilibrio inherente. El producto social. m á s o m e nos yuxtapuestas entre sí. que se reducía cada vez m á s c o n f o r m e decrecía la renta nacional. q u e se iba extendiendo cada v e z m á s . convirtiendo los últimos reductos del c o m e r c i o exterior en una palestra de prácticas discriminatorias y falsificaciones estatales de los auténticos valores y relaciones e c o n ó m i c a s . sino de relaciones d e m a s i a d o reducidas y a d e m á s mal establecidas. S e a b a n d o n ó el orden internacional e inter-estatal universal. ü n n ú m e r o cada v e z m e n o r de trabajadores tenía q u e mantener a un n ú m e r o cada v e z m a y o r d e personas sin e m p l e o . S e habían desatado así los vínculos e c o n ó m i c o s más firmes del mundo. q u e d e s e n c a d e n ó la falta de libertad y la inmoralidad. se reveló c o m o un error fatal que a g o tó los últimos impulsos que a la e c o n o m í a le q u e d a b a n . S e cerraba así el círculo v i c i o s o . Pero. una e c o n o m í a nacional.nomía mundial y el aislamiento d e las e c o n o m í a s nacionales. c o m o es natural. y p a r e c i ó suficiente la constitución de un pseudo-orden t é c n i c a m e n t e manipulable. c o m o por e j e m p l o la alemana. Junto a esto se produjo también el d e s m o r o n a m i e n t o de algunas m o n e d a s y el fin del orden monetario internacional. no estaba en c o n d i c i o n e s d e dar e m p l e o suficiente a la población activa. Ello supuso el nacimiento del régim e n d e control d e divisas. se a h o g a b a toda iniciativa creativa. pusieron c l a r a m e n t e d e manifiesto el c a o s general. financieros y monetarios nacionales. por las razones anteriorm e n t e aducidas. S e quiso solucionar un d e s e m p l e o cada vez m a y o r con una política de deflación. La crisis de la e c o n o m í a mundial — p o r e x p o n e r l o claram e n t e — no resultó de una e x c e s i v a relación de las e c o n o mías nacionales. C o n una c o n c e p c i ó n de e c o nomía planificada. un orden adaptable. en lugar de tener la valentía de buscar soluciones liberales y orgánicas. unida ya sólo mediante una transfusión artificial de sangre a un m e r c a d o mundial en fuerte decadencia. y el sentimiento d e d e s a m p a r o y d e encontrarse en un callejón sin salida c r e ó un ambiente de profunda resignación. El anhelo d e los 86 . S e intentaron curar los síntomas en lugar de buscar las raíces del mal. dejando un a m p l i o e s p a c i o para experim e n t o s e c o n ó m i c o s . es decir. ponía en peligro o incluso destruía las bases de subsistencia d e una gran parte de las e c o n o m í a s nacionales. para sustituirlo por una red de soluciones m e c á n i c a s parciales que.

y de a c u e r d o c o n las m i s m a s i d e a s d e o r d e n . c o n t e m p l o nuestro p r e s e n t e y p l a n t e o la cuestión que interesa a t o d o ciudadano d e un e s t a d o y del 87 . produjo una sublimación del pensamiento nacionalista. por ello. libre c o m p e t e n c i a y prec i o s libres. la disolución de t o d o orden firme — i n cluido el sistema m o n e t a r i o — había llegado tan lejos. esto hizo que la situación fuera cada vez m á s insostenible. L o s c o n c e p t o s d e orden libre. d i n e r o h o n r a d o y apertura m u n d i a l . Pero esto no d e b e hacernos olvidar q u e el c a m i n o que se e m p r e n d i ó entonces. y sin querer interpretar esta trágica fase de la historia alemana d e s d e el punto de vista de la política e c o n ó m i c a . aquel que quería curar el mal m e diante cárteles. pues no se puede invertir la relación de causa y e f e c t o . p a r e c e increíble. en la forma q u e s e a . repartiéndose la d e m a n d a q u e se iba reduciendo continuamente c o m o consecuencia del d e s c e n s o de la renta nacional. y e s o no lo q u e r e m o s olvidar. n o s e n s e ñ a la importancia q u e tiene q u e los p a í s e s y e c o n o m í a s n a c i o n a les configuren su vida p a r t i e n d o d e la m i s m a actitud. un m a y o r d e s e m p l e o y m a y o r e s costes. y q u e . y c o rregirse mediante un c o m p o r t a m i e n t o empresarial a d e c u a do. P e r o esta situación trágica. pues toda renuncia a la producción causaba una nueva pérdida d e ingresos. D e este m o d o . sería erróneo y peligroso querer extraer de esta afirmación la conclusión d e q u e entre los pueblos d e bería darse una armonización de los costes y d e las c a r g a s . mientras que descendía la facturación. En realidad. e s t a b a n tan lejos d e las i d e a s d e los p u e blos y s o b r e t o d o d e los h o m b r e s d e e s t a d o q u e . visto d e s d e el p r e s e n t e . y una política empresarial que creía poder curar los males mediante una a d a p t a c i ó n — q u e en este c a s o significaba una r e d u c c i ó n — de la producción a la d e m a n d a . en sí c o m p r e n s i b l e . Sin e m b a r g o . apliquen r e g l a s e c o n ó m i c a s y s o c i a l e s d e v i g e n c i a g e n e r a l . fue el m e n o s a d e c u a d o d e t o d o s . en esa é p o c a trágica. para p o d e r crear una c o m p e t e n c i a internacional. T o d o intento de nivelación en el c a m p o e c o n ó m i c o y social p r o duciría sólo un nuevo e l e m e n t o perturbador en la e c o n o m í a . Clna vez que.e m p r e s a r i o s . al fracasar los gobiernos y producirse el hundimiento de la e c o n o m í a mundial. hay que r e c o n o c e r q u e la situación sólo podía salvarse. d e participar al m e n o s proporcionalmente en un producto social cada vez menor.

dejando de lado todas las convulsiones políticas posibles. e s t a m o s inmunizados.mundo. N o puede negarse que esto no f a v o r e c e el desarrollo de la personalidad. un equilibrio social q u e era i m p r e s c i n d i b l e para 88 . Nosotros tuvimos que pasar por esa e x p e riencia.e c o n ó m i c o y que h e m o s aprendido de los daños sufridos en el pasado. e c o n ó m i c a y social. A d e más. porque ningún Estado ni ninguna e c o n o m í a nacional puede dar m á s prestaciones sociales de las que produce la e c o n o m í a de ese pueblo. rendimiento e ingresos. y por e s o tuvimos q u e esforzarnos por reparar y obtener. ni de la voluntad de producir con rendimiento. P e ro é s t o s son h o y día d e una naturaleza c o m p l e t a m e n t e distinta. después del gran hundimiento. sino también las d e p e n d e n c i a s mutuas. mejora la seguridad social y se generaliza una e v o l u c i ó n e c o n ó m i c a ascendente. Pese a las expectativas pesimistas. pero esas explicaciones no dan con el núcleo del problema. las relaciones e c o nómicas mundiales se han estrechado después de la Segunda Guerra Mundial. Puede haber varias explicaciones de este f e n ó m e n o sorprendente. c o m o la que lo atribuye al p e s o p s i c o l ó g i c o de experiencias políticas trágicas. ni t a m p o c o puede negarse que enfatizar dicho planteamiento lleva a ocultar de forma capciosa la relación entre esfuerzo y resultados. contra las catástrofes políticas no existe ninguna seguridad social. en esa misma medida se extiende cada vez m á s la reivindicación d e una seguridad colectiva aún mayor. sin e m b a r g o . que ya no está amenazada por riesg o s y que ha desterrado el fantasma de las situaciones de emergencia social. no puedan surgir de la evolución e c o nómica peligros para nuestro desarrollo socio-político. de si hoy en día e s t a m o s inmunes contra una p o sible repetición de aquella catástrofe política. d e m u y diversas maneras. aunque ciertamente e s o no quiere decir que. Este es el fen ó m e n o sorpresivo de nuestro t i e m p o : que en la misma m e dida en q u e . N o hay duda de que hoy s a b e m o s manejar mejor y m á s eficazmente el bagaje coyuntural y p o l í t i c o . La pregunta puede responderse con un sí incondicional: sí. habiendo alcanzado hoy una intensidad que nos permite r e c o n o c e r no sólo las relaciones. A ello se o p o n e . m e d i a n t e el a c r e c e n t a m i e n t o del bienestar. el inquietante afán de querer perfeccionar cada vez m á s la seguridad social en todas sus formas posibles con una fuerte tendencia colectivista.

de un lado. a p o y a n cada vez m á s la libertad. i m p o n e la unidad d e las e c o n o m í a s nacionales. sobre t o d o en el p r o c e s o de maduración de esta nueva institución. mientras que en un orden cada vez m á s libre y liberal. El m a y o r equilibrio e c o n ó m i c o dentro de e s p a c i o s cada vez m a y o r e s proporciona. Una segunda preocupación afecta a la configuración futura d e la c o o p e r a c i ó n internacional. mejores posibilidades para una coyuntura política eficaz. son c a p a c e s de minarla. tanto en el c a m p o p o lítico c o m o en el e c o n ó m i c o . por lo que t e n e m o s que c o n seguir no perder nunca d e vista este peligro fatal. q u e no favorecerían el funcionamiento d e una e c o n o m í a mundial unificada y m á x i m a m e n t e abierta. pero que. sobre t o d o en relación con el M e r c a d o C o m ú n E u r o p e o . Por lo tanto. en definitiva. Pero la cuestión actual. la unión e c o n ó m i c a no c o n d u c e n e c e s a r i a m e n t e a la integración política. perdiendo así el sentido de lo que de suyo es realmente o r g á n i c o y a r m ó n i c o . sino también nos alejemos cada vez m á s d e dicho orden auténtico. de otro lado. esta pregunta tendría que responderse afirmativamente. a una unificación política. un sistema de preferencias p r o duciría tensiones frente a su entorno. nos harían perder la libertad. con vistas a la formación de una entidad supranacional. En un m u n d o proteccionista. p e r o sería n e c i o pasar por alto que. los fines que se persiguen en la C E E exigirán siempre una consciente voluntad política. m á s abierto y c o s m o p o l i ta. es si una integración e c o n ó mica d e b e conducir necesariamente o no. Nuestro tiempo tecnocrático nos c o n d u c e a interpretar de forma m e canicista la vida socio-política. R e s p e c t o a este problema deberán tomarse en el futuro decisiones muy importantes. no sólo nos p e r d a m o s intentando "organizar" t o d o . p e s e a t o dos los esfuerzos posibles. pero al m i s m o t i e m p o nos adentramos en la vida socio-política por c a m i n o s que nos llevan a un pensamiento mecánico-colectivista que. Es evidente que la fusión de estados nacionales. N o p u e d o callar aquí mi p r e o c u p a c i ó n d e que. Esto es lo q u e quería poner de manifiesto cuando hablaba de los bienes que produce una integración mundial d e las e c o n o m í a s n a c i o n a l e s según 89 . P a r a d ó j i c a m e n t e . sin duda.p o d e r l l e v a r a c a b o una r e c o n s t r u c c i ó n rápida del p a í s . c o n f i a m o s en las ventajas y b e n e f i c i o s d e la libertad. En nuestro t i e m p o actúan fuerzas contradictorias que.

las formas y las dimensiones de la economía empresarial. precisamente por su frecuencia. lo cual tiene su contrapartida. la distribución amplia de la propiedad y la conservación de un extenso número de agentes e c o n ó m i c o s por cuenta propia de tipo m e d i o . no pueden dejar de influir sobre la estructura. a juzgar por las e x periencias históricas. testimonian la validez d e mi tesis. que aquel que tiene p o d e r político pierde parte d e su libertad d e iniciativa. igualmente inconcebible es que. quien creyera que las e m p r e s a s estatales. junto con los conocimientos de las ciencias naturales modernas. no hac e sino caer en una ilusión c a p c i o s a . con sus errores p a s a d o s . que parte del principio de que aquel que quiere ejercer su libre iniciativa privada no puede tener poder público. que asegura la libre c o m p e t e n c i a y p r o t e g e d e distorsiones e influencias de p o d e r . mientras que expresaba al mism o t i e m p o mi preocupación de que los n u e v o s sistemas de preferencias. S e a m o s conscientes de que el rápido desarrollo tecnológico. C i e r t a m e n t e ya no se producirá una crisis e c o n ó m i c a mundial c o m o la q u e c a y ó sobre nosotros. En ello se basa nuestra " L e y contra la limitación de la c o m p e t e n c i a " . Nada incita más a abusar del poder que una concentración de poder en m a n o s de un c o l e c t i v o . por lo que en el ámbito político es cada vez m á s urgente plantear la cuestión de c ó m o se puede evitar una fuerte concentración de los medios de producción en m a n o s de unos p o c o s . los c a m b i o s e c o n ó m i c o s pudieran producir una desgracia social de esas d i m e n s i o n e s . pero también los países del m u n d o libre. S e p u e d e c o n s i d e 90 . una de las tareas prioritarias del Estado es evitar los abusos del poder e c o n ó m i c o . por su misma naturaleza. c r e y e r a q u e un "control" e s p e c í f i c o de las e m p r e s a s e c o n ó m i c a s m e d i a n te ó r g a n o s estatales o de e c o n o m í a colectiva podría curar o evitar el mal. una mirada a los estados totalitarios y su orden e c o n ó m i c o colectivista lo prueba suficientemente. y por las leyes de la lógica. conservando los principios de una Economía Social de Mercado. podrían producir un n u e v o e g o í s m o d e grupos de países. están libres de toda culpa. Según los principios de la E c o n o m í a Social de M e r c a d o . en el año 1929. Quien. c o m o una tormenta. en el futuro. Lo regulativo radica en la constitución de un m a r c o ordenador d e la e c o n o m í a . o bien c ó m o se pueden cumplir. sin e m b a r g o . a saber.principios iguales y libres.

C o n q u é m e d i o s se influye sobre dichos c o m portamientos. 23 años después de la destrucción y aniquilación de los t e m p l o s judíos en A l e m a n i a . el p e l i g r o real p r o v i e n e . Una conciencia histórica viva que asegure la libertad y los valores humanos T o d a v í a hoy. es una cuestión q u e tiene una importancia relativamente secundaria. c o m o no m e c a n s o d e repetir. pues. escombros y miseria. Y esto es válido tanto para los ámbitos políticos. según la cual el Estado no d e b e intervenir para nada en los p r o c e s o s e c o n ó m i c o s . tal c o m o Dios lo c r e ó . los a l e m a n e s nos v e s t i m o s d e luto y nos llenamos de profunda v e r g ü e n za ante esas barbaridades. el espíritu y los bienes d e nuestros c o n c i u d a d a n o s judíos no pueden subsa91 . c o m o la idea del liberalismo t e m p r a n o . no sólo en Alemania sino también m á s allá de sus confines. La acusación q u e se m e h a c e a v e c e s de intentar llevar a c a b o una " r e a n i m a c i ó n psíquico-espiritual" nada tiene que ver c o n la e c o n o m í a d e m e r c a d o . El h o m b r e fue lobo para el h o m bre. lo que q u e d ó fueron pueblos ultrajados.t e c n ó c r a t a s y d e los románticos s o c i a l e s . los cuales creen q u e la variopinta vida de un pueblo se p u e d e diseñar sobre el papel. ten e m o s que estar despiertos e impedir que se extienda un f e n ó m e n o c u y o s inicios d e s g r a c i a d a m e n t e ya no se pueden negar. Si q u e r e m o s conservar. innumerables muertos.rar superado tanto el K e y n e s i a n i s m o mal entendido. se basa en ideas m a n c h e s t e r i a n a s y olvida c o m p l e t a m e n t e que las coyunturas d e p e n d e n del c o m p o r t a m i e n t o d e las personas. que entienden el c o m p l e j o p r o c e s o d e la interacción de las fuerzas libres c o m o un m e c a n i s m o . el alma. o q u e parten d e i d e a s románticas de un orden social que abstrae c o m p l e t a m e n te del h o m b r e . la vida y la libertad. 2. Con q u é m e d i o s lo haga. c o m o para los e c o n ó m i c o s y sociales de nuestra vida. d e p e n d e r á d e las causas y m o tivos que definen una coyuntura y que no s i e m p r e son de naturaleza material. S e trata de un v e n e n o que se infiltra en la s o c i e d a d humana y que mina la inmunidad contra los bacilos mortales del c o l e c t i v i s m o . en gran parte del m u n d o . d e los s o c i o . Los crímenes contra la vida.

y de la honesta voluntad de convivir sincera y pacíficamente con todos los pueblos. T a m b i é n n o s o t r o s .narse. sino también humano. del arte y de la cultura. adviene una n o c h e oscura sobre los h o m b r e s libres y las naciones libres. no sólo d e s d e el punto d e vista intelectual. la tranquilidad d e nuestros h o g a r e s o una vida c ó m o d a . se refleja en el mutuo enriquecimiento cultural. Los valores m á s altos. S i e m p r e q u e la materia se i m p o n e al espíritu. Pues lo q u e p a r e c e e s tar h o y en p e l i g r o . a m e n a z a d o por a r m a s terribles. Seguramente nos faltan los parámetros adecuados para descubrir p l e n a m e n t e las inter-relaciones entre el j u d a i s m o y el p r o c e s o de formación d e la cultura o c cidental. es la m i s m a existencia d e los p u e b l o s y d e los h o m b r e s . A u n q u e en este sentido no haya posibilidad de reparación. i n d e p e n d i e n t e m e n t e de nuestra religión y de nuestras ideas políticas. S i e m p r e q u e el h o m b r e intenta r o m p e r las leyes y las limitaciones que Dios le ha impuesto. precisamente en los m o m e n t o s d e su m a y o r indigencia. Quien. 92 . los a l e m a n e s . v o l v i e ra en sí. sin e m b a r g o t e n g o fe en el n u e v o espíritu que nos anima hoy y que ha reunido n u e v a m e n t e a los pueblos. La vida y la muerte no p u e den traducirse en un cálculo contable. Es el espíritu del respeto al prójimo. Y siempre que los h o m b r e s y los pueblos pierden la fuerza y la voluntad de defenderse frente a la opresión y la falta d e libertad. sé de la importancia del j u d a i s m o y de sus extraordinarias personalidades. La estrecha vinculación entre la población alemana y la comunidad judía en ella incluida. ese espíritu que hizo que también el pueblo alemán. P e r s o n a l m e n t e c o n o z c o la i m p o r t a n c i a q u e ha tenido para mi vida un erudito judío (Franz O p p e n h e i m e r ) . queridos por Dios. fundada en un destino c o mún que ha estado siempre presente en un p r o c e s o histórico de siglos. c o m i e n z a n las d e s gracias. Por lo m u c h o q u e he p o d i d o oír y leer. a través de multitud de nobles obras del espíritu. La historia del p u e b l o judío revela también aquella fuerza interior y aquella fe firme que Dios ha dispuesto para los h o m b r e s . por encima d e los horrores. no tienen precio. no pueden repararse. s a b e m o s que en e s t e m u n d o está en j u e g o a l g o m á s q u e la seguridad de nuestros puestos de trabajo. la vida comienza a perder el sentido y los valores.

d e la que se puede alimentar la c o n v i c c i ó n de q u e con la violencia no se p u e de regir el m u n d o . en último término. Quien haga oídos sordos a ello. esto no puede ser m á s q u e un m o t i v o d e esperanza. y de que la violencia. en la antigua s i n a g o g a d e W o r m s . y un peligro q u e nos afecta a t o d o s .v a l o r e s d e b e n d e s a p a r e c e r d e las n a c i o nes y pueblos ante un destino c o m ú n . El así l l a m a d o "realista" p u e d e considerar dichos anhelos c o m o m e r o s des e o s ilusorios y peligrosos. Intensas fuerzas en t o d o el m u n d o apremian cada vez m á s para q u e a la superación del colonialismo le siga la eliminación de formas de p o d e r no d e m o c r á t i c a s y colectivistas. a mi m o d o d e ver. Y esto es igualmente válido para los destinos de los pueblos. p e r o m á s peligroso q u e el valor de anticiparse con la visión y c o n el p e n s a m i e n t o a los acontecimientos futuros es no querer o no poder c o m p r e n der fuerzas y m o v i m i e n t o s q u e — s i bien h o y s ó l o se perfilan en sus c o n t o r n o s — estarán en c o n d i c i o n e s d e configurar el m u n d o del mañana. sentimos e s p e cialmente el hálito d e la eternidad. quien en este t i e m p o nuestro no r e c o n o z c a q u e las viejas ideas y los frecuentes p s e u d o . siempre se destruye a sí m i s m a . no encuentre su lugar. quien t o d a v í a no entienda q u e s ó l o una c o o p e r a c i ó n leal nos asegura el futuro. corre peligro d e perderse a sí m i s m o y de perderlo t o d o . y pienso q u e por ello m i s m o no se interpretará c o m o a l g o profano el que y o hable d e los valores religiosos y m o r a l e s en nuestra vida c o rriente. no ha r e c o n o c i d o los s i g n o s d e los t i e m p o s . R e c o n o c e r a t i e m p o los p r o c e s o s p o l í t i c o . c ó m o hubiera sido el destino de nuestros pueblos si hacia el a ñ o 1930 h u b i é r a m o s c o n o c i d o a l g o m á s de aquellas fuerzas sociales y de las relaciones indisolubles en93 . A q u í . ¿ C ó m o se hubieran desarrollado — s e m e i m p o n e la pregunta en este lugar— el cuarto y el quinto decenios de nuestro siglo.e c o n ó m i c o s y sociales.en e s t e m o m e n t o . y enjuiciarlos e integrarlos a d e c u a d a m e n t e en la vida de las c o m u n i d a d e s son. quien sólo viva de un día para otro. y las m á x i m a s c o n q u e dirigir el propio c o m p o r t a m i e n t o . Para t o d o s los que viven en la opresión. presupuestos para p o d e r r e c o n o c e r las c o n diciones actuales d e vida. Los pueblos han despertado y se disponen a o c u par n u e v o s puestos y a reordenar su vida.

y precisamente este lugar es un testimonio vivo de dicha depravación. lo que no puede lesionarse sin que ello suponga una pérdida de la fama y del honor personal. Es nuestra o b l i g a c i ó n destruir dichos g é r m e n e s n o c i v o s . no deba o no pueda tener validez en el á m bito d e la vida pública y política. c o m o c o n s e c u e n c i a de la división d e nuestra patria. e c o n o m í a y s o c i e d a d ? A l carecer nuestra imaginación de tales conocimientos y del ingenio necesario. aun cuando esta historia todavía e s presente. habiendo superado la opresión y la dominación extranjera. lo hem o s e x p e r i m e n t a d o c o n suficiente sufrimiento. ¡No d e s o i g a m o s esta advertencia! Esta e s t r e m e c e d o r a experiencia no puede dejar de influir en el estilo con el que configuramos nuestra vida. Los alem a n e s s ó l o p o d e m o s desear ardientemente q u e . Superar el pasado no debe significar únicamente reconocer los errores y crímenes c o m e t i d o s en un sólo terreno. d o n d e y cuando se rec o n o z c a n . no pueden convivir. Pues esta afirmación sigue siendo absolutamente válida: los hombres. sin desfallecer nunca.tre política. Lo que sucedió aquí fue la consecuencia casi inevitable de una culpa 94 . N o d e b e suceder de n u e v o q u e lo q u e se considera natural y honesto en la vida personal del ciudadano. penurias indecibles y sufrimientos interminables. El pueblo judío se ha c o n s e r v a d o durante milenios. no el ser material. teniendo en cuenta el estado de postración espiritual en q u e nos encontramos. los e l e m e n t o s criminales tuvieron la posibilidad d e d e s e n c a d e nar aquel infierno de horrores. pero t a m p o c o sobre el espíritu y la forma de la c o n v i v e n c i a de los h o m b r e s . no pueden desarrollarse sin las leyes d e la civilización y de la moral. porque creo que tenemos que aprender d e la historia. p e r m a n e z c a despierto en nosotros e s e espíritu fuerte que nos impida ser v e n c i d o s por la amenaza y la o p r e sión. Hasta d ó n d e p u e d e llevar la inobservancia d e e s tos valores en la vida de los pueblos y en la política. A q u í se p u e d e aplicar el viejo proverbio: ¡extirpad el mal en su raíz! Nada m á s lejos de mi intención q u e hacer c o m p a r a c i o nes históricas entre los judíos y otros pueblos. dicho ámbito específico no puede separarse sin m á s de la situación política general. Hablo de estas cosas. de la q u e forma parte. pues es siempre lo espiritual-anímico del h o m b r e lo que le da fuerza. y lo mismo los pueblos.

El antisemitismo es. han alzado a la violencia — interior y exterior— c o m o principio político absoluto. valores y proyectos Si el m e r o poder. El anclaje de la política en ideales. para robar y lesionar d e r e c h o s sacrosantos. m e n o s p r e c i a n d o toda dignidad humana. Precisamente por e s o resulta inconcebible una forma social que no pueda o no quiera r e c o n o c e r el d e r e c h o a la defensa propia y a la legítima defensa. la ley del c o m e r c i o ? Los mandatarios de la Unión Soviética. que han sido la causa d e que se llegara a una alternativa tan peligrosa. para superarlas c o n e s e e s píritu de libertad que sabe de aquellas l e y e s eternas cuya lesión significa siempre una afrenta y c u y o quebrantamiento supone la d e c a d e n c i a ! 3. ¡Ojalá t e n g a m o s la fuerza y la confianza para superar las pruebas que se nos avecinan. Frente a ello. p a r e c e dirigir hoy el destino de la humanidad y la política exterior se dirige ya casi únicamente a impedir la desgracia d e la g u e rra. Nadie puede negar que esa filosofía inhumana y brutal nos 95 .más profunda. c o m o cualquier otra forma de inhumanidad. nos hayan impuesto también a n o s otros. se han d a d o cuenta. con una lógica casi diabólica. Si q u e r e m o s gozar d e un m u n d o pacífico. el e m p l e o de la fuerza sólo d e b e ser admisible allí d o n d e sirva para la defensa propia. S ó l o si se descubren y eliminan todas sus causas podrán superarse f e n ó m e n o s inhumanos c o m o el antisemitismo. la fuerza bruta d e las armas. pero no d o n d e se abuse de él para subyugar. entonces c a b e cuestionarse si no h a b r e m o s sido negligentes en a l g o o si quizá nos h e m o s c o n d u c i d o por c a m i nos e q u i v o c a d o s . puede dedicar su potencial con muc h o m á s p e s o a reforzar e incluso divinizar el poder estatal. hasta Kruchev. el mundo totalitario. una blasfemia. pasando por encima de todo escrúpulo humano. ¿ N o s o m o s culpables de que aquellas fuerzas y p o d e r e s totalitarios q u e . d e que los valores éticos de un orden liberal-democrático han h e c h o que las naciones libres aprovechen las fuerzas humanas productivas y reales para fines pacíficos d e bienestar social. ya sean derechos humanos o el d e r e c h o positivo b a s a d o en tratados. al m u n d o occidental libre.

