MANUAL DE LECTURA DE CARTAS

EDICION 1987
Septiembre 1987 5,000 Ejemplares Febrero Octubre Octubre Agosto Octubre Agosto Marzo Enero
1988 3,000 1988 3,000 1989 2,000 1990 2,000 1991 3,000 1992 3,000 1993 5,000 1994 5,000
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MANUALES DEL EJERCITO MEXICANO

@Secretarla de la Dcfenu Nacional

.......................... 35 36 GENERALIDADES COORDENADAS ..................................... 17 C L A S I F I C A C I O N Y U S O D E L A S C A R T A S M I L I T A R E S . 25 30 INFORMACION MARGINAL Y SIMROLOGIP ............... M I L I T A R E S . .. ......................... 13 '3 14 CUIDADO DE LAS CARTAS SEGURIDAD DE LAS CARTAS ......... 11 ... INTRODUCCION CAPITULO 1 GENERALIDADES ..................... .......... ................. ..... .. ............... ....................... .. 33 CAPITULO 1 1 1 CUADRICULA . .................... INFDRMACION MARGINAL SIMBOLOS SIMBOLOS ..... 18 C L A S I F I C A C I O N GENERAL DE L A S CARTAS NORMAS D E P R E C I S I O N D E L A S C A R T A S ............................ ... ...... 22 C A P I T U L O 11 ........ G E O G R A F I C A S ... T O P O G R A F I C O S Y C O L O R E S ...................... 20 .......PAGINA.......... CARTA TOPOGRAFICA IMPORTANCIA DE ....... ................... ... L A S C A R T A S ...........

.......... ESCALAS Y DISTANCIAS ......................... CUADRICULA ..... ...... GENERALIDADES ...... .. ....................... U N I V E R S A L P O L A R E S T E R E O G R A F I C A ..... ..................... ALTITUD Y RELIEVE .......... D E C L I V E .. ..... G R A F I C A S ............... GENERALIDADES 109 115 .................. P E R F I L E S Y V I S I B I L I D A D ........... C U A D R I C U L A U N I V E R S A L TRANSVEHSA DE MERCATOR CUADRICULA .. O T R O S M E T O D O S P A R A R E P R E S E N T A R E L R E L I E V E .................... ............. 72 76 C A P I T U L O 1.... ................... 71 . E S C A L A NUMERICA ESCALAS .............. M I L I T A R ............ C U R V A S D E N I V E L ...... PITULO I V . ........ 47 60 70 C A..... ..........PAGINA ......... 87 88 105 ...................................

......... R U M B O S ............... GENERALIDADES .. T R A N S P O R T A D O R ... ................ .........................CAPITULO_DIRECCIONES ............................ ....... TIPOS ......................................... ....... ..... ........................................... D I R E C C I O N E S B P S ................................... ....... ......................................... ........ I N T E R S E C C I O N .................... O E T E R M I N A C I O N D E L NORTE USANDO RECURSOS D E CAMPAÑA NAVEGACION TEFRESTRE . CAPITULO V I 1 ChRTAS T R I D I M E N S I O N A L E S Y MAQUETAS ..... O R I E N T A C I O N D E L A C A R T A .... ........................ ....................................... R E S E C C I O N ............ A Z I M U T Y 4 Z I M U T I N V E R S O .................. .... ........ 197 ............ ............................. D I A G R A M A D E D E C L I N A C I O N .................. CARTAS TRIDIMENSIONALES MAQUETAS 198 199 . ......... ....... ...................................... COORDENADAS POLARES ................. L A B R U J U L A Y S U S ' U S O S ....... .....

.. ... 223 . ... .......... ...... ............ .... ........ ...... . . ...... .. .... 2 3 0 POLIGONALES . ..... 208 ...2 1 9 ... .. ...... CAPITULO VI 11 CARTAS EXTRANJERAS ....... RECGPILACKON DE D E T A L L E S PARA L O S C R O O U ~ S ... C U A D R I C U L A . ......... 207 .. S I M B O L O S ......... M I L I T A R E S .......... P O L I G O N A L E S .... . 203 ..... USO DE L A S CARTAS EXTRArJJERAS ....... .......... ......... ...... ..... .. ............ .. . .. ..... ... ...... 214 ESCALA DEL CROOUIS ...... ..PAGINA .............. ..... CROOUIS M I L I T A R REOUISITOS ......... ...... .. .. . 201 . . .... .. .. ... ...... TIPOS DE CROOUIS . ..... . . ..... ... ... 202 202 CAPITULO I X C R D Q U l S M I L I T A R Y PANORAMICO .... .. C R O O U I S PANORPMICO .. .. E Q U I P O P A R A L E V A W T h M I E N T O D E C R O O U I S .... ... .... . 204 204 . ............ . . ....... ...... ... P A R A U N C R O Q U I S M I L I T A R .......... . ........ ... ... . .. ... CIERRE DE .

........ ... 314 ...... 313% . ........... ......... . ........ . USOS COMUNES D E L O S C A L C O S ............ . I D E N T I F I C A C I O N DE C A R A C T E R I S T I C A S EN UNA F O T O G R A F I P . ......... .. ..... ...... CON L A S CARTAS....... F O T O M A P A S ...... ......... 205 290 ........... ........... Y ..... CAPITULO X I I CALCOS . .. COMPARACION ..CAPITULO X FOTOGRAFIAS AEREAS .. ....TIPOS ......... 2 9 4 CAPITULO X I M O S A I C O S Y FOTOMAPAS .... ... ... 261 .... DETERMINACION ..................... E S T E R E O S C O P I A . ......................... .... .... .. . ........ .... 307 308 . .... ... . ... .... .... ................ DE L A 262 265 274 276 262 INFORMACION MARGINAL ................... DE L A OJRECCION PARA D E S I G N A C I O N .. E S C A L A ...... G E N E R A L I D A D E S .................... CUADRICULA ... ...... D E P U N T O S ................. ..... ... ..... DETERMINACION .. M O S A I C O S ....... .. ... G E N E R A L I D A D E S ............ U S O S ....... .. ............ .......... ...

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PROPOSITO.I N T K O D U C C I O N . fotografías aéreas. párrafo. o supieran cambios para e i mejorar miento del mismo. El objeto de este manual es proporcionar información al - personal militar sobre la interpretación y empleo de 13s cartas topográficas. Se exhorta a los usuarios de este manual para que emitan opiniones y recomendaciones.norámico. Est5 incluido lo relacionado con nevegación terrcstre. e i los que se deba hacer alguna corrección . indicando págiria. Este manual trata lo relati~ro a información marginal. croquis militar y p a . direcciones. elevación y relieve. ALCANCE. cuadrícula escalas y distancias. fotograflas aéreas y otros temas relaciorindcs con la materia. línea. etc. mosaicos y fotomapas y calcos.

. Libro Primero. Diccionario Militar Mexicano. S E C R E T A R 1 0 D E LA DEFENSA NACIONAL. General de Divisibn D. D.). Manual d e Sfmbolos y Abreviaturas Militares. d e la Escuela Superior d e Guerra.F. Manual de TopograiIa Militar.1e Estas sugerencias deberdn e n v i a r s e a: C. OTROS M A N U A L E S RELACIONADOS.M. Lomas d e Sotelo.E. ESTADO MAYOR (S-9 D. P r o c e d i m i e n t o Sistematico d e Operar. Aspectos Militares y Manual d e E s t o d o Mayor.M.

Una c a r t a e s t i n i m p o r t a n t e p a r a e l s o l d a d o como s u - arma o a l g u n a p a r t e d e s u e q u i p o . CARTA TOPOGRAFICA. 2 . d i b u j a d a a e s c a l a . l í n e a s y colores. IMPORTANCIA DE LAS C A R T A S . s e representan por símbolos. - . de l a t i e r r a o p a r t e de é s t a . en Las c o n s t r u c c i o n e s h e c h a s p o r e l hombre y l o s a c c i d e - t e s n a t u r a l e s d e l t e r r e n o . 1. Una c a r t a t o p o g r á f i c a e s l a r e p r e s e n t a c i ó n g r a f i c a d e l a sgperficie un p l a n o . Cuando s e u s a c o r r e c t a m e n t e .CAPITULO 1 GENERALIDADES. A .

Basa do en e s t o s f a c t o r e s . d e e s t . S i e n d o l a s c a r t a s t a n i m p o r t a n t e s y e n muchos c a s o s .cc'ncentr:ldos d e n t r o d e l o s l u g a r e s a p r o p i a d o s . l a s mejores rUtas. t r a n s p o r t a d o s . a d q u i r i d o s o . c o n s i d e r a d o s e n - un p l a n g c i i 2 r a l . e información de c u b i e r t a s y a b r i g o s . mucho. r e s a l t a - i n ú t i l a no s e r que e l u s u a r i o s e p a como l e e r é s t a . B. una c a r t a p o r b i e n e l a b o r a d a que e s t é . E s t o s p l a n e s s e e l a b o r a n en t o d o s ). Además. c a r a c t e r í s t i c a s importan t e s d e l t e r r e n o . Con l o s e l e m e n t o s d e combate a m p i i a m e n t e d i s p e r s o s e n una á r e a que puede e s t a r e n c u a l q u i e r p a r t e d e l mundo. Una g r a n c a n t i d a d d e hombres y - m a t e r i a l e s debcn s e r m o v i l i z a d o s . Las o p e r a c i o n e s d e combate e n 1 3 g u g r r a moderna piiederi o c u r r i r no s o l a m e r i t e e n a q u c l l a s á r e a s con . l o s e s c a l o n e s .una c a r t a puede p r o p o r c i o n a r d i s t a n c i a s e x a c t a s . N e c e s a r i a m e n t e . CUIDADO DE LAS CARTAS. 3 . s i n o tembién e n l o s l e j a n u s t e a t r o s d e o p e r a c i o n e s d e l mundo.l a s q u e e s t e m o s f a m i l i a r i z a d o s . A. a l t u r a s o elevaciones. s e hacenaás necesarias las cartas. o s p l a n e s deben - s e r h e c h o s empleando c a r t a s . - . s c h a c e e v i d e n t e que e l p r i n c i p a l r e q u e r i m i e n t o p a r a c u a l q u i e r o ~ e r a c i ó ne s un a d e c u a d o a b a s t e c i m i e n t o d e cartas. variarrdo s o l a m e n t e e n c a n t i d a d exteiisiór. i i b i c a c i o n e s .

el - e l s i g u i e n t e paso e s p r o t e g e r l a . ciertas áreas. s e debe l l e v a r é s t a en e l p o r t a c a r t a s o en una b o l s a impermeable. c e s a r i o s e tomen p r e c a u c i o n e s p a r a una e f e c t i v a economía quer e d u z c a e l e s f u e r z o l o g i s t i c o r e q u e r i d o p a r a m a n t e n e r un a d e cuado a b a s t e c i m i e n t o cuando s e n e c e s i t e . lodo. e l polvo e t c . La f i g u r a 1 m u e s t r a d o s f o r m a s d e d o b l a r una c a r t a p a r a h a c e r l a t a n p c queña que pueda s e r t r a n s p o r t a d a f á c i l m e n t e y e s t é d i s p o n i b l e p a r a s u uso s i n t e n e r que d e s d o b l a r l a completamente. . Siempre que s e a p o s i b l e . No. m a l t r a t a r o d e s t r u i r . La m a y o r í a d e l a s c a r t a s e s - t á n impresas en papel y deben p r o t e g e r s e c o n t r a l a l l u v i a . Las c a r t a s ' son c l a v e p a r a p o r l o que e s n e r e q u i r i é n d o s e muchas h o j a s . B .t a n f a c i l e s de e x t r a v i a r . f o r m a s s e l l a m a n " d o b l a d o e n a c o r d e ó n " ( F i g .mente m a n e j a b l e y d e b i d a m e n t e p r o t e g i d a . ambas - C. o e n e l b o l s i l l o . 1 ) . d e b e e j e r c e r s e un g r a n c u i d a d o p a r a e v i t a r e s t o . b a j o l a c a m i s o l a o g u e r r e r a . D e s p u é s d e h a b e r d o b l a d o una c a r t a c o r r e c t a m e n t e . d e manera que s e a f á c i l . Una d e l a s p r i n c i p a l e s c o n s i d e r a c i o n e s e n e l c u i d a do d e l a s c a r t a s e s e l d o b l a d o a p r o p i a d o d e e l l a s .

. No.FIG. 1 DOS FOREL4S DE DOBLAR UNA CARTA (DOBLADO DE ACORDEON).

Sf una carta cayera en manos de personal no auto - rizado.D. La destrucción debe ser completa por - - - . 4. Par lo tanto las marcas hechas en una carta. 8 cabo - Cuando sea n g -- cesario hacer marcas en la carta. lo queprolongará su duración. SEGURIDAD DE LAS CARTAS A.- sificado. deben borra- se después de haberse usado. Tendría mayor importancia una carta en la cual es- tuiicran marcados los movimientos o posiciones de nuestras t r o . para evitar proporcionar cualquier tipo de información. enemigo.Asimismo se pueden forrar con un plástico y en ellas plasmar las operaciones u otras actividades. Si existe peligro de ser capturado o no hay necesidad de usar una carta. Una carta. El cuidado de la carta también debe llevarse cuando se use ésta. Las cartas nunca deben caer en manos del - B. puede en algunas ocasiones requerir un manejo especial y protección. deben hacerse con trazos de lápiz ténues de tal manera que después se puedan borrar fácilme: te sin que queden marcas que posteriormente causen confusiones. podría proporcionar indicios de planes futuros o ireas de interés. aunque usualmente no es u n documento c l a . ésta debe destruirse o d e ~ o l v e r s e al escal611 correspondiente.pas.

5. Las - cartas militares usualmente se clasifican de acuerdo a la escala.carta. Cartas de escala 1:500 000 y me- Se usan normalmente para planes y estudios estratégicos - . Escala pequeña. debe romperse la carta en pequeñas fracciones y cada una de ellas enterrarse (asegurándose de borrar cualquier signo que revele el lugar en donde se enterró) o esparcir los pedazos enuna área tan grande como sea posible. excepto las cartas aeronáuticas o de navegación aérea y las cartas de mareas o náuticas. en relación a la cantidad de detalles que aparecen en la . CLASIFICACION Y USO DE LAS CARTAS MILITARES. y por el tipo. estando seguro de que toda la carta se ha quemado y después dispersar las cenizas. basado en la forma y contenido de ésta.incineración. C. nor. A. El término "Carta Militar" incluye todas las cartas -- usadas por las Fuerzas Armadas. Por la escala: a. Algunas cartas pueden ser clasificadas en cuyo casosu manejo y cuidado estará de acuerdo a las directivas existentes sobre material c l a s i f i c a q o . Si la incineración no es po- sible.

P o r lo q u e m i e n t r a s m a y o r e s el m ó d u l o d e la e s c a l a .. b. i n c l u í d o s m o v i m i e n t o s y c o n c e n t r a . yor. L o s t é r m i n o s " E s c a l a P e q u e ñ a " " E s c a l a M e d i a n a " "Escaia G r a n d e " .c i ó n d e t r o p a s y abasteciniieritoc. C u a n d o p e n s a m o s e o e s t o s n ú m e r o s c o m o fraccionecc o m u n e s ( p a r t e s d e aloo) rápidarnctnte s e n o t a q u e 1 : 5 0 0 0 0 0 de a l g o e s m á s p e q u e ñ o q u e 1 : 2 5 GOO d e l m i s m o objeto. c. 1:500 000 Cartas d e escalas mayores d e - pero m e n o r e s d e 1 : 7 5 0 0 0 . Carta P l a n i m é t r i c a . p u e d e n p a r e c e r al p r i n c l p i o c o n f u s o s . é s t a e s m á s pequeña. P o r el tipo. Una c a r t a q u e r n ~ e s t r a ú n i c a - m e n t e la p o s i c i ó n h o r i z o n t a l d e los r a s g o s caracteri'5ticoc deIterreno. a. Escala g r a n d e .- t r a t i v o s d e las p e q u e ñ a s unidades. Estas c a r t a s s e usan para el p l a n e o d e o p e r a c i o n e s . j u n t o c o n los n ú m e r o 5 u s a d o s . Cartas de escala 1 : 7 5 000 y ma- S e u s a n para l l e v a r a c a b o e s t u d i o s t á c t i c o r y a d m i n i s . B.e l a b o r a d o s p o r los E s t a d o s M a y o r e s d e l a s G r a n d e s U n i d a d e s S u periores. . Escala m e d i a n a .

gran escala (Generalmente 1 : 1 2 . lieve y la planimetría del terreno en forma c. informtlcibn mar-ginal. Una carta topográfica hecha - en material plástico y en tercera dimensi6n. etc. 5 0 0 Una carta topográfica a ) de una población -- c ciudad. Uqa reproducción de una fotografía -- aérea o fotomos¿Íico con líneas de cuadrícula. tales como transitabilidad y las zonas fronterizas. Las cartas se clasifican según la magnitud d e la p o r ción de la superficie de la tierra que representan. Cartas especiales. Fotomapa. Cartas para un propósito e s p g transportaci6n. . 6. d. o bien porel objeto para el cual han sido hechas. Carta Urban'a Militar. f. cartas d e - g. Carta Topográfica. Una carta que muestra el re-mesurable. Fotornosáico. Un conjunto de fotografías aéreas - q u e forman una cceposición fotografica. Cartas en relieve. nomenclatura y limites internacionales y estatales. e. cial. CLASIFICACION GENERAL D E LAS CARTAS A.b.

. guración del terreno. ha a q u e l l a - q u e p a r a su c o n s t r u c c i ó n s e ha t o m a d o en c o n s i d e r a c i ó n la c u r v a t u r a d e la t i e r r a . e t c . en virtud d e q u e la p o r c i ó n q u e r e p r e s e n t a e s b a s t a n t e p e q u e ñ a y al h a c e r l o n o s e c o m e t e un e r r o r apreciable. c o m u n i c a c i o n e s d e t o d a í n d o l e . a. hidrograff'a. L a s q u e c o n t i e n e n la m a y o r c a n t i d a d d e i n f o r m a c i ó n s o b r e o r o g r a f í a . S e d á el n o m b r e d e c a r t a g e o g r á f i c a . m a r e s . C a r t a s o r o g r á f i c a s . S e g ú n el o b j e t o para el c u a l han s i d o h e c h a s . etc. b. C a r t a s g e n e r a l e s . C a r t a t o p o g r á f i c a e s a q u e l l a e n q u e la t i e r r a s e - c o n s i d e r a c o m o un c u e r p o p l a n o y n o s e t o m a e n c u e n t a la c u r v a t u r a d e la m i s m a . l a g o s . b. p o b l a c i o n e s . d e un país o d e una región determinada. Las q u e r e p r e s e n t a n los -- r f o s .B. las c a r t a s s e d i - viden en c a r t a s g e o g r á f i c a s y c a r t a s t o p o g r á f i c a s . Según la porción q u e r e p r e s e n t a n . canales. las . L a s q u e r e p r e s e n t a n la c o n f i . C a r t a s h i d r o g r á f i c a s . c.c a r t a s s e c l a s i f i c a n en: a. p r e s a s . C.

9 0 % en todas las curvas de - nivel y las elevaciones interpoladas entre las curvas de nivel deben tener una exactitud dentro de un medio del valor del in-tervalo vertical. e. Exactitud horizontal. La discrepancia en la exactitud d e las . Exactitud vertical. Cartas de división política de un país o estado. b.bien definidos. La elaboración de las cartas militares está sujeta a las siguientes normas de precisión: a. NORMAS DE PRECISION DE LAS CARTAS. d e su posición geográfica referida a la proyección de la carta. carreteras. Cartas de comunicaciones.cartas demográficas. (Caminos. etc.-- . aeródromos). las que representan en forma exclusiva las vías de comunicación de un pals o región . 7. 9 0 % en todos los accidentes del terreno . cartas económicas. Para cartas con escalas m e nores de 1:20.d. A.determinada. ferrocarriles. con excepción de los desplazamientos inevita--bles debidos a la exageración de algunos símbolos los que deben quedar localizados dentro de los cinco centésimos d e centímetro. vías fluvia-les navegables.000.

curvas y elevaciones más a l l á d e esta tolerancia. puede dismi-n u i r p o r la s u p o s i c i ó n d e un d e s p l a z a m i e n t o h o r i z o n t a l d e n t r o d e la t o l e r a n c i a especificada anteriormente. .

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- t a s s o n i g u a l e s . s e e x a m i n e c u i d a d o s a m e n t e la i n f o r m a . El n o m b r e d e l a h o j a e s t á impreso en el c e n t r o del - . I N F O R M A C I O N MARGINAL.C A P I T U L O 11 INFORMACION MARGINAL Y SIMBOLOGIA. c o n t i e n e n la s i i u i e n t e i n f o r m a c i ó n m a r g i n a l : A.ción marginal. L a s c a r t a s e l a b o r a d a s p o r la D i r e c c i ó n General d e l S e r v i c i o C a r t a g r á f i c o . La i n f o r m a c i ó n m a r g i n a l e s una s e r i e d e d a t o s q u e s e e n c u e n t r a n i m p r e s o s en el m a r g e n d e la c a r t a . No t o d a s las c a r . 8. N o m b r e d e la hoja.u s e una c a r t a d i f e r e n t e . por lo q u e e s n e c e s a r i o q u e c a d a v e z q u e s e .

El número de la hoja se encuentra en el margen superior del lado derecho. Número de la hoja. o dos primeros digitos y la letra mayúscula corresponden a la Zona de Cuadrícula. Siempre que sea posible. B. se usa el nombre d e la ciudado poblado más grande que aparezca en la carta. corresponde a la subdivisión en cuadrosde 29 d e longitud por 2 9 d e latitud dentro de ld zona de cua- drícula. Sirve para la identificación de cada . Identifica la cartogra-fía de un país (Estados Unidos Mexicanos) o una región .separada por un guión. País o Región Geográfica y Escala.que indican lo siguiente: El primero. Generalmente a una carta se le asigna el nom- bre de un rasgo cultural o geogrhfico sobresaliente.margen superior. la letra minúscula.-- . Ejemplo 140-h (103). y el número dentro del paréntekis corresponde a la s u b división de este último cuadro en un número variable de hojas según el formato y escala de la carta. El país o región geográfica y la escala aparecen enel margen superior del lado izquierdo.- hoja y en realidad es una clave formada por números y letras . C.

. en las c u a l e s s e encuentran e n el margen d e r e . e x c e p t o en las cartas deescala 1 : 2 5 .c i a s del terreno. La escala qráfica e s una regla q u e s e usa p c ra la determinación d e las distancias del t e r r e n o o r e a l e s . Equidistancia d e c u r v a s d e nivel. d i r e c t a m e n t e m i d i é n d o l a s e n la carta. Signos convencionales. F. Los signos c o n v e n c i o n a l e s s e encuentran en las c a r . Aquí s e ilustran e identifican algunos d e los símbolos - usados e n la carta.. D. 0 0 0 cho. E.27 geografíca determinada y la e s c a l a d e la hoja en particular. 0 0 0 e n la parte superior del margen derecho y en el r e s t o d e las c a r t a s en el lado izquierdo del margen inferior. Escala d e la c a r t a y escala g r á f i c a La escala d e la c a r t a y la e s c a l a gráfica s e locali- z a n en el c e n t r o del margen i n f e r i o r . La nota d e la equidistancia d e c u r v a s d e nivel a p a r e c e d e b a j o d e la escala gráfica.- La escala d e la c a r t a expresada como una razón aritmética e s la r e l a c i ó n e n t r e las distancias d e la c a r t a y las d i s t a n . Indica la distancia vertical Cuando s e usan c u r v a s - e n t r e las c u r v a s d e nivel en la carta.t a s escala 1 : 2 5 .

0 0 0 en las que se encuentra en el margen derecho. El diagrama d e declinación se encuentra localizado - . el intervalo entre las llneas. La nota de proyección se loca!iza de curvas de nivel. En el se identifican las hojas que se encuentran alrededor de la carta considerada. 1. Diagrama de declinación. J. Proyección.28 d e nivel suplementarias o auxiliares también se indican en esta nota. El indice de hojas adyacentes aparece en el margen inferior excepto en las cartas de escala 1 : 2 5 . Indice de hojas adyacentes. D$ información referente al sistema de cuadr' cula usado. Cuadrícula. debajo d e la nata- Indica el método usado para proyectar el - área que aparece en la carta. La nota de cuadrícula se encuentra a continuación de la de proyección. G. y el número de ceros suorimidos de la numeración d e cuadrícula. H.

C u a d r o d e l o c a l i 7 a c i 6 n . Este c u a d r o a p a r e c e e n t o d a s las c a r t a s . los m é t o d o s e m p l e a d o s para e l l o . Nota d e c r é d i t o El principal o b j e t o d e la nota d e c r é d i t o e s inform a r s o b r e la d e p e n d e n c i a u o r g a n i s m o q u e c o n s t r u y 6 la c a r t a . d e la e d i c i ó n y la f e c h a d e esta. Esta esca!a s e usa en c o m b i n a c i ó n con el punto pivote " P " q u e s e e n c u e n t r a e n el m a r g e n i n f e r i o r . asi c o m o o t r a s f u e n t e s d e las c u a l e s s e t o m a r o n a l g u n o s datos. K. En las c a r t z s d e e s c a l a 1:25.en ei m a r g e n inferior e indica la i n t e r r e l a c i ó n del n o r t e v c r d a d e r o . La escila en g r a d o s s e e n c u e n t r a en el m a r g e n supe-r i o r del lado derecho. p a ra t r a z a r s o b r e la c a r t a una línea con la d i r e c c i ó n m a g n é t i c a . L. L a s i n s t r u c c i o n e s para su u s o e s t á n i m p r e s a s a b a j o del d i a g r a ma d e d e c l i n a c i ó n .000 e s t e d i a g r a m a s e e n c u e n t r a en el m a r g e n d e r e cho. generalme? t e e s t á l o c a l i z a d o en la e s q u i n a i n f e r i o r d e r e c h a d e l m a r g e n - . Escala en :rados. el n o r t e d e ia c a r t a y el n o r t e m a g n é t i c o . T a m b i é n s e indica el número- M.

de usar símbolos para representar los accidentes naturales y los objetos hechos por el hombre en la superficie de la tierra. SIMBOLOS TOPOGRAFICOS Y COLORES. para obtener las coordenadas de cuadrícula de un punto.- los rasjos dentro del Area aparecieran en la carta en su verda dera proporción. d e lado en el - cual esta localizada el área que se encuentra representada enla carta y se dan instrucciones.d e la carta. porque muchos de los rasgos pueden no ser importan-tes y otros pueden ser irreconocibles al reducir su tamaño. Clasificación.- aparece en los margenes superior e inferior. no es - práctico. en el centro de dmbos. 9. 000 m.la palabra correspondiente . Lo ideal sería que todos . Secreto o Confidencial. Cuando se requiere clasificación de seguridad parauna carta. Contiene informacibn para la designación de f a - Zona d e Cgadrícula y del cuadro de 100. en sus posiciones exactas para p g der planear operaciones en ella.Los cartógrafos se han visto en la necesidad. mediante un ejemplo. El propósito de una carta e s permitir la visualiza-ción de una área de la kuperficie de la tierra con suficien-- tes características propias. Los símbolos que . . Esto sin embargo. N . posición y forma. A.

s e m b r a d o s . c. c o m o b o s q u e s . P a r a f a c i l i t a r la i d e n t i f i c a c i ó n d e las c a r a c t e r í s - t i c a s del t e r r e n o en la c a r t a y p a r a una m a y o r a p a r i e n c i a n a t u ral y c o n t r a s t e . - c o m o e l e v a c i o n e s . Azul: La m a y o r í a d e l o s o b j e t o s c u l t u r a l e s o - Agua. la c u a l d e b e r á s e r a c l a r a d a en la i n f o r m a c i ó n marginal. pantanos. etc. ríos. d. Rojo: peciales. S e p i a : Todas las características del relieve. etc. . l o s s í m b o l o s t o p o g r á f i c o s g e n e r a l m e n t e estani m p r e s o s en c o l o r e s . c o r t e s . e. tanto como es posible. t e r r a p l e n e s . áreas urbanizadas y razgos e s O c a s i o n a l m e n t e pueden u s a r s e o t r o s c o l o r e s para - i n d i c a r i n f o r m a c i ó n e s p e c i a l .s e usan semejan. los mismos razgos originales. c o n c a d a c o l o r s e i d e n t i f i c a un g r u p c d e L o s c o l o r e s u s a d o s y lo q u e r e p r e s e n - razgos característicos. tan son: a. etc. vistos desde arriba. B. Carreteras. N e g r o : h e c h o s p o r el hombre. como mares. f. c h a p a r r a l . lagos. b . V e r d e : V e g e t a c i ó n .

En el proceso de elaboracidn de una carta. los detalles tienen que moverse de su verdadera posición. este símbolo exagerado se pone de manera que el centro del mismo coincida con la posición verdadera del o b j e to representado. .C. la escala de la misma y al origen de ésta. - - E. para p r o pósitos de claridad. - en la mayoría de las cartas de escala mediana y gran escala. D. causaría el que algunos rasgos al hacerse tan pequeños en la carta fueran irreconocibles. La situa-- cidn ideal de que todas las cosas fueran uniformemente reducidas de tamaño. Una excepción de esto serían los detalle: -- adyacentes a una carretera de primer orden. Para prevenir cualquier posibili-- dad de error en la identificación de los símbolos de la carta. Esto requiere. Los símbolos usados en las cartas. todas las cosas deben ser reducidas del tamaño en el que aparezcan en elterreno al tamaño en el que aparecerán en la carta. ya que si el símbolo de la carretera ha sido exagerado. no siempre son iguales en todas ellas. ap+ rece en la información marginal una leyenda con los signos con-vencionales usados en elias. -- Los cambios son causados por el tipo de Este último - carta. . que algunos de los símbolos se exageren. - C ~ j n d oes posible. caso es especialmente cierto si la carta está hecha en otro país. Debido a las posibles diferencias de la simbologia.

militarn. e f e c t i v o s . B. s u s a c t i v i d a d e s e instalaciones. 10.t o s d e las t r o p a s . el Manual d e E s t d d o M a y o r ( L i b r o P r i m e r o ) y el Manual d e G r u p o s d e C o m a n d o . A. l o c a l i z d c i ó n y m o v i m i e n . S I M B O L O S MILITARES.c h a s por el honibre. Los s í m b o - los u s a d o s para r e p r e s e n t a r e s t a s s i t u d C i O n e S m i l i e a r e s se c a n o c e n c o m o S í m b o l c s Militares. . c a d a vez q u e s e u s e aquella.ente s e r e q u i e r e d e algiinos m é t o d o s para m o s t r a r la i d e n t i d a d . C.la leyenda a e b e r á s e r c o n s u l t a d 2 f r e c u e n t e m e n t e . sin e m b a r Gene- gu p u e d e n a p a r e c e r c n c a r t a s e s p e c i a l e s o en los c a l c o s . N o r m a l m e n t e e s t o s s í m b o l c s m i l i t a r e s no e s t á n i m p r e - s o s en las c a r t a s y a q u e 13s t r o p a s t i e n e n c o n s t a n t e s m o v i m i e n t o s o c a m b i e s y t a m b i é n por p r o p ó s i t o s d e s e g u r i d a d . c o n t i e n e n una i n f o r m a c i ó n c o m p l e t a s o b r e ellos. A d i c i o n a l m e n t e a los s í m b o l o s u s a d o s en las c z r t a s - para r e p r e s e n t a r las c a r a c t e r í s t i c a s n a t u r a l e s y !as o b r 3 s h e . El Manual d e S l m b o l o s y A b r e v i a t u r a s M i l i t a r e s . r a l m e n t e los u s u d r i o s d e las c a r t a s d i b u j a r e s t o s s í m b o l o s e n s u s c a r t a s o calcos.

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CAPITULO 111 CUADRICULA. C. L a l o c a l i z a c i ó n d e p u n t o s en la c a r t a o en el t e r r e n o -- p u e d e e f e c t u a r s e d e m u c h a s f o r m a s . Q u e n o r e q u i e r a m a r c a s en ei t e r r e n o . s i n e m b a r g o para la p r e c i s i ó n r e q u e r i d a p a r a p r o p ó s i t o s m i l i t a r e s . . un c o n o c i m i e n t o p r e v i o d e l drea A p l i c a b l e a g r a n d e s áreas. los m é t o d o s u s a d o s d e b e n ner las s i g u i e n t e s c a r a c t e r í s t i c a s : te A. GENERALIDADES. Q u e n o r e q u i e r a B. 11.

-- N S F i g . A. El más antiguo método de localización. (figura 2). No. COORDENADAS GEOGRAFICAS. 2 LOCALIZACION D E UN PUNTO. está basddo en dos líneas. una conocida como ecuador que corre de este a oeste y localizada equidistante de lospolos norte y sur. coordenadas geográficas. La localización de cualquier punto en la superficie- de la tierra puede ser dada por medio de la distancia norte o sur desde el ecuador y este u oeste a partir d e la línea que corre del polo norte al polo sur. y otra que corre del polo norte al polo sur. . B.12.

. S F i g . tendremosuna r e d de l í n e a s d e r e f e r e n c i a a p a r t i r d e l a s c u a l e s podremos l o c a l i z a r c u a l q u i e r p u n t o en l a s u p e r f i c i e d e l a t i e r r a ( F i g u r a 3). No.Dibujando u n conjunto de c f r c u l o s a l r e d e d o r del g l o bo ( r ~ a r a l e l o sa l e c u a d o r ) y u n c o n j u n t o de c í r c u l o s que c r u c e p e l Ecuador en á n g u l o r e c t o y c o n v e r j a n en l o s p o l o s . 3 LINEA D E REFERENCIA.

norte y sur. ninguna latitud puede excederse de 900. La unidad de medida usada con las coordenadas . una unidad de medida angular.- círculo estar dividido en 3 6 0 grados. C. A partir del ecuador. ' el ". La distancia de un punto este u oeste d e s d e la línea que va de polo a polo se conoce como longitud y los -- circulos que van de polo a polo se conocen como meridianos delongitud o simplemente meridianos. . siempre debe indicarse la direccibn N . los paralelos de latitud e s 00 tán numerados desde a 90" ámbos.La distancia d e un punto al norte o sur del ecuador se conoce como latitud y los circulos alrededor de la tierra - paralelos al ecuador se llaman paralelos de latitud o simple-mente paralelos.geográficas es el grado. S. cada grado en 60 minutosy cada minuto en 60 segundos. minuto por ' y el segundo por El grado se simboliza por . Ei meridiano a partir del cual se hacen las mediciones de longitud se le llama meridiano origen o meridiano cero (tambien conocido c o m Ó meridiano de Greenwich). El polo n o 1 te está a 900 de latitud y el polo sur también está a 909 de latitud. Debido a que es imposible ir más alla'de los polos - norte o sur. El . Y como - las latitudes pueden tener el mismo valor numérico al norte oal sur del ecuador.

1800 este y 180o o e s t e .~ ~ ~ i p e ~ den a ei m e r i d i a n o o r i g e n .- i r e s o c o n f u s i o n e s s s e u s a r a la i n i c i a l O d e o e s t e ( F i g u r a 4). - . q u e p a r a n u e s t r a n o c a r t o g r a f í a s e ha e l e g i d o p o r a c u e r d o c o m ú n c o n o t r o s paísesel meridiano que pasa por Greenwich. Inglaterra. las longitud e s s e m i d e n e n a m b o s s e n t i d o s al e s t e y al o e s t e d e l mundo. alrededor- L o s m e r i d i a n o s al e s t e d e l m e r i d i a n o o r i g e n e s t á n n u m e r a d o s d e Og a 1800 y s e l l a m a n l o n g i t u d e s e s t e . los me--- r i d i a n o s al o e s t e d e l m e r i d i a n o o r i g e n e s t á n n u m e r a d o s d e 00a 1800 y s e llaman l o n g i t u d e s o e s t e . Las direcciones E u W siempre deben indicarse. S e a c o s t u m b r a u t i l i z a r la inicial W ( w e s t ) p a r a e v i t a r e r r o . El m e r i d i a n o o p u e s t o a l - m e r i d i a n o o r i g e n p o r lo t a n t o t i e n e á m b o s v a l o r e s .

S F I G . 4 LONGITUD Y L A T I T U D . No.

Examinando los v a l o r e s quepara l a s c a r t a s c o n -- e s c a l a 1:25. C a d a una d e e s t a s m a r c a s s e -- i d e n t i f i c a p o r el v a l o r d e su latitud o l o n g i t u d . y a q u e los g r a d o s c o r r e s p o n d e n a los d e la e s q u i n a m á s p r d x i m a .D. e x i s t e n o t r a s m a r c a s e n f o r m a d e c r u z . q u e c o .r r e s p o n d e n al p u n t o en d o n d e s e c r u z a n l o s m e r i d i a n o s y p a r a l e los indicados. -- . para l a s c a r t a s c o n e s c a l a 1:50. t i e n e n l a s m a r c a s n o s dá el i n t e r v a l o .000 e s d e 10' 00". el c u a l estáe x p r e s a d o en m i n u t o s y s e g u n d o s ú n i c a m e n t e . L a s c o o r d e n a d a s g e o g r á f i c a s a p a r e c e n e n t o d a s las .000 el i n t e r v a l o e s d e 5 ' 0 0 " y p a r a las c a r t a s 1:100. los i n t e r v a l o s g e o g r a f i c o s ( d i s t a n c i a a n g u l a r e n t r e d o s líneas adyacentes) pueden ser determinados. Sus valores están da- d o s en g r a d o s . C o n e c t a n d o las m a r c a s y las c r u c e s c o n l í n e a s f i n a s s e a g r e g a n a la c a r t a l í n e a s d e latitud y longitud.000 el i n t e r v a l o e s d e 2 ' 3 0 " . D e s p u é s d e h a b e r d i b u j a d o los p a r a l e l o s y m e r i d i a n o s . L a s 4 l í n e a s q u e d e l i m i t a n el c u e r p o d e la - c a r t a . Además existen a intervalos regulares espaciados a - lo l a r g o d e l o s lados d e la c a r t a . - D e n t r o del c u e r - po d e la c a r t a . E. p e q u e n a s m a r c a s hacia el i n t e r i o r del c u e r p o d e la m i s m a . s o n líneas de latitud y longitud. m i n u t o s y s e g u n d o s p a r a c a d a u n a d e las c u a t r o esquinas.cartas militares.

puede usarse. Determine el valor de las líneas entre los que seencuentra el punto Longitud 990 12' 30" y 990 15' 00" Latitud 190 10' 00" y 190 12' 30" c. Dibuje los paralelos en la carta. Cualquier regla o escalímetro que tenga 150 d i v i siones iguales y que.Las coordenadas geográficas de un punto se encuentran dividiendo los lados del cuadro geográfico en el cual está localizado el punto. (Figura No. - Si el intervalo geográfico es de 2' 30" y la localización del . 5) Ejemplo: a. sea del mismo tamaño o mayor que el interva lo entre las dos líneas de latitud. d.punto se requiere al segundo más próximo. = 150") Un metodo facil para dividir los lados del cuadro -- geográfico en 150 partes iguales e s mediante el uso de una regla o escalímetro. cada lado del cuadro geográfico se debe dividir en 150 partes iguales ( 2 ' 30" cada una de las cuales tiene el valor de un segundo. b. entre el número de partes iguales requeridas. Determine el intervalo geográfico (2' 30'' 6 150"). Seleccione una regla o escalímetro con 150 pequeñas .

m i r e el v a l o r d e la latitud e n el b o r d e d e la c a r t a y vea en q u e d i r e c c i ó n aumenta. P a r a d e t e r m i n a r c u a n d o e s N o S . 1. D e t e r m i n e la latitud. Si -- a u m e n t a h a c i a el n o r t e (hacia a r r i b a en la c a r t a ) d e b e u s a r s e . e. T e n i e n d o el c e r o y el 1 5 0 d e la e s c a l a s o b r e - l a s l í n e a s . d e s l i c e é s t a h a s t a q u e el b o r d e d e la e s c a l a toqueel p u n t o al cual s e va a m e d i r la latitud. C o l o q u e la e s c a l a c o n el c e r o c o i n c i d i e n d o c o n la linea d e latitud d e m á s bajo v a l o r ( 1 9 0 1 0 ' 0 0 " ) y el 1 5 0 e n la línea d e v a l o r m á s a l t o ( 1 9 0 1 2 ' 3 0 " ) . 4. 3. A g r e g u e el n ú m e r o d e s e g u n d o s al v a l o r m á s bajo d e las líneas ( 1 9 0 1 0 ' 0 0 " + 9 0 " = 190 1 1 ' 3 0 " ) . pero no e s t á c o m p l e - 6. La latitud 1 9 0 1 1 ' 3 0 " p u e d e e s t a r al n o r t e o al s u r del e c u a d o r p o r lo q u e d e b e a g r e g á r s e l e las l e t r a s N o - S. 2. Lea el n ú m e r o d e s e g u n d o s e n la e s c a l a ( 9 0 ) . La latitud e s 1 9 0 1 1 ' 3 0 " .divisiones. 5.

la letra N . en caso contrario se usa la letra S. La latitud del punto es 190 1 1 ' 30'' N. Para determinar la longitud repita los mismos pa- sos pero mida entre las lineas de longitud y use las letras E u W. f. 7. E a En nuestra república los valores de la longitud aumentan de DIVISION D E UN CUADRO GEOGRAFICO CON UN ESCALIMETRO. En México las latitudes siempre seran N. .

los p a s o s q u e s e s i g u e n s o n : ( V e r g u r a No. c. fi a. L c c a l i c e l a s l í n e a s g e o g r á f i c a s d e n t r o d e l a s q u e s e e n c u e n t r a d i c h o ? u n t o . 12s ! c n g i t i i d c s . 0 3 " en segundos - 3 . 2. cuadro g e o g r á f i c o s o n : $90 1 2 ' 3 0 " l q O 1 0 ' 0 0 " y 1 Y Q i Z 1 30". T r a c e e s t a s l í n e a s en la arta c o r r e s p o n d i e n t e .F. p o r e j e m p l o si las c o o r d e n a d a s del punto son. R e s t e d e l v a l o r d e la l a t i t u d d a d a 190 1 1 ' 68" el v a l o r d e la l a t i t u d d e la l í n e a i n f e r i o r 190 1 6 ' 5 0 " . c o n o c i e n d o s u s c o o r a e n a d a s g e o g r á f i c a s . Para l o c a l i z a r e n la c a r t a un p u n t o . C o n v i e r t a la d i f e r e n c i a d e 1. H a g a c o i n c i d i r el c e r o del e s c a l i m e t r o c o n la - l í n e a 9 9 0 1 0 ' 00" y el 1 5 0 c o n la línea 190 1 2 ' 20". . -- l q O 1 1 ' 08' N . qQO 1 3 ' 3!l" N .del - y ?qJ 15' 00" y l a s 1atit:iJes son -- b . P a r a la l a t i t u d . 5 Bis). 1 .

