P. 1
Tesis Como Afecta a Los Hijos La Desintegracion Familiar

Tesis Como Afecta a Los Hijos La Desintegracion Familiar

|Views: 810|Likes:
Publicado porgoyoismael

More info:

Published by: goyoismael on Jul 19, 2012
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

01/08/2014

pdf

text

original

Unidad Docente Multidisciplinaria de Ciencias de la Salud y Trabajo Social

F A C U L T A D D E T R A B A J O SOCIAL

COMO AFECTA A LOS HIJOS L A DESINTEGRACION FAMILIAR

T
QUE P R

E
PARA E S

S
OBTENER EN E N

I
TRABAJO T A

S
SOCIAL N :

EL TITULO DE:

LICENCIADO

MARIA DEL CARMEN MONTALVO GARCIA AURORA MAGAÑA LOPEZ
MINAT1TLAN, VER. 1997

Unidad Docente Multidisciplinaria de Ciencias de la Salud y Trabajo Social
F A C U L T A D D E T R A B A J O SOCIAL

COMO AFECTA A LOS HIJOS L A DESINTEGRACION FAMILIAR

T
QUE P R

E
PARA E S

S
OBTENER EN E N

I
TRABAJO T A

S
DE: : SOCIAL N

EL TITULO

LICENCIADO

MARIA DEL CARMEN MONTALVO GARCIA AURORA MAGAÑA LOPEZ
MINATITLAN, VER. 1997

C O M O D E S ' í í

4 F E C T A

A

L 0 3 f

H I J O S

L A

f T E G í l A C I O l

F A M I L I A R

T T '
1

'"IT

r

-XjO-JlCJ

M A R I A DEL C A R M E N M O Mi A L V O A U R O R A M A G A Ñ A LOPEZ

0/

Minatitlán. a-.DE. L U Z " .U N I V E R S I D A D V E R A C R U Z A N A FACULTAD DE TRABAJO SOCIAL CAMPL'S M I N A T I T L A N . mi autorización para que I M P R E S I O N : "COMO AFECTA de s u t r a b a j o de T E S I S A LOS HIJOS LA PROFESIONAL tema DESINTEGRACION FAMILIAR". . Después de haber obtenido votos aprobatorios por parte de sus Sinodales. 18 de n o v i e m b r e do 1 9 9 7 . YOL rlm/ . A T E N T A M E N T E " L I S DE V E R A C R U Z : A R T E . su seguro servidor. MARIA DEL CARMEN MONTALVO J A R C I A AURORA MAGAÑA LOPEZ PASANTES DE L I C E N C I A D O EN TRABAJO S O C I A L P R E S E N T E . través procedan cuyo d e l presente a l a es doy a Ustedes. C. V E R . DIRECTORA DE LA FAC. rACUITAD 0£ TRA8M0 SOCIAL UÍIKKtOAO VWACWZANA MDUTITIJUI. Sin otro particular.S. V e r . C I E N C I A .T. A. q u e d o de U s t e d .

C.U N I V E R S I D A D V E R A C R U Z A N A FACULTAD DE TRABAJO CAMPUS SOCIAL MINATITLAN. .LUZ Minatitlán. a 18 de n o v i e m b r e do DIRECTORA DE LA FAC.S.CIENCIA. VIH. Sin otro particular.U ) . UtfR I A V A R Z N lrt SO O t C U A A R M M A t m . VER. MARIA DEL CARMEN MONTALVO J A R C I A • PASANTES DE L I C E N C I A D O EN TRABAJO SOCIAL P R E S E N T E : A través d e l p r e s e n t e d o y a U s t e d e s . . cuyo t e m a e s : "COMO AFECTA A LOS H I J O S LA DESINTEGRACION Después de h a b e r o b n t e n i d o v o t o s a p r o b a t o r i o s p o r p a r t e de s u s a i n o d a les. V r . A T E N T A M E N T E " L I S DE VERACRUZ:ARTE. su seguro servidor. mi autorización a la I M P R E S I O N de s u t r a b a j o de TESIS p a r a que p r o c e d a n PROFESIONAL FAMILIAR".W D T AM S CM E RB O O I . q u e d o de u s t e d . DE T. FKIH. AURORA MAGAÑA LOPEZ . rlm/.

A mis amistades y compañeros de estudio: Por los bellos momentos que hemos pasado juntos y el apoyo que me brindaron cuando más lo necesitaba. A mis sobrinos: Por esas caritas de felicidad que me brindan al verme y con el deseo: que logren sus metas. A mis hermanos y cuñndos(as): Por aceptarme en sus vidas y apoyarme cuando lo he necesitado. Admirando su calidad humana. i : / . ' A mis primos: Petra y Amado. w A todas las personas que de alguna forma colaboraron para la realización de este trabajo. a d e m á s de su bondad y dulzura. cariño y consejos. por haber compartido su niñez y cariño conmigo. A quien compartió conmigo este trabajo con mucha dedicación y seriedad. (inicias Amiga: Aurora Magaña López. intervinieron y MARYCARMEN . comprensión.A mis padres: Por haberme dado la vida. la rectitud en todo lo que emprende y la responsabilidad que la caracteriza.

A mis padres: Por todo el amor. TORRES PASTORINO AGMiAnBCLtáimNTOSS A Dios infinitamente: Por darme la fuerza suficiente para concluir con este trabajo de tesis y poder así alcanzar una de mis metas tan deseadas en mi vida profesional. Sr. V NUESTRA FELICIDAD PENSAMIENTOS Y DE DIOS NOS G U Í A S I E M P R E Y O R I E N T A N U E S T R A VIDA. Aurora Alicia López Trujillo. optimismo y tristezas que siempre hemos compartido: Alicia del Carmen. C. Rodolfo M a g a ñ a Tosca. mis tíos Irene. mis abueiitos Carmen y José. Rodolfo. Ricardo Pablo. a mi prima Ali Cruz. A mis hermanos y familia: Por el amor.CONSTRUIMOS EL VERDADERO MUNDO EN QUE VIVIMOS. P A R A E S C U C H A R SU VOZ. NUESTRA VIDA DEPENDEN DE NUESTROS NUESTRAS PALABRAS. Y R E M O N T A R N O S A L A S M E J O R E S A L T U R A S D E L E S P Í R I T U Q U E NOS A N I M A . P E R O N E C E S I T A M O S SENSIBILIDAD. Y APRENDER A I N T E R P R E T A R L A EN LAS MIL Y UNA C I R C U N S T A N C I A S D E L A VIDA. cariño. . el apoyo y consejos que siempre me han brindado durante toda mi vida: Sra. POR ESO. Patricia y Miguel. C O N NUESTROS PENSAMIENTOS Y PALABRAS.

A mi compañera y amiga: Por haber compartido juntas esta experiencia que nos enriqueció tanto en nuestra vida personal como en lo profesional. Teresa de Jesús. y a todos mis amigos que aún sin nombrarlos siempre están presentes en mi mente. en especial a Edgar Jesús. . ( ¡ r a d a s por ser buena amiga: María del Carmen Montalvo García. Fidel Nath Alfaro. AURORA MAGAÑA LOPEZ. al Ing. y que nos permitirá alcanzar otros sueños y objetivos que nos fijemos en nuestra vida.A mis amigos: Por su amistad. Karina. Mary del Refugio. Por apoyarme con su amistad: Leo. entusiasmo y colaboración para terminar esta Tesis. Lupe.

Carmen Díaz Pcrdomo. MARIA DEL CARMEN Y AURORA. GRACIAS. Lic. Irma Aida Rojas Rossier. Eternamente Agradecidas. . Lic. dedicación y orientación brindada para concluir este trabajo de tesis. A nuestro Asesor de Tesis: Nuestro agradecimiento por su paciencia. Lic. ¡Mil Gracias! Lic. A todos nuestros maestros : Por los conocimientos transmitidos. Lucinda Miranda Chinas. Lic. A nuestros Sinodales: Por el apoyo recibido y su colaboración para la revisión y aprobación de esta tesis. Timoteo Rivera Vicencio. Lic.A la Directora de la Facultad: Por todo el apoyo brindado para finalizar la presente Tesis. Lucinda Miranda Chinas. Timoteo Rivera Yicencio.

3.3.1.3. L A F A M E L L A Y S U D E S I N T E G R A C I O N 1. L A S I T U A C I O N D E L O S HIJOS DE P A D R E S D I V O R C I A D O S 2. C O M O V I V E E L N I Ñ O L A M U E R T E D E SUS P A D R E S 2. L A D E S I N T E G R A C I O N F A M I L I A R 1.3. E L J U E G O ES C O M U N I C A C I O N 4.4. E L S E N T I D O D E L D I V O R C I O 2.2.2.2. C O M O E X P L I C A R A L N I Ñ O Q U E SUS P A D R E S Y A N O E S T A R A N M A S CON EL 2.3.4. Q U E S E E N T I E N D E POR C O M U N I C A C I O N 4.1. D I N A M I C A F A M I L I A R 1. C O N D I C I O N E S Q U E D E B E REUNIR UNA B U E N A C O M U N I C A C I O N .1." C O M O A F E C T A A LOS HIJOS LA DESINTEGRACION FAMILIAR.3. C O M U N I C A C I O N D E PADRES A HIJOS 4. L A L E Y D E L D I V O R C I O 2.1.3 C A U S A S D E L A D E S I N T E G R A C I O N F A M I L I A R CAPITULO II.1. V I U D E Z 2.1.1. O R I G E N 1.1. L A S F U N C I O N E S D E L O R I E N T A D O R F A M I L I A R 4. A L G U N A S ALTERNATIVAS E V I T A R L A S E P A R A C I O N DEFINITIVA 4.2.2. D I V O R C I O 2.1.1. 4.3.2.1. C U A N D O S E D E B E A C U D I R A UN O R I E N T A D O R F A M I L I A R CONCLUSIONES SUGERENOAS BIBLIOGRAFIA E L NIÑO A AMBOS PADRES.1. ALGUNAS FORMAS DE DESINTEGRACION - 1 3 3 3 5 S 10 10 11 13 16 16 18 21 22 24 25 27 28 28 2') Jl H Mi A LA PAREJA PARA •»•> W 41 44 48 52 55 57 57 60 63 65 67 68 FAMILIAR ^2. P R O B L E M A S E C O N O M I C O S CAPITULO IV. ES P R E F E R I B L E L A C A P I T U L O III. C O M O A F E C T A L A S E P A R A C I O N D E L O S P A D R E S A .3 M U E R T E S U B I T A D E A M B O S P A D R E S 2. C O M O S E R I A UN P A D R E C O M U N I C A T I V O I D E A L 4.2.3.1. C O N C I E N T I Z A R A L O S P A D R E S P A R A Q U E A C U D A N A R E C I B I R AYUDA PROFESIONAL (TRABAJADOR SOCIAL) 4.2.1. T E R A P I A S F A M I L I A R E S 4. D E F I N I C I O N 1.2. C O M O S E C O M U N I C A L A F A M I L I A 4. L A F A M I L I A 1. D I N A M I C A D E UNA F A M I L I A " E N F E R M A . O R I E N T A C I O N F A M I L I A R . A L P E R D E R ADOPCION LOS HIJOS 3.1.2.5. ." PAG.2.1.2.2. INDICE INTRODUCCION C A P I T U L O I. . C O N V E N I O R E G U L A D O R ( 2.2. ' 1.1.1.1. P R O B L E M A S S O C I A L E S 3.2.1.1.1. TIPOS D E F A M I L I A Q U E S E M A N E J A N E N L A A C T U A L I D A D 1.

Este rol de vida Padre y Madre. En las últimas décadas nuestro país ha evolucionado. prostitución (femenina y masculina). siendo necesario que la mujer se empleara en diversas actividades para ayudar al gasto familiar. lo que viene a repercutir en desintegración familiar. asimismo el nivel cultural se fue elevando y el ingreso del padre de familia se hacía insuficiente. confundan la libertad con el libertinaje y se olvidan de sus obligaciones que tienen como padres de faniillla y caen en vicios. que explicamos en esta tesis las causas. existiendo un gran número de mujeres profesionistas que ocupan altos cargos. dejando en segundo término la vida familiar. lo (pie afecta principalmente a los hijos. neurosis. pero día a día los artículos de primera necesidad fueron aumentando de precio. las consecuencias y posibles alternativas de solución para evitar la desintegración familiar. y otras para contribuir al gasto familiar.INTRODUCCION. teniendo que alternar estas actividades con las labores del hogar y el cuidado de los hijos. anteriormente era más fácil lograr reuniones familiares. fue así como la mujer tomó conciencia. político y social más elevado. porque el padre era el que sostenía los gastos familiares. lo que a su vez provoca que sus habitantes vivan en forma acelerada. dando paso a la mujer trabajadora c interviniendo en todos los niveles. . Es por esto. logrando un desarrollo económico. adulterios. aunado a que algunas personas toman como pretexto el tener que salir a la calle a buscar el sustento para la familia.

todo lo que se produce se reparte por igual. La gran variedad de instituciones familiares encontradas entre los actuales pueblos "primitivos". Los orígenes de la familia como las etapas que ha atravesado en el curso de su desarrollo siguen siendo oscuros. por ello no existe ningún testimonio directo sobre los tipos de organización familiar que existieron antes de los documentos escritos. los hijos de unos y otros se consideraban comunes. pero da pocas claves para fijar con exactitud el proceso de su desarrollo. solo como miembro del grupo: lo que hace o deja de hacer es responsabilidad común. L A F A M I L I A . ORIGEN. en la historia de la humanidad hubo sociedades perfectamente organizadas donde la poliandria (unión de una mujer con varios hombres) era una tradición perfectamente aceptada. El análisis de las comunidades primitivas revela la existencia de sociedades.C A P I T U L O I. ya no comprendió más que la pareja aislada que predomina hoy. En la sociedad primitiva. dependiendo de ellos. Si por familia (como núcleo de la sociedad) se entiende la unión monogámica de dos personas de sexo distinto. el mismo trabajo es para todos. En la evolución . Sin embargo. se estrechó poco a poco hasta que por último. sin poder dominarlos todavía.1. el individuo no existe. que era muy amplio en su origen. demuestran que las posibilidades son muchas. ese tipo de organización social fue modificado de tal manera que el círculo comprendido para la unión marital.1. 1. 1. de ahí resulta la organización familiar. la familia es el eje de la vida social.1. donde los hombres practicaban la poligamia y las mujeres la poliandria. por consiguiente. y. Las instituciones sociales son uno de los artefactos humanos más perecederos. el hombre tiende a agruparse con otros. El hombre salvaje vivía en condiciones de inferioridad frente a la naturaleza y a los animales. L A FAMILIA Y SU DESINTEGRACION.

Si el primer paso en la organización de la familia consiste en excluir a los padres y a los hijos del comercio sexual recíproco. la . el segundo es la exclusión de los hermanos.. y a partir de éste surgieron las siguientes formas de organización familiar: a) FAMILIA CONSANGUINEA. nacidas de la separación de los hijos e hijas en familias diferentes. esto es lo que se llama la familia punalúa. La comunidad familiar consanguínea compuesta por cierto número de miembros comienza a subdividirse en otras nuevas comunidades. siendo en un principio el matrimonio de tipo poligámico. al principio en casos aislados. basado en la unión de un hombre con varias mujeres.. es decir los padres e hijos.. a tal grado que queda prohibido el matrimonio entre todos los parientes. ya que sentó las bases para la organización de la monogamia y el patriarcado. la consanguinidad jugó un papel decisivo. éste se realiza poco a poco por parte de la madre. esta niñón conyugal por parejas basadas en la costumbre debe irse consolidando. de modo que cada mujer pertenecía a todos los hombres y cada hombre a todas las mujeres. a ellas se les exigía estricta fidelidad. Estudios realizados sobre el origen de la familia. surgiendo así la familia sindiásmica. b) FAMILIA Pl'NALl'A. luego gradualmente como regla general.Cuando el hombre se hizo sedentario. La familia sindiásmica es importante. c) FAMILIA SINDIASMICA. Los únicos excluidos de los derechos y deberes del matrimonio son los descendientes y ascendientes directos. aquí. aunque lauto la poligamia como la infidelidad ocasional seguían siendo derecho para los hombres. actividades que favorecieron la aparición de la propiedad privada.de la familia.Se van haciendo más numerosas las clases de hermanos entre quienes es imposible el matrimonio. ésta forma se caracterizó porque el hombre imponía su autoridad como jefe y era el encargado de distribuir el trabajo del hogar. han determinado que se dio un estado primitivo en el cual imperaba dentro de la tribu el comercio sexual promiscuo. d) POLIGAMIA Y POLIANDRIA.En este tipo de familia los grupos conyugales se clasifican por generaciones. esto imposibilita el matrimonio entre grupos. al descubrir la agricultura y al ganadería. un hombre vivía con una sola mujer. en la historia de la humanidad. todos los abuelos y abuelas son maridos y esposas entre sí. lo mismo sucede con sus hijos..