La política exterior del m u n d o occidental apenas registra ya estas pugnas i d e o l ó g i c a s . sin dar una respuesta a la tesis que los comunistas propalan con ímpetu según la cual el socialismo está históricamente l l a m a d o a sustituir al capitalismo. no sólo en potencial y eficiencia e c o n ó m i c a . 96 . los políticos del Viejo Mundo. si no q u e r e m o s que la última alternativa sea "guerra o paz". q u e la realidad histórica del m u n d o libre. y lanzarnos ^al ataque en el terreno d o n d e el Este es vulnerable. una figura y una personalidad c o m o el Presidente K e n n e d y e s una e s p e r a n z a : unido indisolublem e n t e a los i d e a l e s del m u n d o libre. es claramente superior al m e c a n i s m o m o n ó t o n o y estéril del sistema comunista. Pues el principio individualista d e corte o c cidental p u e d e aparentar una cierta inferioridad frente a la voluntad c o m p a c t a y e n é r g i c a m e n t e expansiva d e los e s tados totalitarios. con su estructura social c o s mopolita. aunque sea bajo el signo contrario. En esta situación m e preocupa principalmente una c o s a : que a c a b e m o s por m o v e r n o s en esas m i s m a s categorías de pensamiento. D e s d e e s t e punto d e vista.obliga a realizar altos esfuerzos de defensa. en lugar de romper el círculo vicioso. sino también en su fuerza interior. a su vez. p e r o lo suficientem e n t e h e t e r o d o x o c o m o para p r o p o r c i o n a r n u e v a s ideas y v a l o r e s a sus principios y m á x i m a s d e política exterior. L o s ciudadanos del m u n d o libre o y e n este desafío. p e r o esto es sólo una apariencia porque s a b e m o s bien de las tensiones internas que existen en los países del Este. para n o s o t r o s . Nuestro orden social actual. o q u e nos d e j e m o s aprisionar por ellas. Pero los g o b i e r n o s no explican a sus propios pueblos que el fantasma de la s o c i e d a d capitalista q u e denuncian los soviéticos ya p a s ó a la historia. p e s e a sus c o n s e c u e n c i a s s o cio-políticas y sociales. Permite que los pueblos q u e aman la libertad sean desafiados con burla por monstruosos planes d e diez o veinte años. ¿Por qué no lo d e c i m o s cada día? ¿Por q u é no utilizamos tales hechos políticos decisivos en las pugnas internacionales? ¿Por qué no s a b e m o s sacar partido a nuestros talentos? E s t o no es una a c u s a c i ó n . ya ha d a d o una respuesta válida al socialismo totalitario. sino e x p r e s i ó n d e la p r e o c u p a c i ó n por el h e c h o d e q u e la política exterior d e los países o c c i d e n t a l e s no ha registrado aún este h e c h o decisiv o .

sentido e incluso éxito. e s e m u n d o de los Estados N a c i o n a l e s . es nuestro sino. considerada c o m o "política en sí". si c o m o tal se entiende el destino q u e se extiende a t o d o s los ámbitos vitales d e un pueblo y q u e d e b e constituir una unidad. p e s e a las continuas tensiones políticas actuales. o í m o s decir cada día. la relación entre poder y espíritu resulta problemática. Y o no t e n g o nada que o p o n e r a ello. es decir que no sea m e r a m e n t e la continuación d e una política nacional convencional con una mejor c o o p e r a c i ó n internacional. N e c e s i t a m o s una forma de integración occidental que no se a g o t e en sectores aislados e i n c o n e x o s . ya no tienen ninguna utilidad para el mantenimiento de la paz ni el arsenal ni el instrumental de la política exterior conservadora. Cuando Platón planteó la exigencia d e que el gobernante del pueblo debía ser filósofo. 4 . que proviene de e s e otro mundo que con gusto calificaré de ya hundido.ya e s t i e m p o d e r e c o n o c e r q u e la política e s la expresión de una c o o p e r a c i ó n social universal y q u e n o p u e d e haber una "política en sí". para evitar un n u e v o desastre. ¿ H e m o s aprendido realmente todas las lecciones prácticas d e la historia. La contradicción entre poder y espíritu: una herencia cultural inaceptable. con ello puso de manifiesto que para él la cuestión de la relación entre aquellos que ostentan el poder y aquellos que son considerados " s a b i o s " no estaba satisfactoriamente resuelta. que permite ser de algún m o d o articulada. e c o n ó m i c o y social c o m o fundamento d e nuestra vida o c cidental libre. Lo que n e c e s i t a m o s es la integración de los ó r d e n e s político. quizá t o davía m á s horrible? ¿ H e m o s c o m p r e n d i d o que. con su j u e g o de distribución y equilibrio de fuerzas? La política exterior. es decir. El mundo no se ha vuelto precisamente m á s sencillo d e s d e los t i e m p o s 97 . actuando al m a r g e n y c o n independencia de las múltiples y c a m b i a n t e s formas d e vida y á m b i t o s del ser de los pueblos y de los h o m b r e s . D e s d e que existe una política. Pero a lo que m e o p o n g o con toda decisión e s a esa opinión que quiere hacernos creer que la política exterior podría tener valor.

siempre les ha salido mejor que a nosotros — l o s a l e m a n e s — el establecer una coordinación mutua y fructífera entre poder y espíritu. Sin e m b a r g o . en que la relación fue distendida. y la contradicción entre poder y espíritu no se ha resuelto. por ejemplo. esta contradicción entre espíritu y p o d e r j u e g a un papel especial en la historia de A l e m a n i a . En cierto sentido. pero en el fondo se enfrentaban entre sí un principio d e p o d e r político y un principio de p o d e r intelectual. estaban d e m a s i a d o c o n d i c i o n a d o s y vinculados mutuamente c o m o para que pudieran delimitarse con cla98 . la historia m á s reciente de A m é r i c a se caracteriza por el hecho de que la c o o p e r a c i ó n y el distanciamiento mutuo entre los políticos y los intelectuales se alternan con un ritmo casi constante. cuando no de plena paridad. su respectiva función en vistas al t o d o . Voltaire fue un socio. y cada uno de ellos debía cumplir.de los filósofos g r i e g o s . con pleno d e r e c h o propio. De h e c h o . G o e t h e fue un hombre con igual posición que él. Pero a pesar d e la gran influencia que ha tenido e s ta doctrina de Lutero en la historia d e A l e m a n i a . o también eventualmente. La lucha quedó en mayor o menor medida sin resolver. El Estado y la Iglesia. Esta relación fue diferente según los diferentes países. porque los p o d e r o s o s en el reino del espíritu y los p o s e e d o r e s del poder político mantenían al m e n o s un trato libre y sin violencias. pueden interpretarse c o m o antecedentes tempranos de posteriores rivalidades. se trató de una lucha en la q u e a m b a s partes perseguían poder político y utilizaron las armas de la política. Sin duda. que se p r o l o n g ó hasta los t i e m p o s de la Reforma. espiritual. Los papas vencieron a sus contrincantes. no se puso en práctica en la vida social de su t i e m p o . Los dos ámbitos debían e s tar netamente separados. La doctrina luterana acerca d e los dos Reinos fue formulada con la mirada puesta en esta rivalidad y significó el intento de resolver radicalmente la disputa. Ciertamente hubo períodos de la historia — t a m b i é n de nuestra historia. sino q u e también sufrió una considerable m e n g u a en su fuerza espiritual. que pueden ser c o n s i d e r a d o s c o m o los q u e o s tentaban r e s p e c t i v a m e n t e el p o d e r y el espíritu en aquellos t i e m p o s . pero la Iglesia no sólo fue perdiendo su p o d e r político. Para F e d e r i c o el Grande. A los franceses. las luchas medievales de los emperadores Staufen contra los papas. para el Duque de Weimar.

y la a c c i ó n adquiere el sabor d e la bajeza de orientarse e x c l u s i v a m e n t e hacia lo práctico. pero el resentimiento ha perm a n e c i d o . el testimonio del espíritu en servicio del poder. q u e se e n c a r g ó d e mantener la tensión con el poder político. En esta perspectiva. sobre t o d o en lo q u e hacía referencia a la e d u c a c i ó n . entre c o m p r e n s i ó n intelectual de la realidad y decisión p o lítica. la Inteligencia alemana intentó ejercer una activa influencia política. La Iglesia necesitaba la protección del Estado y el Estado necesitaba el servicio d e la Iglesia. Pero pronto fue sustituida por el "espíritu s e c u lar". Cln espíritu secular que. Con e x c e p c i ó n del t i e m p o de la lucha cultural ("Kulturkampf") y del T e r c e r Reich. p e r o sigue v i g e n t e la o p o s i c i ó n entre estos dos ámbitos. El intento fracasó. en sus múltiples manifestaciones. en m u c h o s a s p e c t o s . La política y la historia d e la cultura de los últimos 150 años están m a r c a d a s . y por otro. Ha sido sobre t o d o el idealismo a l e m á n el que ha contribuido a intensificar el a b i s m o entre p e n s a m i e n t o y acción. los h o m b r e s de las ciencias humanas. que privó de sentido al sacrificio de los estudiantes. P r o b a b l e m e n t e haya que buscar sus raíces en las grandes guerras de c o m i e n z o s de estos dos siglos. al m e n o s en las cuestiones esenciales. por la influencia de esta tensión. la Iglesia se entendió c o n el p o d e r político. fueron traicionados por los "políticos". L o s "polític o s " — e n los años anteriores a la primera guerra m u n d i a l — propagaron una política d e poder. y esto tuv o lugar e s p e c i a l m e n t e entre los a ñ o s 1 8 3 0 y 1 8 5 0 . el m u n d o d e las sublimes ideas está por encima de la acción política o e c o n ó m i c a . se hallan los e c o n o m i s t a s y los políticos. y sin e m b a r g o . aunque esto no fuera c o n s cientemente percibido. siempre ha determinado la historia de nuestro pueblo a l e m á n . Para él. Los estudiantes a l e m a n e s q u e marcharon al frente contra N a p o l e ó n y aquellos otros q u e c a y e r o n ante L a n g e m a r c k representaban. y sus efectos duran hasta nuestros días. El idealismo alemán está superado.ridad y precisión sus respectivas funciones. el pensamiento necesariamente es acusado de ser ajeno al m u n d o . los artistas y una parte de los científicos. Al m e n o s una vez. Por un lado. 99 . L o s " p o l í t i c o s " o los " p o d e r o s o s " impulsaron la Restauración en la primera mitad del siglo XIX. Esta o p o s i c i ó n se ha h e c h o m á s sutil y se ha extendido a diversos grupos s o c i a l e s .

ya que — c o m o escribe Max W e b e r c o n a c i e r t o — "el g e n i o o d e m o n i o de la política v i v e en una tensión interior con el Dios del amor. Las v o c e s d e izquierdas que se o y e n con frecuencia suenan muy alto. a reaccionar e m o c i o n a l m e n t e . no t e n e m o s ninguna razón para encontrar en ella a l g o que tenga que ver con el carácter especialmente trágico de nuestro destino. p e ro en realidad representan s ó l o una m o d e s t a porción de la vida espiritual alemana. Cuando esto ocurre. sostenida a m p l i a m e n t e por muy diversos espíritus. y en consecuencia se perjudica a sí misma. ni t a m p o c o p u e d e considerarse a los intelectuales c o m o quienes tienen un d e r e c h o prioritario en la posesión del espíritu. d e b e m o s p r e o c u p a r n o s m á s d e afrontar c o n sensatez este conflicto. p o d e m o s atenuarlo una y otra v e z . p o r q u e toda agresión c o n tra el espíritu d e b e ser ella m i s m a llevada a c a b o con armas espirituales. y a los otros les sirv e para difamar al espíritu en g e n e r a l . si p o n e m o s ante nuestros ojos la 100 . p r e c i s a m e n t e p o r q u e nosotros los a l e m a n e s e s t a m o s expuestos al peligro de tomar esta contradicción c o m o una tragedia y en consecuencia. tensión q u e en t o d o m o m e n t o p u e d e precipitarse en un conflicto irremediable". Pero esta afirmación. Es claro q u e no p o d e m o s zanjar la cuestión. también c o n el Dios cristiano en su e x p r e sión eclesial. Sin e m b a r g o . La contradicción entre espíritu y p o d e r no es a l g o que corresponda de m o d o especial a los a l e m a n e s .Lo cierto es que d e b e m o s cuidarnos d e q u e la contradicción entre espíritu y p o d e r no q u e d e hipostasíada. Las graves discusiones que han tenido lugar en los Estados unidos sobre la política del g o b i e r n o en Vietnam se revelan baj o el signo de esta misma contradicción. que d e suyo es cuestionable. ello m i s m o se convierte precisamente en la causa principal d e las discusiones. "El espíritu está a la izquierda". D e t o d o s m o d o s . Y lo q u e se responde d e s d e la d e recha se descalifica a sí m i s m o . el p o d e r no p u e d e considerarse c o m o a l g o ligado exclusivamente a los políticos o a los e c o n o m i s t a s y d e m á s e l e m e n t o s que con sus decisiones influyen en la configuración d e la s o c i e d a d . no es otra cosa que un arma en la disputa ideológica. Sin e m b a r g o . que a unos les sirve para calificar d e h o m b r e sin espíritu a e s e e n e m i g o q u e sitúan a la derecha. Esta es la localización del espíritu alemán. c o m o si fuera un rasgo fundamental de nuestra vida y de nuestra cultura.

destruye la fuerza e c o n ó m i c a d e la e m p r e s a . p o r q u e e s la posibilidad q u e tiene aquello que es. para tener p o d e r sobre ellos. en el a m p l i o conjunto de los entes hay diferencias. la vida es el encuentro entre una potencia de ser y otra potencia de ser. La tesis de J a c o b Burckhard d e q u e "el poder es m a l o en sí" no p u e d e ser a c e p t a d a sin m á s e x p l i c a c i o nes. El p o d e r es — s e g ú n la definición de Paul Tillich— "la posibilidad de la autoafirmación. un p o d e r intervencionista que interfiere en el orden del p r o c e s o productivo racionalizado d e una e m p r e s a . El directivo de una e m p r e s a es p o d e r o s o cuando su n e g o c i o está cla101 . ü n ente es m á s capaz d e resistencia que otro. de resistirse al no-ser y d e superarlo. el p o d e r incluye una tendencia al orden. surge el orden de t o d o lo que e s . a) El poder como principio de lo real El q u e quiera entender el p o d e r hasta sus m á s finas ramificaciones dentro de la vida social. lleva en sí la tendencia a traspasar sus propias fronteras y ampliar así su propio á m b i t o . debe comprenderlo desde sus m i s m a s raíces o n t o l ó g i c a s . Naturalmente. En cierto m o d o se p u e d e decir que la a m e naza para el ser a c o n t e c e allí d o n d e tiene lugar un resquebrajamiento del orden. y sus respectivas funciones en nuestra vida social. c o m o un e l e m e n t o del orden. Por tanto. El poder se conserva a sí m i s m o mientras interviene en la totalidad de los s u c e s o s que caen bajo su influencia. Así pues. la lucha por el poder es uno de los e l e m e n t o s pertenecientes a la vida misma. a pesar d e la n e g a c i ó n interior y exterior". entre un poder y otro poder. y a partir de esa diferencia de c a p a c i d a des. Pero el poder necesita el orden no s ó l o para mantenerse. y la c o m p e t e n c i a no es un principio vital antinatural. ordenándolos. e s un e l e m e n t o a m e nazador y en último término despoja al o r g a n i s m o d e su poder. sino q u e e s un atributo de t o d o s los entes reales en cuanto tales. sino también para extender su eficiencia. En s e g u n d o lugar. El a g e n t e p a t ó g e n o q u e perturba el orden de las células d e un ser viviente. El m a e s t r o d e e s cuela d e b e c o n o c e r el n o m b r e de los niños. Del m i s m o m o d o .esencia del p o d e r y del espíritu. El poder e s el principio de lo real en g e n e r a l . T o d o lo que es.

Un e m presario que dedica t o d o su t i e m p o a poner orden en su e m p r e s a . p e r o a la vez el orden es para él un peligro.ramente o r d e n a d o . ya no puede ser d e n u e v o r e c o n d u c i d o a una forma única. porque d e otro m o d o . El último e j e m p l o nos muestra que la relación entre p o der y orden no se puede establecer con una fórmula que sea válida para todos los c a s o s . CIn p o l í t i c o . quizás en una determinada fase del desarrollo d e su especialidad pueda alcanzar grandes resultados. T o d o orden d e b e m a n tener su carácter instrumental. En e s e c a s o los objetivos polític o s determinan el desarrollo y la vida d e toda la s o c i e d a d . de tal manera que pueden recibir sus indicaciones y reaccionar a d e c u a d a m e n t e . c o m o ocurre en las dictaduras. m á s bien se trata d e una subordinación d e todas las formas de p o d e r al poder político. Porque el poder m i s m o no es siempre igual. se puede describir el desarrollo de nuestra s o c i e d a d c o m o un p r o c e s o de diferenciación del poder. El poder que ejerció M o i s é s no permite ser encuadrado ni en uno ni en otro sector. El pluralismo de las d e m o c r a c i a s occidentales se caracteriza por la igualdad d e derechos de las diversas formas de poder. sino q u e en la s o c i e d a d m o d e r n a se nos presenta en muy variadas formas. Un científico. el directivo s ó l o p u e d e dirigir cuando las unidades q u e le están subordinadas "están en orden". El poder político. En una s o c i e d a d p o c o desarrollada muy frecuentemente el p o d e r espiritual se identifica con el poder político. que se limita únicamente a ordenar datos. el poder cul102 . sucumbirá ante él. El poder aspira al orden para su autoafirmación. si quiere aportar algo útil a la investigación. C u a n d o a p a r e n t e m e n t e tiene lugar una reconcentración del poder. porque una vez que el poder se ha diferenciado en múltiples formas. el poder e c o n ó m i c o . sino que varía en diferentes períodos históricos y tiene un sentido distinto en los diversos ámbitos y sectores sociales. Pero en ninguna dictadura moderna puede darse una forma igual de concentración del poder. el sustentador del p o d e r y del orden pierde su vitalidad. El p o d e r está c o n c e n t r a d o . Es m á s . cuando tal orden se convierte en fin único d e sí m i s m o . Una y la misma autoridad es tanto autoridad intelectual c o m o política. al final no es c o m p e t i t i v o . Pero algún día tendrá q u e pasar a explicar los datos.e c o n ó m i c o que dedica t o d o s sus esfuerzos a poner orden en el curso de la e c o n o m í a .

En este c o n t e x t o e s d e c i s i v o el h e c h o d e que el p o d e r cultural participa en el p r o c e s o d e transformación en las dos direcciones. que no necesita aquí ser discutido. a saber. Cuando los sindicatos. S e trata de un p r o c e s o que — i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e que sea intencionado o n o — tiene lugar continuamente. un poder político. y actúan en primer lugar sobre ellas. El poder cultural se d e s c o m p o n e en el poder de la ciencia. por su par103 . hace lo m i s m o . Y así llega a ser un a c o n t e c i m i e n t o político y. con ayuda del poder que p o s e e n . y en parte también en los juzgados. el p o d e r espiritual p u e d e convertirse en poder político. y en la mayoría de los casos. del periodismo. Igualmente claro resulta esto en el c a s o del poder intelectual. a partir del poder cultural p u e d e surgir p o d e r e c o n ó m i c o . Pero el poder político y militar también se convierten. están sobrepasando sus límites. resulta que el establecimiento de las fronteras e s difícil. p u e d e convertirse en p o der político es a l g o tan notorio en nuestro m u n d o d e hoy. por su parte. pretenden alcanzar objetivos políticos. la sociedad democrática consciente vigila y se e m p e ñ a en que cada estructura social e m p l e e su p o der sólo para aquellos fines a los que ella se ordena. Incluso una homilía q u e intenta ser c o m p l e t a m e n t e apolítica p u e d e ser entendida por aquellos que ostentan el p o d e r í o estatal c o m o un h e c h o político. Y dado que el poder lleva ínsita en sí la tendencia a sobrepasar sus fronteras. Cuando el poder político se entromete en el ámbito d e la Iglesia. sólo se consigue después d e largas disputas. Este f e n ó m e n o de que algunas estructuras u organizaciones de la s o c i e d a d sobrepasan sus límites d e b e ser distinguido de otro f e n ó m e n o . A su vez cada uno de estos poderes es en sí m i s m o muy diferenciado. El c o n o c i m i e n t o se transforma hoy en día en todas las n a c i o n e s en poder político y militar. Q u e el poder e c o n ó m i c o . d a d o que en la sociedad moderna todos los ámbitos están entrelazados entre sí. del arte y de la literatura. a través d e los n u e v o s inventos. Sin e m b a r g o . por e j e m p l o .tural y el espiritual están coordinados en las diversas estructuras sociales. El poder político se localiza tanto en los parlamentos c o m o en la administración. del h e c h o d e que el p o d e r p u e d e t r a n s f o r m a r s e . por tanto. El p o d e r e c o n ó m i c o p u e d e transformarse en p o d e r político. que p u e d e transformarse en p o d e r e c o n ó m i c o .

d e s d e el punto de vista del poder. por regla general el c o n c e p t o de "espíritu" incluye la razón y el entendimiento. pero su disputa debería tener lugar siempre en el m a r c o de los intereses c o m u n e s . L o m i s m o ocurre en lo que hace referencia al arte y a la literatura. Pero si q u e r e m o s definir correctamente 104 . b) El espíritu como principio de creatividad La determinación de la relación entre espíritu y poder se v e perjudicada entre. El p o d e r y el espíritu. poseen una inmediata interdependencia. cualquiera q u e fueran las circunstancias. Pueden discutir entre ellos acerca del orden de rango. es n e c e s a r i o q u e la coordinación p r o c e d a también a c t i v a m e n t e del lado del e s píritu. por el h e c h o de que cuando se conciben de forma contrapuesta. está c a p a c i t a d o para ensayar e x p e r i m e n t o s . En cualquier c a s o . Ciertamente el espíritu no puede ser c o n c e b i d o sin esa vinculación a a m b o s . y acerca de cuál de ellos tiene m á s relevancia social. no deja al otro indiferente. Las m i s m a s inter-relaciones se p o n e n de manifiesto en lo que respecta a los presupuestos para cultura de las ciudades a l e m a n a s .te. S ó l o el director de teatro q u e p u e d e permitirse un déficit. en poder cultural. deben disponerse los m e dios e c o n ó m i c o s para financiar centros d e investigación y formación. a q u e el c o m e r c i o de las ciudades italianas de aquel t i e m p o se hallaba en su m á x i m o e s plendor. Muy probablemente en la Italia del Renacimiento se hubieran creado obras de arte. otras c o s a s . si se quiere e s t a b l e c e r c o rrectamente la relación entre a m b o s . entre otros factores. d e m o d o que lo que perjudica a uno. La calidad de un teatro y su apertura ante la literatura de su t i e m p o viene determinada en gran m e d i d a por la cuantía d e la subvención q u e recibe. los dirigentes políticos d e ben estar dispuestos y c a p a c i t a d o s para actuar políticam e n t e en favor de esta finalidad. Las discusiones sobre la política educativa de la República Federal sólo pueden ser entendidas sobre esta base. pero por otra parte. Por una parte. Pero el h e c h o de que el arte de aquel t i e m p o fuera tan plurifacétic o y alcanzase una importancia tan permanente también se debe. En la sociedad m o derna ninguno de ellos p u e d e prescindir del otro.

pues está c o n v e n c i d o de q u e será m á s perfecto q u e lo actual. en principio. En t o d o acto del espíritu se contiene también un cierto e l e m e n t o . Y para que esto pueda ser e x p r e s a d o se requieren constelaciones de sentido que reúnan el sentido que m u c h o s individuos confieren a su c o m p o r t a m i e n t o . Y es p o r q u e tiene espíritu. El d e b e dirigirse hacia lo n u e v o . del m i s m o m o do q u e no p u e d e haber un a c t o creativo si no se da a q u e lla crítica q u e expresa la insatisfacción con lo ya c r e a d o . tal c o m o v i e n e dada por el p a s a d o y el presente.el "espíritu". Al m e n o s es claro q u e el espíritu creativo no se satisface con la repetición exacta. d e b e m o s hacerlo. Este e l e m e n t o tiene en cada c a s o distinta fuerza. con ello quiere decir que le dotó de espíritu. Por e s o no s ó l o h a b l a m o s del espíritu d e una é p o cas sino también de la falta de espíritu de una é p o c a . A v a n z a un p a s o por e n c i m a d e sí. tiene la posibilidad d e cambiar el rumbo d e su vida. El espíritu ayuda al h o m b r e a convertir e s ta posibilidad en una realidad c o n sentido. y también su tragedia. Con su espíritu. D e este m o d o . al margen de tales c o n e x i o n e s . El espíritu es el e l e m e n t o que h a c e q u e la vida sea vida. que posibilita al hombre transcenderse a sí m i s m o y al mund o en dirección hacia a l g o n u e v o . el h o m b r e se trasciende a sí m i s m o y a su m u n d o . y gana c o n ello una cierta distancia frente a sí. pero a v e c e s es tan fuerte q u e supera al principio de creatividad. por lo que el h o m b r e tiene también historia. Cuando la historia d e la c r e a c i ó n nos enseña c ó m o Dios dio aliento al h o m b r e . el espíritu es la unidad de p o d e r y sentido. El límite del h o m b r e . El artista q u e inicia un n u e v o desarrollo cultural destruye la unidad d e aquello q u e hasta e n t o n c e s se había a l c a n z a d o . es decir. P o r q u e el espíritu e s el principio de creatividad. un e l e m e n t o d e aquel espíritu q u e niega y destruye p e r m a n e n t e m e n t e . Y 105 . Por e s o . se halla en que él sólo p u e d e crear en la m e d i d a en q u e a la vez d e s truye. al transformar el terreno altera h o n d a m e n t e el orden de la naturaleza. t o d o a c t o del espíritu contiene un c o m p o n e n t e de crítica. d e s truye la estructura de la materia prima utilizada. H a b l a m o s del "espíritu d e una é p o c a " y con ello q u e r e m o s expresar aquellos e l e m e n t o s en los q u e lo e s p e c í f i c o d e esa é p o c a halla su expresión. El ingeniero que construye una carretera. El q u í m i c o que p r o d u c e una nueva sustancia. y dirigirla hacia a l g o n u e v o .

