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Democracia: Do conceito à pratica da representação à participação

Democracia: Do conceito à pratica da representação à participação

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Democracia: Do conceito à pratica da representação à participação

Longitud:
140 página
1 hora
Editorial:
Publicado:
Jun 6, 2019
ISBN:
9788574924380
Formato:
Libro

Descripción

O termo Democracia, apesar de antigo, ainda não foi apreendido totalmente pela cidadania. Some-se a isso o fato de que a palavra é interpretada de forma diversa por diferentes grupos sociais.
Editorial:
Publicado:
Jun 6, 2019
ISBN:
9788574924380
Formato:
Libro

Sobre el autor


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Democracia - Carlos Fernando Galvão

DEMOCRACIA:

do conceito à prática; da representação à participação

Carlos Fernando Galvão

Corinto Meffe

DEMOCRACIA:

do conceito à prática; da representação à participação

São Paulo

© Copyright, 2010 – Carlos Fernando Galvão

Corinto Meffe

Em conformidade com a nova ortografia

Todos os direitos reservados.

Editora Claridade

Av. Dom Pedro I, 840

01552-000 São Paulo-SP

Fone/fax: (11) 2168-9961

Site: www.claridade.com.br

E-mail: claridade@claridade.com.br

Preparação de originais: Marco Haurélio

Revisões: Da editora

Capa: Valeriano sobre tela de Eugène Delacroix, La Liberté guidant le peuple (1830).

Editoração Eletrônica: Eduardo Seiji Seki

ISBN 978-85-88386-87-7

Dados para Catalogação

Galvão, Carlos Fernando, 1970-

Meffe, Corinto, 1968-

Democracia: do conceito à prática; da representação à participação – São Paulo : Editora Claridade, 2010 / -(Saber de tudo)

112 p.

1. Democracia 2. Administração pública 3. Direito constitucional

CDD 323.6

Índice sistemático para catalogação

027 – Bibliotecas gerais

027.8 – Bibliotecas escolares

028 – Leitura. Meios de difusão da informação

Agradecimentos

Aos amigos que, conosco, coordenaram o Movimento Rio Cidadão entre 1998 e 2003: Ana Amélia, Andrea Zanetti, Augusto Mendes, Eliane Antunes, Francisco Bezerra, Maria Celeste, Ricardo Quiroga, Rosane Lima, Sérgio Condé e Marcelo Duarte (in memoriam).

A Marcus Azaziel e Roberto Ibargüen, colaboradores na aplicação do piloto que testou a metodologia Gestão Cidadã.

Sumário

Prefácio 11

Introdução 15

1- Democracia: uma breve história conceitual 24

2- Estado: base da disputa para a construção de um Espaço Existencial 51

3- Cidade: um espaço cultural, político, econômico, histórico, geográfico, sociológico, filosófico, arquitetônico, complexo, polifônico, coletivo 79

4 - Gestão Democrática e Planejamento Social das Cidades: uma possibilidade de intervenção coletiva no Espaço Existencial 103

Conclusão 141

Outras leituras, outras visões 143

Sobre os autores 146

Prefácio

Carlos Fernando Galvão é um teimoso. Teima em pensar políticas públicas em um momento histórico em que tudo ou quase tudo já vem pré-moldado e, portanto, dispensa o trabalho de perguntar se é isso mesmo que se deve fazer.

Nessas circunstâncias, ser teimoso pode se tornar inconveniente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, certa vez, admitiu que é tão teimoso na defesa do etanol como elemento-chave para o que ele considera ser uma revolução energética e no desenvolvimento dos países pobres que corria o risco de que seus colegas governantes do mundo rico dissessem, ao vê-lo chegar: Lá vem aquele chato do etanol. Galvão corre, portanto, o risco de que digam: Lá vem de novo aquele chato que tem ideias e insiste em vendê-las.

De minha parte, quero dizer longa vida aos chatos, ou, ao menos, a esse tipo de chato inconformado, que ousa pensar com autonomia, ousa pôr no papel suas ideias, ousa testá-las. Conheci-o há uns 15 anos, quando tratava de vender outra teoria que, à época, era também absolutamente contrária ao senso comum. Pregava que a saída NÃO é o Galeão , quando uma quantidade industrial de brasileiros buscava desesperadamente o Galeão, Cumbica, Confins ou qualquer outro aeroporto que os levasse para o suposto paraíso do mundo rico, de preferência com passagem só de ida. Como o poder público – da época ou de agora – não ousou fechar o Galeão como porta de saída e só de saída, o resultado está à vista de todos: em julho de 2008, o Itamaraty viu-se obrigado a promover um seminário sobre a diáspora brasileira, convocando representantes das comunidades instaladas nos mais diferentes cantos do mundo para ouvir suas necessidades e buscar meios de atendê-las.