El parentesco es una forma de organización derivada de la familia. y se exige de esa manera porque los hijos. a virtud de que la madre era el único elemento estable de la familia. han de entrar algún día en posesión de los bienes de su padre. El parentesco es la . La familia constituye una realidad humana tan compleja que no se agota al ser contemplada desde el único punto de vista. La familia además de la procreación y crianza de los nuevos miembros de la especie. En conclusión. ha desempeñado siempre dos funciones fundamentales para el desarrollo de la historia y el progreso humano: posibilitar la maduración en su seno de la personalidad del individuo y transmitir de padres a hijos las normas y los símbolos del acervo cultural. en calidad de herederos directos. Desde el punto de vista individual. Se funda en el predominio del hombre.. sino que se nos manifiesta a través de sus múltiples y numerosos aspectos según la vamos vislumbrando desde las distintas perspectivas posibles.poliandria consiste en la unión de una mujer con varios hombres. surge durante la etapa en que se practica la recolección de frutos. el parentesco se da como una relación a través del padre. pero su triunfo definitivo aparece dentro del período de la civilización. su fin expreso es el de procrear hijos cuya paternidad sea indiscutible. Consiste en una estructura de relaciones basada en lazos de sangre (consanguinidad) y de matrimonio (afinidad) que liga a los individuos dentro de un todo organizado. e) L A FAMILIA MONOGAMICA. DEFINICION. En la monogamia aparecen los hogares individuales para cada pareja y existe además una solidez más grande de los lazos conyugales. normalmente una esposa jefe o un marido jefe que domina a los cónyuges del mismo sexo y organiza sus actividades.Nace de la familia siudiásmica. patrimonio de cada sociedad. de la madre o del cónyuge en el caso de matrimonio. En la familia moderna el parentesco se transmite a los hijos a través de ambos progenitores. 1. la caza y la pesca. tanto la familia poligámica como en la poliándrica existe.1.2.

a los hijos políticos y a los nietos. simo también en la vida económica al constituir una unidad de consumo y en ocasiones también de producción. esposa (madre) e hijos. mantenimiento y continuidad de cualquier sociedad. Las funciones que la familia realiza se pueden clasificar de la siguiente manera: . está formada en su inicio por el matrimonio. Es de larga duración y se renueva constantemente. es básicamente un grupo transitorio. La familia nuclear es por lo tanto. persiste y se continúa aunque ocurra la muerte de sus miembros más viejos o la separación de aquellos que la abandonan para casarse. la socialización y la transmisión de cultura a las nuevas generaciones. la reproductiva. esto hace que la existencia de la familia sea un fenómeno casi universal.base de la organización familiar. disminuye cuando éstos se casan y forman sus propias familias y desaparece cuando muere la pareja de esposos. la económica y la educacional. llamada también consanguinidad es aquella que se compone de más de una unidad nuclear y se extiende más allá de dos generaciones. aumenta a medida que nacen los hijos. a sus hijos casados o solteros. la unidad básica de procreación b) La familia extensa. de tal manera (pie podemos afirmar que sin familia no puede haber sociedad. Estos últimos pueden ser la descendencia biológica de la pareja o miembros adoptados por la familia. La familia no sólo juega un papel importante en la procreación. El grupo familiar tiene a su cargo satisfacer una serie de necesidades básicas para la comunidad como la sexual. L'n ejemplo es la familia integrada por tres generaciones que comprende a los padres. La familia es la unidad básica de la sociedad. la familia lleva a cabo funciones indispensables pura la existencia. En efecto. en la que la familia se compone de esposo (padre). existen dos formas fundamentales de familia: a) La familia nuclear o elemental.

por haber cedido a otras instituciones parte de su función educadora. hijos. f) Recreativa: Satisfacer la necesidad humana de descanso y recreo. que la familia se configura como un grupo social de "intimidad". b) Económica: Producción y consumo de bienes y servicios. Podemos decir. de este modo.a) Biológica: Procreación de los hijos y regulación del instinto sexual. normas y constumbres comunes. por tanto. Según esta definición. estructurado según cierto orden jerárquico que sitúa a sus respectivos componentes en distintos planes o niveles: padres. por tener un ciclo familiar más corto. que tiene sus reglas. abuelos.. al menos dos de los cuales mantienen relaciones sexuales aprobadas. el socio-grupo familiar. Si nos situamos en una perspectiva sociológica. . de economía propia. fundamento en una estructura de relaciones entre los cónyuges y entre los padres y los hijos. c) Educativa: Formación de la personalidad y transmisión de la cultura. diremos que la familia es un grupo social compuesto por padres e hijos. el grupo se completa con uno o más hijos propios o adoptados por los adultos. medio de trabajo y lugar de residencia. por separar sexualidad y procreación por medio de planificación familiar y por gozar de mayor libertad en la elección del cónyuge. También podemos definir a la familia como: un grupo social que comparte una residencia común. percibimos a sus miembros como elementos de un cuadro conjunto. incluye adultos de ambos sexos. etc. una cooperación económica y una reproducción biológica. e) Afectiva: Proporcionar afecto y ayuda moral a sus miembros. La familia moderna se distingue por ser una unidad de consumo. d) Religiosa: Inculcar la práctica de valores y normas religiosas.

a) Familia rural: • Indígena. 0 No hay responsabilidad paterna. • Relaciones familiares de tipo patriarcal. aquí se determinan tres clases de familia: I. maltrato a la mujer. 0 El padre de la mujer reconoce a sus nietos. • Urbanización por la industrialización en áreas sin infraestructura. marcada división del trabajo. . 0 Relaciones poco afectivas. 0 Con costumbres campesinas.1. 0 Pocos recursos. b) Familia urbana. Familia marginada. 0 Familia poco responsable. 0 Cada quien trabaja en lo que puede y como puede. TIPOS DE FAMILIA QUE SE MANEJAN EN LA A C T U A L I D A D .3.1. 0 Se caracteriza porque sus satisfactores son básicamente de tipo material. con tradiciones autóctonas. 0 Unión libre. hijos. poligamia. • Educación de generación a generación. Familia urbana 0 Surgen de la clase dirigente (burgueses: gente que posee los recursos para producir). II. 0 Educación y protección por la mujer. 0 Migraciones del campo. persiste de alguna manera la línea materna. 0 Relaciones promiscuas. • Familias numerosas para trabajar el campo.

0 Se dan también las relaciones de poder. ámbito psicológico y sexual). son relaciones de poder (se busca el dominio de uno sobre otro. * El menor es el consentido. L'na vez que nacen los hijos se dan diferentes tipos de relnciones familiares: a) Según el sexo. con más oblligaciones y derecho. b) Según la edad.Familia de clase media: 0 Burócratas con educación en la universidad. * Se fomenta la sumisión de la mujer y el machismo en el hombre. * Establecimiento más o menos espontáneo en la jerarquización por edades: el primogénito es el que debe poner el ejemplo. pero con conocimientos. * Los hombres no hacen nada en casa. 0 División del trabajo. 0 Sin recursos. * Relaciones iguales de discriminación sexual.O Las relaciones familiares. * Familia tradicional. se dan diferentes modelos de autoridad en la familia: . 0 Ideología pequeña-burguesa. 0 Se desean que los hijos estudien y lleguen a alcanzar más posición social. * Los hijos hombres son actitudes poco cooperativas. * Relaciones sexistas: se manda a los hombres a la escuela y a las mujeres no. cuidar de los hemanos. que las mujeres les sirvan. III. Asimismo.

c) Igualitarismo. los menores tienen voz (pueden opinar. saboteadores.. Todos los elementos humanos tan diversos. b) Paternalismo. cada quien tiene ciertas responsabilidades (derechos). hay temor en vez de respeto hacia el padre. rebeldes. DINAMICA FAMILIAR (DE UNA FAMILIA NORMAL). confieren al sistema familiar un modo de vida peculiar. se crea indiferencia familiar: desunión.Según la edad.. sin que por ello falten los conflictos y tensiones internas. genera la cooperación. 1. L A D E S I N T E G R A C I O N F A M I L I A R . d) Individualismo. la autoridad se detecta por la razón.2. alimentado por el conjunto de comunicaciones y relaciones que interactúan entre ellos. Si no hay disciplina se generan niños inmaduros.2. pero no decidir).Excesiva protección de los hijos. delincuentes. Constituyen entre todos un sistema dinámico tendente hacia el crecimiento y el desarrollo. no hay un cuidado real sobre los hijos. relaciones afectivas más frías.a) Autoritarismo.Se enfatiza el papel pasivo de los hijos. ...1. el niño hace lo que quiere. no se promueve el desarrollo personal. La vida que transcurre dentro de cualquier hogar pasa por una serie de altibajos que no siempre se viven con tranquilidad y pueden llegar a restar vitalidad al grupo familiar. democracia que requiere un espíritu de unidad de la familia y de una autoridad racional. genera la dependencia. genera la no responsabilidad.No hay un principio de sentido de autoridad. 1. la autoridad se impone por la razón. la obediencia y el castigo (físico) son los patrones de la relación. ningún acto de rebeldía. los menores son respetados y con participación activa. perjudica la relación.

A grandes rasgos. Estos grupos pretendían regresar a la organización primitiva de promiscuidad sexual.2. en ocasiones. DINAMICA FAMILIAR DE UNA FAMILIA "ENFERMA". con la función de cada elemento bien delimitada y el desarrollo de cada individuo dentro de un núcleo familiar es prácticamente indispensable. ya sea el hijo. Por ello. el ego. En una familia enferma suelen estar . Prueba de ello es el fracaso de las comunidades hippies de los años 60. En tales casos no es ese individuo concreto. hasta el punto de llegar a precisar la ayuda de un psicólogo o psiquiatra. ya sea la falta de padre o madre. En ese enorme lapso se irán conformando las distintas instancias de su aparato psíquico: el super ego. con las costumbres y tradiciones que le dicten sus padres. el inicio de la juventud. / Desde el punto de vista psicológico. constituido por las experiencias personales de cada individuo y el id. una familia "enferma" es la que se mantiene a costa del sufrimiento o trastorno de uno de sus miembros. el sometimiento al ¡efe de la familia sigue siendo una constante en la mayoría de los casos. como absurdo es cualquier intento de borrar cinco mil años de historia de un día para otro. que son los instintos propios de la especie. por consiguiente. el ser humano requiere de protección durante una larga etapa de su vida: la infancia y adolescencia enteras y. el individuo sufrirá un trauma psíquico. pero mientras tanto la afección existirá y con serios problemas. este caso dejó muy claro que los individuos no pueden desprenderse de sus tradiciones por mera acción de su voluntad consciente. 1. absurda tentativa. mientras más estable sea la vida familiar de una persona durante su etapa fonnativa. el padre o la madre. Si por cualquier circunstancia la situación familiar sufre alguna alteración.Bien es cierto que la organización patriarcal se ha suavizado desde mediados del presente siglo. Sin embargo.2. tal vez en su vida adulta pueda sobreponerse. la diferenciación moral entre lo correcto y lo indebido. para el individuo la familia patriarcal puede considerarse necesaria dadas sus características evolutivas. sino el sistema de vínculos y relaciones que a modo de telaraña impide un sano desarrollo personal dentro del grupo familiar. menos problemas mentales tendrá en su vida adulta. y. o bien que la influencia de éstos sea negativa. abolir la familia monogámica y paternalista.

En ocasiones se manifiesta lo contrario. El consumo desmedido del alcohol puede ocasionar problemas. Numerosos hogares se han deshecho debido a las constantes frustraciones producidas por el alcohol. reacciones incontroladas de éstos (rebeldías. . pobreza y desgracia. que unas veces desencadenan comportamientos extremadamente sumisos por parte de los hijos. los límites que la separan del mundo externo. etc.) no son más que un resultado de las tensiones que soporta el niño dentro de su familia y que se traducen en síntomas específicos como única vía de escape posible. es el causante de la muerte de miles de personas por accidentes y enfermedades. Produce además. inseguridad. y otras. y acrecentar la indiferencia c irresponsabilidad personal. las funciones propias del padre y de la madre.Muchas disfunciones de la conducta infantil (fracaso escolar. deserción escolar). lo que les conduce a situaciones de fracaso e inseguridad. Cuando un individuo crece inmerso en un ambiente enrarecido de vínculos confusos y alterados es muy posible que acabe sufriendo trastornos serios en su propia personalidad. frustraciones. al no aportar el padre de . Un problema que ocasiona la desintegración familiar es también el desempleo. carencia de figuras o modelos de autoridad que sirvan de referencia a los hijos. como en el caso de una familia en la que el esposo o la mujer gastan tanto en bebida que no pueden mantener a sus hijos.poco claros los papeles que desempeñan cada uno de los esposos. Algunos problemas que se dan en una familia "enferma" y que pueden llegar a desintegrar a la familia. delincuencia. timidez. peleas conyugales y problemas domésticos. causa a su vez de nuevos trastornos familiares. son: El alcohol es una droga muy poderosa. Puede iniciarse el proceso a partir de unos modelos de disciplina y autoridad excesivamente rígidos. El uso de bebidas alcohólicas es uno de los causantes más comunes de la falta de armonía. abandono del hogar. que algunas veces puede derivarse del alcoholismo. las relaciones entre los hermanos.