. No. 5 BIS.F I G .

además del sistema de coordenadas g e o g r á f i c a s . se - u s a m á s q u e el d e c o o r d e n a d a s g e o g r á f i c a s . M u e v a p a r a l e l d m e n t e el e s c a l í m e t r o a l g u n o s c e q t r f m e t r o s y r e p i t a (3) y (4) a n t e r i o r e s . s i g a l o s m i s m o s p a s o s d e s c r i t o s p a r a la latitud. El s i s t e m a d e c u a d r í c u l a e s t á c o n s t i t u i d o por d o s grupos d e lineas rectas paralelas equidistantes. P a r a la l o n g i t u d . 6. En d o n d e s e c r u c e n l a s d o s l í n e a s e s la l o c a l i z a . 13. h a g a una m a r - c a en la carta. que s e inters e c t a n en á n g u l o r e c t o y f o r m a n u n a s e r i e de cuadros. d. . c o n una l í n e a fina. C o n e c t e los d o s p u n t o s t r a z a d o s . C U A D R I C U L A U N I V E R S A L T R A N S V E R S A D E M E R C A T O R . 5. En el n ú m e r o 68 d e l e s c a l i m e t r o . Las cartas militares. A.4. t i e n e n un s i s t e m a d e c u a d r í c u l a p a r a la l o c a l i z a . p o r s u r e l a t i v a s i l plicidad.c i d n o r e f e r e n c i a d e puntos.c i b n d e l ounto. e. Este sistema d e cuadrícula.

P e r m i t e u s a r m e d i d a s l l n e a l e s y n o angulares. LINEAS D E CUADRICULA. El s i s t e m a d e c u a d r í c u l a p e r m i t e la localización d e un p u n t o e m p e z a n d o por d e t e r m i n a r d e n t r o d e q u e c u a d r o s e e n . T o d o s los c u a d r o s s o n del m i s m o tamaño. 6.(Figura FIG.- u n n ú m e r o y e s t o s n ú m e r o s s e usan para i d e n t i f i c a r i n d i v i . No. ne C a d a línea del s i s t e m a d e c u a d r í c u l a t i e . E s t e sistema d e c u a d r í c u l a t i e n e c i e r t a s v e n t a j a s s o bre las c o o r d e n a d a s g e o g r d f i c a s : a.6).c u e n t r a el punto. . d u a l m e n t e c a d a cuadro. C.B. b.

L o s interva!os u s a d o s d e a c u e r d o c o n la e s c a - la d e la c a r t a s o n l o s s i g u i e n t e s : a. es aplicable a las otras. 1. a ia e s c a l a d e 1 : 1 0 0 0 . c a d a una d e 6 Q d e l o n g i t u d y n u m e r a d a s del 1 al 6 0 . t e n d r á n un m e r i d i a n o q u e p a s e p o r el - .- d r í c u l a U T M ) s e u s a e n las c a r t a s m i l i t a r e s p a r a l a s r e g i o n e s c o m p r e n d i d a s e n t r e los 8 0 0 d e l a t i t u d S u r y 840 ir l a t i t u d Ni r t e . a l a s e s c a l a s d e I:i!>rJ. 8. L3 C u a d r í c u l a U n i v e r s a l T r a n s v e r s a d e Mcrcatcr ( C u a .000.000 b. y 1:500.1:250. Cada una - d e l a s z o n a s d e c u a d r í c u l a e s i d é n t i c a a c u a l q u i e r o t r a y lo que se diga ocerca de una. E. 0 0 0 . a l a s e s c a l a s d e 1 : 2 5 .c i a el E s t e . H. 0 0 0 i0. 0 0 0 y : : 5 0 .000 m.r i d i a n o d e l o n g i t u d . L a s m e d i d a s u s a d a s c o n el s i s t e m a d e c u a d r í c u l a s o n l i n e a l e s . 0 0 0 m . 1 0 0 .). el g l o b o t e r r e s t r e s e d i v i d e en 60 a n g o s t a s z o n a s . d e 60 d e a n c h o y t e n i e n d o c o m o l í m i t e s e s t e y o e s t e un m e . - Cada zo-- n s .D. -- E m u e r a n d o e n el m e r i d i a n o d e 1800 y p r o g r e s a n d o h a . El e s p a c i o c o m . y la u n i d a d d e m e d i d a e s el m e t r o .000.nal ( 1 1 .- prendido entre las líneas d e cuadrícula conocido como intervalo d e C u a d r í c u l a s e e n c u e n t r a a n o t a d o e n la i n f o r m a c i ó n m a r g i .000 m . c.

No. . c o n o c i d o como M e r i d i a n o C e n t r a l .c e n t r o d e l a z o n a . 7 ZONA DE C U A D R I C U L A UTM. MERIDIANO CENTRAL /ORIGEN ECUADOR FIG.

p o s i t i v o s para t o d o s los p u n t o s - L a s d i s t a n c i a s s i e m p r e s e leen a la d e r g El v a l o r a s i g n a d o al m e r i d i a n o c e n t r a l Este valor se co-- 500.uso de valores positivos y negativos. o el .000 m e t r o s c r e c i e n d o d e o e s t e a e s t e .g e n . la l o c a l i z a c i 6 n puedeser dada relacionando sus distancias lineales norte o sur a - p a r t i r del E c u a d o r y e s t e u o e s t e del m e r i d i a n o c e n t r a l d e lazona.U s a n d o la i n t e r s e c c i ó n del m e r i d i a n o c e n t r a l y el - E c u a d o r c o m o un o r i g e n o punto i n i c i a l . Sur. n o c e c o m o f a l s a abscisa. te. 0 0 0 d e m e t r o s d e c r e c i e n d o h a c i a el P o l o Sur. cha y h a c i a a r r i b a . E s t o s i n e m b a r g o r e q u e r i r í a el u s o d e N o r t e . En e! h e m i s f e r i o s u r el e c u a d o r t i e n e un v a l o r d e 1 0 ' 0 0 0 . lo c u a l p e r m i t e va!ores d e n t r o d e una z o n a . ( F i g u r a 8) Esto se conoce como falso nor- . Este u O e s t e para i d e n t i f i c a r la d i r e c c i ó n d e la d i s t a n c i a . Este incoveniente se - ha e l i m i n a d o a s i g n a n d o un v a l o r n u m é r i c o convenciona! al o r i . En el h e m i s f e r i o n o r t e el E c u a d o r t i e n e un v a l o r e e "0"metros y 13 n u m e r a c i ó n c r e c e h a c i a el P o l o Norte.

8 FALSA ABSCISA Y ORDENADA D E UNA ZONA D E CUADRICULA.A A 6 O ZONA ECUADOR C Z W ORIGEN DE LA ZONA uu EO z 84 90 " Y 0u W % S A Y FIG. No. .

e n c3rtas cuyo interval e s l e 1. el m c y n r n a r a I n s 4 .lores n 8 j r é r i c o s d r 1 3 s l í n e a s d e cuadrícul. igit3s 'rinciz3!es y el m e n o r 0 2 r a el r e j t o d e l o s n ú m e r o s d e acuerü.se r o t u l a e n f o r m a cornoleta c o n t o d o s 13s n. Dos ligitos crinci-ales.000 n. U n '<ilito p r i n c i z a l . S o l a m e n t e la rrirncr l í n e a d e c u a d r í c u l a en a m b a s r e c c i o n e s a o a r t i r d e ! a e s q u i n a s u r o e s t e d e la c a r t a . e n c o r t r s c. con lo s i c u i e ~ t e : c .000 1. h a c i a ni-- la d e r e c h a ( o r c e n a d a ) y tiacid i r r i b o (abscisa). Los ligicos princir3les son importantes p o r ser 13 los q u e se e v p l e a n L i r a r e f e r i r 1 o ~ a 1 1 z 3 c l ó nd e l o s p b n t o s . L s s p r i n e r a s l í n e a s d e la c!iadrír!!la.000 n. L o s Íltirncs t r e s c e r o s ( 0 0 0 ) c u ? n d o el i n t e r v a l o ? e c u a d r í c u l a ?S c e 1 . e n t o d o s los i e a h s c a s o s s e o m i t e c !os c e r o s d e d i c h o s v a lores como sigue: i. t ? n t o - .inieros c o r r e s p o n d i e n t e s a s u v o lar. d . h .. 0 0 0 n . .F.- s e i n c r i n e n en ii. L o s v.ls + e d o s t ? ~ a n o so s e a .yo intervalo es d e 10. L o s G l t i m o s c ~ a t r oc e r o s ( 0 0 0 0 ) si el i n t e r v a l o es d e 10.

como se muestra en la figura 6. Los digitos principales 74 identifican esta 1 í nea y sirven como referencia para situar un punto dentro de la hoja. de la misma figura 6 tiene un valor de 21 1 5000" Y. 0 0 0 metros al o e s t ~ del meridiano central d e la zona. en l a parte ferior de la hoja tiene un valor 474Ooon X in 10 que signifi- ca que ésta se encuentra 2 6 . La primera línea norte de cuadrícula en el ángulo inferior izquierdo.hacia el este como hacia el norte. . Las coordenadas 7 4 1 5 identifican el cua-Las coordenadas dro completo situado a la derecha y arriba. - La primera linea de cuadrícula.000 Los dlgitos principa la les identifican ésta linea para la referencia de puntos. 7 4 1 5 identifican el cuadro completo situado a la derecha y - .115. cercanas a la esquina inferior izquierda d e una carta.lo que quiere decir que se encuentra a metros al norte del ecuador. designacián de un punto siempre sigue la regla de leer a laderecha y arriba. llevan impreso en forma com-pleta el valor num6rico de dicha línea.-- 2.

d e n t r o del c u a d r o 8 8 9 3 . los l a d o s del c u a d r o d e b e n d i v i d i r s e en diez partes.porque muchos rasgos importantes pueden estar localizados dentro d e ese cuadro. .a r r i b a del p u n t o e n q u e l a s l í n e a s d e c u a d r í c u l ? 74 y 15 (dígitos principales) se cruzan. para l o c a l i z a r un p u n t o . . no e s Ic s l ~ f i c i e n t e m e n t e e x a c t a para 2 r o p ó sitos militares. Las coordenadas de X s ~ r í z ?8 8 4 9 3 3 . e s t o p u e d e h a c e r s e p o r e s t i n a c i ó n visual o m e .-- c o n 5 2 s p r e c i s i 6 n . :era s i e m p r e c o n - la p r i m e r a m i t a d c o r r e s ~ o n : 3 números- d e a la o r d e n a d a y la s e g u n d a m i t a d a l a a b s c i s ? !. .a arriba).En la f i g u r a 9 el a u n t o X situado -- d i a n t e un e s c a l í n e t r o . -- S i n e m b a r g o la l o c a l i z a c i ó n d e u n c u a d r o c o m p l e L o d e c u a d r í c u l a . Las -- c o o r d e n a d a s se e s c r i b e n c o m o u n a s o l a ci' t i e n e n un n ú r e r a > a r d e "ígitos. e s t a ~ p r o x i n a c l a m e n r c 4 d f c i v o s a la a d e r e c h a d e la línea 88 y aproximadariirte a 3 d 6 c i m o s a r r i b a d e la líiea 9 3 . ~ r ala d e r e c h a y 3 n ú m e r o s i 2 .

l a s c o o r d e n a d a s d e s e i s d í g i t o s n o s o n lo s u f i c i e n temente exactas para propósitos militares. 9 DIVISION D E U N C U A D R O DE CUADRICULA.FIG. No. G. Para determinar - . C u a n d o s e r e q u i e r e l o c a l i z a r u n a p o s i c i ó n o r e p o r - t a r & s t a .

25.000 F I G .u b i c a c i o n e s o s i t u a r p u n t o s e n l a c a r t a con m d s e x a c t i t u d .000 M ETROS ESC. 1 0 ESCALA DE COOXDENADAS.- g u r a 10 m u e s t r a u n a e s c a l a de coordenacias. La f i . 1-50. . No. e s n e c e s a r i o e l uso de u n a e s c a l a de c o o r d e n a d a s . l. ESC.

coloque la escala haciendo coincidir los ceros d e ésta con la esquina inferior iz--- quierda del cuadro de la cuadrícula que contenga el punto. El 1/100 (0. deslice ésta hacia la derecha hasta que el borde vertical toque el punto al cual vamos a medir sus ~ ~ o r d e n a . Antes de leer las coordenadas examine los dos bordes de Cada uno de ellos tiene divisiones grandes que la escala. La escala de coordenadas 1:50.000. Cada una de estas divisiones- grandes. Cada una de éstas es igual a 21100 (0. -- manteniendo la escala sobre la línea de cuadrícula horizontal inferior. Para determinar las coordenadas de un punto usando una escala de coordenadas 1:25.Con una escala de coordenadas dividiremos un cuadro de la cuadrícula con m65 exactitud de lo que podríamos hacer por estimación. H.01) se localiza a la mitad -- entre dos divisiones pequeñas. y el resultado será mejor.000 con la única diferencia -de - . -- corresponden a décimas partes de un cuadro de la cuadrícula (En F anterior se explica como se usan los décimos para indicar la ubicacidn de un punto).das.02) del cuadro de cuadrlcula. ésta a su vez dividida en 5 pequeñas partes..000 se usa de la misma manera que la de 1:25.

No. 11 USO D E LA E S C A L A D E C O O R D E N A D A S . s e s u b d i v i d e en d o s o a r t e s c a d a u n a d e l a s c u a l e s t i e n e un v a l o r d e O.q u e c a d a d i v i s i ó n c o r r e s p o n d e a u n flécirno. .P5 - - F I G .

e x c e p t o q u e las cent@ c i m a s d e b e n estimarse. El s i s t e m a d e c u a d r f c u l a d e la c a r t a y u n a escala d e c o o r d e n a d a s . la e s q u i n a del papel. El s i s t e m a d e C u a d r í c u l a M i l i t a r . Ca d a u n o d e los c u a t r o lados d e un c u a d r o d e c u a d r í c u l a c o r r e s p o n d e a 1000 m e t r o s d e d i s t a n c i a en el t e r r e n o . C o p i e e s t a e s c a l a . P u e d e f á c i l m e n t e i m p r o v i s a r s e una e s c a l a d e c o o r d e .1. La e s c a l a d e c o o r d e n a d a s así c o n s t r u i d a p u e d e u s a r s e d e la m i s m a m a n e r a d e s c r i t a en G anterior. el m u n d o ha s i d o d i v i d t d o e n 60 z o n a s . y c o n la e s c a l a d e c o o r d e n a d a s u s a n d o las d i v i s i o n e s p e q u e ñ a s s e p u e d e m e d i r c o n e x a c t i t u d h a s t a d i e z metros. p u e d e n u s a r s e para m e d i r d i s t a n c i a s en m e t r o s . C U A D R I C U L A M I L I T A R . sin e m b a r g o e n d i c h a c u a d r í c u l a U T M .- n a d a s u s a n d o una h o j a d e papel q u e t e n g a una e s q u i n a en ángulorecto. A. e s t a b a s a d o e n la c u a d r í c u l a U T M ( U N I V E R S A L T R A N S V E R S A D E MERCATOR). 14. J . C o l o q u e u n o d e los b o r d e s d e l papel s o b r e el t a l ó n d e - la e s c a l a g r á f i c a d e la carta. a p a r t i r de- C o l o q u e el o t r o b o r d e de1 papel s o b r e la m i s m a p o r c i ó n d e la e s c a l a g r á f i c a y c o p i e e s t a d e la m i s m a m a n e r a q u e en el c a s o a n t e r i o r .

Empezando ? los 80° s u r y progresando í a c i a e l n o r t e h z s t a l o s 840 n o r t e . a l a s f i l a s s e l e s a s i ~ n c n l e . - L a d e s i g n a c i ó n d e l a s á r e a s d e 6O p o r 8 9 e d e t e r m i n a l e yendo ( d e r e c h a a r r i b a ) primero Id d e s i g n a c i ó n de l o cc!unna -- ( i g u a l que l a . F o r e s t a posibilitad d e e r r o r .r~ l a s coordenadas nunericas r e s u l - por l o s d í g i t o s p r i n c i p a l e s . P o r e j e m p l o .o e s t e n or t e . Puesto que l a s l í n e a s d e c u a d r í c u l a s o l ? r n e n t e s e i d e n t i f i ~ j. B. a superficie de 12 tierra. r e p i t i é n d o s ~ 120 v e z e s . aparecerán l o s mismos n n r n e r o s .- Ecuador y o t r o s a l s u r d e l Ecuador.t r z s desde l a C hasta l a X o r i t i e n d o la 1 y la O para es!iiar confusiones. - L?s c o l u m - n a s d e 60 d e a n c h o . . zonas de c u a d r í c u l a C1TM) y después l a a e s i g n a ción de la f i l a . í u e n e c e s a r i o t e n e r u n s i s t e m a que e l i n i n e c u a l q u i e r c o n f c s i ó i ya e s t e sistema s e l e nocbra Cuadrícula M i l i t a r . E n t r e l o s 800 d e l a t i t u d s u r y l o s 84-e llatltud . l a d e s i g n a c i ó n d e l a i o n c de (Figura 12) -- : u a d r í c u l a de l a noja T o p i l e j o e s 140. a l n o r t e d e l . e l mundo s e d i v i d e en A r e a s 3 e 5 " s t t ..de c u a d r í c u l a . s e i d e n t i f i c a n c o n o en l a c i a d r í c u i a U T M ~ u r n e r a d a sd e l 1 a i 6 0 y l a s f i l a s d e S C d e a q p l i t u o s e i ~ e n r i f i c a n por l e t r a s . t a n t e s p u e d e n i d e n t i i i c a r c u a l q u i e r a d e muchos l u g a r e s d e .s u r a c a d a uria d e l a s c u a l e s s e l e s d i f u n a i c i e n t i ' i c a : i ó n ú n i c a q u e e s l a D e s i g n a c i ó n d e Zonc b e C u z d r í c u i a .nr 89 - n o r t e .

FIG. 12 DESIGNACION DE L A ZONA DE CUADRICULA . NO.

t e n la 1 y la O ) y e s t e a l f a b e t o s e r e p i t e c a d a 18" Las fi- l a s d e c u a d r o s d e 1 0 0 . L a s z o n a s d e c u a d r í c u l a s e d i v i d e n e n t r e l a s l a t i t u d e s 800 s u r y 84"orte e n c u a d r o s d e 100. c o n b a s e e n la C u a d r í c u l a UTM d e la'zona c o n s i d e r a d a . el a l f a b e t o c o r r e s p o n d i e n t e a las f i l a s d e c u a d r o s d e 1 0 0 . d e s d e la A h a s t a la V ( s e o m i t e n la 1 y la O ) p r o c e d i e n d o d e s u r a n o r t e d e tal m o d o q u e e s t e alfabeto parcial s e repite cada 2 ' 0 0 0 . 0 0 0 m e t r o s e m p i e z a en el E c u a d o r y e n las z o n a s d e o r d e n p a r d i c h o a l f a b e t o c o m i e n z a a p a r t i r d e la l í n e a d e c u a d r í c u l a 5 0 0 . 0 0 0 al s u r -- del E c u a d o r . Normalme! t e en c a d a z o n a d e c u a d r i c u l a de o r d e n i m p a r .- n a s d e c u a d r í c u l a ) . E s t o s c u a d r o s s e i d e n t i f i c a n m e d i a n t e la c o m b i n a c i S n d e d o s l e t r a s en la s i g u i e n t e f o r m a : A p a r t i r del m e r i d i a n o 180"y e s t e p o r una l o n g i t u d d e 18" p r o g r e s a n d o h a c i a el lo l a r g o d e l E c u a d o r . ( C z o . las c o l u m n a s d e c u a d r o s d e 1 0 0 .000 m e t r o s p o r la d o . 0 0 0 m e t r o s i n c l u y e n d o c o l u m n a s p a r c i a l e s o i ~ c o m p l e t a s s o b r e los rneridia n o s d e u n i ó n e n t r e las z o n a s d e c u a d r í c u l a . s e s e ñ a l a n con -- u n a l e t r a e n o r d e n a l f a b é t i c o d e s d e la A h a s t a la Z ( s e ~ m i . 0 0 0 m e t r o s s e s e ñ a l a n t a m b i é n c o n una l e t r a e n o r d e n a l f a b é t i c o . 0 0 0 metros. L a i d e n t i f i c a c i ó n d e c u a l q u i e r c u a d r o d e 100.C.000 - .

( F i g u r a 13) - F I G . 0 0 0 m. SISTEMA DE REFERENCIA DE CUAGRICULA M I L I T A R .m e t r o s s e d e t e r m i n a p o r la r e g l a i n v a r i a b l e d e l e e r h a c i a la - d e r e c h a y d e s p u é s hacia a r r i b a . . No. 13 PARA E L I D E N T l F I C A C I O N D E C U A D R O S D E 1 0 0 . p r i m e r o la letra p e r t e n e c i e n t e a l a c o l u m n a y e n s e g u n d o l u g a r l a p e r t e n e c i e n t e a ha f i l a .

G .- c u a d r o d e localización ( 1 1 . NOTA. (vsa el párrafo 111. en el d i a g r a m a s e m u e s t r a n las líneas d e c u a d r í c u l a q u e s e p a r a n los c u a d r o s d e 1 0 0 . p a r a l o c a i i z a c i ó n o r e f e r e n c i a d e un punto con m á s precisión). El c u a d r o d e localización proporciona s o l a m e n t e la iocalizacibn d e un punto a p r o x i m a d o a los 1 0 0 m e t r o s 6 ( d í g i t o s ) la cual no e s s u f i c i e n t e m e n t e e x a c t a para la m a y o r í a d e las n g c e s i d a d e s m i l i t a r e s . pnso a paso para o b t e n e r las c o o r d e n a d a s d e c u a d r í c u l a d e un punco. 0 0 0 m e t r o s y s u s r e s p e c t i v o s valores. 0 0 0 m e t r o s . La porción d e r e c h a del c u a d r o d e localización explica c o m o usar l a cuadrícula y proporciona un ejemplo. En la información marginal d e c a d a c a r t a aparece un el cual c o n t i e n e i n s t r u c . c i o n e s . M.D. partes. El Cuadro d e Localizaci6n e s t a d i v i d i d o en d o s - En la porci6n izquierda a p a r e c e la D e s i g n a c i ó n d e la- Z o n a d e C u a d r í c u l a y la identificación del c u a d r o de 1 0 0 . 0 0 0 metros. C u a n d o d e n t r o del área r e p r e s e n t a d a en la c a r t a -- e x i s t e n á s de un c u a d r o d e 1 0 0 . (Figura 14).). 8. . : 3 .

..1 iu*dricula .. 4 ." iupir." .Ir".. lb( d i c i a i ( d i .l .l. m ~ i o ~ HORIZONTAL. I iDlr. i r n a m. 10 i a . en .... .ID". COMO EJEMPLO* STO. *.i~. 100 won.. lo i u a d r i t u l i l . . d."t. i*mro.r. . ru.">O . ...i "d " . l.lor Eii8. : .d. . en N D F cor~. & . un. . o si SI I i. .2. la i d e n t i f i c a c i ó n d e l c u a d r o d e 1 0 0 . E. i.Y. " .. * 7ISPlt ."t..i.< l comii.timcia 4.do. cuaiqui. Ii. d i TIPO MENOR d. i I i iiq".".m.in ?Ip...n . .. P LDO~I~O... ldn.... m6 "..aLI - FIG..un.. O '.v D .(a eall 'O . a c0n. . z'70W0 100000n." I Il. TOMAS A I U S C O . d. .ini.*.l.*. . ecld ~ o r n .~. *. PUNTO..n "". .. n d ~ a .1 P. DE METO00 PARA O B T E N E R L l S C 0 0 1 0 L ~ A D A 0 DE C Y ~ I R I C U L A D E U* PYYI0. . - . Una referencia d e Cuadrícula Militar c o n s i s t e e n un g r u p o d e l e t r a s y n ú m e r o s q u e i n d i c a n la d e s i g n a c i ó n d e la z o n a d e c u a d r í c u l a . .. .O. ~ . . la Iinia VERTICAL . d .1 0 0 0 0 0 m .n(. i"l*dii tan. a. u.ctibn . .'S .". rnl"lrnllO.ih0 I 0 i o b r i la I... 5 . ¿ a .:cuI.... .m l .". rl p u n * o - inlr. e. n : m i r s i 6.rri 6.n. . .MN UNA A P I O X I M I C I O H DE 1001. m. .no E. ." v."i".o. r i w uAvari ."t..a I". 0 0 0 -- .i'uQdrado 6 .. ... N O .5. i " l a . .a. ~ ~ m r t l t u i ai.n . . i a r r o ~ i d i n .n 10 hojad.l. e ~ i i q ~ i iri... D . PUHrO U T I L I Z A D O .".n.. Inira-r r t r le. .8.. d o .. LO.." . "..i ar. ~ d.d.am O.II#. i ..r. i .po~dbnl. r"~dri0ul.1 ounlo Ibmnr Ihi CIIIG. I .... Ih. Lnoo I LOCilir. ti". t i i i ~ i s i . . mi<. r i. '. .i DEL COOROLNAOAS i B N O I L I L 1..f d i n o. la d.. 6. lnt.macbn .inwC. 14 CUADRO DE LOCALIZACION. G R I M O F coir*oin*i. . milR."OiO". R e f e r e n c i a d e C u a d r í c u l a M i l i t a r .i . A B A d O d.. i t " O l l .. .... i d .i*a.to a. .

a d e m á s la p a r t e n u m é r i c a c o n s t a d e un n ú m e r o p a r d e d i g i . las l í n e a s d e c u a d r í c u l a q u e l o s limitan.m e t r o s . E j e m p l o : MS. p r i m e r o .Ejemplo:-- c i ó n m a r g i n a l d e t o d a h o j a c o n c u a d r í c u l a militar. 140.d r i c u l a . 13. s e t o m a rá d e l c u a d r o d e l o c a l i z a c i 6 n q u e f o r m a p a r t e d e la i n f o r m a .l a o r d e n a d a ( 1 1 1 . La d e s i g n a c i ó n d e la z o n a d e c u a d r í c u l a . paréntesis. s e f o r m a n s i g u i e n d o la r e g l a d e ' l e e r s i e m p r e . e x p r e s a d o c o n la a p r o x i m a c i ó n d e s e a d a . 0 0 0 m e t r o s c o m p r e n d i d o s d e n t r o d e e l l a y e n el s e g u n d o c a s o . c . c o r r e s p o n d i e n d o la primera m i t a d d e e l l o s a la a b s c i s a yla s e g u n d a a . F. La d e s i g n a c i ó n d e la z o n a d e c u a d r í c u l a . - Esta se escribe en forma conti-- nua sin espacios. La p a r t e n u m é r i c a o s e a l a s c o o r d e n a d a s d e c u a . b..t o s .) P a r a f o r m a r una r e f e r e n c i a d e c u a d r í c u l a m i l i t a r s e procederá como sigue: a. guiones o puntos decimales entre l o s v a r i o s e l e m e n t o s q u e s e g ú n el c a s o d e b a n f o r m a r el c o n j u n t o . y el v a l o r d e las c o o r d e n a d a s d e c u a d r í c u l a .la r e f e r e n c i a n u m é r i c a d e l p u n t o c o r r e s p o n d i e n t e . s e t o m a t a m b i é n del p r o p i o c u a d r o d e l o c a l i z a c i ó n e n el c u a l a p a r e c e un e s q u e m a r e d u c i d o d e la h o j a c o n el o l o s c u a d r o s d e 1 0 0 . o s e a .

000 o mayores.el intervalo de'cuadrícula y la escala d e la carta que se está utilizando. ya que su empleo esta condicionado por la exten-sión del área de actividades.hacia la derecha y después hacia arriba de acuerdo con la pre-cisión deseada. debe usarse la identificación del cuadro de 100.. No siempre es necesario emplear todos los elementos - antes citados. .000 metros y cerca - . con objeto de evitar confusiones entre re-ferencias iguales que se presentan cada 100.igualmente debe mencionarse esta identificación si la situacióno referencia de puntos se está haciendo sobre cartas de escala 1:250. Puede omitirse la Zona de C u t . -- e.000 metros en cualquier dirección. también se usa la Zona de Cuadrícula -cuando - las referencias o ubicaciones d e puntos se dan sobre cartas a . - l d. drlcula sí el área considerada no se extiende más de 18-n cualauier dirección.000.escalas 1:1'000.000 m. -- : : cuando las operaciones militares se desarrollan sobre grandes áreas geográficas. el tipo de operaciones militares. Habitualmente se expresa la Zona de Cuadrícula. En zonas de areas de operaciones militares de menor extensi6n pero mayores de 100.000 Ó 1:500.

En c a s o d e una o p e r a c i ó n m i l i t a r i n d e p e n d i e n t e o c u a n d o s e e s t á h a c i e n d o la s i t u a c i ó n d e p u n t o s d e n t r o d e z o n a s m u y r e s t r i n g i d a s o c o m p r e n d i d a s d e n t r o d e una s o l a h o j a c o n escala d e 1:100. 0 0 0 m. 1 4 Q N S 0 4 3 9 0 4 L o c a l i z a c i ó n d e un p u n t o c o n a p r o x i m a c i ó n d e 1 0 0 m.d r í c u l a d e un p u n t o p u e d e h a c e r s e c o n d i f e r e n t e s g r a d o s d e a p r o x i m a c i ó n p o r lo q u e .de las uniones de zonas d e cuadrícula diferentes. 0 0 0 m. E j e m p l o : 1 4 0 L o c a l i z a c i ó n d e un p u n t o d e n t r o d e una á r e a d e 6 0 X S e . p u e d e u s a r s e s o l a m e n t e la -parte - n u m é r i c a d e la r e f e r e n c i a ( c o o r d e n a d a s d e cuadrícula). p u e d e n o m i t i r s e t a n t o la d e s i g n a c i ó n d e z o n a d e c u c d r í c u l a . . C u a n d o s e t r a t a d e z o n a s o á r e a s p e q u e ñ a s bien d e t e r m i n a d a s . c o m o la i d e n t i f i c a c i ó n del c u a d r o d e 1 0 0 . f. 14QNS L o c a l i z a c i ó n d e un p u n t o c o n a p r o x i m a c i ó n d e 1 0 0 .n o s q u e la u b i c a c i ó n d e los p u n t o s e s t é d e n t r o d e l a s c o n d i c i o n e s e x p l i c a d a s e n los p á r r a f o s a n t e r i o r e s . 0 0 0 m. l a r e f e r e n c i a d e c u a .000 o m a y o r . 14QNS09 L o c a l i z a c i ó n d e un p u n t o c o n a p r o x i m a c i ó n d e 1 0 . a m e . c o n s e c u e n t e m e n t e l a s r e f e r e n c i a s c u a d r i c u lares r e s p e c t i v a s t e n d r á n q u e v a r i a r . D e a c u e r d o c o n lo a n t e r i o r . 14QNS0490 L o c a l i z a c i ó n d e un p u n t o c o n a p r o x i m a c i ó n d e 1 . 0 0 0 m.

8 4 0 N. (al s u r del p a r a l e l o 8 0 3 . L o c a l i d a d : P u n t o d e Control H o r i z o n t a l T o p o g r á f i c o en H U I T Z I L A C . S e usa la C u a d r í c u l a Universal P o l a r E s t e r e o g r d f i c a la C U P E e s s i m i l a r a la C u a d r i c ~ l a U T M y a q u e é s t e es- l I m : 1 un s i s t e m a d e c u a d r o s b a s a d o s e n m e d i c i o n e s l i n e a l e s en metrosd e s d e un p u n t o d e o r i g e n . C U A D R I C U L A U N I V E R S A L P O L A R ESTEREOGRAFICA. .). y al n o r t e del p a r a l e i o . En las r e g i o n e s d e l P o l o S u r s e usan las l e t r a s A y B y en el P o l o N o r t e las l e t r a s Y y Z. y a q u e e n e s t e c a s o la i d e n t i f i c a c i ó n e s p o r l e t r a s únicamente. El s i s t e m a d e r e f e r e n c i a d e c u a d r í c u l a m i l i t a r t a m .S i n e m b a r g o .1 m. I 15. (CUPE). s e usa para l o c a l i z a c i ó n d e puntos or e f e r e n c i a s e n la misma m a n e r a q u e la C U T M . la d e s i g n a c i ó n d e la z o - bién s e usa c o n la CUPE. 1 4 Q N S 0 4 3 1 0 9 0 4 6 5 L o c a l i z a c i b n d e un p u n t o c o n a p r o x i m a c i b n d e . R. P a r a a q u e l l a s á r e a s del m u n d o q u e n o c u b r e la c u a d r l c u l a U T M . A.1 4 Q N S 0 4 3 1 9 0 4 6 L o c a l i z a c i b n d e un p u n t o c o n a p r o x i m a c i ó n d e 10 m. na d e c u a d r í c u l a e s d i f e r e n t e .

El p r o b l e m a d e las d i s t a n c i a s r e v i s t e una g r a n i m p o r t a n c i a p a r a el m i l i t a r e n el p l a n e o y en la e j e c u c i 6 n d e l a s misiones. . A. B.d i é n d o l a s en la carta. -- La e s c a l a q u e s e e n c u e n t r a i m p r e s a e n las c a r t a s m i - l i t a r e s p e r m i t e la d e t e r m i n a c i ó n d e d i s t a n c i a s del t e r r e n o m i .CAPITULO I V ESCALAS Y DISTANCIAS. P a r a q u e una c a r t a p u e d a t e n e r un t a m a ñ o q u e permita s e r m a n e j a b l e . GENERALIDADES. -- L a s v e c e s que- los o h j e t o s han s i d o r e d u c i d o s s e i n d i c a n m e d i a n t e la e s c a l a d e l a carta. t o d o s los o b j e t o s r e p r e s e n t a d o s en e l l a d e b e n r e d u c i r s e e n t a m a ñ o e n una p r o p o r c i ó n u n i f o r m e . 16.

- una f r a c c i ó n c o m ú n y s e llama Escala Numerica ( E N ) o FracciónRepresentativa (FR).- Una fracción representativa d e 2 5 . independientemente d e la unidad de medida q u e se utilice. La distancia e n el t e r r e n o e n t r e d o s p u n t o s . La escala d e la carta e s el c o c i e n t e e n t r e la d i s - tancia horizontal e n la carta y la c o r r e s p o n d i e n t e distancia horizontal e n el terreno. puede - s e r determinada m i d i e n d o e n t r e los puntos d e la c a r t a y m u l t i . 0 0 0 d e las m i s m a s unidades d e medida e n el t e r r e n o B. 1 6 1:25.000 significa q u e una ( 1 ) unidad d e medida en la c a r t a es igual a . .17 ESCALA NUMERICA.plicando e s t a medida por el d e n o m i n a d o r d e la FR. A. - Esta usualmente s e e s c r i b e c o m o .000 25. Escala Numerica = D i s t a n c i a d e la Carta (DC) = Distancia en el T e r r e n o (DT) En la f r a c c i ó n representativa s i e m p r e s e e s c r i b e la distancia d e la carta c o m o 1 (UNO).

la d i s t a n c i a e n el t e r r e n o e s en c e n t í m e t r o s . S u p o n i e n d o q u e la unidad d e m e d i d a e m p l e a d a en el -- p r o b l e m a a n t e r i o r s e a el c e n t í m e t r o . Si s e r e q u i e r e la d i s t a n c i a en m e t r o s o en k i l ó m e t r o s b a s t a r á . c o n d i v i d i r el r e s u l t a d o e n t r e 1 0 0 o entre100. FIG. No. . 15 D I S T A N C I A D E LA C A R T A A D I S T A N C I A D E L TERRENO. d i s t a n c i a del Terreno.000 u n i d a d e s .000 = 125.000 respectivamente.D i s t a n c i a d e la C a r t a = 5 u n i d a d e s . 5 X 25.

Hay dos formas de determinar la escala: a. La situación puede complicarse cuando una carta o croquis no tiene escala. Medir en la carta la distancia entre dos puntos 2. - Para poder usar esta carta o croquis para obtener distancias en el terreno es necesario conocer laescala.- tenga escala. D T = 3 0 0 0 m. Comparación con distancias del terreno. Medir en el terreno la distancia entre los mismos puntos ( D T ) .C. 1. Comparación con otra carta de la misma drea que . -- Ambas unidad de medida y DC mediciones DC y DT deben tener la misma debe reducirse a 1 D C = 1 2 cm. . b.

X 1 0 0 = 16 cm. . 3. O c a s i o n a l m e n t e p u e d e s e r n e c e s a r i o d e t e r m i n a r la d i s t a n c i a d e la c a r t a .l .16 m. M i d a e n t r e los d o s p u n t o s y u s a n d o la e s c a l a - d e t e r m i n e la d i s t a n c i a en el t e r r e n o (DT).escala de aouella: u - DC= 1 D e n o m i n a d o r d e la Esc. c o n o c i e n d o la d i s t a n c i a del t e r r e n o y la . D i s t a n c i a del t e r r e n o = 4. en la c a r t a . L o c a l i c e los m i s m o s p u n t o s en la c a r t a d e e s cala conocida. D. M i d a e n t r e los d o s p u n t o s (DC). S e l e c c i o n e d o s p u n t o s en la c a r t a s i n e s c a l a 2.000 m 0. 4.

0 0 0 .pequeña q u e 1 : 2 5 .. 18.000 e s m á s .E. . R. hav d i e z d i v i s i o n e s d e c i e n m e t r o s c a d a u n a . - Si la e s . a esta parte s e le llama c u e r p o d e la e s c a l a . La e s c a l a gráfica e s una regla impresa en la propia carta por m e d i o d e la cual pueden m e d i r s e d i s t a n c i a s reales del t e r r e n o s o b r e i a carra. p o r e j e m p l o . 1:50. En la determinación d e la d i s t a n c i a del t e r r e n o e n una c a r t a la escala d e é s t a afectará la precisión. A. Otro método para d e t e r m i n a r d i s t a n c i a s en el t e r r e n o e s por medio de la escala gráfica. A la izquierda del c e r o .- c a l a d e la carta e s m á s p e q u e ñ a . A la d e r e - cha del c e r o (O) 13 escala e s t á narcada en Kilómetros. La f i g u r a 16 muestra una Escala Gráfica. la exactitud d e la medición e s m e n o r porexagerarse q u e algunas c a r a c t e r í s t i c a s en la c a r t a t u v i e r o n q u e para q u e pudieran ser f á c i l m e n t e percibidas. ESCALAS GRAFICAS. a esta parte s e le llama t a l ó n d e la escala.

H a g a una m a r c a c o n l d p i z en el b o r d e d e l papel enM u e v a el papel y h á g a l o c o i n c i d i r c o n la e s c a l a . c a d a punto.F:G. Para d e t e r m i n a r e n la c a r t a la d i s t a n c i a en el t e r r e n o e n t r e d o s p u n t o s en l í n e a r e c t a . NO. 16 ESCALA GRAFICA. ( F i g u r a 17) . c o l o q u e una h o j a d e papel s o b r e la c a r t a d e m a n e r a q u e u n o d e s u s b o r d e s r e c t o s t o q u e a m bos puntos. C.- g r á f i c a y e n la m i s m a e s c a l a lea la d i s t a n c i a e n t r e los puntos.