quizá o b t e n g a un resultado t é c n i c a m e n te p e r f e c t o . no lleva a c a b o ningún a c t o e s piritual. en tanto q u e él se las traza a sí m i s m o . Pero al igual que el orden p u e d e convertirse en un peligro para el poder. p u e d e quizá llegar a resultados n u e v o s . el espíritu es crítico. Ciertamente el espíritu crea libertad. El espíritu necesita la libertad. El pintor q u e c o p i a una figura.precisamente por esa aspiración. el fin y el m é t o d o d e su i n v e s t i g a c i ó n hasta los últimos porm e n o r e s . CJn inv e s t i g a d o r científico al cual se le ha prescrito el o b j e t o . El espíritu s e l e c c i o n a l i b r e m e n t e entre lo existente. El espíritu está estrechamente e m p a rentado con la fantasía. no p u e d e actuar creat i v a m e n t e . Sin libertad d e s e l e c c i ó n . En cuanto fuerza q u e t r a s c i e n d e al h o m b r e y al m u n d o . P e r o la libertad e s en cierto m o d o c o m o la r e c o m p e n s a que se c o n c e d e por un a v a n c e hacia una 106 . P o r q u e lo n u e v o que el espíritu crea. no es n u e v o en el sentido d e q u e no tenga nada q u e v e r c o n lo ya e x i s t e n t e . así también la libertad p u e d e serlo para el espíritu. y atraviesa el a m p l i o m u n d o d e las posibilidades posibles e imposibles. p e r o no trabaja c r e a t i v a m e n t e . porque cada a c t o creativo salta por encima de las fronteras de lo d a d o y abre nuevas posibilidades para la actividad vital. y distingue entre lo que da resultado y lo que d e b e ser sustituido. d o n d e la libertad falta. a una ruptura con ella. Pero también aquí surge un peligro para el espíritu. y en su a c t o d e s e l e c c i ó n está l i g a d o s ó l o por líneas directrices. no p u e d e ser c r e a t i v o . El político q u e no tiene libertad en lo q u e h a c e referencia a la e l e c c i ó n d e sus m é t o d o s y en lo q u e se refiere a los fines d e su c o m p o r t a m i e n t o . sino q u e precisam e n t e a partir d e lo d a d o en el p r e s e n t e se crea una realidad diferente. que es capaz de desligarse de la sujeción a lo real. en último término. allí m u e r e la vida espiritual. sino q u e utiliza s i e m pre los ya c o m p r o b a d o s . del m i s m o m o do q u e el p o d e r necesita el o r d e n . La libertad no d e b e ser e l e v a d a a la condición de fin del acto espiritual o creativo. El i n g e n i e r o q u e no c o m b i n a n u e v o s e l e m e n t o s . allí el espíritu n o p u e d e desarrollarse. el peligro de que el necesario distanciamiento de la realidad conduzca. D o n d e se coarta la libertad. Sin crítica la vida se derrumba. porque d e c a e en una existencia fosilizada. el espíritu es a la v e z libertad. p e r o su actividad no e s ninguna a p o r t a c i ó n c r e a t i v a .

antes o d e s p u é s . la libertad para elegir el lugar de residencia. N o hay ningún a s p e c t o de nuestra vida que no esté ordenado al acto del espíritu. sostiene nuestra vida social. La libertad del espíritu. al espíritu activo de otro ámbito social. Pero cuando la libertad es. hacia un n u e v o orden de lo dado. cuando la s o c i e dad no recibe c o n s t a n t e m e n t e r e n o v a d o " s e n t i d o " y v a l o res provenientes del ámbito d e la cultura. entonces no le haría falta el espíritu. la libertad puede ser objeto de una reivindicación irrenunciable. q u e nunca p u e d e d e t e n e r s e en lo q u e ya p o s e e . si el h o m b r e no tuviera la n e c e s i d a d d e a s pirar c o n s t a n t e m e n t e a n u e v o s fines y d e alcanzar s i e m pre nuevas riveras. esto afecta a t o d o s los m i e m b r o s de la s o c i e d a d .nueva donación de sentido.Dado que 107 . Pero t a m bién la e c o n o m í a resulta pronto afectada. cuando la vida y el espíritu se a h o g a n en la servidumbre. entonces se v u e l v e insípida y mata al espíritu. en sí m i s m a . p u e d e ser un fin. son absolutamente necesarias al h o m b r e para su desarrollo. En tal c a s o el espíritu. E s t a m o s siempre necesitados de q u e el espíritu s o p l e por doquier. Pero dado que el h o m bre es un ser multidimensional y v i v e a la vez en t o d o s los ámbitos sociales. E s te h e c h o no le quita de ningún m o d o valor a la libertad. q u e el espíritu es poder. la libertad para la elección de la profesión. sino libertad-para". p o r q u e d o n d e falta el e s píritu. en lo q u e ahora nos interesa. lo m i s m o h a c e el espíritu. cuando en un sector d e la vida social hay una deficiencia d e fuerza creativa. p e r o un fin provisional. Ciertamente. el magnífico valor añadido del espíritu creativo. D e t o d o ello resulta. sino que le da su sentido a d e c u a d o . Ningún ámbito de nuestra s o c i e d a d p u e d e renunciar a la fuerza creativa. sería s ó l o un e l e m e n t o adicional q u e daría profundidad a la vida. pero c o m o si se tratara de un artículo d e lujo. La libertad e s . por último. Del m i s m o m o d o que el poder. etc. e l e v a da a fin. en sus diferentes formas. Si el h o m b r e no fuese un ser e s e n c i a l m e n t e histórico. domina la i m p o t e n c i a . S e trata aquí de la misma realidad a que se alude mediante la fórmula: "no libertadde. N o hay ningún ámbito en que el espíritu no encuentre nada de tarea creativa. aunque suene un tanto paradójico. La e c o n o m í a d e p e n d e tanto de la fuerza creativa de los políticos c o m o la cultura d e p e n d e de la creatividad e c o n ó m i c a .. allí d o n d e actúa y está presente.

Q u e en un m o m e n t o d a d o sea necesario m á s orden o m á s libertad. d e tal m o d o q u e el orden y la libertad se relacionan mutuamente de la m i s m a manera que el poder y el espíritu. se sitúa en m e d i o de ella. En a l g u n o s m o mentos el h o m b r e persigue este ideal creando m á s libertad. o dicho d e otro m o d o . Esta determinación no puede establecerse d e s d e fuera de dicha tensión entre a m b o s . p e r o configuran conjuntamente la dinámica de la vida. porque el e s t a d o de equilibrio se d e s c o m p e n s a . o el análisis de la situación espiritual de una é p o c a . Lo que hoy es correcto p u e d e ser pernicioso m a ñ a na. Ninguna é p o c a de la historia es igual a las otras. Con ello. El equilibrio entre a m b o s p o l o s es uno de los sueños de la humanidad. hasta q u é punto a m bos — p o d e r y espíritu— están e s t r e c h a m e n t e entrelazados. "Orden libre" no es ninguna contradicción en sí m i s m o sino una d e las bipolaridades fundamentales del ser h u m a n o . que día tras día v i v e en la e s p e ranza de verlo h e c h o realidad. El que se expresa a c e r c a d e esta tensión. sino s ó l o en cada c a s o c o n c r e t o . C o n ello se h a c e patente. a partir del correspondiente análisis de la situación. son cuestiones que no pueden abordarse sino c o m o parte de la discusión a c e r c a del a d e c u a d o orden entre espíritu y poder. determinan una y otra v e z el c o m p o r t a m i e n t o h u m a n o . D e manera q u e constituye una de esas utopías que. en a m b o s se m a nifiesta esa dinámica. lo h a c e v o l v i e n d o a dirigir su atención y su esfuerzo a configurarla con un m a y o r orden. Por tanto. los a c e n t o s d e tal relación entre orden y libertad n e c e sariamente se establecerán de formas diferentes en cada c a s o . Es una de las tensiones en las que tiene lugar el encuentro entre la vida individual y la vida social. no se sigue de leyes generales de la historia.el h o m b r e es un ser e s e n c i a l m e n t e histórico. Esta relación está equilibrada cuando hay "orden libre" o "libertad ordenada". N o son idénticos. la determinación d e lugar en q u e se halla un m o m e n t o presente del desarrollo. la del espíritu se orienta hacia la libertad. y posteriormente. La diferencia entre el espíritu y el p o d e r descansa en la tendencia de sus dinámicas respectivas. por ello m i s m o el espíritu es poder. ya sea en uno o en otro sentido. N o p u e d e ser ro108 . Mientras q u e la dinámica del p o d e r aspira al orden. Aquí tiene lugar un círculo inevitable. también d e s d e el punto d e vista del espíritu. en último término.

y por el espíritu con que ejercen el poder. (Jn país es afortunado cuando a su servicio están m u c h o s políticos que se distinguen por p o s e e r este don. sino sólo mediante la decisión responsable. p a d e c e n la tensión entre espíritu y p o d e r c o m o un destino inexorable. La presencia de estos políticos se distingue siempre por dos rasgos: por el poder de su espíritu. que no se puede conseguir ni comprar. 109 . es un carisma. C o n o c e r esta tensión y sobrellevarla.to c o n los m e d i o s d e q u e dispone el entendimiento. un don. El político que no sólo está interesado en su poder. y el intelectual que se siente responsable por el t o d o . sin perder c o n ello el valor para decidir.

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fuerzas t o talmente naturales. pues una e c o n o m í a d e m e r c a d o sin un impulso e x p a n s i v o interior y sin un d i n a m i s m o p r o g r e s i v o . las q u e nos han h e c h o progresar. y el m e d i o d e c o n trol d e la e c o n o m í a de m e r c a d o es la libre f o r m a c i ó n d e precios. Pero sí q u e t e n e m o s m o t i v o d e estar o r g u l l o s o s . es la b a s e de una e c o n o m í a nacional sana y e s t a b l e .Capítulo IV EL EMPRESARIADO E N Ü N ECONÓMICO LIBRE ORDEN 1. y m u y e s p e 111 . Han sido f e n ó m e n o s absolutamente naturales. Si bien t e n g o la o b l i g a c i ó n de apreciar por igual a t o d o s los r a m o s de la e c o n o m í a . La responsabilidad del E s t a d o y el papel del empresario En primer lugar. dotada al m i s m o t i e m p o d e orientación social. d e s d e el punto de vista s o c i o l ó g i c o . este p r o g r e s o . lo cual. Nada m á s lejos de mí q u e hablar de un " m i l a g r o a l e m á n " . sin m o v i l i d a d y sin una c o n s i d e r a b l e c a p a c i d a d de reacción. El s e c r e t o del éxito m e p a r e c e haber sido r e a l m e n t e el dinamismo y la fuerza expansiva en la e c o n o m í a . d e s e o expresar a la industria alemana mi gratitud y mi r e c o n o c i m i e n t o p o r los e n o r m e s l o g r o s c o n s e g u i d o s en el curso d e la reconstrucción a l e m a n a . Estas fuerzas no d e b e n flaquear. Este d i n a m i s m o . siempre ha tenido una cierta importancia. la industria a l e m a n a s u p o n e el factor m á s potente de la c r e a c i ó n d e riqueza en el país. La c o m p e t e n c i a es el m o t o r de la e c o n o m í a d e m e r c a d o . esta voluntad de resultados c o m p e t i t i v o s en libre c o m p e t e n c i a . nunca podrá cumplir su función. por lo q u e — s i g u i e n d o el símil— d e s e m p e ñ a al m e n o s el papel del herm a n o m a y o r . a la manera en q u e un padre d e b e querer a sus hijos.

c r e o y o . en el clima social actual. ¿ N o ha sido éste el m é t o d o que h e m o s aplicado una y otra vez en los últimos seis años cuando. son los o b s t á c u l o s q u e s e o p o n e n a la e x p a n s i ó n del e m p r e s a r i a d o a l e m á n por e n c i m a d e las fronteras. Estoy profundamente persuadido de que. y no es p o c o . es él quien sufre las c o n s e c u e n c i a s . y buscar equilibrios y contraprestaciones mediante una estrecha relación con los órganos del Estado. y del e s p a c i o suficiente para la iniciativa empresarial.s o c i a l d e todas las personas que trabajan en ella. se trata d e t o d o un cúmulo d e c u e s t i o n e s q u e t o d a v í a e s p e r a n una solución satisfactoria. Estas p r e o c u p a c i o n e s q u e t o d a v í a nos afligen son prec i s a m e n t e las q u e h a c e n tan difícil la vida diaria d e los e m p r e s a r i o s . R e c o n o z c o que es un d e s e o justificado de t o d o e m p r e s a r i o el o c u p a r s e de la orientación d e la política e c o n ó m i c a . y es también él quien m á s partido saca de los frutos y las v e n tajas de una buena política e c o n ó m i c a . naturalmente. la cual c o m p r o m e t e el destino e c o n ó m i c o . en el siglo XX. al m e n o s . 112 . Es la cuestión d e la e x c e s i v a c a r g a fiscal.c i a l m e n t e los e m p r e s a r i o s tienen m o t i v o para estarlo. d e una liquidez suficiente. para llegarnos a comprender unos a otros si en uno u otro problema no c o n s e g u í a m o s unificar criterios? Pero esta función tan importante no debe hacernos perder de vista. La p r e g u n t a p r e c i s a . analizarla. pues aún no se han superado todas las dificultades. Durante estos días se planteó la c u e s tión de quién asume realmente la responsabilidad de la e c o n o m í a . Corresponde a una institución c o m o la A s o c i a c i ó n F e d e ral de la Industria A l e m a n a el extraer una visión global de la voluntad y los intereses político-económicos de los diferentes empresarios. que la última responsabilidad del ordenamiento e c o n ó m i c o y de la vida social de t o d o un pueblo corresponde únicamente al Estado. En este c o n t e x t o q u e r e m o s reflexionar una vez m á s s o bre lo fundamental. vacilación o error. nos reuníamos para intentar ponernos de acuerdo o. en resumidas c u e n t a s . en cada cuestión que se planteaba. El e m p r e s a r i o e s responsable de su e m p r e s a . P u e s . d e una r e s p u e s t a absolutamente clara. en c a s o d e duda. e s s ó l o el E s tado quien r e s p o n d e d e la e c o n o m í a g l o b a l c o m o tal. si bien s a b e m o s que todavía hay m u c h o que hacer y s a b e m o s muy bien d ó n d e nos aprieta el zapato.

En 1948 liberé al empresario de la e c o n o m í a planificada y di plena libertad a la iniciativa e c o n ó m i c a en un m o m e n t o en el q u e . la tarea d e instituir un m a r c o e c o n ó m i c o sólo p u e d e ser c o m p e t e n c i a del Estado. Pese a todo. en un sistema d e e c o n o m í a libre d e m e r c a d o . haya t e n i d o c o n s e c u e n c i a s n o c i v a s para el sector e c o n ó m i c o en cuestión. el e m p r e s a r i o n o es c o n s c i e n t e de su i m p o r t a n c i a m a c r o e c o n ó m i c a . La tarea del Estado tiene q u e ser la d e velar por la libertad d e la c o m p e t e n c i a — y a largo plazo. aun c u a n d o esto no s i e m p r e lo perciba cada individuo.Si esto e s así. e c o n ó m i c a y política d e un país. s e p r o t e g e n la formación libre d e p r e c i o s y el i m p u l s o motriz d e la c o m p e t e n cia. inmutable. junto al aseguramiento d e su propia existencia e c o n ó m i c a . c o n el a s e n t i m i e n t o d e u s t e d e s . F r e c u e n t e m e n t e . D e s d e h a c e d o s años m e he propuesto dar el p a s o definitivo para la convertibilidad d e nuestra m o n e d a . del m i s m o m o do q u e p r e v i a m e n t e también es tarea suya la instauración de la constitución social. divino. Y. En esto s e basa mi política hostil frente a los cárteles. N a d i e ha l u c h a d o m á s q u e y o por la libertad del e m presario a l e m á n . p e r o n o o b s t a n t e . y no se ha verificado ningún pronóstico preocupante ni ninguna profecía d e 113 . E s tarea del Estado dictar las reglas del j u e g o en la economía. c o m o t a m bién ustedes han d a d o naturalmente su a s e n t i m i e n t o a la economía d e m e r c a d o . s ó l o unos p o c o s estaban p e r s u a d i d o s d e q u e e s t e e x p e r i m e n t o tendría éxito. muchos sectores predijeron q u e e s t e e x p e r i m e n t o sería d a ñ i n o para e l l o s . porque al parecer creía que el r é g i m e n d e control d e divisas era a l g o eterno. ¿ d ó n d e e s t a m o s h o y ? Justo al c o m i e n zo del c a m i n o hacia la convertibilidad. H e luchado por un sistema en el q u e el e m p r e s a r i o . p r o b a b l e m e n t e . t a m b i é n cumpliera una función m a c r o e c o n ó m i c a . también por la libertad del e m p r e s a r i o — . en ningún sector. S é q u e al principio hubo quien se burló d e mí. c u m p l e su función m a c r o e c o n ó m i c a c u a n d o . ¡Y ha t e n i d o é x i t o ! H e m o s r e c o r r i d o el c a m i n o d e la liberalización. Aquí no se puede quitar una pieza sin que se desmorone t o d o el sistema. y q u e había q u e actuar c o n c u i d a d o . Hasta ahora n o h e p o dido c o m p r o b a r q u e ninguna m e d i d a d e liberalización. La política d e c o m p e t e n c i a e s parte d e la política e c o nómica liberal.

pudiera poner en peligro el orden de un e m presariado libre? ¡Que nadie e s p e r e e s o d e mí! C r e o que. Q u i e r e n saber c ó m o lo h e m o s h e c h o y c ó m o lo h a r e m o s y q u é i d e a s son las q u e n o s i m p u l s a b a n . que hayamos conseguido un a u m e n t o tan c o n s i d e r a b l e d e nuestra p r o d u c c i ó n . — d e t o d o lo cual. Q u e h o y p r o d u z c a mos más que ayer y anteayer. aun c o n la buena voluntad de t o d o s . en un Estado d e m o c r á t i c o t o d o s los ciudadanos tienen los m i s m o s d e r e c h o s y los m i s m o s deberes fundamentales. El e m p r e s a r i o y la política Por principio. Hay otro a s p e c t o en el que no d e b e haber diferencias en el trato a los diversos grupos sociales o e c o n ó m i c o s en una d e m o c r a c i a . si se quiere q u e ésta sea vivida consciente114 . Pero bien sabe cualquier persona c o n responsabilidad en la vida p o lítica lo difícil que resulta mantener en vigencia este principio. en relación con la política d e c o m p e t e n c i a . D i c h o s o el país en el q u e el g o b i e r n o actúa según esta m á x i m a y en el q u e los ciudadanos. d e acuerd o c o n este principio de igualdad fundamental. ¿Pueden imaginarse ustedes que y o estuviera dispuesto a iniciar. c o m o d e c í a . que en c a s o d e ser ciertas. para el prestigio alemán y para el prestigio del empresariado alemán es positivo crear un clima q u e irradie una clara a c titud favorable a la e c o n o m í a d e m e r c a d o . N o e s ninguna c a s u a l i d a d q u e en el e x t e r i o r h a y a tanto interés p o r la p o l í t i c a e c o n ó m i c a a l e m a n a . hacia una mayor liberalización.mal agüero. sin e m b a r g o . E s r e a l m e n t e un n u e v o espíritu el q u e s e ha d e s p e r t a d o en A l e m a n i a y n o q u i e r o q u e e s e espíritu muera. ni m u c h o m e n o s los quieren exigir por la fuerza. a la libertad e m presarial y a la libre c o m p e t e n c i a . m e n o s p r e c i a n d o c o m p l e t a m e n t e los intereses empresariales. un cam i n o q u e . habrían tenido que constatarse durante el p r o c e s o político ya introducido por el b a n c o de los Estados Federales a l e m a n e s . p o d e m o s estar o r g u l l o s o s — no s o n . no reivindican ningún d e r e c h o especial ni privilegios frente a terceros. m o t i v o s u f i c i e n t e para q u e A l e m a n i a a p a r e c i e r a bajo una n u e v a luz en el c e n t r o d e interés del m u n d o . 2.

Así. pues se adentra por el sendero de la política hacia el c a m p o de v a l o r a c i o n e s subjetivas e intuitivas. S e trata d e la igualdad fundamental de t o d o s los ciudadanos en el c o m p r o m i s o individual frente al Estado. por e j e m p l o . los ministros prestan el juramento de ejercer la justicia con todos y por igual. por no hablar d e las contraposiciones m e r a m e n t e d e partido y d e los resentimientos sociales. Así pues. al producirse opiniones de grup o . llevado por un profundo sentido de responsabilidad. En la República Federal d e A l e m a n i a . q u e desfiguran la realidad. Visto globalmente puede decirse. deberían r e c o n o c e r por igual su vinculación al E s t a d o . la tensión existente entre el ciudadano y el E s tado es diferente a la polaridad existente entre ciudadano y política. por ejemplo. Sí bien. o d e la d e su partido. que el trabajador tiene m á s reserva frente a un g o 115 . y a la postre la confusión es c o m p l e t a . de manera q u e ni siquiera el r e c o nocimiento d e n o r m a s d e vida de vigencia general es ya suficiente. y ya no c a b e ninguna afirmación c u y o contenid o corresponda a a l g o absolutamente v e r d a d e r o . altamente individuales. A q u í actúan ideas y prejuicios. lo cual c o n d u c e n e c e sariamente a colectivizarse. N o e s la primera vez q u e d i g o que. En el s e g u n d o c a s o . por e j e m p l o . d e p e n d i e n d o de su orientación y acción política. aunque un g o b i e r n o intente ser lo m á s justo posible.mente por un pueblo. A d e m á s s e p r e t e n d e r e d u c i r la infinitud d e s e n t i m i e n t o s y reacciones. no siempre y en t o d o lugar le creerán. siempre se podrá hacer referencia a esta o aquella injusticia. el o b s e r v a d o r pierde los parámetros objetivables. en la mayoría d e los c a s o s no se podrá c o n v e n c e r a los acusadores d e q u e la política no ha a c t u a d o c o n s c i e n t e m e n t e ni se ha d e j a d o llevar por una mala voluntad. lo cual visto a la inversa implica que t o d o s los ciudadanos. se verá expuesto a falsas interpretaciones. la E c o n o m í a S o c i a l d e M e r c a d o ha intentado s i n c e r a m e n t e que todas las c a p a s d e nuestro pueblo participen en los frutos d e la reconstrucción. a una sola fórmula. independientemente d e su e s t a d o social y de su pertenencia a un partido. presentándola c o m o conjunción y representación de individuos según las diferentes c a p a s sociales. Pero es inevitable y c o m p r e n s i b l e que el ciudadano t o m e una postura distinta frente a un Gobierno. c o n s c i e n t e o i n c o n s c i e n t e m e n t e se c o m e t e n los m á s burdos errores de "traducción".

frente a uno socialista. en general. por e j e m p l o . el e m p r e sario intentará s i e m p r e m a n t e n e r una relación lo m á s inmediata posible c o n las instancias legislativas y ejecutiv a s d e la política. d e otra parte. al contrario. Naturalmente que el e m p r e s a r i o reaccionará de un m o d o m á s o m e n o s abierto o r e s e r v a d o frente a un g o b i e r no. estará m á s inclinado a un partido que se declara partidario de dicha ética que un socialista activ o . t a m p o c o el funcionario es tradicionalmente " c o n s e r v a d o r " . por tanto. Las formas d e influencia. o al m e n o s así lo c r e a . después d e terminar la Guerra. en los últimos años c o m i e n z a n a perfilarse c a m b i o s claros. en los sindicatos. sea el m á s d i r e c t a m e n t e a f e c t a d o por la política. Así c o m o un trabajador no nace en un partido socialdemócrata. se hizo uso una y otra vez del instrumento de la a m e n a z a d e huelga.p o l í t i c o d e é s t e .bierno " b u r g u é s " que. estará m á s dispuesto a preferir un g o b i e r n o burgués-liberal. el empresario. no se trataba s ó l o d e ideas sociales o de a c titudes cívicas cuando en la República Federal de A l e m a nia. también el estilo político de los grupos. d e una parte. Así por e j e m p l o . r a s g o s diversos. ni las clases m e d i a s n e c e sariamente tienen ideas y actitudes "burguesas". naturalmente. por e j e m p l o . ni el e m presario es "capitalista" sin m á s . sin q u e ello s u p o n g a un juicio n e g a t i v o o p e y o r a t i v o d e otras c a p a s en su relación c o n la política. p e r o s i e m p r e e s t e g r u p o d e a g e n t e s e c o n ó m i c o s por cuenta propia estará i n t e r e s a d o por el equilibrio y la c o m p r e n sión. i n d e p e n d i e n t e m e n t e de su pertenencia a un grupo. Por ello. Es c o m p r e n s i b l e q u e aquel g r u p o d e a g e n t e s e c o n ó m i c o s a u t ó n o m o s q u e . sobre la política tienen. por primera v e z . t a m b i é n tiene q u e i m p o n e r s e de m o d o s i e m p r e n u e v o . pues la individualidad d e los h o m b r e s q u e actúan a e s e nivel y la diferenciación de sus intereses i m p i d e la c o h e s i ó n q u e se da. mientras que sólo en 1962 se p e n s ó . en la posibilidad del cierre patronal. d e p e n d i e n d o del c a r á c t e r s o c i o . En el E s t a d o m o d e r n o e s i n c o n c e b i b l e un e m p r e s a riado con ideas b á s i c a m e n t e r e v o l u c i o n a r i a s . Esta diferente c a p a c i d a d y voluntad de organización y de integración conforma. d i s p o n e d e m á s bienes p e r o q u e . Pero sería c o m p l e t a m e n te erróneo pasar por alto que las m e d i d a s y los límites no son rígidos. Cuanto m á s fácilmente pueda formarse 116 . pretendida o real. el cristiano c o n s c i e n t e .