La delincuencia puede derivarse en ocasiones. en parte porque los problemas no resueltos siguen presente y pueden estar peor de lo que estaban inicialmente.3. empiezan los síntomas progresivos de desintegración emocional. En el punto anterior se ha planteado la diferencia de la familia normal y la "enferma". algunas veces. a la pobreza. se va perdiendo la figura paterna ante los hijos.familia el gasto de la casa. temerosas o culpables. también sobre los diversos problemas que pueden ocasionar . se va minorizando la autoridad y perdiendo el respeto ante ellos. ^ C u a n d o se fracasa en la familia. Quien hace uso de las drogas. La delincuencia juvenil: puede atribuirse su existencia. / 1. apatía o inclusive desesperación. los que pueden repercutir en los hijos formándose personas inseguras. lo que puede ocasionarle depresión. los padres que no alcanzan su madurez física y emocional no podrán asumir su rol familiar. C A U S A S D E L A D E S I N T E G R A C I O N F A M I L I A R . La irresponsabilidad del padre es otro problema que afecta a la familia. puede hacerlo como un escape a sus problemas. El consumo de drogas por parte de alguno de los padres es un problema que puede iniciar el proceso para la desintegración familiar. puede ocasionar problemas en el hogar. pero a medida que las consume se va habituando a ellas. los hogares rotos o familias desorganizadas. El adulterio efectuado por el padre o la madre de familia. manifestándose en la familia una serle de problemas. causando resentimiento y traumas psicológicos en los hijos. estos no están al margen del uso de drogas. a que no contaron con el apoyo y comprensión necesaria por parte de los padres.

es la extrema timidez. o en otros casos mostrarse apáticos o indiferentes ante los d e m á s . los problemas se complican/La madre. alcoholismo. tendrá que trabajar. Si ha de trabajar y no es mucha su preparación tendrá que contentarse con un trabajo mal retribuido. La familia orienta al niño hacia sus familiares y al adolescente hacia una sociedad más amplia.la desorganización familiar como lo es la drogadicción. 'Cuando el padre está ausente durante períodos de tiempo prolongado porque se lo pide su trabajo. pueden provocar otros problemas. no son capaces de entablar buenas relaciones con sus compañeros. en el ambiente escolar. . Así. también debemos tomar en cuenta los problemas que sufren losl hijos de este tipo de familia. que puede quedar relegado. la irresponsabilidad paternal. pero si abandona a su familia o muere. por ejemplo. provienen de hogares en que los padres tienen relaciones maritales poco satisfactorias. En estas condiciones no es probable que disponga de mucho tiempo o energía pura cuidarse del hogar. ha de asumir todas las tareas del padre de forma definitiva. tornándose rebeldes con sus mayores. Algunos de ellos suelen reaccionar en forma agresiva. los hijos tendrán (pie asumir distintas responsabilidades domésticas. se rompen las expectativas compartidas antes con la identidad devaluada y hace que los roles familiares se confundan. y son ineptos para prodigarles el cariño y orientación que el niño necesita. priva a sus hijos de un modelo de aprendizaje de los roles. / Algunos niños desajustados. la inseguridad. cer sus necesidades V Í//La familia del adolescente la infancia) le enseña los moldes de personales (en especial durante le avuda a satisfa comportamiento y le prepara para que se comporte como adulto. el desempleo. ' Los niños. las normas familiares se tornan confusas. se pierde la lealtad. Ahora bien. para sostener por entero a la familia. / Otro tipo de problemas que surgen como consecuencia del medio familiar en que viven los niños. a lo mejor. Las consecuencias que traen consigo estos problemas en la familia es que las pautas de conducta no son claras.

que preparen la comida. a estos adolescentes les hacen asumir responsabilidades de adultos antes de que estén listos para encararlas. autoridad limitada del padre. suelen habitar en casas ruinosas o de pocos ingresos. pero inadvertidamente les cargan los menesteres que les quitan tiempo para cumplir con las tareas escolares. a veces. es menos probable que animen a su hijo o hija a continuar en la escuela. Dentro de la familia de los desertores existe mayor incidencia de divorcio. El joven. en los padres de marco socio-económico bajo. para la familia. / . padres bien intencionados animan a sus hijos a que estudien. no suele darse la aceptación como personas totales. delincuencia. existe fuerte falta de comunicación y no se tiene la satisfacción personal que se deriva de estar en familia.provocado muchas veces por el ambiente que priva. En las familias donde hay desertores. típicamente el padre de este tipo de familia no se preocupa porque sus hijos acaben su educación escolar media. por lo que le resulta más fácil dejar escuela y casa y enfrentarse a los problemas fundamentales. para trabajar bien en la escuela se requiere de la cooperación de los padres. sus problemas se traducen a la \ j t e s e r c i ó n escolar. al no poder dar solución a los problemas que tienen con sus padres. n el caso de los adolescentes.desplaza las tensiones a la escuela. abandono del hogar. que limpien la casa. A lo mejor hacen que se ocupen de sus hermanos más pequeños. donde suelen ocurrir bastantes conflictos familiares. que se busquen trabajos de tiempo parcial y que aporten dinero. o en otros casos la madre domina o no existe control alguno. La familia de los que abandonan la escuela o desertores escolares. impidiendo establecer claramente el rol familiar correspondiente.

por muy variados motivos. solamente superada por la pérdida de un ser querido a través de la muerte. En el momento del casamiento existe entre la pareja una gran similitud de sentimientos y valores. D I V O R C I O . La mayor parte del divorcio implica una ruptura con las metas familiares originales que se pretendían al contraer matrimonio donde se preveía felicidad. sin duda alguna.C A P I T U L O II. no faltan situaciones a lo largo de la vida en las que. una de las tensiones mayores que pueda experimentar el ser humano.. ingreso en un hospital. se refiere al grupo familiar completo: padres. la familia vuelve a unirse normalmente. en caso de muerte de uno o ambos padres.1. cada día trae . 2. Durante todos los años que la pareja se encuentra casada. madres e hijos. El casamiento es una etapa de desarrollo en la vida. Sin embargo. / Toda relación. pero al término de ésta. a veces esta ausencia se debe a motivos laborales. como resultado de la madurez intelectual. tanto aquellas que culminan en divorcio. pero otras veces la ausencia es permanente como ocurre en las casos de divorcio o separación definitiva. como las que no. deben experimentar cambios e incomprensiones. experiencias laborales y el desarrollo emocional. etc. metas e ideales que los harán más felices de lo que cada uno experimentaba anteriormente por separado. El divorcio establece circunstancias tan desorganizadoras para el individuo. casi todo lo que había sido considerado como estable debe ser ahora reorganizado. A L G U N A S F O R M A S DE D E S I N T E G R A C I O N F A M I L I A R . un hogar gratificante y una familia. se encuentran ausentes del hogar uno o ambos progenitores. todas esas brillantes promesas del matrimonio se desmoronan. El divorcio constituye. experimentan una serie de cambios. Cuando se hace uso del término familia.

lo que conduce inevitablemente a un marcado cambio en sus emociones y muchas veces. el divorcio ahora es alcan/. pero ninguna ley puede evitar la angustia y el sentimiento de fracaso que sobreviene con la ruptura de un matrimonio. él o ella padecerán un sentimiento de desorientación y una sensación de pérdida y de fracaso personal. / Cuando la relación de la pareja cambia ésta se vuelve frustrante no conduce a la felicidad y a la satisfactoria crianza de los hijos. se incrementa la hostilidad.modificaciones a sus pensamientos y sentimientos. también en sus sentimientos hacia su pareja. o cambian sus expectativas. Aprender a vivir sin el otro puede suponer la difícil experiencia de la soledad. . supone una aflicción y a veces puede provocar una sensación de angustia. / El divorcio decidido debe darse de un cuidadoso análisis de los problemas. Existen parejas que se mantienen unidas por sentimientos mutuos de desconfianza. las parejas a pesar de la infelicidad debían seguir juntos "en las buenas o en las malas" y el divorcio era considerado umversalmente como un fracaso. aparecen los resentimientos.able. marcándose la relación en odio-amor y si bien pueden persistir sobre esas bases. como consecuencia de todos esos cambios puede producirse una desilusión hacia el matrimonio de parte de uno o incluso de ambos cónyuges. cólera y hostilidad. / E n años pasados. resulta tentador que uno de ellos los utilicen como sustituto pero al final no es bueno y además los hijos no calman el vacío. incluso si uno de los cónyuges abandona al otro por una tercera persona. son esencialmente destructivas para la pareja y los integrantes. y el amor se pierde completamente. algunas veces ambos cónyuges evolucionan en direcciones divergentes. en esas circunstancias es muchas veces mejor la disolución del matrimonio. Cuando esto sucede. jamás resulta fácil. / La ruptura de un matrimonio posiblemente tras varios años de vivir. y una honesta autoevaluación. en vez de unirse. comer y dormir con una persona. exige valor. Los esposos tienden a separarse cada vez más. si los hijos viven con algunos de los padres.

los padres siempre deben mantener los intereses de los hijos por encima de otra consideración. Los divorciados se sienten frecuentemente culpables por los efectos que la separación puede tener en sus hijos. .' El resultado legal no siempre es el mejor resultado social o práctico. Pero si los hijos . Sin embargo. adquiere una condición cualitativamente diferente. en el sentido más amplio: su educación y su equilibrio emocional y afectivo./ 2. tampoco son culpables de la disolución del matrimonio/ Al terminar los trámites del divorcio. . cuando existen niños. Los hijos. y por lo tanto.¡Un matrimonio sin niños que finaliza en divorcio. afectará a los hijos. Entre los problemas que tienen (pie afrontar está el de la formación de los hijos.1. . Un pago diferido o no realizado puede ser utilizado por un cónyuge para controlar o castigar al otro. existe un lazo entre ellos que ningún divorcio puede romper.1. y dar importancia a los casos que interesan a sus hijos. es un hecho y una exigencia de la naturaleza. utilizados de manera similar como arma: uno de los esposos impide el acceso del otro a sus hijos o les previene en su contra o incluso los emplea como espías en la casa del otro cónyuge/En este caso. especialmente si estos son lo suficientemente pequeños como para vivir en el hogar. y a su vez. Las cuestiones principales que han de ser decididas en un divorcio son el mantenimiento que el otro cónyuge no puede permitirse y que provocara amarguras aún mayores. que los hijos necesitan a los dos. más aún que económicamente. son a veces. los dos miembros de la pareja están oficialmente separados. /Los padres tienen que convencerse de que sus hijos los necesitan afectiva y emocionalmente. Estar siempre a su disposición. solo involucra a las dos personas que efectuaron el compromiso mutuo en primer lugar. pero los niños no fueron la causa de su casamiento. L A SITUACION DE LOS HIJOS DE PADRES DIVORCIADOS. no significa esto que la pareja debe bloquear sus propias emociones. Cualquiera que sea el estado anímico de los dos ex-esposos. el divorcio. dedicándoles el tiempo que necesiten.

debe ser encarado con una situación de emergencia. En el caso de los niños. incluso cuando las decisiones que van a ser tomadas afectarán directamente su cuidado y estabilidad. estos se ven privados de la presencia habitual del padre o de la madre. al final la situación le será mucho más favorable que si viviera con un matrimonio que no entiende/Lo malo es que los divorciados se ocupan a veces tanto de sí mismos que marginan a los hijos. en la cual se requiere actuar con rapidez. La situación dolorosa lo es más para el pequeño que para los adultos y es probable que los hijos se sientan aislados.pueden sentirse queridos considerados por sí mismos y se mantienen en contacto con el padre y con la madre. estas angustias no tienen que desembocar en consecuencias permanentes para su hijo. o una cortesía fingida. El hecho de que los padres escondan sus sentimientos a los hijos y evitan que sepan que el hogar está a punto de desmembrarse. es indudable que los padres que llegan a aceptar el final de su matrimonio de una forma que les resulte tolerable. son mucho más capaces de entender un divorcio de lo que muchos padres creen. Es posible prevenir en ellos daños duraderos. contribuirá más a despertar las sospechas de su hijo. los casos incontables de drogadicción. que a protegerlo del hecho real del desmoronamiento de su familia. La mente y el corazón traumatizados de tantos jóvenes. el hijo experimentará un grado de angustia emocional. reemplazarlas súbitamente por el silencio. incluso cuando el hijo haya experimentado un sustancial grado de angustia durante el proceso. alcoholismo y delincuencia juvenil. Cuando se produce el divorcio en un matrimonio con hijos. la indiferencia. en realidad hace que los hijos se tornen mas vulnerables a traumas muy severos. se hallarán en mejor posición para ayudar a sus hijos. Las realidades de la vida pueden . son testigos elocuentes de divorcios mal planeados y mal ejecutados^ Finalmente. infortunados y probablemente también culpables o causantes de la separación de sus padres. Los hijos son extremadamente sensitivos y conscientes de las circunstancias/Las tensiones. inteligencia y compasión. cuando llegue el momento de enfrentar la realidad de los hechos. a fin de estructurar en los hijos una existencia que proteja su integridad y el bienestar psicológico/ Aunque la mayor parte de la gente interpreta esto como que los hijos deben ser protegidos del proceso mismo del matrimonio. discusiones y hostilidad entre la pareja se transforman lentamente en una realidad en la vida del hijo.

que parecen insensibles a las necesidades de ios hijos. Por otra parte los hijos. lo que frecuentemente provoca síntomas de disturbios emocionales e incluso físicos. este puede llegar a sentirse responsable por la decisión de divorciarse de sus padres. los padres están tan preocupados en sus propios sentimientos durante esos momentos tan difíciles. compr•euden que esos problemas se resuelven y que la gente madura al enfrentarlos Ahora. En niño cuyos padres son francos con él se siente mucho menos responsable por los problemas familiares. Que la de unos padres que se han divorciado y luego encarado otra relación más satisfactoria. ar problemas. por muy desagradable que pueda ser el proceso. sentimiento que se presenta invariablemente en todos los casosf* Además de esto. una de ellas es la preocupación que el niño siente con seguridad. . Algunos niños sufren de insomnio durante el período que precede al divorcio o tienen un sueño irregular. ^ > /Muchas veces. • No hay que perder de vista al niño que se encamina hacia la adolescencia en el medio ambiente de un matrimonio. las discusiones paternales se basan frecuentemente sobre temas concernientes a los hijos. que uno con padres que ocultan la gravedad de la situación./ . adopta una actitud mas negativa hacia el matrimonio. El hecho de que el niño no desee hablar de sus sentimientos ni dar muestras de alguna reacción. Si los padres algunas veces han discutido en forma vehemente delante de los hijos cuestiones tales como la hora de dormir. intacto pero desagradable. o cualquier otra cosa que surja en la vida normal del hijo. el insomnio sobreviene frecuentemente en aquellos períodos en que la ansiedad se incrementa. la escuela.tratarse con ellos en forma más abierta. viendo a sus padres solucionar sus ./Una multitud de síntomas físicos puede acompañar los estados psicológicos. de haber sido causa de la ruptura entre sus padres. pero son esas emociones reprimidas. se puede interpretar como una protección a los padres./debemos dirigir nuestra atención a la diversa gama de sentimientos por la que pasan los hijos que se ven involucrados en el proceso del divorcio. y es precisamente la infelicidad de los padres lo que puede llegar a ser el aspecto más opresivo para el hijo. que pueden persistir por algún tiempo. que carecen de una canalización apropiada.

frustrado y furioso. ' Lo que no debe pasar inadvertido para los padres es que los hijos necesitan ser escuchados en la mayoría de las situaciones de sus vidas. las quejas de dolores estomacales. con más razón es indispensable que se les oiga durante la época tan difícil que representa el divorcio. y. L A L E Y DEL DIVORCIO. o el agotamiento físico es una queja muy frecuente en los chicos más jóvenes durante la tensión del proceso de divorcio. puede ser un mecanismo que refuerce la institución familiar. Cuando al joven se le coloca en una situación de extrema inseguridad. Muchos de ellos suelen llegar a enredarse fácilmente en peleas con sus compañeros e ir tomando una actitud generalmente hostil. la forma en que corre y hasta el modo en que se ocupa de sí mismo. pero a veces.2.La debilidad muscular. que su único alivio lo logra a través de expresiones directas de agresividad y destructividad.1. El divorcio no es una solución milagrosa para la crisis actual del matrimonio y de la familia. suelen reflejar la depresión generalizada del niño. La falta de apetito. puede llegar a sentirse desprotegido. También se presentan casos en que algunos niños se sienten avergonzados cuando sus padres deciden divorciarse. . estas actitudes se presentan más frecuentemente en los matrimonios que parecían felices. y su debilidad se relaciona con sus sentimientos de desamparo. Su estado emocional se refleja en sensaciones de agotamiento físico. / 2. El joven que se muestra desdichado parece siempre desaseado. La actitud de un niño acerca de sí mismo puede llegar a afectar desde la manera en que camina.

las obligaciones de los cónyuges hacia los hijos quedan perfectamente reguladas cuando se divorcian.La importancia del divorcio reside en ser un derecho civil básico y que cualquier ciudadano que lo desee puede acceder a él.1. y esto jamás puede ser un proceso fácil. máxime cuando una convivencia forzada no es el marco más adecuado para el bienestar de los menores. La gente no planea su divorcio en el momento de su matrimonio.3. y por esta razón. está inmersa en una estructura familiar que enfoca su educación al matrimonio. así lo establece el código civil de Yeracrúz en el Artículo 140: "El divorcio disuelve el vinculo del matrimonio y deja a los cónyuges en aptitud de contraer otro". / Para decidir con auténtica libertad sobre el divorcio. ^1 legislador no puede obligar a que los padres sigan conviviendo contra su voluntad. el divorcio no supondrá un obstáculo a la hora de decidir. por considerar que es mejor para los hijos. junto con todos los logros. ahora bien. E L SENTIDO DEL DIVORCIO. si se parte de una situación de independencia económica. en muchos casos. El divorcio se define como un procedimiento legal. los detalles específicos para desunir el matrimonio llegan todos a un mismo tiempo. por lo que carece de una formación profesional . pues no obligará a la mujer divorciada a depender del hombre recurriendo a una pensión. Por lo general. compromisos y sentimientos que fueron acumulándose a lo largo de su existencia. 2. de esa manera. El divorcio proporciona una situación legal a numerosas parejas que han decidido no continuar una convivencia por la que un día optaron libremente y. es evidente que los hijos verán su situación modificada por la decisión de sus padres. tienen la oportunidad de rehacer su vida afectiva y familiar. accede al divorcio en condiciones de inferioridad con respecto al hombre por su dependencia económica. la situación de la mujer en la sociedad es diferente. Pero. El divorcio involucra la disolución de un matrimonio.