~EDICTANCIA METROS DE 1520 q a FIG. . 17 M E D I C I O N D E D I S T A N C I A S EN L I N E A RECTA. No.

.D. c u r s o d e a g u a . Teniendo ambas mar-- c a s en c o n t a c t o . NO. ha C o n t i n ú e d e e s t a m a n e r a h a s t a c o m p l e t a r la medicióny f i n a l m e n t e p r o c e d a c o m o e n el c a s o a n t e r i o r c o l o c a n d o el b o r - d e del papel en c o i n c i d e n c i a c o n la e s c a l a gráfica y lea la di? t a n c i a real d e l t e r r e n o . a l i n i e el b o r d e del ? a . 18 M E D I C I O N D E D I S T A N C I A S E N L I N E A CURVA. ~ a g auna m a r c a c e r c a d e l e x t r e m o d e 1 b o r d e con el punto des- d e l papel y c o l o q u e e s t a m a r c a c o i n c i d i e n d o d e el cual s e va a m e d i r la d i s t a n c i a . g i r e el papel h a s t a q u e el b o r d e del m i s m o v u e l v a a q u e d a r a l i n e a d o c o n o t r a porción r e c t a y n u e v a m e n t e ga una m a r c a en el papel y en la c a r t a . o c u a l q u i e r o t r a línea c u r v a t a m b i é n s e usau n a h o j a d e papel. FIG. Para m e d i r d i s t a n c i a s a lo l a r g o de un c a m i n o s i n u o - s o . ( F i g u r a 1 8 ) .pel c o n un t r a m o r e c t o y h a g a o t r a m a r c a t a n t o en el papel c o m o en la c a r t a al f i n a l d e d i c h o t r a m o r e c t o .

000.. nos d a r á la d i s t a n c i a d e la c a r t a c o n o c i e n d o la distancia del t e r r e n o y la e s c a l a . . Algunas veces puede s e r necesario c o n s t r u i r una es-cala gráfica para usarla en una c a r t a . D.000 deberá s e r d e 1 2 c e n t í m e t r o s d e longitud. c a l c o o fotografía aérea.E. En el párrafo 1 5 . 0 0 0 metros d e d i s t a n cia e n el t e r r e n o con una escala de 1:25.000 m e t r o s con una e s c a l a 1:25. P a r a c o n s t r u i r una escala gráfica e s necesario c o n o c e r el v a l o r d e la escala y la distancia d e la c a r t a ( D C ) q u e represente una d i s t a n c i a del t e r r e n o ( D T ) conocida. 3. la determinación d e la distanc i a d e la carta c o n o c i d a . Usando esta f o r m u l a . la escala y la distancia del terrenos e explica usando la f ó r m u l a : DT DC= D e n o m i n a d o r d e la escala. La longi-- tud d e una escala gráfica que r e p r e s e n t e 3 . puede determinars e d e la s i g u i e n t e m a n e r a : La escala gráfica para r e p r e s e n t a r .

Para construir ésta escaia gráfica efectúe los si--guientes pasos:

a. U s a n d o una r e g l a , d i b u j e u n a r e c t a A - B d e 12 c m

de l a r g o .
b.

Trace otra línea recta indefinida A-C que forme -

un á n g u l o a g u d o d e c u a l q u i e r v a l o r con la l í n e a AB.

c. A s a r t i r del p u n t o A t r a c e s o b r e la l í n e a A C t r e s m a r c a s a d i s t a n c i a s i g u a l e s y r o t ú l e l a s D,E Y F.

d. T r a c e u n a línea d e F a B.

e. T r a c e l í n e a s p a r a l e l a s a F B d e s d e D y E

f.

D i v i d a AD en d i e z p a r t e s i g u a l e s .

g. T r a c e l í n e a s p a r a l e l a s a F B d e s d e c a d a d i v i s i 6 n

-

h.

L a l í n e a A B e s la e s c a l a g r á f i c a q u e r e p r e s e n t a -

3 , 0 0 0 m e t r o s d e d i s t a n c i a e n el t e r r e n o c o n una e s c a l a 1 : 2 5 , 0 0 0

i. Borre todas las líneas auxiliares y rotule cada

división.

j. La e s c a l a g r á f i c a e s t á lista para usarse.

FIG. NO. 19 CONSTRUCCION DE UNA ESCALA GRAFICA.

hetros

Kiiametros
I I5WI I I

%y9

1oko'

' ol
FIG.
NO.

1

2

19 B I S .

CONSTRUCCION DE UNA ESCALA G R A F I C A .

fi

F.

Muchas operaciones militares requieren cálculos de

--

tiempo-distancia.

La cantidad de tiempo requerido para recorrer

cierta distancia en el terreno es un factor importante en muchas d e las operaciones militares. Este requerimiento puede determi-

narse sí se dispone de una carta del área y se construye una escala gráfica (tiempo-distancia) para usarse con la carta, como en seguida se indica:

V= Velocidad de marcha.

D = Distancia (en el terreno).
T = Tiempo.

Una columna de tropas a pie marcha a una velocidad - promedio (V) de 4 kilómetros por hora. tros (D) empleará 3 horas (12
i

Para recorrer 12 kilóme-

4

=

3 (T) ) .

a. Para construir una escala tiempo-distancia, dibuje una línea que represente 12 kms., tomandola de la escala gráfica de la carta o determinándola por medio d e la escala.

b.

Divida esta línea en 3 partes, cada una representa

la distancia recorrida en una hora.

c. D i v i d a el t a l ó n ( p o r c i ó n i z q u i e r d a en el n ú m e r o d e
p a r t e s q u e c o r r e s p o n d a a la unidad d e t i e m p o d e s e a d a :

1 minuto
5 10

= 60

divisiones.

minvtos= 12 divisiones. minutos=
6 divisiones.

En

e s t e e j e m p l o la esca!a

d e la c a r t a e s 1 : 2 5 , 0 0 0

y el i n t e r v a l o e s d e 5 m i n u t o s .

la langitud d e la línea sería =

d e 48 c e n t í m e t r o s ( D C

=

12'000 25,000

0.48

m.).

l hom

O

Ihora

2horas

lhora

30mtn

O
de

lhoro

2 horas

llllil 12 K m 5 mtn d e intervalo

I

1

velocidad

marcha

4 k m p hora a

F I G . NO. 2 0 CONSTRUCCION D E UNA ESCALA T I E M P O - D I S T A N C I A .

U s a n d o la e s c a l a t i e m p o - d i s t a n c i a s e p u e d e d e t e r m i n a r en c u a l q u i e r t i e m p o d a d o , e n d o n d e s e e n c u e n t r a u n a c o l u m n a d e t r o p a s a pié.

y e s c a l a n o s dá una gran c a n t i d a d d e información q u e nos p e r m i t e identificar . m e d i r d i s t a n c i a s e n t r e -- e l l ~ sy det. c u a d r í c ~ l a .CAPITULO V ALTITUD Y RELIEVE 19 GENERALIDADES.erminar q u e t i e m p o n o s t o m a r á r e c o r r e r d i c h a s d i s t a n cias. t e s d e l a información m i l i t a r c o n los c u a l e s el u s u a r i o d e una carta d e b e f a m i l i a r i z a r s e : . La irregularidad d e la s u p e r f i c i e d e la t i e r r a e s t á d e .t e r m i n a d a p o r la altitud y r e l i e v e . Pero a d e m á s e s n e c e s a r i o c o n o c e r la f o r m a d e identificar- la c o n f i g u r a c i ó n d e la s u p e r f i c i e t e r r e s t r e r e p r e s e n t a d a en la carta.untos. l o c a l i z a r l o s . q u e son e l e m e n t o s importan-. El c o n o c i m i e n t o d e los s í m b o l o s d e la c a r t a . A.

Es un nivel de camparación - El plano de referencia generalmen t e empleado es el nivel medio del mar. del terreno. Existen varios métodos usados para indicar altitud y relieve en las cartas. Puede definirse como la configuración . encubrimientos y la selección de accidentes predominantes del terreno. Plano de referencia. 20.mientras que las cartas de escalas grandes usan un m6todo que -- . los c-mpos de tiro.- c.a. A. la velocidad de movimiento..- biertas. Relieve. La altitud (altura) de los puntos y el relieve (forma del terreno) de una área. La altitud puede definirse como la distancia verti cal de un objeto sobre o debajo de un plano de referencia b. CURVAS DE NIVEL. las restricciones para 'cierto tipo - de equipo y la facilidad o dificultad d e defensa o ataque de una área. afectará el movimiento y despliegue de las unidades limitando las rutas por las que éstas se desplacen. para el cálculo de altitudes. B. c u . Tambien afecta la observación. Con escalas pequeñas generalmente se usa un método que muestra la altitud y el relieve en forma general.

al q u e s e l e el nivel m e d i o d e l mar. E m p e z a n ú o en altitud c e r o . está d a d o en la in:ormación marginal. En la mayoría- d e las c a r t a s las c u r v a s d e nlvel e s t a n d i b u j a d a s en c o l o r sepia (café).tra y en a l g u n o s lugares a lo l a r g o d e la c u r v a m a e s t r a la línea s e c o r t a para a n o t a r en e s t o s e s p a c i o s s u C o t a .Una c u r v a d e nivel e s una línea d i b u j a - d i a n t e c u r v a s d e nivel. c a d a c u r v a d e nivel t i e n e un valor a s i g n a d o L a d i s t a n c l a vertical e n t r e c u r v a s d e nivel s e conoce c o m o E q u i d i s t a n c i a d e C u r v a s d e Nivel y el v a l o r d e é s t a .S i e m p r e e s un n ú m e r o e n t e r o . La e q u i d i s t a n c i a s e indica e n m e t r o s y e s c o n s t a n t e en t o d a el área r e p r e s e n t a d a en la carta.tud.. L a s c u r v a s d e nivel i n d i c a n una d i s t a n c i a vertical s o bre 3 a b a j o d e u n plano < e r e f e r e n c i a . c o m o 1 . 1 0 . el cual g e n e r a l m e n t e e s E m p e z a n d o a nivel del rrar. 3. Esta s e c o n o c e c o m o C u r v a M a e s . ter-3. 5 . dá el v a l o r d e (altitud). S e d e s i g n a con- el n o m b r e d e c o t a al v a l o r n u m é r i c o d e la d i s t a n c i a vertical q u e . El n é t o d o m á s c o m u n m e n t e e m p l e a d o y m á s e x a c t o e s m e . c a d a q u i n t a c u r v a d e nivel s e d i b u j a con una línea g-uesa.indica la altitud y el r e l i e v e c o n p r e c i s i ó n y c o n s i d e r a b l e s d e talles. 2 0 etc. da en una c a r t a q u e r e p r e s e n t a una línea i m a g i n a r i a e n el t e r r e no a lo l a r g o d e la cual t o d o s l o s p u n t o s t i e n e n la m i s m a a l t i .

a cualquier punto comprendido entre dos curvas de nivel.- . un punto que se encuentre a una cuarta parte en-- tre la curva de nivel 2 . ab? jo o sobre el plano de referencia. se le asigna una altitud igual al promedio de las altitudes de las curvas de nivel entre las que se encuentre. La altitud de un punto que se encuentre entre dos- curvas de nivel que están situadas arriba y abajo y luego divi-diendo el espacio comprendido entre ellas. Las cotas pueden - ser positivas. se puede determinar la altitud de cualquier punto.líneas más delgadas que las curvas maestras. 3 0 0 y la curva de nivel 2 . Las curvas de nivel comprendidas entre dos curvas -- maestras se conocen como Curvas Intermedias. Un punto - . tan acotadas.unidades indicadas en la equidistancia de curvas de nivel. La altitud de un punto- comprendido dentro de una curva de nivel es la que corresponde a esta curva. entre e:. generalmente no e s Usando las curvas de nivel de una carta. y se dibujan con . de Por- en una carta con una equidistancia de curvas de nivel- 20 metros. negativas o nulas según se encuentran arriba. 3 0 5 metros.hay del plano de referencia a un punto dado.número de . ejemplo. Cuando es aceptable una precisión d e 5 metros. 3 2 0 tendra una altitud de 2 .

L o s n ú m e r o s ( c o t a ) p r o p o r c i o n a n la a l t i t u d d e l lugar. Los puntos d e control vertical usualmente - sporecen en los cruces de caminos y en las partes más altas d e las elevaciores. pero pueden aparecer en cualquier otro lugar. de A d e m á s d e l a s c u r v a s d e n i v e l . O C O m e t r o s p u c d e c o n s i d e r a r s e q u e e s igual al v a l o r c o n o c i d o d e la c u r v a d e n i v e l m á s a l t o (1. e n las c a r t a s s e usanpuntos de control vertical. La a l t i t u d d e una e l e v a c i ó n i n c l u í d a d e n t r o d e una c u r va d e n i v e l d e 1 . s e s t b s t r a e d e la c u r v a d e n i v e l m á s b a j a . d e p r ~ s i ó n . media de 12 - m á s un- equidistancia d e curvas d e nivel. El c o n o c i m i e n t o d e la f o r m a d e l t e r r e n o ( r e l i e v e ) es- . estos son puntos d e altitud conocida. 3 8 0 y 2 . c u a r d o e s t a i n f o r m a c i ó n n o se encuer) t r a a n o t a d a er la c a r t a .385. los c u a l e s g e n e r a l m e n t e s e s i m t o l i z a n c o n una X y la c o t a d e e s e punto en particular. t a m b i é r .000 m . el ~ a l o rd e un m e d i o la e q u i d i s t a n c i a d e c u r v a s d e n i v e l .o c a ñ ó n . Para determinar--- la a l t i t u d d e un c a ñ ó n o la d e l c e n t r o d e una d e p r e s i ó n .e p u e d e u s a r c o m o un m é t o d o e x p e d i t i v o p a r a d e t e r m i n a r la altituc' (¡e u n a e l e v a c i ó n . - -- E s t a r e g l a . ) .c o m p r e n d i d o e n t r e las c u r v a s d e n i v e l 2 . 3 9 0 s e le asigna und altitud d e 2.

i n d i c a u n a p e n d i e n t e s u a v e y uniforme. . n o s i n d i c a n el r e l i e v e o c o n f i g u r a c i ó n d e l terreno. ( F i g u r a 21) I DESCENDENTE > UNlFORMEMEhTE SUAVE FIG.o b s e r v a c i ó n . u b i c a c i 6 n d e p o s i c i o n e s ~ u .i m p o r t a n t e para t o d o el personal militar.b i e r t a s para la o b s e r v a c i ó n y d i r e c c i ó n d e l t i r o . p u e s t o s d e . . Estan u n i f o r m e m e n t e e s p a c i a d a s y s e p a r a d a s e n t r e s i . 21 P E N D I E R T E S U A V E Y UNIFORME. O b s e r v a n d o una c a r t a . l o s e s p a c i o s e n t r e las c u r v a s d e n i v e l . La configuración -- d e l t e r r e n o p u e d e i n d i c a r la m e j o r . No.Cuando las curvas de nivel: a. e m p l a z a m i e n t o s d e a r m a s y p o s i c i o n e s defensivas.

la p e n d i e n t e será m á s f u e r t e hasta l l e g a r a s e r u n e s c a r p a d o . . indican una p e n d i e n t e e m p i n a d a y u n i i o r m e (figura 2 2 ) .! b . Están u n i f o r m e m e n t e e s p a c i a d a s y j u n t a s una d e la o t r a . - M i e n t r a s m á s j u n t a s e s t é n las c u r v a s d e n i v e l una d e la o t r a . N O . DESCENDENTE > FIG. 22 PENDIENTE EMPINADA Y UNIFORME. .

(Figura 23) DESCENDENTE > CONCAVA \ FIG. 2 3 PENDIENTE C O N C A V A . separadas en e l fondo. NO.c. . ~ s t á nc e r c a u n a d e l a o t r a e n l a p a r t e s u p e r i o r y l a p e n d i e n t e es cdncava.

24 \ P E N D I E N T E C'QNVEXA.d. l a p e n d i e n t e e s c o n v c x a . ( F i g u r a DESCENDENTE rior ) c 24) \ CONVEXA FIG.en e l f o n d o . . 'NO. E s t a n s e p a r a d a s u n a d e l a o t r a en l a p a r t e s u p e .

H a c e n u n a c u r v a o c u r v a s c e r r a d a s . ( F i g u r a 2 5 ) FIG. i n d i c a n una d e p r e s i ó n . 2 6 UNA DEPRESION.e. N O . i n d i c a n una c o lina. N O . Hacen una curva o curvas cerradas. con pequeños 26) - g u i o n e s h a c i a el i n t e r i o r . f. ( F i g u r a FIG. . 2 5 UNA C O L I N A .

una e s t r i b a c i ó n m u y c o r t a . . La f i g u r a 27 m u e s t r a sin e m b a r g o una e s t r i b a c i ó n p u e d e e& Puede ser muy ondu-- t e n d e r s e por m u c h o s k i l ó m e t r o s d e longitud. NO.g. FIG. Forman " V " c o n el e x t r e m o a b i e r t o hacia la p a r t e - a l t a del t e r r e n o . indican una e s t r i b a c i ó n . lada o b a s t a n t e recta. Puede tener una altura razonablemente u n i f o r m e a lo largo d e la c i m a . Comunmente se encuentran pequeños picos (curvas - c e r r a d a s ) a lo largo d e una e s t r i b a c i ó n . o p u e d e s e r e x t r e m a d a m e n t e a n g o s t a o muy ancha. 27 UNA E S T R I B A C I O N . del r e c o n o c i m i e n t o d e l a s líneas d e d r e n a j e o á r e a s c o m o v a l l e s y q u e b r a d a s en una c o n s i d e r a b l e e x t e n s i ó n . d e p e n d e la i n t e r p r e t a c i ó n d e e s t a s c a r a c t e r í s t i c a s del relieve.

h. Muestran d o s c o l i n a s q u e e s t a n incluidas d e n t r o

-

d e una c u r v a d e n i v e l , indican un puerto (figura 2 8 ) .

Por re--

g l a g e n e r a l , un puerto e s un punto n o t a b l e m e n t e bajo a lo largo d e la c r e s t a d e una cordillera. Un paso q u e p r o p o r c i o n e f a c i l i

dad d e m o v i m i e n t o a t r a v é s d e la montaña.

FIGURA 28. U N PUERTO.

i . C o n v e r g e n en una l í n e a , i n d i c a n un c a n t i l .

Sin -

embargo, frecuentemente l a s c u r v a s de n i v e l e s t a n c o r t a d a s j u s t a m e n t e c e r c a d e l p u n t o d o n d e c o n v e r g i r í a n , p a r a no o c a s i o n a r una c o n f u s i ó n . E s t e e s e l ú n i c o c a s o en que l a s c u r v a s de n i -

v e l no;-males, s e c o r t a n ( f i g u r a 2 9 ) .

FIG. NO. 2 9
UN CANTIL.

j. Son líneas rectas y paralelas adyacentes a carrete

ras, vías de ferrocarril y otras obras hechas por el hombre y que pasan a través de cerros o cordilleras, indic,an cortes.

-Se-

pueden usar marcas en forma de guiones cortos, los cuales indi-can el sentido descendente del corte; estas marcas apuntan ha-cia la carretera o vía férrea. (Figura 3 0 ) .

F I G U R A NO. UN CORTE.

30

k . Son líneas rectas y paralelas, adyacentes a carre-

t e r a s , v í a s f é r r e a s u o t r a s o b r a s h e c h a s por el h o m b r e , y q u e p a san s o b r e p e q u e ñ o s c u r s o s d e a g u a , a r r o y o s o d e p r e s i o n e s , i n d i - c a n un t e r r a p l é n . ~ a r n b i é n s e p u e d e u s a r las m a r c a s en f o r m a de-

g u i o n e s c o r t o s pero en e s t e c a s o a p u n t a n d o hacia a f u e r a d e la c a r r e t e r a o vía férrea.(Figura 31)
60

50

FIG. N O . 31
TERRAPLEN.

1, Estan muy separadas, aproximadamente paralelas a u.na corriente de agua y con cotas inferiores a las de las curvas d e nivel más alejadas de la corriente, representan un valle.

--

Como en el caso de las estribaciones, no hay una caracterlsticaúnica que defina a un valle. Más bien se caracteriza por haber-

se formado por la acci6n de un río, con terreno bastante bajo

--

razonablemente nivelado en una o en ámbas riberas que permitan finalmente limitada maniobrabilidad de una unidad militar. (Fi-gura 32).

FIG.
UN

NO.

32

VALLE.

m.

Forman una s e r i e d e " V "

s u c e s i v a s , indican una q u e

brada.

Una q u e b r a d a e s un c u r s o d e agua q u e no ha e v o l u c i o n a d o _ La d i f e r e n c i a e n t r e un v a l l e y una
--

a ú n para f o r m a r un valle.

q u e b r a d a e s t á d a d a en t é r m i n o s d e m a n i o b r a b i l i d a d d e las t r o p a s . El v a l l e t i e n e s u f i c i e n t e t e r r e n o r a z o n a b l e m e n t e n i v e l a d o q u e p e r m i t e el d e s p l i e g u e d e una unidad m i l i t a r , la q u e b r a d a no lo permite. ( F I g u r a 33)
--

FIG.

No.

33

UNA QUEBRADA

. (Figura 34) F I G . espuela. 3 4 U N A ESPUELA.n. indican una A d i f e r e n c i a d e l a e s t r i b a c i ó n . No. F o r m a n u n a s e r i e d e " U " r e d o n d e a d a s . l a e s p u e l a t i e n e una- p e n d i e n t e u n i f o r m e y e s una prolongación lateral d e una e s t r i b a ción.

s a r s e d e d i f e r e n t e s formas. La d i s t a n c i a horizontal (DH) PS la d i s t a n c i a del te-. La v e l o c i - d a d a la cual el e q u i p o o el personal puede m o v e r s e será a f c c r a d a por el d e c l i v e del t e r r e n o y el u s o d e a l g ú n e q u i p o será l i m l tado ror este declive. pero en su r e p r e s e n t a c i b n g r á f i c a en las c a r t a s pueden cruzarseen el c a s o d e s o b r e s a l i r por e n c i m a d e r i s c o s . A. s e c o n o c e c o m o su d e c l i v e .G.- m á s e x a c t a para d e s c r i b i r el d e c l i v e .- . - La d i s t a n c i a vertical ( D I 1 ) e s la d i f e r e n c i a en altitud e n t r e la_ p c r t e m á s alta y la m á s baja del d e c l i v e . El d e c l i v e p u e d e d e c i r s e q u e e s e s c a r p a d o o s u a v e . pero t o d a s e l l a s d e p e n d e n d e la c o m p c r a c i ó n d e la d i s t a n c i a vertical c o n la d i s t a n c i a h o r i z o n t a l . E s t o 5 r e q u e r i m i e n t c s d e m a n d a n una f o r m a El d e c l i v e puede e x p r e . r r e n o ( m e d i d a c o n la e s c a l a d e la c a r t a ) e n t r e 2 p u n t o s en un . El c o n j u n x o d e a s c e n s o s o d e s c e n s o s en l a s f o r m a s d e un t e r r e n o . e s c a r p a d o s . c a n t i les y canteras. Las c u r v a s d e nivel nunca se bifurcan ni se cruzan. p g ro l a c u e s t i ó n e s q u é tan e s c a r p a d o o q u é t a n suave.

una . 35 DIAGRAMA DE DECLIVE. PENDIENTE.d e b e n e s t a r s i e m p r e en la m i s m a unidad d e m e d i d a . El d e c l i v e p u e d e e x p r e s a r s e c o m o u n a p e n d i e n t e . La -- . DISTANCIA HORIZONTAL FIG. DV DH La d i s t a n c i a v e r t i c a l e s la d i f e r e n c i a d e a l t i t u d e s d e l d e c l i v e y s e d e t e r m i n a m e d i a n t e l a s c u r y a s d e nivel. La d i s t a n c i a vertical y la d i s t a n c i a h o r i z o n t a l .m i s m o plano. ( F i g u r a 35) . No.. ' // f r a c c i ó n c o m ú n m u e s t r a la r e l a c i ó n e h t r e DV Y DH. ' ./' 5.

DV. DV. 7 % 350 . = Declive en % = 350 25 X 1 0 0 2. = 3 5 0 m. (Fig! ra 3 6 ) .+jlm d e elevacion por cada 14rn de distancia Horizontal gL> F I G . DH. = B.d i s t a n c i a h o r i z o n t a l s e m i d e en la c a r t a u s a n d o l a e s c a l a . No.8-A=25 m DH= 3 5 0 m .C = 25 m. 36 D E C L I V E EXPRESADO COMO U N A P E N D I E N T E .500 = aprox. La f o r m a d e e x p r e s a r c o m u n m e n t e un d e c l i v e e s p o r p o r centaje ( % ) P o r c e n t a j e e s el n ú m e r o d e u n i d a d e s v e r t i c a l e s p o r . C.cada cien unidades d e distancia horizontal.

7 D. El declive tambien se puede expresar en grados y m i n ~ tos.5 350 = aprox. El declive d e A a B e s aproximadamente El declive de B a A es aproximadamente + 7 % % . 40 E. El factor de 5 7 .Siempre que se usa porcentaje para expresar un declive.) proporciona aceptable para declives con valores angulares mePara valores angulares mayores de 200 se deben una exactitud nores de 2 0 0 . 3 ( 5 7 . Otro método d e expresar el declive es en milits. Declive en milits = 25 Ioo0 350 350 = aprox. 3 grados es = 1 Radian. debe indicarse si éste es ascendente o descendente medianteel uso de los signos ( + ) o ( .) . -- usar las funciones trigonomktricas. Declive en grados = 57'3 350 = 1432. 7 1 .

T r a c e en la c a r t a una línea r e c t a q u e una los p u n - t o s e n t r e 13s c u a l e s s e d e s e a o b t e n e r el ~ e r f i l . El e s t u d i o d e las f o r m a s del t e r r e n o m e d i a n t e el e x a men visual d e las c u r v a s d e nive1. e s una vista e x a g e r a d a d e lado d e una porcidn d e la s u p e r f i c i e d e la t i e r r a a lo largo d e una linea e n t r e d o s puntos. S e puede c o n s t r u i r u n perfil d e c u a l q u i e r c a r t a c o t a - dc. pero c u a n d o s e r e q u i e r e d e m a y o r p r e c i s i ó n . 8 . n o r m a l m e n t e e s n e c e s a r i o c o n s t r u i r u n perfil. s e r e q u i e r e d e una s e r i e d e j e r files. . Para h a c e r el oerfil d e una c a r r e t e r a o una vía . Un perfil d e n t r o del a l c a n c e y p r o p ó s i t o d e e s t e - m a n u a 1 . P E R F I L E S Y VISIBILIDAD.- f é r r e ? q u e n o son líneas r e c t a s . A. Un oerfil e s una vista d e lado - h.72. UP perfii s o l a m e n t e s e ~ u e d ec o n s t r u i r a lo largo d e u n a -- linea r e c t a . b.es a d e c u a d o para m u c h o s propós i t o s . P a r a la c o n s t r u c c i ó n d e un perfil son n e c e s 3 r i o s i08 -- siguientes pasos: a. D e t e r m i n e la c o t a m á s alta y la m á s baja d e las -- c u r v a s d e nivel q u e c r u c e o t o q u e la línea del perfil. a.

se bajará una perpendicular hasta su valor interpolado correspondiente. Numere la línea superior del papel mas próxima a la líned del perfil con la cota mas alta determinada en ( b ) an terior. - f.anterior. Haga una marca donde la línea perpen-- dicular cruce la línea horizontal correspondiente.x u r v a de nivel. baje una perpendicurar hasta la llneaque tenga la misma cota. d. . Dibuje suficientes de manera- que haya una línea por cada curva de nivel determinada en (b) . El punto más alto de las colinas y el punto mas b a jo de los valles. tendrán que ser determinados por interpelación (determinar un punto medio entre 2 cotas) y después. Por cada punto en la línea del perfil que corte o- toque u n a .c. h. Coloque la hoja de papel sobre la carta. e. En una hoja de papel dibuje líneas horizontales p& ralelas espaciadas uniformemente. Numere el resto de las líneas en orden decreciente hasta la cota m á s baja. de manera que las líneas queden paralelas a la línea del perfil. g.

r e q u e r i r í a un e s p a c i o entre las líneas paralelas d e 0.- ralmente redondeados. las corrientes o arroyos. 37 F O R M A DE DIBUJAR U N PERFIL . usualmente tienden a formar oronunciadas "V". No. . Recuerde que las colinas y los valles son g e n e Sin embargo. 0 0 0 y u n a e q u i d i s -- t a n c i a d e c u r v a s d e nivel d e 10 m e t r o s . El e s p a - c i o e n t r e l a s l í n e a s d i b u j a d a s e n ( c ) a n t e r i o r d e t e r m i n a n lo e x 5 gerado d e éste. El p e r f i l así d i b u j a d o p u e d e s e r e x a g e r a d o . para no resultar e x a g e r a do. E n u n a c a r t a con e s c a l a 1 : 2 5 . C u a l q u i e r e s p a c i o m a y o r q u e é s t e o c a s i o n a r á un p e r f i l e x a g e ( F i g u r a 37) .i. - -- F I G . una t o d a s l a s m a r c a s c o n u n a c u r v a suave y natural.0004 m . D e s p u é s q u e t o d a s las p e r p e n d i c u l a r e s h a n s i d o b a j a d a s a l a s l í n e a s del p a p e l .

En la mayoría de las situaciones hay tiempo suficient e para construir cuidadosamente un perfil completo que muestretodas las colinas. construirse uno que solamente muestre la parte superior d e las elevaciones y si es necesario el fondo de los valles. Cuando se dispone d e . valles y pendientes.(Figura 38). A éste se le llama Perfil Rápido y se construye d e la misma manera que unperfil normal.puede- poco tiempo o cuando no es necesario un perfil completo. FIG. 38 PERFIL RAPIDO.C. . No.

D e t e r m i n a c i ó n d e v i s i b i l i d a d ( á r e a s desenfiladas). A l g u n o s u s o s p r á c t i c o s d e los ~ e r f i l e s . ( F i - g u r a 40) c . No. P l a n e o para las c o n s t r u c c o n e s d e c a r r e t e r a s o vías férreas. P l a n e o d e m o v i m i e n t o d e t erras. 39 AKEAS DESENFILADAS.D. L o c a l i z a c i ó n d e á r e a s e n m a s c a r a d a s (ocultas). P l a n e o para c o l o c a c i ó n d e t u b e r í a . (Figura 39) b. 1001 FIG. d. . -- e.son a.

4 0 TRAZADO D E AREAS ENMASCARADAS.FIG. No. .

pero s e u s a n para i n d i c a r d e c l i v e s en los l u g a r e s en los q u e las curvasd e nivel ( u o t r o s m é t o d o s ) n o r e s u l t a n a p r o p i a d o s .g i o n e s a l t a s d e montaña. s i m p l e m e n t e indica á r e a s q u e e s t a n d e n t r o d e unrango de altitudes. en f o r m a a i s l a d a o c o n j u n t a c o n las c u r v a s d e nivel. No r e p r e -- s e n t a e x a c t a m e n t e a l t i t u d e s c o m o las c u r v a s d e n i v e l .23. a m e d i d a q u e la e l e v a c i ó n del t e r r e n o s e i n c r e m e n t a . - G e n e r a l m e n t e s e usa el azul para r e p r e s e n t a r el m a r . s e e m p l e a n o t r o s c c l o r e s para c a d a r a n g o d e a l t i t u d . s u c e s i v a m e n t e para los n i v e l e s m á s a l t o s y c a f é para las r e .- . Un m é t o d o para r e p r e s e n t a r el r e l i e v e e s m e d i a n t e el uso de colores.. P o r c o l o r e s . Las hachuras son l í n e a s c o r t a s q u e s e usan para r e p r e - s e n t a r r e l i e v e s . A. O T R O S METC)DOSA R A P -- R E P R E S E N T A R E L RELIEVE.. C a d a m a n c h a o f r a n j a d e c o l o r r e p r e s e n t a una - z o n a c o n a l t i t u d e s c o m p r e n d i d a s d e n t r o d e c i e r t o s límites p r e e s tablecidos. las c u a l e s s e r e p r e s e n t a n por un c o l o r . T a m b i e n s e usa el c o l o r sepia para !a hachura. En la información m a r g i n a l d e la c a r - t a a p a r e c e r á la leyenda i n d i c a n d o l o s r a n g o s d e a l t i t u d q u e r e - rese en tan c a d a c o l o r . u s u a l m e n t e en el s i g u i e n t e orden: -- v e r d e para los n i v e l e s b a j o s . a m a r i l l o . Cuando se . B. Este sistema n o indica c o n e x a c t i t u d las a l t i t u d e s d e los p u n t o s . n a r a n j a y r o j o .

-- PENDIENTE ESCARPADA PENDIENTE SUAVE F I G . No. . 41 HACHURAS. Este méto- do p a r a d e s c r i b i r el r e l i e v e s e usa á m p l i a m e n t e e n c a r t a s d e p e queña escala para indicar montañas. s i e m p r e d e s d e un c e n t r o i n d i c a n un pico. ( F i g u r a 41). mesetas y picos aislados.u s a n s o l a s .

y n o s e miden a p a r .- r i a m e n t e c o n e c t a n p u n t o s d e igual a l t i t u d .C. S o l a m e n t e dan una idea g e n e - ral del r e l i e v e y s e e m p l e a n c u a n d o no s e t i e n e n s u f i c i e n t e s e l 5 m e n t o s para p r o d u c i r un m e j o r trabajo.s e n t a c i o n e s del t e r r e n o e n g e n e r a l . Otra f o r m a d e i n d i c a r el r e l i e v e e s m e d i a n t e el e f e c t o de sombras más o menos oscuras en los costados d e las eleva-c i o n e s . m o n t a ñ a s o p i c o s . N o r m a l m e n t e s e usan para cartas hechas rápidamente o croquis topográficos cuando es c3n-v e n i e n t e a g r e g a r un d a t o a p r o x i m a d o d e e l e v a c i ó n . sin e m b a r g o s e i n t e n t a q u e sean s e n s i .b l e m e n t e p a r a l e l a s al nivel del m a r y e s p a c i a d a s e n t r e sí d e -- a c u e r d o con el p r o p ó s i t o para el q u e h a y a s i d o h e c h a la c a r t a o el c r o q u i s . Las l í n e a s d e f o r m a n u n c a e s t a n a c o t a d a s .t i r d e n i n g ú n p l a n o d e referencia. L a s líneas d e f o r m a e s o t r a m a n e r a d e r e p r e s e n t a r elr e l i e v e en una c a r t a . - . o para r e p r e . No s o n c u r v a s d e nivel p o r q u e n o n e c e s a . D. Las l í n e a s d e f o r m a n o t i e - n e n una altitud r e g u l a r . i n d i c a n d o el g r a d o d e las p e n d i e n t e s por m e d i o d e la d e n s i d a d d e la s o m b r a .

F I G . . No. 4 2 CARTA HACHURADA.

cual cualquier objeto puede ser apuntado. . alineado.C A P I T U L O VI DIRECCIONES. B. 24. El c o n o c i m i e n t o d e la p o s i c i ó n d e un o b j e t o . o se puede desplazar. GENERALIDADES. t e n d r á poco v a l o r para el s o l d a d o . Una d i r e c c i ó n e s una línea r e c t a a lo l a r g o d e la . m i e n t r a s n o c o n o z c a la d i r e c c i ó n en la c u a l d e b a d e s p l a z a r s e para a l c a n z a r é s t e . q u e t a n - lejos y q u e t a n a l t o e s t á y la f o r m a y el d e c l i v e del t e r r e n o . A. o la d i r e c c i ó n e n la c u a l d e b a a p u n t a r una arma para batirlo.

pueden considerarse tres direcciones base: a. 4 0 0 M. El norte verdadero o astronómico se simboliza por una estrella de cinco puntas ( A) .C. cada grado en 60 minutos y cada minuto en 60 segundos. Existen varios sistemas d e medidas angulares. cada . Para propósitos militares se usa el milit ( fi ) . Las direcciones se expresan en unidades angulares de medida. La unidad angular de medida más comunmente usadae s el grado sexagesimal. Todos los meridianos se dirigen hacia el norte verdade ro. siempre debe existir un origen. Pa- ra expresar una dirección en unidades angulares de medida.- uno se usa en diferentes circunstancias. Dirección hacia el Polo Norte Geográfico desde cualquier punto de la superficie. DIRECCIONES BASE. a. 25. . El círculo esta dividido en 360 gra-- d o s . En las cartas militares desde cualquier punto del área representada. El tírculo se divide en 6 . Para medir algo. t e rrestre. A. b.debe haber una dirección base de valor CERO. Norte Verdadero o Astronbmico.

A Z I M U T Y AZIMUT I N V E R S O . d e 3600 Oc a . N o r t e M a g n é t i c o . N o r t e d e C u a d r í c u l a . El n o r t e d e c u a d r í c u l a s e s i m b o l i z a p o r u n a 8 ' y " o p o r l a s letrasUNC:' d. 7 c. D i r e c c i ó n i n d i c a d a p o r la a g u j a El n o r t e magnét. n e d i d c en el s e n t i d o d e l a s m a n e c i l l a s d e l r e l o j . 2 6 . L a s d i r e c c i o n e s b a s e m á s c o m u n m e n t e u s a d a s s o n el n o r t e m a g n é t i c o y el n o r t e d e c u a d r í c u l a .b. Dirección norte o cero e s t a blecida por las líneas d e cuadrícula d e una carta. El m é t o d o usual p a r a e x p r e s a r una d i r e c c i ó n e s e l a r imut. A .1 magnética d e una brújula en libre suspensión. -- Un azirnut e s el á n g u l o h o r i z o n t a l t o m a d o a p a r t i r d e l N o r t e . El m a g n é t i c o c u a n d o en s e t r a b a j a en el c a m p o y el d e c u a d r í c u l a c u a n d o s e t r a b a j a la c a r t a . c o u s u a l m e n t e s e s i m b o l i z a p o r una m e d i a f l e c h a () .

44).F I G . 4 3 AZIMUT. s e s u p o n e c o m o e l c e n t r o d e l c i r c u l o azimutal. Cuando s e usa un azimut. el punto d e s d e el cual s e - : o r i g i n a . No. 4 4 CIRCULO AZIMUTAL. (Figura- FIG. No. .

-- FIG. . 45). 45 AZIMUT D E C U A D R I C U L A .R D A D E R O VE Y MAGNETICO. a z i m u t v e r d a d e r o del n o r t e v e r d a d e r o . No.a z i m u t magnetice del n o r t e m a g n é t i c o y a z i m u t d e c u a d r i c u l a del n o r t e d e c u a d r í c u l a (Fig.El a z i m u t t o m a s u n o m b r e d e la d i r e c c i d n b a s e d e s d e la c u a l s e ha m e d i d o . .

- inverso d e un azimut. El azimut inverso es aquel que dá una dirección diapara obtener el azimut metralmente opuesta a la del directo.B. No. AZIMUT INVERSO= AZIMUT + 180" FIG. 46 A Z I M U T Y AZIMUT INVERSO. . o se restan 1800 si el azimut es mayor d e 1800 (Figura 46). se agregan 180Osi el azimut es igual o m e nor de 1800.

idi-íc~iia.27. La declinación d e c u a d r í c u l a y la d e c l i n a . ción magnética. D e c l i n a c i ó n d e C u a d r í c u l a : E s la d i f e r e n c i a a n g K i e cii. Enel d i a g r a m a d e d e c l i n a c i ó n a p a r e c e n l a s i í n e a s del n o r t e v e r d a d e r o . A. a.- El n o r t e v e r d a d e r o s i r v e d e o r i g e n p a r a a m b a s d e c l i n a c i o n e s .M a g n é t i c o : E s la d i f e r e n c i a - .q u e la d e c l i n a c i ó n e s E s t e y si s e m i d e h a c i a la i z q u i e r d a .- c i a a n g u l a r e n t r e el n o r t e v e r d a d e r o y el n o r t e m a g n é t i c o o el n o r t e d e c u a d r í c u l a s e le l l a m a d e c l i n a c i ó n p o r lo q u e e x i s t e n dos declinaciones. A n g u l o C u a d r í c u l o . Declinación Magnética: Es la d i f e r e n c i a angular- q u e e x i s t e e n t r e el N o r t e V e r d a d e r o y el N o r t e M a g n é t i c o . C o m o y a s e d i j o a n t e r i o r m e n t e el d i a g r a m a d e d e c l i n a c i ó n s e e n c u e n t r a en la i n f o r m a c i 5 n m a r g i n a l d e l a s c a r t a s . 3 I A G R A M A D E D E C L I N A C I O N . ladeclinación es Oeste. c. O l a r q u e e x i s t e e n t r e e l N o r t e V e r d a d e r o y el N o r t e b. La d i f e r e n . si la d e c l i n a c i ó n s e m i d e h a c i a la d e r e c h a s e d i c e . del n o r t e m a g n é t i c o y del n o r t e d e c u a d r í c u l a y e l valorn u m é r i c o d e los á n g u l o s c o m p r e n d i d o s e n t r e ellas.

a n g u l a r q u e e x i s t e e n t r e el N o r t e d e C u a d r í c u l a y el N o r t e M a g n e t i c o y s i e m p r e s e m i d e a p a r t i r del N o r t e d e C u a d r i c u l a . 47 DIAGRAMA DE DECLINACION. FIG. ( F i g u r a 47). . No.