A ello hay q u e añadir que en una d e m o c r a c i a parlamentaria el número. estuvieran en c o n d i c i o n e s d e ir m á s allá d e sus propios intereses y. hablará de m o d o distinto q u e los representantes d e grupos m á s p e q u e ñ o s . o por influencia individual sobre los partidos políticos. responsabilidad e intereses materiales. d i r e c t a m e n t e o en las listas nacionales. hay toda una g a m a d e infinitos m o d o s y m a n e ras d e querer servirse d e la política de un país. por un lado. en presentar candidaturas para asumir de m o do visible una responsabilidad democrática en política. tuvieran —sin m i e d o a malint e r p r e t a c i o n e s — el valor c í v i c o de decir v e r d a d e s i n c ó m o das. sino q u e querrá hacerse valer mediante " c o n v e r s a c i o n e s " . por una c o n c e p c i ó n política errónea. Sin lugar a dudas no e s s i e m p r e fácil. siempre y c u a n d o dichas personalidades. para los intereses de grupos o de personas individuales. los partidos titubean antes d e dejar que los e m presarios activos presenten candidaturas. es decir. Quien representa a millones de personas.e i m p o n e r s e una opinión colectiva. A h o ra bien. los empresarios suelen tener p o c o interés en participar directa y a c t i v a m e n t e en la política. con tanta m á s fuerza se reivindicará el d e r e c h o a definir la política. D e s d e el punto de vista de la razón de Estado. es decir. y q u e una reforma p o dría aumentar el prestigio de los P a r l a m e n t o s . por el contrario. por otro. una m a y o r presencia en los Parlamentos d e e m p r e s a r i o s con c o n o c i m i e n t o s específicos. independientemente de sus d e s e o s e ideas individuales. hay que reconocer que. Con algunas e x c e p c i o n e s . Sin duda. e s p e c i a l m e n t e para el e m p r e s a r i o . aun c u a n d o éstos sean p o d e r o s o s en otro sentido. quiero abstenerme de cualquier valoración de los m é t o d o s utilizados. tiene una importancia que nunca se subrayará bastante. mientras que una creciente diferenciación de los intereses da lugar a la utilización d e m e d i o s m á s sutiles de influencia sobre la p o lítica. N o es ninguna e x a g e r a c i ó n cuando afirmo que el sistema d e s e l e c c i ó n d e los representantes del pueblo q u e se practica actualmente no e s c o m p l e t a m e n t e satisfactorio. resolver el conflicto entre c o n o c i m i e n tos. El e m p r e s a r i o no se lanzará a las barricadas. la masa. podría hacer m á s a d e c u a da la legislación. o al m e n o s es susceptible d e mejoras. del m i s m o m o 117 . D e s d e la manifestación masiva en la calle hasta las c o n v e r s a c i o n e s confidenciales a puerta cerrada.

por e j e m p l o . en t o d o sector y sin estar influida por f e n ó m e n o s m o m e n t á n e o s . o c r e e encontrar m á s seguridad en las limitaciones nacionales d e los m e r c a d o s ? Las preguntas aquí planteadas a m o d o de ejemplo podrían ampliarse aún m u c h o m á s . no e s t u v o definida por principios fundamentales. aún c u a n d o ello sup o n g a renunciar a parte d e su libertad e i n d e p e n d e n c i a ? ¿Quiere i m p o n e r s e en el m e r c a d o y en la c o m p e t e n c i a .d o que la voluntad d e ser objetivo no es precisamente un arte muy extendido. sino que — d e p e n d i e n d o del merc a d o y de la coyuntura— estuvo m á s o m e n o s sometida a c a m b i o s . Y e s t o p u e d e decirse tanto d e la política exterior c o m o d e la política e c o n ó m i c a . A q u í se p o n e de manifiesto un dilema d e la política. pero naturalmente s o y c o n s c i e n t e d e q u e una política c o n s e cuente no s i e m p r e se considera c ó m o d a . o m á s bien se siente protegido c o n esa beneficencia estatal. por lo que fácilm e n t e se la tacha d e rigidez inadmisible o d e intransigencia d o g m á t i c a . por el contrario. Así. a la postre. ¿El e m p r e s a r i o . o si. Pero ya éstas revelan lo c o m plejo de la problemática. Ahora bien. quiere ser libre en todas sus actuaciones. c o n los riesgos q u e ello lleva c o n s i g o . decir qué e s lo q u e el e m p r e s a r i o espera d e la política. con una responsabilidad individual y libre. que d e s e m b o c a en la cuestión de si la política. tiene q u e orientarse claramente por principios predeterminados o por rígidos m o d e l o s d e o r d e n a m i e n t o . d e b i d o a la diferenciación q u e existe dentro d e este grupo social. y la imposibilidad de normativizar las actuaciones del e m p r e s a r i o c o n r e s p e c t o a la política. y de todos los á m bitos que ordenan la vida d e los pueblos y de los h o m b r e s . o prefiere la protección en vínculos c o l e c t i v o s . sólo tendrá éxito una actuación impertérrita y firme. c o m o por e j e m p l o en cárteles? ¿Está a favor d e una política liberal d e aperturismo mundial. D e s d e mis propias c o n v i c c i o n e s hum a n a s y políticas defiendo la opinión d e que. o m á s bien busca protección y seguridad? ¿ R e chaza el e m p r e s a r i o la tutela y el a p o y o estatales en forma de ventajas e s p e c i a l e s y privilegios. d e la que se habló anteriormente. el arte de la política es p r e c i s a m e n t e adaptarse a cualquier c a m b i o . 118 . la actitud del empresario frente a la p o lítica d e la E c o n o m í a Social de M e r c a d o . p a r e c e p o c o m e n o s q u e imposible. durante los tiempos y las coyunturas c a m b i a n t e s .

y la política.Con t o d o . Y o sería el último en poner trabas a la iniciativa y libertad empresarial o a tutelarla con medidas dirigistas. y que se tengan en cuenta sus c o n s e j o s y sus intereses en la legislación. ¡Qué diferente es. Es razonable que el e m p r e s a r i o e s p e r e estar informado a su d e b i d o tiempo de las decisiones en materia de política e c o n ó m i c a . aun c u a n d o sean los m i s m o s e m p r e s a rios los q u e las exijan. casi nunca son exclusivamente los intereses materiales puros los q u e definen la postura política del empresario. esto no puede significar q u e las decisiones e m 119 . CInos defienden la c o m p e t e n c i a con profundo c o n v e n c i miento. en el resto de los casos. d e un lado. por su parte. por e j e m p l o . e x c e p c i ó n hecha de los eternos titubeantes y vacilantes. que no expresan opinión ni ideas. a su vez. Por ello. P r e c i s a m e n t e en el p a s a d o reciente he p o d i d o c o m probar la problemática q u e supone la delimitación d e d e r e c h o s . Pero. Así pues. la opinión d e los empresarios resp e c t o a la cuestión del control d e precios entre productores y comerciantes. p e r o suele ocurrir que. sino que sus r e a c c i o n e s vienen determinadas en m a y o r medida por las c o n v i c c i o n e s y el t e m p e r a m e n t o personales. d i s p o n g o de una rica experiencia en relación con una posible clasificación de los empresarios y r e c o n o z c o que. mientras q u e otros. d e b e r e s y r e s p o n s a b i l i d a d e s entre la e c o n o m í a empresarial. es quizá porque se v e n obligados a ello por la situación socio-política. sino que tendrá q u e entenderla c o m o instrumento al servicio del bienestar d e t o d o s los ciudadanos. no está dispuesto a permitir q u e el Estado o la política critiquen. una buena política e c o nómica requerirá siempre valentía para ir contra corriente y para afrontar la impopularidad. dependiendo de los intereses y del poder de cada uno d e estos grupos! T a l e s divergencias ponen también d e manifiesto que la política e c o n ó m i c a no p u e d e a c o m o d a r s e a t o d o s los d e s e o s y opiniones. p e r o también q u e el c o m p r o m i s o fácil en el sentido de una m e d i a aritmética d e los intereses contradictorios e s la peor solución. en la segunda mitad d e nuestro siglo. no sólo le c o m p e t e el orden de la e c o n o m í a c o m o tal. el ministro responsable de la política e c o n ó m i c a no e s el a b o g a d o defensor d e los empresarios. d e otro. si están a favor de la igualdad de d e r e c h o s y d e b e r e s para todos. su política empresarial. y en m u c h o s c a s o s ni siquiera son lo principal.

pero a su v e z t a m p o c o existen ámbitos intangibles de la e c o n o m í a empresarial fuera d e la política. en o c a s i o n e s . hay quien se ha atrevido a afirmar q u e ello supone una ingerencia del Estado en el d e r e c h o inalienable de la formación empresarial d e precios. Economía y política no son dos mundos separados. Quien siente esa responsabilidad tendrá q u e ser honrado ante su conciencia y ante sus conciudadanos. sociales y e c o n ó m i c o s no pueden armonizarse con la idea d e que la i m a g e n del e m p r e s a r i o y su función y responsabilidad en el Estado y en la s o c i e d a d p e r m a n e c e n inalteradas. ¿no habría q u e afirmar m á s bien que. por e j e m p l o . el d e r e c h o del Estado a una actuación correspondiente tiene m a y o r rang o que cualquier representación de intereses individuales o de grupo? La transformación d e la organización política d e los Estados en los últimos 150 años. cuando decisiones de los grupos e c o n ó m i c o s — y a sean empresarios o e m p l e a d o s — a m e n a z a n c o n poner en peligro la estabilidad y la competitividad de la e c o n o m í a .presariales se t o m e n en el v a c í o . Configurar felizmente nuestro futuro es la tarea universal de la política. la reorientación fundamental d e los fines políticos. Por ello. por lo que aún no se pueden r e c o n o c e r los contornos definitivos de la nueva figura. p e r o c o n ello se transforma también en la oblig a c i ó n de t o d o ciudadano. L o s t i e m p o s del liberalismo de Manchester han pasado a la historia. Ciertamente que este proc e s o no ha h e c h o sino c o m e n z a r . pero no d e la política de coyuntura o d e la política e c o n ó mica en general. pues el Estado es administrado por ciudadanos e l e g i d o s libremente. al igual que las formas d e g o b i e r n o absolutista. o incluso el poder adquisitivo d e la m o n e d a . sino que he pretendido buscar nuevas formas de vida para el pueblo alemán. A ello p u e d e servir también la crítica de la situación y d e las decisiones políticas. al m a r g e n del m a r c o p o lítico. pero desgraciadam e n t e t e n g o . C o n la instauración d e la E c o n o mía Social d e M e r c a d o no he querido continuar las ideas de orden y los m o d e l o s sociales d e antes d e la Primera G u e rra Mundial. la impresión d e que este d e r e 120 . m e p a r e c e un desliz cuando. Frente a esto. Igualmente inadmisible y trasnochada es la tesis según la cual la política arancelaria sólo puede aplicarse c o m o instrumento de la política comercial. en relación con el d e s c e n s o de los aranceles para automóviles.

N o obstante. d o n d e el imperio de la producción al p e d i d o del cliente. una e c o n o m í a de m e r c a d o s ó l o c o m i e n z a a existir allí donde las relaciones entre productores. p o d e m o s partir del h e c h o d e q u e en la conciencia pública la e c o n o m í a d e m e r c a d o se percibe c o m o un "principio d e o r d e n " liberal. por lo m e n o s de m o d o indirecto. es decir. Este p r o c e s o se llevó a c a b o a lo largo del m e d i e v o . N o c a b e duda de que el liberalismo ha acuñado de m o d o muy nítido el concepto de e c o n o m í a de m e r c a d o c o m o forma muy sofisticada de intercambio a n ó n i m o d e bienes y servicios. Esto es correcto en cuanto la libertad humana es difícilmente compatible con m o d e l o s de pensamiento de tipo socialista o colectivista. el "liberalismo" de A d a m Smith ha e x p e r i m e n t a d o innumerables t r a n s m u t a c i o n e s . que permitió una influencia enérgica por parte de la autoridad. c a r e c e de validez absoluta. c o n sus vínculos jerárquicos y con unas ideas fuertes a c e r c a del orden político. A partir d e estas formas d e vida m e d i e v a l e s . Por tanto la e c o n o m í a de m e r c a d o estaba todavía circunscrita a un orden sentido c o m o querido por Dios. definir con m á s precisión a " q u é " e c o nomía d e m e r c a d o nos v a m o s a referir. El orden político-económico c o m o garantía de la libertad e iniciativa empresarial El planteamiento según el cual la e c o n o m í a de m e r c a d o sería equivalente a un orden liberal d e la e c o n o m í a y d e la vida. comerciantes y c o n sumidores dejan d e estar configuradas por vínculos p e r s o nales. distorsiones y aberraciones. iban paralelos a una amplia visión d e conjunto acerca d e las actitudes v i g e n t e s en la s o c i e d a d . p e r o aquí h e m o s d e hablar de " e c o n o m í a de m e r c a d o " . 3. por desgracia.cho de libre expresión p r o c e d e del disgusto de que el g o bierno no está dispuesto a hacer retroceder la rueda d e la historia. es de temer q u e la " e c o n o m í a de m e r c a d o " sufra en el futuro un destino semejante. D e igual m o d o que a lo largo de m á s de 2 0 0 años. y adquieren un carácter p r e d o m i n a n t e m e n t e anónim o . a revivir ideas sociales. y resulta oblig a d o . y el c o n s u m o determinado por el orden estamental. ideologías y d o g m a s del p a s a d o . en general. se llevó a c a b o el tránsito a la era del mércantilis121 .

bajo la forma d e una nueva visión d e la s o c i e d a d y d e la e c o n o m í a . Esta nueva visión condujo al e s t a b l e c i m i e n t o d e n o r m a s e n t e r a m e n t e n u e v a s . tal c o m o hoy la e n t e n d e m o s . que por su doctrina rígida t a m p o c o o f r e c i ó un gran m a r g e n d e maniobra al d e s p l i e g u e individual. sostenido por una conciencia estatal y nacional m á s fuerte. e n t o n c e s se c o n c l u y e n e c e s a r i a m e n t e q u e de aquella é p o c a mercantilista. q u e c o n s i d e r a m o s ya superada. de tipo liberal-burgués. resulta d i g n o d e recordar q u e los p i o n e r o s intelectuales de la t e m p r a n a c o n c e p c i ó n e c o n ó m i c a liberal hablaron muc h o del " m e r c a d o " . no p o 122 . el libre arbitrio del c i u d a d a n o al p o d e r coercitivo de la autoridad. Los d e r e c h o s civiles r e e m p l a z a r o n al E s t a d o o m n i p o t e n t e . Si a c e p t a m o s q u e sólo considerando los a c o n t e c i m i e n tos históricos a la luz de su intrínseco sentido se está en condiciones de formular un juicio a d e c u a d o a cada é p o c a y m o m e n t o . D e t o d a s f o r m a s . p e r o p o c o d e " e c o n o m í a d e m e r c a d o " en su sentido p r o p i o . sino q u e l l e g ó a transf o r m a r l o por e n t e r o . un D a v i d R i c a r d o o un J e a n Baptist S a y iniciaron una rev o l u c i ó n intelectual q u e bajo la d e n o m i n a c i ó n de "liberal i s m o " no s ó l o c o n m o v i ó al m u n d o . por primera vez. La experiencia de aquellos t i e m p o s d e b e ser para nosotros una advertencia. no obstante. El orden e s tamental fue r e l e v a d o por un sistema que. p e r o también nuestras e x p e r i e n c i a s c o n t e m p o r á n e a s nos enseñan que una c o o p e r a c i ó n internacional fructífera se basa principalmente en la garantía de un orden interior equilibrado. O b v i a m e n t e . Las doctrinas de un A d a m Smith. puesto q u e quien v a l o raba la libertad q u e era propia d e un orden liberal. se plasmara el poder estatal c o m o principal g e n e r a d o r de orden también para la e c o n o m í a . nos han q u e d a d o . D e s d e una c o n s i d e r a c i ó n histórica. unas reminiscencias que con frecuencia encuentran su expresión en el pensamiento e x a g e r a d a m e n t e nacionalista y estatalista. mediante doctrinas q u e aquí no v i e ne al c a s o exponer. condujo hacia una alienación de las fuerzas e c o n ó m i c a s y permitió que.m o . El a d v e n i m i e n t o d e la e c o n o m í a d e m e r c a d o . esto t a m p o c o parecía n e c e s a r i o . lo q u e hizo surgir la Modernidad fue a l g o m á s q u e una mera r e a c c i ó n frente a un a u m e n t o e x c e s i v o del p e n s a m i e n t o e c o n ó m i c o estatalista i m p u e s t o por el m e r c a n t i l i s m o . c i e r t a m e n t e tiene lugar c o n el liberalismo n a c i e n t e .

en último término. A h í s e e n cuentra. es decir. Las alteraciones q u e han tenido lugar d e s d e el liberalismo original hasta la c o n c e p c i ó n d e la e c o n o m í a de m e r c a d o en un sentido m o d e r n o . N o obstante. d e b e m o s a g r a d e c é r s e l o — e n A l e m a n i a — en primera línea a la "Escuela d e Friburgo". p u e d e partirse. dieron a c o n o c e r relaciones e c o n ó m i c a s que. El orden liberal n o s e v i o c o n d e n a d o al fracaso debido al principio d e laissez-faire. la causa d e q u e hayan c a m biado radicalmente las c o n c e p c i o n e s acerca d e la libertad e c o n ó m i c a y d e la justicia social. L o s fundadores de la e c o n o m í a política clásica desvelaron las l e y e s internas d e un orden liberal mediante un m o d e l o teórico nítidamente elaborado. aunque t o d a v í a n o lo c o n c i biese c o m o una determinada c o n c e p c i ó n d e o r d e n a m i e n to s o c i o . sin reservas. datos políticos q u e influyen d e s d e fuera.e c o n ó m i c o . podían reivindicar un rango d e validez absoluta. sus c o n t e m p o r á n e o s y s u c e s o r e s quizás consideraron d e m a siado p o c o el h e c h o d e q u e el q u e h a c e r e c o n ó m i c o está situado s i e m p r e en el m a r c o d e la e c o n o m í a "política" q u e introduce datos distintos. N o fracasó por p a d e c e r d e un e x c e s o de libertad. nadie piensa ya en las formas ultra-liberales del siglo pasado. q u e cada v e z adquiere m á s prestigio y q u e está ligada ante t o d o al n o m b r e d e Walter E u c ken. en cuanto sistema c o herente en sí. d e la base d e q u e cuando h o y se habla d e e c o n o m í a d e m e r c a d o . y fueron c o n s e c u e n c i a d e las c a l a m i d a d e s y situaciones precarias q u e e s t e p r o c e s o d e industrialización g e n e r ó . d e s d e el punto d e vista d e la e c o n o m í a pura. Dichas alteraciones tuvieron lugar principalmente en la é p o c a del m á s intenso desarrollo industrial. s e h a c e n e c e s a r i o p r o y e c t a r l o s s o b r e el m o d e l o teórico puro d e la doctrina clásica. han d e ser entendidas también. a la luz d e las m u t a c i o n e s s o ciológicas. En cualquier c a s o . es decir. c o m o es natural. que hubiese inducido al patrono a arrogarse el d e r e c h o d e restringir la libertad d e terceros" casi ar123 . salvo cuando se pretende utilizar intencionadamente para una crítica o p o l é m i c a político-social. — c o m o ha creído durante m u c h o t i e m p o el s o c i a l i s m o — . El haber puesto d e manifiesto el núcleo d e este m a l .día m e n o s q u e d e f e n d e r l o . Para p o d e r valorar estos datos en cuanto a la extensión e intensidad d e las d e s v i a c i o n e s q u e p r o d u c e n . el error intelectual fundamental d e la é p o c a liberal.

sino m á s bien una insuficiente consideración critica de algunas ideas s o c i o y jurídico-políticas q u e en su t i e m p o . Con mirada retrospectiva.bitrariamente. por razón de su posición social y su función e c o n ó m i c a — a u n q u e p r o b a b l e m e n t e sea cierto que los patronos llegasen a creerse con d e r e c h o a e s t o — . N o se consideró así. En una fase posterior se ha intentado y se ha practicado m a s i v a m e n t e la consolidación de nuevas posiciones fuertes de poder y d e dominio del m e r c a d o . no ha sido considerado por parte de la praxis e c o n ó m i c a c o m o un orden de c o m p e t e n c i a . N o c a b e duda d e q u e el p e n s a m i e n t o en ó r d e n e s d e la Escuela d e Friburgo — d e los llamados " O r d o . por m e d i o de acuerdos civiles — a c u e r d o s d e cárteles u otras formas de restricciones de la c o m p e t e n c i a — .l i b e r a l e s " — ha h e c h o t o m a r c o n c i e n cia de la importancia de la c o m p e t e n c i a . Los d e f e c tos del liberalismo no fueron propiamente errores de tipo teórico. ante la pérdida d e influencia y poder en el terreno social. al parecer. Si bien en un principio la desigualdad del poder e c o n ó m i c o de los agentes del merc a d o posibilitó una explotación desconsiderada d e las fuerzas laborales humanas. aunque la dinámica del desarrollo industrial y el aumento de la densidad del c o m e r c i o internacional. tuvieron su validez. que ha permitido a la s o ciedad enfrentarse con ellos. en t i e m p o s posteriores se ha puesto de manifiesto una creciente conciencia de los daños sociales de este tipo. un lugar ó p t i m o en el s e n o d e la e c o n o m í a de m e r c a d o . En e f e c t o . encierra una buena parte d e la historia e c o n ó m i ca m o d e r n a hasta nuestros días. D e manera que el sistema liberal. la c o m p e t e n c i a c o m o e l e m e n t o o r d e n a d o r ha a l c a n z a d o . d e s p u é s del derrumbam i e n t o político y e c o n ó m i c o de A l e m a n i a en la S e g u n d a 124 . otorgaron una vigencia cada v e z m a y o r a la c o n c e p c i ó n e c o n ó m i c a liberal c o m o e l e m e n t o dinamizador. D e todas formas. pero que a la larga se m o s traron cada vez m á s insostenibles. a pesar de su fundamentación teórica subyacente. ni t a m p o c o se ha aplicado a la praxis en este sentido. se podría afirmar q u e la tensión dual entre una c o m p e t e n c i a ya no susceptible d e ser forzada o controlada y los intentos de dominarla a pesar de t o d o . pero con ello también la ha c o n v e r t i d o en objeto d e serias c o n t r o v e r s i a s . g r a c i a s a los c o n o c i m i e n t o s a p o r t a d o s por la Escuela d e Friburgo. no obstante.

Sin embargo. las reperc u s i o n e s s o c i a l e s d e una c o m p e t e n c i a ya no arbitrariam e n t e manipulable. no altera en nada el h e c h o d e q u e no existen c e r e bros c o l e c t i v o s . no significa que siempre sea la decisión individual d e una persona física la que determina el curso del q u e h a c e r e c o n ó m i c o . unos principios intelectuales y m o r a l e s . y en primer lugar. sí es cierto que las ideas realmente creativas que abren n u e v o s c a m i n o s no nacen en c o l e c t i v o s . por m u c h o q u e se i n v o q u e la u r g e n c i a d e t a r e a s comunitarias de orden superior.Guerra Mundial. e n t o n c e s no sería suficiente para fundamentar c o n validez conceptual un orden social. los g r e m i o s decisorios c o m o el consejo de administración y la junta directiva deberán ponerse de a c u e r d o sobre las m á ximas de su actuación. la c o m p e t e n c i a o. mejor dicho. Sin e m b a r g o . y hasta q u é punto. Q u e tales ideas han de ser repensadas y puestas a prueba por m u c h a s c a b e z a s hasta llegar a la madurez d e su aplicación. c o m o para sostenerse en un mun125 . Iniciativa privada en e c o n o m í a . q u e c o r r e s p o n d e al principio t e ó r i c o del " p e n s a m i e n t o en ó r d e n e s " . esa realidad política es la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o . Tal e l e m e n t o diferenciador consiste en q u e para aquélla. una autoridad o un c o l e c t i v o privil e g i a d o por el E s t a d o p u e d e arrogarse el d e r e c h o a restringir o incluso a abolir arbitrariamente la libertad individual. Lo que sí es posible y d e b i d o es q u e esté cada día suficientemente vigilante. naturalmente. existe un e l e m e n t o adicional q u e diferencia a este n u e v o espíritu d e e c o n o m í a d e m e r c a d o — e n e s p e c i a l a la E c o n o m í a Social d e M e r c a d o — frente a e s e p e n s a m i e n t o liberal. sino q u e s i e m p r e llevan un sello personal. Las directrices son d e orden moral y nos remiten a la pregunta de si. ha d a d o lugar a una realidad política concreta y práctica. En el c a s o d e las s o c i e d a d e s d e capitales. sino también. para m a n t e n e r n o s dentro d e las proporciones de la vida real. por e j e m p l o . a pesar del p a r e n t e s c o intelectual. Si tal orden s ó l o consistiera en el equilibrio entre oferta y d e manda p r o d u c i d o m e d i a n t e una libre f o r m a c i ó n d e p r e c i o s en el m e r c a d o . no sólo es determinante el a u t o m a t i s m o t é c n i c o del equilibrio de la oferta y la d e m a n d a en el m e r c a d o . h e m o s de admitir q u e ni siquiera el empresario m á s hábil y exitoso ingenia una innovación cada día. Sin e m b a r g o .

es una falsa apariencia que ni siquiera es una mentira piadosa. porque no hay e s p a c i o para esta tarea o cualidad específica si no hay merc a d o s abiertos. S e p u e d e c o m p r o b a r mediante el e j e m p l o de las e c o n o mías c o m u n i s t a s . cuáles son los resultados materiales y cuáles son. Cualquier restricción d e estas libertades trae la c o n s e c u e n c i a d e q u e el e m p r e s a r i o se v u e l v e incapaz d e prestar servicios fructíferos. tenía que orientarse. d a d o q u e la e c o n o m í a d e m e r c a d o — sobre t o d o en su versión moral. y que cada empresario. ni una alternativa satisfactoria. las c o n s e c u e n c i a s sociales. que pueden ser de vida o muerte para el empresario. pero no pueden satisfacer ni siquiera n e c e s i d a d e s que son relativamente primitivas. — e n su m a y o r parte perjudiciales—. por su propia experiencia. la E c o n o m í a Social de M e r c a d o — tiene el presupuesto de la iniciativa empresarial libre. incluso en beneficio del propio país. A partir de lo dicho debería ser patente q u e sólo puede haber un e m p r e s a r i a d o libre sobre la base d e un orden p o lítico liberal y. por tanto. no. en el m a r c o de un sistema de e c o nomía d e m e r c a d o . T a l e s países pueden a c o m e ter objetivos técnicos e x i m i o s . N o c a b e duda de que en é s tas hay técnicos y directivos tan hábiles c o m o los q u e hay en el m u n d o libre. es decir. En A l e m a n i a . ¿ Q u é es lo que tiene que ocurrir todavía para constatar la tesis de que la e c o n o m í a de m e r c a d o es también el fundamento m á s eficiente del orden social?. Sin e m b a r g o . sobre t o d o . La experiencia nos dice q u e el abandono de este principio liberal no p u e d e darnos las m e n o r e s esperanzas d e soluciones mejores. s e gún criterios o c c i d e n t a l e s . q u e sufre una e c o n o m í a política sin iniciativa empresarial. h e m o s e x p e r i m e n t a d o suficientemente que casi t o d o s los pronósticos que deberían haber servido de orientación se han mostrado incorrectos.d o en c a m b i o continuo. Esto e x i g e también la valentía de tomar decisiones rápidas c a r g a d a s de c o n s e c u e n c i a s grav e s . pero que hoy en día el e m presario estaría libre d e esta p r e o c u p a c i ó n . para bien o para mal. Pero no hay empresarios. ni hay libre c o m p e t e n c i a c u a n d o la libertad de c o n s u m o es m u y limitada. esto es un e n g a ñ o . gracias a la supuesta calculabilidad y control del quehacer e c o n ó m i c o . en los últimos años. Es un e n g a ñ o la opinión de q u e esto quizá hubiera tenido validez en algún t i e m p o p a s a d o . en último término. no se 126 .