En el segundo caso. es necesario que ambos consortes estén de acuerdo. El divorcio se puede obtener a través de cuatro diferentes formas que son: • El divorcio voluntario de tipo administrativo. • Divorcio por separación. El divorcio por mutuo consentimiento establece un trámite rápido y objetivo y se puede llegar a él en un plazo corto si el convenio que se exige a los cónyuges . En este sentido. además. En los casos de divorcio por mutuo consentimiento. • El divorcio voluntario o de común acuerdo. el juez debe sentenciar al culpable al pago de alimentos. derecho que disfrutará si no tiene ingresos suficientes y no contrae nuevas nupcias o se une en concubinato. cuando por el divorcio se originen daños y perjuicios a los intereses del cónyuge inocente. En el primer caso. El juez del Registro Civil. y harán su solicitud ante el juez del Registro Civil correspondiente a su domicilio. los consortes pueden divorciarse por mutuo acuerdo consentimiento ocurriendo al Juez competente. si son menores de edad o no han liquidado su sociedad conyugal. El divorcio administrativo! no surtirá efecto si se comprueba que los cónyuges tienen hijos. Estas circunstancias influyen en la mujer retrasando en muchos casos la decisión de divorciarse. no tengan hijos y de común acuerdo hubieran liquidado la sociedad conyugal si bajo ese régimen se casaron. • Divorcio necesario. identificará a los solicitantes levantando un acia y citándolos para que la ratifiquen a los quince días y si la ratifican. la mujer tendrá derecho a recibir alimentos por el mismo lapso que duró el matrimonio. un aspecto positivo de la actual legislación es que la sentencia de divorcio no afectará al disfrute de los derechos y beneficios para la mujer y los hijos. el culpable responderá de ellos como autor de un hecho ilícito. los declarará divorciados. sean mayores de edad. En los casos de divorcio necesario.para tener acceso a un buen puesto de trabajo.

Para que el divorcio sea admitido a trámite. ya que lo único que se tiene que probar es la separación de la casa conyugal por más de seis meses con causa justificada. 2. patria potestad y la liquidación de bienes y porque además la ley permite a los cónyuges en litigio acusarse mutuamente por causas distintas. así como el régimen de visitas y paseos para el que no conviva con los menores. . en los divorcios necesarios los cónyuges pueden ponerse de acuerdo durante el procedimiento y llegar a un convenio. se exige la presentación de un convenio regulador del mismo. pues intervienen problemas tan delicados como la custodia. en este convenio. a menos que exista acuerdo sobre este punto. también su trámite es rápido.respeta convenientemente los intereses de los hijos menores o incapacitados. pensión alimenticia. Estas demandas pueden alargar el proceso durante años. En todos estos casos de divorcio necesario el juez está encargado de averiguar lo sucedido y para ello podrá recibir todas las pruebas que le aporten las partes. En el caso del divorcio por separación. Por supuesto. pues entonces serán los cónyuges los que decidan con cuál de ellos han de quedar los hijos provisionalmente. L'na situación muy distinta aparece cuando uno de los cónyuges solicita el divorcio contra la voluntad del otro. inclusive las que él considere necesarios. la pareja propone una regulación completa de los efectos que la disolución del matrimonio tiene sobre la estructura familiar: hijos. etc. Las ventajas que ofrece el divorcio por mutuo acuerdo son innegables: posibilita una relación más civilizada. sensata entre las personas para la resolución de sus problemas familiares.1. CONVENIO REGULADOR. vivienda. En los divorcios necesarios el juez es el que dictamina en todo lo concerniente a los hijos menores. bienes.4.

Perder la pareja que significaba mucho y de la que se dependía física. (esto quiere decir que no se tendrá más su amor. la custodia y el cuidado de los hijos a favor de la persona que designen ambos y en defecto de ese acuerdo. económica y moralmente. y podrá asesorarse de un equipo de profesionales (trabajadores sociales) para así formarse una visión más real y humana de la problemática. el juez dictará provisionalmente y sólo mientras dure el juicio. Afecta la totalidad de la vida de la persona que quedó con vida. seguridad y compañía). el aseguramiento de los alimentos que debe dar el deudor al cónyuge acreedor y a los hijos.Es importante que tanto el padre como la madre colaboren en el sostenimiento de los hijos. En los casos en que no exista acuerdo. La desaparición de un ser querido constituye una experiencia dolorosa para todas las personas de su entorno. las medidas que sustituyan al convenio regulador y que consiste en la separación de los cónyuges. significa verse privado de todo lo que resulta vital para el bienestar de la mayoría de la gente. las precautorias respecto a la mujer que quede encinta. hasta que sean capaces de aceptar la pérdida. para que los cónyuges no se causen perjuicio en sus bienes. toda una manera de vivir se altera bruscamente. al presentar la demanda de divorcio causal. el que pide el divorcio propondrá a la persona en cuyo poder deben quedar provisionalmente los hijos y el juez resolverá lo conducente. por medio de estudios socio-económicos. 2. Consecuentemente esa desaparición constituye una de las más terribles experiencias que cabe conocer. tanto de los cónyuges como de los hijos. Pero aunque .2 V I U D E Z . y que éstos se queden con aquél de los cónyuges que mejor pueda educarlos y cuidarlos sin estar determinado por el sexo. Nada es como era. Quienes sobreviven precisan de una considerable ayuda y de una gran comprensión. los que se estimen convenientes.

Tradicionalmente era común ver surgir las lágrimas en las mujeres a las que se les consideraba el sexo débil y no causaba ninguna reacción ver que las mujeres demostraran dolor llorando o de cualquier forma . el hombre que llora la desaparición de un ser querido requiere un ambiente de comprensión para que sen capaz de dar rienda suelta a sus sentimientos. rechaza o demora la expresión de la pena. el pesar y la intranquilidad y una aguda angustia emocional. cuando durante demasiado tiempo se impide. es posible que se retrase la recuperación y que en una fase posterior surjan dificultades o problemas emocionales más graves. locura o anormalidad. Algunas viudas. es mucho lo que puede hacerse para restablecer la estabilidad emocional de quienes sobreviven. Recuperarse cuesta más tiempo de lo que creen muchos. por ejemplo. En consecuencia. Pero los hombres. No constituyen una manifestación de estupidez. La pena es una potentísima respuesta emocional al tremendo shock provocado por la desaparición de alguien. De hecho. necesitan dos años para superar las fases más difíciles de su pena. cobardía. Por otra parte. susceptibles de conducir a la depresión a medida que se advierten los efectos y el alcance de la pérdida sufrida. la languidez. y aunque ahora se sabe más acerca del pesar masculino y de la necesidad que los hombres experimentan de manifestar sus sentimientos. Es posible que al principio se produzca un cierto embotamiento y una sensación de irrealidad que acompañan a los sollozos. pero estas respuestas son naturales y cabe esperarlas. y no en menor medida que las mujeres.esa pérdida resulte totalmente abrumadora. y esperar una recuperación rápida es subestimar los efectos de la pérdida de un ser querido. los viudos lograran quizá más rápidamente un nuevo estilo de vida movidos con frecuencia por la necesidad de obtener ayuda en las faenas domésticas y en el cuidado de los hijos. todavía se tiende a considerar como signo de debilidad las lágrimas masculinas. la aflicción. precisan hallar expresión a su pena y es natural y necesario que la revelen. Constituye un mecanismo de defensa que impide que se produzca una lesión emocional permanente y ayuda a las personas a quienes afecta a aceptar la pérdida experimentada. no asi al hombre a quien se consideraba poco viril si expresaba su pena y dolor y más aún si se le veía llorar. Pero no deberá suponerse por eso que se han desembarazado de su perturbación emocional o que se revelan insensibles. incluyendo los propios y afligidos. .

Esta experiencia es difícil. de pronto se ve envuelto en una serie de acontecimientos que se habían previsto. se comprenderá que si la muerte de uno de ellos resulta fatal para el pequeño.Los lazos emocionales creados en el período transcurrido íntimamente en compañía de una persona no pueden romperse rápidamente y es inevitable que lleve tiempo aceptar lo que ha sucedido. muchas personas afligidas responden positivamente. una profunda apreciación de los sufrimientos de los demás y una nueva madurez.3 M U E R T E SUBITA D E A M B O S P A D R E S . Existirá quizá el peligro de tratar de hallar la réplica del antiguo cónyuge. la sensación de aislamiento y la desoladora experiencia que supone la pérdida de un ser querido. como y especialmente al afectivo). el significado del amor. avanzando al ritmo en que cada caso convenga a la persona interesada y no al que otros quieren o esperan. Si tenemos en cuenta que para los niños los padres lo son todo (tanto desde el punto de vista material. . 2. Pero esforzarse en recrear el pasado solo puede ser motivo de decepción. luego entonces la pérdida súbita de ambos resultará un golpe impactantc para el o los pequeños. La única respuesta a este dilema estriba en concederse tiempo suficiente para construir un nueva forma de vivir. Muy sabiamente ha dicho al respecto un viudo que él no volvería a casarse hasta que no tuviera que hacerlo. así mismo han encontrado otras cosas: una mayor conciencia del valor de las relaciones humanas. al tiempo que ni por un momento niegan el agudo dolor. sin embargo. Una de las situaciones más terribles a las que ha de enfrentarse el ser humano es la muerte de los seres queridos.

de modo que la explicación se adecúe a su lenguaje y capacidad de comprensión. el niño queda con un dolor y angustia. C O M O EXPLICAR A L NIÑO Q U E SUS PADRES ESTARAN MAS CON E L . rivalidad. se encuentra con el rechazo definitivo de esos niños. no es provocada por él despejando todo posible sentimiento de culpa y temor. procurando hacerle ver que la separación de un ser querido. y posteriormente por azares del destino el padre fallece.3. Y A NO Hemos de tener muy presente la edad del niño. y entonces la madre quiere reclamar la custodia de los hijos. 2.3. C O M O VIVE E L NIÑO LA M U E R T E DE SUS PADRES. ¿Esa explicación ha de ser siempre clara. En los casos que por alguna circunstancia la madre decide abandonar el hogar y deja a los hijos sin darles ninguna explicación.1.2. el niño tiende a relacionar más o menos inconscientemente sus anteriores enfrentamientos con el padre o la madre. mayores consecuencias psicológicas tendrá para él la pérdida de la figura paterna o materna en su vida posterior.).Es evidente que el niño se verá afectado de distinto modo en función de la edad que tenga en el momento de acontecer la tragedia. que se va convirtiendo en rencor y odio hacia su madre. las situaciones diarias que suscitan los sentimientos agresivos infantiles hacia los padres (negación de caprichos. que con justificada razón no desean saber nada de ella. en tales casos los pequeños imaginan con frecuencia la desaparición del progenitor que en ese momento le está contrariando. ante este tipo de acontecimientos. 2. El psiquismo infantil tiene grandes dificultades para diferenciar lo que se siente o se fantasea en el mundo interno de lo que acontece en el mundo externo. Cuanto más pequeño. etc. ya sea por defunción o porque él se quiso desligar del hogar. Por lo que es aconsejable que al . Así. con su muerte.

lo siguiente en sus artículos: . debido a que se han visto privados de un hogar.3. aunado al bajo rendimiento escolar de los pequeños debido a la falta de compañía de uno de los padres. Los niños huérfanos. incluso trágico. sin ocultarle nada en la respuesta. Actualmente este tipo de familia muestra problemas de desintegración familiar. sienten la necesidad de buscar compañía. incluso atención personal. o bien el padre o la madre. 2. caricias. que deberá respetarse en lo posible. La actitud que frente a la realidad adoptan estos niños huérfanos. (pie en ocasiones son encargados a alguna persona en forma temporal hasta llegar a la decisión de abandonarlos sin ninguna explicación. Estos niños a menudo se ven avocados a asumir un destino difícil. A L PERDER E L NIÑO A AMBOS PADRES. son menores de edad que carecen por causa de defunción de padre y madre.pequeño se le dé la oportunidad de preguntar todo lo que necesita saber. Los niños que se pueden adoptar se agrupan en niños huérfanos y niños abandonados. aunque la que elijan no sea la adecuada y es cuando se presentan los conflictos. Lo ideal será favorecer la adopción hacia una pareja que pueda darles el amor que necesitan.3. a estos niños les falta estímulo. para la adopción. Él mismo se irá formando una explicación adecuada a su nivel de comprensión. o de alguno de los dos. en algunos casos se los encargan a fimiliares cercanos o lejanos. pero de cualquier manera nunca será igual al trato directo con la persona que realmente los quiera. comprensión. son más propensos a manifestar conductas agresivas y antisociales. El Código Civil para el Estado de Vcracrúz cita. varía según falten ambos padres. sin la presencia de un hijo. ES PREFERIBLE LA ADOPCION. es por lo que el padre o la madre al quedar solos. Algunos niños definitivamente son abandonados por los padres para poder llevar ellos otra forma de vida.

320. 326. . 321. en los artículos antes mencionados. salvo en el caso previsto en el artículo anterior". o incapacitados. ."Los mayores de edad. cuando los dos estén conformes en considerar al adoptado como hijo". siempre que el adoptante tenga diecisiete años más que el adoptado y que la adopción sea benéfica a éste". . Estableciéndose las bases legales para la adopción.. . en pleno ejercicio de sus derechos pueden adoptar a uno o más menores. aún cuando éstos sean mayores de edad."El marido y la mujer podrán adoptar."El adoptado tendrá para con la persona o personas que lo adopten los mismos derechos y obligaciones que tiene un hijo". 322."Nadie puede ser adoptado por más de una persona.

Se dice que en las familias grandes se fomenta el ingenio. mucha variedad. la independencia y la responsabilidad de los hijos. parece ser que en las familias grandes el desempeño escolar de los hijos no es tan bueno como cuando hay pocos hijos y que. aunque hoy se hagan muchos intentos para repartir con más equidad la carga.C A P I T U L O III. se van delineando sus intereses. Dentro de la familia se lleva a cabo la preparación del individuo para su actuación en la sociedad. P R O B L E M A S SOCIALES. valores y pautas de . el contar con el apoyo de una familia. a la vez que se combate el egoísmo y la autocompasión. El papel que desempeña la familia en la formación del individuo es determinante. se desarrollan las capacidades y habilidades que le permitirán hacer frente a la vida. en las familias numerosas es mayor el índice de delincuencia. 3. las familias grandes son una barrera contra el desarraigo y el aislamiento que caracteriza la vida moderno. y cuanto mayor es la familia. da seguridad y bienestar al individuo. C O M O A F E C T A LA SEPARACION DE L O S PADRES A LOS HIJOS. en nuestra época.1. Aún así. cordialidad y evidentemente. mayor es el peso. El peso de criar a los hijos sigue recayendo principalmente en la mujer. Al no estar bien constituida la familia puede surgir una serie de problemas de índole social. No faltan quienes opinan que las familins numerosas tienen graneles ventajas: animación. Según esta opinión. El psicólogo Michael Kahn afirma que. que esperan de si mismos. además. de los agentes socializadores es el primero y más importante por su influencia temprana en la formación del individuo. La historia de cada familia es como un mensaje del pasado: reveta de dónde proceden sus miembros y a menudo.