5 W. Declinación de Cuadrícula Declinación Magnética = 70 W. 6 e E.No t o d o s los d i a o r a m a s d e d e c l i n a c i ó n t i e n e n las . No. Declinación de Cu3dricula Declinación Magnética = 10: = E. ( F i g u r a 48). F I G . 48 DIAGRAMA D E DECLINACION. B. Angulo Cuadrícula-Magnético. . W. - - A. 4 W. =120 Angulo Cuadrícula-Magnetico.res d i r e c c i o n e s b a s e en la m i s m a p n s i c i b n r e l a t i v a .

Frecuentemente s e requiere convertir de un azimut a otro. Del vértice del diagrama dibuje una línea arbitra ria en hngulo recto aproximado con la jirección general norte. b. pero - para trazar ésta línea en una carta es necesario cambiar el valor a azimut d e cuadrícula.B. Examinando el diagrama completo podemos ver si el azlmut dado. para estas conversiones.t dado para obtener el deseado.-- . una vez que la diferencia angular entre las dos direcciones base se conoce. Con esto en mente. El diagrama de declinación se usaLa principal dificultad en convertir una dirección a otra. es si se debe agregar o -- substraer la diferencia al azimu. (Figura 49) c. o el deseado es mayor y por. el problema se soluciona en tresfáciles pasos: a .10 tanto si la .sin hacer caso del valor del azimut. Examine el diagrama de declinación de la carta. La lectura de una brújula dá un azimut magnético. Una regla que debe recordarse para resolver estos problemas es: No imjorta hacia donde apunte la línea del azimut. el ángulo se mide siempre en el sentido de las manecillas del reloj desde la dirección del Norte.

d i f e r e n c i a c o n o c i d a . 4 9 D I A G R A M A D E D E C L I N A C I O N CON UNA L I N E A A R B I T R A R I A . --- FIG. e n t r e los d o s d e b e s u m a r s e o r e s t a r s e (Figura 5 0 ) . No. .

50 RELACION ENTRE LOS TRES AZIMUTS. .A Z I M U T VERDAD'ERO = 8 8 " AZIMUT MAGNETICO : 92" A Z I M U T DE C U A D R I C U L A = 829 FIG. No.

con el v a l o r del d n g u l o f o r m a d o por el K o r t e d e la C u a d r í c u l a y elN o r t e M a g n é t i c o . p e r o la r e l a c i ó n e n t r e el N o r t e M a g n é t i c o y el N o r t e d e C u a d r í c u la n o e s c o n s t a n t e . La r e l a c i ó n e n t r e el N o r t e V e r d a d e r o y el N o r t e d e C u a d r í c u l a . y a q u e Ia d e c l i n a c i ó n m a g n é t i c a c a m b i a g r a d u a l m e n t e . lo q u e p e r m i t e d e t e r m i n a r si d e b e s u m a r s e o r e s t a r s e a la d e c l i n a c i d n magnetita a n o t a d a .del n o r t e d e c u a d r í c u l a ( l í n e a s n o r t e . t o m a n d o c o m o o r i g e n el N o r t e V e r d a d e r o . . B. la cual p r o p o r c i o n a la d e c l i n a c i ó n m a g n é t i c a para d e t e r m i n a d o a ñ o y el v a l o r del c a m b i o anual. -- A l g u n a s c a r t a s t i e n e n una n o t a d e b a j o del d i a g r a m a -- d e d e c l i n a c i ó n . V a r i a c i ó n M a g n é t i c a Anual.s u r d e la c u a d r í c u l a ) p e r o la d i r e c c i ó n del n o r t e magnetice. En l a s c a r t a s m i l i t a r e s . c o m o una línea d i b u j a d a en la c a r t a . no a p a r e c e . E s t e cambio- d e b e c o n s i d e r a r s e en r e l a c i ó n c o n el a ñ o e s p e c i f i c a d o y la f e . a p a r e c e n las d i r e c c i o n e s . d i c h o c a m b i o e s p r e d e c i b l e b a s á n d o s e en r e g i s t r o s anteriores. (ánngúlo cuadrícula-magnético) t o m a d o s o b r e laE s c a l a en G r a d o s . para e s t o s e u n e el p u n t o " P " (pivote). T a m b i e n s e indica si el c a m b i o e s -- h a c i a el E s t e o hacia el O e s t e .C. L a s c a r t a s t i e n e n un p u n t o pivote s i t u a - d o e n el lado s u r d e la hoja y una e s c a l a en g r a d o s d i b u j a d a en la p a r t e s u p e r i o r d e la m i s m a .c h a en q u e s e usa la c a r t a . q u e s i r v e n para d e t e r m i n a r el m e ridiano magnético. p e r m a n e c e c o n s t a n t e .

A C a d a c u a r t o d e c í r c u l o s e I ie l l a m a C U A D R A N T E . y no m a y o r d e 900 o u n c u a r t o d e c í r c u 1 o . S F I G .28. 51 RUMBOS. O t r o m é t o d o d e s e ñ a l a r u n a d i r e c c i ó n e s e l r u m b o . . R U M B O S . ( F i g u r a 51). - Un rumbo e s un ángulo medido a partir del Norte o del Sur. A. N o .

. ( F i g u r a 52 A).S u r d e s d e la c u a l se m i d i ó el an gulo. Para escribir un rumbo se requiere d e tres elementos: a. ( f i n u r a 52 R j . La d i r e c c i ó n h a c i a la c u a l s e m i d i ó el á n g u l o (e? t e u oeste). en g r a d o s o m i l i t s c. El v a l o r d e l A n g u l o . A B FIGS.B. Un r u m b o d e S 2 6 0 W s e m i d i ó a p a r t i r del s u r c o n - un v a l o r a n g u l a r d e 2 6 0 h a c i a el oeste. R U M B O S N 3 0 0 E Y S 2 6 0 W. b. 52 A y 52 B . Un r u m b o d e N 3 0 0 E s i g n i f i c a q u e el á n g u l o s e m i d i ó a p a r t i r d e l n o r t e c o n un v a l o r a n g u l a r d e 3 0 0 h a c i a el este. Nos. L a L í n e a N o r t e .

1 1 . el a z i m u t e s igual a 1800 me- n o s el r u m b o . c o n las letras S y E . 1 1 1 . t o m a n d o e n : c o n s i d e r a c i ó n lo s i g u i e n t e : a. e s t a n o d e b e c a m b i a r s e o m o v e r s e . Dependien- d o del m e t o d o q u e s e h a y a u s a d o para e s t a b l e c e r una d i r e c c i ó n . c.- p u e d e n c o n v e r t i r s e a a z i m u t s o los a z i m u t s a r u m b o s . s ó l a m e n t e la línea b a s e ( N o r te - S u r ) d e s d e la cual f u e m e d i d a e s diferente. C a d a c u a d r a n t e s e i d e n t i f i c a por las iniciales d e I l a s d i r e c c i o n e s d e n t r o d e las q u e s e e n c u e n t r a c o m p r e n d i d o : el1 c u a d r a n t e s e identifica c o n las l e t r a s N E .a l g u n a s v e c e s s e r e q u e r i r á c o n v e r t i r d e una a o t r a . . Los rumbos . -- R u m b o = Azimut. El c í r c u l o s e d i v i d e en c u a t r o c u a d r a n t e s n u m e r a d o s e n el s e n t i d o d e las m a n e c i l l a s del r e l o j 1 .C. H a b i e n d o m á s d e una f o r m a d e i n d i c a r una dirección. d. En el 1 c u a d r a n t e el r u m b o e s igual al a z i m u t a g r e g a n d o las l e t r a s N y E. s u p r i m i e n d o l a s letras. el 111 c o n las letras SW y el IV con las letras NW. I b. el 11 con las le-t r a s S E . En el 11 c u a d r a n t e el r u m b o e s igual a 1 8 0 0 menos el a z i m u t . y IV.

Rumbo Azimut = = 1800 . más 1 8 0 0 .Rumbo. s i n l e t r a s .1800 Rumbo + 1800 f . .Rumbo. 1800 .A z i m u t . e . - e l a z i m u t e s i g u a l a l rumbo - Rumbo Azimut = = A z i m u t . Rumbo = 3 6 0 0 e l a z i m u t e s i g u a l a 360"e-- - Azimut. En e l 1 1 1 c u a d r a n t e e l rumbo e s i g u a l a l a z i m u t menos 1800 c o n l a s l e t r a s S y W . (Figura 5 3 ) . s i n l e t r a s . n o s e l rumbo. A z i m u t = 3600 . En e l IV c u a d r a n t e e l rumbo e s i g u a l a 360O menos e l a z i m u t c o n l a s l e t r a s N y U.

NW I V CUADRANTE I CUADRANTE 90" W -270" S P E 90° SW SE F I G . 5 3 RELACION DE AZIMUTS Y RUMBOS. . No.

La c o n v e r s i ó n d e un r u m b o m e d i d o a p a r t i r d e una línea b a s e r e q u i e r e del u s o d e un d i a g r a m a d e d e c l i n a c i b n 3 otra. R u m b o S 300 W = A z i m u t 2109 d. R u m b o S 400 E = A z i m u t 1 4 0 0 c. rnagnetica o d e c u a d r í c u l a por lo q u e t a m bién s e r á n e c e s a r i o e f e c t u a r c o n v e r s i o n e s s e g ú n s e r e q u i e r a .s u r . pero teniendo - m á s c u i d a d o en su empleo. R u m b o N 500 W = Azimut 310" E.-- n o r t e . u s a n d o el d i a g r a m a d e d e c l i n a c i b n d e la f i g u r a 54.ya q u e el r u m b o s e m i d e a p a r t i r del n o r t e o d e l s u r . R u m b o d e c u a d r i c u l a d e N 850 E . E j e m p l o s : a. R u m b o N 8 0 0 E = A z i m u t 8 0 0 b.O. un r u m b o v e r d a d e r o d e N 8 9 0 E e s igual a : R u m b o m a g n é t i c o d e S 8 8 0 E. P o r e j e m p l o . L o s r u m b o s pueden m e d i r s e a p a r t i r d e la línea . v e r d a d e r a . en el s e n t i d o d e las m a n e c i l l a s del r e l o j e n el 1 y 111 c u a d r a n t e s o e n s e n t i d o c o n t r a r i o en el 1 1 y I V c u a drantes.

Rumbo de cuadrícula d e S 4 9 E FIG. 5C DIAGRAMA D E DECLINACION.l i a r para la s o l u c i ó n d e p r o b l e m a s t o m a n d o e n c u e n t a l o s v a l o r e s d e la d e c l i n a c i 6 n . - . r e s t a r . u t i l i z a d a a d e c u a d a m e n t e p u e d e s e r un v a l i o s o a u x i .Un r u m b o m a g n é t i c o d e 39 W e s igual a : Rumbo verdadero de S 09 W o S Og E. a la izquerda s u m a r a p a r t i r del N o r t e q u e s e t o m ó c o m o - base). No. NOTA: La palabra n e m o t é c n i c a N A D R I S ( N o r t e a la d e r e c h a .

c o n r a n u r a y pelo. C a j a d e b r ú j u l a . O c u l a r c o n l e n t e y mira. La b r ú j u l a m a g n 6 t i c a e s el i n s t r u m e n t o m á s c o m u n m e n t e u s a d o para m e d i r d i r e c c i o n e s e n el t e r r e n o .a l e c t u r a d e l o s azirnuts. LA B R U J U L A Y SUS USOS. y c o n s t a d e las s i g u i e n t e s p a r t e s princ' oales: a. . Brújula de lente. b . A. propiedad Está b a s a d a en la- q u e t i e n e n las a g u j a s i m a n t a d a s . c o n c u a d r a n t e . Agarradera. d. e s d e c i r s e ñ a l a n la d i r e c c i ó n del N o r t e Magnético. S u n o m b r e s e d e r i v a del h e c h o d e - t e n e r un l e n t e d e a u m e n t o m o n t a d o e n el o c u l a r para f a c i l i t a r .se d i r e c c i ó n del m e r i d i a n o magnetice del l u g a r . T a p a d e o b j e t i v o . B. c. El E j é r c i t o usa d i f e r e n t e s t i p o s d e b r ú j u l a s e n t r e . q u e a p o y a d a s en su ponen e n - c e n t r o y g i r a n d o l i b r e m e n t e e n un p l a n o horizonta1.29.e l l a s las d e l e n t e y las d e espejo.

No. 5 5 BRUJULA D E LENTE ( G U R L E Y ) .T4PA D E L O E J E T I V O RANURA PELO FIG. .

s o b r e el c r i s t a l hay - d o s r a y a s o m a r c a s . La t a p a e s p l e g a d i z a y t i e n e en su p a r t e m e d i a una - r a n u r a y e n el c e n t r o d e é s t a pasa un h i l o o pe. a d e m á s el a r o d e n t a d o s e u t i l i z a para .c i a s d u r a n t e la noche. El o c u l a r t i e n e e n s u p a r t e s u p e r i o r una pequeña r a n u r a q u e c o n s t i t u y e una m i r a a b i e r t a .El c u a d r a n t e t i e n e d o s n u m e r a c i o n e s . . en c a d a e x t r e m o del p e l o hay u n p u n t o l u m i n o s o q u e t a m b i e n s e u t i l i z a n d u r a n t e la noche.0 que s i r v e par a a p u n t a r la b r ú j u l a al punto v i s a d o . La p a r t e s u p e r i o r d e la c a j a t i e n e una c u b i e r t a d e c r i s t a l m o v i b l e m e d i a n t e un a r o d e n t a d o .. t e n i e n d o en c u e n t a q u e r a d a p a s o o g o l p e e q u i v a l e a t r e s grados.400 n u m e r a d a d e 200 a 200 m i l i t s y la interiore n g r a d o s d e O a 360 c o n d i v i s i o n e s d e c i n c o en c i n c o g r a d o s . é s t a s s i r v e n t a m b i e n para el u s o d e la brúj u l a d u r a n t e la n o c h e . La d i r e c c i ó n N o r t e e s t á m a r c a d a c o n una f l e c h a l u m i n o s a y los - o t r o s p u n t o s c a r d i n a l e s c o n s u s i n i c i a l e s .h a c e r v a r i a c i o n e s e n las m a r c a s . h a y a d e m á s t r e s punt o s y una p e q u e ñ a r a y a l u m i n o s a q u e s i r v e p a r a h a c e r r e f e r e n . e i n m e d i a t a m e n t e a b a j o d e e l l a un l e n t e q u e t i e n e p o r o b j e t o e f e c t u a r la lectura del a z i m u t s i n n e c e s i d a d d e m o v e r l a cabeza. una e x t e r i o r en m i l i t s d e 0 a 6.

e q u e la b r ú . La r a n u r a del ocular. 56 FORMA DE T O M A R LA B R U J U L A . FIG. (Figura 57).Cuando el pelo del o b j e t i v o y el p u n t o v i s a d o e s t a n a l i n e a d o s . No. U s o d e la brújula d e lente. c a d a u n o d e ellos representa tres grados. I i i P a r a u s a r s e d u r a n t e la n o c h e s e e m o l e a n las m a r c a s l u m i n o s a s y los g o l p e s o " c l i k s " del a r o d e n t a d o . . s e t i e n e e s t a posición e s t a b l e . s e p u e d e leer el a z i m u t d i r e c t a m e n t e m i r a n d o a t r a v é s del l e n t e del o c u l a r la g r a d u a c i ó n del cuadrante. l a f o r m a d e t o m a r la b r ú j u l a d e lente. j u l a e s t a n i v e l a d a y f i r m e m e n t e sujeta.- t r a .C . En la f i g u r a 56 s e i l u s N6te.

d. Tapa.F I G . No. Brújula d e e s p e j o . Caja. 57 VISADO D E U N P U N T O Y L E C T U R A DEL A Z I M U l D. c . b. Espejo retrovisor. Esta b r ú j u l a s e d i v i d e para su estudio en cuatro partes: a . - . Cuadrante.

El índice para hacer las lecturas en el cuadrante lo constituye un pequeño alambre que se encuentra d e n t r o de la caja al pie del espejo retrovisor. en sus costados tiene dos ventanas o ranuras que sirven como .- un botón que asegura la aguja impidiendo su movimiento cuando n o se usa la brújula. -- .una flecha que indica la dirección en q u e S s e debe vi-sar ~ ~ p o r la cara interior. El cuadrante es de material plástico o de vidrio. también tiene una flecha de color blanco -- fosforescente para ser usada durante la noche. Exteriormente hay .pinulas. La tapa es metálica y de la misma forma que la caja. una ocular y la otra objetivo. En su cara exterior tiene grabada . Ade- más tiene grabados los puntos cardinales y los intermedios pintados con fósforo para hacerlos luminosos durante la noche. la aguja gira libremente sobre un pivote. que se emplean para ! a l z a r la visual al objetivo. Está graduado d e O a 360 grados de dos en dos grados en el sentido de las manecillas del reloj y numerado'de veinte en veinte grados. en forma circular montado sobre un anillo fresado para sujetarlo al moverlo sobre el plano horizontal de la caja. en su borde infg rior tiene una graduación en centímetros.En su interior lleva una aguja imantada apoyada so-bre un pivote central que coincide con el centro del cuadrante.

No. . para c o r r e g i r la d e c l i n a c i ó n m a g n é t i c a propia d e c a d a b r ú j u l a . r e s p e c t i v a m e n t e . Estas m a r .1 m o m e n t o en q u e la a g u j a - i m a n t a d a e n t r e en s u s r e f e r e n c i a s .- c a s n o c o i n c i d e n e x a c t a m e n t e con el N o r t e y el S u r . así c o m o en a l g u n o s c a s o s .t i e n e c e r c a del N o r t e una r a y i t a y c e r c a del S u r un p e q u e ñ o -- c í r c u l o q u e s i r v e n d e r e f e r e n c i a para c o l o c a r l o s e n c i m a d e l a f l e c h a y del c l r c u l o d e la a g u j a . El e s p e j o r e t r o v i s o r e s c i r c u l a r . 58 BRUJULA D E ESPEJO ( B E Z A R D ) .l e e r las g r a d u a c i o n e s del c u a d r a n t e .b l e y s i r v e para ver por reflección 2. lo cual s e h a c e en la f á b r i c a . m é t a l i c o y a b a t i . FIG.

Metros. En esta forma no solamente estd protegida sino que estard lista y disponible para usarse cuando se necesite. Algunas precauciones y consideraciones especiales relacionadas con el cuidado y uso de una brújula magnética sonlas siguientes. Lineas de alta tensión.la no deben hacerse cerca de piezas de acero o circuitos electrices. Precauciones que deben tomarse al usar una brújula. 55 - 2O . Las siguientes dis- tancias aproximadas se usarán como una guía de seguridad para un correcto funcionamiento de la brújula. . Un Golpe ' - puede ocasionar daños al delicado balance que tiene el cuadrante sobre su eje. todas estas consideraciones son importantes p o r que aseguran razonablemente que la brújula funcione cuando y donde se requiera: -- . Las lecturas de la brúju. a.E. c. b. La brújula debe manejarse con cuidado. La brújula debe cerrarse y guardarse en su estu-che especial cuando no esté en uso. Piezas de Artillería.

O R I E N T A C I O N D E L A C A R T A A.> para p r o p ó s i t o s d e i d e n t i f i c a c i b n . C. o - r e p o r t e s . C o n o b j e t o d e h a c e r un uso e f e c t i v o d e una c a r t a enel can. localización.cuentemente el u s o d e la b r ú j u l a . La f o r m a m á s r á p i d a y e x a c t a para o r i e n t a r una c a r t a Si el p u n t o p i v o t e y la e s c a l a d e g r a d o s --- e s c o n una brújula. El u s u a r i o d e la c a r t a e s t á o r i e n t a d o c u a n d o c o n o c e su po- s i c i ó n en la c a r t a o r i e n t a d a . Ametralladoras. B. 2O 10 1O 5 1 d. C a s c o s de acero y a r m a s portátiles. Líneas Telefónicas o Telegráficas. 30. Metros. é s t a debe estar orientada.. a p a r e c e n e n la c a r t a . A l a m b r a d a s d e púas. si - . para a s e g u r a r una t é c n i c a e f i c i e n t e en una e m e r g e n c i a . ( p a r r a f o 2 0 . Una c a r t a está o r i e n t a d a c u a n d o e s t a n d o h o r i z o n t a l . c o l o q u e é s t a en una s u p e r f i c i e plana y d i b u j e la línea del n o r t e m a g n é t i c o . D e b e p r a c t i c a r s e fre. su n o r t e a p u n t a al n o r t e en el t e r r g no.).C a m i o n e s o tanques.

- Para cartas que no tienen el punto-pivote y la escala en grados. C.utiliza una brújula de lente como la descrita anteriormente. hasta que la flecha de la aguja. se requiere de un cuidadoso examen d e la carta y de --- las características del terreno en el drea para encontrar ras-gos lineales que sean comunes en ambos. sobre la línea del norte magnético y la flecha de la propia tapa apuntando hacia la parte superior de la carta. Para orientar una carta cuando no se dispone de unabrújula. alinie la línea de mira de la brújula sobre una - linea d e cuadrícula norte-sur y gire la carta y la brújula juntas hasta que la aguja d e la brújula apunte en la misma direc-ción y con el valor del dngulo cuadrículo-magnético que aparece en el diagrama de declinación. abrala totalmente y colóquela directamente sobre la línea -del - norte magnético de manera que la tapa esté en dirección a la parte superior de la carta. se alinie baj o el índice de la brújula. Mueva la carta teniendo cuidado -- de que no se mueva la brújula de su posición sobre la línea del norte magnético. tada. en la carta y en el . se sigue el mismo -- 1 ' procedimiento pero colocando el borde inferior de la tapa en el que aparece la graduación en centímetros. I En esta forma la carta queda o r i e n Si se utiliza una brújula de espejo.

y t e l e g r á f i c a s .línea deben a l i n e a r s e d o s o m á s cara'cterísticas. c e r c a d o s . P a r a prevenir que la c a r t a q u e d e o r i e n t a d a en d i r e c c i ó n i n v e r s a .terreno. Al1 e x t e n s i ó n . n e a n d o las c a r a c t e r í s t i c a s d e la c a r f a con s u s c o r r e s p o n d i e n . por ejemplo: líneas t e l e f ó n i c a s . haber s o l a m e n t e un r a s g o lineal v i s i b l e . de alta t e n s i ó n . etc. s e d e b e En c a s o d e - identificar- . c o m o s u e l e o c u r r i r c u a n d o s e utiliza una sola .t e 8 en el t e r r e n o (figura 59) se orienta la carta. vías f é r r e a s . Los rasgos lineales son aquellos q u e t i e n e n largo o c a r r e t e r a s .

La unidad angular más común es el grado. Dentro del alcance de este manual el transporta-- dor se usa para medir y transportar direcciones angulares. (figura 60) - pero todos ellos dividen el círculo en unidades de medida angular.A. . Ex:sten transportadores de diferentes formas: circ. B. éste consiste en una escala alrededor del borde exterior y un indice. Independien -- temente de la forma del transportador. el centro del círculo El índice es- del cual radian todas las direcciones. semicirculares. lares. Un transportador es un instrumento que sirve para m e dir ángulos. cuadrados y rectangulares.

FIG. N o . 6 0 T I P O S DE TRANSPORTADORES .

sur d e cuadrícula. Coloque el índice del transportador sobre el punto. b. Para determinar el azimut de cuadrlcula d e una línea d e un punto a otro en la carta (de A a B o C a D) (figura 6 1 ) : a. Lea el valor del ángulo en la escala. Dibuje la línea que une los puntos citados ante-riormente.C. . Teniendo el fndice sobre el punto. e. d. dste se-ra el azimut de cuadrícula. gire el transportador hasta que la línea 09 - 1800 quede paralela a una 1í-- nea norte . Si se midi6 a partir d e una línea de cuadrfcula norte .sur o una paralela a una línea de cuadrícula. c.

No. 61 M E D I C I O N DE UN A Z I M U T D E C U A D R I C U L A EN UNA CARTA .FIG.

Convierta la dirección a azimut de cuadrícula. Coloque el índice del transportador sobre el pun- c.D. Trace una línea desde el punto conocido a través de la marca que hizo en la carta. Para trazar una línea d e dirección desde un punto - conocido en una carta.- - 1809 del transportador paralela a una linea de cuadricula norte - sur. y ción d e 90"ueden el borde recto del transportador coincida con el punto. b. (Figura62): a. e. mueva este de manera que el índice y la gradua--sobre una línea d e cuadricula horizontal. Alinie la línea 0" 1 8 0 V e l transportador para- lela a Lna línea de cuadrícula norte - sur. . ción. d. Para facilitar l a alineación de la línea de OQ . si es necesario. Esta es la línea d e direc-- f. Haga una marca en la carta en valor del dngulo r e auerido.

62 TRAZADO D E UNA LINEA D E DIRECCION (AZIMUT). ( F i g u r a 62). .D i b u j e una línea a craves del punto a lo largo - d e l b o r d e r e c t o d e l t r a n s p o r t a d o r y e s t a l í n e a s e r á el n o r t e d e c u a d r í c u l a . F I G U R A N O .

2. 1. DEFINICION. Apunte la brújula hacia el punto deseado. A. a. usando el t r a n s portador trace el azimut d e cuadricula d e s d e su posición. INTERSECCION. Métodos. (Figura 63). La localización de un punto mediante la ocupación - sucesiva de por lo menos dos posiciones identificadas en la c a c ta y en el terreno (es preferible emplear tres posiciones) desde las que se visa el punto considerado se llama intersección. S e usa para localizar caracterlsticas que no estan - definidas en la carta o que no se puedan identificar con faci-- 1 idad. Metodo de la brújula y el transportador. Localice y marque su posicidn en la carta (A). Existen dos mPtodos de intersección: el método de - la brújula y el transportador y el método del escalfmetro o regla. B.32. cam- bie el azimut magnético a azimut d e cuadrícula. .

Si los l a d o s d e e s t e t r i á n g u l o son m a y o r e s d e 100 - m e t r o s de a c u e r d o con la e s c a l a . No s e d e b e a c e p t a r q u e la u b i c a c i ó n del p u n t o s e a el c e n t r o del t r i d n g u l o . m u e v a s e a u n a t e r c e r a p o s i c i ó n y repitael procedimiento. D e s p l á c e s e a la o t r a p o s i c i ó n en el t e r r e n o . S i e m p r e q u e s e a p o s i b l e . 6. u s a n d o el - - t r a n s p o r t a d o r t r a c e el a z i m u t d e c u a d r í c u l a en la c a r t a desdeesta ~ o s i c i b n . s e d e b e r e p e t i r el t r a b a j o p a r a c o r r e g i r el error.3. c a c b i e el a z i m u t m a g n é t i c o a a z i m u t d e c u a d r í c u l a . En d o n d e s e c r u z a n las d o s l í n e a s e s t á l o c a l i - z a d a la c a r a c t e r í s t i c a d e l t e r r e n o q u e no a p a r e c í a en la c a r t a . C u a n d o s e usan t r e s l í n e a s a l g u n a s v e c e s s e -- f o r m a un p e q u e ñ o t r i á n g u l o . el c u a l s e c o n o c e c o m o t r i á n g u l o del e r r o r . l o c a l i c e y m a r q u e e s t a p o s i c i ó n en la carta. A p u n t e la brújula h a c i a el punto d e s e a d o . 4. para v e r i f i c a r la - e x a c t i t u d del t r a b a j o . 5.

b. M é t o d o del e s c a l i m e t r o o r e g l a . ( C u a n d o no s e - d i s p o n e d e una brújula). ( F i g u r a 64).

1 . O r i e n t e la c a r t a s o b r e una s u p e r f i c i e plana -

g o r el m é t o d o d e inspección.
2. L o c a l i c e y m a r q u e su p o s i c i ó n en la c a r t a .

3. C o l o q u e el e s c a l í m e t r o en la c a r t a c o n uno d e

los e x t r e m o s s o b r e su p o z i c i ó n ( A ) y p i v o t e a n d o s o b r e e s t e p u n t o g i r e el e s c a l í m e t r c hasta q u e pueda v i s a r el punto deseadoa lo largo del b o r d e s u p e r i o r d e é s t e .
4. T r a c e cna línea a lo largo del e s c a l í m e t r o .
5 . T r a s l á d e s e a una s e g u n d a p o s i c i ó n ( B ) y r e p i -

t a los p a s o s a n t e r i o r e s .
6. S i e m p r e q u e s e a p o s i b l e v e r i f i q u e la e x a c t i - -

t u d del t r a b a j o en una t e r c e r a posición.

7. En d c n d e s e c r u c e n o i n t e r s e c t e n las l í n e a s ,
e s la l o c a l i z a c i ó n del p u n t o q u e no a p a r e c í a en la c a r t a .

-

FIG. No. 64 INTERSECCION S I N BRUJULA NI TRANSPORTADOR.

33. RESECCION
A.

Definición
La

l o c a l i z a c i ó n d e la posición d e l o b s e r v a d o r

me--

d i a n t e el visado a d o s o m á s c a r a c t e r í s t i c a s del t e r r e n o , s e llama resección.

B. M é t o d o s
L o s d o s m é t o d o s d e r e s e c c i ó n s o n el d e brújula y t r a n s p o r t a d o r y el del escalímetra.
--

a. M é t o d o d e brújula y t r a n s p o r t a d o r . ( F i g u r a 65)
1 . O r i e n t e la c a r t a y s e l e c c i o n e d o s c a r a c t e r í s -

t i c a s s o b r e s a l i e n t e s del t e r r e n o , a p r o x i m a d a m e n t e s e p a r a d o s e n t r e sí
900

y q u e s e a n i d e n t i f i c a b l e 8 e n la carta.

2. U s a n d o la b r ú j u l a , v i s e la p r i m e r c a r a c t e r í s -

t i c a (A); la;

c o n v i e r t a el a z i m u t m a g n é t i c o a a z i m u t d e c u a d r í c u -

c o n v i e r t a el a z i m u t d e c u a d r í c u l a a a z i m u t inverso.

3. T r a c e el a z i m u t i n v e r s o d e c u a d r í c u l a d e s d e -

la p r i m e r c a r a c t e r í s t i c a , d i b u j a n d o en la c a r t a una línea i n - definida.

4. R e p i t a 2 y 3 a n t e r i o r e s u s a n d o la s e g u n d a c a -

racterística. (B).

5. D e s e r p o s i b l e , r e p i t a ( i i ) y ( i i i ) c o n una -

t e r c e r a c a r a c t e r í s t i c a p a r a v e r i f i c a r el p r o c e d i m i e n t o .

6. El l u g a r en d o n d e s e c r u z a n l a s l í n e a s e s la-

u b i c a c i ó n d e la p o s i c i 6 n del o b s e r v a d o r . r

F I G . No. 65
REStCCION, USANDO BRUJULA Y TRANSPORTADOR.

C

b. M é t o d o d e l e s c a l í m e t r o . ( C u a n d o no s e d i s p o n e d e una b r ú j u l a ) ( F i g u r a 66).

1.

O r i e n t e la c a r t a s o b r e una s u p e r f i c i e plana

-

p o r el m é t o d o d e i n s p e c c i ó n , y s e l e c c i o n e d o s o m á s caracterí? t i c a s s o b r e s a l i e n t e s del t e r r e n o , a p r o x i m a d a m e n t e s e p a r a d a s
900 y q u e p u e d a n s e r f á c i l m e n t e i d e n t i f i c a d a s e n la carta.

-

2. C o l o q u e el e s c a l í m e t r o e n la c a r t a s o b r e el

-

s í m b o l o d e la p r i m e r c a r a c t e r í s t i c a ( A ) y a l i n i e el e s c a l í m e - t r o m i r a n d o a lo l a r g o d e 61, hacia el p u n t o A en el t e r r e n o .

3. D i b u j e una línea a lo l a r g o del e s c a l í m e t r o .

4. U s a n d o la s e g u n d a c a r a c t e r í s t i c a ( B ) con un

ángulo aproximado de

900

repita 2 y 3 anteriores.

5. En d o n d e s e c r u z a n las l í n e a s e s s u posición.

6. Si e s p o s i b l e c o m p r u e b e s u t r a b a j o u s a n d o un

t e r c e r punto.

No. 66 R E S E C C I O N U T I L I Z A N D O UN E S C A L I M E T R O .FIG. .

L a d i r e c c i ó n n o r m a l m e n t e s e e x p r e s a c o m o un a z i m u t y la d i s t a n c i a e n c u a l q u i e r unidad d e m e d i d a c o n v e n i e n t e . 67 USO DE L A S COORDENADAS POLARES PARA D E S I G N A R UNA P O S I C I O N E N L A C A R T A . COORDENADAS POLARES.- t r o s . U n p u n t o e n la c a r t a p u e d e d e t e r m i n a r s e o t r a z a r s e a p a r t i r d e un p u n t o c o n o c i d o . etc. Este método d e lo- c a l i z a c i ó n s e c o n o c e c o m o c o o r d e n a d a s polares. d a n d o la d i r e c c i 6 n y la d i s t a n c i a a lo l a r g o d e e s a línea d e dirección. A. t a l e s c o m o m e . k i l b m e t r o s . FIG. . Las c o o r d e n a d a s p o l a r e s s e u s a n p r i n c i - p a l m e n t e en el t e r r e n o p o r q u e s e p u e d e d e t e r m i n a r u n a z i m u t m a g n é t i c o c o n una b r ú j u l a y la d i s t a n c i a p u e d e estimarse. ( F i g u r a 67).34. No.

Dibuje el azimut de cuadrícula en su carta a p a r tir de su ubicación. Busque en la carta. d e cuadricula. a lo largo de la línea del - azimut que trazó.racterfsticos del terreno mencionados en c anterior. El procedimiento es el- a. e. Trace la posición del punto en la carta sobre la . siguiente: (Coordenadas Polares). Determine el azimut magnetice entre su ubicación y el punto lejano. Convierta este azimut magnético a azimut - b. la representación grdfica de los razgos c a . Cuando no resulta práctico ocupar dos posiciones p a ra completar el procedimiento de intersección. ticos del terreno. c. d. Un c d l c ~ lo aproximado de la distancia le servird d e ayuda al hacer una comparación entre el terreno y la carta.B. Estudie I detenidamente el terreno en los alrede- dores del punto lejano y trate de encontrar rasgos caracteris- 1 I .se puede locali- zar un punto lejano por medio d e una sola línea de dirección y la distancia.

. f.? Iior r o m ~ ) a r ~ i c i ó (le l a s r a r . E l ernijleo de tina h r ú j i ~ l a o l a o r i e n t a c i ó n ti? iin~i ciirt. /untlo e l a / irniil i r i v e r s o tleitle e l [iiirito I ~ j ~ i nIhdr o ~iosiclóil. ( F i g u r a 6 8 ) .I.itIos ~ i ( i r l~ t e r n i i r i i r t i i r e r r i o n e r . D E T E R M I N f i C I O t l D E L N O R T E USANDO R E C U R 5 O S DI C A M P A N A .I d u n a c a r t a 1:or i n s l j e c c i b n .. e s n e c e s a r i o t e n e r o ~ r o i medios paro d e t e r r ~ i n a r d i r e c c i o n e s . son métrirlos iis. Este es u n m e -- t o d o s e n c i l l o y p r e c i s o » a r a c r i e n t a r s e por medio d e l Fol y c o n s t a de t r e s p a s o s . Como c a r l ~ itieiic~ o r i c r i . C.l í n e a de d i r e c c i ó n según e l p a t r ó n de c a r a c t e r í s t i c a s d e l t e r r e n o que u s t e d haya o b s e r v a d o .:I:. la Iri u t i li- liropii_ 31. Orientación por medio de l a s o m b r a .- L a r s e Liara que sea ú t i l en e l camlio.I. Con e s t e método s e puede f i j a r l a u b i c a c i ó n de u n v u n t o con r a z o n a b l e e x a c t i t u d .ri l r r c n o . Tsmhién s e puede emlllear c l rnetotio r l e i c r i t o f>ri el - p h r r d f o a n t e r i o r 11ara f i j a r l a p o s i c i ó n d e l o b s e r v a ( t o r . i r L e r i s t i r a s 5 0 i : r e s ~ i i e r i t e s tlel t p . 110 n i siemiire s e r 6 ~ i o s i l ) l e. A. IIPrcj t e siemlire s e ( 1 1 sliontlrá (le u n a b r ú j u l a ..

25 m.t r e m o l e j a n o d e :a sombra. - Y d g a s o b r e el t e r r e n o una p r i m e r a m a r c a en d o n d e q u e d e el e x . 68 ORIENTACION POR MEDIO D E L A SOMBRA. b. d e longitud en un t e r r e n o n i v e l a d o d o n d e pueda p r o y e c t a r una s o m b r a d e f i n i d a . \ \ ' ' \ \ S E N segundo marca primero W marco FIG. E s p e r c q u e el e x t r e m o d e la s o m b r o s e d e s p l a c e - d u r a n t e 10 m i n u t o s al t é r m i n o d e los c u a l e s h a g a una s e g u n d a - .nenos r e c t a d e a p r o x i m a d a m e n t e 1. e s t a c a o vara - m a s o . No. C l a v e v e r t i c a l m e n t e una b a l i z a .-\ \ \ ' q \ ' L \ \ . a.

O e s t e o b t e n i d a . s e p u e d e u s a r u n a v a r i a c i ó n del m é t o d o a r i ~ e r i o r q u e c o n s i s t e en lo s i g u i e n t e : ( F i g u r a 69) N FIG. Una llnea p e r p e n d i c u l a r t r a z a d a en c u a l q u i e r p u n t o d e la r e c t a E s t e . Esta r e c - t a le indicará la d i r e c c i ó n E s t e . O r i e n t a c i ó n por a r c o s d e s o m b r a s iguales. B. Una á m b a s m a r c a s c o n una línea recta. m e n t e la línea N o r t e Sur. No. n o s indicará muy aproximada-. P a r a o b t e n e r una m a y o r e x a c t i t u d . -- c. 69 O R I E N T A C I O N P O R A R C O S D E SOMBRAS IGUALES . c o n s i d e r a n d o q u e la p r i m e r a m a r c a q u e d a r á en d i r e c c i ó n O e s t e y la s e g u n d a m a r c a q u e d a r á en d i r e c c i ó n Este.O e s t e .m a r c a s o b r e la p o s i c i ó n d o n d e haya q u e d a d o el e x t r e m o d e la sombra.

er este momentoL marqce el lugar dcnde la sombra tocó el arco. Se puede hacer el trazo con un cordón.Oeste. en latitudes de m'enor de 6 6 0 . dcnde pueda prcyectarse una sombra precisa de por lo menos 30 cm. en cualquier estación del año. Este procedimiento debe efectuarse 5 6 10 minutos antes del medio día. : e. una baliza. Clave verticalmente. Conforme se acerque el medio dla la sombra se hará 1 más corta. una - agujeta u otra vara. d. Trace sobre el terreno un arco empleando la longi- tud de la sombra como radio y el pie de la baliza o estaca como centro del arco. Trace una línea recta entre Ambas m+. despues del medio día la sombra comenzará a alargarse hastz que vuelva a tocar el arcc antes trazado. 1 1 c. marque el extremo de la sombra. estaca o vara en el terreno lo m6s nivelado posible. f.rcas y le dará la dirección Este .a. b. Trace otra línea recta que una el pie de la baliza con el punto medio de la recta trazada anteriormerte y obtendrá- .