M e consta que hoy todavía hay e m presarios de vieja crianza que se lamentan por la pérdida de su pasada gloria "cartelaria". a través de una multitud de p e q u e ñ o s pasos en esa dirección. m e diante el aumento del impuestos sobre el terreno. N o obstante. e s frecuente oír que cada v e z queda m e n o s e s p a c i o de maniobra para el d e s pliegue de la iniciativa privada. Habrá que vigilar cuidados a m e n t e esto. asunto del p o d e r legislativo impedir y sancionar abusos evidentes de este tip o .puede negar — e n t r e g e n t e honrada— la c o n e x i ó n inmediata entre actividad empresarial. Es también bastante significativo que en la República F e deral de A l e m a n i a ningún partido. o se comprueban actuaciones que tienden a este fin h o y día es. fusiones y c o n g l o m e raciones c a d a v e z m á s p o d e r o s a s . bienestar y seguridad social. aunque sería un error g r a v e sostener q u e el c r e c i m i e n t o del t a m a ñ o d e las e m p r e s a s haga m e n g u a r la c o m p e t e n c i a . y p o s i b l e m e n t e también para conquistar m á s poder c o m e r cial. en el m a r c o d e una e c o n o m í a ' d e mer127 . tanto en el sector industrial c o m o también en el c o m e r c i a l . o que la llegue a extinguir por c o m p l e t o . salvo algunas agrupaciones extremistas c o m o por e j e m p l o las "juventudes s o cialistas". Sin e m b a r g o . se atreve a atacar en público el principio de una e c o n o m í a de libre empresa. aunque existan algunos que quizá esperen poder iniciar por la puerta trasera una reestructuración d e nuestro orden social. pero el t i e m p o ya los ha dejado atrás. sobre el patrimonio y sobre la herencia. Si se perciben tales tendencias a m e n g u a r o restringir la competencia. D e h e c h o también ha d e contarse con nuevas regulac i o n e s l e g a l e s en c u e s t i o n e s d e control d e a b u s o s y d e fusiones. Frente a una evolución e c o n ó m i c a q u e se caracteriza de m o d o creciente por concentraciones. Para no faltar a la justicia y no omitir nada no quisiera negar que algunas de estas fusiones empresariales no hayan e m e r g i d o de un cálculo puramente racional. sin duda. para no d e s e m b o c a r un buen día en una s o ciedad socialista. según los principios d e una e c o n o m í a regulada por la c o m p e t e n c i a . A l g u n o s f e n ó m e nos parecen a p o y a r esta idea. ni de ninguna manera a admitir tal cosa c o m o "iniciativa". sino por el afán de afianzar la propia posición en el m e r c a d o . no estoy dispuesto — c o m o es bien s a b i d o — a tolerar una iniciativa privada q u e se oriente a impedir la c o m p e t e n c i a . Esto es un h e c h o .

Mientras el intercambio aduanero d e los bienes siga e x i g i e n d o iniciativa privada. a saber. lejos d e ser una ilusión que el p e n s a m i e n t o social o grupal podría superar o arrasar. Hoy en día el punto crítico al q u e d e b e dirigirse la atención son m á s bien los intentos d e una restricción supranacional de la c o m p e t e n c i a . T a m b i é n p e r t e n e c e al c o n c e p t o de la iniciativa privada que el h o m b r e no sólo es un ser social ( d e g r u p o ) .c a d o es difícil alcanzar y m á s difícil todavía defender posiciones d e m o n o p o l i o — o siquiera de o l i g o p o l i o — puesto que la apertura mundial de los m e r c a d o s entraña que se hunda hasta el m á s esforzado e m p e ñ o en esa dirección. sino q u e ante t o d o es y d e b e seguir siendo una persona individual. N o existe ningún o r d e n a m i e n t o e c o n ó m i c o orientado a la convivencia pacífica entre los pueblos fuera de la e c o n o m í a de m e r c a d o . De todas maneras debería ser indiscutible q u e en el m a r c o de nuestro orden jurídicamente garantizado. el ámbito priv a d o ha d e estar libre de la tutela estatal. sino que m á s bien ha de asegurarse el libre albedrío del ciudadano en este sentido. que el individuo deja d e estar c a p a c i t a d o para desarrollar sus virtualidades y para p o n e r s e a prueba. N o debería ser posible obligar a nadie a sujetarse a cualquier organización o institución. Esta dignidad del individuo. utiliz á n d o l o c o m o instrumento d e p o d e r político. En una d e m o c r a c i a madura d e b e r í a m o s facilitar un r e c o n o c i m i e n t o m a y o r a la dignidad de la persona individual. estas reflexiones no s ó l o tienen validez en el ámbito nacional. no quedará ningún e s p a c i o para un d o m i n i o e s 128 . Si la iniciativa privada d e b e ser puesta a prueba en la c o m p e t e n c i a . sino también en el internacional. q u e quiere reservarse el d e r e c h o y la libertad d e configurar su vida personal e individual según sus propias ideas. entonces no d e b e ser ésta impedida d e s d e la política o. la custodia del e s p a c i o vital privado no se refiere s ó l o a la actividad e c o n ó m i c a industrial en el ámbito d e la e m p r e s a . peor todavía. A d e m á s . M á s bien se refiere a la actividad e c o n ó m i c a de cada uno d e los ciudadanos. por m o t i v o s d e política d e partidos. C o m o ya he señalado. Ella se sustrae — s e g ú n la medida d e una c o m petencia fundamentada en el r e n d i m i e n t o — a cualquier a s piración de un Estado a abusar del p o d e r e c o n ó m i c o . e s a l g o que cuando se pierde por c o m p l e t o constituye una maldición para la s o c i e dad.

no sólo para conjurar el fantasma d e la e c o n o m í a de planificación e s tatal o para c o l o c a r la naciente " e c o n o m e t r í a " en su lugar a d e c u a d o . e s considerado político "hábil" quien actúa "pragm á t i c a m e n t e " . A continuación d e b e m o s poner en claro este oscuro punto. el que rehuye t o m a r decisiones. es aquel q u e ya no piensa en términos d e ó r d e n e s . que tan beneficiosa es para t o d o s los pueblos. tanto en el plano nacional c o m o en el internacional. éstos son a su vez r e l e v a d o s por los conformistas sin escrúpulos. y para c o l m o . e s decir. quien h o y sigue p e n s a n d o en estas c a t e g o r í a s . Y naturalmente quien no advierte ni aprecia el valor del orden c o m o m a r c o para la vida. en A l e m a n i a . h e m o s construido e s t e orden e c o n ó m i c o . c o n el fin de perfeccionar la vida e c o n ó m i c a y social hasta la c o m p e n s a c i ó n d e las m á s m í n i m a s "injustic i a s " . en c a m bio. q u e nos ha g a n a d o un r e c o n o c i m i e n t o mundial. d e s p u é s del derrumbamiento. no t e n g o reparos en tachar al c o m portamiento pragmatista — h o y tan a l a b a d o — de capitulación ante la verdad. m e d i a n t e un intervencionismo cada v e z m a y o r del Estado o de algún o r g a n i s m o c o l e c t i v o . sin definirla con m á s precisión. al final. Y sin e m b a r g o . Y esto nos aleja 129 . d e Walter Eucken y sus c o l a b o r a d o r e s — el haber r e c o n d u c i d o la e c o n o m í a política a un riguroso "pensamiento en órdenes". un p r a g m a t i s m o superficial o un c o n f o r m i s m o pernic i o s o impregnan cada vez m á s la conciencia política.tatal de esta convivencia pacífica. Progresista. sino m á s aún para enfrentarse al aburrido e insípido p r a g m a t i s m o con la disciplina d e un orden c o n c e p cional. Los p r a g m á t i c o s son relevados por los oportunistas y. sino tan sólo en términos de a c c i ó n . Fue mérito de la Escuela d e Friburgo — e s decir. Por mi parte. subordinando sus p r o y e c t o s a los azares del m o m e n t o . ha a p a r e c i d o con frecuencia la palabra " o r d e n " . fácilmente es t a c h a d o de anticuado y retrógrado. t a m p o c o es c a p a z d e defenderlo y a p o y a r l o . P a r e c e ser un signo de nuestro t i e m p o pensar no tanto en " ó r d e n e s " c o m o en " r e g l a m e n t o s " . Por estos m o t i v o s . T a m b i é n en el m u n d o libre. Esto se p o n e d e m a nifiesto ostensiblemente en la continua creación d e nuevas instituciones. y d e cobardía ante la realidad. Muchas v e c e s e s h o y día c o n s i d e r a d o prudente quien ya no s a b e por d ó n d e va el c a m i n o . En lo q u e llevo dicho.

que tanto gusta de la gestión moderna. c o m o lo hacen las h o r m i g a s en el h o r m i g u e r o . ni t a m p o c o nos m o v e m o s e x c l u s i v a m e n t e por ideales. no por ello deja de ser necesario conjugar este principio d e solidaridad con el principio de subsidiariedad. En una s o c i e d a d humana los ciudadanos d o t a d o s d e espíritu. Tal orden p u e d e ser t o m a d o en sentido estricto. S e m e p u e d e tachar de i d e a l i s m o . no manipulada. La tendencia hacia un igualitarismo cada vez m a y o r se p o n e siempre más en primer plano c o m o fin social. sino c o m o orden vital de una c o m u n i d a d en su m á s honda significación. por haber intentado — c o n la puesta en práctica de la E c o n o m í a Social de Merc a d o — unir el orden a la libertad para que reine m á s justicia. pero también en sentido a m p l i o . mientras que otros opinan que las posibilidades vitales de los individuos deben ser controladas autoritariam e n t e c o n el fin de alcanzar la " i g u a l d a d " . de m o d o que su alcance se extiende d e s d e la familia hasta el E s 130 . " O r d e n " no ha de entenderse aquí ni exclusiva ni pred o m i n a n t e m e n t e c o m o o r d e n j u r í d i c o e n un s e n t i d o e s q u e m á t i c o . y o también estoy convencido de que la c o m petencia verdadera. N o c a b e duda de q u e encierra mucha v e r d a d aquella sentencia de que quienes pretendieron hacer de este mundo su cielo. y al debilitamiento de nuestra c a p a c i d a d d e dar satisfacción a las notorias exig e n c i a s de la situación actual de la nación alemana — p e n s e m o s tan sólo en la multitud de obras públicas que de hec h o se hacen cada v e z m á s u r g e n t e s — . c o m o no s o m o s á n g e les. ¿ A quién le es lícito presumir de que sabe lo que es "justo" o lo que es "social"? Nuestra s o ciedad actual.con demasiada facilidad del orden natural. Pero por m u c h o que haya que alabar la solidaridad de saber q u e cada h o m bre está protegido d e la c a l a m i d a d y d e la miseria. lo c o n virtieron en un infierno. a pesar de la innegable diferenciación humana. los órdenes humanos han de c o n c e d e r un e s p a c i o lo m á s amplio posible a la libertad y la individualidad personal. Ciertamente. alma y conciencia no siguen a unas leyes físico-biológicas. P r e c i s a m e n t e por e s o . N o obstante. se e m peña constantemente en corregir a Dios — o si se prefiere— a la creación. resulta que e s e c a m i n o habría de conducirnos a la larga al d e s c e n s o del rendimiento e c o n ó m i c o . representa en la vida e c o n ó m i c a el mejor principio de s e l e c c i ó n y el m á s b e n e ficioso.

y así se p o n e d e manifiesto que los ó r d e n e s c o a c t i v o s n e c e s a r i a m e n t e destruyen cualquier d e m o c r a c i a . Mientras los r e g í m e n e s totalitarios afirman q u e en sus territorios reina el "orden". la libertad sin orden.c ó m i ca de confiar enteramente un orden social al control policial s i e m p r e será. muy fácilmente acaba a m e n a z a n d o con desvirtuarse hacia el c a o s . cuando he d e c l a r a d o reiteradamente que. sino m á s bien manipularla según pfanes po131 . sin e m b a r g o . sino c o m o una armonía basada en el equilibrio interno. a l g o absurdo. " A r m o n í a " no significa aquí felicidad petrificada. la renuncia al orden c o n d u c e necesariamente a la discordia o al c a o s . mientras que la libre voluntad de orden positiva y constructiva representa el vigor de una d e m o c r a c i a realmente respaldada por el pueblo. no se p u e d e pasar por alto el peligro d e que la política e c o n ó m i c a activa no busque ya orientar la e c o n o m í a d e m e r c a d o según unos principios de orden. La idea t r á g i c o . que pretende configurar la vida cada v e z m á s en función de cálculos y previsiones. Permítanme que responda c i t á n d o m e a mí mism o . no c o m o una situación dirigida por m a n datos. en las d e m o c r a c i a s maduras se señala que en su territorio el orden ha de entenderse c o m o integración y subordinación natural d e h o m b r e s libres en la s o c i e d a d y en el e s t a d o . por su parte. al m e n o s e s o e s p e r o . si no quiere su m a l v a d o v e c i n o " se basa en la c o m p r e n s i ó n de que aún en un ámbito reducido. En este c o n t e x t o p a r e c e que v u e l v e a hacerse necesario c o m prender el orden. si bien el orden sin libertad engendra con d e m a s i a d a frecuencia la c o acción. La conclusión que se saca d e esto para la política de ord e n a c i ó n e s q u e no basta una interpretación m e r a m e n t e material de la esencia interna d e la e c o n o m í a de m e r c a d o para que ésta ya llegue a ser una forma social. Ahora bien. A q u e l dicho de que "ni siquiera el h o m b r e m á s p i a d o s o puede vivir en paz. En una fase evolutiva. Esto significa que cualquier forma de asociación humana requiere el r e c o n o c i m i e n t o de reglas de j u e g o vinculantes para t o d o s . sino que indica un a c o n t e c e r d i n á m i c o en el m a r c o de un orden de vida libremente e l e g i d o . no cambia su esencia y su contenido b á s i c o . La historia nos o f r e c e e j e m p l o s suficientes para a m b a s tesis. alguien podría preguntarse aquí: ¿ c ó m o se logra esta conciliación entre libertad y orden?.tado y aunque c a m b i a n sus formas según los c a s o s .

aunque aparentemente o de manera inmediata no m e r m e n el m e c a n i s m o de la e c o n o m í a de m e r c a d o . sin e m b a r g o ya no concuerden con el espíritu de una s o c i e d a d libre. Por tanto. a pesar de q u e está calculado y c o m p r o b a d o a través de una larga experiencia internacional. es n e c e s a r i o despertar a todos los espíritus y mostrar que p e r d e r e m o s la libertad y c a e r e m o s en los lazos del c o l e c t i v i s m o si no nos o p o n e m o s al mal d e la inflación. En conclusión. en lo esencial. se presentan c o m o un p r o g r e s o social. Esto s ó l o p u e d e conducir a d e s e n c a d e n a r p r o c e s o s que. y un a u m e n t o drástico de la contribución territorial. En algunos países se pueden ya r e c o n o c e r signos de una desilusión acerca d e la posibilidad de e s c a p a r de la maldición de una inflación p r o g r e s i v a . que el supuesto beneficio fiscal que estas m e didas c o m p o r t a n . si un orden social liberal p a r e c e q u e s ó lo es c o n c e b i b l e sobre la b a s e de un fundamento intelectual y moral. se pregunten y duden de si el trabajo y el rendimiento de toda su vida son suficientes para costear los años d e jubi132 . sino que esto es. N o existe una e c o n o m í a de m e r c a do verdadera que permita al Estado alterar arbitrariamente y a corto plazo los datos e c o n ó m i c o s . Esto significa —una vez m á s — que no existe un m e r c a d o libre al m a r g e n de una s o c i e d a d libre. Piénsese. N o e s innato a los hombres con espíritu liberal la inclinación y el afán de protección mediante una seguridad colectiva. en la política fiscal en c u y o desarrollo avanzan también en A l e m a n i a ideas colectivistas: un progresivo aumento del impuesto sobre la renta a c a r g o de los ingresos m a y o r e s . entonces las normas que rigen la política e c o n ó m i c a a d e c u a d a a una s o c i e d a d l i b r e n o p u e d e n establecerse o alterarse d e manera arbitraria.Uticos preestablecidos. C o n otras palabras: una e c o n o m í a de m e r c a d o ha de llevar ya en sí misma los rasgos de una s o c i e d a d libre para poder ser valorada c o m o c o n c e p t o de orden. por e j e m p l o . según c o n c e p c i o nes i d e o l ó g i c a s o c o n f o r m e a unos intereses d e partido. está m u y lejos de c o m p e n s a r la pérdida de energía e c o n ó m i c a que dichas m e d i d a s p r o v o c a n . la consecuencia de una e v o l u c i ó n q u e lleva a q u e e s p e c i a l m e n t e las p e queñas y m e d i a n a s e m p r e s a s y los profesionales liberales. sobre el patrimonio y sobre la herencia. un f e n ó m e n o que cada vez se deja observar en estratos d e la población m á s amplios.

entonces d e c a e también su valor para defender la libertad. sino también el capital m i s m o . multitud de posibilidades d e intervención. N o obstante. Cuando sobreabunda el sentimiento de d e p e n d e n cia del Estado y d e su beneplácito. Pero d e este m o d o los ciudadanos libres son d e g r a d a d o s a la condición de subditos. Desvían fondos d e m o d o autocrático antes d e que el consumidor reciba su parte. La c o m paración entre el orden vital en E s t a d o s totalitarios y en países libres confirma también la validez de esta afirmación. a la manera del sistema e c o n ó m i c o y u g o s l a v o . a la cual no s ó lo están sujetos los intereses. L o s que afirman esto son colectivistas puros. y q u e tienen. Cuando el ciudadano deja d e tener la c o n v i c c i ó n — q u e necesariamente se va perdiendo en un p r o c e s o inflacionar i o — de que puede configurar su destino con sus propias fuerzas.lación. y del d e recho a la fijación de los precios. d e q u e éstos p o n g a n . o del de determinados o r g a n i s m o s públicos. Si se t o m a en cuenta la imposición sobre la renta y sobre los bienes y se une a esto la d e preciación de la m o n e d a en 4 ó 5 puntos. es inevitable q u e sufra m e n o s c a b o la voluntad de ahorrar y de rentabilizar. El r e t r o c e s o relativo d e la a c t i v i d a d ahorrativa s u p o n e una a m o n e s t a c i ó n adicional. Ahora bien. Puesto q u e ninguna e c o nomía nacional en c o m p e t e n c i a p u e d e renunciar a la racionalización y al a u m e n t o d e productividad. t a m p o c o se p u e d e esperar del ciudadano ningún coraje civil. y nos dicen que las tensiones entre estas dos formas diferentes d e vida se reducen a un conjunto d e malentendidos interpretativos. y puesto que 133 . a la vista d e la disminución del valor del dinero. por tanto. E c o n o m í a s colectivistas que disponen sobre el capital productivo. por este c a m i n o nos dirigimos inevitablemente a la disolución d e un orden social liberal. no precisan ningún m e r c a d o d e capitales. que pretenden adormecer nuestra conciencia. m i e n tras que en los países demócrata-liberales el Estado está sujeto y d e p e n d e d e la actividad impositiva sobre sus ciud a d a n o s . m e d i o s suficientes por m e d i o d e la f o r m a c i ó n d e c a p i t a l a t r a v é s del a h o r r o . d e m o n o p o l i o s c o m e r c i a l e s . en el m a r c o d e nuestro orden no p u e d e funcionar ni alimentarse suficientemente un m e r c a d o de capitales si perdura la tendencia inflacionista. Por ello t a m p o c o son bienintencionados aquellos que nos ofrecen soluciones intermediarias. tanto a su disposición c o m o a la de la e c o n o m í a privada.

El d e s m a n t e l a m i e n t o del c o m e r c i o mundial y la reincidencia en un p r o t e c c i o n i s m o nacional no son saludables para la e c o n o m í a mundial. este presunto beneficio habría supuesto un precio d e m a s i a d o alto: la destrucción de la s o c i e d a d libre. recurre a m e d i d a s coactivas tal c o m o se m a nifiestan en la c o n g e l a c i ó n o el control de los alquileres. por así decirlo. ¿Es posible que esto responda a leyes inalterables? A u n q u e aquí y allá p r e v a l e z c a aún la creencia d e que existen salidas viables. la conducen a su disolución. se vuelva al control de las divisas c o m o tabla d e salvación.las administraciones públicas están obligadas a cumplir con las tareas comunitarias. c o m o consecuencia de la inflación. ha fallado el ciud a d a n o .. una vez terminado el anterior. c o m o la huida de capitales. pero por supuesto también en sueldos m á s altos. sino que. o en la c o n g e l a c i ó n de precios y salarios. Muchos Estados desearon — p o r supuesto. D e esta manera la inflación de hoy engendra la de mañana y. ha contribuido m u c h o a la orientación errónea d e la política c o y u n tural. Y aunque fuera verdad que por m e d i o de la inflación se pudiese acelerar el progreso técnico — l o cual en realidad es una conclusión e n g a ñ o s a y errónea—. entonces no se ha e q u i v o c a d o el Estado. no.. La e q u i v o c a d a creencia de que el a c o n t e c e r social es susceptible d e ser calculado y de que la evolución de las r e a c c i o n e s humanas es predecible y abarcable. sin asumir ninguna responsabilidad— empujar a la e c o n o m í a en una dirección predeterminada por m e d i o de objetivos. Y curiosamente. El punto de llegada d e este c a m i n o del desorden es n e c e s a r i a m e n t e la pérdida de la libertad democrática. Es éste el culpable si el Estado. por su parte. tendrá que subir los impuestos para dar c o m i e n z o al siguiente ciclo de inflación. cuando este "planificar" pierde de vista la vida real. la realidad debería ya habernos instruido a t o d o s de lo contrario. entonces habremos despilfarrado en brevísimo tiempo todo aquello que después del hundimiento ha representado esperanza y salvación. o por m e dio de las llamadas "ayudas orientativas". aún así. la e c o n o m í a privada va a intentar desviarse a precios m á s altos. se p r o p a g u e tanto la ocultación de la riqueza imponible. Cuando. para colm o . Si en otros t i e m p o s la e c o n o m í a de libre m e r c a d o — c o 134 . para cubrir sus propias faltas. y cuando. se nutre d e sí m i s m a . por el contrario. el Estado.

m o e x p u s i m o s anteriormente— fue objeto de múltiples intentos d e manipulación por parte del m u n d o empresarial mediante una adulteración del c o n c e p t o de libertad, hoy en día la E c o n o m í a S o c i a l d e M e r c a d o está a m e n a z a d a por otros peligros, a saber, por una interpretación e q u i v o c a d a del c o n c e p t o d e "lo social", por el peligro d e la manipulación estatal mediante un dirigismo progresivo, o un c o l e c tivismo cada vez m á s p o d e r o s o . La disposición de cada vez m á s grupos y estratos sociales a garantizar su subsistencia, su seguridad y su futuro en el c o l e c t i v o , no n a c e de un verd a d e r o d e s e o , sino d e una p r e o c u p a c i ó n frecuentemente muy fundada — a u n q u e a c o m p a ñ a d a de un r e c h a z o interior— en que el individuo — d e j a d o a sus propios c u i d a d o s — ya no esté c a p a c i t a d o ni siquiera a enfrentarse de m o d o eficaz a las adversidades, eventualidades y vicisitudes de las decisiones políticas, o a las evoluciones coyunturales. Cuando son cada v e z m á s los establecimientos y e m p r e s a s que están s o b r e c o g i d o s d e temor, y sienten a m e n a z a d a su existencia si no tienen el a p o y o directo o indirecto del Estado, entonces se convierten en subditos o e s c l a v o s ; se hacen propensos a la huida hacia lo c o l e c t i v o . El h e c h o de que tal p r o c e s o conduzca a la desintegración de la e c o n o m í a de m e r c a d o , tendríamos q u e c o l o c a r l o d e m o d o todavía m á s decidido en las c o n c i e n c i a s d e t o d o s los h o m b r e s d e reflexión y d e ciencia, los cuales a m e n a z a n con desfallecer en su resistencia interior frente a tales s o f o c a c i o n e s , muchas v e c e s tan s ó l o por c o m o d i d a d o por la ventaja barata de un momento. La polarización p o l í t i c o - s o c i a l encuentra su e x p r e s i ó n c o n t e m p o r á n e a no tanto en el d u a l i s m o " s o c i a l i s m o - c a p i t a l i s m o " c o m o en la d e c i s i ó n por el c o l e c t i v i s m o o por la libertad. N o c a b e duda d e q u e , t e n i e n d o en cuenta los rápidos a v a n c e s d e la t é c n i c a , la a p l i c a c i ó n d e n u e v o s c o n o c i m i e n t o s científicos, y el a u m e n t o del bienestar m a t e rial han alterado radicalmente tanto las formas de vida c o m o sus posibilidades. Lo que hoy e n t e n d e m o s en A l e m a n i a por " O b r a s c o m u n e s " n o surge d e una actitud mental c o lectivista ni se c o r r e s p o n d e c o n ella, sino, al r e v é s , se p o ne al servicio de la utilidad de la persona individual, en aquellos á m b i t o s — m e n c i o n o a m o d o d e e j e m p l o l o s d e la ciencia y e d u c a c i ó n , la sanidad, la c o n s t r u c c i ó n d e carreteras y la c i r c u l a c i ó n — q u e el ser h u m a n o individual ya 135

no p u e d e desarrollar u organizar c o n é x i t o , c o n t a n d o s ó lo c o n sus propias fuerzas. D e ahí resulta de m o d o inevitable la necesidad d e una participación m á s intensa del Est a d o en el p r o d u c t o social, y p r o p o r c i o n a l m e n t e también en la renta nacional, y la s o c i e d a d debería estar dispuesta a a c e p t a r e s t o . En este m i s m o punto, no obstante, surgen las dudas y c o mienza la problemática político-social. ¿Sirve al bien del hombre, al fortalecimiento interno d e la s o c i e d a d y de la d e m o c r a c i a , el h e c h o d e que se haya convertido en una e s p e c i e d e droga — e n a l g o q u e resulta " m o d e r n o " — el c o n ceder al Estado cada vez m á s d e r e c h o s de intervención en la esfera privada del ciudadano? ¿Está dispuesto éste a rec o n o c e r q u e e s o s supuestos servicios del Estado deben ser p a g a d o s con una dependencia y esclavitud creciente d e cada uno ante la " c o l e c t i v i d a d " ? Es m á s , el ciudadano paga e s o en líquido — s e a en libras, dólares a m e r i c a n o s o marc o s — porque ningún E s t a d o está en c o n d i c i o n e s de d e v o l ver a sus ciudadanos m á s de lo que p r e v i a m e n t e les ha extraído — y a sea por m e d i o de una e l e v a c i ó n d e impuestos, ya sea por m e d i o de la inflación—. El h e c h o de q u e Gran Bretaña, por e j e m p l o , el país d e las clásicas ideas liberales, que han tenido una influencia mundial, haya c a í d o en el remolino del p e n s a m i e n t o colectivista, es tan p o c o c o m prensible d e s d e el punto d e vista histórico c o m o la constatación de que una A l e m a n i a Federal q u e se salvó del m á s profundo hundimiento por m e d i o de un orden liberal, p a r e c e hoy por hoy estar cada vez m á s dispuesta a r e c o n o c e r el igualitarismo c o m o forma social adecuada. En consecuencia, h e m o s d e encontrar la regla de oro que determine la relación a d e c u a d a entre la actividad e c o n ó mica del Estado y la de los individuos privados. ¿Quién ha de asumir en el futuro la responsabilidad d e la política e c o n ó m i c a ? , o planteado con m á s precisión: ¿ d ó n d e están para un g o b i e r n o los límites que todavía hacen justicia al e s píritu de una economía de mercado? ¿ H e m o s de mantenemos dentro d e e s o s límites o h e m o s d e llegar hasta el punto de que las decisiones libres d e los ciudadanos ya no configuren el desarrollo e c o n ó m i c o , dentro de sus propios ámbitos — s e a c o m o productores o c o m o c o n s u m i d o r e s , patronos o e m p l e a d o s — ? L l e g a d o s a tal punto, tan sólo quedará la alternativa de q u e el Estado s o m e t a a su r e g l a m e n t o la vida 136

de los ciudadanos. Esto constituye, por tanto, una nueva e s p e c i e de e c o n o m í a d e planificación central o estatalizada, en la que los hombres, bajo las apariencias externas de una e c o n o m í a de m e r c a d o y de sus leyes m e c á n i c a s , pierden de n u e v o su libertad. D e b e ser, pues, subrayado siempre de nuevo q u e la tarea m á s propia y noble del Estado consiste en crear un marc o ordenador, dentro del cual el ciudadano ha de poderse m o v e r libremente. Y esto, por su parte, requiere el manejo de una política e c o n ó m i c a en la cual los n o m b r e s e c o n ó m i c a m e n t e activos d e todos los estratos, puedan estar s e guros d e q u e no están continuamente a m e r c e d de unas decisiones políticas imprevisibles. S e trata aquí d e no entregar los cimientos e c o n ó m i c o s y sociales de nuestro orden d e vida a un instrumental p o l í t i c o - e c o n ó m i c o q u e p u e de ser alterado o sustituido diariamente. Ciertamente, el legislador puede decretar la obligatoriedad de determinadas formas de conducta, p e r o en último término no p u e d e suprimir las c o n v i c c i o n e s del h o m b r e . Vista d e s d e esta perspectiva, la e c o n o m í a d e m e r c a d o no es tan s ó l o un principio m e c á n i c o , sino m á s bien la e x p r e sión de un orden de vida fundamentado en c o n v i c c i o n e s , en la moralidad, en la libertad y en el d e r e c h o . Precisamente esto constituye su debilidad en la vida política, p e r o al m i s m o t i e m p o — a l m e n o s e s o e s p e r o — e s aquello que c o n s tituye su fuerza.