Si el padre lo lleva a pescar una tarde. pero es sabido que al niño le basta la palabra: "siempre" para convertir en "tradición" toda experiencia memorable. afectivas. etc. pero hay dos que pueden considerarse básicos en la familia: la socialización . Hasta el simple orden que se sigue se convierte en usanza familiar: "no mami. dice con orgullo: "mi papá siempre me lleva a pescar" y si la familia va una sola vez al Caribe de vacaciones. Convencido de que los niños nacían sabiendo el idioma alemán.. se enfermeron y murieron por falta de contacto humano. En nuestra época ha quedado demostrado que durante el primer año los niños adoptados tienen un desarrollo físico y mental superior a los de los niños que permanecen en orfanatorios durante ese mismo margen de edad. dice: "nosotros siempre vamos al Caribe a pasar las vacaciones". trabajos manuales y hasta los zapatitos de sus hijos. En mayor o menor grado. y a los hijos de sus hijos rememorar la historia familiar. Tradiciones Familiares. La moderna investigación confirma lo que aquél rey por desgracia averiguó. religiosas. En la edad media hubo un rey que con un experimento demostró inadvertidamente cuan primordial es la familia para el desarrollo mental y emocional de la persona. al ir transmitiéndole a la familia el sistema de valores y la cultura de su grupo. de protección. dentro de la familia se realizan numerosas funciones: económicas. Pero los pequeños en vez de empezar a hablar alemán por sí solos según esperaba el rey. Cuando a los padres les da por guardar celosamente dibujos escolares. Federico II separó de sus familias a unos recién nacidos y los puso en manos de unas nanas a las que dio orden de no hablar ni jugar con ellos. Buena parte de lo que mantiene unida a las familias son los recuerdos que después pasan a formar parte de la tradición. recreativas. Casi todas las familias tienen tradiciones inveteradas.acción. primero había que poner el nacimiento y luego el arbolito de navidad". La familia es determinante para el desarrollo de la mente. es porque esperan que algún día esos objetos permitan a sus hijos.

lo que lleva consigo la acogida comprensiva y amorosa que mutuamente pueden darse los que forman parte del mismo grupo familiar. y su influencia continúa percibiéndose a lo largo de la vida del individuo. tanto paternos como de los hijos. la alteración de alguno de ellos perturba el funcionamiento familiar. generalmente la familia es la que proporciona los fundamentos básicos. lo que quiere decir la capacidad de darles ciertas pautas de pensar y actuar para que puedan convertirse en activos miembros de la sociedad y la estabilización. donde se satisfacen las necesidades primarias y afectivas./ La familia funciona como una unidad. tratando de ajustarse a cada situación. o en los que los papeles. asistencia a la escuela. va desarrollando una serie de roles fuera de la familia. donde además se desarrollan las capacidades necesairas para la integración a una serie de sistemas sociales en los cuales el individuo funcionará posteriormente: la capacidad para confiar y ser digno de confianza. nuevas relaciones con amigos del mismo sexo y del sexo contrario. son confusos y no ciertamente delimitados. mediante la participación en grupos de juegos del vecindario. sin embargo. las familias desorganizadas o pobremente estructuradas se ven afectadas en su funcionamiento con más facilidad. Los grupos familiares en los que un miembro clave (generalmente uno de los padres) está ausente y no hay persona sustituía que desempeñe ese papel. como caminar. durante la cual hay una total o intensa dependencia de éste hacia la unidad familiar. el proveer seguridad emocional y psicológica a todos sus miembros. lo que significa también la fuerza equilibrada que tiene la familia para lograr centrar y hacer madurar a sus miembros. sobre todo en situaciones de crisis. y para la conservación de su equilibrio. <A medida que el niño crece. hablar. incluso en la adquisición y ejercicio de responsabilidades adultas. por tanto. que paulatinamente se va convirtiendo en una mayor independencia a medida que interactúa con el mundo exterior. para interactuar con otros. depende del adecuado funcionamiento de cada uno de sus miembros. La familia es el lugar donde se llevan a cabo los aprendizajes más elementales. en los que los controles son débiles o nulos. . tales como los roles ocupacionalcs y la formación de una familia inopia. ' La familia ejerce una influencia fundamental en la infancia del individuo. ejercer influencia y aceptar legítima influencia. son familias más aptas para el florecimiento de problemas.» Una familia bien estructurada puede hacer frente a las presiones externas o internas que se le presenten.de los hijos.

etc. que desempeñe en lo posible sus funciones. más propensa para la aparición de conductas consideradas rebeldes. Se ha de huir en lo posible de someter al niño a un cambio de personajes. los abuelos. lo que puede ocasionar en el niño un obstáculo para el proceso de identificación con el modelo de conducta. intelectual y emocional de los hijos. que se encarguen de su educación. que le falte: de ahí lo fundamental que resulta la presencia de una persona sustituía de la figura ausente. puede surgir una serie de problemas de índole social que repercute muchas veces en los hijos como son: En el caso de divorcio o viudez. no son capaces de entablar buenas relaciones con sus propios compañeros comportándose en ocasiones agresivos o apáticos ante los demás. es que al ingresar al ambiente escolar es relegado por sus mismos compañeros a causa de la ausencia de la figura paterna o materna. Otro de los problemas con los que se enfrenta el niño ante la sociedad. un nuevo cónyuge. Cuando la ruptura del vínculo familiar se efectúa de forma traumática. Por eso conviene que alguien concreto asuma esa misión en colaboración con el progenitor que quede: un tío o una tía.. Cuando no está bien constituida la familia. Los patrones de crianza y educación son deficientes y resultan en un pobre desarrollo verbal. indica inmadurez por parte de quien la provoca y pone en evidencia la falta de armonía en la relación familiar. paterno o materno. En estos ambientes poco propicios. Generalmente los grupos que ocupan los lugares más bajos en la escalera social presentan una estructuración y organización familiar deficiente. lo que puede afectarle psicológicamente en el desarrollo personal. cuando la madre tiene necesidad de trabajar para mantener a los hijos: el niño se verá afectado de distinta manera en función de la edad que tenga al faltarle uno de sus padres. y que en tal caso resultará difícil establecer un lazo afectivo estable. . pueden ser ideales al respecto.Las dificultades inherentes al funcionamiento familiar se pueden ver acentuadas por un medio deficiente o pobre. los padres se encuentran pobremente preparados para guiar a sus hijos.

Otro de los problemas sociales. algo que la familia no sabe. física y emocionalmente. el padre o ambos tienen que trabajar. el niño es obligado a trabajar o mendigar para llevar un ingreso económico al hogar que solo sustentará el vicio de los padres. restrictivo y pobre en estímulos e intercambios. dejándoles una profunda huella que afectará el comportamiento que tendrán en el futuro. Los hijos son orillados a vagabundear sin rumbo tomando el camino de la calle. sino también en muchas ocaciones es maltratado por ellos. es la edad en que el joven se va al no encontrar el apoyo y comprensión que él anhela o un hogar donde se pueda desarrollar dignamente. drogadicción o alcoholismo. los daña en exceso. descargan su conducta irritable en los hijos produciendo también el maltrato. Se van porque buscan algo: valoración. el niño mayor se ve en la necesidad de cuidar de sus hermanos menores y en algunos casos también el niño tiene que trabajar para ayudar al ingreso familiar.Cuando en el hogar del niño la madre divorciada tiene que trabajar para mantener a sus hijos. prostitución. este maltrato o tortura. canalizando su energía en la práctica de la delincuencia. La persona esta débilmente desarrollada. comprensión. impidiéndole disfrutar su infancia. A esto hay que agregarle en la adolescencia la inmadurez que suele estar precedida por una incapacidad para lograr la desvinculación que debe hacerse de la etapa de la infancia a la adolescencia. y no sólo el hecho de trabajar. frustaciones. causándole estas dos situaciones responsabilidades que no le corresponden. traumas psicológicos y de tipo sexual. Cuando la madres tienen problemas económicos. Al llegar los hijos a la adolescencia o pubertad surge un cambio físico y moral. no puede o no quiere dar. se van porque no soportan un ambiente familiar que les parece sofocante. es cuando alguno de los padres o ambos son alcohólicos. la fragilidad de la identidad del adolescente y la gran sensibilidad a las presiones externas hacen de él . en muchos casos es un mal que crece y se oculta. los hijos se quedan bajo el cuidado de vecinos o parientes con el peligro de ser violados o maltratados por ellos. A consecuencia de que la madre.

otras veces influye el que los padres vean la escuela con cierto pesimismo y desconfianza. viuda o sola lo requiere. 3. uniformes o cuotas requeridas por la escuela lo que ocasiona ta deserción escolar en ios hijos. se hace muy mal. principalmente en los hogares donde se encuentra ausente el padre. cuidar a los hijos y mantener su hogar en condiciones listas. hay temor a estar solo y produce miedo la libertad. Al sentirse incomprendido el joven por no estar bien constituida la familia o muchas veces por no tener un hogar. ya sea por experiencias personales que no fueron positivas en la escuela y no hayan conseguido buenos trabajos por lo que no esperan mucho de ta escolaridad de su hijo. en estos tiempos modernos donde el salario mínimo es poco menos que insuficiente. o bien que ya cuenten con edad para trabajar aunque sea en pequeñas labores. La tradicional figura de la mujer dedicada a las labores propias de su sexo. sobre todo cuando las madres tienen la necesidad de trabajar para el sostén del hogar o bien por su condición de mujer divorciada. .2 P R O B L E M A S E C O N O M I C O S . hogares rotos o desorganizados y poco estimulantes para el desarrollo de la persona. poco a poco ha venido quedando atrás. cuando se decide romper con todo ello.una persona sumamente vulnerable: el miedo a alejarse emocionalmente es tremendo. no se sabe ser uno mismo. que repercute en la formación y desarrollo de esos hijos. asear la casa. la madre o ambos. mismas que se entendían por lavar. ocasiona que los hijos no tengan la posibilidad de acudir a recibir una educación elemental y les sea imposible cubrir los gastos de útiles escolares. todo esto generado por ambientes familiares poco propicios y saludables. y muchas veces el salario mínimo. El hecho de que el padre no gane un salario elevado. por lo que prefieren que lleven el pan a su casa a que terminen la instrucción escolar. recurre a la compañía de otros muchachos que están formados en pandillas e ingieren diversos tipos de drogas y ya con los efectos de éstas llegan al grado de penetrar a un mundo difícil como lo es el vandalismo o delincuencia. los hijos exigen mayores gastos en la escuela. En este apartado planteamos los aspectos de tipo económico y consecuencias que se presentan en las familias.

. pues muchas veces los padres no se conforman con mandarlos a trabajar sino que encima. Otra situación son los niños llamados de la calle. la acción la repetirán indefinidamente. asumiendo su papel de padres. luego de haber estudiado una carrera técnica o universitaria. exponiéndose a muchos peligros en la vía pública. Con el desempeño de estos trabajos. y ven que es redituable. empleadas de mostrador y un sin fin de ocupaciones. Y si en las primeras ocasiones que el niño sale a la calle a ganarse unos pesos. sin embargo. volviéndose huraños y ansiosos por dejar sus hogares y escapar de las presiones a las que los somenten. con las ropas sucias y rotas para que inspiren lástima y de esta manera obtener dinero fácil. en vez de ponerse a trabajar ellos. vendedores de chicles hasta tragafuegos.diversiones y manutención en general. teniendo algunas veces que dejar a los hijos en centros como guarderías. ya sea en forma profesional. y los precios se han disparado sin control. los hacen extensivos a sus hijos. asimismo los jóvenes que buscan el dinero fácil con la venta de mil objetos. o bien dentro del terreno de la práctica como meseras. Actualmente. los golpean y los hacen víctimas de amenazas y presiones psicológicas. cocineras. por lo que es común que se presenten en las calles. lo que impide dedicarles el tiempo necesario. de ahí que los hijos sufran a temprana edad graves problemas que deforman su personalidad. no permiten que la mujer siga siendo solamente un ama de casa. Muchas veces los padres aprovechan la corta edad de sus hijos y los mandan a pedir limosna. son cada vez más las mujeres que se incorporan al campo de trabajo. a fin de evitar que pueda resquebrajarse la unión familiar. Esta explotación de los niños solo se detecta cuando rebasa ciertos límites. Los problemas y traumas que los padres tienen. la mujer no cuenta de ninguna manera con el mismo tiempo para atender a sus hijos. Los niños que vagan por las calles. poco a poco han podido ir ganando terreno en el área laboral. son producto de matrimonios infelices. más la mujer debe estar conciente de que necesita mantener buenas relaciones con los hijos. boleros. pequeños que trabajan para contribuir al gasto familiar diario porque no alcanza el sueldo del padre o en algunos casos cuando el padre o la madre tienen un padecimiento grave que les impide trabajar o bien ante la apatía mostrada por los padres. a limpiar los parabrisas de autos en las ciudades o niños malabaristas. además que ni siquiera los mandan a la escuela.

niños o jóvenes que polla misma situación económica que impera en el país. por lo menos en armonía y estabilidad aunque estén separados. tranquilidad y respeto. teniendo que hacerse grandes siendo aún pequeños. Es primordial que los hijos crezcan sanos. no logran tener una formación adecuada. con sus padres como ejemplo y cuando no sea posible. en un ambiente familiar de amor.pues tratarán de sacar el mayor provecho de ellos. .

No tiene un autoconcepto. se fomenta desde la concepción misma del feto.C A P I T U L O IV. esa experiencia será el punto de referencia para todo el futuro. esto provocará un acercamiento entre ambos y es la pauta a seguir. . 4.1 COMUNICACION DE PADRES A HIJOS. A L G U N A S A L T E R N A T I V A S A L A P A R E J A PARA E V I T A R L A S E P A R A C I O N DEFINITIVA. Toda comunicación se aprende. Todas estas cosas las aprende através de la comunicación con los padres o con las personas que lo tienen a su cargo desde su nacimiento. y no sabe tratar al mundo que lo rodea. La comunicación resulta el factor más importante que iletermina el tipo de relaciones que se vayan a presentar entre padres e hijos y lo que suceda en el mundo que los rodea. Dentro de la comunicación es esencial el contaco al nivel de la vista entre adultos y niños. incluye la información que proporcionan y reciben. Más adelante ese bebé durante su etapa de niñez. La comunicación abarca toda la amplia gama de formas en que las personas intercambian información. habrá tenido miles de experiencias en compartir comunicación. La comunicación comprende el sentido que las personas imparten a ésta información. para proseguir con la comunicación en las diversas etapas que presentará el o los hijos. La comunicación de padres a hijos. Habrá desarrollado ideas respecto a la autoimágen. lo que puede esperar de los demás. Es importante recordar que cada niño que viene al mundo llega a él con solo su materia prima. carece de experiencia con respecto a la interacción con los demás. y lo cpie parece imposible o posible para los padres en el mundo. a no ser que algo suceda que la modifique. es conveniente que los padres hablen con el bebé desde que se encuentra en el vientre de la madre. nunca se debe olvidar que las primeras experiencias tienen un gran impacto y. y la manera en que ésta se utiliza.

Por lo cual. éste se esconderá y acabará por minar los fundamentos del bienestar general. Cualquiera que sea el sentimiento que despierten. voz. o se aislen de los padres. sólo por la incomprensión de sus padres y por la falta de comunicación. más puede ser destructiva la acción que derive de ella. alegría. pues debido a su inexperiencia suelen complicarse la vida y meterse en problemas. los seres humanos debemos pasar por una continua experiencia y extensa gama de sentimientos: miedo. dolor. Cualquer cosa que exista podrá ser discutida y comprendida en términos humanos. hostilidad y soledad. La vida en familia brinda toda clase de experiencias visuales y auditivas. desamparo. Estas restricciones son la causa de que algunos niños mientan. entender que en cada diálogo. se podrán hacer cambios drásticos para poder mejorarla. Necesitan sentir el respaldo de sus padres en un problema dado. en este caso. todo el cuerpo comunica. lo correcto. gran parte de los sucesos reales que se presentan. '. ira. Desde el nacimiento hasta la muerte. Algunas traen alegría al corazón y otras pena. no sólo con palabras. celos y amor. constituyen un factor importante para mantener baja la autoestima. sino con la cara. . Emociones humanas que se piensa pueden ser destructivas. Las barreras familiares que se forman contra hablar acerca de lo que es o ha sido. los hijos durante los primeros años de su vida necesitan la comprensión. si un miembro de la familia no puede reconocerlo o comentarlo. respiración y músculos.Es importante. la guía de sus padres y las charlas más o menos frecuentes. apropiado y relevante. hay también las que dejan una sensación de vergüenza. otros sientan odio por. Si se tiene la habilidad de entrar en contacto con todos los aspectos de la vida familiar. Lo negativo de todo es que desarrollan actividades acerca de su autoestima que se traducen en inutilidad. no pueden decirse. Otro aspecto de esta difícil situación es cuando la norma familiar marca que debe hablarse de lo bueno.