D u r a n t e la n o c h e p u f d e n u s a r s e l d s e s t r e l l a s p a r a d e Lerminar 13 d i r e c c i ó n d e l n o r t e e n el h e m i s f e r i o n o r t e o la di-- r e c c i ó n s u r en el h e m i s f e r i o sur. O r i e n t a c i ó n por m e d i o de l o E s t r e l l a P o l a r . ( F i g u - FIG. a. C. 70 DETERMINACION D E L A DIRECCIGN NOR7Z MEDIFNIE L A F S T R E L L A POLA?. No. .la d i r e c c i ó n del N o r t e v e r d a d e r o e n el h e m i s f e r i o n o r t e o la d i r e c c i ó n del s u r v e r d a d e r o en el h e m i s f e r i o sur.

recurre a otra ccrstelaciós. cuatro de ellas forman un cuadrilátero y las otras tres un arco de clrculo que parte de uno de los vértices del mismo. cinco estrellas. Una vez identificada la constelación. para - ccnocer la dirección norte es necesario encontrar otra estrella llamada Estrella Polar. y que respecto al Polo dista aproximadamente io Consta d e mismo que la Osa Mzyor. Para encontrar la Polar se em-- p1ea. es decir las más lejanas a las tres que formcn el arco de círcu10.la Osa Mayor no es visible.éstas 1 llamadas punteros nos señalan la dirección en - que se encuentra I? ritada estrella y Que está situada a cincoveces la distancia que existe entre 10: punteros. también boreal. es estas circunstanciasse.1.- . La Constelación de la Osa Mayor o "Carro" es - fácil de identificar por el brillo de siete de sus estrellas. (poco menos de orado y medio). l 2. pero del lado opiiesto a ésta. la que difiere del Polo Norte muy poco.n como yuias las dos estrellas del lado posterior del "Ca-rro". de no gran e x t e n Siór aparente. es la que sirve para localizar a la . abierta: su nombre es Casiopea y semeja una "M" muy -- la estrella (delta) que constituye el vertice del ángg lo m d c abierto de la "M". En ocasiones y dependiendo d e la hora de la -- observación. semejando el conjunto un carro sin ruedas.

CRUZ DEL SUR \ \ \ \ 7 PUNTO SOBRE 1 POLO SUR EL FIG. b a c i a la d e r e c h a del o b s e r v a d o r .P o l a r . s e e n c u e n .- servador dandc frente a d i c h a constelación y tomando la separac i ó n de las e s t r e l l a s q u e c o n s t i t u y e n los b r a z o s d e la c r u z . . c u a t r o d e c u y a s e s t r e l l a s son muy b r i l l a ~ t e sy f o r m a n p r e c i s a m e n t e una c r u z . ( F i g u r a 71) *\y' ~' \*\\. s e e n c u e n t r a la p o l a r . a p ~ r t i rd e D e l t a . En el h e m i s f e r i o s u r . la c o n s t e l a c i ó n q u e s i r v e - d e r e f e r e n c i a e s la C r u z del S i i r . C o l o c a d o el o b . No.t r a un punio l o c a l i z a d o s c h r e el P o l o S u r . b. c u o t r o y m e d i a v e c e s . s i g u i e n d o la d i r e c c i ó n d e la b i s e c t r i z d e l á n g u l o a n t e s c i t a d o . 71 DETERMINA?ION D E Lb DIRECCIOK SUR MEDIAVlE L A CRUZ DEL SUR.

72 DETERMINACIOK D E DIRECCIOKEC USANCO U k RE. N O . i I N HEMISFERIO NORTE S HEMISFERIO SUR I FIG.LOJ a .- .D. Se puede u s a r un r e l o j común p a r a d e t e r m i n a r a p r o x i . La d i r e c c i ó n d e l SUR s e e n c v e n t r a a l a m i t a d d e l a r c o e n t r e e l p u n t o que marca e l h o r a r i o y l a s 1 2 d e l r e l o j . - R e c u e r d e que e l - S o l s e e n c u e n t r a en e l E s t e a n t e s d e l medio d í a y en e l O e s t e .(Figura 7 2 ) madamente l a d i r e c c i ó n d e l N c r t e o S u r v e r d a d e r o s . E n l a Zona Templada N o r t e (230 3 0 ' y 6 6 0 3 0 ' N ) s e a p u n t a con l a m a n e c i l l a h o r a r i o d e l r e l o j ( p e q u e ñ a ) h a c i a e l S o l .

La navegación a estima e s el proceso m e d i a n t e el cwal n u e s t r a localización prezeote se determina t r a z a n d o el itinera-r i o y d i s t a n c i a s d e s d e la últim? localización conocida. NAVEGACION TERRESTRE A. pero - en e s t e c a s o las 12 del r e l o j apuntan hacia el Sol y la mitad . Es -- importante c c n o c e r c o n s t a n t e m e n t e nuestra propia posición m e d i a n t e la asociacióc d e las c a r a c t e r í s t i c a s d e la carta con las c a . Las c a r a c t e r í s t i c a s del t e r r e n o son . aún c a r t a s incompletas o c r ó q ~ i s . L a navegación t e r r e s t r e puede d e f i n i r s e c c m o la l o c a lización d e una p o s i c i ó n . b .e n t r e las 12 y la manecilla horario mtrcará la direcciór d e N O R TE. conocierc'o la d i r e c c i ó n S u r muy f á c i l m r n t e se pue d e n d e t e r m i n t r las o t r a s direcciones. 36. También se puede usar el r e l o j para determinar d i - r e c c i o n e s en la Zona Templada Sur. m e d i a n t e el t r a z o del itinerario o itinerarios recorridos. C. -- B.--- 175 por la t a r d e . En áreas d o n d e existen c a r t a s .é s t a s s o n de gran utilidad para el itinerario.r a c t e r í s t i c a s del terreno. (23: 3 0 ' y 6 6 O 3 0 ' S).

probablemerte esten fuera de las fronteras de la civilización. de aquí la posibilidad de que las fuerzas militares tengan que moverse portierra sin una carta como guía y sin tiempo para hacer una. E. y la navegación a estima no requiere una técnica especial para leer estas. -- D. Los - desiertos y los yermos congeladcs son ejemplos d e dichas áreas. Pero en una gran por-- ción de la superficie de la tierra no existen cartas. por lo que tambien requieren navegación a estima. la navegación a estima nace de la necesidad de moverse : d e una posición geográfica a otra y es aplicable tanto a la r2vg gación terrectre. siglos los marinos han usado la navego ción a estima para conducir sus embarcaciones cuando estan fucra 1 del alcarce de las señales de tierra durante mal tiempo. -- Aunque estas áreas puedan encontrarse en ccalquier parte. guías a lo largo df la ruta. Durante mtcho. Por lo general el soldado o la unidad que tiene que - marchar ccnoce su punto de partid¿ y el punto final. además de localizar y trazar también la posición d e -- las característica: sobresalientes del terrero entre ámbos - . árbos pun-tos deben localizarse cuidadosamente y trazarse con precisión en l a c a r t a . Es un sistema simple de navegación y uno en los qce el navegante con-fía mas. como a la naval.- .En muchas áreas en qce si existen cartas hay amplias regiones de escaso relieve y pocas características que sirvan ccmo guías.

selec-cionando una escala tal que se pueda trazar todc el recorridc en una sola hoja. . El recorridc por lo g ~ n e r a l consta de varios tramos rectos con diferentes direcciones. sedebe establecer con precisión la dirección del Norte Magnético. uno cuando se marcha a pie y elotro cuando el desplazamiento es en vehículo. Se establece un azimut para el primer tramo desde el punto inicial hasta el primer camtio de dirección y se mide la distancia de dicho traso. Ya sea sobre la carta o sobre un papel ec blanco.puntos a lo largo del itinerario de marcha. Si no existe disponible carta de la región. se trazan a escala los itinerarios en una hoja d e papel en blanco. Un navegante debe tener diversas formas de obtener la distancia de los tramos mientras se desplaza a lo largo de estos En general se usan dos métodos. F. debiendo llevar se un registro de todos los datos y en la carta o en la hoja enblanco se trazan los puntos en 10s cuales ocurre un cambio en d i rección. Para los si--- guientes tramcs se sigue el mismo procedimiento.

- queridos para recorrer un tramo y convertir ese número en unidg des de la carta. pero con práctica se obtiene la exactitud s u f i ciente requerida para los resultados deseados. viento de atras lo alarga. El paso se alarga cuando se va cuesta abajo y se acorta cuando se va cuesta arriba. mientras que el tipo de botas afecta la fricción. . 1 La arena. la lluvia o - el hielo son causas de que se tenga que acortar el paso. Superficie. Elementos meteorológicos. Un viento de frente acorta el paso y un- . b. Vientos. lodo y materiales s i milares que se encuentran en la superficie tienden a acortar elpaso. Es importante El paso promedio debe ajustarse con frecuencia en recorridos sobrc el terreno d e bid0 a: a.El método más comunmente usado para medir distancias es el talonamiento. La nieve. El peso excesivo del equipo hace que se acorte el paso. que todc el personal tenga talonado su paso. Equipo. grava. consiste en contar el número de pasos r e . e. Pendiente. Las distencias medidas en esta forma solo . d.- son aproximadas. c.

c o m e t e c o m u n m e n t e dc: e r r o r e s : a. b.l e s . la l o n g i t u d del paso.y p o r lo t a n t o . G. un t e r r e n o c o n r e l i e v e s i m i l a r al q u é va a medir. D i a r i o a e Navegacióc-. por lo q u e el p e r s o n a l d e b e e s t a r p r e v e a i d c c o n t r a e s t o . La f a t i g a a f e c t a la l o n g i t u d d e l paso. al t r a z a r - l a ~ o s i c i o n e s é s t a s q u e d a r á n c o r t a s o l a r g a s e n r e l a c i ó n c o n la p l o c a l i z a c i ó n r e a l . D e o t r a f o r m a . f . d e p e n d i e n d o de si se niidió e n t e r r e n o a s c e n d e n t e o descendente. P o r e x p e r i e n c i a s e ha d e m o s t r a d o q u e el p e r s o n a l q u e r e p e t i d a s v e c e s d e s e r r ~ e ñ a los d e b e r e s d ~ n a v e g a n t e t e r r e s t r e . utilizardc p a r a t a l o n a r el p a s o . La t e n d e n c i a a s o b r e e s t i m a r l a s d i s t a n c i a s . Resistencia física. H. El d i a r i o d e n a v e g a c i ó n e s un f o r m u l a r i o e n el q u e . p o r lo t a n t o el p e r s o n a l d e b e e s t a r e r t e r a d o d e e s t e h e c h o y a p l i c a r l a c o r r e c c i ó n c o r r e s p o n d i e n t e a la l o n g i t u d d e su p a s o para obtener distancias horizontales. L a s d i s t a n c i a s e n la c a r t a s i e m p r e s o n h o r i z o n t a . Esto puede compensarse parcialmfnte.

FIG.se lleva un registro de todas las distancias y azimuts de marcha. No. . adernas de la corrección (ángulo cuadrilátero-magnético) para obtener el azimut de la carta con el cual se pueden hacer trazos directos sobre esta. se anotan los azimuts magnéticcs que serdn los de - marcha. 73 DIARIO D E NAVEGACION. (Figura 73). Las distancias se calculan transformando los pasos recorridos akilbmetros.

S e r e g i s t r a la lectura inicial y la f i n a l . b. Tersar n o t a d e t a l l a d a m e n t e d e t o d o s los d s t o s n c c e s a r i o s para la l o c ~ l i z a c i ó r p r e c i s a d e la u n i d a d en c u a l q u i e r . S e o b t i e n e una mayor- e x a c t i t u d si s e aplican c o r r e c c i o n e s para o b t e n e r la distancia horizontal. J.. - su d i f e r e n c i a será la longitud reccrrida. M a n t e n e r d i c h o e q u i p o en b u e r a s c o n d i c i o n e s c. El c o m a n d a n t e s e l e c c i o s a r á a un e l e m e n t o -- idónec c c e o n a v e g a n t e y le m a r c a r á su: r e s p o n s a k i l i d a d e c i n c l u . navegante son: En general las r e s p c n s a b i l i d c ? e s del a.1. C u a n d o el d e s p l a z a m i e n t o e s en v e h i c u l o las d i s t a n . el cual e s e q u i p o n o r .mal d e t o t o s los ve¡-iculos y e s t á g r a d ~ a d oen k i l b m c t r o c y d é c i m o s d e kilóaetro. El c o m a n d a n t e d e la unidad d e b i d c a s u s r e s p o n s a b i l i d a d e s c c m c t a l . M a ~ t e n e r e n l a c e c o n el c o m a n d a n t e .momento. Los d e b e r e s del n a v e g a n t e s o n t a n i m p o r t a n t e s qce n o d e b e i m p o c é r s e l e o t r a s obligaciones. por n i n g ú n m o t i v o debes e r el n a v e g a n t e . d.- c i a s s e pueden m e d i r usando el o d ó m e t r o . Reunir el e q u i p o d e n a v e g c c i ó n n e c e s a r i o .y e n d o t o t o s los detalles.

marca de dirección ideal ya que se encuentra a menos de l o del Norte Verdadero. La am-- plitud d e los perlodcs de verificación dependerán de la estrella seleccionada. cercana al horizonte La Estrella Polar es una- sirve aproximadamente por media hora.por medio de la brújula.ínuamerte . b.como marcas de dirección. y son más fácilfs de seguir que guiarse cont. Cuando se marcha en dirección general . Objetos tales como árboles o edificios aislados.dirección diurnas. K. qce le sirve al navegante como refe rencia. son algunos ejerplos. pero arriba de la latitud d e 7 0 0 está V L I alta~ en el cielo para ser útil. a.e. Naturalmente. Una marca de dirección es cualquier objeto fácilmente identificable en el terrero. las estrellas son usualmente las únicas que pueden utilizarse. Durante la noche. Debido a la rotacibn de la tierra. Marcas de. - la posición de las estrellas está cambiardo ccntín~<rimer:te. las -- marcas de direcciór se usan más fácilmente ec las marchas diur-nas. Marcas de dirección nocturnas. Proporcionar los datos para aantener a la columna en su itinerario. Un: estreila en el Norte. por lo que es necesario verificar el azimut con la brújula. linderos- de un bosque y formas bien definidas en el horizonte.

p i e . t o d o s los c a s o s a r t e .S u r .. C u c n d o la m c r c h a e s - la d i f i c c l t a d pera p e r m a n e n c e r en el a z i m u t si no - nc e s t a n t o d e b i d c al carrtio del á ~ g u l ot e d i r e c c i ó n . En el p r i m e r c a m b i o d e d i r e c c i ó n s e m i d e un n u e v o azimut -- y s e m a r c h a e n e s t a d i r e r c i ó c y el p r o c e s o s e r e p i t e hzsta el f i n a l . L.b l e s p e r o e n s e n t i d c inverso. t e r r e r o s e m i d e - un a z i m u t c o n la b r ú j u l a para el p r i m e r t r a r o y s e inicia la m a r cha.d i s t a n c i a s y e n la c a r t a o e o la h c j a d e papel s e t r a z a el iti- n e r a r i o . e n c a s o c o n t r a r i o c e t r a z a ur p ~ n t o inicial s u p u e s t o e n una h o j a d e papel. a la p o s i b i l i d a d d e q u e la e s t r e l l a s u b a derrdsiadc a l t o en el En c i e l o o s e p i e r d a b a j o el h o r i z o n t e . al E s t e o al O e s t e . - - D e s d ~e s t e p u n t o er e . . e n el d i a r i o d e c í v e g a c i ó n s e a r o t a n l o s a z i m u t s y las . La f i g c r a 74 ilustrv el usc d e la brújula en la n a v e g a ción a . son a p l i c a . estima A p i e la brújula d e s a n o ' e usa para la n a v e g a c i ó n a El p u n t o inicial s e u b i c a er la c a r t a si s e d i s p o n e d e e l l a .tra el u s o d e la: e s t r e l l a s . la v e r i f i c a c i ó n del a z i m u t a las e s t r e l l a s d e t e h a c e r s e c a d a 15 m i n u t o s para q u e e x i s t a sesuridad.- r i o r ~ s .e s n e c e s a r i o c a m b i a r a o t r a e s t r e l l a g c í a c c a a t o la p r i m e r a ya n o s e p u e d e usar. Al s u r del E c u e d o r l a s a n t e r i o r e s -- d i r e c t i v a s g e n c r a l e c r.

- E s t o s i g r i f i c a q c e habrá q u e t e n e r .i n s t r .Tam- m á s c u i d a e c ptra ccr.pensar la d e c l i n t c i b r y la 'desviacibn. la d i f e r e n c i a estáLa irfyoría- e n l o s m e t o d o s errpleados para h a c e r l a s mediciones. . e s el m i s m o q u e para los m o b i m i e t t o s a p i e .A MEOlClON DE AZIMUT DISTANCIA A PASOS FIG. €3 el únicc. b i é n s i g n i f i c a que se t e n d r á q u e u s a r una t a b l a d e d e c l i n a c i b r y h a b r á q u e b a j a r s e del v e h i c u l o p e r i 6 d i c a m e n t e c o n la b r ú j u l a par a e l i m i n a r las a t r a c c i o n e s magréticas. el p r o c e s o d e r x d i c i b n d e los ángulo: y las d i s t a ~ c i a s ptra propósito: d e t r a z a r el itinerario. ~ m e n t o d i s p o . No. M. En movimiento: d m o t o r . la brújula d e m 6 n o n i b l e para m e d i r azimuts. 74 USO DE L A BRUGULA EN LP NflVEGACION A PIE. d e lar v e c e s .

s ~ n t a f c m en e l v e f í c u l o forme que l o h a c e a p i e .- que e l n a v e g a n t e constantemen1. N a v e g ~ c i ó rt~e r r e c t r e en v e h í c u l o ucando rn¿\rcac de- dirección. tramo. e l v e h í c u l o s e o r i e n t a er: l a d i r e c c i ó r d ~ l p r i m e r t r a r n c . t e r r ~ s t r eer: v f h í c u l o e s más s e n c i l l a - . velocidad^: en pc- E s t e a z i r n ~ i t s e uza p c r a d i r i g i r e l movimien- Se i n i c i a l a rn~trcba y s e m a r t i e n e en e l azirnut .e c b s e r v a en l a b r ú j u l a . Además l a l e c - t u r a s e hace ccn e l mutcr ccminando y e l a m p e r í m ~ t r c rrorcanc'c l a c a r g a ncrmal y ccmr l o s f r e r o s y l a p a l a n c a d e s i c i ó n de marcho.Si e l . S o l o d e b e tomar unos pocos minuto: e l e c t a b l e c i m i e r ~ t od f _ c a d c nueva d i r e c c i ó n . m i d ~e l a z i m ~ t h a c i a e l v e h í c u l o y agreganceo o s u b s t r a y e n d c 1 8 G 0 o b t i e n e u n azimut inverso. La n a v e g a c i ó r . b. l o m á s p c ~ s i b l ee n una l í n e a r e c t a . Navegación t e r r e s t r e en v e h í c u l o s i n marcas de d i rección. to solarente. E s t e a z i m u t s e u'a para t r a z a r e l - El v e h í c u l o s e mueve h a c i a a d e l a n t e h a s t a r e t n i r s e ccnSe dan i n s t r u c c i o n e s a l c c a d u c t o r de p e r n a n t c f r El n a v e g a n t e cube a l v e t í c u - e l navegante. e l n a v e g a n t e s e b a j a y camina 50 r n f t r c s a l f r ~ r t e . c u r s o cambia en más de 1 0 c debe r e p e t i r s e e l p r o c e d i m i e n t o a n t e rior. l o y procede a d e t e r m i n a r l a d e s v i a c i ó n para c o r r e g i r e l azimut rncgn6ticc r e c i é n o b t e n i d c . cuando nc hay d i s p o n i b l e s - m í r c a s d e d i r e ~ c i ó n . -- y s o s t e r ~ i e n f o l a b r ú j u l a en l a rnism: l e e e l a z i r n ~ t en q u e e s t á o r i e n t a d o e l v e h í c u l o . En t e r r e n o : muy d e s p e j a d o s . El n a v e g a n t e .a .

y este s e obtie- n e e n c a d a c e m b i o d e d i r e c c i ó c e l e j á n d c s e del v e t í c u l o pera e v i t a r su influencia m a g r é t i c a s o b r e la a c c j a d e la brújula. s e !-a m c t i f l La d i s t a r t i a e s t á - I c a d o para a n o t a r t o d o s los d a t o s completes. En la última cc.. S e selecciore ura - m a r c a d e d i r e c c i ó n hacia la q u e s e d i r i g e el v e h í c c l o s i n n e c e s i d a d d e u s a r un azimut d ~ r a n t eel movimiento. tramo: r e l a t i v a m e r t e c c r t o s q u e recorridcc ET . N.ido a c i e r t o s a c c i d e r t e s del t e - hay q u e c r u z a r o s u b i r una p e n . .as q ~ e diente abrupta. t Sin embargo es . El d i a r i o d e n a v e g a c i ó r d e la f i g c i a 75.c u a n d o hay m a r c a s d e d i r e c c i ó a d i s p o n i b l e s . un r í o o corta?cr.r r e r o . n e c e s a r i o un a z i m ~ ~pera t r a z e r el i t i n f r a r i o . ev k i l ó r r ~ t r o r y el a z i m u t magnetice s e c c n v i e r t e al d e c ~ a 6 r í c u I i la p a r a q u e s e a t r a z a d c t i r e c t a m e n t e er la carta.pueder s e r un c u r s o r e c t o det.lumr: s e htcen a n o t a c i o n e c para a c l a r a r c ~ ~ a l q c i e dctc c incir deilt. t a l e s comc.e.

OBSERVACIONES F I G . 75 DIARIO D E NAVEGACIUN. No. .

Este - pueCe ro ser el caso y podría ser conveniente un nuevo curso d e s pués de cruzar el río.La interrupción en € 1 procedimiento de la navegeción normal. a ccndiciór de que finalmecte cada punto del - . o e n una hcja de papel a la misma escala de la carta.hre la . El último tremo del itinerario - se ccntinuó en la rnisme direcciór después del cruce.acen anotaci'ories para clarificar la orcraci6n y agregar a la lectura del odóretro el kilometraje e s p l e a ? ~ . Ñ. Si estc es azí. se h. K-L. s e . debe anotarse una lec-También si el cru- tura del odórl~tro antes y después del crbce. Puede ser n ~ c e c a r i o estimtr la distarcia y leer un . cor distancia y azimut qce permita .". a n o t a er el diario de navegación con ohjetc de csegurar un trazadc correcto.- carta. En este caso. Si se seleccionó e1 último método el trazo completo puedf transfe-rirse z la carta. En el ejemplo de la figura 75 el cruce del Río P a p c l o ~ p a r cacró 4 kilómetros extra que marcó el odóme-trc (4 kilómctroc que se perdieron fn un falsc intento de cruce) Esto se anctó para ded~icirse de la l o n ~ i t u d del crLce de! río . c e occcion? ura distancia lineal ccnsiderable.rncyor exactituc' er el trazo.escribiecdo "desccente 4 Km. erto debe anctarse ccao un traro separadc.a z i m ~ tdesde la orilla lejana er el área de cruce. El itinerario puede trazarse directaverte sc.

. lo: d a t o s otteridclc del d i a r i o d e navegaciór.de d e la c a l i . la f o r m a m á s s i m p l e d e h a . El g r a d o d e e x a c t i t u d del t r a b a j o deper. tramcr de D N C t e s e C u e c c c t r c d e los . y el c u i d z d c L i r a . l a s c o n d i c i o n e s f í s i c a s . E s t o e s r e c o m e n d a b l e porque- s e a h o r r a tierrpc y e s a p r e c i a b l e la p e r d i d a d e e x a c t i t u d .o b t e n e r lo: ditor en ruta.ccr. La f i g u r a 76 i l u s t r a el t r a z o d e un i t i n e r a r i o e r uri hcja d e pipcl. a u n q u ~e x i s t a n m u c h o s o t r o s métodos.- c e r i o e s m e d i a n t e el u s o d ~ l papel c a r b ó n .d i o d e lo: a z i m u t s d e los cuatrc. igual a la sume d e lar c ~ a a t r c d i s t a n c i a s y u s a n d c €1 p r o m e . d e la f i g ~ r a75.- d d a d d ~ l i b u j a n t e . I ! El t r a z a d o e f e c t i v o s e h a c e c o r t r a n s p o r t a d o r y e s c a límetro.t r a z o t a m b i é n a p a r e z c a en la carta.h a n t r a z a d o c c m c un s o l o t r g a H so? r r ~ yc c r t o s y SE m o .

. TRPZO DE I T I N E R A R I O .ESCALA Icrn=4Km.

N o sierrpre E : n e c f s a r i o c'ar c a m b i o s d c d i r e c c i ó n . sin err-- b a r g c cu:lqcier p b n t o a lo larcc 6 ~ 1 t i n ~ r a r i o ~ u e d e~ r a r s esi i Lr¿ se hace simultáneaverte l e c t ~ r ad c t i s t a n t i a y d ~ a z i m t t .O. e : ta. in . en F r e c u e n t e m e n t e . Un p u n t o del . un s o l o azimut d e s - d e los d o s ú l t i m o s car. por a z i m u t y d i s t a n c i a d e s d e cr. D e s e r p o s i b l e el t r a z o d e b e a j u s t a r s e a puntos c o n o cido.tbios d e d i r e c c i ó n s i r v e para e s t e p r o p ó s i to. terreno conocidc. En la cc.- aquel ~ L E puede ser i d e r t i f i c a d o er.c c m á c puntos del i t i n e r a r i o d o n d e c a m b i e la direcciór. i e rcidente.lumrla d e c t c e r v a c i o r e r del D i a r i o d e M a v e g c c i ó n s e a c l a r a c ~ ' c l q ~ . la c c r - La liga s e lleva a c a b o en c ~ a l q u i e rd i r e c c i ó n del i t i n e r a - r i o q u e p a c e c e r c o o s o b r e un p u n t o c c a r a c t e r í s t i c a del t e r r e n c . E s t o s i g n i f i c a q c e el t r a z o d e b e l i g a r s e al f i n a l c c c -- a l g ú c ~ u n t oc o n o c i d o a lo l a r g o del itinerario..

e pocas veces ocurre que dcs puntos conocidcs er. CCK - Cocectandc estas mír- lineac rectas se completa el ajuste del trazo en la car- b. Se puede hacer un a-- juste seccillo. aplica gráfica y rápidamente. tcloi los puntos en que casbia de direc--ción el itinerario se pican con ur alfiler de mcnera qcc ec la carta quedea las mtrcac correcporc'ientes. La figura 77 muestra la solución . Girandc el papcl S G ~ €1 E punto ~ inicial comc pivote. a.- A continuación veremos dos formas diferentes de hacer ajustes al trazar un itinerario. Ajuste sencillo del trazo.ahora habrá dos puntos conocidos. para lo cual dicho trazo se dibuja en una hoja de papel en blanco. pero rara vez se usa. ur itinerario ajustec exactarente con la escala de la carta. chs ta. el segundo punto es probable que qccde largo c corto enrelación coc sb ccntraparte En la carta. suponiendc que el punto inicial es conocidc~. Métodc normal de ajurte. pivoteactc ésta hasta que el segundo punto ccincida con su posiciór correcta en la carta. ya q ~ . El método anterior er - idetl. ccnocido ccmc ajuste de línea recta. Se clava un alfiler en el -- punto inicial en la carta a través del m i s ~ ~~n t o inicial en la p hoja de papel. identificandc en la carta un punto sobre la di-rección de rc?rcPa. Esto requiere un tipoSe -- especial de ajuste. Teniento la hoja de p a pel en esta posiciór.

a un p r o b l e m a e r . 77 AJUCTE DE TRAZO. AZIMUT OBSERVACIONES. tamo r e m u e s t r a e n 1 d e l a f i g u r a 7 7 . e l c k a l e l t r a z o no c o i n c i d e en l a c a r t a e r l o s punto: c o n o c i d o s X y P s i m u l t á n c a m c ~ r t e . .1 Km. El-C C . pociciór verdadera en l a c a r t a . La r u t a X A B C D s e t r a z ó 1 a p a r t i r d e l n i a r i o d e N a v f c ¿ c i ó c s i g u i e n t e . 2 Km.D El Punto P o + 3. TRAMO DISTANCIA 1 4 . ( P ' ) . 7. No.-4Km @ Dibujo de iineo recto FIG.2 Km. 2 73 O D d C a Trazo Original D' @ Trazo Ajustado ESCALA Icm. e c l a c ~ a lP no c a e e r S!.8 K m 21. 6.0 Km.

- El e r r o r en d i s t a n c i a d e c a d a punto d e c a m b i o d e d i r e c c i ó n del itinerario.- .q u e hay d o s a j u s t e s . b . D . s e d i b u j a r o n p e r p e n d i c u l a r e s en c a d a p u n t o d e los la d i s t a r c i a P m a r c a d o s e n la línea r e c t a . F r e c c e c t e m e n t e el s e g u n d o -- p u n t o c o n o c i d o . del a j u c t e d e línea r e c t a a c t e r i o r . Lo: e r r o r e s e n el t r a z a d o s o n i n e v i t a b l e s .liante l í . - P' (p) s e t o m ó de la c a r t a y s e d i b u j ó o t r a línea r e c t a d e s d e X a t r a v é s d e P ' . El ú l t i m o p a s o e s c c n e c t a r lo: p ~ n t o c r e s k l t a ~ t e s mc.- a m b a s purtoc s o n c c ~ n o c i d o s . p o r . p . la e x a c t i t u d e s s i e m p r e miiyor. e l p u n t o P. i n c l u y e n d o . p í r a l e l a s a la l í n ~ eP . pero si el n& sb vegante es concienzudo ec t r a b a j o . e s el ú l t i m o p u n t o en el t r a z o .P ' . F i g u r a - 77) e m p e z a n d o en X y m a r c a n d o s u c e s i v & m e n t e l a s d i s t a n c i a s del i t i n e r a r i o d e a c u e r d o c o n el D i a r i o d e N a v e g a c i ó n . m é t o t o t e a j u c t e por línes r e c t a d e b e s e r m á c preciso. Exactitud d e l trazo. un p r o b l e m a d? navegoción- e n v e h í c u l o e n u n i t i n e r a r i o largo nc d e b e p r o d u c i r un e r r o r mayor - d e 1 1 1 2 g r a d o s e n a t i m ~ ty 3 por c i e n t o e n d i s t a n c i a . P . qceda representado por l a s d i s t a n c i a s a . c . L a s c u a l e s s e miden a e s c a l a y s e t r a n s f i e r e n al t t í z o or-igintl m a r c a n d o las r e s p e c t i v a s d i s t a n c i a s s o b r e líneas dibujada: en - c a d a p u n t o d e carriLjo d e d i r e c c i ó n . y d. c .En s e g u i d a s e d i b u j ó una línea r e c t a ( 2 .n e c s r e c t a s q u e p r o d c c e n el t r a z o a j u c t a d c X A'BIC'D'.- . uro e n t r e X y F ( F i g u r a 7 7 ) y el o t r o e n t r e P y D.. si . el d e s t i n o final e n c u y o c a s o el 0.

tre a p i e es dificil En la navegación t e r r e s deterninar el error prcmfdio letida a las- condiciones variables del terrero btjo las ccales se lleva a cabo ésta. . El principal factor deternininte en la ottecciór de un aumento le exactituf es la propia habilidad y experiencia del .navegante.desde el punto inicial al punto final.

.

estrar. además de u s a r l o s s í r n t o l o r df ure c z r t a n o r n ~ i l . e s de u r a á r e a .en l u g a r d e u s a r s í m b o l o s . i t l de u n ¿ á r e a . 3 7 . U n í rn¿!q~jeta e5 u n ? r e p r e s e r t a c i ó r t r i d i r n c r . Un? czrta tr.1 d i m e n s i o n a l . e x i s t e n c e r t a s t r . t r l i c c i o r . i d i m e r s i o r í l e c y rncqcftas.CAPITULO VI1 CARTAS TRIDIMEhSIOKPL ES Y MIiQUETA5. . A d i c i o n a l m c r t t z lo: t i p o s de c e r t a s c c ~ n v t n c i o r ? l e s . TIPOS. l a s c u a l e s e s t á n i r n ~ r e c a s en una s u p e r f i c i e p l a n a y mc. - g f r c r a l m c i c t e a una e c c t l a m u y g r a r d e . mediant e s i m k o l o r l o s a c c i d f r t e s n t i t l i r a l e s y l a s c c n r . c i o r . qce r n ~ ~ s t rl a 5 a c c i d e n t e s o naturales del terreno y l a s ccnstrucciones er forna r e a l i s t a . . h r s i d o mclldeac'z p i r a r r c ~ s t r a r e l r e l i e v c d e l t e r r e r c c t j e t i v a m e r t e .

B. Las c a r t a s t r i d i m e n s i o n s l e s genera1mer:te s e rrcildean -- en p l á s t i c c .aradas con l a s c a r t a s n c r m r . s i n embargc p ~ e d e r m o l d e a r s e en c a c c t o o goma u o t r o s m e . Ventajas 1.. b. Las c a r t a s t r i d i m e s s i o n t l e s t i e n e r c i e r t a s v e r t a j a s y d e z v e n t a j a s com[. La h e c h u r a de u r a c a r t a t o p c g r á f i c a normc~l i m p r e s a en p l 2 s t i c o . c . C o n t i e n e t o d a l a i n f o r n ¿ c i ó n de una c t r t a de l a misma á r e a y e s c a l a . A. t e r i a l e s . La h e c h u r a de una m a t r i z usando l a s c u r v a s d e n i . 2. c o n s t a n dc l o s s i g u i e c t e s p a s o s : a . . l e s : a. v á l l e s y p e r d i e n t e s a p a r e z c a n ccmc une m i n i a t u r a d e l t e r r e r o r e a l . c c l i n c s . CARTAS TRIDIMENSIONALES.198 38.- ve1 de l a c a r t a p a r a d a r l e f o r m e . M e e i a n t e c a l o r y p r e s i ó r s e r o l d e a l a c c r t a de - p l á s t i c o de t a l m a r e r a que l o s c e r r o s . R e p r e s e n t a e l r e l i e v e en f o r r t r e a l i s t a .

D e s v e n t a j a s . B. e n la p l a r e z c i b n c'etalladc df las operaciones m i l i t a r e s . 4. t r a n s p o r t e . Una m a q u e t a ec ur m c d e l o d e l t e r r e n o a una e s c a l a g r e n d e hecl:o muy c o n papel miicté. S o l a m e n t e e s p o s i b l e r e p r e s e r t a r p o r c i o n e s r e l a t i v a m e c t e p e c u e ñ a s d e t i d o a la d i s t o r s i ó n del m í t e r i a l m o l d e a b l e . M á s d i f i c i l d e t r a n s p o r t a r y a l m a c e n a r 3. P e r m i t e la d e t e r m i n a c i ó n d e la v i s i b i l i d a d - - s i n n e c e s i d a d d c c c n s t r u i r un perfil. MAOUETAS. A u n q c e las m i q u e t a s r e ~ r e r e n t e n u n a áre? en f c r r . 2. 1 . N c s e piied~ d o b l a r pcra si. -- . gonri. q u e no s e u'ar s í m b o l o s para r e p r e s e n . p l á c t i c u .S e usan p r i m o r d i a l m e n t e - D i f i e r e d e las c a r t a s e ' t a r las c a r a c t e r í s t i c a s d e l t e r r e n o . u o t r o s materiales. s u u z o e s t á l i m i t a d c c c r su t a m t ñ o y p e s o . A. M á s c o s t o s o y toma mas t i e m p o s u p r o d ~ c c i ó r q c e la d e una c a r t a c o r v e n c i o s c l . ? ~ á s m r e a l i s t a que una c a r t a . l a r g o t i e m p o r e q u e r i d o p a r a s u p r e p a r a c i ó n y s u costo. 3 9 . b.3.

.

- j e r a s pueden s e r l a ú n i c a f u e n t e de i n f c r m í c i ó r i de rr~ichas á r e a s d e l rnunc'o y e s l a forme e c que e l p ~ r s c o e l m i l i t a r p ~ ~ d de u i . l c i n f o r mc i ó n m i r g i n a l y l a c ~ a d r í c u l adeben c a r n t i a r s ~ ccnforrnc. Las c a r t a s e x t r a r . t r a s normas.ral e s t a r á n e l a b o r a d a .a q r i r :ir c o n o c i m i e n t o de e l l a s .CAPITULC V I 1 1 CARTAS E Y T R A N J E R P C . s i n embargo nc s i e m p r e e c p o s i b l e e s t c ) 2 nuez-- terdrár qce u s a r s e l a s c a r t a s en su forma o r i g i n a l . por o t r o s p a í s e s d i s t i n t o s a l n u e s t r o . L a e s c a l a de e s t a s c s r t a s p u ~ d e - . Las c a r t a s de p a í s e s e x t r a n j e r o s que teKga q u ~ sar ei u p e r s o c a l d c l E j é r c i t o y Fuerzo Aérea N a c i o n a l e s pcr l o gErc. Cuan- ? dc s e c s e n c a r t a s e x t r a n j e r a s y e l t i e m p o l o p e r m i t a .

uc. SIMBOLOS. Debe t e n e r s e mucho cuidado en l a i d e c t i f i c e c i ó f i de l o s símboios q c e r e p r e s e n t a n l o s a c c i d e c t e s del t e r r e c o ya que u s u t l mente d i f i e r e n de l o s símbc~lor.d i f e r i r de l a s n u e s t r a s pero s i n embargo expresan l a r e l a c i ó n e n t r e l a s d i s t a n c i a s de la c a r t a y l a s d i s t a c c i a s del t e r r e b c y s e ucac ec l a misme forma que l a s de n u e t t r a s c a r t a s par? la dterminación de d i s t a n c i a s del t e r r e c c . nuhstr.ac'os er.as t i e s e n qce haber s i d o e v a l u í d a c d e s t r o de c i e r t o c l í m i t e s de e x a c t i t u d . éct. 42. La c u a d r í c u l a usada en l a s c c r t a c e x t r a n j e r a s generalmen te e5 s i m i l a r a la usada ec n u e s t r a s c a r t a s .as c e r t a s . La e x a c t i t u d de l a s c z c t a s e x t r a n j e r a s s e concidera igual a l a de n u e s t r a s mejores cartas. 41. --- G ~ n e r a l m é n t e . .CUADGICULA. a n t e s de que n u e s t r a s t r c p a s usec c a r t a s e x t r a n j e r a s .

n e c e s i d a e ~ st á c t i c a s o .n l a s a ? e c ~ ~ c ? a so. q c ~ mue!tr-i d ~ t a l l a d ~ r i e r tl e s o a c c i d e r t e s d e l t e r r E r c d e ~ t i l i d a dm i l i t a r i n m ~ m d i a t a . U n C r o q u i s m i l i t a r e s una c a r t a d i b u j a d a a mano e r f c r ~ i : r á p i d a d e una á r e a o d e c n a r u t a .- S e c:a e s p e c i a l m e n t e c u a r d c nc hay c n r t a r d i s p o n i b l e : .rocirnierto:. 4 3 .CAPITULO I X CROQLIS MILITAR Y PANCRPI4ICCl. c o n l a s u f i c i e r t e e x a c t i t u d p i r a s a t i s f a c e r la: adnlinistrativas esoeciales. sc. . G pstrbllajes. o- c s a r C o l a s q c e c x i s t e x nc. CKCCUIS MILITAR. p a r a i l u s t r a r i n formes de recc.

lcgibilidaf y c a c t i d a d d e detalles. Toder . C o n o b j e t o d e q L e un c r o q u i s m i l i t a r t e n g z el rnárimc . El c r o q u i s de r u t a m u e r t r a las c a r a c t e r í s t i c a s n i t ~ r a les y militares sotre y EV la i n a t d i a t a vecinfad del caminc. la dispcribiliti¿$ d e e ~ u i p oy personal erl. e)actitut. El c r o q c i s puetc v a r i a r d e s d e r á p i El g r a d o d e dcta!le d e c ~ r d e d o h e s t a ccnipleto y m u y detalltdo. T I P O S D E C R O Q U I S MILITARES. A. Estcr f a c t o r e s sor los r e q u i - s i t o s q c e d e t e r e b n i r un c r o q u i s m i l i t a r r e s p e c t o al eler.Ce1 c r o q ~ is.204 44. no excede - En g e n e r a l la a m ~ l i t u tdel t e r r e n o reprer. d e la a c c e s i b i l i d a d al á r e a .l o s r e q u i s i t o s son d i c t a f c s por la s i t u a c i ó r y rnc~dificadoc porc c n s i d e r a c i o c e s prácticcc.f:rlo tiea. R E Q U I S I T O S P A R A UF C R O Q L I S C I L I l A R .v a l o r .ta. Los c r o q u i s m i l i t a r e s in'cluyen c r o q u i s d e area y d e r ~ .renado y el propósiio. d e t e n t c m t ~ r s e cr c o r ' i d ~ r a c i ó n c i e r t o s f a c t o r e c a r t e s y d u r a n t e la e!aborsción d e éste. d e l p l a z o para t e r m i n a r el c r o q c i s . C r o a c i s d e r u t a .erta6c - -- . 45. las c o n d i c i o n e s c l i m a t o l ó g i c a s .po.

(Figura 78). 7 8 CQOQUIS DE ITINERARIO. No. ~ t c 50C m e t r o s .a p r o x i m a d a m e n t e d e 3 0 0 metros a c a d a lado d e l c a m i n o . I N C L U Y E N C O N L T A 5 DE CFMPO. . s i n embar- g o e n c a s ~ e s p e c i a l e s é s t e p u f d e a c r r ~ n t a r s ea p r o x i n a d a r n e r t e h a s . F I G .