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a eliminar barreras c o m e r c i a l e s y prácticas discriminatorias. a la s o s p e c h a de ser un mal e u r o p e o . m e expuse. en la funcional. Y o m i s m o . Pero t o d o esto p a r e c e no tener validez de testimonio a 139 . o incluso de no querer serlo. consciente e intencionadamente. no de una suma de intereses La discusión sobre la integración europea q u e se v i e n e m a n t e n i e n d o no deja tranquilos a los espíritus. creando así. en otra. La política e c o n ó m i c a alemana ha d e m o s t r a d o esta buena voluntad ante t o d o el m u n d o .Capítulo V SOBRE EUROPA 1. al parecer. Esto es sorprendente. m e d i a n t e la c r e a c i ó n d e integraciones p a r c i a l e s ( s e c t o r i a l e s ) articulando s i m u l t á n e a m e n t e una competencia administrativa supranacional. las mejores c o n d i c i o n e s para cualquier forma d e integración europea y de un orden e c o n ó m i c o mundial. pues p r á c t i c a m e n t e ningún otro s e ha esforzado c o n m á s entusiasmo y entrega a superar el p r o t e c c i o n i s m o y el falso n a c i o n a l i s m o en los países e u r o p e o s . Otros aluden al m i s m o p r o b l e m a c u a n d o hablan de integración horizontal o vertical. en c o n v e r s a c i o n e s y en c o m u n i c a d o s oficiales. C o n m i s dudas a c e r c a d e si r e a l m e n te nacería Europa — t a n t o d e s d e el punto de vista político c o m o e c o n ó m i c o — . a facilitar el libre intercambio de bienes. La nueva Europa d e b e nacer de un p r o y e c t o común. redescubriendo m é t o d o s honrados de c o m p e n s a c i ó n en forma de m o n e d a s convertibles. he d i c h o claramente q u e es n e c e s a r i o distinguir entre d o s posibles formas d e integración progresiva: en una s e p o n e m á s énfasis en la parte institucional.

la (JAE. a hacer valer reglas c o m e r c i a l e s m á s severas. así c o m o todas las d e m á s instituciones de este tipo. si para hacer prevalecer estos e s fuerzos quieren crear un m a r c o institucional. Por último. p e ro m e atrevo a dudar que en todas partes se encuentren tan buenos e u r o p e o s . t a m p o c o d e b e olvidarse q u e incluso la realización del objetivo de un m e r c a d o c o m ú n dentro del territorio de e s o s seis países sólo será fecunda y productiva si este mercado está abierto a otros mercados y en todo el mund o se llegan a aplicar las m i s m a s reglas en la política c o mercial. Quien quiera a Europa. Contra esta intolerancia m e rebelo con todas mis fuerzas. durante un a m p l i o e s p a c i o de t i e m p o . Si e s o s seis países que se ofrecen hoy en Europa para una integración están dispuestos a desarrollar una m a y o r libertad en sus relaciones recíprocas. en general.los ojos de algún que otro político integracionista. han desarrollado una actividad extraordinariamente fructífera y ya han c o s e c h a d o grandes éxitos. entonces y o seré uno de los m á s fervorosos defensores d e tal idea. de una m a yor libertad. el G A T T o el F o n d o Monetario Internacional que. Por ello no es cierto d e ningún m o d o lo q u e se ha dicho d e q u e las instituciones que actúan funcionalmente no pueden tener éxito por no disponer de un poder d e c i s o rio. pues. una integración en sentid o estricto. con t o d o . m á s bien lo cierto es que el p r o c e d i m i e n t o allí aplicad o unió m o r a l m e n t e a los países participantes con tal fuerza que. por parte de ésta. a liberar el servicio de p a g o s todavía m á s y. La cuestión d e quién e s un buen o mal e u r o p e o . erróneamente planteada. La C E C A . está. tendrá que tener en cuenta también la meritoria labor de otras instituciones c o m o la O E E C . éstos han desarrollado algo así c o m o un d o g m a de infalibilidad: quien no se quiere someter. pues fueron los que abonaron el terreno sobre el que podía florecer. no estoy dispuesto a que se m e niegue mi c o n v i c c i ó n europea ni tamp o c o mi credibilidad sólo porque haya planteado la cuestión de otro m o d o y haya dejado al buen criterio de todos los afectados el analizar si s ó l o existe un c a m i n o y un m é t o d o 140 . tienen m o t i v o s para r e c o n o c e r e s o s esfuerzos d e la e c o n o m í a alemana y la recuperación. en su forma actual o futura. Y o . al m e n o s . se podría haber c o n s e g u i d o una unidad de c o m p o r t a m i e n t o . peca y deja de ser e u r o p e o .

Si recientemente se ha querido dar al concepto de integración parcial otra interpretación y no pensar ya tanto en agrupaciones sectoriales. existen otros m e d i o s que pudieran llevar más rápida y eficientemente a la meta. las bases para las decisiones políticas. con una adición o acumulación de este tipo de agrupaciones sectoriales. sino q u e sólo se puede entender c o m o una función e c o n ó m i c a y política c o m p l e j a . Por otro lado. si no se quiere que la integración conduzca a un dirigismo supranacional. A n t e s bien nos arriesgaríamos a que. La idea de que deben sustraerse progresivamente algunos sectores a la soberanía nacional para entregarlos a una administración supranacional y que entonces. en todas las discusiones. m e p a r e c e p o c o realista y no se sostiene ante un exam e n t e ó r i c o . los Estados — c a d a vez más desprovistos de p o d e r — ya no se responsabilizasen del destino e c o n ó m i c o d e su país. esto sólo puede producir una confusión de términos. pues no hay duda de que. N o 141 . no se alcanzará ni el fin e c o n ó m i c o ni el p o lítico de la unidad europea. el p e s o d e la influencia supranacional llevará automáticamente a una superación total de las c o m p e t e n c i a s nacionales. Pero Europa no puede construirse con m e d i o s pusilánimes. y mi urgencia para conseguirlo es tan poderosa. no soy adverso a los vínculos europeos. sino que quiero sentar las bases para ellos cuando exhorto a asegurar en primer lugar el orden interior de las e c o n o m í a s nacionales. desde un determinado m o m e n t o . Quiero decir y confesar con toda claridad que no d e s e o m e n o s . sin que este v a c í o pudiera llenarse con una política de instancias supranaciona"les. con responsabilidad nacional. y d e hacer madurar rápidamente las condiciones materiales necesarias para ello. no es mi recelo ante Europa. que sólo por un t o s c o malentendido se m e podría acusar de ser enemig o de ella.hacia Europa o si. el c o n c e p t o d e integración parcial siempre se ha entendido en este sentido. en su terreno. Las instancias y personalidades responsables del desarrollo e c o n ó m i c o tienen la obligación d e sentar. Mi postura en favor d e cualquier forma de integración europea auténtica y efectiva es tan clara —sin r e s e r v a s — . Por lo tanto. sino mi preocupación por ella la que causa mi temor de que. por el contrario. en el curso d e esta evolución.e c o n ó m i c o . sino m á s Europa de la que se p o n e de manifiesto en las proposiciones en favor de nuevas integraciones parciales.

significaría no pasar de lo técnico. los m i s m o s salarios. no encontrará ningún argumento verídico para hacerlo. operar al m a r g e n . A h o r a bien. teniendo en cuenta el d i n a m i s m o político y e c o n ó m i c o del m u n d o libre. m u c h o m e t e m o . M e p a r e c e que un buen e u r o p e o es quien quiere convertir esta actuación y este c o m p o r t a m i e n t o c o m u n e s en una obligación de los Estados m i e m b r o s . las mismas cargas. sino también por un deber moral Quien quiera a c u s a r m e de ser e n e m i g o d e la integración e c o n ó m i c a europea. en el tratamiento d e la política aduanera y respecto a la libre circulación de las personas. quien exija de mí que. Allí d o n d e s e a n n e c e s a r i o s d i s p o s i t i v o s institucionales para imponer estos principios. La idea de que un m e r c a d o común e x i g e las mismas condiciones en la c o m p e t e n c i a . Para un país puede ser fácil renunciar administrativamente a uno u otro sector parcial de su e c o n o m í a . de dinero y capitales. no c o n d u c e a Europa. T o d o s los que dudan d e mi c o n v e n c i m i e n t o sobre la integración europea pueden conversar c o n m i g o sobre ello y.tenemos otra posibilidad que conseguir progresivamente una libertad cada vez m á s amplia en todas las cuestiones del tráfico de bienes y servicios. c a s o por c a s o . 2. renunciando. y de que tendría que crearse un sistema de asimilaciones para conseguir una nivelación. los defenderé. c o m o en estas cuestiones no puede haber juez. pero una mentalidad realmente europea sólo se pondrá de manifiesto en una política y en un c o m p o r t a m i e n t o q u e configure las bases para un m e r c a d o c o m ú n y para una federación política. que cada uno e x a m i n e ante su conciencia d ó n d e se encuentra. y o considere la C E E c o m o la verdad última y 142 . La Comunidad Europea no se justifica sólo por una ampliación de e s p a c i o s e c o n ó m i c o s . a las manipulaciones estatales que se o p o n g a n a estos principios. Creer que con soluciones parciales. se podría avanzar hacia el núcleo d e la cuestión. Esta vía del mínimo esfuerzo. por tanto. la misma jornada laboral o los m i s m o s costes parciales. sino a alejarnos de Europa. no puede armonizarse con las experiencias prácticas y con los conocimientos teóricos sobre una división internacional del trabaj o .

que sepa que no estoy dispuesto a asumir un c o m promiso tan rígido. primero tendrá que opinar sobre la cuestión básica. fines políticos d e a m p l i o alcance. En este contexto p u e d o hacer referencia a lo que ya he dicho frecuentemente. bajo c u y o signo s e encuentra el o b j e t i v o d e un gran e s p a c i o " a l e m á n " . N o d e b e r í a m o s asimilar y m u c h o m e n o s confundir la fuerza e c o n ó m i c a c o n el p o d e r e c o n ó m i c o o p o l í t i c o . muestran que tienen la voluntad c o m ú n de conseguir una c o o p e r a c i ó n p o lítica m á s estrecha. crear también los dispositivos institucionales para ello. busque. e s p e c i a l m e n t e los a l e m a nes. personalmente. N o o l v i d e m o s q u e la invitación a todos los países e u r o p e o s a asociarse a la C E E no será sino una mera d e c l a r a c i ó n d e a m o r platónico. p u e s : ¿ q u é sería d e nuestra vida d e m o c r á t i c a . D e s d e una p e r s p e c t i v a mundial. no existe ninguna opinión uniforme. Por ello.absoluta. para los que el Tratado no confiere ningún poder. no s ó l o e c o n ó m i c a sino también moral. en su c a s o también en sentido jurídico-estatal. si las c a t e g o r í a s 143 . p r i n c i p a l m e n t e en su contribución a un orden satisfactorio d e r e l a c i o n e s entre sus s o c i o s . p e r o no quiero enjuiciar las posturas q u e otros Estados adopten en relación c o n dichas ideas. Si los p a í s e s q u e integran la C o m u n i d a d E c o n ó m i c a Europea. quien crea verse obligado a criticar mi postura frente a la C E E . al c o n t e m p l a r nuestro p a s a d o t r á g i c o . tomar las m e d i d a s a d e c u a d a s y. y que — p r e c i s a m e n t e por e s o — e s i m p o r t a n t e llegar por fin a una visión integral d e Europa. que — e n principio— no ha instituido ninguna soberanía supranacional. mientras el "objetivo político" de la C E E siga buscándose c o m o un valor supuestamente absoluto y último. Pero no es posible que la Comunidad E c o n ó m i c a Europea. sin e m b a r g o . D e e s to d e b e r í a m o s ser c o n s c i e n t e s . un "gran e s p a c i o " e c o n ó m i c o encuentra su justificación. la idea de una Confederación d e estados o un Estado federal e u r o p e o m e p o dría parecer seductora. relativa a una solución "política" europea. m á s allá de sus m e t a s inmediatas. Puedo decir aquí que. d e p e n d i e n d o d e la c o n c e p c i ó n y de la construcción del c o m p l e j o q u e d e b e constituir h o y la "Europa libre". y que p e s e a su importancia política no es ninguna " c o m u n i d a d política" c o m o tal. en su caso. Pues entonces se p o n drá d e manifiesto q u e . entonces pueden declararse partidarios de e s e objetivo.

reglas artificiales o l i m i t a c i o n e s finales. L o s intereses de cada uno de los p a í s e s e u r o p e o s pueden diferir unos de otros. i n v i e r t e n en l o s d o s e s p a c i o s e c o n ó m i c o s e u r o p e o s . c u y o s inicios c o m i e n z a n a perfilarse? 144 . no p u e d e satisf a c e r ni t r a n q u i l i z a r s i n o m á s b i e n a s u s t a r . incluso en las relaciones c o n los E s t a d o s u n i d o s y C a n a d á . p e r o p r e c i s a m e n t e por ello e s n o c i v o querer i m p o ner. ¿ H a c i a d ó n d e s e orientarían e c o n ó m i c a m e n t e las p o t e n c i a s n o r t e a m e r i c a n a s : hacía la C E E o hacia la E F T A ? S e trata d e una pregunta un tanto e s p e r p é n t i c a . d e b e r í a m o s reflexionar s o b r e el m o d o en q u e . en su c o m p o r t a m i e n to p r á c t i c o . P r e c i s a m e n t e en e s t e c o n t e x t o hay formas de c o o p e r a c i ó n inter-estatal q u e no e x i g e n una última decisión en sentido estatal. P e r o p r e c i s a m e n t e esto es lo q u e caracteriza la c o n t r a d i c c i ó n intrínseca de tal política. por t e m o r a la discrim i n a c i ó n . en lugar de hacer p o s i b l e una r e c o n c i l i a c i ó n . podría alcanzarse una c o o p e r a c i ó n lo m á s estrecha y útil p o s i b l e . por e j e m p l o . si no nos intranquilizara extraordinariamente la disgregación de Europa. se resisten a cualquier idea política del tipo que sea.d e la g r a n d e z a y del p o d e r supusieran un v a l o r último? Sin e m b a r g o . a l t a m e n t e industrializados en el m u n d o libre. ¿ E n q u é c a t e g o r í a s p e n s a r í a m o s la unidad e u r o p e a . q u e se ha d e s a r r o l l a d o m á s dentro de la C E E q u e en los p a í s e s d e la E F T A . porq u e se ha puesto s u f i c i e n t e m e n t e d e manifiesto q u e los h o m b r e s d e n e g o c i o s a m e r i c a n o s . ya h o y . pero lo que tiene validez en el c a m p o político-militar debería ser rec o n o c i d o t a m b i é n en el sector d e la vida e c o n ó m i c a y s o cial d e los p u e b l o s . E s o s h o m b r e s d e n e g o c i o s tienen razón c u a n d o quieren a s e g u r a r s e frente a d a ñ o s e c o n ó m i c o s . La c o n s i d e r a c i ó n puramente m a terialista. Y p r e c i s a m e n t e p o r q u e no todos los países europeos están preparados y dispuestos a ello. esto no quiere decir q u e no t e n g a m o s que estar d i s p u e s t o s a reunir c o n un esfuerzo c o m ú n — p o r e j e m p l o en la forma d e la O T A M — las d e b i l i d a d e s n a c i o nales para conseguir una fuerza supranacional. q u e abrirían un a b i s m o y crearían un contraste. p e r o e s q u e a d e m á s es irreal. d e n tro de los s e c t o r e s m á s bien apolíticos y d e utilidad para la c o n v i v e n c i a d e los p u e b l o s . t e n i e n d o en cuenta q u e cada v e z se p o n e m á s c l a r a m e n t e d e m a nifiesto la f o r m a c i ó n d e tres g r a n d e s e s p a c i o s e c o n ó m i c o s . d e j a n d o entrever así q u e .

también para mí. en la franqueza y en la voluntad de reconciliarse. imponerse en la competencia decisiva entre el Este y el O e s t e . de otro m o d o .e c o n ó m i c o . no exijo nada que no sea posible y lícito en el m a r c o de los Tratados de R o m a : exijo p r e c i s a m e n t e lo que se p r o c l a m ó en el curso de los Tratados de R o m a . sería un mal e u r o p e o . pero políticamente relacionados. pretende a l g o m á s q u e una integración europea m e r a m e n t e parcial. con ocasión de su ratificación.La justificación moral de la CEE. no son al parecer conscientes de que reducen considerablemente esa ayuda. 145 . en el c a m p o s o c i o . En definitiva. ¿ C ó m o sería posible. altamente desarrollados. con el resto del mundo libre. en realidad no hacen sino sostener ideas trasnochadas de un equilibrio de intereses entre grandes espacios e c o n ó m i c a m e n t e aislados. radica. fundándose en nefastas reminiscencias del pasado. a base de una comunicación m á s estrecha entre los pueblos portadores de la libertad? Los que creen poder dividir todo el sector de los e s p a c i o s en desarrollo por esferas d e influencia o de interés de los países industrializados. teniendo en cuenta la situación de la política mundial. ante los países en desarrollo. las bases de una asociación multilateral y. Nunca insistiré bastante en que algunos que se tienen por m o d e r n o s . c o m o y o . Esto no supone de ningún m o d o menospreciar los múltiples esfuerzos por integrar las libres iniciativas d e este mundo. tanto en el orden moral c o m o en el e c o n ó m i c o . con ello. sobre todo. Pues hoy no se trata ya sólo de Europa. pero m e o p o n g o de m o d o igualmente v e h e m e n t e — y creo que en esto soy un espíritu a v a n z a d o — contra la acusación de que quien. pues. Estas son. sino de sus relaciones en t o d o el mundo y de su postura respecto a los problemas y al ser histórico de todos los pueblos de la tierra. de una reconciliación de Europa.

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partiendo d e formas aún m u y p r i m i g e n i a s d e desarrollo q u e . Libertad. d e afrontarlo c o n objetividad. es decir. no s ó l o en lo material y e c o n ó m i c o . responsabilidad y orden: claves para un desarrollo económico satisfactorio C o m o e s natural. sino q u e hay formas casi innumerables y variaciones infinitas. s e p u e d e evolucionar i n m e d i a t a m e n t e hacia las formas m á s a v a n z a d a s de la técnica m o d e r n a . aunque c o n e s t o n o quiero decir q u e se tenga q u e pasar por todas las etapas 147 . D e s p u é s de esta advertencia previa p u e d o tratar el verd a d e r o t e m a y plantear la siguiente pregunta — y e s o lo h a c e m o s ahora casi a d i a r i o — : ¿cuál es el m e j o r m o d o d e s o l u c i o n a r el p r o b l e m a d e la a y u d a al d e s a r r o l l o . El mejor m o d o de expresar adecuadamente este h e c h o . d e la automatización y hasta de la aplicación d e la energía a t ó m i c a . q u é posibilidades d e solución s e nos plantean y cuáles son los m e d i o s m á s fructíferos para conseguir el mejor e f e c t o . pueden p a r e c e r quizá aún primitivas en lo t é c n i c o . s e encuentra naturalm e n t e en un p r o c e s o d e desarrollo.Capítulo VI POLÍTICA DE DESARROLLO 1. consiste en poner d e manifiesto q u e c o n s i d e r o a la m i s m a A l e mania todavía c o m o un "país en desarrollo". sino t a m b i é n en lo espiritualpsíquico? Sería fácil caer en la tentación d e creer q u e . no c a b e hablar de un s o l o tipo de "país en desarrollo". tanto para los d o n a d o r e s c o m o para los r e c e p t o r e s . pues quien se esfuerza por c o n s e g u i r a l g o mejor. m e d i d a s c o n nuestra escala. C r e o q u e sería un c a m i n o e q u i v o c a d o .

aun cuando quizá fuera t é c n i c a m e n t e viable.m o d e l o podría traer el éxito por sí sola. porque piensan e q u i v o c a d a m e n t e que la progresiva industrialización del mundo reducirá nuestras propias oportunidades. si se quiere que se crea en el valor de tal ayuda y que se acepte. La verdad d e b e buscarse en el justo m e d i o . o que incluso la condene. N o ignoro que podrían tener su razón de ser en el lugar adecuado. sino aún m á s de los c o razones y de las almas. Es igualmente peligroso creer que la creación de enormes e m p r e s a s . así. sería una r e c e ta e q u i v o c a d a . sino también en la creación y desarrollo de una e c o n o m í a comercial e industrial propia. q u e nuestro equilibrio a n í m i c o se v e a m e n a z a d o ante dichos c a m b i o s revolucionarios. Supera las fuerzas no sólo de los espíritus. sin e m b a r g o . por conseguir bienestar y seguridad social.que nosotros tuvimos que recorrer en el c a m i n o de la industrialización en el curso de 120 años. cuando se trata de despertar a los pueblos la confianza en el éxito de un nuevo c o mienzo. Puede ser que en Europa haya gente que considere tal opinión de m o do crítico y con escepticismo. querer dar un salto — p o r así d e cir— de la nada hacia la técnica moderna. de un c o m p r o m i s o ético y moral. e m p l e a n d o el mism o período de t i e m p o . m á s bien d e b e comprenderse c o m o una tarea de humanidad. D e s d e el punto de vista material. T e n g o el convencimiento inamovible de que los deseos de los pueblos por salir de la penuria y de la pobreza. no pueden alcanzarse hoy día sólo mediante el cuidado de la agricultura y la explotación de las reservas naturales. por ejemplo. ni t a m p o c o debe considerarse en primer lugar c o m o un problema político. Esto. Es del t o d o cierto — y nosotros m i s m o s e x p e r i m e n t a m o s alg o de ello cuando p e n s a m o s en las posibilidades fantasm a g ó r i c a s del a p r o v e c h a m i e n t o de los c o n o c i m i e n t o s científicos m o d e r n o s — . no sólo en la mejora de la productividad de la agricultura. naturalmente. El problema de la ayuda al desarrollo no sólo plantea cuestiones e c o n ó m i c a s . lo cual está muy emparentado con esa otra creencia que anteriormente he criticado. no sólo en la explotación de los recursos naturales de cada país. en el mejor sentido de la palabra. sino que ante tales objetivos es imposible renunciar a la industrialización. 148 . m e parece que importa m u c h o m á s iniciar el desarrollo sobre la base de una participación social y ocupacional lo m á s amplia posible.

ni s ó l o por la situación d e la política mundial. p o r q u e son un e l e m e n t o perturbador no s ó l o para nosotros sino también para aquellos países en los q u e los síntomas positivos se tornan n e g a t i v o s . p r o p o r c i o n a n d o al m i s m o t i e m p o una ayuda considerable a los países en desarrollo mediante dichas exportaciones d e capital. asegurando al m i s m o tiemp o q u e e s e f o n d o no se a g o t e de una v e z y se pierda. a otros países. y q u e e s o s principios no pueden encontrar aplicación sin reservas. sino t a m b i é n por las b a s e s e c o n ó m i c a s d e nuestra situación. d e m o d o q u e a l c a n c e resultados e c o n ó m i c o s y s o c i a l e s positivos? En la República F e d e r a l e s t a m o s r e f l e x i o n a n d o s e r i a m e n t e . P u e d o asegurar q u e ya h o y se vislumbra q u e e s e f o n d o tendrá un v o l u m e n superior al q u e hasta ahora nos a t r e v í a m o s a esperar o p o d í a m o s aceptar. sobre c ó m o crear un f o n d o d e desarrollo q u e p o n g a las b a s e s para el uso eficaz de e s o s m e d i o s . Y e s p e r o q u e e s t e nuev o c o m i e n z o sea fructífero para t o d o s y q u e . P e r o esas m o d i f i c a c i o n e s no pueden ir tan lejos q u e se llegue sencillamente a abandonar la sustancia interna d e un or149 . según la situación. c o n una fidelidad e s c l a v a . Si h o y en día se critica a A l e m a n i a en t o do el mundo por sus altos superávits en la balanza de pagos. Más bien serán necesarias ciertas m o d i f i c a c i o n e s . una v e z m á s . no s i e m p r e fundada. c o n nuestra disposición a reducir e s e superávit m e d i a n t e m a y o r e s e x p o r t a c i o n e s de capital. en los países en desarrollo. A s í p u e s .Pero al m a r g e n d e cualquier interpretación nos planteam o s la siguiente pregunta: ¿ c ó m o conseguir q u e las personas realicen las actividades y trabajos d e los q u e no se puede prescindir. contribuya al e n t e n d i m i e n t o y la r e c o n c i l i a c i ó n entre los pueblos. q u e r e m o s hacer frente a e s ta acusación. e s t o y c o n v e n c i d o d e e l l o . es decir. A h o r a planteo n u e v a m e n t e la cuestión: ¿cuál e s el m e jor c a m i n o ? S e g u r o q u e es a c e r t a d o afirmar q u e los m o delos d e una e c o n o m í a social libre — q u e en A l e m a n i a llam a m o s Economía Social d e M e r c a d o — no se pueden aplicar sin m á s . e s t a m o s ante un n u e v o c o m i e n z o . sino que se r e g e n e r e c o n nuevas fuentes. si se quiere q u e un país recorra los p r o c e s o s de desarrollo n e c e s a r i o s . d e s d e t o d o s los puntos d e vista: no s ó lo d e s d e nuestra n u e v a actitud m o r a l . y e s a s reflexiones están t o m a n d o c a d a v e z m á s c u e r p o .

y en principio s o y d e la opinión de q u e lo q u e d e b e h a c e r s e en el sector d e la infraestructura es. m e d i a n t e los correspondientes créditos a largo plazo y bajo ciertas c o n d i c i o n e s . las ayudas para dichos fines no d e b e n c o n c e d e r s e d e a c u e r d o c o n principios c o merciales y c o n d i c i o n e s d e e c o n o m í a privada.den libre. una tarea del Estado y que. la creación de escuelas y centros de educación y formación. En los c o m i e n z o s d e la reconstrucción de la p o s guerra se sostuvo en m u c h o s lugares la opinión de q u e una industrialización de los países en desarrollo tenía q u e e s tar fundada n e c e s a r i a m e n t e sobre una e c o n o m í a estatal porque. c a b e también l a ' e c o n o m í a privada que en el futuro d e b e estar dispuesta a participar m á s y de forma m á s directa. Por el c o n trario. de m o d o que v e a n las c o n s e c u e n c i a s de tales a v a n c e s para su propia vida y su futuro. al m e n o s .h o w " del m o d o más plástico. y para la construcción de su país. y de las concesiones y avales de crédito que eran usuales hasta ahora para la financiación de las e x p o r t a c i o n e s y para grandes p r o y e c t o s de inversión. el m i s m o valor que las personas de dichos países en desarrollo puedan colaborar directamente. primariamente. T a m p o c o aquí hay una forma única. en los países en desarrollo. N o quitamos importancia a esto. por ejemplo. estando dispuestos al m i s m o t i e m p o a c o l a b o rar con los pueblos de que se trate y con las personas del país. s ó l o el Estado c o n su ó r g a n o ejecutivo estaría en c o n d i c i o n e s d e iniciar y continuar el desarrollo e c o n ó m i c o . Lo que se pueda dar a m o d o d e ayuda t é c nica. e m p r e n d e d o r y r e s p o n s a b l e p a r a o p e r a r en los p a í s e s en desarrollo. teniendo en cuenta la insuficiente b a s e privada de capital. pues aparte de las ayudas estatales en forma de empréstitos para fines de infraestructura. un solo m o d e l o . han d e tenerse en cuenta las circunstancias d e estos p r o y e c t o s y sus posibilidades de aprovechamiento. es ciertamente importante y es un b e neficio general. o p i n o q u e d e b e r í a m o s aplicar toda nuestra imaginación para desarrollar nuevas formas de c o o p e ración entre un e m p r e s a r i a d o suficientemente activo. n a c i e n d o que se sientan responsables del desarrollo de las fuerzas productivas. pero pienso que tiene. Esto p u e d e ser cierto en uno u otro lugar. y y o s o y el último dispuesto a admitir tales e x a g e r a c i o n e s . en c o n s e c u e n c i a . 150 . para trasferir de esta forma el " k n o w . Por otro lado.