El hablar en la familia sobre las reglas abre el camino para encontrar las razones de los malentendidos y problemas de conducta. Existe otro grupo de reglas.1 C O M O S E C O M U N I C A L A F A M I L I A . En las familias positivas. Derivados de esta situación surgen problemas en los hijos.1. que resultan más difíciles de definir. y todos los demás factores que contribuyen a hacer posible que la gente viva junta en la misma casa y se supere o no se supere. deben ser claras. lograr que se cumplan las tareas domésticas. método. dinámica. Uno de los problemas más comunes en la actualidad que sufren tantos padres como hijos es la falta de comunicación entre ambos. y de enorme influencia en la vida familiar. tanto si es molesta o alegre. estos trapitos simplemente resultan como amables recordatorios de la debilidad humana y es fácil comentarlos a aprender de ellos. justas y apropiadas. planificar las necesidades individuales. La familia donde las normas fortalecen la libertad para comentar cualquier cosa. Las normas no solo tienen que ver con el dinero. conducta. tiene las mayores posibilidades de ser una familia nutridora. Las normas forman una parte muy real de la estructura familiar y de su funcionamiento. las reglas no escritas que tienen que ver con la . ocuparse de las infracciones. puede ser comentado y comprendido en términos humanos. constituyen una fuerza poderosa invisible que mueve la vida de todos los miembros de la familia. Todo lo que es. bien explicadas. que jamás deben mencionarse.4. disposición. Casi todo el mundo tiene "trapitos sucios" que esconder. La norma se define como una guía establecida o una regulación para la acción. las normas son realmente una fuerza vital. En otras familias se tapan y se les trata como indicaciones repugnantes de la maldad humana. que afectan su conducta y su personalidad.

prostitución. El principal problema estriba en la confusión que mucha gente experimenta entre el aspecto físico y el sexo. se encuentra que miembros de la familia se engañan en cuanto al aspecto afectivo de su vida. es casi seguro que manifieste algún problema o enfermedad emocional. Como no encuentran la forma de hacer que el afecto sea seguro. masturbación. Este tabú también existe respecto a la desnudez. menstruación. cualquier persona que haya crecido rodeado de esta clase de tabús contra el sexo. implicando que el conocimiento sexual es malo y criminal. se deberá entender y valorar nuestro sexo como el opuesto. relaciones sexuales. desarrollan reglas contra cualquier cariño.libertad de hacer comentarios por parte de los diferentes miembros de la familia. de brindar consuelo. Las demostraciones de cariño pueden tener diversos sigiuificados. A no ser que reconozca abiertamente. Lo que no es perdonable es que se continúe en la ignorancia y se cubra esto con una actitud de no hablar de ello. un abrazo puede significar una invitación para una relación sexual y hay aún otros abrazos que simplemente indican que uno toma en cuenta a los demás y los quiere. Algunos de los secretos más grandes tienen que ver con la conducta de los padres durante la adolescencia. todas las formas de prácticas sexuales. para evitar que se abra el camino a serios problemas personales. embarazo. Es perdonable que no siempre se conozcan las complejidades del aspecto sexual. cómo se expresa y las normas respecto al afecto. Demasiado a menudo. Cuánto afecto potencial entre la familia deja de disfrutarse porque las reglas sobre el cariño se confunden con los tabús sobre el sexo. El aspecto realmente importante en la vida familiar es el afecto entre los miembros de la familia. también existe toda un categoría de secretos de la . Otro aspecto de los tabús familiares se refiere a los secretos. se tendrá que inhibir el sentimiento. Si no se hace una distinción entre el sentimiento y la acción. También el abrazo puede ser una forma de expresar ternura.

uno de los dos o ambos beben. la relación entre sus miembros viene determinada por la comunicación que mantengan. para que los adolescentes aclaren dudas que se presentan más frecuentemente en ese período. ya que es en la adolescencia cuando más se necesita la comprensión de los padres. y conduce a una situación familiar por el estilo. es donde debe existir una comunicación más estrecha. no duermen juntos. un tercer aspecto muy relacionado con los anteriores es la importancia que la comunicación entre padres e hijos tiene en el proceso de formación de personalidad de éstos y en definitiva. es como si no existiera. la familia se expresa a sí misma de un modo genuino. y así por el estilo. Cualquier regla que prohiba comentarios entre los miembros de la familia sobre lo que es y lo que ha sido. . lo que implica que el tipo de relación que exista en su hogar será con mucha probabilidad el que el niño tratará de establecer posteriormente cuando alcance la edad adulta. hay que destacar tres aspectos fundamentales: Primero. Principalmente la comunicación entre padres e hijos es uno de los motivos más frecuentes que provocan una actitud negativa en los adolescentes.actualidad que a su vez se encuentran cubiertos de vergüenza. por medio de ésta. ignorantes y poco creativas. viene dado por el hecho de que los hijos van a tener en la familia el primer y más importante modelo para aprender cómo se comunican las personas. en su forma de situarse en el mundo. Para establecer lo importante que es la comunicación dentro del grupo familiar. resulta una excelente manera de desarrollar personas cohibidas. Segundo. Muchos padres tratan de esconder su acciones a sus hijos para protegerlos. Ejemplos de secretos de este tipo son el que el padre o la madre tienen amantes. Nuevamente es el caso de que si no se habla de algo. Por último. Muchas familias actualmente no comprenden aún la importancia de la comunicación y los problemas que se derivan por la falta de esta situación.

cuando se habla de comunicación de la familia. Los mensajes no verbales son comunicados mediante gestos. constituye un fuerte mensaje no verbal y puede ser utilizado eficazmente para hacer que una persona se sienta aceptada realmente. compartir experiencias. entender y ser entendido. si van acompañados o no de una sonrisa o un . comunican o transmiten importantes contenidos con igual o mayor intensidad que las palabras. La comunicación no verbal es a menudo la que da su verdadero sentido a las palabras: cuando un padre se dirige a su hijo. Esta definición es muy amplia y la primera e importante consecuencia que extrae de ella es que ta comunicación no es sólo verbal. "forma pasiva de escuchar". ideas. llantos.2 QUE SE ENTIENDE POR COMUNICACION. el no decir nada también puede comunicar con toda claridad aceptación. todo individuo establece intercambio a través de la comunicación y mediante este proceso se ponen en contacto dos o más personas. provocar cambios. se entiende por comunicación. Desde el momento de su nacimiento y aún podría decirse que en el vientre materno. también la no intervención en las actividades de los hijos pueden demostrar aceptación. éste no solo capta las frases y lo que éstas significan. los gestos.1. modificar conductas en los demás y en uno mismo.4. dar y recibir conocimientos. emociones. mediante el cual se conocen e intercambian experiencias. posturas. actitudes de rechazo hacia la comida o caricias. creencias y sentimientos. El silencio. expresiones faciales. La comunicación es un proceso de interacción social. aún siendo estas muy importantes. Comunicarse es pues. al igual que otras tantas manifestaciones similares. Dentro de la familia. gritos. todo acto que transmite un mensaje de un miembro a otro o al grupo familiar en su totalidad. Todo ello nos permite afirmar que continuamente se está produciendo algún tipo de comunicación en el lugar. sino también el tono con que son pronunciadas. sino también al mundo de la comunicación no verbal. no se hace referencia exclusivamente a las palabras que se dicen. hasta su muerte. relacionar. es decir.

ademán dulce y en suma. son solo algunas de las causas que pueden hacer que se pongan las necesidades y derechos en segundo plano. todo ese contexto que determina el significado real de lo que se está diciendo. resentimiento. crean y se piensen informando a los demás con sinceridad y honestidad del punto de vista que se tenga. El miedo a perder la aprobación de los demás. a largo plazo el no expresar lo que se piensa o siente de una manera sincera. Sentimientos de irritación. ausencia de solución de problemas y tensión son algunos de los efectos de actuar continuamente con no asertividad. debiendo los padres hacer peticiones de cambio. expresiones agresivas. sin embargo. a los demás en el proceso. hostilidad ocultos que se expresen posteriormente en forma de ironías o sarcasmos. El padre tiene derecho (como todos los pueden tener) a pedir y sugerir activamente lo que desea y también cabe aclarar. cuando la relación interpersonal que interesa requiere de la comunicación activa para alimentarse. distanciamiento de los demás. honesta y respetuosa puede tener efectos muy negativos en la comunicación con los demás y en la propia satisfacción. básicamente: violar los derechos propios y falta de respeto a las necesidades personales. de crear un conflicto o de lastimar los sentimientos de alguien si es sincero. será más saludable expresar las cosas que se sientan. depresión. deben reconocer las cosas positivas en ellos. La opción no asertiva: esta forma de expresión implica. sensación de culpabilidad o de no tener conciencia de los derechos personales. que no está en la obligación de los demás adivinar cuáles son sus necesidades o deseos si no son informados adecuadamente. Ante las situaciones familiares que comúnmente se tienen. respetando a la vez. . tomando en cuenta que existen básicamente dos opciones de expresarse: No asertivamente (viola los derechos personales) y asertivamente (respeta derechos propios y los de los demás). por sus características y efectos que provoca. No se debe esperar a que la "gota derrame el vaso". pérdida de auto-eslima y auto-respeto.

sis es de ninguna manera an müi necesario qm se ttflga qus tolerar. demasiada tensión en el trabaja. esto se da solo en un corto plazo ya que eJ individuo afectado iü alejará. M í a de habilidad personal para expresar el enojo úii agredir (asertivamente) permitir varias veem qm ellos violen sus derechos (geiutff ns asertivamente en ocasiones anteriores)* Afortunadamente. presiones í'éi-inófliífiáJs. creer qut la autoridad se está relajando y por tanto se debe "presionar nías". bloqueando aún más el proceso de tina comunicación sáná y positiva. l a s ftrtBegcmaüw agtraiwis gew&atB tpetosp c H M M « rfírtaiífifí» y « M f s t a cada taeg B B W Ifessps j u a t e * e f a f e que paáoum crear 0 «?iif? AhsíSs « a r a s e s ta « p t ü s del estíte de &nttnnieiifi6n metümm? qtm mm&& « a ^ i s r te jgOTamfranffla. El espresar algo qm na nos gusta o moa irrita no íisva ísfiifgo l a necesidad de agredir^ podemos hacerlo respetando a %m demás f s í mitiñf así (JstíUtarissBss la ¿¡soigmíestíám? -armttoía n ¡títtzgfmeíám líiffltífilar. con resentimiento o temor o eontra-alaeafá (de forma abífirtii s sutil) al agresor. el comportamiento inadecuado y exasperante que mi mammio dado ¡ H i e d e manifestar el hijo.La expresión que se considera agresivo tiene como rasgo esencial el que viola los derechos de los demás y no respeta sus necesidades. a pesar de tamas posibles mmm de la sífircMa agresiva. es muy fácil que los padres adopten el estilo de expresión agresivo para ejercer algún cambio de comportamiento en sus hijos. En muchas ocasiones de conflictos. temor ás que vean sus fallas. La forma de expresión agresiva suele ejercer algún control un iü persona que sufre la violación de sus derechos pero. no tener claro cuáles son los derechos humanos hhúem de ios hijos. etiquetas negativas o sarcasmos son unas cuantas formas de comunicación que üfeeían jas relaciones humanas. gritos. S H ^ B ^ Q ^ H ^ «rveicigf # o0ká$M§ ^¡fatígafc y ^ É e w f e fc« ¡pigpío dte^efcss y «eg^iltfrfífc y g l « t a s * tí^ap* r^^gfltenáa y ertB^aafc les ^ ^ É W yBiíeÉifMiWf» de dflwift. y» ' • ' Algunas de las causas que pueden llevar a agredir veñmí o iísícanifiHic a los hijos son: sentirse especialmente vulnerable ante ellos. Amenazas. . en Ja mayoría dé jas ocasiones.

existen miles de mensajes que nos orientan a agredir o a ser no asertivos con los demás. ser tratados con respeto.La espresión asertiva facilita la comunicación y negociación cuando existen conflictos. * A veces los padres de familia olvidan que tienen el derecho de elegir la manera de educar a sus hijos. el negarlos o violarlos con posiciones no asertivas a agresivas a largo plazo tienen un costo muy aito en malestar. tiende a mantener la comunicación con otras personas y. Implica sinceridad. creer. conciencia de los derechos humanos básicos propios y de los demás y debe darse en el momento y la forma apropiados para lograr comunicación y mutualidad. etc. que deben respetarse. Tanto padres como hijos tienen derechos en la vida familiar. sin consideración de los demás. se puede aprender y con la práctica y autocrítica mucho se puede avanzar en la adquisición de esta habilidad tan importante. auto-respeto. sin caer en la agresividad. expresar sentimientos. Tenemos derechos y responsabilidades (derechos de cometer errores y responsabilidades de tratar de no volver a .. pues logra darse a respetar y respeta. pedir. que aprendamos a negociar asertivamente con los demás. no por la posibilidad de vivir nuestros derechos humanos básicos se implica que podemos actuar como se nos antoje. capacitarnos. no genera los sentimientos destructivos de las expresiones agresivas y no asertivas. La expresión asertiva busca lograr mutualidad. honestidad. La cultura en donde nos ha tocado vivir generalmente no nos ha entrenado para comunicarnos con asertividad. El actuar asertivamente se plantea como una necesidad de nuestra época que está interesada en comunicarse mejor a muchos niveles. y es importante. al descanso o a la diversión. sentirnos bien. y Desde luego. en caso de conflicto de derechos. con respeto. así como a cometer errores. rompimiento de relaciones e insatisfacción en sus miembros. a su privacidad como individuos y como pareja tener tiempo para compartirlo juntos. rehusar. ^ ^Todos tenemos derechos. buscar. cambiar de opinión. afortunadamente. auto-estima.

l a naturaleza^ firme e s ms leyes* Im transforraado ít los peqseñss. Una condición indispensable para que las relaciones humanas permanezcan motivadas y en constante crecimiento consiste en identificar y reconocer las acciones positivas. por tanto buscar aquéllas que faciliten el desarrollo de la comunicación con los demás.incurrir en ellos) y. comprender que las propias acciones influyen en los demás. Sin embargo. QUE DEBE REUNIR UNA BUENA L a ilusión de toda madre (y de las padres f ambiénh es ver crecer a sus hijos. la mmw'm de los padres.1. en adolescentes pensantes v seres mn personalidad propia. * Buscar una comunicación sincera y honesta que favorezca el respeto mutuo como meta a mejorar continuamente en las relaciones interpersonales. CONDICIONES COMUNICACION. anhelan que sus hijss crezcan. Actuar asertivamente implica fomentar: * Ser consciente de los derechos propios y de los demás y actuar en respeto de los mismos. * Saberse responsable.3. . saberles convertidos m adultos conscientes. es importante ciarnos cuenta que el ejercicio de nuestros derechos no niega los derechos de otras personas en la misma situación. a pesar de la edad. si es una opción que tiene una mayor probabilidad de lograr una comunicación más satisfactoria. pero manteniéndose iguales* siendo ííóeíles siempre y dulcemente ofeedíestes. educarles y formarlos. 4. que aunque no es la solución a todo. es decir. pere a pesar de este deseo* en el fondo. La comunicación más viable para los padres es la de asertividad.

seguros de sí mismos y perfectamente adaptados a la sociedad en que viven. Es la etapa del despertar de los hijos. impidiendo a los hijos que expresen sus propias ideas y pensamientos. esto puede crear frustración o inseguridad en los hijos. En el afán de educar y formar a los hijos como hombres y mujeres de bien. / V es labor de los padres la correcta formación del carácter de los hijos. quienes ya razonan. ya que las dudas o inquietudes que los hijos no pueden aclarar con sus padres. reglas y normas son necesarias indudablemente. las costumbres y novedades actuales. Si los padres trataran de hablar con los hijos como si se tratara de un amigo. cuando empiezan a pensar y razonar ya como hombres y mujeres.a sas Mjtas toüa f a l t a s * « I r # s^saüir ata ¡ a l t a . para que el hogar marche bien. para que puedan convertirse en adultos maduros. originando muchas veces una imagen falsa de lo que ellos desean saber. Muchas familias restan importancia al tener una charla con sus hijos.La pubertad es la época de los cambios en los niños. eí-cucna-r d ^ ^ ^ a te a^psaito j a (jpK. y mucho menos el criterio de los hijos. Saetas ¡ d f e s s a f f l B ^ ate fpórfws a Hljai y dte MfW » jtfdüj&fe « o t e fe p3f#jp y iMtate tai fces3Ba«M* * s ^ rajpülÉi j k w s t o i B r t S i l ^fflw ta §£Éhg$ ¡partta» Bamssrtífe. aunque sigan conservando su personalidad de n i ñ o s . sin embargo. una de las causas de la falta de comunicación es ta incomprensión y la incomunicación en la familia. cambios no solo físicos sino también psicológicos. ^ ta^Mftfflrfftj HMWflff ( r t W W t r y t m f t r r MaÉseafe a M SfMitóMsJu C i w w á g tfé&f te iftwwfai # £ É V . la mayoría de los padres abusan de lo que creen su autoridad. actuando en la forma como a ellos los educaron y sin tomar en cuenta la época. / L as órdenes. los padres imponen tales normas basándose en su propio criterio. se desenvuelven en un ambiente diferente al que se educaron los padres y en una época que no es la misma. se evitarían muchos problemas. las buscan fuera de su casa.