( F i g u r a 79) d e p o c i c i ó n . de p u e r t o s avanzado:. Es aquel q u e r e p r e s e n t a una z o n a o área del t e r r e n o - ec detalle y puede ser: l u g a r . N o . . de i metros FIG. 79 C R O Q U I S DE AREA. C r o q u i s d~ área. e t c .B.

46. granc.e ~ L I El a d e u n c r o G L ' i s p i ~ r ? e l r n i s r n c p r o c 6 s i t o p c m r c p. -- . E S C A L A D E L C k O Q L I I S . se mriest. L a e r c a l a d e l c r o q u i s s e f l i o e p a r a e l p r . o p 6 r i t c d e é s t e yl a c z r t i d e d d e d e t a l l e s que s e irriecti en.ra e r l a s i g u i e r t e t a b l a . METROS 20 2 USO PARA OBRAS DE INGENIERIA O EXCEPCIONALMENTE CUANDO SE REQUIERAN GRANDES DETALLES 1: 1 O 0 0 0 1O 5 CROQUIS DE POSICION Y DE PUESTOS AVANZADOS 1: 20.000 5 1 0 CROOUIS DE RUTA TOPOGRAFICOS DE Y AMPLIACION DE DETALLES CARTAS TACTICAS . Lo s e g i ~ n c i o f r e c 1 . r t e e c t 6 d e t e r m i n i ~ d cp o r e l t i p o d e l a u n i d a d d e se t r a t e .sra L a s e c c t l a s n c ~ r m a l e sp r r a lo: croqcis mi litares.000 NUMERO EQUIDISTANCIA APROXIMADO DE CURVAS DE CENTIMETROS NIVEL EN IGUAL A IKm. -- uria d i v i s i b r . 8 e n t e r r i . ESCALA DEL CROQUIS ESCALA 1: 5. a c í c o r o e l i n t e r v c l o d e l a c c u r v a s de n i v ~ y e l u c o q c e s e l e s l dá a e s t o s . Así un c r o q u i s p z r a l u n a p c ' s i c i ó r ~ d f f ~ n ' i v a o u n c c r n ~ a m e r t c p i t r r r e q ~ e r i r 6e n g e r e r a l d e u n a e s c a l a m6r- u r i a S e c c i 6 ~o C o m p a ñ i a .

t a d c r y algún instrumento para medir p e n d i e r t t c o d f s n i v e l e s ( e c l í m e . . s i n embcrgo no s i e m p r e s e r á p o s i b l e o c c r v e c i e c t e LE € 1 - s c > l d a d c l l e v e c o n c i g o o h j e t o r qee d i f i c u l t e n l a s o p e r a c i o n e s . T i e n f además urts d c c l i n a t o r i a ( A g u j a r n r g n é t i c ~ q u 6 s i r v e - par? c r i e n t a r la plancheta).47. EOUIPO P P R P LE V A N T A M I E N 1 0 DE CkO?UIS. b r .- t r c .ú j u l a . n s t a de p l a n c h ~ t a ccn a l i d a d a y t r i p i é . por la r e l a c i ó n e r . e . . slidadi y t r i . La p l a n c k e t a e s u n g o n i ó g r a f o ( a ~ a r a t c sqise ter . b . i . ) .s u k s t i t u i r á o i r n p r o v i s o r á a l e g ~ n cde e l l o c . El e c b i p o n e c e s a r i o p a r a e ! l e v a n t a m i e ~ t cdc c r o q u i s - c c .10s ángulo: d i h u j a d c s en ef p l a n o s i n i n d i c c r s e v a l o r e r g r a d c ! tablerc. t r a n s p c r . Se dá e l nombre de e c l í r n e t r c a u n i n c t r ~ m c : n t od e s t i n ~ d ca l a n f d i d a de' p @ n d i e r . t r e € 1 d e s n i ve1 que c x i s t e e n t r e dos p u n t o s con l a p r c y e c c i ó n de l a r e c t a que los ure. Eclímetro.por l o que d e s e r é s t e e l ~ ~ s so .- q ~ l e c o ' n c t a de t r e s p p r t e s p r i n c i p a l e s : pie. A.

8C. . Hay v a r i o s t i p o s de e c l í m e t r c s p e r c s o l o r c s r e f e r i m o s a u n ' e l í m ~ t r o i m p r o v i s a d o con u n e r e g l a g r a d u a d c e r c ~ r t í metros y r r . El e j e r ~ l od e l a f i g ~ ~ r C r . E C L I M E T R C IMFFiC!VISACC . t e n 6 e r 8a e l p r i n c i p i o e r que s6 f ~ r c ' a rl o ' e c l í n i e t r c s y si. ~ n i p l e c : F I G . i l í m ~ ~ t r c z qLae p c e ? & s e r e l misfic. Nc.i . e s c a l í m ~ t r ce~r ~ l e a d o como i l i d c 6 . c r a y u c a r á a e r .

a- d i .te prcccrción: AC: C E = AF : F6 S i A C ( d i s t a ~ c i a ) . En l o c t r . ~ d a . s e c a l c c La d i s t a r c i a A .ccrnc s e e x p l i c a mas ac+elarte. y C B por H y s b c t i t u i m o s en l a p r o p o r c i t ~ r .C zorte la distancia A l a o s e estirn. pije: e s l a s e p c e x i s t e e r : t r c € 1 o j o d e l o t c e r v a d o r y l a r ~ g l agradl. -- La f i a c c i t u d F .F y la regnitud F - G. ración <be se obtiene reduciento a l h c r i - - B l a c c a l s e mide d i r e c t a m e n t e ..F e c c o r o c i d a .e l b r a z o d e l a mzno que l a s u r t e ' g s cc. d e l o s t é r m i n o s de é s t a p r o p o r . .C . e l c u ~ lse c t l t i e r e m e d i a n t e .P a r a d e t e r m i n a r l a d i f e r e n c i a de n i v e l e s e n t r e l o s puntos A y 6 €5 necesario conocer la d i s t a c c i a A . < i d c .c i ó n s o l o s e d e s c c n o c e e l v a l o r d e F.cervádcr. í a r g u l o c s e m e j a n t e s A C B y A F G t e p u c c i ~ establecer la siguier..- tendreiros: Según s e ha d i c h o . la d i s t a n - c i a A .G s e l e c en l a r e g l a g r a d u .. colocada f r e r t e z l a cara del prcpio ot.mpletanente e > t e r . e p r e s e n t a por D . t t r i e n d c . La d i s t a n c i a A . A F por d .a ~ t e r i o r .s F G por h .

Modo d e empleo d e l e c l í m e t r o i m p r o ~ i s a d o Colocar v e r t i c a l m e n t e la r e s l a gróduídz f r e r t e a l a cera y a l a a l t u r a d e l o s o j o c .286 m c t r o s .el de -- 1. p u e s t o que D = 10C m e t r c c y v a l o r de l a p e r t i e r t e e r t r e A y E € 5 - H = 1.la siguiente opcraciór: Supongamos q c e : Sustituyendc valores s e tendrá: La d i f e r e n c i a d e n i v e l e n t r e A y 0 . t e n i e n d o e l b r a z o d e l a -- . ( F i g ~ r a8 0 ) e s 1. Pcr o t r a p a r t e .286 metros. i i .286 p c r c i e r t o .

mano que la sostenga completamente extendido.

Es conveniente
--

presentar el costado derecho (O el izquierdo) hacia el punto

cuya difer'encia de nivel se desea conocer y cerrar el ojo iz--quierdo (o derecho) como si se tratarade apuntar con un arma.

En esta posición, subir o bajar el eclímetro hasta que la visual pase por el borde superior del mismo ( G ) yel punto visado (B) y con el dedo pulgar determinar la gradua-ción que corresponda respecto al ojo del observador ( A ) . ra 8 0 )
(Figtt-

B.

La elaboración de un croquis militar

requiere

de

-

,

la determinación de distancias. mediante el talonamiento.

Las distancias s e determinan -

5 0 0 m. 7 14 500 714

=

distancia medida.

= número de pasos.
= 0.70

m. longitud del paso.

Siempre que sea posible. el talonamiento del pasodebe hacerse en un terreno que sea similar al del area sobre laque se hará el croquis.

C. C o n o b j e t o d e u s a r fAci!mer,te

la lorgitud del p e s o p c

r a t r a z a r las d i s t a n c i a s del c r o q c i s , ec n e c e s a r i o c o r c t r u i r una 'sczla g r á f i c a d e peso:. P a r a c o n s t r u i r una e s c a l a g r á f i c a d e -

p a s o s q u e r e p r e s e n t e 100 p a s o s a una e s c a l a 1 : 5 , O C O para u s a r s e en un c r o q u i s , con una longitud d e paso d e 70 cms., s e h a c e lo s i g u i e n t e :
-

a. D e t e r m i n e la longitud de la erczla.

b.

Trace

una línea d e 1 4 cm. d e longitud.

El largo

d e e s t á l í n e a ' e s igcal a 1000 pasos.

14 cm.

c. D i v i d a la línea en 10 partts iguales. C a d a p a r t e e s igual a 100 pasos.

e. D i v i d a la primera p a r t e d~ la izquierda e c d i e z partes. C a d t p a r t e e s igual a d i e z pasos.

f . R o t u l e la escala.

A h u r ? puede

u s a r s e la e s c a l a - -

para t r a z a r d i s t a n c i a s e r el crcqcis.

ESCALA

DE PASOS

48. P O L I G O N A L E S .

A. Una poligonal e s u n ? s e r i e d e l í n e a s r e c t a s trazada:
d e p u n t o a p u n t o , c c y a s d i s t a r c i a s y d i r e c c i o n e s s e rridcc e c t r e
cede unc d e l o s puntos.

La pcligcral p r o p c r c i o r i urr ca$~r:í d e

s c c r t r o l efi la q ~ ~ ee bísan los d e t a l l e s d e l c r c q u i s .

B.

Hay d o s t i p o s d e ~ c l i g c n c l e s , la cerrad; y la abierta

a. Poligccal cerraea.

Es una pcligcrcl q c e e r f i e z a -

e n un p u n t o d e dato: c c n c c i d c s y t e r n i n ? ~er. o t r c c b n t o tarntién d e d a t o s c o n o c i d c s o e m p i e z a y t e r m i n a er u r m i s m o purtc. ( F i g c r; 8 1 )

a

Estacion d e cootdenados
y altitud

conacidos.

FIG. No. 81
POLIGONALES CERRADAS

b.

Poligonal abierta.

Es una poligonal qce termina -

e n uní e s t a c i ó n d i s t i n t a @ E la inicral y d e la ccal nc. c e c c n o - c e n s u s dato:.

C. L a ruta q c e seccirá un; poiigcnal s e selecciona t o m a n
d o e n ccnsideraciór: la arrplitud, visibilidad y t r a n s i t a b i l i d a d del área. A rnen3s que el área s e a dernasiadc g r a n d e ,

l a poligc-

nal d e b e r b s e g u i r el límite exterior dcl área.

Una excepciOr de

e s t o e s el c r o c c i s de ruta o i t i n ~ r a r i o ,e r € 1 cual la poligonal s i g u e el c ? ~ i n o .

216
D.

El l e v a n t a m i e n t o d e una poligonal r e q u i e r e d e la e s - Estos
pi--

t r i c t a observancia d e una lógica secufrcia d e paso!. s o r son:

a. F i j a r el papel d e d i b u j o e c el tablero.

b. P o r e r en estaciór. la p l a n c b e t a s o b r e el p u n t o inic i a l , nivelarle el tabl'eroal ojo. t a s del qtripié. alargardo c

cortando l a s p a -

c. 0riert.ar el t a b l e r o al n o r t e rntgr.éticc, usardc la d e c l i n t t o r i a c la brújula.

d . D i b u j a r e c el papel una flech?

LE indiq~ze el n c r -

t e m a g n é t icct.

e. C l a v a r un alfiler en el pcpel el c ~ a lregrescrt.ará
el p ~ r n t c i n i c i a l , y e s c r i b i r su idectificación.

f .

S e l e c c i o n a r en la a l i d a d ? uc b c r d e pcra d i r i g i r la

visual y iin b c r d e para t r a z a r l í n e a s y u c a r s i e m k r e lo5 rnisrncc. bordes.

g. C o l o c a r la a l i d c d c er: el t a b l e r c c o n e! h c r d e ~ i i r a

t r a z a r l í n e a s c o n t r a el z l f i l e r

h.

D i r i g i r una visual a lo l a r g o del b o r d e s u p e r i o r

-

d e la a l i d a d t h a c i a la s e g u n d a e s t a c i ó n d e la p o l i g c n a l ( e s t a - - c i ó n d e adelante). M o v k r la a l i d a d a si e s n e c e s a r i o , u s a n d o el

alfiler copo ~ i v o t e .

i.

D i b u j a r una línea a lo l a r g o del b o r d e d e la a l i d a

63

d e s d e el a l f i l e r h a s t a lo e s t a c i s n d e a d e l a n t e .

j. U s a r C o € 1

eclírnctro d e t e r x i n a r la a i f e r e r c i a d e a l

t i t u 6 e n t r e las e s t a c i o r ~ e s .

k . A n o t a r el d e s n i v e l a la e s t a c i ó n d e a d e l a n t e c o n el s i g n o c c r r e s p o ~ d i e n t e .

-

l.

R e c o g e r la p l a r t h e t a y U e s p l a z a r s e a la e s t a c i b r

-

d e a d e l 3 n t e , c o n t a r r i los p a s o s a m e d i d a q u e c a m i n a .

m. P o n e r er e s t a c i ó r la p l a n c h e t a al l l e g a r a :a e s t a c i ó r d e a d e l a n t e ( o r i e n t a r y n i v e l a r el t a b l e r o ) y u s a n d c la e s c a l a de peso:, d ~ t e r r n i n c r la d i s t a r c i a e n t r e A m b a s e s t a c i o n e s ;
-

c c s la d i s t a n c i a o b t e n i d a s e m a r c a un p u n t o s o b r e la línea t r a z a d a e r ( 1 ) a n t e r i o r y s e e s c r i b e su i d e n t i f i c a c i ó n .

los dos alfileres para comprobar la orientación. Se clava otro alfiler en la posicibn de la segunda estacióc y teniendo nivelado y orientado el tablero se coloca e1 borde de la alidada contra. visardo por el borde superior de la alidada. teóricamente deben ser del mismo valor numerico con signoscontrarios. q. En caso de no ocurrir esto se saca un promedio y- éste se anota como diferencia de altitud con el signo del pri-mer dato. Sin mover la posicióc del tablero y pivoteando la alidada sobre el alfiler de la segunda estacibn (ectaciór ocupa da) se lanza una visbal a la tercera estacibn (estacibn de adelante).ñ. o. Se repite el procedimiento de ( h ) a (p) en cada . Usando el eclfmetro se determina la diferencia de altitud entre ésta segunda estaci6e y la estacibn de atrás ( p u c to inicial).- estación. d e lasegunda estación a la estacióa de atrás. . p. Se compara este dato con el obtecido anteriormen- t e .

41. A. ERROR DE \ . 1 FIG.d e b e c e r r a r e n el p u o t o i n i c i a l o ea ctrc F ~ r t od c c o c r denadas y elevaciór conocidas. una p o l i g o n a l c e r r a d a . No. -- ( F i g u r a 82). e x i s t e un e r r o r d e c i e r r e C ~ a n c ' c la p c l i g o n a l n o Cici-ra. C I E R R E DE POLIGChALES. l e v a n t a d a c o r r e c t a y c u i d a d o s a r r ~ n t e . . 8 2 ERROFi D E C I E R R E .

a. PUNTO INICIAL 1 2 3 4 ESTACON FINAL c. S o b r e . o c a s i o n a r á q u e la p o l i g o n z l v u e l v a a le-v a n t a r s e d e p r i n c i p i o a fin. ESTACION FINAL b. .e s t a lín-ea s e m a r c a n y n u m e r a n los t r a r c s d e la poligonal. PUNTO INICIAL.B. c o n la l o n g i t u d t o t a l d e lapoligonal. C u a l q u i e r e r r o r q u e s e e x c e d a del 3 % d e la longitud t o t a l d e la p o l i g o n a l . CIERRE l 1 I I PUNTO INICIAL l 2 3 4 ESTACION FINAL I . Al final d e la línea y p e r p e c d i c u l a r a e l l a s e t r a ERROR DE z a el e r r o r d e cierre. E r r o r e s m e n o r e s del 3 p o r c i e c t o p u e d e n ajustarsed i b u j a r d c una l i n ~ cr e c t a a e s c a l a .

PUNTO INIC'AL 2 1 3 4 ESTACION FINAL e.d . Se t r a z z n p i r p e r d i c c l ? r e s e r c a d a p u r t o f e e s t a .. En c a d a e s t a c i ó n s e t r a z a una l í n e a p a r a l e l a líricc q u e c o n e c t a el u u n t o inicial y l a e s t a c i ó n f i n ? l . S e d i b u j a una línea q u e c o n e c t e €1 p u n t o inicia! c o n el e x t r e m o s u p e r i o r d e l err. E n la p o l i g o n a l s e t r a z a una l í n ~ ? LE cna P! pun- to inicia! y la e c t a c i ó r f i n e l ( e r r o r d e cierre). PUNTO I INICIAL 2 3 4 ESTACION FINAL f. PUNTO INICIAL ESTACION FINAL 2 - 3 g.ción.or d e c i e r r e . ? la FINAL .

Esta ccrrección se hace suponiendo - que se ha cometido cr errcr corstante en cada estaciór.h. En cada una de estas líneas paralelas se marca la cantidad de error correspondiente a cada estación como se -- in dica en (e) anterior y se conectan estos puntos. El resultado de urir los puntos de cada estación es la poligonal corregidc. i. PUNTO INICIAL ESTACIGh FINAL A 2 3 .

6 0 m . y a la e s t a c i ó n f i n a l ( e s t a c i ó n 5 ) . - Por e j e m p l o u s a n d c la p o l i g c n a l d f b a n t e r i o r . a - la e s t a c i ó n d o s . l a s n c t d s q c e s e h ~ g a n .o p u n t o a l f i n a l i z a r la p o l i g o n a l e s d e 4 9 4 m ~ t r o c . tros.. 0 4 . A. . a la e s t a . d e b e e s t a r d e a c u e r d o c o n el p r o p ó s i t o d e l c r o . 2 0 m . A la estaciór: u n o s e le sumiia 1 .C. 8 0 m . L. 6 m e . La c a n t i d a d d e d e t a l l e s c o r - q u e s e d i b u j e c a d a r a z g c . R P L C T CROQUIS.a s í cor~c € 1 n g m e r o d e 9 s t o s .. 2 . 4 O m .. G e n e r a l m e n t e s e p r e s e n t a n e n el c r o q u i s c i e r t a s c a r a c terístiras d e importarcia militar. C u a n d o s e h a c e el l e v a n t a m i e n t o d e una p c l i g o n a l . 3 . R E C O P I L A C I O H D E D E T A L L E C P F . Es- t o s e r r o r e s p u e d e n c o r r e g i r s e s u p o ~ i é r C c l o s p r o p o r c i o n a l e s al n c mcro de estacionei.el e r r o r s e r á d e rrcmnoz 6 m e t r c s p c r lo t a n t o la c c r r e c c i ó n serápo5itiva.qcis. a la e s t a c i ó n t r e s .20 m e t r o s . 50. l o s e r r o r e s p u e d e n o c u r r i r tar-to v e r t i c a l ccrtc h o r i z o n t a l m e n t e . Ccnic e x i s t e n c i n c o e s t a c i o n e s d i v i d i r e m o s 6 e n t r e 5 - igual a 1.c i ó r c ~ a t 1 . - si la e l e v a c i ó n inicial f u e d e 5 0 0 m e t r o s y la e l e v a c i ó n c a l c u l a d a dcl misr. El a j u s t e dcl e r r o r v e r t i c a l s e e f e c t ú a - d i v i d i e c f o el v a l o r t o t a l d e d i c h o e r r o r e n t r e el n ú n ~ r c d e E r t a c i o n e c y a p l i c a n d o una c a n t i d a d p r o p o r c i o r a l a la e l e v a c i ó n d e cada estaciór.os d e t a t l e s p i e c ! e r z e r a l g ~ n co t o d c s l o s s i g u i e n t e s .

Tipc y d e n s i d a d d e ccbertura. válles. c u m b r e s . c a r a c t e r í s t i c a s distintivas. c o r d i l l e r a s . Recu- b r i m i e n t o . ccnfluencias. c. b. líneas d e e r e r g í a e l é c t r i c a . v e l o c i d a d . . C o r r i e n t e s . resistencia. c o n C i c i ó n . c a m i n o s . t i p o . . vías férrecs.ndon¿idas. v a l o r especial. l í n e a s d e ~ o r ~ ~ ~ i c a c i ó n -. profurdidad. s e g u r a . d. e. - . i n f l u e ~ c i ad e las m a r e z s . e r p a l m e c . t r a n s i t a b i l i d a d número d e c a r r i l e s . c a r r e t e r a s . a n c h o d e la s u p e r f i c i e . longitud. c a n t i d a d . m a n a n t i a l e s . c c r a c t e r í s t i c a s d e los b o r d e s . d e t a l l e s d e la s u p e r f i c i e .longituc'. p a n t a n o s . a l c a n t a r i l l a s . hc. A n c h c . c i é n e ~ a s .rnarismís. profurdidad y velocidadn o r m a l e s del a g c a . P u e n t e s . a c a r t i l a d o ~ . p u f n t e c . altitud. c c r t e z . transbordadores. o t ~ t r u c c i o r e s . fondc. v i l l a s . l u g a r e s pírí ctrnpa-m c n t o . V e r e d a s . Tamaño. c g racterfsticzs. altitud d e puntos c r í t i c o s . P u e b l o s . v a d c s . altitud. r í o s . perdientes. a r r o y o s . perfil. p e n d i e n t e s .a. c z l z a d a s . e s p a c i o l i b r e . puertos ( P i s o e r t r e mcntañas). c a m p a n e n t o s . C e r r c s . altura. t e r r a p l a n e s . sistema d e d r e c a j e .e s t a c i o n a m i e n t o s . a n c h o y profundiad d e las z a n j a s . d e t a l l e s d e l a s r i b e r a s . prcfunc'idad. altura. c a r g a .

o t s t á c u l o s . ruta! d e acroxim:ción. o f i c i n a s d e c o . c a ~ a c i d a d . t r a z a d c .i g l e s i a s . gra?o d e e n m c s c a r a m i e n t o .utilidcc:.r l o c a l i z a d c z y m r r c a d c s . s ~ c r i e r t a el t d k l c r o y s e d o e r m i n a n los d e t a l l e s y las e l e v a c i o r e s l o c i l i z a d a c er la v e c i n d i d . c a t e s o r í a alrededcrts. 6. y c t l c u l a n ~ c la elevación. plaza princip6l (zócalo). E s t o se p u e d e h c c e r visarc'o h a c i a lo! d i f e r e r t e c - a c c i d c n t e c . t a l o r z n d c y n . ¿ r c a r d c lad i s t a n c i a . N o m b r e . p o l i g c n i l h a s t a q c e t o 6 c c loc d e t a l l e s r e q ~ f r i d c s h i r s i d c l o c a Iizadcs. a l a w b r a d a s . D e s ~ u é sq c e los p i i n t ~ s sc.e s t a c i o n e s y torre: d ~ r a 6 i o y t e l e v i s i ó n . f a r c r .er.- a r n a s . e s t a c i o r e s d e f e r r o c z r r i l . E s t e p r o c e t i n i e r t o S E s i g ~ ~ c i d ? e s t a c i ó n d c la . clibujar'do l a línea d e m i r a . c a m p o s d ~ a v i ~ c i ó r ~a e r c p b e r t c s . Si el c r o < L i s e: c c c ~ t a d c d e t e r : o c a l i z a r s e t o t c s los - . m i n t d c ? . p u c s t o s avzr'zados. blinc'aje. .. a s e p u e d c c c c r p l e t a r los d e t a l l e ? d ~ r t r odel á r e i . f d b r i c a s . la l í n e i d e m i r a p u e d e b o r r a r s e . - f. trampas a n t i t a n que . F o r t i f i c a c i o r ~ spesadas y ligeras. D e s p u P s q u e la p o l i y o n a l ha s i d c l e ~ a r ~ t a d y aju'tad'. c!ón En c c d a e s t a - d e la p o l i g o r a l s e c o l o c a la p l a n c t ~ t a . t a r r ~ ñ c . c a v c c s . errplazarriento d e Tarnañc. p a l a c i o s mLnicipales. e s c ~ e l a s . z o n a s d e n a v e g l c i ó n g u i a d a . ectaciores d e actobtses. r r e c s .

ea l a f i g ~ r a8 3 . a . c c r r e c p o r .t e r m i n a d a s . i n t e r p c l e l a s a l t i t u d e s de t o d c c l o s p ~ n t o r de c c .ccmo l a dc l a c c n f l u e n c i a c o n s i d e r a d a . e s t o e s . . s e - d e r i v a de l a s u ~ c c i c i ó c de qce l a p e n t i e c t e f r t r e dos p u n t o s .- .críti.p p a l . El c u r s o de ague s u b e 6 m c t r o s de 9 1 a 9 7 . y t o d c s aquE 110s l u g a r e s d o r d f e l t e r r e n o c a r r t i e dc.l a s c u r v a s de n i v e l ccc!. A l o l a r g o de l a l í n e a d e l c u r s o d e E S ~ E r .s y suc a l t i t u d e s d e .i n c i . c s e supcne q c e e s g r p l a n o i n c l i n a d c a l o l a r g o - d e l c c a l l a s c u r v a s de n i v e l d i b u j a d c s l ó ~ i c z m e n . t i e a t e a la d i s t a r c i a desde l a . El mecanisrnc d e l p r o c e c o s e i l u s t r a La f i g u r a 83 ( 1 ) r e p r e s e n t a e1 e s q u e l e t o d e l - d r e n a j e y l o c p u n t o s c r í t i c c r e r l o c q c e deben s e r i n t e r p o l a d a s . comc l a c c n f l u e n c i a e r t r e l a 91 y n l a 97.puntos c r i t i c c s y determinar sus a l t i t u d e s .:cs es ccnstante. es uriforme a todc l o l a r g c del r í o . 10 m e t r o . n f l ' u e r c i a q c ~ c t e r g a n a r o t a 6 a é s t a . pueden t r a z a r s e e a form: del drea. l ó g i c a l a s c c r v a s de n i v e l L a f i g u r a 6'5 i l u s t r a e l t r a z o de c c r v a s d e n i v e l en- L a t e o r í a d e l t r a z a d c l ó g i c c de c u r v a s de n i v e l . l a s ~ p e r f i c i ed e l t e r r e n o d e - u n p u n t o a 0 t r . c c ~ r d i l l e r a s . f o r m e . Después que -- e s t o s p u n t o s c r í t i c o c h s r ! s i d c localizac!c.- c o s s e r á n c u r s o s de agua y b z r r a n c a s . t a n t o l a a l t u r a de c c e l q u i e r purito i n t e r m e d i o e r t r e 9 1 y 9 7 . Lor p u n t o s c r í t i . y s b p c r e r c s Por l o - qce e s t e ascecsc. un área.L ed e t e r a r a r e c e r i g c c i i ~ e n t ee s p c c i a d a s . . debc s e r l a p z r t e p r c p o r c i o r a l de E metros .

La a l t u r a p c r lo t a r t o e s - d ~ 3 m e t r o s a r r i b a d c 9 2 y la a l t i t u d s e r á 94. pur tcs críticos de lai e l e v a c i o r e s y lo. En s e g u i d a . p ~ n t o so c u e r t o r d e I c s - c u r s o s < e a c c c . (2). L o s c r u c e s se i n t i c c r m e d i a n t e t r a z o s s b a v e s er f o r m ¿ ~d ~ V a p c n t a n d c h a c i a a r r i b a c c mc s e i l u s t r a er la f i g c r a 8:.ta. Las c c r v o s d e n i v e l c r ! z a r el ciirso d e a g u c a i n t e r v a l o s e q u i a i s t e n i ~ s e r a q ~ e l l o sc u n t o s c ~ y a ca l t i t u d e s sc. Estc r e b a s a e n la rrisrr. la pt. d . - t e l í n e a s d e c u r v a s a r ~ l i a ss o b r e l a s l o m ¿ s o e s p u e l a s y . ~ V y lo: d g ~ i o n ~ sdibujarcio c ~ ~ i d a d ú c a m e r . la c u a l s e a n o .'-termine p o r i n t e r p o l a c i ó c e c t r e lo.n rnúltiplos d e 1 0 . F i .rdierte del c u r s o d e a c u a e s u n 1 fc~rrre e n t r e la c o n f l u e n c i a y el n a c i m i e n t o . e s forn~?. e s don(€ d e b e n t r a z a r s e l a s c u r v a s d e n i v e l ccr i n t e r v a l o s d e 10 m c t r c s e i n d í q u e l o pcr m e d i o d e s u i o n ~ s . s e c c ~ s c c e c e r Cu-- caes caso. A h c ~ r a e s p o s i b l e interpelar las c c r v é s d e n i v ~ la lo l a r g c d e c c a l q c i e r c o r r i e s i e t r i b u t a r i a d e s d e s u o r i g e r P . T e r m i n e l a s c u r v á s d e nivel del cro<Lmis.? t e c r í a d e T LE. u r i e c d o l o s trazo.c o n f l u e n c i a 92 a e s t a c o n f l u e r c i a . I : t a s u c o n f i u ~ n c i a c c n el c c r s o d e a g c a p r i n c i p a l . b. 105 d c ~ s p u r t 0 5 y a s altitude.gilra 83 (2).

' I cibrl c a d a loma o e s p u e l a e r t r e dcc c u r s c c d e agua s e c o r p l e t a p c r t u r r o s p r t f e r i b l e r r é r t e t r a b e j a n i c e r forme p r o g r e s i v a d e l - ' ' I I curse d e a c c c h a c i a . de aguc p r e c i s a r e n t e por l o s t r a z o : e' for- d e V m o d i f i c a n d o g r a d u a l m e n t e cada c u r v a d e s d e e l r i ? c i m i e n t o Al b c c q i . La forma t e r m i n a d a . e. f i g u r a 8C ( 3 ) t e n i r á t o c a s . E n l a f i g u r a 8 2 [ 3 ) s o l a m e r t e l a c u r v a d e n i v ~ l 10C e s t á - en e s a c a t e s o r í a .- I l a s c c r v a s d e n i v e l numeradas y deben b o r r a r s e c u i d a d o s a m e n t e l a s g u í a s y l í n e z c a u x i l i a r e s no n e c e s a r i a s . Cadz q ~ t i n t a c c r v a d e n i v e l e f i p ~ z ~ r c 'd e i d e C E R C s e marca m e d i a n t e una l í n e a g r u e o : sa. e j a r l a : c u r v t s de c i v ~ l . a r r i b ¿ .dr En la i l u c t r a - d e d i c h c s c s r s o s de a g u c . No. 0 3 TRAZO LOGICO D t CURVAS D i N I V i i .cruzando l o s curso: m. (1) FIG. b e c o n c t r u i r s e una f o r n t d e l t e r r e r c a l a v e z . .

8 3 T R A Z O L O E I C O LE ( U C L A ? GE N I V E L . No.(3) F I G . .

r t o o a c l a r a c i ó n d e u r r e ~ c i r t ee s c r i t c y i g n a c i ó r . CROOUIS PANOKAKICC A. Gradc y norntire de q u i e n l o e l a b o r ó y l a i i i i d a d aque p e r t e n e c e .P ccmo c o m p l e a t . s e h a r á ura v e r i f i c t c . l a n c c s y puede u s a r s e er. b. r e c c s n c c i . ep a r a l a 6 e s i g c e c i ó r d e b . E s c a l a e i n t e r v a l o e n t r e c u r v a s de n i v e l . po l o p e r m i t e . e l c u e l . Dete t e c e r s e mucho c u i d a d o en e l uso d e l o s - s í m b o l o s y s i e x i s t e c c a l q c i e r d i f e r e n c i a ccn l a s i m b c l o g í a n o y malmentt u s a d a . d . i . c ~ r c i s . U c r o q u i s penc'ránli(o ( f i g u r a 9 8 ) . fcrmc.i ó n p e r a c o r r e c i r c ~ a l q c i e r e r r o r u omisióv. e f e c t i v a p e r a i l u c t r a r € 1 i n f o r m e f e ur. s e h a r á l a e x p l i c a c i ó n c c r r e s p o n c i e n t e m e d i a n t e una l e j e r d a . r e s e r t 5 n c i ó n g r á f i c a d e l t e r r e r o cori e l e v c c i ó n y p ~ r s p e c t i v a ccrrci s i s e v i e r a d e s d e u n observatorio. s c . e d i f i c ¿ . M ~ e s t r íe l h o r i z o f i t e . Nombre d e l c r o q u i s ( i d e n t i f i c a c i ó r d e l á r t . Despues d e h a b e r cc. c i o r n é s .- s i e m c r e t i e r e i m p o r t a r c i a m i l i t a r e i n t e r v i e n e ~d e t a l l e s t a l e . c c ~ cc r e s t a s . Escaia gváfica. Su g r a r v ó l o r r a d i c z - .a ) . 51. b c s q u e s . de o b j e t i v o ' y s e c t o r e c .e t c . e . Se d e b ~i n c l u i r l a s i g c i e r t e i n f u r ~ r r t c i ó r i : a . e s u n e r e p .mpletado e l c r c c u i s y s i e l t i e r . c t n i n c r .C. Es un r e d i o e x c ~ 1 e r .. F e c t a e r q ~ e e e l a b o r ó .

Una c c m p a r t c i ó n d e un C ~ C ~ L p eI ~ -S c r o q ~ i st o p o c r á f i c c o un6 c a r t a se miifstra er la . ncrán. Un sci d i d c bier e v t r e r c d c p u e c e p r e p a r a r r á p i d a r e n t e u r crcq1.18 p c n o r á a i c o el c ~ i ll l e v a i n f o r m c c i ó n d e v a l o r m i l i t a r q L e se.icc y u : f i g u r a 84.en la r a p i d e z c o r q L e p u e d e e l a b c r a r s e e i n t e r p r e t a r s e . fácil d e interFretdr y erterder.

COMPARACIO~I N o . 84 PI.FIG.CCFAPICC DL U N CPCQLIS Y url c P a c L I s TOFOCKFFICC D E urlP POP[ IOR ot T ~ G R E ~ C . .

e l r e s u l t a d c s e r í a u n d i b ~ ~ ro p e r s p e c t i v a .B. e t u : C ~ : . f F I G . . D I B I L Q EP! P E F S F E C T I V A . N c . t e r c . y t r a z a r d c en l o s c r i s t a l e c d e l a v e n t a r a e l . á c t a r r e r t ec c : m c j o p i i r e c f r a t r a v é : de - e l l o s .c c r t o r n c d~ l o c o t .o j o s i n m ó v i l e s . Es u n r e q L i s i t o p a r a e l e l e r r e c t c q c f e l a b o r e u n c r o - q ~ i s a n o r á w i c c . . 85. r u n c c ~ n c c i m i e r t o c z b i l de 1 0 % p r i n c i p i o : p del dibujo e r ptrspectivn. - S i u n c r o < u i s s e h i c i e r a cc~nc € 1 de l a f i g u r a 85 m i r a n d c a t r a v é s d e una v ~ n t a n r m a r t e ~ i e n ( : o l o c .

No.c. 86 LINEA DE HCRIZOKTE.bn de! terreno y un plano horizontal que casa 2 la altura de los o j u s del observadcr (figura 86).rf la supcíficie de un lagc o el mar.a. En un llaro o sct.ás abíjo que lo? p ~ n t o smds bajos de la silueta de las montañas cuicdo el resto del terreno es planc. En terrer. FIG. accidertadc la línea de horizor!te ~ c t áur p c l c o r.nea visible de demarcación entre el cielo y el míir o la tierra. En la figcra 86 la 1í-- nea d e horizocte coincide a p r o x i m a d a m ~ c ~ con la parte s ~ p e r i c r e del plano bajo.e ec la l i .de horizonte es la formada por la intersecc.la línea de horiz0nt. . La líni.

La.b. P . N c . 87 PUk1 0 C E F 1 C . ( F i g u r a 8 7 ) . c c r . e s t á n en r e a l i d a d 21 a l c i r c e d e c s a l q c i e r a y aplique la5 r e s l a s s i ~ ~ j i e r t e r : ~ L ' Ee s t u d i e 1. El e f e c t o d f r i i s t h c c i a .ac s e j u c t a n o s e d e s v a ~ e c e nen u n p u r t o l l a r c ~ d c v ~ r t ot e f u g c d e l 8 sistemr ?e líneas p a r a l e l a s . línea' del t e r r e r c p i r a l e l a s y horizonta-- l e s s e fuga^ e n u r p u n t o e r e l h c r i z o f i t e .( ' e l p u n t o o c u p a $ c por e l o b s f r v a d o r . Las l í n e a s q u e en € 1 t e r r e n o son p a r a l e l a s . p a r f c f q i ~ e f o r r e s e a1e. F I G . r i i r c c c i ó r del - y p r c f u n d i d a d que comunmerte s e a t r i b u y e n a l a i n : p i r a c i ó n a r t i s t a .

en t e r r e n o a s c e r d e r t e a l a l e j a r s e d e l o b s e r v a d c r s e f u g a n en u n p u r t o d e l h o r i z o r ~ t e . t i c c le:. F i g u r a 88 ( 1 ) . F i g u r a 8E ( 3 ) .cto con l a La: l í n e ~ cv 6 r - l í n e a dc r i r a . Las l i n e ~ cp a r a l e l a s . s e f u g a r a l a d e r e c k a . p a r e c e q u e . l a s qcc ce a l e j a r a l a i z q ~ i e r d t s e f u g a n a . z o n t e . l a i z q u i e r d a . Así l a s l í n ~ c sp a r a l e l a : certercs- a l a p r c l o n g a c i ó n d e l a l í n e a de v i r a p e r e c e q c e c o n v e r g e n m u q r á p i d c m e r t e m i e n t r a s qcc a q l t e l l a s ~ L C forniir E á n c ~ . p e r m a r e c e r p e r a l e l a s .2. F i g k r a 8E ( 2 ) . 3. Las l í n e a s p a r a l e l a s que s e a l e j a r h t c i a l a r e c t . . a . 5 . d e l t e r r e r o p e r r n t r e c e r v e r t i c a l e c Er ~ ~ e r s p c c t i v a . e r t e r r e r o d e s c e r C e n t e s e f e g c n e r ur p u n t o a b c j o d e l h c r i a l a l e j a r s e del ob'ervadcr. 4 . E l g r a d o de c o n v e r g e r c i a en p e r s p e c t i v a v a r í a - i n v e r s a m e n t e a l á r g u l o forrnzdo por l a s l í n c a s p a r a l e l a s y l a I i nca de mira d e l o t i c e r v a d c r . Las l í n e a s p a r a l e l a s . l orc.

F I G . . No.88 VARIOS T I P O S DE PUNTOS DE FUGF.

7 . . No.(Figcra 9C) HORIZONTE I F I G . Las d i s t a n c i a s a p a r c r : t e c e c t r e o b j e t o s r e c u l a r m e r t e e s c .6 . 8 9 PASOS DEL DlBUJC E b P L R C P E C T I V A D E UhA C A c h . a c i a d c s . E l tarnafio a p a r e n t e de c u a l q u i e r o b j e t o v a r í a - i n v e r s a r e c t e con l a d i s t a n c i a d e s d c e l o t c ~ r v o d c r . v i r i a r i n v e r s a r e c t e con l a d i s t a r c i a d c c l i ~ e l observador.

$6 p i e a l lado derc e1 - La f i g u r a 9C i s u e s t r a como s e va f o r m a ' t c c r o q ~ .o. Esto hace p o s i b l e c c r r e g i r loc e r r c 2. e c t i v a . -- Jnc l í n e a de á r b g l e s de a l t u r a aproxim¿?arrente uriforme bordea e l lado izquierdo d e l camino. s e s u p o r e que e l d i b u j a n t e e s t á c h c d e l misn. pcraleloc y --- - l o s á r b o l e s permaneceron El t a ~ c ñ or e l a t i v o d e están sujetos a las los árboles y e l interbolo f r t r e ello: . i sp a n o r á m i c c e r c c . r a 9 0 r e p r e s e n t a ur c r o q ~ i st c p o g r á f i c o d e un c a m i n c q u t p r i m e r o s e d i r i g e a l n o r t e ..permiirfct. P a s o r d e l d i b u j o en ~ e r s p e c t i v a 1 . b a n t e r i o r . La f i g u r a mue'tra los pacor sucesivoz del no s c p r e t e n t e u s a r e c t t Sin enhargo -- d i b u j o en p e r s p e c t i v a d e u n a c a s a . Los p a s o s s u c e s i v o : d f l d i b t j o en p e r s p e c t i v a La f i g ~ d e una p o r c i ó n d e t e r r e n o s e i l u s t r a n en l a f i g u r a 9 0 . r r e c t a p c ~ r s ~ .c . y d e a c u e r d o c o n l a r e g l a ( 5 ) l o s l a d o s d e l c a m i n c c o n v e r t e r á n mLy rápidzrr~nte. De a c u ~ r d oc o r l a r e s l a ( 1 ) de B .rár . - l a p r á c t i c a de e c t e rrétodc e s l a mejor f o r ~ s r de aprenc'er l a s .r e g l a s de l a c e r s p e c t i v a . e l tramo de camino q u ~ E d i r i g e a l $ n o r t e s a l d r á a un p u n t o d e f u g a común en e l h o r i z o n t e . s o b r e un t e r r e n o n i v e l a d o .erticales. m é t o d o d e t n l l a d o p a r a d i b u j a r ur c r o q ~ i sr á p i d o . d e s p u é s a l e s t e y d e s p ~ é sd e r u e v o a l n c r t e a l e j d ~ d o s e . l a d c s de: camino T a m t i é n d e a c u e r d o c c r e s t a misme r e s l a ( 5 ) l o s que s e d i r i g e a l ecte. r e s d e un c r o q L ' i s r á p i d o .