La libertad es un bien tan v a l i o s o q u e d e b e ser defendido c o n s t a n t e m e n t e y q u e d e b e conquistarse n u e v a m e n t e cada día. sino también en t o d o el m u n d o libre— g a n a r e m o s la confianza que crea la base fructífera para una estrecha c o o p e r a c i ó n . Si c o n s e g u i m o s c o o p e r a r c o n f i a d a m e n t e los pueblos y las p e r s o nas q u e han a l c a n z a d o la c o n c i e n c i a d e su independencia y. E s p e r e m o s q u e . por e j e m p l o . Por ello hay que encontrar una síntesis entre el orden y la libertad. a v e c e s sienten incluso t e m o r ante la responsabilidad que ésta les i m p o n e . un punto de a p o y o firme para una ayuda al desarrollo realmente efectiva. M e atrevo a afirmar que p r e c i s a m e n t e las p e r s o nas conscientes del valor y d e los beneficios de la libertad. mientras que el orden sin libertad amenaza c o n convertirse en una brutal represión. junto a e s e sentimiento de felicidad.El Gobierno Federal está dispuesto a favorecer esta forma de iniciativa privada y a limitar los riesgos. y e s o quiere decir también que "libertad y o r d e n " son inseparables. para poder estar seguros de un futuro feliz c o n b a s e eñ la c o n servación de esa unidad inseparable. y si s a b e m o s c o o p e r a r —!-en c a s o de que sea n e c e s a r i o — mediante formas c o m p l e t a m e n t e n u e v a s y todavía inusitadas. Mi d e s e o m á s ferviente es que los pueblos y los países q u e han c o b r a d o c o n c i e n c i a d e sí m i s m o s . S ó l o d e s d e una firme voluntad d e ayudar y d e s d e una sincera disponibilidad a demostrar un espíritu humanitario junto al riesgo empresarial — n o s ó l o dentro de los límites p r o t e g i d o s y asegurados por el Estado. S e ha hablado aquí m u c h o del a s p e c t o político. y no se p u e d e dejar c o m p l e t a m e n t e en m a n o s del Estado. 151 . los p u e blos africanos q u e han conquistado su independencia sean conscientes d e q u e no hay p e o r colonialismo q u e el i m p e rialismo de corte comunista-totalitario. "Libertad y responsabilidad" son inseparables. d e su propia responsabilidad y d e su libertad. S e ha dicho repetidamente q u e la era colonial ha l l e g a d o a su fin. y a d m i timos que toda ayuda al desarrollo tiene también una vertiente q u e va m á s allá d e lo humanitario y también d e lo c o m e r c i a l . t a m b i é n r e c u e r d e n la o b l i g a c i ó n del o r d e n . c o n ello. e n t o n c e s h a b r e m o s encontrado una b a s e amplia. aunque é s tos siempre forman parte de una auténtica actividad e m presarial. d e su responsabilidad. pues la libertad sin orden a m e n a z a c o n d e generar siempre en el caos.

Espero que esta c o o p e r a c i ó n no se reduzca únicamente a analizar p r o y e c t o s en detalle y a poner en un primer plano cuestiones técnicas c o m o la de la financiación. c ó m o ayudar a desarrollar su iniciativa para grandes tareas. sino q u e t e n e m o s q u e ver esta tarea en el c o n t e x t o de la e c o n o m í a mundial. L o que q u e r e m o s trasmitirles. no es sólo el capital y el " k n o w . Este e s el v e r d a d e ro punto de partida para una actuación conjunta. siendo conscientes de lo que uno puede dar y de lo que el otro p u e d e o quiere aceptar. psicológicos y sociológicos de la política de ayuda al desarrollo S ó l o se conseguirá un éxito duradero en la ayuda al d e sarrollo si las m e d i d a s que tienen un fundamento político también resultan ser e c o n ó m i c a m e n t e racionales a largo plazo. La situación e c o n ó m i c a mundial se encuentra s o 152 . pero no es suficiente. por encima d e los cálculos y d e la planificación técnica. porque nos sentimos solidarios. los c o r a z o n e s y las almas de las personas hacia un fin digno de esfuerzo. C r e o que p o d e m o s dar m á s . E n t e n d e m o s la tarea de la ayuda al desarrollo c o m o una unidad c o n e x a y coherente. si se m e permite q u e m e e x p r e s e así. A d e m á s . E s o es importante. no p o d e m o s c o n t e m p l a r los p r o b l e m a s d e la ayuda al desarrollo únicamente con la estrecha perspectiva de construir una e c o n o m í a nacional en los países en desarrollo. P o d e m o s aportar conocimientos sobre q u é p r o b l e m a s sociales. S a b e m o s de los peligros. Pero. y también s a b e m o s c o n qué facilidad un pueblo p u e d e tropezar. e c o n ó m i c o s y socio-polític o s deben solucionarse para conseguir un desarrollo e c o nómico. Naturalmente que t o d o esto forma parte del n e g o c i o . y lo q u e se e x i g e de nosotros. Aspectos económicos. S ó l o con un e s píritu c o o p e r a d o r p u e d e surgir una colaboración realmente fructífera. s a b e m o s de los obstáculos que hay q u e superar. iniciativa que hasta ahora no estaba activada y quizás ni siquiera podía estarlo. 2. c ó m o despertar sus fuerzas. una unidad que no puede dividirse en sectores. yerran en su objetivo.h o w " t é c n i c o . t e n e m o s q u e reflexionar sobre c ó m o p o d e m o s orientar las m e n t e s . Las ayudas que se prestan sin estar e c o n ó m i c a m e n t e bien ponderadas. Y ésta es la ley según la cual q u e r e m o s trabajar.

en g e n e r a l s ó l o e s r a c i o n a l una a y u d a q u e se haga s o b r e una b a s e lo m á s a m p l i a p o s i b l e y q u e continúe o r g á n i c a m e n t e s o b r e lo ya e x i s t e n t e . ahora se trata de buscar una nueva configuración de la e c o nomía mundial. d e la e l e c t r ó n i c a . La división del trabajo q u e imperaba hasta ahora entre los países industrializados. si153 . Es decir. ha d e conseguirse q u e en aquellos se desarrolle una transformación e c o n ó m i c a sana q u e p o n g a a dichos pueblos en c o n diciones de ayudarse a sí m i s m o s . d e s d e h a c e algún t i e m p o . una v e z que numerosos países en desarrollo han obtenido su autonomía política y están en c a m i n o d e c o n s e g u i r una i n d e p e n d e n c i a e c o n ó m i c a . t a m b i é n por r a z o n e s p s i c o l ó g i c a s y s o c i o l ó g i c a s . por un lado. que no se trata de construir m o n u m e n t o s nacionales en forma d e e m p r e s a s g i g a n t e s c a s para las que no existe una base e c o n ó m i c a en los países en cuestión. por así decir. durará durante un cierto t i e m p o . y d e conseguir lo m á s pronto posible un nivel de vida digno del h o m b r e . Por esta razón. . en algunos c a s o s no p o drá evitarse a c o m e t e r p r o y e c t o s q u e . a un profundo c a m b i o estructural. A d e m á s del d e s e o de asegurar las ventas de productos de países en desarrollo en los países industrializados. supondría superar no s ó l o los c o n o c i m i e n t o s y la c a p a c i d a d racional d e un p u e b l o . y los países suministradores d e materias primas. en algunos c a s o s será n e c e s a r i o e inevitable transmitir a un pueblo la confianza en su fuerza y en un c o m i e n z o fructífero del desarrollo. podrían dar pie a una crítica justa. pero esta relación experimentará en un futuro p r ó x i m o un c a m b i o básico. La e c o n o mía d e b e desarrollarse d e s d e abajo hacia arriba. según los principios de una e c o n o m í a racional. Sin e m b a r g o . por otro. y de las que d e s d e un principio se s a b e que no serán c o m petitivas en un m a r c o e c o n ó m i c o mundial. Ciertamente. Pero el e f e c t o p s i c o l ó g i c o sobre la población d e un país en desarrollo e s un factor q u e tiene cierta importancia. e t c . Ningún p u e b l o p u e d e pasar i n m e d i a t a m e n t e d e las f o r m a s m á s sencillas d e la t é c n i c a a los m á s c o m p l i c a d o s s e c t o r e s d e a p l i c a c i ó n d e la e n e r g í a a t ó m i c a . partiendo d e la nada se quisiera dar un salto hacia la m á s m o d e r n a t é c n i c a . Las ayudas deben c o n c e d e r s e allí d o n d e se pueda c o n seguir el mejor efecto para el desarrollo global del país receptor. Si. nuestro c o n v e n c i m i e n t o es que. Sin e m b a r g o .metida.

pues se trata de t e m a s q u e se encuadran en el ámbito de la política. en c o m binación con ordenamientos sociales humanitarios y dentro de una cooperación mundial. de un i n m e n s o potencial d e m a terias primas.B. entre el Norte y el Sur. Nuestra ayuda d e b e servir para movilizar la propia fuerza de los países en desarrollo. T o d o d e p e n d e de que se a p r o v e c h e n bien los recursos disponibles. en general. serán los presupuestos principales para un futuro floreciente de esos pueblos.I. tiene que aumentar 154 . lleguen a estar plenamente capacitados para ayudarse a sí m i s m o s . pudiéndose superar las contraposiciones existentes entre ricos y pobres. N o dudo d e que. y m e n o s aún en el d e la Razón pura. El P. 3.no t a m b i é n las fuerzas d e los c o r a z o n e s y d e las a l m a s . así c o m o un capital considerable por parte de los países industrializados. será posible mejorar las condiciones de existencia d e esos pueblos hasta tal punto que. una condición indispensable para ello es un incremento persistente del P. c o m o también en las r e c o m e n d a c i o n e s d e los d e n o m i nados países no alineados. Los países receptores disponen en m u c h o s c a s o s d e g r a n d e s reservas h u m a n a s . T a m b i é n disponen. Los países en desarrollo. paso a paso. bienes y servicios en esos m i s m o s países. p e r o el g r a d o d e formación d e esas personas no suele estar a la altura d e las n e c e s i d a d e s de nuestro t i e m p o . sino q u e precisan asesores e x p e r i m e n t a d o s y e s pecialistas. Sobre las estrategias de la política de desarrollo En la discusión internacional sobre política d e desarrollo. Es decir que en m u c h o s c a s o s están dadas las condiciones básicas para que se produzca un crecimiento e c o n ó m i c o . Un aumento continuado de la producción de materias primas. se m e z c l a n y se confunden consideraciones de poder o de ideología con argumentos objetivos. Se trata de encontrar vías transitables para superar la supuesta o real antítesis entre los países industrializados de O c cidente y los países en desarrollo. y un c o m e r c i o mundial lo m á s auténtico y libre posible. Esto es natural. no en el de la e c o n o mía pura. de cada país en vías de desarrollo.I. entre los pueblos ricos y los pueblos pobres. en algunos c a s o s . no suelen estar en c o n d i c i o n e s de hacerlo por sus propias fuerzas.B.

no p u e 155 . sino que pregunta por el p r o v e c h o que de ello pueden sacar las personas. esta tarea sería fácil de resolver. las e c o n o m í a s planificadas socialistas. C a d a individuo d e b e saber y tener la garantía de q u e un a u m e n t o d e los resultados en su trabajo s u p o n e una m e j o r a para él y para su familia. Es decir. q u e d a sin cubrir el esfuerzo n e c e s a r i o para la prestación d e s e r v i c i o s p ú b l i c o s . al Estado o a una s o c i e d a d masificada. Las e c o n o m í a s planificadas d e corte socialista no sólo resultan ser ineficientes para solucionar los p r o b l e m a s de las economías nacionales altamente industrializadas. C o n o c e m o s bien los caminos que llevan a la meta aunque de ningún m o d o se puede r e c o m e n d a r a todos los pueblos y países que imiten el c a m i n o alemán. Los pueblos viven bajo condiciones muy distintas en unos c a s o s y en otros. al que d e n o m i n a m o s " E c o n o m í a Social de M e r c a d o " . La condición previa para una política e c o n ó m i c a basada en el h o m b r e .e c o n ó m i c o que no da la m á s alta prioridad al c o l e c t i v o . en su bienestar y en su dignidad. Si se tratara s ó l o d e alcanzar esta m e t a m e d i a n t e un aumento de la eficacia de las diferentes e c o n o m í a s nacionales. c o m o por arte de m a g i a . si no se c o n s i g u e m e j o r a r y reforzar la c a p a c i d a d d e c a d a e c o n o m í a nacional. En definitiva. d e su trabajo y d e la c o n f i g u r a c i ó n d e su vida. Pero una cosa sigue siendo válida y c o n s e r v a n d o toda su vigencia: q u e ningún orden político. de m o d o que sus respectivos p r o b l e m a s no se pueden solucionar c o n una sola receta. p u e d e generar. que aún se encuentran en un p r o c e s o de desarrollo. para poder poner a disposición de cada uno alg o m á s . sino que también son aptas para llevar la productividad de los países pujantes a un standing que permita la c o m p a r a c i ó n con los países industrializados. es e s e orden p o l í t i c o . P e r o a su v e z e s t o d e p e n d e — e n casi t o d o s los p a í s e s — d e la m e d i d a en q u e se c o n siga despertar el interés del c i u d a d a n o por el resultado de su a c t i v i d a d . el dinero o capital necesarios para satisfacer las n e c e s i d a d e s de las personas y proporcionarles condiciones humanas de vida. Incumplir esta regla sólo causa daños. porque lo cierto es justamente lo contrario. N o p u e d o dejar sin contestación la objeción de que se trata de una consideración d e m a s i a d o materialista. por m u c h o que reclam e para sí la m á s perfecta justicia.en general. por su ineficiencia inherente.

aceptada en m u c h o s c a s o s c o m o a l g o natural. por lo q u e t a m p o c o pueden servir de m o d e l o para solucionar los p r o b l e m a s de los países en desarrollo. e s m á s . e p i d e m i a s . la destrucción d e la propiedad y de los servicios públicos. ocurren d e m o d o q u e los a f e c tados son conscientes d e las causas y de su parte de responsabilidad en ellas. la libertad del c o m e r c i o mundial y d e la circulación d e dinero y capitales. por último. ni siquiera se adecúan a la realidad d e los p r o b l e m a s . crean — t a m b i é n para los países en d e s a r r o l l o — m e j o r e s posibilidades d e orientación q u e una m a y o r influencia estatal. son p r o b l e m a s en los que la antinomia entre política y e c o n o m í a . por regla g e neral. no se suele ser consciente de las c o n s e c u e n c i a s desastrosas q u e van unidas a los fallos en la política e c o n ó m i c a . JSi la " c o n s e c u c i ó n d e un n u e v o o r d e n e c o n ó m i c o m u n d i a l " ni t a m p o c o la " c o h e s i ó n " dentro d e un n u e v o b l o q u e — e l b l o q u e d e los 156 . En c a m b i o . m á s burocracia y m á s privilegios para unos p o c o s . La c o o p e r a c i ó n internacional. Y no e s t o y hablando de los conflictos a r m a d o s y d e las destrucciones q u e de ellos se derivan: las víctimas hum a n a s . Y por ello suelen ser insuficientes las m e d i d a s que se t o m a n para superar dichas situaciones. Frecuentemente nuestra mirada se dirige sólo a los acontecimientos a cuya m e r c e d están los h o m b r e s de t o d o tiemp o y lugar: sequías.den ser sistemas con rostro humano. no son p o l í t i c a m e n t e sosteníbles a largo p l a z o . Este tipo d e aflicciones q u e tienen lugar frecuentemente por culpa propia. la orientación de los beneficios en función del rendimiento de las personas y de las e c o n o m í a s y. la disposición a abandonar un p e n s a m i e n t o en slogans q u e no son m á s que armas para la lucha i d e o l ó g i c a . Si bien son una d e las causas de la miseria en el mundo. q u e m á s dirigismo. Con la experiencia que he adquirido en mi vida profesional y política p u e d o decir q u e las d e n o m i n a d a s "soluciones políticas" de los problemas e c o n ó m i c o s . sin e m b a r g o existen otros factores igualmente d e c i s i v o s q u e producen penuria y p o breza. impide encontrar a los pueblos soluciones aceptables para sus p r o b l e m a s e c o n ó m i c o s . lo cual es aún m á s g r a v e . Lo cierto e s q u e m u c h a s d e e s tas cuestiones que h o y en día se discuten en espectaculares conferencias internacionales. c a m b i o s climáticos importantes y catástrofes d e t o d o tipo.

t o d o un sistema de E c o n o m í a Social de M e r c a d o internacional. el conseguir una m o d e s t a felicidad y unas c o n d i c i o n e s de vida dignas del h o m b r e . q u e intentan o b tener éxitos de política de ayuda al desarrollo mediante un chantaje político y p o l í t i c o . Es verdad: existen diferencias sustanciales en las condiciones d e vida entre los diversos países de la tierra. sino que son m u c h o s los países que pueden ofrecer a otros pueblos bienes y servicios que c o m p l e t e n la base de los recursos e c o n ó m i c o s d e estos últimos. que no sólo es fuerte el p o d e r o s o . la mayoría d e los países en desarrollo tiene que r e c o n o c e r que de lo q u e se trata e s de aprovechar para sus fines el orden e c o n ó m i c o mundial que h o y impera y que d e b e configurar abiertamente t o d o tipo de relaciones e c o n ó m i c a s y servir conscientemente a los intereses de todas las e c o n o m í a s nacionales. en el m a r c o de las circunstancias externas dominantes. es un h e c h o desilusionante. Las e c o n o m í a s nacionales que se aislan. A n t e s bien. se necesita e s 157 . T a m b i é n h o y en día sigue siendo una esperanza lejana. la c o m e r c i a l i z a c i ó n y la distribución d e los productos. T o d o s los d e s e o s y reivindicaciones q u e los países en desarrollo manifiestan a los países industrializados. la transferencia de t e c n o l o g í a s y el desarrollo industrial sobre dicha b a s e infraestructural. Esta e s precisamente la ventaja del actual orden e c o n ó m i c o mundial. L o que se necesita y lo que m e r e c e la pena llevar a la práctica es una ampliación de la libre c o o p e r a c i ó n en el contexto d e las ayudas directas bilaterales o multilaterales. no se pueden conseguir simp l e m e n t e a b a s e de súplicas y a p e l a c i o n e s . pero s i e m p r e d e s e a d a por millones de personas. La política de desarrollo incluye la utilización d e las reservas existentes de a c u e r d o con un plan. y recibir contraofertas por ellos.e c o n ó m i c o . en general.no a l i n e a d o s — pueden sustituir las a c c i o n e s racionales y efectivas de la política de desarrollo. tales c o m o la participación en el transporte. topan con la resistencia de nuestro orden e c o n ó m i c o mundial libre. Q u e los desarrollos t é c n i c o s y e c o n ó m i c o s d e los últimos d e c e n i o s sólo han p r o p o r c i o n a d o . p o c a s facilidades a las personas. el a c c e s o m á s libre posible a los m e r c a d o s . realmente trágica. es decir. porque toda confrontación será contestada c o n las correspondientes a c c i o n e s de los afectados en cada c a s o . Para superar esta situación.

Los éxitos de la política de desarrollo no son el resultado de una casualidad propicia o d e circunstancias únicas. que tuvo éxito. siguiendo c o n s c i e n t e m e n t e un plan establecido. Esta estrategia se aplicó. con gran diferencia. en todos los países industrializados reinaba un p a u p e r i s m o inimaginable. los países industrializados han conseguido que la estrategia d e desarrollo adquiriera contornos m á s claros. y el resultado es q u e e s o s países se encuentran actualmente a la cabeza. v e o actualmente tres grandes obstáculos para conseguir en este terreno una política q u e tenga sentido y éxito: la falta de atención a las experiencias históricas. y tomar las decisiones necesarias en la política de ayuda al m i s m o . Situaciones favorables d e s d e el punto d e vista d e la política de desarrollo se pueden crear en principio en cualquier país. contra ideas ingenuas. sobre t o d o . r e c o n o c e r el m o d e l o básico d e todos los p r o c e s o s de desarrollo. hasta h a c e sólo p o c a s g e n e r a c i o n e s . en la reconstrucción del m u n d o occidental después d e la Segunda Guerra Mundial. Prácticamente en ningún país en desarrollo se tiene en cuenta que. T a m b i é n en algunos países en desarrollo encontraron interés y a c o g i d a los principios de esta estrategia. p e r o e s o es secundario. tienen un producto interior per capita muy por encima del p r o m e d i o . Lo importante es. En m u c h o s lugares parecen haberse d e s v a n e c i d o totalm e n t e los c o n o c i m i e n t o s a c e r c a del desarrollo histórico. A través de una larga historia de e q u i v o c a c i o n e s .e c o n ó m i c o s . las m e d i d a s que haya que aplicar en c a da c a s o diferirán unas d e otras. La cuestión de una política racional de desarrollo ha superado ya la fase de los experimentos p o l í t i c o . un alto g r a d o d e industrialización y. 158 . luchando contra n u m e r o s o s errores. En contraposición a m u c h a s otras personas q u e tratan la ayuda al desarrollo. contra opiniones e q u i v o c a d a s y contra m e d i d a s ineptas e inadecuadas. un perseguir acríticamente en d e m a s i a d a s o c a siones principios que sólo tienen una base ideológica. Indudablemente. también de e d u c a c i ó n . La penuria y la pobreza en este mund o no tienen que aceptarse c o m o un destino irrevocable. y una sobrestima grotesca d e algunos a s p e c t o s d e la política de ayuda al desarrollo. en la lista de los 150 países m e n o s desarrollados.fuerzo por nuestra parte. por tanto. sobre t o d o .

Los países que intentan acelerar su industrialización con un gran esfuerzo d e capital. Es. y d e una vida pobre e incluso miserable. pues. El presupuesto m á s importante para un p r o c e s o de desarrollo d e esas características es disponer d e m a n o de obra que quiera participar en los m o d o s industriales de producción. Los grandes c a m bios t é c n i c o s . lamentable q u e los gobiernos pretendan m e j o rar su situación c o n m e d i d a s inefectivas y erróneas. tantas v e c e s expuesta.Para el desarrollo e c o n ó m i c o en Europa no fueron decisivos los inventos espectaculares que se suelen citar en relación con las revoluciones industriales. sino el m o d o en que se aplican los fondos. d e suministradores extranjeros y de c o m p r a d o r e s extranjeros. que esté dispuesta a s o m e t e r s e a una cierta disciplina de trabajo. m a n o d e obra. S ó l o cuando e s o s h o m b r e s se han liberado d e la apatía producida por las m u c h a s esperanzas truncadas. sólo cuando se han llenado de confianza en su futuro. de especialistas extranjeros. Lo decisivo para que la política de ayuda al desarrollo tenga éxito no es la cantidad en sí. una política de confrontación. de alianzas de cártel y de s o b r e aumentos d e precios para materias primas y energía sólo puede proporcionar mejoras a corto plazo para algunos p o c o s países. y cuando han advertido q u e está en su poder el mejorar sus c o n d i c i o n e s d e vida y el dominar su propio destino. se han sentado las bases para un desarrollo floreciente d e e s o s países. para un desarrollo duradero nada es m á s n e c i o y e q u i v o c a d o que la opinión. podrán presentar en un corto p e r í o d o de t i e m p o una serie d e objetos de prestigio q u e funcionen m á s o m e n o s . p e r o caerán en una d e pendencia — c i e r t a m e n t e i n d e s e a d a — del extranjero. En realidad. las r e v o l u c i o n e s industriales. s ó l o p u e d e n tener lugar cuando se ha desarrollado un p r o c e s o de producción en técnica sencilla. s ó l o e n t o n c e s . en este c a m p o s ó l o se han obtenido éxitos cuando al m i s m o t i e m p o se ha c o n s e g u i d o d e s pertar la actividad creativa d e los h o m b r e s . Por esta razón. y cuando existe una d e m a n d a interior de productos industriales. de q u e la política d e desarrollo d e b e consistir principalm e n t e en el f o m e n t o de las e x p o r t a c i o n e s d e los países en desarrollo. pues. si p u e d e esperar que su salario sea también a d e c u a d o a sus esfuerzos. Desarrollos duraderos y bien fundados pre159 .