particularmente si la relación básica entre ambos es de confianza y afecto. es algo que surge de adentro. El sentimiento de pertenencia se fortifica con el paso del tiempo. El lenguaje de aceptación abre a las personas. La homogeneidad del grupo familiar. pero a fin de que sea una fuerza efectiva para influir en otro. a través de ese equilibrio. Una conversación seria y honesta entre padres e hijos. actos. Los hijos que tienen esta relación constante con sus padres. Los hijos cuyas exigencias afectivas son satisfechos. y el habla puede fomentar el cambio positivo. . protegidos. sienten más respeto hacia sus padres.abiertos. por medio de las palabras. de gozar de im buen equilibrio mental y. su equilibrio. y tienen más escrúpulos al adoptar una actitud negativa hacia ellos. El hablar puede curar. se posibilita el que los miembros de la familia puedan expresarse en toda su peculiaridad y enriquecerse mutuamente. los libera para compartir sus sentimientos y problemas. en una atmósfera tranquila y realista. se sienten confiados. adaptarse a la vida familiar y Ittego social desde el momento en que abandone el íntimo círculo de la familia. entran en posesión de una herramienta que puede rendir excelentes resultados. así como ayudarle a aprender a resolver por sí mismos los problemas que la vida inevitablemente trae consigo y puedan darle la fuerza para manejar en forma positiva tos desengaños y penas normales de la infancia y de la adolescencia. de un puesto seguro. debe comunicarse o demostrarse activamente. debiendo dejar a un lado los modos destructivos de comunicación y valerse de la comunicación en forma constructiva. Pueden influir en la opinión que el hijo tiene de sí mismo y lo ayudan a adquirir una idea de su propio valor. seguros de sí mismos. tienen todos las probabilidades de un desarrollo afortunado. La aceptación debe mostrarse. señales físicas de afecto. Cuando ios padres aprenden cómo demostrar a través de sus palabras en un sentimiento interior de aceptación hacia un hijo. sus condiciones de existencia son elementos capitales que contribuyen a tranquilizar a los hijos. suele ser muy útil. ios padres muestran al hijo que dispone de una protección sólida.

atenta contra ese sentimiento de pertenencia. pero se olvidan de ofrecerlo. al igual que hay que respetar a los jóvenes: su libertad. pueden estimularlos para que hablen con franqueza. Los padres lo exigen. más capacitados para aprender y superarse. El hijo debe poder modelarse sobre la imagen que se ha formado de sus padres. -— 0 Ayudarlos en su incipiente aprendizaje de la manera como se puedan independizar y asumir una mayor responsabilidad por sus propias acciones. su propia personalidad.Todo aquello que disocia o tiende a disociar ese bloque familiar: desacuerdo conyugal. experimentar que se afirman su autonomía y su independencia. aún cuando exista la posibilidad de que sus puntos de vista difieren de los suyos. sus gustos. Esto hará que se sientan menos coartados. Aunque los hijos sean pequeños tienen derecho a que se les respete. divorcio. su privacidad. . diálogo y comprensión de padres a hijos. porque habrá sinceridad. para condicionar una buena comunicación: 0 Los padres deben tratar de mantener abiertas las líneas de comunicación con sus hijos. Pueden hablar con ellos. sus aficiones. Por lo que es importante remarcar los siguientes puntos. otra posibilidad es la de integrarse en el grupo desempeñando un rol afectivo. 0 Algo esencial es el respeto. pueden escucharlos. . pues el hijo necesita tener ante sus ojos una pareja de padres con la cual se pueda identificar. ser reconocido como una individualidad. lo que redundará indudablemente en la felicidad familiar. Esto impedirá también la agresividad juvenil y ta desintegración familiar. muerte de un padre.

existen acciones que pueden ser adoptadas por lo padres y que forman la base para la paternidad preventiva: • Establecer un horario de atención diario para toda la familia. sino que se posibilite a éste la comunicación de su experiencia personal. experiencia y sabiduría. Los padres deben aprender que pueden ser consejeros de gran ayuda para sus hijos. en el sentido de que no sea siempre el padre quien dé consejos y el hijo quien los reciba. los padres a su vez tienen que poner en juego todas las facetas de su propia personalidad. la mayoría de las veces se actúa por reflejo y desesperación y entonces se revierten a los únicos métodos que se conocen: los de nuestros padres. Como padres se necesitan directrices para la acción. Sermonean. Los padres frecuentemente se apegan a los modelos fijados por sus propios padres. Un período durante el cual toda la familia puede estar reunida y participar en una discusión libre y abierta. pudiendo compartir sus ideas. moralizan y avergüenzan a sus hijos. presionan. imploran. todo esto tratando de forzarlos en hacer lo que ellos piensan que está bien. Y para satisfacer estas necesidades. advierten. necesita que sus padres se dirijan a él y se comuniquen con él para poder desarrollar todos los aspectos de su personalidad. amenazan. Es importante también destacar la conveniencia de que se intercambien las posiciones de comunicación tradicional. afectos y sentimientos. La calidad del tiempo pasado juntos es infinitamente más importante que la cantidad. . fomentando así el desarrollo de sus cualidades de rezonamiento y el ejercicio de su pensamiento lógico.El niño necesita alternativamente recibir explicaciones. permitiendo que sus hijos decidan aceptar o rechazar sus ideas. implicándose totalmente en la tarea. La juventud de nuestros días está despidiendo a sus padres debido a que muy pocos padres son buenos consejeros para sus hijos. persuaden. por corta que sea. precisa que se fomente su capacidad y su intuición.

E l padre debe ayudar al hijo a prepararse para esta responsabilidad pidiéndole a él o elta que realicen tareas que conduzcan a una menor dependencia de ios padres. es muy necesario durante tos anos de infancia. Parte de este proceso es lo capacidad de expresión abiertamente a los hijos para demostrarles c u á n t o se Ies quiere a través de un toque. es hablar de las experiencias. lo que c o n t r i b u i r á a la formación de hombres y mujeres maduros y emocionalmente estables» . establecer buenos sistemas de comunicación entre padres-hijo. Escuchar preguntas al hijo. E l mensaje preventivo. ait gesta o sutiles expresiones de amor y afecto durante un memento significativo. Esto forma porte de la expresión de amor. * Asignar al hijo tareas que aumenten ¡a independencia. al hijo hasta que haya terminado y entonces formularle para aclarar su punto. * Permitir el amor y afecto en la familia.* Escuchar escuchar. A d m i t i r un error. * Compartir las experiencias con su hijo. debiendo comprenderlas y practicarlas. * Conocer a los amigos de su hijo. Ies aceres aún ntas. esta pertenencia m a n t e n d r á a su hijo junto a Su corriente del estilo de vida y valor de la familia. Debe conocer a los amigos de su hijo con el fin de conocerlo a él. * L o s padres deben sentirse satisfechos consigo mismos para poder llevar a cabo ias acciones mencionadas como parte de la paternidad preventiva. especialmente cuantío se aplica a algo o se isa dicho o ha hecho a tos hijos. el aumento de responsabilidad prepara a los hijos para convertirlos en adultos independientes. Se deben encontrar los medios para aprender a si realmente se quiere saber de su hijo y su mundo. esto le permitirá saber algo sobre ios presiones a las que se enfrenta.

Es necesario saber cuáles son las relaciones entre padres e hijos en cada una de las etapas del desarrollo del niño. pues tiene una mentalidad. todo bajo un clima de comprensión. y además éstos cambian de acuerdo con la edad. se fomenta en los pequeños la creatividad y la iniciativa personal. confiándole tareas sencillas y procurando que quiera lo que él hace. dentro de la familia se comunica alegría.5. Además. para facilitar por un lado la comprensión y rescatar por otro. la autoridad de los padres se debilita. El niño es un ser muy diferente del adulto. calma y respeto humano. La participación de los padres en los juegos infantiles funciona para los niños como un auténtico reconocimiento de la valoración positiva que les merecen sus actividades. Con este acercamiento de sus progenitores. debe ser apoyado por su cónyuge. lo que no es en absoluto una cuestión secundaria. intereses y costumbres totalmente diferentes a las del adulto. serán modelos a seguir. Es de suma importancia para los padres saber revisar junto a sus hijos su propia experiencia infantil. una parte de su personalidad ya olvidada por las exigencias de la vida adulta.4. al igual que otros muchos adultos con quienes los niños están en contacto mientras crecen.1. Los padres. E L JUEGO ES COMUNICACION. Si el padre dice una cosa y la madre lo contrario. gozo y diversión. estas actividades permiten que los miembros de la familia experimenten el placer de sentirse unidos. Los padres . En los juegos que comparten los mayores con los niños. nunca puede ser considerado como un pequeño adulto. La autoridad vendrá definida por el grado de credibilidad que mantengan los padres ante los hijos y como tal no la perderán mientras se comporten de forma coherente y consecuente con ellos mismos. Cuando uno de los padres diga algo o dé una orden. el niño podrá sentirse seguro de que está haciendo las cosas bien. De esta manera no corren los padres el riesgo de perder autoridad.

la familia moldea la personalidad de los individuos con arreglo o la misión que tienen que cumplir en su seno y cada miembro trata de conciliar su condicionamiento inicial con las exigencias del papel que se imparte. En ningún caso debe contentarse con satisfacer las necesidades biológicas. No hay que pasar por alto que la familia asume fundamentalmente dos funciones: asegurar la supervivencia de sus miembros y forjar sus cualidades humanas. mostrando mediante sus acciones. La verdadera fuente de enriquecimiento en este aspecto se halla en la solidaridad que reina entre los miembros de la familia. 0 Desarrollar la identidad personal ligada a la identidad familiar. el proceso se desarrollará sin tropiezos y la vida familiar transcurrirá en un clima de amor y entrega mutuos. Los padres establecen todo el proceso de satisfacción de las necesidades y los deseos de los individuos que forman la familia. eso no basta para el completo desarrollo del individuo. Los deberes sociales que debe asumir la familia son: 0 Proveer de la subsistencia y cubrir todas las necesidades materiales que contribuyen a la supervivencia de sus miembros. y protegerlos contra los peligros anteriores. que tiene la necesidad de aportaciones intelectuales y afectivas. Si las condiciones son favorables. 0 Permitir y desarrollar los vínculos afectivos en las relaciones familiares. por el contrario la atmósfera familiar sufre . Si. aún más que con sus palabras. tarea fácil si se da en un clima de unión y cooperación. lo que ellos valoran o creen.modelan continuamente para sus hijos. Será sobre todo la actitud lo que hagan agradables o penosas las relaciones de cada miembro con los demás. De ese modo. este lazo asegura la integridad psíquica que facilitará el afrontamiento de las experiencias nuevas. 0 Enseñar a cada uno el modo de integrarse en la sociedad y a aceptar las responsabilidades correspondientes.

trastornos frecuentes, pueden llegar a nacer profundos sentimientos de frustración que van acompañados de resentimiento y hostilidad.

4.2 C O N C I E N T I Z A R A L O S PADRES P A R A Q U E A C U D A N A RECIBIR A Y U D A PROFESIONAL (TRABAJADOR SOCIAL). 4.2.1 ORIENTACION FAMILIAR, TERAPIAS FAMILIARES.

Las experiencias cotidianas de la vida familiar provocan muy a menudo problemas emotivos. En efecto, el equilibrio afectivo del individuo está condicionado por lo que da y por lo que recibe en el curso de sus relaciones con los demás miembros del grupo familiar. Siendo el deber de este último permitir que el niño se integre en la sociedad, es sobre todo dentro de su marco, donde habrá de formarse su personalidad, por lo que podemos considerar a la familia responsable del destino psíquico. En cuanto al adulto, las experiencias cotidianas de la vida familiar tienen influencia fundamental sobre la estabilidad y mejoramiento de la salud mental y sobre el desarrollo de la personalidad, al tiempo que determina el éxito o el fracaso de su integración social, es decir, el comportamiento que adopte hacia los demás. Las relaciones familiares atenúan o intensifican la angustia, pues caracterizan el medio en el que se exteriorizan los conflictos, teniendo por lo tanto influencia directa sobre la elección de la solución adoptada para resolverlos. El individuo selecciona en la experiencia familiar lo que puede servirle para realizar sus propias aspiraciones, para alcanzar sus objetivos personales. La salud psíquica de la familia y de cada uno de sus miembros individualmente, depende, de hecho, del mantenimiento en equilibrio de las relaciones emotivas, y de los intercambios. Dado que sobre el comportamiento de cada miembro influye el de todos los demás, cualquier

modificación en los intercambios emotivos de dos de ellos vendrá a alterar los procesos de interacción entre los otros.Además. cuando la conducta de uno de ios miembros de la familia rompe los lazos afectivos que unen a otros dos, el malestar resultante puede acarrear las desintegración del grupo familiar. V aún sin llegar a resultado tan extremoso, semejante malestar puede tener repercusiones graves y prolongadas tanto sobre el conjunto de la familia como sobre cada uno de sus miembros. . .. ... Los conflictos se pueden plantear en cualquier familia, incluso en la más normal. En todos los casos los padres no están solos. La ayuda la pueden encontrar a menudo, en el seno mismo líe la familia. Con frecuencia los hijos mayores ilustran a los padres respecto a los más pequeños. Por su parte, los mayores recurren, aveces, a la comprensión de un amigo de la familia, con el cual congenian más que con los padres. Cuando el conflicto familiar que se presenta no puede ser resuelto por ninguna vía, se debe considerar la orientación familiar, entendiéndose éste como el conjunto de técnicas encaminadas a fortalecer los vínculos de unión entre los distintos miembros de una familia. La finalidad última es conseguir que todos lleguen a comportarse de un modo sano, comprensivo y capaz de estimular por sí mismos el progreso y desarrollo tanto de los individuos como del grupo familiar en su totalidad. Los orientadores familiares imparten enseñanza mediante la escuela para padres, útil para mejorar su estilo educativo, para lo cual pueden los padres acercarse a instituciones especializadas en manejar el programa de educación para padres, a fin de tener un mejor conocimiento de los hijos, de ellos como padres y de algunos aspectos del ambiente donde viven: comunicación del núcleo familiar, conocimiento del ser humano, la familia y la salud, la importancia de ser padres. Hay que insistir en la importancia de este campo de intervención psicológica y de tipo social, dado que es un hecho comprobado que muchos problemas individuales, tanto infantiles como adultos, tienen su raíz en el núcleo familiar, es decir, que hay que considerar el modo peculiar que tenga la familia de comunicarse, las reglas que se establezcan, las prohibiciones y hasta el tipo de vivienda en que se viva.