240 reglas ( 6 y 7). HORIZONTE A.. _ _ . No. 90 P A S O S DEL C R O C U I S P13WCFAPICC DE U11 C / \ P I N O .___ I i 1 LADO DERE- CHO DEL C MINO . ..--.. .- I I FIG.

Una a b s o l u t a s i m p l i c i d e d e s e . d e l g a e a s . el p r i m e r p l a n o secr g r u e . el c r g q u i s panorárrico. L a s c a r a c t e r í s t i c c s d e l t e r r e n o d e b e n r f p r e s e c t a r s e con u n a s p o c a s l í n ~ a s . D e l i n e a c i ó n . La línea d e h o r i z o n t e .- m e n t a r s e h a c i e r C o q u e las líneac er. l a s c r c s t a s y los c a m i - n o s . ccmc cfsidad. - 3. Las líneiz c c ~ r ~ t í n u a s . d f j a c d a pera el tra'cqjo d e ~ a ' c i n e t e€ 1 a g r e s a r d f t a l l e s d e importancias i n s o b r e c a r g a r el c r o q u i s .inc. s o n las l í n e a s pr.ipsles d é c o n t r o l d e un c r o q u i s y d e b e n d i b u j a r s e en p r i m e r lugir p2ra f c r m a r uR e s q u e l e t o e n el cual s e c o l o q u ~ nl o s d e t a l l e s a p r c p i a d s m e n t e . N i n g u n z l í n e a d e b e d i b u j a r s e sin una idea d e lo q u e r e p r e s e n t a y si e d e v e r d s d c r a n ~ .enle d e t ~ ce m p l e a r s e t r a z o s sencillos. ( F i g u r a 91) - E s t o a u m e n t a la r a p i d e z y la c l a r i d a d .d. 1. finida. Preferibler.e n c i a l er.: ~ L IES E 2. El e f e c t o d i s t a n c i a p u e c e i n t r e . La d e l i n e a c i ó n e s la r e p r e s e n t a c i ó n g r á f i c a d e - los o b j e t o c o c a r a c t e r í s t i c a s d e l parcramd c o m o ? p í r e c e ~a c t e el o b s e r v a d o r .s a s y e n las n o n t a n a s d i s t a n t e s .

. 9 1 D E L I N E A C I O H . No. O R C E N QUE SE S I G U E PARA ELARORAF UN C R O Q B I S P A N O R A M I C O . Loc d e t a l l e s importantes en l a l e j a n í a pueder: d i b u j a r s e cc.son mejores que l a s i n t e r r u m p i d a s .n l í n ~ e sg r u e s a s o agrandadcs para d a r l e s e n f a s i s . -- F I G .

c o m o las l í n e a s d e iina construcción. Ilo d e b e n combinarse- a s p e c t o s a r t í s t i c o s c o n a q u e l i o s d e v a l o r m i l i t a r y a q u e e s t o irá e n d e t r i m e n t o d e la c l a r i d a d . C u a n d o s e a n e c e s a r i o p u e d e e m p l e a r s e un ligero - s o m b r e a d o para d i s t i n g u i r á r e a s b o s c o s a s d e c a m p o a b i e r t o . 92 S C M B R E A D O C O R R E C T O E INCORRECTO. S i e m p r e d e b e n u s a r s e l í n e a s c o n t i n u a s y f i r m e s - e v i t á n d o s e l í n e a s s i n u o s a s o interriimpidas. p u e d e n s o m b r e a r s e en f o r m a a l t e r n a d a .5. algún objeto de forma geométrica. etc. -- 6. ( F i g u r a 92). No. Cuan- d o g r u p o s c o n s e c u t i v o s d? a r b o l e s e s t é n p a r c i a l m e n t e siiperpiiestos. F I G . . El s o m b r e o ( h a c h u r a s ) debes e g u i r las l í n e a s n a t u r a l e s del o b j e t o .

d e b e r á e m p l e a r !íncas o r i e s t á d a s en una m i s m a d i r e c c i ó n c o n el o b j e t o d e q c e el c r o q u i s a p a r e z c a ccn las s o m b r a s por el m i s m o lado.e. D e b i d o a lo m u y limitadc de su - aplicaciór.pectiva. er: e s t a c l a s e d e t r a b a j o s . p e r o cuarc'o nc hay un l í m i t e .p i a d c del m a t í z y la sombra.ib ~ j a n t eq u e c u a n d c s c s b r e e algún o b j e t o q u e a p a r e z c a en el c r o q u i s . lo: s i g u i e n t e s a r t í c u l o s . El m a t í z y la s o m b r a d e b e n u r a r - s e s o l a m e n t e para m e j o r a r la c l a r i d a d del c r o q u i s panor6rico. El t i e m p o g ~ n c r a l m c . Equipo. M a t í z y sombra. e s t o s s e r á n una v a l i o s a a y u d a pera eldib~jarite: i . Casi s i e m p r e e s p o s i b l e p r o p o r c i o n a r t o d a la informiciór n c c e c a r i a r e d i a n t e el u s o d e b o s q u e j o s o e s q u e m z s d i b u j a d o s en p e r s .. El croquis panorárico puede elabcrarse sola--S i n errbargo si s e p u e d e d i s p o n e r d e - m e n t e c c n papel y ldpiz. a l g u n a s c a r a c t e r í s t i c a s p u e d e n h a c e r s e s o b r e s a l i r m á s c l a r a v e n t e m c d i a n t e el u s o a p r o . G e m e l o s d e campaña. no s e d i s c ~ t i r á al d c t a . i i . . Brújula.lle la t e o r í a d e l m a t í z y la sombra y s o l o s e r e c o m i e n d a al d. n t es e r á el q u e n o permita u s a r - s o m b r a s . f . l.

d e l a r e g l a s e h z c e un nudo g r u e s o c o n e l o b j e t o d e q u e s e p u e da s u j e t a r c o n l o s d i e n t e s y e x t e n d e r a todct l o l a r g o e l c c r d ó n p a r a q u e l a r e g l a q u e d e e x a c t a m e n t e a 50 c m s . La r e g l a ~ r a i i u a d a ~ u e d eu s a r s e p a r a r f m e d i r d e s v i a c i o r . Algunos l á p i c e s v i i . Regla graduadc.i i i . 2. ~a~ g c l a r e s . en e s t a s i t u a c i b c e l v a l o r en n i i i t s dc un á n g ~ l oe! i g u a l a l número d e m i l f r n ~ t r o s c c n q c é s e c ~ t b r a r lo! d i c h o ángulo r u l t i p l i c a r ? c c por d o c . . una p e r f o r a c i ó n a l a m i t a d d e e l l a y s e c a s a un c c r d ó r . Una c a r t a d e l t e r r e c o s o b r e e l q u e s e va a t r a b a De e l l a s e o b t i e n e r l o s nom-- j a r puede s e r de gran u t i l i d a d . r í o s . m c n t a F i r y derrár a c c i d e n t e s de i m p c r t a n t i a . v . P ~ r a a c i l i t a r e l u s o d e l a r e g l a . se h ~ c e s e h a c e un n u d o e n e l e x t r e m o d e l c c r d ó n p i r a e v i t a r LE s e s a l g a d e l a p e r f o r a c i ó n y en e l o t r o e x t r e u : c e x a c t a n . v i . d e l o j o d e l o b s e c v a d o r . f n t e a 5 0 crns. Goma p a r a b o r r a r . Block d e e s q u e l e t o s p a r a c r o q u i s panorámico o c u a d e r n o de n o t a s . -- e x t r e r o s de E n c o n s e c u e n c i a por c a d t - r n i l l m ~ t r o d e l a r e s l a s e c o n c i d e r a un v a l o r d c 2 r n i l i t s d e ángu lo. Es c o n v e n i e n t e c o n t a r c o n un l á p i z d u r o y o t r o medio suave. Navaja. (Saca - puntas) i v . b r e s y l a s d i s t a n c i a s d e l o s p o b l a d o s .

La f i g u r a 93 m u e s t r a una c o p i a r e d u c i d a d e una h o j a del block de e s q u e l e t o s para c r o q u i s p a r o r á m i c c . E s q u e l e t o para c r o q u i s panorámico. s e p u e d e c u t r i r un s e c t o r d e 4 5 0 m i l i t s en croquis. El e s q u e l e t o t i e r f los e s p a c i o s para a n o t a r los d a t o s n e c e s a r i o s d e ijna manera s i s t e m á t i c a y w i f o r r n e . y tienelíneas dc guía verticalec espiciadas cada 25 milímftros. No. - c a d a u n o d e los c u a l e s c u b r e 5 0 m i l i t s a la e s c a l a u ~ a d arrás f r e c u e n t e m e n t e . r a d - FIG. 93 ESQUELETO PARA CROQUIS PANORANICC . 1.g.acior d e 25. C o m o hay n u e v e d e e s t o s e'r. c o n nctasexplicatorias.milímetroc.

. A n t e s d e e m p e r a r A u n c r o q u i s p a n o r á m i c a . Escala 1. L o s g e m e l o s s e u s a n clrando - l a s l í n e a s d e b l a s c r e s t a s sor c c n f b s a s o borro'as ta. h c r i z o n t a l y v t r t i c a l . el o b s e r v a d o r d e t f r á e s t u d i a r cuidcdcsarrente el p a n o r a m a d e t a l m a . a simpl? v i s - i. 25 m i . s e p u f d e h a c e r un b u e n c r o q u i s c a n resultados muy satisfactorio^ e n c u i l q c i e r h c j a d e p a p e l . A la e s c a l a m á s f r e c u e n t e m e n t e u s a d a . d e b e e s t u - d i a r s e é s t a j u n t o c o n el t e r r e n o . El b l o c k d e e s q u e l e t o s e s u n a a y u d a útil y c o n v e n i e n t e p a r a q u i e n va a e l a b o r a r un c r o q u i s p a n o r á m i c o y s i e m p r e q u e s e a p o s i b l e d e b e u s a r s e . Si s e d i s p o n e d e la c a r t a del a r e a .n f r a q u ~ u e d a d i s t i n g u i r las v a r i a s l í n ~ a sd e las c r e s t a s e n p - la r e l a c i ó n a p r o p i a d a e n t r e u n a s y o t r a s y las c a r a c t e r í s t i c a s g e n e r a l e s del t e r r e n o . l. h. s i n e m b a r g o hay q u e t e r e r e n - m e n t e q u e g s t e n o e s un e l e m e n t o i n d i s p ~ ~ s a h l p a r a la e l a b o r a e c i ó n d e l c r o q u i s y q u e si s e s i g u e n c o r r e c t a m e n t e l o s p r i n c i .2 . . c u e n t e m e n t e s e usa er arrtci s e n t i d c s . E s t u d i o p r e l i m i n a r d c l t e r r e n o . 2 ..Esta e s c a l a f r e -- l i m e t r o s en el c r o q u i s r e p r e s e n t a n 50 rrilits.p i o s q u e a q u í s e e s t a b l e c e n .

estén alincapas aproximadamente con los límites del sectcr. Punto y línea de referencia Seleccione un punto de referencia notable y permi nfnte a una distancia no menor de 50C metros. - j. 2. mueva - el block lentamente de mcnera LE la l í n ~ ude suía vertical -- más próxima coincida con el punto de referencia.in~sciór. arplitud mayor q c c la que se abarca ccc esta escala en una sola hoja. princip?lmente e n t e r r e no plano. C c l o ~ u e el block a 50 centímetros d~ sus ojos. que uno solo con une eccala menor. Esta será en-- lo sucesivo la línea de referencia la cual se marca con una punta de flecha gruesa en la parte superior y ccn un cero en el espacio para desvfos. a partir de esta línea se hacen todas las n. ec más ccrieniente elaborar varios c r o ~ u i sern?leandc la misma escala. mirando el punto de refereccia. en el cual de otra manera sería dificil distingüirlos.Ocasionalmente se puede usar una escala vertical e>agerada ptra enfatizar pliegues menores del terrecc. -- A ccnt. Si se quiere cubrir un área de terreno con una . k. de manera que las esquinas supe-riores. . Iiorizontalec.:di~in~i!?~. Información mtryinal.

1.l í n e a d e r e f e mar-- r e n c i a . el c r o q u i s p u e d e s e r a u n p r o p i a m e n t e in-valor militar. i n c l u v e n d o la e s c a l a . posición horizontal y colocando sobre- s e d i b u j a una f l e c h a p a r a l e l a a la a g u j a i m o n t a s e t r a z a c e r c a d e l n ú m e r o del c r o q u i s e n la p a r da. El c o n t r o l h o r i z o n t a l s e o b t i e n e m i d i e n d o 1 6 s 1. desviaciones (separación angular en milits) entre las caracte--r í s t i c a s p r o m i n e n t e s . d i r e c t a m e n t e s o b r e la p a r t e s u p e r i o r - . C o n t r o l . t o d o s l o s e s p a c i o s p a r a la a n o t a c i ó n d e d a t o s del g e n i n f e r i o r . mientras que con e l l a .1. 2. C o m o el t e r r e n o n o s e v e e x a c t a m e n t e d e la mi? m a f o r n a d e s d e d o s p u n t o s . El n o r t e m a g n é t i c o s e ~ n d i - terpretado y tener c a p o n i e n d o el b l o c k e n él la b r ú j u l a . T a n p r o n t o conio s e d e t e r m i n e l a . Esta f l e c h a t e i n f e r i o r d e la hoja. proceder - S i n e s t a i n f o r m a c i ó n el c r o q u i s c a r e c e 41 d e valor. s e l l e n a n a n t e s d e a e l a b o r a r el c r o q u i s . cada línea que s e agregue croquis dibujante completar i n c r e m e n t a s u v a l o r m i l i t a r d e m o d o q u e a u n c u a n d o el - t e n g a q u e i n t e r r u m p i r l o o s u f r a un a c c i d e i t e a n t e s d e s u t r a b a j o . el l u g a r d e s d e el c u a l s e h i z o el crocuis debe describirse en forma precisa e inconfundible. De -- s e r p o s i b l e d e b e d a r s e u n a r e f e r e n c i a d e la c a r t a o p r o p o r c i o n a r s e una c a r t a m a r c a d a j u n t o c o r el c r o q u i s p a n o r á m i c o .

( F i g u r a 9 4 ) . ca- m i n c . ~ .- j a s e ante:. Pora increisent. 3 .armazóc c''1 nea croquis.del esqueleto del croquis.ar.- r i o que € 1 block e s t e ' s e p a r a c i o c'e lo: o j o s 50 c e n t í m e t r o s c a da vez qce t e n g a n qce m e d i r s e l a s d e s v i a c i o n e c . d e t a l l e s .- c c r e l t e r r e ~ o . a l g ~ ~ ncar e s t a h o r i z o n t a l come l í n e a de r e f e r e c c i a d e s d e l a c u a l s e miden l a s d i s t a n c i a r a l o s o b j e . Es n e c e s a r i o qce e c t e El l í n e a s e d i b u j e en p r i m e r lu.y c u a l q u i e r o t r c c o r t o r n c i m p o r t a n t e que ccnfornci e l . Para e l c c n t r o l v ~ r t i c a lec mejor u s a r l a . MétodcS d e l o c a l i z a c i ó n de a c c i d ~ n t e s .- l í n e a d~ h o r i z o n t e c. S i s e e n c u e n t r a c ~ a l q u i e re r r o r . 2. c c r r í . D e s p ~ l é s ccmpere c u i d z c ' o s a i r e n t e e s t a 1 í . m .t o s para s e r t r a n s f e r i d a s a l c r o q u i s . c r e s t a : . de 5 0 m i l i t s e ' t r e Para o b t e n e r una medidc uniforme l a s l í n e c c d e lía v c r t i c z l e s e s n f c e s a . e s n e c e s a r i o me- d i r l a s d e s v i a c i o n e s e n t r c e l g u n o s p u n t o s y o t r a s t e n d r a a que ser intfrpoladcs a ojo.e. Método número uno.gar y l o más exacta p o s i b l e . l a h c i b i l i d a d . 1. de a g r e g a r lo:. - métodc c a r a l a medición v e r t i c a l e s s i m i l a r a l de l a m e d i c i ó n horizortal. Esbcce l i g e r a k e n t e e l horizorit.

- E s t e t r a z o de l a l í n e a de h c . . p u n t c más b a j o d e l a l í n e a d e h c r i z o n t e d t t c t o c ~ rl a l í n e a s u p e r i o r d e l a s l í n ~ z sg u í a s h o r i z o n t a l e s . d c pera e l c r o q o i s .s o a v c n i ? n t e - en l a p a r t e s u p e r i o r d e l e s q c e l e t o v i e n t r a s s c s t i e n f e l b l o c k ~ j u s t a n . 2 . r i ol a s p c ' i c i o n e s r u n d e t e r m i n a d o n ú n t r o t é a c c i d e n t e s i r n r c r t a r t e s Gel t e r r c r o . y m z r q u e e n l a p a r t e r b ~ ~ . Estas- s e r ~ i r á np e r a l o c ? l i z a r l o s a c c i d e n l e s c o r r e s p o n d i e n t e c ec e l croc~uis. r i z o i t e p c s t e r l o r r n e n t e El- s e t r a n s f i e r e k?cia abejo a l l u g i r apropiada del croquis.Dibuje l a línea de hcrizorte y los accidcctes o c a r a c t e r í s t i c a s d e l t e r r e r o más p r o n i n ~ r t t crnLi).c n t e d e b a j o d ~ h o r i z o n t e . Métodc número d o c . a c n a d i s t a n c i a d f 5 C cm. C ~ c p u é s c c c l í n f c s s u ~ v t sp r o y c c t e h a c i a a b a j o a t r a v é s d e l e s p e c i n d e s t i n ? . ( F i g ~ r a9 4 ) S o s t e n g c e l b l o c k ccmo ' e C ~ c c r i b ce c e l m é t o de - do núrrerci u n o . l o r p u n t o ' línei: obtenidos. y l orientadc.

9 4 TLRRENO LOCALIZACION D E ACCIDENTES DEL ( M E T O D O S UNO Y D O S ) . . FIG. . .Unidad . No.. ...

(MElOLtO TRES) . i n t e r v a l o s i i s í m6. (Figura 95) €1 punto de r e f e r e n L35 Mida l o s i n t e r v a l o s d c ' d e tia t e r : i e n c i c e l l á p i z h o r i z o a t a l a 50 cm. LCCALIZACIOk Nc.3 . 95 DL A C C I D E N T E S U C L T E R G E N O .didoz P L E ~ E r~a t nsferirse a l croquis. Métcidc núrrero t r e s . FIG. d e l o s o j o s .

l a s m e d i c i o n e s h e c h s s s e c u e d e n L s a r d i r e c t a m e n t e er el c r o . No. (METODO CUATRO) . M é t o d c n ú m e r o 4.4. ( F i g u r a 9 6 ) M i d a l a s d e s v i a c i o n e s a n g u l a r e s c o n la r e g l a graduadi.quis. /' FIG. Si n c .. 96 LOCALIZACION L E A C C I D E N T E S DEL TERRENO. S i s e c t i l i z a la v i s a d e s c a l a q u ~la d e l e s q u e l e t o . l a s d c s v i a c i o n e s a n g c l a r f c pileden i n t i c a r s f me-- diante las líneas gcías de 5 G milits.

n. uso m á s a p r o p i a d o e s para la l o c a l i z a c i ó n d e varios d e t a l l e s al m i s m o t i e m p o . T i c n e Lin v a l o r a z o g -- cial al i n i c i a r ~in c r o q u i s para f i j a r la línea d e h o r i z o n t e y ~ O S ntervalos i e n t r e a l o u n o z p u n t o s ifiportantes. El m é t o d o uno . S e l e c c i ó n de! m e t o d o . i n -- la m a y o r í a d e los c r o q u i s d e b e r á u s a r s e una c o r b i n a c i ú n d e ellos. .?S r á p i d o y seiicillo.ir1 h u r zonte. L o s m é t o d o s 3 y 4 t i e n e n gran v a l o r [jrinri- p a l m c n t e para c o m p r o b a r !as d e s v i a c i o n e s a n g u l a r e s y m e d i r ela n c h o y a l t o d e los o b j e t o s y su d i s t a n c i a a l a ! í n e a . N i n ~ ú nn é t o d o p u e d e c o n s i d e r a r s e el mejor. El m é t o d o 2 e s s i . 2. u s a n d o un l á p i z c o n o una guía para t r a z a r líneas vcrti c a l e s hacia a b a j o m i e n t r a s s e s c s t i e n e el block d e naneri! qiieel p a n o r a m a @ u e s c está d i b u j a n d o le sirva d c f o n d o .Su- m i l a r al p r i m e r o y p u e d e u s a r s e para i n i c i a r e i c r o q u i s . 1. La figura 1 7 m u e s t r a una v o r i a n t e del m e t o - d o d o s . No s e d e b e u s a r para rel!enar con d e t a l l e s p e q u e ñ o s .

97 L O C A L I Z A C I O N DE A C C I D E N T E S D E L TERRENO.A TERRENO FIG. No. ( V A R I A N T E D E L METODO DOS) .

La adi - c i ó n d e d e t a l l e s d e p e n d e r á p r i n c i p a l m e n t e del p r o p ó s i t o para el q u e s e e l a b o r a el croquis.1 . t a un i n f o r m e o un m e n s a j e d e b e m o s t r a r c l a r a m e n t e los . A q u e i l o s d e t a l l e s q u e a y u d e n en la locali- zación de otros detalles o posiciones de importancia militar. posibles blancos. Sin embargo. objeti-- 1. debe darse particuiar t a l l e s i m p o r t a n t e s q u e n o a p a r e c e n e n esta. 2. ii. o b s t ~ c u l o s n a t u r a l e s . v o s . este último -- c r o q u i s m o s t r a r a m á s d e t a l l e s e n !a v e c i n d a d del blanco q u e o t r o c r o q u i s general d e la misma área. - Un c r o q u i s e l a b o r a d o con el p r o pasito d e r e p r e s e n t a r el t e r r e n o en g e n e r a r c o n t a r á c o n mayorn ú m e r o d e d e t a l l e s q u e o t r o h e c h o c o n el p r o p ó s i t o d e mostrarla l o c a ~ l i z a c i ó n d e u n s o l o blanco. importancia militar. C u a n d o un c r o q u i s c o m a t e n c i ó n a los d e . No deben a g r e g a r s e d e t a l l e s s i m p l e m e n t e para- l l e n a r e s p a c i o s o m e j o r a r l a a p a r i e n c i a dei croquis. limites d e s e c t o r o posiciones d e tropas.C u a n d o cornplemen- plementa una carta. U n i c a m e n t e la s i g u i e n t e c l a s e d e d e t a l l e s d e - ben d i b u j a r s e en el c r o q u i s : A q u e l l o s d e t a l l e s q u e por si m i s m o s t e n g a n Por ejemplo.

Después d e completar el croquis propiamente. . La información adicional requerida por- la artillería puede acregarse al croquis tan pronto se obten-ga. Como en otras tareas militares el encargado- de elaborar un croquis debe tcn6r en mente constantementc su misión y hacer el tipo de croquis de mayor valor posible paraquien esté destinado y sin embargo no consumir mucho tiempo en repararlo ya que éste seria de menor valor que un croquis sencillo que llegue pronto a su destino correspondiente.accidentes o posiciones mencionados en la comunicación. 4. 3.- los datos correspondientes a . s s blancos u otros accidentes portantes se anotan trazando líneas verticales que partiendo im - del punto consideradol se llevan hasta la parte superior del esqueleto destinado a recibir dichas anotaciones como se muestra en la figura 9 8 .

HORA: .-------------- GRADO Y NOMBRE ----------- F I G . No. 9 8 C R O Q U I S P A N O R A M I C O COMPLETO .

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. a v i o n e s r a d i o d i r i g i d o s . s a t e l i t e s d i r i g i d o s .CAPITULO X I F O T O G R A F I A S AEREAS. L a s f o t o g r a f í a s a é r e a s t i e n e n una g r a n v a r i e d a d d e -- usos en las operaciones militares. c o h e t e s .p l e m e n t o o un s u s t i t u t o d e una carta. sin e m b a r g o . etc. G E N E R A L I D A D E S Una f o t o g r a f í a a é r e a e s c u a l q u i e r f o t o g r a f í a t o m a d a d e 2 d e un v e h í c u l o a é r e o ( a e r o n a v e s .). 52. para l o s ~ r o p o s i t o s d e e s t e m a n u a l se c o n s i d e r a n p r i n c i p a l m e n t e c o m o un c o m . Estas f o t o g r a f í a s s e d i f e r e n - c i a n d e o t r a s s o l a m e n t e e n q u e é s t a s p r e s e n t a n una v i s t a desdearriba.

Una carta topográfica indica las características de una área mediante símbolos y colores. mostra rá muchos d e los cambios ocurridos desde que se elaboró la carta. C.las sustituyen.A. las fotografías aéreas . Como complemento de una carta. Sin embargo al cons--- triiir una carta no se pueden representar todos los pequeños d e : ? ' \ e s del terreno.terreno que existían en ia época en la que esta fue elaborada. A. En muchas regiones de la tierra en donde no existen cartas. Una fotografía aerea tiene las siguientes ventajas sobre una carta: . Una fotografía aérea reciente. B. COMPARACION CON LAS CARTAS. L a fotografía aérea es una representación fiel de una porción de la superficie de la tierra. que mostrard muchos detalles que no aparecen en una carta. ta o incompleta imagen de una hrea porque muestra las condiciones y los accidentes del. Una carta topoyrá-una incorrec fica que tiene algunos años de haber sido hecha. 53. Como ri!:itituto de una cai-ta.d.

a. f. Es d e O l t i m a h o r a . P e r m i t e n una c o m p a r a c i ó n d í a c o n d í a d e l o s a c c i d e n t e s c o n v a l o r m i l i t a r p a r a h a c e r la e v a l u a c i ó n d e l p o t e n c i a l 2nemigo. La f o t o g r a f í a p u c d e e s t a r e n - l a s m q n o s d e l u s u a r i o en u n a s c u a n t a s h o r a s d e s p u é s d e h ñ b e r s i d o toniada m i e n t r a s q u e la c a r t a p u e d e r e q u e r i r d e v a r i o s m e s e s para su elaboración. M u e s t r a n a c c i d e n t e s d e v a l o r m i l i t a r q u e n o a p a r e c e n e n una c a r t a . d. p r o p o r c i o n a n un r e g i s t r o p e r m a n e n t e e i m p a r c i a l - d e l o s c a m b i o s d i a r i o s d e n t r o d e l área. b . Puede tomarse d e áreas que son inaccesibles por razones físicas o militares. M u e s t r a una g r a n c a n t i d a d d e d e t a l l e s q u e e n una córta no s e pueden representar. Esto se m a n i f i e s ta c o m p a r a n d o el s í m b o l o d e una i g l e s i a en una c a r t a . fo c. - e. . g. c o n la t o g r a f í a d e e s a iglesia. Tiene exactitud en las formas.

d e b i d o a 1 4 f a l L a d r c o l o r y d c contraste.R.- a6rea.. Se d i f i c u l t a $ 1 u s o d e la f o t o g r a f i a si no hay S!! f i c i e n t e l u z . La f o t o g r a f í a a t r c a e s i n f e r i o r a un? carta p o r las- s i g u i e n t e s razones: a. Faita precisión fn l o s l a d o s d e !a f o t o g r a f i a . El r e l i p v e n o s e p i ~ c d e a p r e c i a r s i n e! \!so d e eauipo ~ ~ c e c i a l . d. p o r lo ciial la . R e q u i e r e d e m o y o r e n l r e n a n i c n t o para su i n t c r p r e - tación h. b. ya flue fiie tomada a traves d e una l e n t e c ó n c a v a . F a l t a d e informlic.ión m a r g i n a l g. -- e. ! l una c o n s t r u c c i ó n localizada en una d r c z d e n s a m e n t c hoscos?. f. p u e d s n q u e d a r o c u l t o s por o t r o s dctailes.- . C u b r c una Area m u y r e d u c i d a . N A l g u n o s a c c i d e n t e s q u e a p a r e c e n en iina f o t o g r a f í a Por ejemplo. c. L o e s c a l a y altitiid s a n aproximado.

a. e s c u a n d o se c u e n t a con u n a f o t o q r s f í a r e c i e n t e y una c a r t a d e la m i s m a áres. La s i t u a c i ó n ideal c o n :a q u e s e o b t i e n e el u s o m S s ~ f i c i e n t ed e una f o t o g r a f í a . C. Utilizando las mejores cualidades de cada una. C a d a t i p o d e p e n d e dci á n c u l o d e i n c l i n a . exacta y a c t u ~ l i z a d a . Verticales. Las f s t o g r a f í a s a é r e a s c o m u n m e n t e ~ijridas para finem i l i t a r e s . ( F i g u r a 99) . TIPOS Y USOS A. Una f o t o g r a f í a v e r t i c a l s e tonla con el e j e Ó p t i c o d e la cdmara o p r o x i m a d a m e n t e p c r p c n d i c u l a r a la -- s u j e r f i c i e d e ia t i e r r a y c o n el p l a n o d e la p e l í c u l a tan c e r c a d e la h o r i z o n t a l c o m o s e a posible. 54. pueden d i v i d i r s e en d o s g r a n d e s g r u p o s .imagen en las o r i l l a s d e l a m i s m a e s t a l i g e r a m e n t e d e f o r m a d a . se obtiene información comple-t a .-- c i ó n d e la c 6 m a r a con r e s p e c t o a la s u p e r f i c i e d e la t i e r r a c u ? n d o s e tomb la fotografía. las v e r t i c a les y l a s oblicuas.

cPELICULA D E LA CAMARA FIG. . ii. C u b r e un á r e a r e l a t i v a m e n t e p e q u e ñ a . 99 R E L A C I O N D E LA C A M A R A Y E L T E R R E N O E N U N A F O T O G R A F I A V E R T I C A L . No. 1. El eje del l e n t e e s c a s i p e r p e n d i c u l a r a la s u p e r f i c i e dei t e r r e n o . La f o t o g r a f í a v e r t i c a l t i e n e l a s sigiiientes c a racterísticas: i.

El á r e a d e l t e r r e n o c u b i e r t a e n c a d a f o t o g r a . C o m p l e m e n t a r las cartas. I n f o r m a c i ó n d e c o m b a t e ( F i g u r a 100). La p r e c i s i b n d e l a s d i s t a n c i a s y d i r e c c i o n e s p u e d e a p r o x i m a r s e a la d e una c a r t a si la f o t o g r a f í a e s d e un t e r r e n o plano. El r e l i e v e n o s e a p r e c i a f á c i l m e n t e . R e v i s a r y act!ializar c a r t a s e x i s t e n t e s . v. iv. La f o t o g r a f í a a é r e a vertical e s la m 6 s cornunmente u s a d a para: i. . ii. P r o p o r c i o n a una v i s t a poco c o m ú n del terreno. vi. iv. iii. S u s t i t u i r a l i s c a r t a s .f í a e s d e f o r m o c u a d r a d a o rectangular. E l a b o r 2 r i a r t a s . / - 2. v.iii.

h. No. 1 . Oblícuas.g u i c r i t c s caractcrísticas: . la baja y la alta. siistituir iin r e c o n o c i m i e n t o y compieinentar o s u s t i t u i r una c a r t a y t i e n e ias s i . Existen dos tipos d c f o t o g r a f í a s o b l i c u a s .. 100 FOTOGRAFIA VERTICAL. O b l í c u a bajo.FIG. Una oblicua baja p u e d e u s s r s e - para e s t u d i a r una S r e a a n t e s d e iin a t a q u e . Una f o t o g r a f í a o b l f c u a s e toma c o n la ñ cdmara inclinada con respecto ia vertica!.

1 0 1 R E L A C I O N D E i A CAMARA Y EL T E R P L N O E N U N A F O T O G R A F I A O B L I C U A R A 2 A i . T i e n e u n a i n c l i n n c i ó n ? p r c x i m n d a de 33-on respecto a la vertical. cl fcrmato rcic . No. p e r o m a y o r [:iic ! a vertical iii. (Figura 1 0 1 ) ii. C u b r e u n a á r e a p e q u e ñ a .LENTE DE L A CAMARA F I G . - El A r c a d e t e r r e n o c u b i e r t a e s dc f o r m a t r y dc l a f c t o g r n f l e e s c i r a d r a d u 1: p e z o i d a l auncjue tangiilar.

vi. .102) FIG. N o s e v e el h o r i z o n t e .e p e r c i b e p e r o d i s t o r s i o n a d o . vii. No. P r o p o r c i o n a u n a i m a g e n m á s f a m i l i a r d e l o s o b j e t o s . c o m p a r a b l e c o n la v i s t a q u e se o b t i e n e d e s d e la c i m a d e u n a m o n t a ñ a o d e s d e un e d i f i c i o a l t o . E l r e l i e v e . ( F i g u r . S e d i f i c ~ i i t a la m e d i c i ó n d e d i s t a n c i a s y d i recciones.iv. 1 0 2 FOTOGRAFIA OBLlCUA BAJA v.

. 103 R E L A C I O N D E LA C A M A R A Y E L T E R R E N O EN UNA F O T O G R A F I A O B L I C U A ALTA. FIG. No.2. La fo- t o g r a f í a a e r e a a l t a t i e n e las s i g u i e n t e s c a r a c t e r í s t i c a s : L E N T E DE L A C A M A R A . p r i n c i p a l m e n t e e n ia elaboración de cartas d e navegación aérea sin embargo. O b l i c u a alta. La fotografía oblicua alta tie- n e un u s o m i l i t a r m u y l i m i t a d o . en algunas ocasiones puede s e r la ú n i c a f o t o g r a f í a d i s p o n i b l e . p o r a h o r a .

. Siempre m u e s t r a c l hoiAizoAte. E s miiy d i f i c i l m e d i r d i s t a n c i a s y d i r e c c i o - v i . I n c l i n a c i ó n aproximada d e 6 0 0 con r e s p e c t o a la v e r t i c a l . v. (Figura 103) i i . E l r e l i e v e no s e a p r e c i a f á c i l m e n t e . iv. Ciibre á r e a s m u y g r a n d e s p e r o no t o d a puede s e r anrovectiada. v i i . nes. P r c p o r c i o n a u n a v i s t a poco común d e b i d o a - l a a l t u r s d e s d e l a c u a i s e toma l a f o t o g r a f í a . i i i . El á r e a que c l ~ b r e t i e n e forma t r a p e z o i d a l pero e i formato es cuadrado o r e c t a n g u l a r .i.

104 FOTOGRAFIA OBLICUA ALTA B. Es el m i s m o t i p o d e p e l í c u l a u s o C a p t a la c a n t i d a d d e l u z que - - . P a n c r o m á t i c a . T o d a s l a s f o t o g r a f í a s d e p e n d e n de! t i p o d e peiícula - usado. son : L o s t i p o s m á s c o m u n m e n t e u s a d o s para f i n e s militares a.FIG. No. do en las cámaras comunes.

oja ción del calor. --- d. A. costo. bruma y hiimo. tiempo requerido para su proceso y necesidad de buena luz. Se usa para la mayoría de los propósitos de las fotogra fías abreas. para auxiliar al usuario.reflejan los objetos en tonos de gris (desde el hlanco al ne--gro). Es un tipo e s - pecial dc película que capta la vegetación natural en color rojizo. L a información marginal que normalmente se encuen-- tra en las cartas. b. E s una peliciila sensitiva a la reflec Capta tonos de gris. estosno reflejanla luz - de una manera natural y el color en la fotografía aparece azulo so o morado. INFORMACION MARGINAL. brillantez y claridad. Cuando se usanenmascaramientos. 1nfrar. Es del mismo tipo de película que se Su uso es limitado debido a su usa en las cámaras comunes. Se usa para penetrar -- c. De detección de enmascaramientos. pal. no aparece en lasfotografías aereas. Esta ha sido reemplazada por información -- . El nombre de esta película indica su uso princi- 55. De color.

f. El nfimcro d e l a e x p o s i c i ó n c o n s e c u t i v a d e una c á m a r a e n c a d a m i s i ó n o salida. En d. . los c u a l e s pueden v a r i a r t a n t a en su c o n t e n i d o como c n i a s e . P o s i c i o n d e ¡a c á m a r a . el c s s o d e la F . A g e n c i a q u e t o m ó l d foto.c u c n c i a en q u e s e i n d i c n n : ( F i g u r a 118) a. A l t i t u d s o b r e el nivel del m a r en el mornento. dei l c n t e d e l a cámara. e. g. Unidad q u c t o m ó la f o t o y n o m e r o d e s a l i d a .r e l a c i o n a d a c o n el v u e l o y l a m i s i ó n d c la ciial la f o t o g r a f í a e s una parte. D i s t a n c i a f o c a . M . F e c h a en q u e s e t o m ó la f o t o .de la e x p o s i c i ó n . Vertical u ob!ícua. . Fucrza A 6 r ~ dU otra - a g e n c i a oficia! o particii!ar. - Los s i j u i e n t c s son a l ~ i i n o s c o n c e p t o s q i ~ c s e con . N ú m e r o d e e x p o r i c i ó n . - s i d e r a n en la i n f o r m g c i ó n marginal d e las f o t o g r a f í a i a b r c a s . c .. e s c u a d r k n o unida d q u e c o r r e s p o n d o . b. A . .

B. Fotografía para reconoci--- miento o para la elaboración de cartas o mapas. según corresponda. - secreto. Hora d e la exposición. También estan incluídas en la fotografía. Clasificación para seguridad.h. Si se requiere. las marcas de colimación o f i d u c i ~ l e s las cuales aparecen en la parte me-dia de cada uno de los cuatro lados y so usan para determinar el centro de la fotografía o punto principal. A. DETERMINACION D E LA ESCALA. Coordenadas geograficas del punto principal de la fotografía. - 56. confidencial o restringido. Clase de fotografía. j. El punto principal es el centro geomFtrico de una- fotografía localizado por la intersección de las iíneas traza-das desde las marcas de colimación opuestas. i. 1. Del área en general que aparece en la foto. k. Nombre o título. Tiempo de Greenwich y10 local. Para poder usar una fotografía aérea como complemento .

La d i s t a n c i a del t e r r e n o p u e d e d e t e r m i n a r s e m i d i e n d o la r e a l m e n t e o u s a n d o la e s c a l a d e una c a r t a d e la m i s m a drea. L a e s c a l a d e una fotografla- a é r e a vertical p u e d e d e t e r m i n a r s e por la c o m p a r a c i b n d e una di? t a n c i a m e d i d a e n t r e d o s p u n t o s en la f o t o g r a f í a . Escala = D i s t a n c i a en la f o t o g r a f í a . D i s t . C u a n d u s e t r a b a j a c o n una f o ~ o q r a f í a . la e s c a l a e s e 1 r e s u i t a d o d e d i v i d i r la d i s t a n c i a en la f o t o o r a f í a . B. el m é t o d o d e c o m p a r a c i 6 n o el m é t o d o d e d i s t a n c i a f o c a 1 .L o s p u n t o s s e l e c c i o n a d o s e n la f o t o g r a f í a d ~ b e ns e r i d e n t i f i c a b l e s e n el t e r r e n o o en la c a r t a d e la m i s m a Area y d e b e n e n c o n t r a r s e d e t a l m a n e r a q u e la llnea q u e l o s c o n e c t e p a s e a t r a v é s . Terreno = La e s c a l a d e una f o t o g r a f í a a é r e a vertical p u f d c d e t e r m i n a r s e por d o s m é t o d o s . Foto. e n t r e ! a d i s t a n c i z en el terreno. Dist. c o n la d i s t a n c i a m e d i d a en el t e r r e n o e n t r e l o s d o s m i s m o s puntos. D i s t a n c i a en el t e r r e n o .a l t u r a d e vueio.o s u s t i t u t o d e una c a r t a . e s n e c e s a r i o c o n o c e r s u escala. M é t o d o d e comparacibn.