La industrialización y la formación no son. N o q u i e r o q u e d a r m e en una d e c l a r a c i ó n d e p r i n c i p i o s . Los d e n o m i n a d o s planes e c o n ó m i c o s de desarrollo han p r o v o c a d o un e l e v a d o número de ruinas evidentes. ni fines en sí m i s m o s ni medios para conseguir un fin. d e b i d o al e x c e s i v o e n d e u d a miento d e los países en desarrollo. conducen por un lado a una relativización de las c o n c e p c i o n e s clásicas d e la ayuda al desarrollo. de los empresarios de transporte y c o m e r c i o . T é c n i c a s d e producción de alto capital s o b r e la b a s e d e c r é d i t o s b a r a t o s para el d e s a r r o l l o c o n d u c e n n e c e s a r i a m e n t e . y a la d e m a n d a m a c r o e c o n ó m i c a que se consiga en cada c a s o . Las moratorias. y por otro lado ponen de manifiesto que son p o c o s los esfuerzos actuales que responden a enfoques a d e c u a d o s . y la ruina de e c o n o m í a s nacionales enteras. de los productores comerciales. S e deben buscar unos ingresos crecientes sobre una base amplia y en una relación sana con el poder e c o n ó m i c o . Estas ideas. La demanda nacional y la producción generada para cubrir dicha demanda deben ocupar el centro de atención de toda política de desarrollo. la creación d e nuev o s fondos y las manipulaciones de política monetaria de los m á s diversos tipos no c a m b i a n nada. sin e m b a r g o . sino solamente indicadores y resultados de un desarrollo que se ha puesto en marcha con éxito. interesantes d e s d e el punto de vista d e la política d e desarrollo. a una limitación de nuevas inversiones. Muchas de las m e d i d a s de política de desarrollo llevadas a c a b o hasta ahora han p r o p o r c i o n a d o a los países afectados una serie d e n u e v o s p r o b l e m a s que no están en condiciones de solucionar. L o q u e . m e r e c e subrayarse e s el a s p e c t o político d e la ayu160 . T a m p o c o d i c e n nada las d e c l a r a c i o n e s s o b r e fines cualitativos y cuantitativos d e p l a n i f i c a c i ó n . basadas únicamente en datos objetivos. en dicho proceso. Y a ello se añade algo m á s : ninguna estrategia de desarrollo orientada por el capital sirve para utilizar plenamente la riqueza de reservas humanas de los países en desarrollo.suponen un aprovechamiento de la infraestructura nacional. N o p u e d e perderse d e vista q u e la ayuda al desarrollo s ó l o p u e d e considerarse positiva si se a d a p tan las estructuras existentes y se c o n s i g u e la mejora de las condiciones dadas en lo que se refiere a la productividad del trabajo.

O t r o punto al q u e d e b o referirme ahora e s el del p o d e r de atracción q u e o f r e c e n las e c o n o m í a s planificadas s o cialistas. los países industrializados del m u n d o libre. los intereses p o l í t i c o s y e c o n ó m i c o s c o n t r a p u e s t o s . p o r q u e minan la responsabilidad personal y. p e s e a su e v i d e n t e f r a c a s o . La ayuda e c o n ó m i ca d e los p a í s e s c o m u n i s t a s está unida. Entre otros h e c h o s a tener en cuenta destaca el haber l l e g a d o al c o n v e n c i m i e n to de que el rendimiento. en la era de su propio desarrollo. d e b e r í a m o s evitar v e r ú n i c a m e n t e las antítesis. La fascinación q u e suscita a ojos d e los dirigentes y las élites de m u c h o s d e e s o s p a í s e s en d e s a r r o l l o p a r e c e ser p o c o m e n o s q u e indestructible. ricos o p o b r e s . debería estudiarse m á s a f o n d o si tal v e z la confluencia d e intereses entre los p a í s e s industrializad o s d e Europa Central y O c c i d e n t a l . sigue siendo el mejor fundamento d e las e c o n o m í a s nacionales sanas. del L e j a n o Oriente y d e A m é r i c a . y los p a í s e s en d e s a r r o l l o no e s m a y o r q u e lo q u e s e e x p o n e en las d i s c u s i o n e s públicas o en las numerosas conferencias internacionales. a implicaciones políticas. no normalizados. m u c h o s de esos países tardaron en encontrar un equilibrio entre los diferentes intereses d e los grupos sociales. P e r o t e n g a m o s p a c i e n c i a . de esta manera. las pérdidas se a c h a c a n a la-generali161 . q u e son sólo parcialmente ingeniosas. Por último. Del m i s m o m o d o d e b e n rechazarse las estatalizaciones. Otra conclusión a que c o n d u c e la experiencia real es que un libre c o m e r c i o mundial ha resultado ser m á s efectivo para todos q u e cualquier intento de manipular los m e r c a d o s a través d e intervenciones estatales. por regla general sirve siempre s ó l o c o m o m e d i o d e influencia política hasta la d e p e n dencia total d e q u i e n e s la r e c i b e n . no p o c a s equivocaciones. E s t o s o r p r e n d e tanto m á s cuanto q u e la ayuda q u e los p a í s e s del b l o q u e c o munista han c o n c e d i d o y pueden seguir c o n c e d i e n d o a los países en desarrollo s ó l o e s una p e q u e ñ a parte d e lo q u e ya han h e c h o . q u e a mi m o d o d e ver c a r e c e d e f u n d a m e n t o y no es e x p l i c a b l e r a c i o n a l m e n t e . en alcanzar su estabilidad. y por tanto. p u e s t a m b i é n los p a í s e s industrializados occidentales han c o m e t i d o . en el m a r c o de la libre c o m p e tencia. y seguirán h a c i e n d o en el futuro.da al d e s a r r o l l o . T o d o s n o s o t r o s . en cualquier caso. en el norte y en el sur.

Así pues. no sorprenderá a nadie. el h e c h o de que. de que tanto se habla. 162 . en mi idea de un orden que funcione en los países en desarrollo.dad. y que no m e convenzan nada los fondos públicos o privados q u e falsifican el merc a d o . Estoy p l e n a m e n t e persuadido de q u e s ó l o si el " n u e v o orden e c o n ó m i c o mundial". asumiera a l g o d e esas experiencias y c o n o c i m i e n t o s q u e han acumulado no p o c o s pueblos c u y o orden v i e n e m a r c a d o por la e c o n o m í a d e m e r c a d o . s ó l o e n t o n c e s . no haya e s p a c i o para los cárteles y c o n v e n i o s privados. las personas y los pueblos en los países en desarrollo podrían abrigar la e s peranza d e liberarse de la pobreza y de la penuria.

entró en el n e g o c i o textil de su padre c o m o v e n d e d o r y representante. y d e s pués en la universidad d e Frankfurt/Main. Tras los estudios del bachillerato y la especialización profesional en una escuela d e c o m e r c i o . En 1925 o b t u v o el g r a d o de D o c t o r en Ciencias E c o n ó m i c a s . tanto acer163 . c o m o el l e g e n d a r i o " p a d r e del m i l a g r o e c o n ó m i c o alemán". Erhard tuvo q u e d e s e m p e ñ a r múltiples tareas: fue responsable d e la edición de la revista mensual del instituto. Tras su doctorad o fue Profesor A y u d a n t e durante algún t i e m p o . bajo la dirección del Profesor Dr. y murió a la e d a d de ochenta años. de tal m o d o q u e tuvo q u e abandonar incluso su primer oficio. y e n v i a d o al frente de P i a v e . Franz O p p e n h e i m e r . A t o d o e s t o hay q u e añadir q u e p r o m o vió y orientó múltiples investigaciones científicas. d o n d e fue g r a v e m e n t e herido en una pierna. q u e se o c u p a b a — c o n una considerable influencia y participación activa en la p o lítica e c o n ó m i c a del m o m e n t o — de cuestiones d e la política e c o n ó m i c a práctica de aquel e n t o n c e s . el 5 d e m a y o de 1977 en Bonn. prim e r o en la Alta Escuela d e N e g o c i o s d e N u r e m b e r g . o r g a n i z ó Jornadas a las q u e invitó a importantes personalidades d e t o d o el Reino A l e m á n . En 1916 fue enrolado en el ejercito a l e m á n c o m o s o l d a d o artillero. Erhard c o m e n z ó e n t o n c e s los estudios universitarios en Ciencias E c o n ó m i c a s y en S o c i o l o g í a . En dicho instituto. p e r o p o c o d e s p u é s fue n o m b r a d o subdirector del "Instituto para la o b servación e c o n ó m i c a d e los productos manufacturados alem a n e s " de N u r e m b e r g .BIOGRAFÍA DE LUDWIG ERHARD Ludwig Erhard n a c i ó el 4 de febrero d e 1897 en Fürth.

p r i m e r o . y e l e g i d o presidente del m i s m o . ni en las misiones d e producción industrial para la guerra. o c u p ó una posición q u e correspondía ya a la d e ministro federal d e e c o n o m í a . El 2 0 d e junio d e 1948. d e b i d o a su incapacidad física. e n octubre d e 1 9 4 5 fue nombrado ministro d e e c o n o m í a en el Land d e Baviera. Erhard n o participó ni en el servicio militar activo. éstas fueron bastante c o n o cidas. Erhard fue l l a m a d o por el Instituto e s p e c i a lizado "Dinero y Crédito". De este m o d o . C o n ello Erhard. y en 1 9 4 2 perdió su puesto d e trabajo. en e s e c e r r a d o y s e c r e t o g r u p o d e e x p e r t o s e c o n o mistas a l e m a n e s . En m a r z o d e 1 9 4 8 . s e llevó a c a b o una reforma e c o nómica en las tres zonas d e o c u p a c i ó n occidentales d e A l e 164 . Durante la II Guerra Mundial. se le c o n fiaron c a r g o s públicos. Erhard continuó trabajando por su cuenta y en 1944 ultimó — e n tre o t r o s — un escrito titulado "Financiación d e la guerra y consolidación d e la deuda". c o m o acerca d e cuestiones fundamentales. T a m bién en el m u n d o d e la ciencia. estos trabajos d e investigación estaban en aquel t i e m p o prohibidos: A l e m a n i a s e encontraba en una "guerra total". Erhard s e había labrado un buen n o m b r e : la universidad d e Munich le n o m b r ó Honorarprofessor en n o v i e m b r e d e 1 9 4 7 . y experto e c o n o m i s t a sin antecedentes políticos s o s p e c h o s o s . Sin e m b a r g o . Ahí. Inmediatamente después del final d e la guerra. s e preparó la reforma e c o n ó m i c a . m u c h o antes d e la fundación d e la República Federal d e A l e m a n i a . A pesar d e que Erhard sólo hizo partícipes d e sus reflexiones a algunas personas d e su confianza. D o s años después. Erhard fue considerado por las fuerzas d e o c u p a c i ó n a m e r i c a n a s c o m o h o m b r e d e confianza.ca de problemas político-económicos d e actualidad en aquellos m o m e n t o s . el C o n s e j o e c o n ó m i c o — u n Parlam e n t o f o r m a d o por m i e m b r o s d e las c á m a r a s r e g i o n a l e s — eligió a Erhard "Director para la administración d e la E c o nomía d e la región e c o n ó m i c a unificada". q u e en los círculos d e la resistencia frente al nacionalsocialismo fue considerado c o m o una b a s e fundamental para la futura reconstrucción. E s to le permitió dedicarse a lo q u e consideró su tarea: preparar intelectualmente las bases para la reconstrucción d e un orden e c o n ó m i c o d e paz. Por esta razón tuvo dificultades c o n las autoridades políticas. q u e habría q u e abordar tan pronto c o m o terminase la guerra. q u e ejerció posteriormente.

estas m e d i d a s de reforma también contribuyeron a que las e s peranzas q u e m u c h o s políticos y funcionarios habían puesto en un orden e c o n ó m i c o socialista.mania. Esto constituyó un p a s o extraordinariamente valiente. en la q u e su partido o b t u v o mayoría a b soluta. a c e r c a d e la financiación adecuada de los g a s t o s del Estado. Erhard rechazó con frecuencia el calificativo de "padre del m i l a g r o e c o n ó m i c o a l e m á n " c o n q u e se le d e s i g n a b a . El 16 de octubre d e 1963. Erhard participó en las e l e c c i o n e s para el p r i m e r p a r l a m e n t o a l e m á n en el distrito e l e c t o r a l d e Ülm/Heidenheim. en n o v i e m b r e d e 1948 se produjo una huelga general contra la política e c o n ó m i c a d e Erhard. q u e ha sido desarrollada en m u c h o s estudios teoréticos. D o s r a s g o s fundamentales caracterizan esta " e c o n o m í a política": El fundamento d e la política e c o n ó m i c a d e Erhard e s la e c o n o m í a de m e r c a d o . desde A d a m Smith. Pero la reforma d e m o s t r ó pronto ser un gran éxito. El 23 de m a y o d e 1949 entró en vigor la nueva constitución a l e m a n a . Erhard abandonó este c a r g o . El 1 de diciembre de 1966. y d e r o g ó n u m e r o s o s decretos y r e g l a m e n t o s en que se fijaban precios. Por e s o . sus éxitos y sus perspectivas. entre otros motivos. el Parlamento A l e m á n eligió a Erhard c o m o Canciller Federal. y d e una política c o n s e c u e n t e . La c a m p a ñ a electoral había girado casi por c o m pleto en torno a la política e c o n ó m i c a de Erhard. Sin duda. El 2 0 de s e p t i e m b r e d e 1949 juró el c a r g o d e ministro de e c o n o m í a en el primer Gabinete Federal bajo la cancillería de Konrad A d e n a u e r . la L e y Fundamental d e la República F e deral de A l e m a n i a . Sin e m b a r g o . sino las c o n s e c u e n c i a s de una c o n c e p c i ó n bien p e n sada. con una amplia mayoría. Erhard tenía la c o n v i c c i ó n de que la política de e c o n o m í a de mer165 . se d e s v a n e c i e r a n . Sin e m b a r g o . Erhard unió esa reforma monetaria a una amplia reforma e c o n ó m i c a : introdujo una extensa liberalización del c o m e r c i o . pues ninguna entidad e c o n ó m i c a en toda la zona d e o c u p a c i ó n estaba en c o n d i c i o n e s para una mutación tan fundamental del orden e c o n ó m i c o . O c u p ó e s e c a r g o hasta 1 9 6 3 . porque le fue imposible sostener la situación creada por las discusiones dentro del partido. esto no brindó m á s q u e la ocasión para q u e se pusiera d e m a nifiesto q u e la mayoría d e la población estaba d e su lado. El aclaraba q u e los éxitos d e su política no fueron ningún milagro.

discursos e intervenciones públicas. por e j e m p l o . Sin e m b a r g o . 166 . de tal manera que cada p a s o que se d é mejore no s ó l o la eficiencia d e la e c o n o m í a . Ellos desearían un m é t o d o de m á x i m o p r o g r e s o e c o n ó m i c o con la mínima consideración social. la política e c o n ó m i c a t i e n e en ella la m i s i ó n d e crear las c o n d i c i o n e s m a r c o . A los e c o nomistas que sólo se orientan hacia el " m o d e l o " de economía de m e r c a d o . Erhard nunca perdió d e vista su objetivo: la instauración y el perfeccionamiento de un orden e c o n ó m i c o d e m e r c a d o . en todos los sectores e c o n ó m i c o s que fuera posible. Erhard no dudó de que s ó l o la e c o n o m í a de merc a d o p u e d e alcanzar "bienestar para t o d o s " .c a d o d e b e sintonizar en t o d o m o m e n t o con una solicitud extrema por las relaciones sociales que se van creando en la correspondiente situación. Junto a esta forma peculiar de considerar las tareas y los m é t o d o s de la política e c o n ó m i c a . d e b e p r e o c u p a r s e d e alcanzar y m a n tener la estabilidad monetaria y el pleno e m p l e o . Erhard consideró la e c o n o m í a c o m o un ámbito o a s p e c t o central de la vida. y lo realizó p a s o a p a s o d e forma c o n secuente. que d e b e ser a d e c u a d a m e n t e o r d e n a d o para que las c o n diciones sociales se desarrollen hasta un estado satisfactorio. Erhard e x p u s o esta visión propia de la e c o n o m í a en n u m e r o s o s artículos. y d e que sólo en la e c o n o m í a de m e r c a d o pueden evitarse las luchas por el reparto de la redistribución. el p r o c e d i m i e n t o de Erhard les p a r e c e e x c e s i v a m e n t e vacilante y prudente. y para que la cultura y la calidad humana alcancen una firme r a i g a m b r e . sino también la situación social de la población. la E c o n o m í a Social de M e r c a d o de Erhard se caracteriza también por un rasgo que va m á s allá d e la pura política e c o n ó m i c a . Sin e m b a r g o .

Cfr.Ü. Edición de K. El bienestar: ¿ o b j e t i v o d e la política e c o n ó m i c a o indicador del sentido d e la v i d a ? : artículo publicado en el p e riódico Frankfurter Allgemeine Zeitung. 6 0 7 . Edición de K . 2 . p p . 1 9 8 8 . 3 . el 1 7 d e a g o s t o d e 1 9 5 7 . E C O N Verlag. Düsseldorf. p p . p p . N e w York. Cfr. Edición d e K . Cfr. Reden und Schriften. 4 .D.6 2 3 . el 1 de junio de 1 9 5 2 . p p .5 1 7 .D. E c o n o m í a c o m o parte d e la cultura: artículo publicad o en Der Volkswirt. el 3 1 d e marz o d e 1 9 6 5 . 3 4 3 . en Karlsruhe. 1. 2 . K. L o s peligros de la masificación y de la colectivización: artículo publicado en la revista Der Wähler. p p . W i e n . 9 1 5 . Cfr. el 1 d e junio d e 1 9 5 7 . Una política e c o n ó m i c a orientada a la " i n t e g r a c i ó n i n t e r n a " d e la s o c i e d a d : conferencia en el I X C o n g r e s o F e deral d e la C. u n a " S o c i e d a d F o r m a d a " e n la d e m o c r a c i a pluralista: conferencia en el 1 3 C o n g r e s o d e la C.9 2 7 . 5 0 7 . Hohmann. Hohmann.3 4 6 . H o h m a n n .TABLA D E CORRESPONDENCIAS C A P Í T U L O I. Cfr. C A P Í T U L O II 1. H o h m a n n . Edición d e K .. el 2 8 d e abril d e 1 9 6 0 . Ludwig Erhard Gedanken aus fünf Jahrzehnten.Ü. El Estado-providencia: seguridad social al precio de la libertad: artículo publicado en la revista VersiCherungs167 . 5 1 3 .5 1 2 . Hohmann.

Cfr. Una conciencia histórica viva q u e a s e g u r e la libertad y l o s v a l o r e s h u m a n o s : discurso c o n o c a s i ó n d e la reinauguración d e la antigua sinagoga de W o r m s . Edición d e K. Edición d e K. p p . Cfr. 5 9 6 . Edición de K. p p . Cfr. Edición d e K. insatisfacción y envidia s o c i a l : a r t í c u l o p u b l i c a d o e n la r e v i s t a c a t ó l i c a Sonntagsblatt el 2 9 d e e n e r o d e 1 9 5 6 . 3. valores y p r o y e c t o s : artículo publicado en el semanario Die Zeit. 17 d e m a y o d e 1 9 5 4 . 3. E d i c i ó n d e K. Edición d e K. Cfr. c o n ocasión d e su 6 0 aniversario. Hohmann.4 6 5 . Hohmann. Cfr. n° 12 d e diciembre 1959/ e n e r o d e 1960. H o h m a n n .6 0 2 . 3 9 6 .7 6 6 . Edición de K. pp.7 1 6 . C o n s t r u c t i v i s m o y r o m a n t i c i s m o s o c i a l . 4. Hohmann.7 1 9 . C A P Í T U L O IV 1. E s sen.4 7 0 . 7 1 7 . Cfr. La contradicción entre p o d e r y espíritu: una herencia cultural i n a c e p t a b l e : contribución a la publicación (Festschrift) en honor d e E u g e n Qerstenmaier — q u e había sido Presidente del Parlamento a l e m á n durante largos a ñ o s — . Hohmann. 1 0 0 4 . La responsabilidad del E s t a d o y el papel del e m p r e sario: discurso pronunciado en la reunión ordinaria d e m i e m bros d e la A s o c i a c i ó n Federal d e la Industria A l e m a n a . C A P Í T U L O III 1. t e n d e n c i a s de nuestro t i e m p o : artículo publicado en la revista Via Aperta. 168 . 7 1 2 . 4 6 1 . p p . Hohmann. Hohmann. V-VI d e 1962.Wirtschaft de enero d e 1956. Hohmann. Cfr. p p . Edición d e K. 1966. El e m p r e s a r i o y la política: artículo publicado en el Bulletin des Wirtschafsringes. 4 6 6 . pp. S o b r e m a t e r i a l i s m o . pp. 2. 7 6 1 .1 0 1 2 .4 0 4 . el 5 d e diciembre d e 1961. p p . el 3 de diciembre de 1 9 6 1 . 2. El anclaje de la política en ideales. Cfr.

c l a v e s para un d e sarrollo e c o n ó m i c o s a t i s f a c t o r i o : discurso ante la S o c i e dad alemana pro-Africa (Deutsche Afrika-Gesellschaft). S o b r e l a s e s t r a t e g i a s d e la política d e d e s a r r o l l o : artículo publicado en el Frankfurter Allgemeine Zeitung. Cfr.3. CAPÍTULO V 1. 6 5 7 . Libertad. Cfr. en Bonn. Edición d e K.7 6 9 . 4 4 2 . Cfr. Cfr. p p . C A P Í T U L O VI 1. responsabilidad y orden. 1 0 4 0 . pp. Cfr.6 4 5 . A s p e c t o s e c o n ó m i c o s . Hohmann. el 17 d e enero d e 1 9 6 1 .1 0 7 2 . El orden p o l í t i c o . p p . Hohmann. Hohmann. no d e una suma d e i n t e r e s e s : artículo publicado en la revista Deutsche Korrespondenz. 3. Edición d e K. 7 6 7 . Edición d e K. 2. Hohmann. La nueva Europa d e b e nacer d e un p r o y e c t o c o m ú n . 1971.4 4 5 . Cfr. el 21 d e octubre d e 1 9 6 0 . p s i c o l ó g i c o s y s o c i o l ó g i c o s d e la política d e ayuda al desarrollo: artículo publicado en el s e m a n a r i o Das Parlament. p p .e c o n ó m i c o c o m o garantía d e la libertad e iniciativa empresarial: contribución en la publicación (Festschrift) en honor de Ludwig v o n Mises c o n o c a sión de su 9 0 aniversario. el 2 9 d e a g o s t o d e 1 9 6 2 . Edición d e K. Hohmann.6 6 1 . el 10 d e n o v i e m b r e d e 1976. Edición d e K. 169 . pp. 6 3 9 .1 0 5 2 . La Comunidad Europea no s e justifica s ó l o p o r una ampliación d e e s p a c i o s e c o n ó m i c o s sino t a m b i é n p o r un deber m o r a l : artículo p u b l i c a d o en el p e r i ó d i c o Handelsblatt. Hohmann. 1 0 6 0 . el 21 d e julio d e 1955. Edición d e K. pp. 2.

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por TOMÁS CALLEJA. LA ACCIÓN PERSONAL. 6. por LtlDWlG ERHARD. MLQCIEL BASTONS Y CRUZ MARTÍNEZ ESTERCIELAS. 7. por JUAN ANTONIO PÉREZ LÓPEZ. FILOSOFÍA DEL DINERO. por 4.EMPRESA Y HUMANISMO 1. PÉREZ LÓPEZ. SU VALOR PERMANENTE. TEORÍA Y CASOS. p o r ALE- JANDRO LLANO. LAS CLAVES DE LA EFICACIA EMPRESARIAL (UN RETO A LOS EMPRESARIOS ESPAÑOLES). por TOMÁS MELENDO. A . Versión española d e T o m á s M e l e n d o . TEORÍA DE LA ACCIÓN HUMANA EN LAS ORGANIZACIONES. GEORGE GILDER y LEONARDO POLO. por VITTORIO MATHIEU. LA VERTIENTE HUMANA DEL TRABAJO EN LA EMPRESA. 2. RAFAEL ALVIRA. 5. J . ÉTICA EMPRESARIAL RAFAEL GÓMEZ PÉREZ. 8. ECONOMÍA SOCIAL DE MERCADO. 3. por CARLOS LLANO. . TOMÁS CALLEJA. LA UNIVERSIDAD COMO EMPRESA: UNA RE- VOLUCIÓN PENDIENTE. EL HUMANISMO EN LA EMPRESA. Edición e s pañola y presentación d e Ignacio Miralbell.

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ALCALÁ. A . A . . 2 8 0 2 7 MADRID. FUEN LAB RADA (MADRID). S . EL DÍA 2 8 DE FEBRERO DE 1 9 9 4 . .ESTE LIBRO. . S . 2 9 0 . SE TERMINÓ DE IMPRIMIR EN GRÁFICAS ROGAR. PUBLICADO POR EDICIONES RIALP.

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la economía de mercado es por sí misma «social». sino a l g o mucho más trascendental y humano: una manifestación de la libertad de las personas en sus iniciativas y actividades. Este claro reconocimiento del trasfondo antropológico y ético de la actividad económica nos permite hablar de la Economía Social de Mercado como un auténtico «humanismo político-económico». porque su dinámica —en el marco del ordenamiento político-económico— sirve al «bienestar para todos». y para que la cultura y la calidad de vida alcancen una firme raigambre. que debe ser adecuadamente ordenado por la autoridad política para que las condiciones sociales se desarrollen hasta una situación satisfactoria. Para él. La libre formación de precios no es para él un mero mecanismo o automatism o . Erhard consideró la economía como un ámbito o aspecto central de la vida humana. .El orden de libre competencia para Erhard no es un modelo formal de funcionamiento del «sistema» económico.

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