Por lo tanto, una familia es algo más que una reunión arbitraria de seres, es una realidad, un valor y tiene fundamentalmente como centro a los hijos. Las pruebas del abandono de los padres y de las madres no faltan; el número de hijos perturbados por la vida que lleva la familia constituye la gran mayoría de los niños inadaptados y el número de familias perturbadas es tan elevado, de ahí la importancia de una educación para padres. El trabajador social durante la terapia analiza con frecuencia a toda la familia, el profesionista en trabajo social es una persona preparada para ayudar a los hijos y a los padres a resolver problemas difíciles, siendo intérpretes competentes de las situaciones más complejas. La terapia familiar llega de manera progresiva en el curso de una serie de conversaciones planificadas, unas con el afectado sólo, o bien puede recibir el consejo individual por parte del trabajador social, otras a intervalos determinados con él y los demás miembros de la familia, es recomendable se combine la terapia individual con la grupal, así el trabajador social trabaja con el mundo exterior de la persona como el mundo interior, sacar a la luz. los aspectos de las relaciones entre padres e hijos que favorezcan potcncialmentc la maduración y los que se oponen a ella. La personalidad básica del hijo no sólo está influida por los procesos de interacción con los padres, sino también por su pertenencia a la familia como grupo. En efecto, también las relaciones que habrá de sostener con los diferentes miembros de la familia contribuyen a modelar su personalidad. Fuera de este grupo, la personalidad básica se va modificando progresivamente a través de la pertenencia a agrupaciones cada ve/, más variadas. Cada una de ellas influye sobre el comportamiento del hijo, y éste va adquiriendo poco a poco su verdadera personalidad, la que le permitirá integrarse a la vida social.

y en qué medida favorecerá la asimilación de uno de esos papeles su adaptación a los demás. más estos problemas en el trabajo de casos son . Considerando la relación entre el comportamiento del individuo y el de la familia. de padre y madre. hermano y hermana. incluyendo los elementos de tipo económico. reconocer cpie cada quien tiene el derecho de gobernar su propia vida conforme con su manera de entender las cosas. los procesos activos de adaptación del individuo a su papel familiar y la organización interna de la personalidad del individuo y su evolución.4. a fin de que el afectado entienda su problema. ORIENTADOR FAMILIAR La función básica. Aplicando el trabajo social de casos. sus soluciones y puntos de vista morales. así como la dinámica del grupo familiar. Para comprender los problemas que se le pueden plantear al individuo en el marco de la familia conviene tomar en cuenta la facilidad o dificultad con que va a adaptarse los múltiples papeles que debe desempeñar. sino que debe concederle el derecho de ser como es. mental. Los papeles de marido y mujer. de padres e hijo. El método del trabajo social de casos está enfocado a la solución de los problemas individuales. físico. en tal forma que pueda resolverlo. asi como estudiar al individuo en todo lo que se relaciona con sus experiencias sociales y los sentimientos sobre estas experiencias. así como la de ofrecer información y las alternativas necesarias para que sea la persona que tiene problemas quien encuentre la solución. tomar sus propias decisiones y hacer sus propios planes. es la de escuchar y atender.2 LAS FUNCIONES DEL (TRABAJADOR SOCIAL). La aplicación de estos principios significa que el trabajador social no debe imponer a la persona sus metas o normas de conducta personales. en el caso del trabajador social. que consiste en obtener la máxima información sobre los factores que han provocado el problema o conflicto en el ambiente del propio afectado.2. emocional y social. Para ayudar eficazmente a esa persona es preciso saber respetar la personalidad humana.

su educación. Los registros y documentos tienen un lugar especial. el afectado es un participante responsable en cada uno de los pasos que conducen a la solución de sus problemas. los aspectos del medio económico. sus pasatiempos. las personas y los hechos significativos en la experiencia de vida del afectado. Las personas tienden a llevar consigo al trabajo de casos sentimientos. así como también por la observación objetiva y la encuesta. Las entrevistas con el afectado y con las personas que intervienen de un modo importante en la situación. La familia es culturalmentc importante porque la persona tiende a llevar al mundo exterior las actitudes formadas en gran parte dentro de su medio familiar. y su sentir respecto a ellos. su religión. actitudes y maneras de comportarse que ya han experimentado en otras ocasiones. cultural y social del afectado. hacer un esfuerzo activo para resolver sus problemas. así como instituciones médicas. En el trabajo social de casos se estimula a la persona o afectado a participar en el estudio de su situación. Estas circunstancias y las principales actitudes emocionales del afectado pueden ser estudiadas a través de las facetas de la relación trabajador social-afectado. y la persona tiende a reaccionar a las situaciones (pie se presenten en el trabajo de casos de una manera derivada de las actitudes aprendidas en el hogar y condicionadas también por otras situaciones' de su vida. su trabajo. Toda investigación tiene por objeto llegar a una mayor comprensión de la persona que tiene el problema. especialmente la familia suele estar implicada. . colaborar en sus planes. tanto del problema en sí con el fin de instituir el tratamiento afectivo. ya que el tratamiento atañe a más de una persona. En cada situación.interpersonales. tales como su hogar. constituyen la unidad de atención. utilizar sus propios recursos y aquellos que sean apropiados entre los que pueden proporcionarle su entorno o comunidad.

La evaluación de los progresos del afectado durante el tratamiento. El trabajador social de casos. alguna frustración o fracaso en la adaptación social. el resultado es más bien una evaluación. comportamientos y verbalización ha apartado al trabajador social de casos una comprensión tanto de la persona que tiene el problema como del problema en sí mismo. es más efectivo cuando maneja componente sociales. Si el cliente coopera consistiendo a un reconocimiento médico. . como método. que debe ser objeto de constante revisión. factores del problema que parecen tener conexión unos con otros en el tiempo y en el espacio. o causado por. Cuando se analiza el modo cómo la persona se enfrenta con el problema. expresados por medio de actitudes. El estudio de los factores emocionales. Los diagnósticos sociales son generalmente descriptivos.La entrevista acompañada de la observación es uno de los métodos más seguros para obtener la mayor parte de los datos sobre el caso a estudiar. habiendo reforzado sus buenas relaciones en la medida en que sea posible. o bien para una entrevista entre el trabajador social y otra persona de su familia. porque eso significa una definición más exacta del problema. indican interrelación evidentes. dando facilidades para una visita a su propio domicilio. El fin principal del tratamiento es siempre ayudar a la persona a reintegrarse cuanto antes a sus naturales cauces de actividad. También es de gran utilidad utilizar los servicios de los expertos en otros campos para complementar los propias investigaciones y llegar así a la más segura comprensión del problema. en cualquiera de estos casos se habrá llegado a una cierta comprensión del problema de la persona que tiene el problema. El diagnóstico se esfuerza en llegar a las causas. puede establecerse por medio de breves comentarios y de resúmenes de evaluación en los que se discute la aplicación y los resultados del tratamiento. debe haber un problema social causante de.

3. en gran parte. son los que suscitan las relaciones de los hijos. en vez de intervenir cuando ya ha surgido el conflicto. Dicho de otro modo. Cada hijo es. las reacciones afectivas del padre y de la madre. Las relaciones entre hermanos y hermanas se ven profundamente influidas por las relaciones con los padres. descubriendo estos aspectos. Según que haya o no armonía conyugal. como lo fueron esos mismos padres en la infancia. aclarando las causas y relaciones de cuanto acontece normalmente en la vida cotidiana. En la complejidad de las relaciones de una familia. depende del diálogo familiar. La intervención tras el hecho. CUANDO SE DEBE ACUDIR A UN ORIENTADOR FAMILIAR (TRABAJADOR SOCIAL). . no sólo no actúa sobre las causas de las dificultades relaciónales. ya que es la sensación de insatisfacción y de inseguridad el origen de los problemas. la solidaridad familiar es constante y profunda en el plano de la sensibilidad y del carácter. los hijos tendrán o no unas relaciones satisfactorias con los demás miembros de la familia. Los hermanos y hermanas serán entre sí y con los padres. lo que son el padre y la madre y la naturaleza de las relaciones de la pareja. La sensibilidad de la pareja conyugal. 4.El trabajador social como orientador familiar. tiene un amplio campo de acción dentro de la familia como: conocimiento previo del ambiente familiar y de todos los factores difíciles de apreciar a simple vista y a menudo ignorado por las familias.2. sino que a menudo las agrava. El comportamiento de cada cual influye en el de los demás. y más aún de lo que sean y de lo que sientan. A través de un conocimiento más profundo en sí mismos y de los demás es como los padres comprenderán mejor las interacciones familiares. en parte. Este conocimiento les permitirá actuar sobre las causas de las dificultades eventuales. los padres desempeñan el papel fundamental: de lo que hagan. pero que ejercen influencia en la dinámica general de grupo.

quien está al tanto de algunas tensiones diarias que afronta el niño y puede indicar si el comportamiento de éste es distinto al de sus compañeros. es recomendable que busquen la ayuda de profesionales. Es importante entonces que se fomente el diálogo entre pareja y se extienda hasta la familia. cuando suceden conflictos muv fuertes v ninguna de las partes razona y todos ios integrantes de la familia creen tener toda la razón. de lo contrario surgen otros problemas como: agresividad y culpa. acudiendo en algunos casos a profesionales como los trabajadores sociales. Frente a los modelos clásicos de terapia en los que se trata individualmente al paciente o afectado. para que de esta manera eviten conflictos posteriores. si los conflictos graves surgen cuando los hijos ya son jóvenes o adolescentes entonces toda la familia necesitará el tratamiento asesorados. es decir.Siempre que la familia atraviesa una situación difícil que no pueda resolver por medio de métodos normales. y de esta forma evitar la separación definitiva o desintegración familiar. cuando los hijos aún son pequeños. la terapia familiar aborda el tratamiento actuando en el primer caso sobre la totalidad de los miembros que componen la familia. Y es ahí donde hay que profundizar. . y tratar de superar los problemas que se les presenten. La base principal es que los padres reciban primero la orientación o se documenten al respecto. el trabajador social puede ayudar a aceptar o asimilar esos traumas. cuando el conflicto trata por la muerte o divorcio de los padres. La sexualidad es una dinámica comunicativa tpie depende del contexto y se halla íntimamente relacionada con las interacciones afectivas y emocióneles. una fuente que puede proporcionarle pistas importantes sobre los problemas que presente el niño es la maestra. cuando los hijos se van. esto es. el deseo de poser sus propios objetos personales.

constituir y contribuir positivamente en sus formas: física. y si no fuera así. 1. en la escuela. e incluso el conocimiento del mundo que los hijos puedan tener. el afecto. ya que influirán con sus actitudes. cine. social (la lucha por la existencia. Con el padre. biológica (dolor. Por lo que se hace referencia a una educación para padres. El grupo familiar se constituye poco a poco. en la calle y a través de los medios comunicativos como la radio. a lo largo del crecimiento. a los hijos. poder acudir a un trabajador social que pueda proporcionarles la . con el ejemplo de su propia relación conyugal. la enfermedad). prensa. el trabajo y la disciplina). la comunicación. y comunicación entre sus miembros para poder afrontar dichos problemas. Los padres son los primeros educadores de los hijos. el hijo también tiene que aprender a querer. a fin de que estén preparados para hacer frente a cualquier problemática. de esta forma el hijo reaccionará toda su vida frente a esas necesidades como reaccione ante su padre. sobre todo si no existe madure/. ocuparán una situación privilegiada.a ausencia o imperfección de ese amor es suficiente para perjudicar la evolución normal del hijo en el plano afectivo e intelectual. televisión. ese amor maternal es indispendable para favorecer el desarrollo de la personalidad del hijo. con algunos choques y son precisamente esos pequeños obstáculos diarios los que pueden engendrar una situación problemática en la familia. etc. moral (los imperativos en su deber). Así.CONCLUSIONES. y antes incluso del nacimiento. mas sabemos que no son los únicos. será suficiente para modificar el desarrollo. esta influencia de los padres se realizará aún sin ellos darse cuenta. el respeto. La imagen que den de sí mismos y de su vida. sobre todo lo que los hijos aprenderán fuera de la familia. con la relación que hayan sabido establecer en el seno del grupo familiar. el hijo aprende a amar. Con su madre. De todos modos. Se ha mencionado que el padre y la madre tienen sus deberes respectivos en lo que atañe a la formación de la personalidad del hijo.

P S S . 1 ( ¡ c a .™ .„ „ . r „ p r o b l c m . y h c r r a m i e n t a s p.

=>Que los padres se documenten en lo posible. lo que contribuiría a acrecentar los conocimientos del trabajador social. para el desarrollo de su servicio social dentro del área laboral. dependiendo de la problemática que se presente. para que éste a su vez les brinde la información necesaria. . lleve a cabo maestrías o cursos sobre Terapia Familiar u orientador Familiar.SUGERENCIAS. =>Que la Facultad de Trabajo Social. sobre diversos temas. lo incluya en algún programa educativo para padres o bien en terapias familiares. =>Que en la Facultad de Trabajo Social. se efectúen cursos de actualización sobre métodos y técnicas de trabajo social. =>Que se fortalezca la coordinación que existe entre la Direción de Trabajo Social y las empresas del sector privado de esta región. =>Que los padres acudan a las instituciones con el trabajador social. para poder educar a los hijos. para la debida canalización de profesionistas en Trabajo Social.

F R A N K B. DE SANCHEZ MA. Y S. M A N U A L DE TRABAJO SOCIAL LA PRENSA MEDICA MEXICANA 1962 MEXICO CODIGO CIVIL PARA E L ESTADO L. SEÑALES. V KAPPLE. ACKERIVLVN. MARIE C.MAN. PADRES Y ADOLESCENTES EDITORIAL DIANA 1973 MEXICO CASTELLANOS. EDITORIAL POMAIRE 19S1 ESPAÑA AGÜILAR. Y CAPRIO. M . DE V E R A C R U Z EDITORIAL CAJICA 1989 MEXICO C H A VEZ. ISABEL Y SOLIS.BIBLIOGRAFIA. DE FUENTE ANA ALICIA DROGAS Y POBREZA EDITORIAL TRILLAS 1980 MEXICO . FRANK S. KUBLI EDUARDO PADRES POSITIVOS EDITORIAL PAX-MEX1CO 1980 MAXICO CAPRIO. PAL L R.

ER1CI1 Y HORKHEIMER. B L A C K E L L E R CIRO E. M A X LA FAMILIA EDICIONES PENINSULA 1978 ESPAÑA G O M E Z J A R A . FRANCISCO A. E L Y L A SOCIEDAD FONDO DE C U L T U R A ECONOMICA 1966 MEXICO E L MUNDO DE LA PAREJA FASCICULOS 17 Y 27 EDITORIAL ARTEMISA 1986 MEXICO E S C U E L A PARA PADRES VOLUMEN 3 EDICIONES CIENCIA Y TECNICA 1987 MEXICO F R O M M . DINAMICA DE L A VIDA SOCIAL EDITORIAL HERRERO 1980 MEXICO .CHINOY. SOCIOLOGIA EDITORIAL PORRUA 1986 MEXICO G O N Z A L E Z .

T H O M A S PADRES EFICAZ Y T E C N I C A M E N T E PREPARADOS EDITORIAL DIANA 19S1 M E X I C O GRINDER. GORDON TEORIA Y PRACTICA DEL T R A B A J O SOCIAL DE CASOS EDICIONES CIENTIFICA LA PRENSA MEXICANA 1984 M E X I C O 1IORST. PROBLEMAS Y EDUCACION UNION TIPOGRAFICA EDITORIAL HISPANOAMERICANA 1979 M E X I C O M A H T A R . EBERHARD RITCHER HISTORIA DE LA FAMILIA (TOMO 12) EDITORIAL EVEREST 1973 ESPAÑA L E A O . MIBOW A M A D O U Y A L D A B A .GORDON. CARNEIRO ADOLESCENCIA. L I M ESTEFANIA ¿QUE MUNDO VAMOS A DEJAR A NUESTROS HIJOS? TRIBUNAS INTERNACIONALES 1978 UNESCO . ROBERT E. ADOLESCENCIA NORIEGA EDITORES 1987 M E X I C O H A M I L T O N .

N A T H A N . SUS PADRES Y SUS MAESTROS EDITORES KAPELUSZ 1973 ARGENTINA . PIERRE RELACIONES HUMANAS ENTRE LOS NIÑOS. FERNAND PSICOLOGIA DE LA VIDA FAMILIAR (TOMO II) EDITORES PLAZA & JANES 1979 ESPAÑA SATIR. VIRGINIA RELACIONES HUMANAS EN E L N U C L E O FAMILIAR EDITORIAL PAX-MEXICO 1980 MEXICO VIDA INTIMA ENCICLOPEDIA DE LA SEXUALIDAD VOLUMEN 4 EDITORIAL A L G A R 1979 ESPAÑA WEIL.

You're Reading a Free Preview

Descarga
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->