23 = 1829 m. N o . 1 0 5 S E L E C C I O N D E PUNTOS PARA L A D E T E R M I N A C I O N D E L A E S C A L A . 23 1E29 X 1 0 0 . 7952 . 182300 .o c e r c a dei c e n t r o de 15 fotografía. D i s t a n c i a d e l a f o t o c r a f í a = 23 c m .= . ' ESC. D i s t a n c i a del t e r r e n o . (Figura 101) FIG.=- 1 8000 (Aproximada).

P a r a detcrmiriar l a cscaid con m a y o r cxaciitiitl.dio de 6350 79 5 2 8748 F I G . 1 i 1 = 1 Escala promc. No. d o h c 1~iirilo5 tlife- repetirse e l mismo procedimiento usando OtrOS dos r e n t e s . 1 0 6 S E L E C C I O N D E P U N T O S A D I C I O N A L E S P 4 R A LA D E T E R M I N A C I O N D E UNA ESCALA P R O M E D I O . (Fiaiira 105) Los d e n o m i n a d o r e s d e i a s d o s fracrionc?s r i p r c s e n t a t i v a s s e promedian para o b t e n e r iina escala mds aproximzda. .

c e p u e d e d e t e r m i n a r la e s c a l a d e la fotografía u s a n d o la f o r m u l a : F ( D i s t a n c i a Focal). La a l t u r a d e v u e l o e s la d i s t a n c i a e n t r e el l e n t e d e la c á m a r a y el nivel m e d i o d e l mar. Escala = L a d i s t a n c i a f o c a l e s la m e d i d a q u e e x i s t e d e s d e ell e n t e d e la c a m a r a hasta la película. M é t o d o d e d i s t a n c i a f o c a l .Altura d e vuelo. . Cuan- d o la i n f o r m a c i 6 n marginal i n c l u y e la d i s t a n c i a f o c a l y la a l tura d e vuelo. No. 107 D I A G R A M A B A S I C O D E ESCALA.C. [Figura 107) ALTURA DE VUEU3 ALTURA DE VUELO NIVEL M E W DEL MAR FIG. H ( A l t u r a d e Vi~elo).

= 3300 El e j e m p l o a n t e r i o r e s j u s t o si el t e r r e n o s o b r e el c u a l v o l 6 el a v i ó n e s t á al nivel del mar. . 108 DIAGRAMA EVOLUCIONADO DE ESCALA. la a l t i t u d p r o m e d i o del t e r r e n o s e s u b s t r a e d e la a l t u r a d e vuelo. No.EL MAR F I G . (Figura 1 0 8 ) -- LL-UPA 9E VUCLO NIVEL DEL TERRENO NIVEL . S i n e m b a r g o esta - s i t u a c i ó n no e s c o m ú n y para d e t e r m i n a r una e s c a l a m e s ~ x a c t a . m.Ejemplo: f (distancia focal) H ( a l t u r a d e vuelo) = 15 cm.

la determinación de la dircccibn s e . La escala gráfica que aparece en .Escala = f (distancia foca1) H (altura d e vuelo) - h (altitiid promedio del terreno). D. h = 255 m. Ejemplo: f = 15 cm.000 m. 57.- las cartas. Escala gráfica. El usuario deberá construir la escala gráfica según se explicóanteriormente. DETERMINRCION D E LA DIRECCION A. H = 3. No h a y diferencia en la construcciSn de una esca la grafica ya sea que se use con una carta o con una fotografía aérea. no es común que aparezca en las fotografías asreas. Cuando se usa una fotografla eer?a como un sustituto o complemento d o una carta.

.c c n v i e r t e en vna necesidad principai p o r q u e ??I la fotografía no aparecen líneas d e d i r e c c i ó n : s i e n d o responsabilidad del u s u a . por l a t a r d e a ¡ Nor-este y a las 1200 horas las sombras apuntan d i r e c t a m e n t e a i Norte. la hora del d í a y la loca!izzci6n del área en la s u p e r f i c i e d e la ticrra.r i o e s t a b i e c e r una. C.r i o d e t e r m i n a r locaimente que t a n t o se m u e v e :a sombra en ei . En el H e m i s f e r i o Norte. - Con o b j e t o d e e s t a b l e c e r el Norte en la fotografía. La hora en que s e t o m O la fotcgraf:a y la localiración del área aparecen e n la informa c i ó n marginai. C u a n d o s e d i s p o n e d e una c a r t a d c la m i s m a área que la d e la f o t o g r a f í a . Por e j e m p l o si una f o t o e r a f í a f u e t o -- m a d ~a Las 1 6 0 0 horas.t r a n s c u r s o d e uno hora. Frecuentemente e s n e c e s a r i o d e t e r m i n a r cl norte d e una f o t o g r a f í a c u a n d o no s e d i s p o n e d e tina carta. por la mañana los r a y o s -- del sol proyectan sombras hacia e¡ N o r o e s t e . B. el á n ~ u l oq u e f o r m a !a sombra con el . Bajo estas . bras d e p e n d e : d La d i r e c c i ó n d e las S O ~ . Al S u r del Ecuador las d i r e c c i o n e s son a ¡a invcrsñ.- circiinstancias. la: sombras quc proyectan los o b j e t o s se usan para e s t a b l e c e r el Norte Verdadero. esta puede o r i e n t a r s e con la c a r t a m e d i a n t e la c o m p a r a c i ó n d e los z c c i d e n t e s c o m u n e s en Ambas y d e s p u e s s e t r a z a en ia f o t o g r a f í a una línea paralela a la dirección d e la carta..- d o s c a u s a s . 5 s n e c e s a .

109 D E T L R M I N A C I O N D E L N O R T E EN UNA F O T O G R A F I A U S A N D O LAS SOMBRAS. -- - M i d i e n d o c o n un t r a n s p o r t a d o r 5 0 9 a p a r t i r d e la s o m b r a y en s e n t i d o c o n t r a r i ~al m o v i m i e n t o d e l a s m a n e c i l l a s de! r e l o j . s f e s t a b l e c e la d i r e c c i ó n del N o r t e Vei-dadero.s o m b r a c o n el N o r t e d e b e s e r t a m b i é n d e 5 0 0 p e r o en s e n t i d o d e l a s m a n e c i l l a s del r e l o j ya q u e la s o m b r a s e p r o y e c t a al oested e l n o r t e e n la mafiana.N o r t e s e r a c u a t r o v e c e s el v a l o r del 6 n g u l o por hora. Supo--- n i e n d o q u e s e o b t u v o u n d e s p l a z a m i e n t o d e 12. . Si la f o t o o r a - f í a s e t o m ó c u a t r o h o r a s a n t e s d e l m e d i o d í a el á n c u l o d e 13 . ( F i g u r a 109) k SOMBRA A LAS 1 00 t13RAS 6 FIG. el v a l o r del a n g u l o d e la s o m b r a d e la f o t o g r a f l a e s d e 50O. No.59 p r o m e d i o p o r h o r a .

u s a n d o los a c c i d e n t e s d e l t e i r e ~ od e los a l r e d e d e r e s . e s t a s e usara e x a c t a m e n t e i ~ u a lq u e e n luna carta. - S u r d e la brújula. S i n m o v e r la f o t o g r a f í a . s e puede e s t a b l e c e r una línea d e N o r t e rnagn6tico u s a n d o una b r ú j u l a : a. no c s - t e la misrn. D i b u j e en la f o t o g r a f i a una línea p a r a l e l a a la línea Norte magnético.q u e la f l e c h a q u e c o r r e s p o n d e al Norte q u e d e bajo la línea negra estacionaria.c a l a qiic iina cart? d e ! a m i s m a . Abra l a b r ú j u l a y c o l ó q u e l a s o b r e la f o t o g r a f í a ( b r ú j u l a d e l e n t e CURLEY). Ya q u e una f o t o y r a f í a a k r e a rara vez tiene c x a c t a n e n A r e a .D. g i r e la brfijuia hasta . Una v c z q u e s e ha e s t a b l e c i d o una línea d e drrcccifin -- e n la f o t o g r a f í a . Esta será la iínea del Norte- E. 58. b. O r i e n t e la f o t o g r a f i a p o r ins9eccibn. En una f o t o g r a f í a que s e o r i e n t ó pcr i n s p e c c ~ ó n . d.? c . - c. CUADRICULA PARA DESIGNACION D E PUNTOS A.

. s o l o t i e n e por o b j e t o . (figura 110). No. c o m o s u n o m b r e lo i n d i c a . F I G .f a c t i b l e imprimir en. P a r a la desi$ n a c i ó n d e puntos e n una f o t o g r a f í a s e usa una c u a d r l c u l a conocid a c o m o c u a d r i c u l a para d e s i g n a c i ó n d e p u n t o s . la d e s i g n a c i ó n d e puntos en l a s f o t o g r a f f a s . 110 C U A D R I C U L A P A R A D E S I G N A C I O N D E PUNTOS. e l l a la c u a d r i c u l a militar. no g u a r d a r e l a - c i b n ni con la escala d e la f o t o g r a f i a . ni con c u a l q u i e r d i r e c c i ó n o con la c u a d r í c u l a d e la c i t a d a c a r t a .

e m p e z a n d o del c e n t r o h a c i s T r a c e por c a d a d i v i s i ó n !íneas parale!ac -- a f u e r a . ( P a s o l . (Paso 3 . N u m e r e las l í n e a s c e n t r a l ~ sq u e s z t r a z a r o n i n i . q u e d e en posición normal delectura. La c u a d r í c u l a para d e s i g n a c i ó n d e p u n t o s s e t r a z a -l d i r e c t a m e n t e en la f o t o n r a f í a y e s r e s p o n s a b i l i d a d d e cada u s u o r i o la c o n s t r u c c i ó n d e ella. f i g u r a 1 1 1 ) a. sin i m p o r t a r en d o n d e e s t é localizada. 'ntes q u e la ciiadrícula pueda s e r c o n s t r u i d a o u s a d a . (Pa so 2 . e n t r e sí o para f o r m a r iina cuadrícula. Dibiije d o s líneas a t r a v é s de la f o t o g r a f í a p a r . c o n un n ú m e r o 50 y d e valores n u m ~ r i c o sal r e s t o de- . c. f i g u r a 1 1 1 ) .B. T o d o s los u s u a r i o s d e b e n cons--de - t r u i r la c u a d r í c u l a e x a c t a m e n t e d e la m i s m a m a n e r a . f i g u r a 1 1 1 ) b.t i e n d o d e las m a r c a s f i d u c i a l e s ( d e c o l i m a c i ó n ) o p u e s t a s . Divida c a d a línea. la f o t o o r a f í a d e b e c o l o c a r s e d e tal m a n e r a q u e la i n f o r m a c i ó n m a r g i n a l . c a d a 4 cms. P r o l o n g u e la c~ladricui i ? -- m á s a l l á d e la e s q u i n a inferior i z q ~ ~ i e r dd e m z n e r a que una a l í n e a horizontal y o t r a vertical d e la c u a d r í c u l a q u e d e n f u e r a d e la imagen d e la f o t o g r a f í a . Si n o e x i s t e n m a r c a s f i d u c i a l e s el c e n t r o d e c a d a lado d e la f o t o o r a f í a será silpuestamente la l o c a l i z a c i ó n d e d i c h a s marcas.c i a l m e n t e .

111 CONSTRUCCION D E L A C U A D R I C U L A PARA D E S I G N A C I O N DE PUNTOS. No. . ( P a s o 4. f i g u r a 1 1 1 ) .las lingas verticales y horizontales d e manera que dichos v a l o r e s n u m é r i c o s a u m e n t e n h a c i a la d e r e c h a y h a c i a a r r i b a . 47 48 49 50 Paso 4 5 1 52 53 FIG. Poso l POSO 2 4 cm.

- La e s c a l a d e c o o r d e n a d a s usada - c o n la C u a d r i c u l a Universal Transversa d e M e r c a t o r (figura 1 0 ) d e las c a r t a s a la escala 1 : 2 5 . d e b i d o a q u e la d e s i g n a c i b n d e pun-- t o s d e t o d a s l a s f o t o g r a f f a s es igual numéricamente. 0 0 0 puede u s a r s e para subdivid i r los c u a d r o s d e e s t a c u a d r i c u l a d e la m i s m a m a n e r a q u e e n u n a carta. La c u a d r í c u l a para d e s i g n a c i b n d e puntos s e usa d e l a m i s m a m a n e r a q u e la cuadrlcula d e una carta. FIG. (Figura 1 1 2 ) ( L E A A L A DERECHA Y A R R I B A ) . 112 LECTURA D E COORDENADAS PARA D E S I G N A C I O N D E PUNTOS. . Sin - e m b a r g o .C. d e b e a n t e p o n e r s e a las c o o r d e n a d a s la información marginal d e ia f o t o .g r a f f a correspondiente. No.

c i b n d e las c a r a c t e r l s t i c a s en una f o t o o r a f í a n o e s difícil si s e t o m a n e n c o n s i d e r e c i ó n c i e r t o r f a c t o r e s básicos.plenicnto d e una carta.59.. los c o l o r e s aparecen en rnat i c e s d e gris. T a m a ñ o reducido. Carencia d e color. En forma general. La c a r e n c i a d e una le - y e n d a y s í m b o l o s para identificar las c s r a c t e r l s t i c a s o a c c i . Carencia d e una l ~ y c n d a . P a r a u s a r una f o t o g r a f í a c o m o iin s u s t i t u t o o c o m . d. . Vista poco familiar. A. L a i d e n t i f i c a . b. La m a y o r í a d e las f o t o g r a - f i a s a é r e a s son en blanco y n e g r o . I D E N T I F I C A C I O N D E C A R A C T E R I S T I C A S E N UNA FOTOGRAFIA. f a c t o r e s son: Estos -- a. La imagen q u e presenta la f o t o g r a f i a abres es d e s d e arriba y los o b j e t o s r e s u l t a n a p a r e n t e m e n t e difercntes. e s nec?sario poder identificar las c a . . ~a rediicción del t a m a ñ o d e - los o b j e t o s c a u s a n una a p a r e n t e diferencia.r a c t e r í s t i c a s q u e aparecen en la fotografía. c.d c n t e s del terreno. los c o l o r e s o b s c u r o s d e los o b j e t o s aparecen o b s c u r o s ~n la futografia.

comhi- a . m i e n t r ? ~ niie 103 a c c i d s n ~ e s natiiraies g c n c r ~ ! m c n t c a p ? r c A l . Los o h j ~ t o s h e c h o s por c .o: le: c o m o 105 cmr:os iAg\i. Formo (77trón).. d t i b ~ s c i i i ~ s . v í a s f é r r c z s . h. c c.B. r a n a l e s y e d i f i c i o s . E: tomafio f í x i c o d e un o b j e t o d e s c c n o - c i d 0 e n una f o t o g r a f í a . Conti'osLari tl? ~iicntc. 1.18 una i d e n t i f i c a c i b n p o s i t i v a . Tamaric. t c . da un i n d i c i o p a r a su i d e n t i f i c a c i ó n . M u c h o s a c c i d e n t e s p o s e e n f o r m a s c a r a c t e r í s t i c a s qiie r á p i d a m e n t e los i d e n t i f i c a n . - N i n o u n o d e c s t o s a s p e c t o s a i s l a d a m e n t e da . Sonilii.. lii~dei-o.i.. pcr :o qiie s e r e q u i e r e n a c i ó n d e los c i n c o .s. t o r i o s R ? c ~ ~r I r ? 1 o no--- h o m h r c Son carie¿?r?s.o: s o m b r a s son mi:y íiiii l c s c n la - . lo: ni?. e n iina área u r h ~ n i z a d a - l o s e d i f i c i o s ?ccliiciios qencrí'imentc s o n cii-sas y. d e t e r m i n a d o per !a e s c a l a d e é s t a a p o r c o m p a r a c i ó n c o n o b j e t o s d e t a m a ñ o c o n o c i d o .u n ~ ~ dr los ra--05 s T?S c c r á n c o n f o r m a s !rregulare. 16s forrnzi ri~:~iilari's accid(irit!i' nstiirn- d c c s t o s c o n las f o r m a s 1r'i. P o r e j n m p l o . La i d e n t i f i c a c i ó n d c los a c c i d e n t e s del t e r r e n o ?n una f o t o g r a f t a aérea d e p e n d e d e una c u i d a d o s a a p i i c a c i ó n dr cinco aspectos. liombrc a p a r e c e n c o n l í n e a s r e c t a s o c u r v a s silav e s .cqiiiaics . n r a n d e s s o n e d i f i c i o s comercial?: o veci~dados.

i d e n t i f i c a c i ó n d e los a c c i d e n t e s d e l t e r r e n o . Tan-- bién e s i m p o r t a n t e r e c o r d a r q u e a c c i d e n t e s s i m i l a r e s pueden t e n e r t o n a l i d a d e s d i f e r e n t e s en d i f e r e n t e s f o t o g r a f í a s . P o r e j e m p l o un río - o una m a s a d e a v u a . m i e n t r a s q u e un c a m p o r e c i e n t e m e n t e a r a d o o un pantona t i e n c una t e x t u r a A s p e r a . d e s d e el b l a n c o hasta el n e g ~ o . T o n a l i d a d (textiira). l o s registr? e n todala g a m a del g r i s . y a q u e e l l a s m u e s t r a n una v i s t a f a m i l i a r del perfil d e l o s objetos. l e p e l í c u l a q u e s e usa psra la m? y o r í a d e las f o t o c r a f í a s a é r e a s e s la p a n c r o m á t i c a . En uno vista d e s d e s r r i b a s 6 1 a - m e n t e s e v e c o m o u n c í r c u l o o un p u n t o . d e p e n d i e n d o d e la r e f l e c c i ó n d e la liiz solar. una c a r r e t e r a p a v j m e n t a d ~ t i e n e uní: textiiro t e r s a y producirhuna t o n a l i d ~ d pareja en ! a fotografía. Esta lumin o s i d a d o s o m b r a s o s c u r a s d e los a c c i d e n t e s en una f c t o g r a f í a a s r e a s e c o n o c e c o m o tonalidad.p i c a d a y r e s u l t a r á una t o n a l i d a d áspera o granujicnta. La t o n a l i d a d tarnhibn d e p e n d e -- d e la r u g o s i d a d . d. e x c e p t o para p r o p ó s i t o s especiales. -- Algu- n o s e x c e l e n t e s e j e m p l c s s o n las s o m b r a s d e l o s d k o b s i t o r d e agua o l a s d e las chimeneas. . D e los m u c h o s t i p o s d e p e l i c u l a e m p l e a d o s a c t u a l m e n t e .o b s c u r o e n o t r a s circiinstencias. o t e x t u r a d e . o s r a s g o s c a r a r t e r í s t i c o s . S I t e x t i ~ r a piiede s e r tersa~ .. m i e n t r a s q u e la som-bra m u e s t r a el perfil y a y u d a a i d e n t i f i c a r el objeto. La pe!icula - pancromática e s sen- s i b l e a t o d o s los c o l o r e s de! e s p e c t r o . puede a p a r e c e r c l a r o si esta r e f l e j a n d o la luz del sol d i r e c t a m e n t e hacia la c á m a r a pero a p a r e c e r á .

Esta o r i e n t a c i ó n e s d i f e r e n t e - U e l a o r i e n t a c i ó n reqiierida ciiando ia f o t a g r a f í a s e usa c o m o si:stituto d e una c a r t a . Con mucha . p r i m e r a m e t e s e o r i e n t a para su estiidio. R e l a c i ó n con o b j e t o s c i r c u n d a n t e s . f á b r i c a s o a l m a c c n c s e s t a n g e n e r a l m e n t e jiinto a una v(a Las - férrea. El buen é x i t c en la i d c n t i f i c o c i ó n d e !o.- f r e c u e n c i a iin o b j e t o no e s fácil d e r e c o n o c e r p o r sí m i s m o . a n t e s d e llegcra una concliisión. L a s . e. a no s e r q u e s e c o n s i d e r e n ioc o h j e t o s qiie lo r o d e a n t a l e s c o m o v í a s d e f e r r o c a r r i i o c a m p o s d e c u l .pero p u e d e i d e n t i f i c a r s e por los o b j e t o s c i r c u n d a n t e s . C. d e p e n d e de! c u i d a d o c o n q u e s e hayan- a p l i c a d o c?da u n o d e los a s p e c t o s a n t e r i o r e s . e s c l i e l a s p u e d e n i d e n t i f i c a r s e por los c a m p o s del beisbol o fútbol. D.o riigosa d e p e n d i e n d o d e la superficie d e l agua misma.tivo. S e r á m u y d i f i c i l e s t a b i e c e r la d i f e r e n c i a en¿ie un - d e p C s i t o d e a g u a c e r c a d e una e s t a c i ó n d e f e r r o c a r r i l y ijn s i lo jiinto a un g r a n e r o . La t g t o n a l i d a d y la t e x t u r a s e pueden u s a r v e n t a j o s a m e n t e . . La o r i e n t a c i ó n pnra e s t u d i o c o n s i s t e . o b j e t o s d ? una f o t o g r a f í a aérea. C u a n d o s é usa una f o t o g r a f í a a é r e a vertical para la n i d e n t i f i c a c i ó n d e los o b j e t o s q u e z p a r e c c n en e l l a .

.en g i r a r la f o t o g r a f í a d e manera q u e las s o m b r a s apuntrn hacia el o p e r a d o r .h a b i l i d a d d e v e r tridiriensioneimcnte o ver el largo.el a n c h o y la p r o f u n d i d a d al m i s m o t i e m p o . e s !a .scÓpica o s i m p l e m e n t e lo e s t e r e o s c o p í a . El u s u a r i o q u e d a e n t o n c e s m i r a n d o hacia la f u e n Esta o r i e n t a c i ó n c o l o c a la f u e n t e d e l u z .- u s u a l . ESTEREOSCOPIA. A. p u e d e s e r un f a c t o r d e t e r m i n a n t e eri la c o r r e c t a o incorrecta i d e n t i f i c a c i ó n d e !as c a r a c t e r í s t i c a s dc! t e r r e n o . Es'ca falts de rclic v e ( f o r m a del t e r r e n o ) o i ? p r e s e n c i a d e é s t e en f o r m a poco . un3 mina c dna- c a n t e r a pueden p a r e c e r una c o l i n a en vez d e una depresijn. Ira m a y o r í a d e los i n d i v i d u o s t e n e m o s esta hahilidad d e ver tridimensiona! m e n t e p o r q u e t e n e m o s d o s o j o s s e p a r a d o s a p r o x i m a d a m e n t e 67. 60.vertical es la faita de relieve aparente. Esta habilidad para ver tri-- d i m e n s i o n a l m e n t e r e q u i e r e d e d o s v i s t a s d e iin m i s m o o b j e t o desde dos puntos difercntcs liqeramente separados. fusión o m e c cla d e e s t a s d o s imAqcnes en el c c r e h r o . una La e n el o j o d e r e c h o y o t r a en ri o j o i7qiiierdo.3 mm. c o r r e c t a d e una f o t o g r a f í a p u e d e o c a s i o n a r que un o b j e t o qiiede e n p o s i c i ó n inversa o al rev6s. p e r m i t e a p r e c i a r 13 profiindidad o distancia. t e d e la luz. y s i e m p r e qiie ? e v e iiii o b j e t o s e forma:i d o s imdrjenes. un L a c o l o c a c i S n in- o b j e t o y s u sombra e n una r e l a c i ó n n a t u r a l . Por ejempio. La - visión estereo. Una d e las l i m i t a c i o n e s d e una f o t c g r a f í a a é r e a .

G e n e r a l a e n t e ei a v i ó n p o r f o t o g r a f i a r . 1 1 3 FOTOGRAFIAS TRASLAPADAS. m e sólarnente una. . B. e s r a r o q u e s e t g .. ( F i g u r a 115) FIG. c a d a una d e las c u a l e s viilsia scibrc e l área -- <e s u h r e p o n e a la f o t o -- g r a f í a p r e c e d e n t e y a la f o t o g r a f í a s i g u i e n t e c o n !o q u e s e o b t i e n e un c u b r i m i e n t o c o n t i n u o d e l área. En la t o m a de f o t o g r a f í a s a é r e a s . No.

por lo que se deben hacer vuelos adicionales. Muchas veces un sólo vuelo no proporciona- el cubrimiento necesario de una Area.La cantidad de trasiape entre fotografía y fotograf í a e s del 60 % . lo que significa que el 60 % d e los detalles dei terreno. que aparecen en una fotografía'tambien apareceran en la siguiente. te traslape entre los vuelos se conoce como traslape lateral 114) y usualmente es del 30 %. -Es-- Estos vuelos adicionaies son para lelos al primero y deben tener un traslape entre ellos.(Figura .

F I G .-~ TRA5LAPE LRlFRhi . 114 . No.

El r e q u i s i t o p a r a la e s t e r e o s c o p í a d e m i r a r d o s v i 2 t a s d e iin o b j e t o d e s d e d o s d i f e r e n t e s l u g a r e s l i g e r a m e n t e s e .- mismu o b j e t o en otra fotografía. 1 1 5 R E Q U I S I T O D E ES'TEREOSCOPIA.parados. N o . .C. s e puede satisfacer mediante fotografías traslapadassi u n o j o v e u n o b j e t o e n u n a f o t o g r a f í a y el o t r o v e e 1 . (Figura 1 1 5 ) FIG.

Con práctica e s t o s e ?'lede lograr a simpic v i s t a . - C o n s t a d e c u a t r o espejos m o n t a d o s en upa ar~adii- . - Consto d e d o s lcntcs de aiirncnto m o n t a D e b i d o a sii s e n c i i l s r . El estcreo:copio - - d c e s p e j o s ( f i q u r a 117) es m á s costoso. bajo pi d o s cn una armadura metáiics. Estcreoscopio d e espejos. Estos aditamentos ó p t i c o s son c o n o c i d o s c o m o estereoscopios. pesado y ~ s t á sujeto a m a y o r e s p o s i h i i i d a d ? ~ d e danos q u e el e s t e r e o s c c p i o d e bolsilio. - al principio e s m á s facil usando un a d i t a m e n t o ó?tico. e s s e encucritra en liso m i l i t a r m c n ~ e . g r a n d e . El estereoscopio d e h o i s i l l o (figiira 116) también c o n o c i d o r o m o e s t e r e o s c o p i o de lente. - Exis--- t e n miichos t i p o s d e c s t e r c c s c o p i o s e n iiso pero s o l a m e n t e sc c o n s i d e r a n cn e s t e manua! los d o s m 8 s c o m u n m e n t e iisados: a. -- c o s t o y facilidad d e t r a n s p o r t e . Estcreoscopio d e bolsillo. que m á s frccu:nt?mente b. ra metálica. es el m S s senciilo. m e n o s c o s t o s o y m á s transportable d e ios estereoscopios.

No. 117 E S T E R E O S C O P I O DE E S P E J O S . FIG. No. .FIG. 116 E S T E R E O S C O P I O DE B O L S I L L O .

C o l o q u e el e s t e r e o s c o p i o s o b r e l a s f o t o y r a f í a s - d e m a n e r a q u e el l e n t e i z q u i e r d o q u e d e s o b r e la f o t o g r a f í a 1. c. ( F i g u r a 121) . C o l o q u e una f o t o g r a f í a s o b r e :a o t r a d e manera que l o s d e t a l l e s d e una q ~ f e d e n i r e c t a m e n t e s o b r e los m i s m o s d d e t a l l e s d e la ctra. ( F i g u r a 120) - d.D. S e l e c c i o n e un p a r e s t i r e o s c ó p i c o q u e c u b r a 2 1 . -- Esto s e logra c o l o c a n d o l a s f o t o g r a f í a s e n o r d e n n u m é r i c o d e m a n e r a q u e la i n f o r m a c i ó n m a r o i n a l d e c a d a f o t o g r a f í a a p u n t e en la d i r e c c i ó n d e vuelo. E s t o s p a s o s son: a. La información - m a r c i n a l en una f o t o o r a f í a a é r e a e s t á s i e m p r e en el lado q u e q u e d a en la d i r e c c i ó n en la n u e s e m o v l a el a v i ó n c u a n d o las f o t o g r a f í a s f u e r o n tornadas. ( F i g u r a 118) b. Un p a r e s t e r e o s c ó p i c o c o n s i s t e ( F i c u r a 119) d e d o s f o t o g r a f í a s a é r e a s c o n traslape.- á r e a q u e va a s e r examinada. de i z q u i e r d a y el l e n t e d e r e c h o s o b r e la f o t o g r a f í s d e la d e . A r r e g l e las f o t o g r a f í a s en la s e c u e n c i a en la cual fueron tomadas. d e b e segiiirse p a s o a p a s o c i e r t o procedimiento.- r e c h a . P a r a o b t e n e r una v i s i ó n t r i d i m c n s i o n a l u s a n d o u n e s t e r e o s c o p i o .

118 L A I N F O R M A C I O N M A R G I N A L H A C I A LA D I R E C C I O N D E VUELO.F I G . No. .

1 2 0 FOTOCRPFIAS TRASLAFACAS. No.FIE. No. . 119 PAR ESTEREOSCOPICO. F I G .

S e p a r e l a s f o t o g r a f í a s a l o l a r g c d e ia l í n e a d e v u e i o h a s t a q u e a l g f i n d e t a l l e q u e a p a r e z c a e n el área traslapo. (Figiirp 1 2 2 ) . No. e. qiicde d i r e c t a m e n t e h a j o el l e n t e izqiiiei-do. 1 2 1 COLOCACION DEL ESTEREOSCOPIO. y e l m i s m o d e t a l i e e n la f o t o g r a f í a d e lad e r e c h a quede d i r e c t a m e n t e h a j o e l l e n t e d e r e c h o . d a d e la f o t o g r a f í a d e l a i z q v i e r d a .F I G .

No. Con l a s f o t o g r a f í a s y e l e s t e r c o s c o p i o en e s t a - » o s i c i b r ~ . 1 2 2 ESTEREOSCOPIO Y FOTOGRAFIAS L I S T A S PARP EZTUOIO f . .debe v e r s e una imagen t r i d i r n e n s i o n a l .FIG. Los c e r r o s a p a r e c e r h n r e a l z a d o s y l o s v a l l e s hrindidos de manera que dé i a irnprcsiSn d e i r en u n a v i ó n m i r a n d o e 1 t e r r e n o h a c i a a b a j o .

n ven- taja ya que los objetos de poca altura se anotaran mejor. exagerard el relieve de los objetos los cuales aparecerdn mucho mas altos d e lo que realmente son. tamafio. -- Los mismos cinco factores. forma. ser8 mucho mds facil y mds exacta con esta vista tridimensional. con sus lentes d e aumento. - sombra. Sin embargo esta exageración tiene una gra. deben seguirse usando pero ahora adicionados con el se tendrd una visión mas natural. -relieve - El estereoscopio de bolsi- llo. . tonalidad y relaci6n con los objetos circundantes. La identificacióq de las caracterlsticas en la fo-tografla.E.

CAPITULO X I MOSAICOS Y FOTOMAPAS. - Las d o s clases son:mosaicos rectificados y mosaicos Indice. Un mosaico rectificado tiene una escala y dirección con valores relativamente exactos. Los mosaicos se producen bajo dos clasificaciones las cuales se basan e n la exactitud esperada. Un mosaico e s una combinacidn d e dos o mds fotoor- flas aéreas traslapadas. debidamente unidas de manera que presenten una imagen continua d e toda una 8rea. B. porque se ajusta con puntos . A. 61. pero cada clase tiene pna precisibn dependiendo de la destreza empieada -amplia gama de en el trabajo. MOSAICOS.

C. permite mantener la precisión deseada.s e prepara para la com@ilación d e c a c tas. graflas niieden no permitir emparej?r los detailes de estas a través de sus uniones. El control se traza a la escala promedio de las fotograflas en la superfi-cie d e montaje tal c o m o .centro de las fotografías se monta directamente soLos desplazamientos en las foto-- bre los puntos de controi. de con- trol en el terreno. FOTOMAPAS. pero por medio de procedimientos car-tográficos. Un fotomspa es una reproducción de una fotografla . Esto - Los mosaicos rectificados tienen muchos usos. los errores se reducen -considerablemente. se tratará d e distribuir. El. Mas bien se hace emparejando los deta-COTO las -- lles d e cada fotografía para formar el mosaico. A.el error uniformemente tanto como sea posible mediante t'anteos. líneas resultantes nunca son perfectas en todas sus partes. -- 62. pero el principal e s servir de base para la produccidn de fotoma-Das. El mosaico indice no está basado en puntos.d e control terrestre previamente establecidos.

Un fotomapa hecho a partir d e un mosaico rectificado toma mucho tiempo . pero por convenir a l propósito d e este manual a s í se hizo. s . -- .o mosáico sobre el cual se han agregado llneas de cuadrlcula. Por razones obvias. contenidas en una carta con cuadrlcula. ta. la cuadrlcula usada en el fotomapa es la Cuadrlcula Universai Transversa d e Mercator. Un fotomapa hecho a partir de un mosaico lndice. - d a una buena imagen del terreno y puede elaborarse rapidament e . pero puede tener una escala mds exacta.lual se encuentra un fotomapa. información marginal y nomenclatura. del tamafio de una carta. para la designación de puntos. aunque tendrá errores en escala y direccibn.un fotomapa y le da- a este las mismas propiedades.para su elaboraci6n. Como sustituto de una car- se reproduce en una cantidad considerable y se imprimeEl agregar - en una prensa usando papel normal para cartas. Una sola fotografla - vertical con una cuadrícula para designacidn d e puntos puede considerarse un fotomapa. normalmente el f o t o mapa militar e s la reproducci6n de un mosaico rectificado olndice. No es usual que se impri-- man los fotomapas en ia cara posterior de las cartas.En la cara posterior de la carta que aparece al final d e este ma. una cuadrfcula transforma un mosaico en. Sin embargo.

Como complemento d e una carta. la q u e proporciona el fotomapa y deben -- Normalmente la carta se usa para mediciones - e x a c t a s y el. C. . e s para agregar a la información d e é s t a usarse juntos.B.- recciones s e usan en la misma forma que. e n una carta. fotomapa para identificar d e t a l l e s recientes. d e b e examinarse é s t e para saber si f u e elaborado a partir d e un mosaico fndice o rectificado. la cuadrIcula. la escala y las diSin . b. la identificación d e los accidentes del t e r r e n o e s igual q u e en una fotografla atirea. embargo. para -establecer - su exactitud. especialmentepensando en algún faltante necesario. C u a n d o s e usa un fo-- t o m a p a c o m o complehento d e u n a ' c a r t a . un fotomapa puede ser la única f u e n t e d e información y s e usa c o m o una carta. En un fotomapa. Los fotomapas tienen d o s usos prin'cipales. g i o n e s d e la tierra en donde n o existe En aquellas re--- una cobertura d e car- tas. - Si el fotomapa se usa para la locali- z a c i ó n d e posiciones o la determinación d e distancias y d i r e 5 ciones. Como sustituto d e una carta. como sustituto d e una c a r t a y como complemento d e las cartas. La palabra com-plemento significa ''lo q u e completa una cosa". -- a.

ción no deben exceder de 0. Estas especificaciones son solamente una .05 cms. El detalle'de la unión entre dos fotograflas contiguas no debe tener un error mayor de cinco centécimas de centimetro (0.- .) cuando la elevacibn del terreno no exceda de 1/25 d e la altura de vuelo.19 cms. - Los errores de posi-- La liga entre las hojas- tendrá la misma tolerancia que el de la unidn entre fotograffas contiguas. guía.D.

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G E N E R A L I D A D E S . l o s d e t a l l e s a p a r e c e r a n en el c a l c o e n s u s v e r d a d e .CAPITULO X I I CALCOS. Un c a l c o e s una hoja d e papel o m a t e r i a l p l d s t i c o . .r a s p o s i c i o n e s c o n r e s p e c t o a d i c h a base. - C u a n d o s e c o l o c a s o b r e la c a r t a o f o t o g r a f l a a é r e a en la c u a l s e basa. -- transparente o s e m i t r a n s p a r e n t e c o n el cual s e p r o p o r c i o n a informaci'dn m i l i t a r e s p e c i a l r e p r e s e n t a d a g r d f i c a m e n t e y s e u s a c o n u n a c a r t a o f o t o g r a f l a a é r e a c o m o r e f e r e n c i a d e base. 63.

( V e r Manual de Grupos de Co-- mando). B. Como ó r d e n e s grdficas y abreviadas. USOS COMUNES D E LOS CALCOS.64. Como anexos de órdenes para mostrar algunos deta-iles q u e ayuden a interpretar y entender estas. CONSTRUCCION DE CALCOS.d i b u j a r los detalles q u e proporcionarán la información y a g r e g a r la informacidn complementaria. Un c a l c o d e b e c o n s t r u i r s e y rotularse apropiadamente o d e lo c o n t r a r i o tendrd un uso muy limitado. Su construc-- c i b n consta d e t r e s pasos: Trazar las llneas d e referencia. -- A. C o l o q u e el papel t r a n s p a r e n t e o traslúcido -- . 65. Los usos mas comtlnes de los calcos son: A. T r a z a r las lIneas d e referencia. C. C o m o complemento d e informes hechos en el campo pg ra aclarar asuntos que resultan difíciles d e explicar por escrito. a.

. mas que sea posible. orientar el calco.sobre la parte de la carta que se vaya a utilizar. Trace las intersecciones d e las llneas d e cua-drlcula cerca de las esquinas del calco y rotule cada llnea con la coordenada apropiada. separadas lo Lo normal y mas común sera situar una en el angulo superior derecho y otra en el angulo inferior izquierdo. b. En cada calco deben trazarse -- por lo menos dos llneas cruzadas de referencla. (Figura 123) Estas llneas de referencla servi-sin ellas seria muy difícil - ran para que. fJjelo a 4 la carta temporalmente con cinta adhesiva.éste exactamente con su carta. el que reciba el calco pueda hacer coincidir .

N o .CALCO F I G . . 123 L I N E A S DE R E F E R E N C I A D E L CALCO.

apareceran iini .B.camino nuevo o una destruccibn. Con una pluma o lápiz que haga una marca durade ra sin cortar el papel. se dibujan las posiciones de las a c t l vidades u otra información que se desee mostrar. Ya que el calco se usara como un anexo a una orden o como un complemento de un informe 1 I y quien lo reciba te~dra'una carta identica.calco con tanta precisión como sea posible y márquelos con - los slmbolos topográficos o militares normales. b. Si se observa cualquier caracteristica topográfrca o cultural que no aparezca en la carta. usando slm-bolos topogrdfi. tales como un . (Figura 124) . trace sus posiciones en el . Dibujo d e los detalles. Dependiendo de lascondiciones bajo las cuales se elabore el calco.- camente aquellos detalles necesarios para dichos fines.cos o militares normales. puede ser -- aconsejable trazar primero las posiciones en la carta y des-pues dibujarlas sobre el calco. a.

Para información mas amplia de la Tecnica para la Elaboración d e Calcos-consulte el Manual d e Estado Mayor. 124 SIMBOLOS TOPOGRAFICOS Y MILITARES.Comino tronrilobk n Rempo r c o Oestmcclon efrciuada FIG. No. p a r a comprobarlos detalles. a . - - C. c. y asegúrese que e s t e debidamenteaorientado s o b r e la carta en t o d o momento. L i bro Primero d e la E s c ~ ~ e l Superior de Guerra. Si t i e n e dificultad para ver a traves del papel g u e esti3 usando levi3ntelo d e tiempo en t i e m p o .

0 0 0 W J A . 125 . TOPlLCJO 1 4 0 4 (1031 U FIG.SECRETO CALCO DE OPERACIONES LNCIO WLIMZRO »i CCIITA um> r L A o n o r n oc OPCRLCIONLY TIGRE. No. ESCALA l ~ L ) . ELITADOS UNmO¶ YEXICAWS.

b. Las fotografías normalmente no tienen llneas de cuadrícula que puedan usarse para trazar las 1Ineas d e refe-rencia y solamente los margenes d e la fotografla limitan el area del calco. Los pasos seguidos esencialmente son los mismos.D. c. bordes. se marca en elcalco con el slmbolo apropiado indicando si es verdadero. determinada por el metodo de comparacibn o por el d e distancin foca1 - . - por lo que las esquinas. . que - usualmente aparece en Ia información marginal d e esta. o las mar-- cas fiduciales son las que se usan para trazar dichas llneas.altura de vuelo. es una ayuda conveniente que puede anotarse en el calco. Debe anotarse el número de la fotografla. Una escala grafica tamhien aproximada. d. Los calcos d e una fotograffa aerea s e construyen y usan en forma semejante a los calcos de las cartas. También se anota la escala aproximada de la fotografía. El norte d e la fotografla determinado por la - comparación con una carta o con una brújula. o cual quier otro dato que pueda identificarla plenamente. con las siguientes excepciones: a. de cuadrlcuia o magnetice.

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000 ejemplares. bajo la supervisión de la Dirección General de Comunicación Social.Este "MANUAL DE LECTURA DE CARTAS". siendo su tiraje de 3. . se imprimió en el Taller Autogrdfico.la Defensa Nacional. TerminAndose en el mes de agosto del 2003. Estado Mayor de.