Ótimo. Mas é uma tremenda anomalia que haja uma diáspora de brasileiros quando o Brasil foi historicamente terra de abrigo para as diásporas alheias e tem, em tese, território e recursos naturais suficientes para dar a todos os brasileiros oportunidades para viverem e crescerem, no corpo e na alma, no próprio país.

Fica claro, pois, que é do bem a teimosia de Carlos Fernando, agora apoiado por Corinto Meffe e outros teimosos do Movimento Rio Cidadão e da ONG Cidade Viva.

O que eles estão defendendo neste livro parece-se a um conceito que usei anos atrás em um texto para a Folha de S. Paulo, batizando-o de Felicidade Nacional Bruta, algo intangível mas mais importante do que Produto Nacional Bruto, de uso diário nos jornais, no rádio, na televisão e nos papers acadêmicos. Trata-se, admite a introdução do livro, de um conceito nada científico. Ótimo. Se o PIB é um conceito científico mas não dá para todos, como o demonstram pilhas e pilhas de estudos e estatísticas, trabalhemos com a felicidade.

Mas não pense o leitor que se trata de poesia. Longe disso. O conceito chave do livro já tem alguma quilometragem rodada na estrada das ideias: é democracia participativa. O problema é que até os propulsores originais da ideia de democracia participativa (o PT, aquele PT anterior à chegada ao poder federal) abandonaram o tema. Em vez de participação, pensam apenas em ocupação do poder, claro que com as exceções de praxe.

O modelo aqui proposto para dar operacionalidade à democracia participativa é o que os autores batizaram de Gestão Cidadã. Não vou tirar do leitor o gostinho de percorrer ele próprio as ideias dos autores, mas tenho que registrar a definição mais sintética da Gestão Cidadã, na palavra de Hector Poggiese, professor da Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, com sede em Buenos Aires): "É uma ponte entre os poderes autônomos das comunidades, criando a possibilidade de um nível de interlocução com o poder tradicional constituído".

O leitor vai descobrir com a leitura que não é uma ponte longe demais.

Clóvis Rossi, jornalista e membro do Conselho Editorial da Folha de S. Paulo

Introdução

Alguns olham a realidade e perguntam: Por quê?. Outros olham para a mesma realidade e se indagam: Por que não?.

George Bernard Shaw, escritor irlandês

A frase acima não reproduz, exatamente, as palavras do escritor irlandês, mas o sentido delas. Simplesmente olhar e criticar é fácil; difícil é propor algo diferente; mais ainda, quando a proposta é tachada como visionária ou utópica. Frequentemente, nos deixamos levar por aqueles que, por ingenuidade ou por má fé, nos desafiam a deixarmos de pensar, de sentir e de realizar e nos chamam apenas para reproduzir o que o senso comum nos impõe. Só que nem todos se dão conta de que esse senso comum é, no fundo, e não raro, aquilo que uns poucos privilegiados desejam que seja!

A sabedoria popular nos ensina: ideias se perdem no evoluir do vento. Contudo, também nos ensina que ventos novos podem trazer boas mudanças! Algumas ideias, quando deixadas ao léu, acabam efetivamente se perdendo durante as crises frequentes. Perdemos, assim, também, o registro dessa ideia e, não raro, isso acarreta o fim precoce de alguma coisa que no futuro poderia beneficiar uma pessoa ou uma sociedade. Ocorre que tais ventos, felizmente, não se perdem assim, tão facilmente. O que existe de melhor nas ideias, além do contumaz exercício da inteligência, pode ser dividido em seis momentos, sendo o último deles o exercício puro da emoção. Sabemos que existem boas e más ideias. Dependendo de como sejam postas em prática, mesmo as iniciativas alvissareiras são passíveis de trazer efeitos colaterais indesejados. Não obstante, com este livro, não estamos querendo fazer um estudo das ideias. O que desejamos apresentar é uma proposta sobre Democracia Participativa que não gostaríamos de ver perdida numa gaveta, endereço comum onde jazem muitas outras boas ideias.

Isto posto, o primeiro momento é o da concepção. É bom criar uma grande ideia, não é? O fato é tão irradiante que se basta. Mas... muitas dessas ideias se perdem, pois o idealizador já se sente um vitorioso apenas pela criação. O ato de pensar em algo

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